Carreras articula com ministros medidas para proteger Polo de Confecções após revogação da “taxa das blusinhas”

O deputado federal Felipe Carreras (PSB) intensificou, ontem, as articulações em Brasília em defesa do Polo de Confecções. O parlamentar esteve reunido com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, e a secretária-executiva da Casa Civil, Francisca Lucileide de Carvalho, representando o Palácio do Planalto, para discutir alternativas que reduzam os impactos da revogação da chamada “taxa das blusinhas”.

A pauta vem sendo acompanhada em alinhamento com o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão, que tem tratado o tema como prioridade diante da importância do Polo de Confecções para a economia do município. O setor é responsável pela geração de milhares de empregos e movimenta uma ampla cadeia econômica em Pernambuco.

Sebrae - Fazer dar certo

As obras de pavimentação asfáltica avançam no município de Itaíba e também alcançam os distritos de Negras e Jirau. Segundo o prefeito Pedro Pilota, o investimento é de aproximadamente R$ 2 milhões, viabilizado por meio de parceria entre a gestão municipal, o Governo Federal, a Codevasf e o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos). Entre as vias contempladas estão as ruas João Martins, Cacimba do Gado e Pedro Vieira.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, João Arcoverde, o programa de pavimentação beneficiará sete ruas e avenidas distribuídas entre a sede e os distritos. Na área urbana de Itaíba, recebem asfalto a Avenida Rio Branco e as ruas João Martins, Pedro Alcântara e Pedro Vieira. Em Jirau, a intervenção ocorre na Rua São Francisco. Já em Negras, os serviços contemplam a Rua Getúlio Vargas e a Praça Nossa Senhora da Conceição.

O prefeito Pedro Pilota acompanhou o andamento das obras ao lado do vice-prefeito Leandro da Saúde. A gestão municipal informa que a pavimentação busca melhorar as condições de tráfego e reduzir problemas relacionados à poeira e à lama durante o período chuvoso.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

O cientista político Benedito Tadeu Cesar, professor aposentado da Universidade do Rio Grande do Sul (URGS), observa que o entrevero com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne ao mesmo tempo os dois temas principais do debate eleitoral brasileiro: segurança pública e aumento do custo de vida. Trump recebeu o candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), no Salão Oval da Casa Branca.

Dois dias depois, classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Se tivesse parado aí, considera Tadeu Cesar, talvez fosse um tento importante para Flávio. Mas uma semana depois, Trump ameaça o Brasil com um novo tarifaço de 25% por razões diversas, inclusive o Pix.

Caruaru - Transparência 2026

Na manhã de hoje, véspera do Corpus Christi, o deputado federal Luciano Bivar (MDB) divulgou um vídeo em suas redes. Ele, que tem uma vivência e formação acadêmica nos Estados Unidos, disse que não há o menor risco dos Estados Unidos invadir o Brasil, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alegar que conseguiu convencer o presidente Donald Trump a definir que as facções brasileiras, Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC), são entidades terroristas.

Ele lembra situações históricas e destaca que o que aconteceu na Venezuela não tem como acontecer no Brasil. Bivar diz que o Brasil vai resolver seus problemas à moda brasileira. Confira o vídeo abaixo na íntegra:

Ipojuca - Na palma da sua mão

Os investimentos realizados pela gestão do prefeito Carlos Santana em educação, inclusão social, proteção às famílias, prevenção da violência e fortalecimento da segurança cidadã começam a produzir resultados concretos nos indicadores de criminalidade em Ipojuca. O município atravessa um dos melhores momentos de sua história recente na área da segurança pública, com redução consistente dos homicídios e avanços históricos nos principais indicadores de violência.

Os números mais recentes confirmam essa tendência. Em maio de 2026, Ipojuca encerrou o mês sem registrar nenhum homicídio, fato inédito na série histórica recente. O desempenho reforça os resultados alcançados em 2025, quando o município registrou o terceiro menor número de homicídios dos últimos anos, e consolida um cenário de queda que coloca a cidade no caminho para alcançar, em 2026, o melhor resultado da sua história em Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI).Embora a segurança pública seja uma atribuição constitucional do Governo do Estado, a Prefeitura do Ipojuca tem assumido papel fundamental na construção de uma cidade mais segura, investindo fortemente em prevenção, inclusão social e fortalecimento das ações municipais de defesa social.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O Globo

A degustação de uísques e charutos que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ofereceu ao então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e vários outros políticos e autoridades em Nova York em maio de 2024 não foi a única extravagância que ele promoveu nos Estados Unidos naquele período.

Ao todo, Vorcaro gastou pelo menos R$ 11,9 milhões em valores da época na organização de eventos para entreter políticos e autoridades que estavam na cidade naqueles dias – além da prova de bebidas e charutos, um jantar e uma festa com mulheres com fantasias prateadas que ficou conhecida como a “noite das astronautas”.

Palmares - 147 anos

Construída em diálogo com os sindicatos das categorias representativas dos seus empregados, homologada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6) com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT-PE), a iniciativa foi reconhecida como modelo inédito de conciliação trabalhista.

O Grupo Locar protagonizou, na última semana, um dos episódios mais incomuns recentemente vistos na Justiça do Trabalho de Pernambuco.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Diana Câmara

A cada eleição, uma pergunta volta a circular entre candidatos, assessores e eleitores: afinal, o WhatsApp está liberado para uso nas campanhas eleitorais?

A resposta é sim. Mas com importantes limites.

O WhatsApp consolidou-se como uma das principais ferramentas de comunicação política do país. Atualmente, é difícil imaginar uma campanha eleitoral sem grupos, compartilhamento de vídeos, imagens, mensagens e interação direta entre candidatos, apoiadores e eleitores. O problema é que muitos ainda confundem o uso legítimo da ferramenta com práticas que podem gerar multas, ações judiciais e até a cassação de registros ou mandatos, a depender da gravidade da conduta e das provas produzidas no caso concreto.

O primeiro ponto que precisa ficar claro é que o WhatsApp não é proibido pela legislação eleitoral. Candidatos, partidos políticos, federações, coligações e eleitores podem utilizar a plataforma para divulgar ideias, propostas, posicionamentos políticos e conteúdos de interesse eleitoral.

Entretanto, o fato de a ferramenta ser permitida não significa que tudo seja autorizado.

Uma das maiores preocupações da Justiça Eleitoral continua sendo a utilização abusiva das ferramentas digitais para influenciar o eleitorado de forma irregular. Nesse contexto, o envio automatizado de mensagens em larga escala, especialmente mediante utilização de bases de dados obtidas sem consentimento dos destinatários, tem sido objeto de investigações e de rigorosa análise pela Justiça Eleitoral, sobretudo quando associado a abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação ou disseminação de desinformação.

Outro cuidado importante envolve a utilização de dados pessoais. Em tempos de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), campanhas eleitorais devem adotar cautela no tratamento das informações dos eleitores. O uso indevido de contatos telefônicos ou de bancos de dados obtidos sem autorização pode gerar repercussões não apenas eleitorais, mas também civis e administrativas.

Recentemente, ganhou destaque na imprensa a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de um projeto que altera regras relacionadas ao envio de mensagens por aplicativos de comunicação.

A repercussão levou muitas pessoas a acreditar que o disparo em massa de mensagens estaria automaticamente liberado para as eleições de 2026. Essa conclusão, porém, é precipitada.

Primeiro, porque a proposta ainda não se transformou em lei. O texto precisa ser apreciado pelo Senado Federal e, se aprovado, dependerá de sanção presidencial. Além disso, eventuais alterações deverão conviver com as normas eleitorais e com a regulamentação expedida pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Segundo, porque as eleições não são disciplinadas apenas pelas leis aprovadas pelo Congresso Nacional. A Justiça Eleitoral possui competência para regulamentar diversos aspectos da propaganda eleitoral e do uso das plataformas digitais, sempre com o objetivo de preservar a legitimidade do processo eleitoral e a igualdade de oportunidades entre os candidatos.

Portanto, é incorreto afirmar, neste momento, que o disparo em massa de mensagens esteja liberado para as eleições de 2026. Candidatos e equipes de campanha devem acompanhar a evolução legislativa do tema e agir com cautela, evitando estratégias baseadas em interpretações apressadas ou em informações divulgadas sem o devido rigor jurídico.

As eleições de 2026 serão as primeiras eleições gerais realizadas sob um conjunto mais robusto de regras voltadas especificamente ao uso da inteligência artificial.

Áudios, vídeos e imagens produzidos ou manipulados artificialmente possuem enorme potencial de influenciar a opinião pública. Por essa razão, a Justiça Eleitoral passou a exigir maior transparência na utilização dessas ferramentas e adotou medidas mais rigorosas para combater conteúdos enganosos e fraudes digitais.

Especial atenção deve ser dada aos chamados “deepfakes”, que consistem na criação ou manipulação de imagens, vídeos ou áudios capazes de simular a fala ou a aparência de pessoas reais. A utilização desse tipo de recurso para enganar eleitores representa grave ameaça à integridade do processo democrático e poderá ensejar severas consequências jurídicas.

Da mesma forma, a divulgação de conteúdos fraudulentos, sabidamente inverídicos ou produzidos em desacordo com as regras de transparência relativas à inteligência artificial poderá gerar responsabilização eleitoral.

A tecnologia transformou a forma como candidatos e eleitores se comunicam. O WhatsApp faz parte dessa realidade e continuará sendo uma importante ferramenta de participação política e de divulgação de ideias durante as eleições de 2026.

O desafio não está em impedir o uso da tecnologia, mas em garantir que ela seja utilizada com responsabilidade, transparência e respeito às regras democráticas.

Por isso, diante da pergunta que dá título a este artigo, a resposta é simples: sim, o WhatsApp está liberado nas eleições de 2026.

O que permanece vedado é o uso da ferramenta para práticas abusivas, para a disseminação de desinformação, para a utilização indevida de dados pessoais ou para condutas capazes de comprometer a legitimidade e a igualdade de oportunidades na disputa eleitoral e o disparo em massa.

Mais do que nunca, o sucesso de uma campanha dependerá não apenas da capacidade de comunicar, mas também da responsabilidade com que essa comunicação será realizada.

Camaragibe - A prefeitura mudou

No Direto de Brasília, Moreira Franco descarta golpe contra Dilma e no 8 de janeiro, alerta para avanço do crime e critica rumo da economia

O ex-governador do Rio de Janeiro e ex-ministro Moreira Franco (MDB) fez duras críticas ao cenário político e econômico do País durante entrevista ao podcast Direto de Brasília, comandado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco. Ao comentar os desafios atuais do Brasil, afirmou que o país vive um processo de deterioração institucional, apontou falta de rumo na economia e contestou interpretações sobre dois dos episódios mais controversos da política recente: o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e os atos de 8 de janeiro de 2023.

Sobre a invasão das sedes dos Três Poderes, Moreira afirmou que não considera o episódio uma tentativa de golpe de Estado. “Golpe se faz com Forças Armadas, e não tinha ali. Não conheço nenhum golpe sem que haja um exército”, declarou. Segundo ele, houve uma ação marcada pela depredação do patrimônio público, mas sem os elementos historicamente associados a uma ruptura institucional. O ex-ministro também ironizou a chamada minuta do golpe e disse não acreditar que o movimento tenha sido conduzido de forma organizada.