“Bolsonaro não teve intenção golpista e estava ‘triste e resignado’ após derrota em 2022”, diz Tarcísio

O governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou, hoje, em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) que nunca teve conhecimento de qualquer intenção golpista do então presidente Jair Bolsonaro após as eleições de 2022.

Tarcísio foi ministro de Bolsonaro durante a maior parte do governo – e após a votação, já como governador eleito, seguiu aliado do presidente derrotado nas urnas. As informações são do portal G1.

Sebrae - Fazer dar certo

Poder360

Pesquisa divulgada pela AtlasIntel, hoje, mostra que a desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu 3,6 pontos percentuais em 1 mês. Foi de 50,1%, em abril, para 53,7% agora. É, numericamente, a maior taxa de avaliação negativa do presidente registrada pela empresa desde janeiro de 2024. Antes, o ponto mais alto da curva havia sido em março deste ano, quando atingiu 53,6%.

A aprovação ao petista recuou 0,7 ponto percentual – de 46,1% para 45,4% em 30 dias. Outros 0,7% não souberam responder. A pesquisa foi realizada por Latam Pulse, Bloomberg e AtlasIntel. Os dados foram coletados de 19 a 23 de maio de 2025. Foram entrevistadas via questionários on-line 4.399 pessoas. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Institutos de direita realizam, na próxima segunda-feira (02/06) e na quinta-feira (05/06), o Dia da Liberdade de Imposto, uma iniciativa para conscientizar a população sobre a alta carga tributária no Brasil. O movimento, apartidário e sem fins lucrativos, relembra que o brasileiro trabalha cinco meses do ano, até o final de maio, exclusivamente para custear os impostos.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), cerca de 40% da renda média do contribuinte será destinada ao pagamento de impostos, taxas e contribuições no ano de 2025.

Caruaru - Transparência 2026

Por Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco

A fala do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, durante participação em meu podcast, o ‘Direto de Brasília’, sobre a perseguição sofrida pelo ex-governador Eduardo Campos trouxe à tona um episódio até hoje cercado por silêncio e suspeitas. Pouco se fala, mas, em 2013, quatro agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foram presos pela Polícia Militar de Pernambuco enquanto espionavam o então governador.

Em mensagem à Folha de Pernambuco, Siqueira comprovou, com links de reportagens daquela época, tudo que falou em entrevista. O caso voltou a ganhar repercussão após a fala do dirigente, que acusou a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT), de promover um ambiente de “intimidação institucional” contra o projeto político de Eduardo Campos.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Cláudio Humberto – Diário do Poder

Caiu como uma bomba a revelação do presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Carlos Siqueira, de que a então presidente Dilma Rousseff (PT) mandou os arapongas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) espionar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que era uma clara ameaça à sua reeleição. Nessa época, o jatinho de Campos caiu em Santos e o matou. A bomba fez ressurgir antigas suspeitas de que não teria sido acidente e sim um atentado.

Suspeita de irmão

Irmão do governador, Antonio Campos não tem nenhuma dúvida: “Foi assassinato!”. E ele desconfia que “mexeram numa peça do avião”.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Haddad vai perder batalha pelo IOF

Depois da crise do pix, que causou fortes danos à imagem do Governo, o presidente Lula (PT) corre riscos de sofrer mais um revés se insistir com o aumento de impostos, a começar pelo IOF, Imposto sobre Operações Financeiras. Na última quarta-feira , o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi ao Congresso comunicar aos presidentes do Senado e Câmara que não podia recuar da medida.

Ao ministro, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que seria prudente dar dez dias para que o governo apresente uma alternativa ao aumento do Imposto. O deputado defendeu ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre no debate sobre o tema. Em publicação nas redes sociais, Motta afirmou que, na reunião com Haddad e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na noite de quarta-feira, “ficou combinado” que a equipe econômica terá dez dias para apresentar ao Congresso um “plano alternativo” ao aumento do IOF.