O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi o sorteado para relatar a ação movida pelo deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) que pede a instalaçao imediata na Câmara de uma CPI para investigar as fraudes ocorridas entre o BRB e o Banco Master.
O deputado acionou o STF cobrando a instalação da CPI na Câmara dos Deputados. O deputado e ex-governador do Distrito Federal afirma que o requerimento, apresentado anteontem, para implementar a comissão já tem assinaturas necessárias e cumpre todas as formalidades. As informações são do UOL.
Leia maisEle também acusa o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de omissão. Deputado aponta que não há nenhuma outra CPI em andamento atualmente na Casa.
Relator foi definido hoje por sorteio. Foi apresentado um mandado de segurança, que foi distribuído pelo sistema do STF para Toffoli. Ele deixou a relatoria das investigações sobre o Banco Master no mês passado, após a PF revelar várias menções a ele encontradas no celular de Daniel Vorcaro, que era o dono do banco.
Toffoli não tem impedimento para atuar no caso, segundo o STF. Apesar de o ministro ter deixado o caso em meio a polêmicas, o STF soltou nota afirmando que ele não é suspeito e nem teria impedimento para atuar. Ou seja, a corte chancelou que o ministro poderia atuar em casos ligados ao Master.
Investigado envolvido com resort. O ministro admitiu que era sócio de um resort no Paraná que chegou a ser comprado por um dos investigados no caso Master, o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel. O próprio Zettel chegou a ser preso e solto por Toffoli quando a investigação estava sob sua relatoria.
Atualmente as investigações da PF envolvendo Vorcaro e o Master estão com o ministro André Mendonça. Ele foi o responsável pela terceira fase da operação, deflagrada na semana passada e que prendeu novamente Vorcaro e Zettel.
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