Barroso descarta carreira na política e diz que relação entre Supremo e Congresso está pacificada

Por Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou, ontem, durante uma palestra oferecida pelo Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), em São Paulo, que não tem intenção de se candidatar a nenhum cargo do Poder Executivo no futuro. O comentário foi feito após uma sugestão do ex-presidente da França Nicolas Sarkozy no último dia 13, em um evento em Paris.

Barroso disse esperar concluir seu “tempo” no STF e ir para casa. “Eu não sou candidato a nada. Não tenho nenhuma aspiração política. Quero cumprir meu tempo e ir embora para minha casa, viver feliz e passear pelo mundo, se Deus quiser”, afirmou o presidente da Corte.

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Governo refém do Congresso

O presidente Lula voltou a despachar, ontem, no Palácio do Planalto, após quase um mês de recuperação de duas cirurgias, uma no quadril e outra nas pálpebras. Terá pela frente uma agenda cheia de complicações, principalmente na área econômica, a depender da boa vontade do Congresso.

Em entrevista a uma TV, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou que tem, aproximadamente, oito semanas para aprovar projetos prioritários até 23 de dezembro, quando o Congresso entra em recesso e que vai correr contra o tempo para fazer avançar propostas que podem dar ao menos R$ 63 bilhões em receitas em 2024.