Zema quer estratégia para nacionalizar seu nome para 2026

Por Guilherme Amado*

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, ainda não tem certeza de seu potencial como candidato à Presidência em 2026.

Em conversas com assessores, ele tem dito que precisa de uma estratégia para nacionalizar seu nome, hoje muito restrito ao eleitorado mineiro.

Petrolina - Destino

Partido da base, com três ministérios e a vice-Presidência, o PSB tem atuado no Congresso de maneira divergente dos interesses do Palácio do Planalto e demonstrado alinhamento ao Centrão, grupo que vive uma relação com o Executivo marcada pela instabilidade.

Além de ter entregue três votos contra as expectativas do presidente Lula no decreto que mudava o marco do saneamento, derrotado na Câmara, a legenda é liderada na Casa por Felipe Carreras (PE), que também está à frente do “blocão” que reúne siglas distantes do governo, como PP e PSDB, além do União Brasil, que tem cargos no primeiro escalão, mas oscila no apoio. As informações são do O GLOBO.

Ipojuca - IPTU 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá mudanças em breve. Dois ministros deixarão seus cargos nesta semana. As vagas abertas serão preenchidas a partir de lista tríplice, que será encaminhada ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois novos nomes escolhidos votarão no julgamento de inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL).

Na terça-feira (16), o ministro efetivo Sérgio Banhos participará do último julgamento na Corte Eleitoral. O mandato dele termina em 17 de maio. Na quinta-feira (18), será a vez de Carlos Horbach ter sua sessão de despedida. As informações são do Metrópoles.

Caruaru - São João na Roça

Em 1988, na disputa pela Prefeitura do Recife, Miguel Arraes estava no exercício do seu segundo mandato de governador, já numa relação bem conflituosa com Jarbas Vasconcelos, porque em 1982, o velho companheiro de palanque no combate à ditadura havia preferido Marcos Freire como candidato da oposição, quando ele próprio, já de volta do exílio na Argélia, queria ser o candidato.

Os que conheciam as idiossincrasias do velho cacique revelavam que ele era o tipo do político que armazenava o prato da vingança na geladeira, ou destruía o adversário como se come papa, pelas beiradas. O candidato favorito, confirmado pelas urnas, era Joaquim Francisco, que já havia governado a cidade como prefeito biônico, nomeado pelo então governador Roberto Magalhães.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Adriano Oliveira*

Aparentemente, a variável que melhor prever e explica o desempenho dos candidatos na eleição municipal é a aprovação do prefeito. A lógica é bem simples: prefeitos bem avaliados tendem a ser reeleitos ou fazerem o sucessor. O contrário também é verdadeiro: prefeitos mal avaliados tendem a não ser reeleitos e não fazem o sucessor. Todavia, a sociologia de Bauman serve para explicar as supostas mudanças na eleição: a opinião pública é líquida.

São diversas as cidades do Nordeste em que a eleição é fracamente previsível: de um lado, o amarelo; do outro, o vermelho. São os eleitores cativos. Se o prefeito for amarelo e mal avaliado, aumentam as chances do candidato vermelho vencer a eleição Existem também os votantes independentes. Estes não fazem parte nem do amarelo e nem do vermelho.

Palmares - IPTU 2026

Por Cláudio Soares*

Quando uma mãe é abandonada por seus filhos, pode ser um período de grande tristeza e angústia para ela. Ela pode se sentir rejeitada, sem valor e questionar sua capacidade como mãe. É essencial reconhecer que cada situação é única e que a dinâmica familiar é complexa.

Se você conhece alguém que está enfrentando essa situação como mãe abandonada, é importante oferecer apoio emocional. A escuta ativa, o respeito pelos sentimentos dela e a demonstração de empatia podem ser muito valiosos. Encoraje-a a buscar apoio profissional, como terapia, para ajudar a lidar com a dor e o trauma emocional decorrentes do abandono.

Minha mãezinha, mãezona, mãetudo Margarida não está mais aqui para dar um beijo e um abraço de torar neste Domingo das Mães. Amanheci chorando de saudade. O choro da saudade dói profundamente. As lágrimas não param, feito água de rio em correnteza.

Quanto mais eu choro de saudade, mais parece que ela entrará pela porta a qualquer momento e acabará com essa minha tristeza. Não tenho mais minha flor aqui para secar as minhas lágrimas. Por isso, o consolo que tenho é chorar. A dor se mistura com a saudade e as duas se encontram nas minhas lágrimas.

Elétricos: Blazer e Equinox chegam em 2024

A General Motors está investindo globalmente US$ 35 bilhões até 2025 no desenvolvimento de 30 novos veículos elétricos – que, segundo seus dirigentes, é de uma geração ainda mais avançada de elétricos. E como pretende liderar esse movimento de zero emissão na América Latina, acaba de confirmar a chegada ao país de dois SUVs: o Blazer EV e o Equinox EV, ambos em meados do ano que vem. O Blazer EV é um produto global e está em fase final de testes de certificação e homologação. Aliás, a estrutura de engenharia da GM no Campo de Provas e no Centro Tecnológico no Brasil está colaborando nas áreas de eficiência energética e de conectividade para acelerar o desenvolvimento do modelo e a chegada dele ao mercado.

A empresa diz que um dos principais diferenciais competitivos do futuro SUV premium 100% elétrico é a tecnologia Ultium. Ela consiste em uma plataforma modular específica para veículos elétricos, com diferentes combinações de motores e baterias com uma composição química muito mais avançada. Isso garantiria melhor autonomia e maior velocidade de recarga. Com essa plataforma, é possível fabricar desde carros compactos, passando por SUVs e superesportivos até grandes picapes.