Faleceu, na madrugada de hoje, no pronto socorro São Francisco, em Salgueiro, no Sertão, a ex-vereadora do município de Terra Nova Sebastiana Evangelista Mendes, carinhosamente conhecida como “Dona Tânia”. A família ainda não divulgou informações sobre o velório e enterro.
Dona Tânia era mãe de Zezinho Mendes, que foi assessor do ex-deputado Romário Dias, do ex-vereador Newilton Mendes, e do atual vice-prefeito de Parnamirim, Nivaldo Mendes. Ela também é avó do vereador de Parnamirim Andryele Saraiva.
O Sextou de hoje está espetacular: traz o cantor e compositor Beto Barbosa. Com 40 anos de carreira, 30 milhões de discos vendidos, o Rei da Lambada fala dos seus principais sucessos, como ‘Adocica’ e ‘Preta’, que já embalaram trilhas sonoras de novelas da Globo.
O Rei da Lambada já cantou para as mais seletas plateias, inclusive, no Canecão (RJ), o que virou especial da TV Educativa, além de cantar na Europa, África e Estados Unidos, o que teve grande repercussão ao serem produzidos inúmeros documentários e especiais de TV, no mundo inteiro.
Beto Barbosa é hoje sinônimo de referência da música popular brasileira, sua versatilidade passeia entre ritmos como a lambada, o zouk, o calypso, sem esquecer da modernidade implementada ao forró, que serviu de inspiração aos novos talentos – muitas bandas de forró já regravaram suas músicas.
Atualmente, radicado entre Fortaleza e São Paulo, Beto Barbosa resolveu investir em seu staff e passou a contar com uma grande estrutura de show: sua equipe compõe-se dos melhores músicos e bailarinos do mercado, apresentando um trabalho de altíssima qualidade e é transportada em um moderníssimo ônibus, como as grandes estrelas.
Em 2006, Beto Barbosa lançou seu novo CD, cujo carro-chefe é a música ‘Vou te Deletar’, seguida de ‘Impulsos do Mundo’, ‘A força do Amor’, ‘Segredos’ e ‘Você errou mais do que eu’. No Sextou, o cantor fala também do drama pessoal que viveu, há três anos, com a superação de um câncer.
O Sextou vai ao ar hoje, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por mais de 40 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente em destaque acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste na play store.
O governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou, hoje, em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) que nunca teve conhecimento de qualquer intenção golpista do então presidente Jair Bolsonaro após as eleições de 2022.
Tarcísio foi ministro de Bolsonaro durante a maior parte do governo – e após a votação, já como governador eleito, seguiu aliado do presidente derrotado nas urnas. As informações são do portal G1.
“Jamais [tive conhecimento de intenções golpistas]. Nunca. Assim como nunca tinha acontecido no meu período de ministério. Nesse período em que estive com o presidente nessa reta final, nas visitas que eu fiz, ele jamais tocou nesse assunto e não mencionou qualquer tipo de ruptura. Encontrei um presidente triste, resignado. Esse assunto nunca veio à pauta”, disse Tarcísio.
A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ouve, hoje, testemunhas indicadas exclusivamente pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura uma tentativa de golpe de estado.
Algumas testemunhas do ex-presidente já foram ouvidas, mas eram comuns a outros réus – como os comandantes das Forças Armadas e o ex-vice-presidente Hamilton Mourão. O senador e ex-ministro da Casa Civil Ciro Nogueira (PP-PI) disse que coordenou a transição de governo a pedido de Bolsonaro e negou que o ex-presidente teria tentado impedir a posse de Lula. “Foi tudo dentro da normalidade e o presidente em momento nenhum quis obstaculizar”, afirmou.
Ciro disse não saber de fatos que ligam o ex-presidente aos ataques de 8 de janeiro e negou que tenha mantido conversas de teor golpista com Bolsonaro. O presidente do PL (partido de Bolsonaro), Valdemar Costa Neto, era esperado, mas foi dispensado de depor pela defesa de Anderson Torres.
Na semana passada, em depoimentos ao Supremo, os ex-comandantes da Exército general Freire Gomes e da Marinha Brigadeiro Batista Júnior confirmaram que Bolsonaro e o então ministro da Defesa Paulo Sergio Nogueira discutiram com os chefes das Forças Armadas a chamada minuta do golpe.
Pesquisa divulgada pela AtlasIntel, hoje, mostra que a desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu 3,6 pontos percentuais em 1 mês. Foi de 50,1%, em abril, para 53,7% agora. É, numericamente, a maior taxa de avaliação negativa do presidente registrada pela empresa desde janeiro de 2024. Antes, o ponto mais alto da curva havia sido em março deste ano, quando atingiu 53,6%.
A aprovação ao petista recuou 0,7 ponto percentual – de 46,1% para 45,4% em 30 dias. Outros 0,7% não souberam responder. A pesquisa foi realizada por Latam Pulse, Bloomberg e AtlasIntel. Os dados foram coletados de 19 a 23 de maio de 2025. Foram entrevistadas via questionários on-line 4.399 pessoas. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.
A AtlasIntel também questionou os entrevistados sobre como avaliam o governo petista. A maioria dos entrevistados (52,1%) disseram avaliar o governo do presidente Lula como ruim/péssimo, enquanto 41,9% disseram ser ótimo/bom. Os que consideram regular são 6%. Outros 0,1% não souberam responder.
As curvas do gráfico mostram um cenário próximo ao da aprovação ao presidente, com alta na taxa negativa. Porém, diferentemente da percepção sobre o chefe do Executivo, a avaliação ao governo também registrou uma alta na taxa de ótimo/bom em 1 mês.
Institutos de direita realizam, na próxima segunda-feira (02/06) e na quinta-feira (05/06), o Dia da Liberdade de Imposto, uma iniciativa para conscientizar a população sobre a alta carga tributária no Brasil. O movimento, apartidário e sem fins lucrativos, relembra que o brasileiro trabalha cinco meses do ano, até o final de maio, exclusivamente para custear os impostos.
Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), cerca de 40% da renda média do contribuinte será destinada ao pagamento de impostos, taxas e contribuições no ano de 2025.
Os altos números colocam o Brasil entre os países com as maiores cargas tributárias do mundo. Por outro lado, os valores gastos não refletem em uma melhoria na qualidade de vida das pessoas. Hoje, o Brasil ocupa a última posição no Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (IRBES), indicador que avalia o uso dos recursos públicos em serviços à população.
O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) critica a sanha arrecadatória do governo do PT. “Estamos diante de um governo ineficiente e preocupado apenas em garantir um grande cabide de empregos, sugando recursos dos cidadãos para manter uma máquina pública inchada e corrupta”, afirma Salles, fundador e presidente do Movimento Endireita Brasil (MEB) que há 15 anos organiza o evento em São Paulo. Ele defende um sistema tributário mais justo e simplificado.
Neste ano, em São Paulo, serão disponibilizados 10 mil litros de gasolina sem imposto, com limite de 30 litros por carro. Em Porto Alegre, a organização oferecerá 5 mil litros em cada um dos dois postos selecionados, com limite de 10 litros com desconto por abastecimento.
SERVIÇO
Realização da 17ª Edição da Dia da Liberdade de Impostos, nas cidades de São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS).
Em São Paulo:
Data: 02 de junho (segunda-feira).
Local: Eco Posto Bandeirantes – Av dos Bandeirantes, 3459 (Rede Monteiro).
Horário: a partir das 10h.
Em Porto Alegre:
Data: 05 de junho (quinta-feira)
Local: Rede self-service, Av Cristóvão Colombo, 128 – Floresta e Av Ipiranga, 8901 – Partenon.
Por Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco
A fala do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, durante participação em meu podcast, o ‘Direto de Brasília’, sobre a perseguição sofrida pelo ex-governador Eduardo Campos trouxe à tona um episódio até hoje cercado por silêncio e suspeitas. Pouco se fala, mas, em 2013, quatro agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foram presos pela Polícia Militar de Pernambuco enquanto espionavam o então governador.
Em mensagem à Folha de Pernambuco, Siqueira comprovou, com links de reportagens daquela época, tudo que falou em entrevista. O caso voltou a ganhar repercussão após a fala do dirigente, que acusou a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT), de promover um ambiente de “intimidação institucional” contra o projeto político de Eduardo Campos.
A declaração reacendeu a dor de familiares do ex-governador. O advogado e escritor Antônio Campos, único irmão de Eduardo, se manifestou sobre o caso, levantando dúvidas sobre as circunstâncias da morte de Eduardo Campos, vítima de um acidente aéreo em 2014. Antônio alega que há “fortes indícios” de que seu irmão possa ter sido assassinado.
O episódio citado por Carlos Siqueira ocorreu em abril de 2013. Quatro agentes da Abin foram detidos pela PM de Pernambuco enquanto atuavam disfarçados no Porto de Suape. Os agentes, fingindo ser operários, colhiam informações sem autorização local e sem justificativa clara, segundo relatório interno do Gabinete Militar estadual.
O próprio Eduardo Campos, à época, ligou para o general José Elito Siqueira, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), cobrando explicações. O caso foi abafado a pedido do ex-governador, que preferiu evitar um rompimento direto com o Palácio do Planalto.
A revelação da operação clandestina, no entanto, mostrou uma face oculta da disputa política em torno da eleição de 2014. Segundo interlocutores próximos, Campos acreditava que estava sendo alvo de ações para desestabilizá-lo. “Isso é coisa de quem não gosta de democracia, de um governo policialesco”, teria desabafado o ex-governador a aliados, pedindo que o assunto fosse mantido em sigilo, como relatou uma reportagem da Revista Veja na época.
Caiu como uma bomba a revelação do presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Carlos Siqueira, de que a então presidente Dilma Rousseff (PT) mandou os arapongas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) espionar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que era uma clara ameaça à sua reeleição. Nessa época, o jatinho de Campos caiu em Santos e o matou. A bomba fez ressurgir antigas suspeitas de que não teria sido acidente e sim um atentado.
Suspeita de irmão
Irmão do governador, Antonio Campos não tem nenhuma dúvida: “Foi assassinato!”. E ele desconfia que “mexeram numa peça do avião”.
Depois da crise do pix, que causou fortes danos à imagem do Governo, o presidente Lula (PT) corre riscos de sofrer mais um revés se insistir com o aumento de impostos, a começar pelo IOF, Imposto sobre Operações Financeiras. Na última quarta-feira , o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi ao Congresso comunicar aos presidentes do Senado e Câmara que não podia recuar da medida.
Ao ministro, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que seria prudente dar dez dias para que o governo apresente uma alternativa ao aumento do Imposto. O deputado defendeu ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre no debate sobre o tema. Em publicação nas redes sociais, Motta afirmou que, na reunião com Haddad e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na noite de quarta-feira, “ficou combinado” que a equipe econômica terá dez dias para apresentar ao Congresso um “plano alternativo” ao aumento do IOF.
Na visão de Motta, tal plano deve ser duradouro, consistente e “evitar gambiarras tributárias só para aumentar a arrecadação”. Segundo o presidente da Câmara, após o prazo, ele pode decidir se vai ou não alterar a proposta. Motta destacou, em entrevista à imprensa após a reunião de líderes nesta manhã, que, se a proposta não mudar, o Congresso pode sustar a medida com um projeto legislativo. E ressaltou que deixou o cenário claro na reunião de quarta-feira.
Motta afirmou que a equipe econômica é a que tem responsabilidade para discutir alternativas para o aumento do IOF. O deputado também destacou que a Casa quer medidas mais “estruturantes” como alternativa, visando a responsabilidade fiscal. Destacou, por exemplo, o debate sobre isenções fiscais. Segundo Motta, o Brasil está cansado de tantos impostos e “não aguenta mais”. Questionado sobre o Congresso eventualmente sugerir medidas para o governo, Motta afirmou que a equipe econômica é a que tem responsabilidade para discuti-las.
SOLUÇÃO CONSENSUAL – Ainda na entrevista, o presidente da Câmara afirmou que o Congresso quer “construir uma solução com o governo Lula” em torno do aumento do IOF. “O Poder Legislativo não quer colocar fogo no País”, afirmou. Motta disse que a relação da Câmara com Haddad é de respeito e confiança, mas destacou que a sociedade “cobra medidas de cortes de gastos”. O deputado repetiu ser contra “gambiarras tributárias”, pois “afugentam investidores”. Segundo ele, talvez tenha chegado a hora de “colocar o dedo na ferida e ajustar o que não está correto”, mesmo com medidas que possam ser consideradas “impopulares”.
Tonca insiste que irmão foi assassinado – Embora o presidente do PSB, Carlos Siqueira, ao relatar no podcast Direto de Brasília a presença de espiões da Abin na pré-campanha de Eduardo Campos ao Planalto em 2014 não tenha associado a queda do avião que matou o socialista a uma possível sabotagem por forças ocultas, o advogado Antônio Campos, o Tonca, em nota ontem neste blog, afirmou ter indícios de que o irmão foi assassinado. “Foi um assassinato! Mexeram numa peça do avião, o que seria de difícil prova, métodos muito utilizados por profissionais do crime”, disse ele.
Matéria plantada – Trecho destacado na nota de Tonca: “Na semana em que Eduardo morreu, eu que fazia parte do jurídico dele, estava tratando de uma matéria plantada em um grande jornal e tinha conversado com o jornalista e explicado um assunto e enviado alguns documentos. Pela manhã do fatídico falecimento, atualizei Eduardo do assunto, cuja última palavra para mim foi “obrigado”, através de Whatsapp. Também falei com o jornalista Percol, que assessorava Eduardo, na fatídica manhã. Diferente do que alguns falam de mim numa tentativa de “cancelamento”, que não passa de jogo de poder, minha relação com meu irmão Eduardo era boa e sempre estive com ele, nos momentos bons e difíceis. Oro por ele todos os dias para que esteja na luz”.
NOVOS TEMPOS – O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, é um dos entusiastas da chegada de João Campos ao comando do PSB. “Com João Campos, o PSB pode crescer cada vez mais no cenário nacional, atraindo novos quadros. O partido fará o debate da boa política, principalmente, no ano que vem, nos cenários estadual e nacional. É o momento oportuno por tudo que João Campos vivencia, por sua juventude, mas também pela experiência que adquiriu. Tenho certeza de que ele vai levar o PSB para um cenário muito maior”, disse Sivaldo ao DP.
Honra, missão e desafio – Em entrevista, ontem, ao Diário de Pernambuco, o prefeito do Recife, João Campos, encarou como missão do partido sua ascensão, a partir do próximo domingo, à presidência nacional da legenda. “Será um belo desafio, uma missão gratificante. Tenho gratidão pelo reconhecimento de poder receber a honrosa missão por unanimidade. E tem o dever de casa a ser feito. Sempre digo com muito orgulho que faço parte da política, sou um político e acho que para o Recife é bom ter alguém que saiba usar a força política para fazer o que há de melhor para nossa cidade”, afirmou.
CURTAS
APOSTA – Para o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, João Campos já tem envergadura política, trânsito e respeito nacional para levar o PSB ao crescimento que suas lideranças esperam e almejam. “Tenho certeza de que o PSB passa a viver um grande momento de sua história com João Campos na presidência”, sintetizou.
TURISMO – O secretário estadual de Turismo, Kaio Maniçoba, abriu, ontem, em Lagoa Grande, no Sertão do São Francisco, o II Encontro da Associação das Secretarias Municipais de Turismo, Astur. Na pauta, o impulsionamento do turismo na região focada hoje na produção da fruticultura irrigada e vinhos.
INVASORES DA DIGNIDADE – Do presidente Lula ao se reunir, ontem, com integrantes do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra: “Vocês são invasores de busca de dignidade, de busca de respeito, de busca de direito que vocês têm que ter”.
Perguntar não ofende: O advogado Antônio Campos tem razões para suspeitar que houve sabotagem na queda do avião que matou Eduardo Campos, seu irmão?