Lula evita viajar para estados com possíveis palanques duplos às vésperas do início da campanha

Do jornal O Globo

Enquanto intensifica a presença no Rio, onde se aproximou do governo interino, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem evitado estados com possíveis palanques duplos em apoio à sua reeleição. Em locais como Pernambuco, Maranhão e Paraíba, Lula tem calculado movimentos para não incomodar aliados que disputam seu apoio.

O presidente chegou a gravar um vídeo, em junho, para declarar apoio ao ex-prefeito João Campos (PSB) na eleição pernambucana, mas não compareceu ao estado. A fala de Lula ocorreu após o PSB manifestar incômodo com sugestões de um palanque duplo com Campos e a atual governadora Raquel Lyra (PSD), sua rival na corrida estadual.

Acabei de ser cumprimentado pela governadora Raquel Lyra (PSD), no café do restaurante Cruzeiro, em Arcoverde, onde tenho uma choupana e passo o fim de semana com minha Nayla.

Estava acompanhada apenas do secretário André Teixeira, com quem dividiu um suculento café da manhã. Ela passou pela minha mesa para cumprimentar as pessoas ao lado e ficou surpresa quando me viu.

Eu estava de cabeça baixa, escrevendo a crônica domingueira e só percebi que ela estava frente a frente pela voz. Levantei-me e apertei sua mão, depois de um rápido comentário dela: “Você por aqui? Como vai?”

Em seguida, se dirigiu à mesa onde André Teixeira a aguardava.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) recomendou a rejeição das contas de 2020 do ex-governador da Bahia Rui Costa (PT), referentes à sua atuação como presidente do Consórcio Nordeste durante a pandemia de Covid-19.

O parecer aponta a existência de “erros administrativos grosseiros” na condução da compra de 300 respiradores, operação que resultou no pagamento antecipado de R$48,7 milhões à empresa Hempcare, sem que os equipamentos fossem entregues. As informações são do Diário do Poder.

Caruaru - Transparência 2026

Entre os dias 10 e 14 de julho, a cidade de Cabaceiras, no Cariri paraibano, reconhecida nacionalmente como a “Roliúde Nordestina”, voltou a ser palco do cinema nacional com as gravações do média-metragem “O Trem do Destino”.

Inspirado no livro “Eu Venho Lá do Sertão – Um Sertanejo que Nasceu na Praia”, de Marcelo Queiroga, o filme tem argumento de Marcelo Queiroga, roteiro de Lucas Fernandes, direção e direção de fotografia de Thelmo Maia, produção executiva de Silmara Turra e Gal Cunha Lima e trilha sonora original de Beto Brito. A obra é independente e conta com apoiadores privados.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

Roubar é verbo transitivo direto, mas tem suas maleabilidades, porque, afinal, o roubo pode ser praticado de formas distintas. Vale a criatividade. O verbo vai se esgueirando pela gramática, como o ladrão com o bolso recheado de joias saindo à francesa de uma festa chique. Ou o punguista, que depois de bater a carteira do cavalheiro no metrô, desliza até a porta do vagão da frente, ganha a plataforma, a escada rolante e, finalmente, a rua.

Esse verbo tão conjugado, pode ser bitransitivo, quando tem dois objetos, tanto direto quanto indireto. É o caso do falsário surrupiando algo ou de alguém, enganando o otário com a ilusão do ganho fácil, papéis na Bolsa, aplicações milagrosas, rendimentos gordos, pesados, obscenos, de um dinheiro que vai e não volta. Mas se roubar for transitivo indireto, é porque o freguês está sendo roubado na balança ou no preço. Agora, se o ladrão já está roubando, então o roubar é intransitivo.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Traições enfraquecem a Frente Popular e fortalecem Raquel

A aproximação de prefeitos eleitos pela Frente Popular com a base da governadora Raquel Lyra (PSD) tem provocado rupturas políticas e alimentado o discurso de traição entre antigos aliados. Os casos mais recentes são os de Diego Cabral, de Camaragibe, e Dió Filho, de Riacho das Almas, ambos acusados pelo ex-ministro e presidente estadual do Republicanos, Silvio Costa Filho, de abandonar o grupo que os elegeu em troca do alinhamento com o Palácio do Campo das Princesas.

Em Camaragibe, a ruptura foi pública. Diego Cabral, eleito com o apoio decisivo do Republicanos e do PSB, deixou o partido de Silvio Costa Filho, filiou-se ao PSD e passou a apoiar o projeto de reeleição de Raquel Lyra. Nos bastidores, o rompimento ocorreu após o prefeito descumprir o compromisso de apoiar a reeleição de Silvio para a Câmara. Como já publicado por este Blog, por pressão da governadora, o gestor irá apoiar a candidatura de Daniel Coelho (PSD).

Nos bastidores, a palavra de Diego Cabral passou a ser tratada como “dinheiro falso”: circula bastante, mas não tem valor real na hora de pagar a dívida. Já no caso de Dió Filho, Silvio afirmou que a governadora “tem mágoa dele”. “Ela não conseguiu me comprar com orçamento e cargos. Então, foi atrás daqueles que eram meus aliados”, declarou o ministro em entrevista recente. Como deputado, inicialmente, e depois ministro, Silvio alavancou recursos federais para as duas gestões. Mas foi pago com traição.