A política como onda

Por Márcio de Freitas*

O populismo tem a preferência de 32% dos eleitores da Europa. O dado de pesquisa da Universidade de Amsterdã foi publicado pelo The Guardian, mostrando o crescimento dos partidos radicais no berço da social-democracia e do Estado do Bem Estar Social. O eixo de poder se move pelo mundo, com as incertezas econômicas e choques sociais prevalecendo sobre as respostas oferecidas pelos líderes políticos tradicionais. Fenômeno que permanece no horizonte das relações políticas e pode se acentuar nos Estados Unidos se Donald Trump voltar ao poder na eleição do próximo ano.

O crescimento populista é centrado principalmente na extrema direita. O exemplo francês se traduz na exposição de Eric Zemmour, que criou um partido mais à direita para quem acha Marine Le Pen uma versão suave demais de radicalismo intransigente. O embalo desse movimento criva nas democracias ocidentais uma divisão entre o povo e sua “elite corrupta”, entre blocos desenvolvidos e atrasados, entre nativos e migrantes. No horizonte desse cenário, há ainda a forte expansão econômica de países onde os valores são outros, principalmente por serem regimes centralizadores e autoritários – como China e Índia, novos polos cada vez mais importantes na geopolítica e na economia mundial.

Câmara Municial Recife - O Recife que amamos

Na tarde desta sexta-feira (22), durante a cerimônia de posse do novo secretário de Turismo e Lazer do Recife, Antônio Coelho, realizada no auditório da Prefeitura da capital pernambucana, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, fez um discurso inspirador destacando a importância da união e do desenvolvimento de novas ideias, liderança e transformação.

Miguel Coelho ressaltou a relevância do evento, afirmando que não se tratava apenas da nomeação do novo secretário de turismo, seu irmão, mas sim de uma mensagem de união em prol do Recife, de Petrolina e de todo o estado de Pernambuco. Além disso, enfatizou a necessidade de novas lideranças capazes de trazer renovação e vitalidade para a política estadual.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Por Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco

Que a primeira-dama do Brasil, Janja Silva, tem superpoderes, ocupa uma sala no Palácio do Planalto ao lado do marido, o presidente Lula, na qual os ministros quando despacham com o chefe têm que dar uma passadinha por lá para bater continência, todo mundo sabe. O que não se sabia até ontem é que a poderosa pode ficar dando as cartas no País, enquanto Lula ficará 30 dias inativo, em convalescência, após a cirurgia no quadril.

Diante disso, a Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, presidida pela deputada Bia Kicis (PL-DF), pretende votar na próxima semana uma série de requerimentos de convocação de integrantes do governo. A justificativa da oposição é cobrar “esclarecimentos sobre as notícias relacionadas à possibilidade e competência da primeira-dama Janja da Silva em assumir a agenda presidencial”.

Caruaru - Super Refis

Por Marcelo Tognozzi*

O que está levando a maioria dos eleitores argentinos a desejar votar em Javier Milei para presidente? Qual desastre pode ser maior do que aquele que levou a Argentina ao triste recorde de 40% da população vivendo na pobreza extrema? A situação dos argentinos é talvez a mais complicada da História desde que Rosas tomou o poder em 1829 e estabeleceu um governo de violência e terror.

Milei não é um Bolsonaro, como quer impor a narrativa dos seus adversários na esquerda e na direita. Muito menos um Trump. Imaginar ser ele uma versão argentina dos 2 ex-presidentes é, no mínimo, miopia política.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

A Doutora Nise Yamaguchi elogiou a plataforma SOUL MV, um sistema de gestão hospitalar que contempla o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP MV). “É muito mais fácil”, diz a médica oncologista e imunologista. A plataforma elogiada por Nise é da multinacional brasileira MV, com sede no Recife, especializada no desenvolvimento de softwares para a saúde.

Confira a declaração:

Palmares - Natal Encantado 2025

Por Arnaldo Santos*

É cediço o adágio segundo o qual o hábito faz o monge. No julgamento pelo STF, dos três primeiros acusados dos crimes de atentado à democracia (golpe de Estado), invasão e depredação dos Três Poderes, no dia 08 de janeiro de 2023, pelo menos para os ministros André Mendonça e Nunes Marques, ficou demonstrado que a toga não faz o juiz. Contrariamente, o torna vassalo do seu pretenso “senhor”, substituindo o ato de julgar, assente nos fundamentos constitucionais e no melhor Direito (fumus boni Iuris), pela submissão aos interesses subalternos. 

No exercício de funções relevantes (Ministro do STF), que é uma das mais substantivas, constituintes do corpo fundamental da legislação, espera-se que seus ocupantes incorporem em seu currículo de vida – além de notório saber jurídico – conduta ilibada, estatura moral e ética, dentre outras. Na realidade vivenciada, entretanto, esses valores não apareceram em nenhum instante. 

Olinda - Refis últimos dias 2025

Brasília será palco do segundo lançamento da biografia que escrevi sobre o ex-vice-presidente da República Marco Maciel, pela CRV Editora, de Curitiba. Acontece na próxima terça-feira (26), a partir das 18 horas, no Salão Nobre do Senado, que funciona como o Museu do Congresso Nacional. 

No Recife, a noite de autógrafos está agendada para o dia 9 de outubro, também às 18 horas, no plenário Sérgio Guerra, da Assembleia Legislativa. No dia seguinte, Vitória de Santo Antão abre as portas para o Marco de Pernambuco, com lançamento a partir das 19h30, no Centro Universitário Unifacol, iniciativa do prefeito Paulo Roberto (MDB).

Ipojuca - Acerte as contas

Quando os fins justificam os meios

Por Juliana Albuquerque – repórter do Blog

Não é incomum na política, observamos antigos adversários partidários se unirem em prol de um projeto em comum, vislumbrando um futuro não tão distante. Ou ao contrário, os aliados de hoje, se tornarem os adversários de amanhã.

Em 2014, por exemplo, quando deixou o Governo de Pernambuco para concorrer à presidência, Eduardo Campos (PSB) integrava a base do Governo Dilma Rousseff (PT), a quem, assim que cravou seu nome como presidenciável, fez questão de proferir duros ataques à gestão da petista, até pouco tempo aliada. No ano passado, porém, já sem o líder do partido socialista, morto em um acidente aéreo em agosto de 2014, o PSB voltou a compor a mesma coligação que o PT.