Amado Batista perde filha de 46 anos

A filha de Amado Batista, Lorena Batista, morreu ontem aos 46 anos. A informação foi confirmada pela família pelas redes sociais. Lorena estava internada no Hospital São Francisco, em Goiânia, e desde o ano passado lutava contra um câncer sem especificar o lugar do tumor.

Pelo Instagram, Amado Batista publicou uma homenagem à filha dizendo que a vida reserva “palcos iluminados e aplausos, mas também nos coloca diante de silêncios que parecem não ter fim”. As informações são do jornal O Globo.

“Perder a minha querida e amada Lorena é a dor mais profunda que já senti, uma música que se interrompe antes do refrão, um vazio que nem o maior dos sucessos pode preencher”, escreveu o cantor.

A família confirmou a causa da morte ao portal Leo Dias. Segundo eles, Lorena “estava em tratamento contra um neoplasia no fígado, que já estava em metástase. Infelizmente não resistiu”. Neoplasia é o termo médico usado para tumor e, que no caso de Lorena, já havia se espalhado para outras partes do corpo.

Petrolina - Destino

Por Italo Rocha*

O saudoso casal Hermilo Borba Filho e Leda Alves morava num dos andares mais altos do Edifício Dom João VI, no número 1353 km, na Rua dos Navegantes, em Boa Viagem. Hermilo era advogado, jornalista, escritor e teatrólogo. Leda era formada em Arte Dramática pela UFPE, foi atriz e dirigiu a Secretaria de Cultura do Recife, o Teatro Santa Isabel, a Fundarpe e a Companhia Editora de Pernambuco – Cepe.

Os dois se amavam e respiravam cultura por todos os poros. No apartamento, também vivia Maria Alves, sem parentesco com Leda. Maria era funcionária exemplar e o casal a idolatrava. Quando Neil Armstrong desceu na lua, em 20 de julho de 1969, Hermilo gritou bem alto:

— Maria, vem ver na TV o homem pisar na Lua!

Maria foi, olhou e não moveu um músculo sequer do rosto nem comentou nada.

Ipojuca - IPTU 2026

O socialista histórico e ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, criticou duramente o presidente estadual do PT e Deputado Estadual Carlos Veras, por sua postura junto à governadora Raquel Lyra em Tabira. “A política exige coerência. Quem defende a tese de ‘dois palanques’ no Estado, como fez o deputado Carlos Veras em entrevistas recentes, não tem autoridade para exigir palanque único no município”, disse.

E seguiu: “não dá para estender o tapete vermelho para a Governadora em Tabira e querer exclusividade no palanque de João Campos. A Frente Popular em Tabira seguirá dialogando e construindo um palanque sólido, com estreitamento de relações e foco em construções futuras”, afirmou. As informações são do Blog do Nill Júnior.

Patriota acrescentou que o grupo está e deve ser formado por forças que não têm dúvida de que lado estão. “João Campos terá, no Estado e em Tabira, uma votação grandiosa, consolidada por quem tem compromisso com o projeto da Frente Popular”, concluiu. Na cidade, João Campos buscou aliança com o ex-prefeito Dinca Brandino, depois que Flávio Marques, também do PT e aliado de Veras, sinalizou apoio à reeleição da governadora.

A discussão do PT, cujos setores têm negociado com João Campos de um lado e Raquel Lyra do outro, projetos classificados como de centro esquerda e centro direita por alguns, rendeu ao partido o apelido de “total flex”. Não são poucos os que acreditam que a definição do alinhamento estadual virá do PT nacional e do presidente Lula, dada a indefinição da legenda estadual.

Caruaru - São João na Roça

Pesquisa Datafolha publicada ontem (14) mostra que a maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala 6×1, na qual o trabalhador trabalha seis dias seguidos e tem apenas um dia de descanso. O tema, que está sendo debatido no Congresso, ganhou força no cenário político nas últimas semanas.

De acordo com a análise, 71% dos entrevistados defende que o número máximo de dias de trabalho semanais no Brasil deveria ser reduzido, enquanto 27% afirmam que não deveria. Apenas 3% não responderam. O número mostra que o apoio à redução da jornada de trabalho cresceu em comparação ao resultado de uma pesquisa realizada entre 12 e 13 de dezembro de 2024, quando 64% disseram ser favoráveis ao fim da escala nesses moldes, enquanto 33% disseram ser contra. As informações são do jornal O Globo.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Silvino Teles Filho*

A maternidade de crianças com condições do neurodesenvolvimento ou doenças crônicas — frequentemente chamada de “maternidade atípica” — envolve demandas emocionais, financeiras e sociais significativamente maiores quando comparadas à maternidade típica. Entre as condições mais frequentemente associadas estão o Transtorno do Espectro Autista, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, paralisia cerebral, síndromes genéticas e doenças raras. Nesse contexto, muitas mães assumem o papel central de cuidadoras, o que pode resultar em sobrecarga crônica e maior vulnerabilidade ao adoecimento mental.

A rotina de mães atípicas frequentemente inclui uma série de responsabilidades adicionais: acompanhamento em consultas médicas, terapias multiprofissionais, intervenções educacionais, além da necessidade constante de monitorar o desenvolvimento e o comportamento da criança. Essa dinâmica exige disponibilidade contínua e reduz significativamente o tempo destinado ao autocuidado, lazer e descanso.

Palmares - IPTU 2026

Não escolhi o jornalismo. Com o tempo, compreendi que o jornalismo me escolheu no momento em que nasci. Ao entrar na Unicap no início dos anos 80, para cursar Jornalismo, já tinha as mínimas noções da profissão atuando no Sertão. Meu laboratório foi o Diário de Pernambuco, meu primeiro chefe Gildson Oliveira, um potiguar que arrebatou vários prêmios Essos.

O velho DP foi minha verdadeira universidade em Afogados da Ingazeira, onde fui correspondente, com extensão depois para todo o Pajeú. Mas nos bancos escolares, mergulhei no mundo da teoria e fiz amizades duradouras. Entre os que levantaram para orgulho dos pais o diploma de Jornalismo comigo, Italo Rocha, que também dividiu a bancada da redação do DP na cobertura de assuntos urbanos e policiais.

Deputado quer colete reflexivo obrigatório nos carros

Está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei (o 282/2026) para incluir o colete de segurança retrorrefletivo na lista de equipamentos obrigatórios para veículos automotores novos. Lembrou do extintor de incêndio, que quase para nada servia, além de enriquecer os fabricantes e donos de lojas? Bem, talvez até seja diferente. O PL obriga o uso imediato sempre que houver necessidade de imobilização do automóvel em vias públicas. O autor é o deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR).

A lei estabelece que tanto o condutor quanto os passageiros deverão vestir o equipamento de alta visibilidade ao desembarcarem do veículo em situações atípicas, como pane mecânica ou elétrica, acidentes, falta de combustível, troca de pneus ou qualquer outra emergência. O foco dele é o uso em rodovias, vias de trânsito rápido e trechos com baixa luminosidade, onde o risco de atropelamentos graves é substancialmente maior.

Segundo o parlamentar, uma parcela significativa dos acidentes fatais ocorre justamente durante paradas emergenciais. Nessas circunstâncias, pessoas no acostamento ou na pista tornam-se alvos vulneráveis por não serem vistas a tempo pelos demais motoristas. Se aprovada nos termos atuais, a medida determinará que todos os veículos fabricados a partir de 12 meses após a publicação da lei já saiam de fábrica equipados com, no mínimo, uma unidade do colete. Em países como o Chile, a medida já é adotada.