A ex-deputada estadual e ex-prefeita de Arcoverde por dois mandatos, Rosa Barros, declarou apoio à candidatura de Anchieta Patriota (PSB) para deputado federal nas eleições de 2026. Outras lideranças e apoiadores ligados à ex-prefeita também estão se somando ao seu projeto eleitoral.
O apoio foi anunciado pelo próprio Anchieta Patriota em publicação nas redes sociais, na sexta-feira (7). “Para deputado federal estou com Anchieta Patriota. Conheço sua caminhada e seu compromisso com o povo”, declarou Rosa.
Rosa Barros foi prefeita de Arcoverde por dois mandatos e também exerceu mandato como deputada estadual. Em junho deste ano, ela participou do lançamento da Frente das Oposições de Arcoverde, ao lado de outras lideranças políticas do município e do pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB).
Tem 90 anos um dos maiores toureiros de todos os tempos. Chama-se Manuel Benítez, mais conhecido como El Cordobés, e ganhou fama impondo um estilo diferente de tudo o que já tinha sido visto nas arenas espanholas. Seu espetáculo começava quando quebrava as bandarilhas, deixando-as pouco maiores que um lápis e, depois de um drible de corpo, as cravava atrás do chifre esquerdo. Normalmente são fincadas no lombo do animal, mas El Cordobés mudou a regra, levando o público ao delírio nos anos 1960 e 1970, quando esteve no auge.
Tourear é uma arte. Não é força; é jeito. Não basta coragem, mas acima de tudo astúcia. Ele conseguia dominar um touro de 600 kg, aos poucos, a cada passada. Muitas vezes parecia que o animal iria atropelar El Cordobés, mas ele esquivava, quase bailando como num tablado flamenco.
As touradas vieram dos tempos em que os árabes dominavam a Andaluzia, ainda no século 12. A lida foi sofisticando e evoluindo. O filósofo José Ortega y Gasset (1883-1955) adorava touradas e entendia a correlação de forças entre o toureiro e o touro como um reflexo da política cotidiana. No seu livro “A caça e os touros“, o filósofo escreve que o grande toureiro não vence pela força física, mas pela capacidade de antecipar movimentos, entender claramente a situação e estar no lugar certo e na hora certa. Ou seja: alguém proativo, em vez de reativo, que enxerga antes dos outros, domina a circunstância e age com precisão, não por impulso.
Trump tem agido com Lula como o toureiro de Ortega y Gasset. A lida dos dois presidentes começa em junho de 2024, quando Lula apoiou Joe Biden e criticou Trump. Depois, em novembro, pouco antes da eleição, disse para a imprensa francesa que torcia por Kamala Harris, porque Trump era o fascismo e o nazismo com outra cara. Trump venceu e Lula baixou a bola. A partir de então, Trump começou a tourear Lula no estilo de El Cordobés.
A tática parece estar fazendo efeito. Bailaram, entre tapas e beijos, trocaram elogios e voltaram a se estranhar. A estratégia de Trump é claríssima: quer derrotar Lula pelo cansaço. O presidente norte-americano não tem a ansiedade da reeleição, sabe que não ficará. Não parece estar tão preocupado assim com sua popularidade. Foca no seu programa de governo. Quer recuperar o protagonismo econômico dos Estados Unidos. É como a família numa casa em reforma. O incômodo é grande, a demora maior ainda, mas quando a reforma acaba a vida fica melhor do que antes.
Lula está amarrado ao discurso da soberania como o touro se fixa no pano vermelho. Tem sido reativo ao invés de proativo. Vai para cima, enquanto Trump o surpreende a cada momento. Foi assim com o cancelamento do visto da embaixadora em Washington Maria Luiza Viotti, que virou ilegal do dia para a noite. Se sair dos Estados Unidos, não voltará. Está na mesma situação dos ilegais perseguidos pela polícia, uma humilhação. Algo terrível, jamais visto em 200 anos de diplomacia.
Lula caiu no jogo de Trump e age exatamente como ele quer. É previsível, quando deveria surpreender. Enfrenta o presidente norte-americano, ao mesmo tempo em que dá sinais de aproximação maior com a China, que já domina grande parte do mercado brasileiro, e a Rússia, em guerra com a Ucrânia. Tem falado em armas nucleares. Outro dia disse que se arrependia de ter votado a favor do artigo 21 da Constituição, que restringe a tecnologia nuclear para fins pacíficos.
Enquanto isso, Trump segue estressando o touro. Lula ficou cercado por governos de direita na nossa América do Sul. Em vez de diplomacia racional, técnica, optou por desprezar os presidentes eleitos. Não foi à posse de Kast, Milei, Keiko Fujimori, Noboa e não irá à Colômbia para a posse de Abelardo de La Espriella. Lula só deu o ar da graça na posse do paraguaio Santiago Peña. Em compensação, enviou seu vice Geraldo Alckmin para a investidura do presidente iraniano Masoud Pezeshkian, e ele acabou aparecendo ao lado dos líderes do Hamas.
Enquanto Lula e o embaixador Celso Amorim contaminam a diplomacia brasileira com ideologia, recusando a indicação da diplomata Vivian Aisen para o consulado de Israel em São Paulo (ela será embaixadora na Colômbia), e fazendo corpo mole para aceitar Daniel Perez, indicado por Trump para a embaixada do Brasil, a tourada segue a todo vapor.
Lula quer passar ao respeitável público a sensação de que é capaz de escapar do isolamento imposto pelo fato de termos vizinhos que pensam diferente e da pressão de Trump. Tratou de aparecer com coreanos e japoneses falando de acordos comerciais. O problema é que o Japão negocia com o Brasil US$ 10 bilhões por ano e a Coreia US$ 11 bilhões. Com os Estados Unidos os coreanos negociam US$ 241 bilhões e os japoneses US$ 319 bilhões. Eles trocarão de parceiro facilmente? A China aprendeu a produzir frango com o Brasil e hoje é a terceira maior exportadora. Virou nossa concorrente.
Em 5 de agosto, o principal assessor de Vladimir Putin para defesa, Nikolai Patrushev, veio para um encontro com o embaixador Celso Amorim. Ninguém sabe direito o que foi tratado e, estranhamente, o ministro da Defesa José Múcio não participou do encontro, só o comandante da Marinha Marcos Sampaio Olsen.
Lula tem agido mais com o fígado do que com a cabeça, deixando de lado as ferramentas que o tornaram negociador de 1ª linha. O Brasil já teve embaixadores capazes de tourear os norte-americanos, como Oswaldo Aranha e Paulo Tarso Flecha de Lima. Mas isso passou.
O presidente precisa colocar o fígado na geladeira e agir com a cabeça. Do contrário, corre o risco de terminar cansado, esgotado, como os touros que enfrentaram El Cordobés. Ele era tão ousado e destemido que diante daquela fera de 600 kg completamente exausta, antes de meter a espada na escápula e dar-lhe uma morte rápida, beijava o touro entre os chifres.
O bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira (PE), Dom Limacêdo Antônio da Silva, 65, se tornou alvo de ataques de uma ala católica mais ligada à direita por realizar, no fim de semana passado, uma caravana pela democracia no sertão do estado.
O ato inter-religioso, além da Igreja Católica, reuniu diversas entidades civis e movimentos populares e contou com centenas de participantes. Nas redes sociais da diocese, muitas pessoas reclamaram do que classificaram como desvirtuamento do propósito eclesial e chamaram o bispo de um “militante de esquerda”.
Nomeado para o cargo pelo Papa Francisco em outubro de 2023, Dom Limacêdo minimiza as críticas e diz que elas fazem parte da “mesma democracia que defendo”. Ao mesmo tempo, afirma que a igreja precisa atuar como “formadora de consciência”. “A ignorância só interessa aos ditadores”, ataca.
O bispo se posiciona em questões como a necessidade de regulação das redes sociais. “Tem que ter regra, tem que ter lei, porque muitos absurdos são cometidos”. “Jesus não falava só do céu. Jesus falava das questões terrenas, da fome, da justiça, da maldade. Muitas vezes querem colocar uma religião somente do céu. Religião é aqui, é o religar, aproximar as pessoas”, defende.
Não é a primeira vez que o bispo foi atacado. Em dezembro último, Dom Limacêdo foi atacado após a homilia na missa de Natal de 2025. Na ocasião, ele usou a mensagem bíblica para criticar os atos de vandalismo de 8 de Janeiro, os acampamentos em frente aos quartéis e os questionamentos sobre as urnas eletrônicas. À época, as falas dele circularam nas redes sociais de perfis bolsonaristas, que fizeram críticas. Ele então recebeu apoio de outros bispos e entidades.
Você já deve ter ouvido falar sobre os data centers. Mas o que realmente são essas estruturas, para que servem e por que devemos nos preocupar? Um data center (centro de dados) reúne servidores, computadores e processadores em um grande galpão onde são processados, armazenados e distribuídos grandes volumes de dados, principalmente aqueles utilizados para alimentar e treinar os atuais modelos de inteligência artificial.
Um único prédio pode consumir, em média, 68 mil litros de água por dia, atingindo picos de até 333 mil litros diários. Em projetos de grande escala, o consumo pode ultrapassar 6,6 milhões de litros por dia. Em 2023, o Google consumiu 24,2 bilhões de litros de água no mundo, dos quais 95% foram destinados exclusivamente aos seus data centers. Já a Meta consumiu 3,07 bilhões de litros de água globalmente em 2023, sendo 95% desse volume aplicados em seus data centers.
Em Caucaia, no Ceará, está sendo construído um data center dentro do perímetro do Complexo do Pecém. As obras começaram em janeiro de 2026, com previsão de conclusão das primeiras etapas em setembro de 2027. Para operar, o consumo de energia é altíssimo. Na fase inicial, o data center vai exigir uma potência média de 210 a 300 megawatts, operando 24 horas por dia. Isso significa um consumo diário equivalente à energia utilizada nas residências de aproximadamente 2 milhões de brasileiros.
O alto consumo de energia se deve ao sistema utilizado para resfriar os equipamentos, que opera em ciclo fechado. Nesse sistema, a água não é descartada, mas resfriada por aparelhos de ar-condicionado, ventoinhas e chillers.
Impacto
Existe um dilema na concepção de projetos de data centers entre consumir mais energia ou consumir mais água. Nem sempre o sistema de resfriamento utilizado opera em ciclo fechado, podendo demandar volumes altíssimos de água. Quando as empresas optam por não utilizar esse sistema, geralmente implementam sistemas de resfriamento com água, que, durante o processo, é perdida por evaporação. Como a água evapora continuamente, o sistema precisa ser constantemente reabastecido. Por isso, um único mega data center operando nesse formato pode consumir milhões de litros de água potável por dia.
A população que vive próxima a esses empreendimentos também relata outros impactos. Os sistemas de refrigeração provocam ruído constante. Além disso, a dependência do projeto em relação à geração de energia dos parques eólicos vizinhos submete os moradores ao ruído das turbinas, associado a problemas de saúde como insônia e dores de cabeça. No Ceará, há ainda conflito direto com o povo indígena Anacé, que contesta o uso das terras e teme prejuízos ao abastecimento de água.
Outro ponto é que as instalações de geração de energia renovável e as linhas de transmissão necessárias para atender ao elevado consumo energético ocasionam impactos ambientais, como a destruição da biodiversidade e a devastação de grandes áreas da Caatinga.
Prevenção e monitoramento
A preocupação com a expansão dos data centers fez com que Nova York suspendesse a construção de novos empreendimentos pelo próximo ano. A decisão foi tomada devido às preocupações com o impacto dessas estruturas sobre o consumo de energia, o uso da água e as comunidades locais. O avanço da inteligência artificial tem acelerado a demanda por esses centros, gerando o temor de aumento nas contas de luz e de maior pressão sobre a rede elétrica.
A ativista ambiental Erin Brockovich desenvolveu uma ferramenta de mapeamento para rastrear data centers espalhados pelos Estados Unidos. A maior parte das informações é alimentada pelos próprios cidadãos que, voluntariamente, se cadastram no site e informam a existência de data centers, bem como os impactos gerados por eles em seus bairros.
Além da localização dessas estruturas, o mapa inclui uma camada que delimita regiões com escassez hídrica e a compara com a localização dos data centers, mostrando que, mesmo em áreas classificadas com seca excepcional (o nível mais alto), há empreendimentos desse tipo. Até o momento, o mapa registra 33 data centers em operação, 66 em construção e 47 propostos. Quando considerados os registros enviados pela população, esse número sobe para 8.837, podendo crescer ainda mais à medida que o site ganhe popularidade e as informações sobre os impactos desses empreendimentos se tornem mais difundidas.
*Engenheiro civil, doutor em Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).Atualmente, é tecnologista do Cemaden (MCTI) em São José dos Campos (SP).
O candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, decidiu incorporar um dos temas mais sensíveis do campo bolsonarista à sua estratégia eleitoral. Ontem, em entrevista à Globo News, o ex-governador de Goiás afirmou que, se eleito, encaminhará ao Congresso, já no primeiro dia de governo, um projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Sob o argumento de que a medida seria necessária para “pacificar o país”, Caiado sinaliza uma tentativa de se aproximar de um eleitorado que tem na revisão das punições impostas aos envolvidos nos atos uma de suas principais bandeiras.
A proposta também revela uma movimentação de Caiado em um espaço político disputado pela direita, especialmente pelo bolsonarismo. Ao assumir uma posição favorável à anistia, o candidato procura dialogar com eleitores que rejeitam as condenações e defendem o fim do que consideram perseguição política aos envolvidos no 8 de Janeiro. A estratégia ganha relevância em uma eleição na qual o campo conservador tende a concentrar parte importante da disputa pelo eleitorado que apoiou Jair Bolsonaro nas últimas eleições.
Caiado evitou responder diretamente se considera os atos de 8 de Janeiro uma tentativa de golpe de Estado. Em vez disso, comparou o episódio à anulação das condenações de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que permitiu ao petista recuperar os direitos políticos e disputar novamente eleições. O argumento mostra como o candidato pretende enquadrar a discussão dentro de uma narrativa de tratamento desigual por parte das instituições, discurso que encontra forte receptividade entre setores do eleitorado bolsonarista.
Ao mesmo tempo em que busca esse espaço na direita, Caiado tenta apresentar a anistia como parte de uma agenda mais ampla de reconstrução institucional. O candidato afirmou que pretende encaminhar, logo no início de eventual governo, propostas de reforma administrativa e política, mudanças na reforma tributária e revisão de pontos da Previdência. A promessa é retirar o 8 de Janeiro do centro do debate político e concentrar o governo em pautas econômicas e administrativas.
O conjunto das propostas revela uma estratégia que combina discurso de austeridade, endurecimento na segurança e, principalmente, uma aproximação com pautas caras ao bolsonarismo. Ao colocar a anistia no centro de seu discurso, Caiado tenta ocupar uma faixa do eleitorado de direita que será decisiva na eleição e, ao mesmo tempo, diferenciar-se de outros candidatos que também disputam esse mesmo espaço.
Privatizações e vendas – Ainda durante a entrevista, Caiado afirmou que pretende promover um ajuste fiscal e “cortar na carne” administrativamente. Ele citou redução de despesas da máquina pública e revisão de programas do governo, se for eleito. Afirmou também que privatizaria os Correios e venderia segmentos da Petrobras, mas descartou privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. “Correios, sem dúvida [privatizaria]. Banco do Brasil, de maneira nenhuma, porque tem um poder ainda de contemplar regiões de maior carência no Brasil, [garantindo] acesso a esse sistema de crédito, que é muito importante. E Caixa, de maneira alguma [privatizaria]”, afirmou.
Ataque ao Judiciário – O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) elevou o tom contra o Judiciário, ontem, durante almoço com empresários e políticos em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. O senador afirmou que vem divulgando “a roubalheira que acontece na mais alta cúpula do Judiciário brasileiro”, mas não apresentou provas nem especificou a quais integrantes ou episódios se referia. Flávio também disse que seus adversários têm “pavor” de uma eventual vitória sua e que estariam dispostos a impedir sua chegada ao Planalto. “Eles vão ultrapassar o limite da maldade”, declarou. O candidato também voltou a citar o pai, Jair Bolsonaro: “Vamos virar essa página triste da história. Vocês vão ver o presidente Bolsonaro subindo aquela rampa junto comigo”.
De olho nos evangélicos – A campanha de Flávio decidiu intensificar a ofensiva sobre o eleitorado evangélico após a redução da vantagem do candidato nesse segmento. A pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira apontou o senador com 35% das intenções de voto entre evangélicos e Lula com 28%, empate técnico considerando a margem de erro de quatro pontos percentuais. Em julho, o placar era de 39% a 26%. A nova estratégia prevê vídeos personalizados para diferentes denominações, com saudações e temas específicos de cada igreja. A campanha também pretende aproximar Flávio de lideranças do Ministério de Madureira, da Igreja Universal e da Igreja Mundial do Poder de Deus. Um encontro com o bispo Valdemiro Santiago é esperado neste fim de semana.
Porto rompe com Marília – O presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (MDB), e seu filho, o médico Gabriel Porto (PSB), candidatos a deputado estadual e federal, respectivamente, retiraram, ontem, o apoio à candidatura de Marília Arraes (PDT) ao Senado. Em nota conjunta, os dois acusaram a candidata de descumprir acordos políticos, sem detalhar quais compromissos teriam sido quebrados. Álvaro e Gabriel ressaltaram que estiveram entre os primeiros a apoiar Marília, antes mesmo da oficialização de sua candidatura. “Infelizmente, Marília, mais uma vez, demonstrou dificuldade em cumprir aquilo que foi acordado e em honrar a palavra empenhada”, afirmaram.
Marília se esquiva – Marília preferiu não rebater as acusações feitas por Álvaro e Gabriel Porto ao anunciarem o rompimento político. Por meio da assessoria, a candidata ao Senado afirmou que não comentaria a alegação dos ex-aliados de que teria descumprido acordos e tratou a retirada do apoio como uma decisão legítima. “Quando um não quer, dois não brigam. É um direito e escolha deles. Faz parte da democracia. Desejo boa sorte a eles na eleição”, declarou. Marília também sinalizou que não pretende prolongar publicamente a divergência: “Nosso foco agora é unir pessoas e trabalhar pra mudar Pernambuco”.
CURTAS
João terá mais tempo de TV – João Campos (PSB) deverá ter o maior espaço no horário eleitoral gratuito entre os candidatos ao Governo de Pernambuco. Segundo cálculo do Jornal do Commercio, o socialista terá cerca de 4 minutos e 32 segundos por bloco, contra 3 minutos e 51 segundos de Raquel Lyra (PSD). A diferença estimada entre os dois é de 41 segundos.
Só três candidatos estarão nos blocos – Dos oito candidatos ao Governo de Pernambuco, apenas João Campos, Raquel Lyra e Ivan Moraes (PSOL) deverão participar dos blocos do horário eleitoral gratuito. Ivan terá aproximadamente 36 segundos. Professora Camila, Guilherme Fonseca, Renan, Professor Jeremias do Banco e Victor Assis devem ficar fora por não atenderem aos critérios de representação partidária previstos na legislação.
Peso das coligações – A divisão do tempo leva em consideração principalmente o tamanho das bancadas federais dos partidos que integram cada coligação. A Frente Popular, de João, soma 206 deputados federais considerados no cálculo, contra 173 da coligação de Raquel e 15 da Federação PSOL-Rede. Os números são uma estimativa e ainda dependem de homologação da Justiça Eleitoral.
Perguntar não ofende: Até onde Caiado irá para conquistar o eleitor bolsonarista?