FMO janeiro 2020

01/08


2020

Fabiano Veras costura diversidade musical do Brasil

A versatilidade da música brasileira é tão grande que os estilos se misturam e ganham força unindo gerações. Os jovens da nova cena musical vêm trilhando sua produção com talento, qualidade e independência, bebendo em várias fontes. Ao mesmo tempo, produzem suas canções, gravam e soltam nas redes. É o caso do músico e estudante de medicina Fabiano Veras, natural de Salgueiro, que desde criança já alinhava seus ouvidos musicais para diversos gêneros. "Quando criança na escola eu tinha um estojo que simulava um piano pequeno de poucas teclas. Ali já tirava algumas melodias", recorda.

Na transição para adolescência, os discos de vinis (LPs) rodavam em sua casa para todos os gostos. Ia de Elvis Presley a BB King, passando por Pink Floyd e Led Zeppelin.  A música do Nordeste lhe impressionava mais ainda: Luiz Gonzaga, Zenilton, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Marinez, Dominguinhos e Zé Ramalho e tantos outros. "Era o dia todo gastando as agulhas do som ouvindo essa galera, prestando atenção nas notas e arranjos", lembra.

De repente, nessa fase, achou um violão na casa da avó e passou a dedilhar os primeiros acordes das bandas pop rock de Paralamas e Titãs. Não demorou muito e já estava agarrado a uma guitarra que lhe abriu caminhos para se engajar em projetos de rock, isso no período em que morou no Recife. Lá, estudou com um guitarrista profissional, Rodrigo Morcego, expert em blues. De volta ao Sertão, se engajou em vários projetos, um deles foi a banda Quarto B com pegada pop.

Pouco tempo depois integrava o casting de músicos da banda de forró romântico Limão com Mel, com quem percorreu cidades do Norte e Nordeste. "Essa foi a fase de aprender os macetes na estrada onde a realidade interliga o palco, a relação com o público, e a performance de músico. Uma grande escola."

Certo de que a música estava no sangue, a paixão pelo forró, xote e baião foi uma forma de se aproximar de um artista familiar: o cantor, compositor e sanfoneiro Zenilton, primo legítimo de sua mãe e que Fabiano o chama de tio. "Sempre escutei seus discos lá em casa. Certa vez, antes de me profissionalizar na estrada, o acompanhei em alguns shows pela região. Foi um presente tocar com aquele artista dos discos que eu tanto escutei em casa".

Depois dessa fase houve um hiato, pois Zenilton retornou para São Paulo. Há pouco mais de cinco anos, o sanfoneiro regressou definitivamente para o Sertão e pegando carona nos fatos políticos e econômicos do país compôs "Os Ladrões da Petrobras", música que Fabiano produziu, captou áudios, fez a mixagem e masterizou vários instrumentos. A música foi o carro chefe de um CD independente. O próximo passo foi um documentário em vídeo chamado "Zenilton & Sua História",  no qual o sanfoneiro conta sua trajetória de 50 anos a serviço da música pelo Brasil, com mais de 500 músicas gravadas.

Recentemente Fabiano Veras produziu dois vídeos de Zenilton com duas músicas inéditas: "O Vaqueiro Sofredor" e "Eu quero ver", todas disponíveis no YouTube. Agora a paixão de Fabiano é a sanfona. Ao prestar vestibular para Medicina, fez a promessa para que se passasse iria aprender a puxar o fole com estudos regrados. Não deu outra. "Vou me dividindo entre as ciências da Medicina e os acordes da sanfona sem que uma prejudique a outra", diz. Com isso, as criações começaram a aflorar. Resgatou a canção "A Distância e a Saudade", composição feita na década de 1980 por seu tio William Veras, mas que não havia sido gravada.

Do ex-Titãs Nando Reis, deu roupagem forrozeira à canção roqueira "Por Onde Andei", já pensando no projeto Forrock, em gestação. Atendendo a uma ideia de Zenilton, revigorou um antigo sucesso dos anos 1970, "Mudança das Capitais", aquela do refrão de duplo sentido "A capital do Equador é Quito, nunca mudou, é sempre Quito", uma aula de geografia com humor. Desde então, as produções assinadas por Fabiano ganham força no mundo das redes virtuais. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Cabo de Santo Agostinho

01/08


2020

Diniz avalia descaso na Prefeitura de Lagoa Grande

O pré-candidato a prefeito de Lagoa Grande pelo DEM, Henrique Diniz, fez fortes críticas à administração de Vilmar Cappellaro (MDB), a que classificou como um "completo descaso". Ele também rebate análises prévias, que apontam para uma provável reeleição de Cappellaro. "Eleição só se ganha no dia. Ninguém é dono do voto ou da vontade do povo. A votação ainda não aconteceu. Eu vou lutar contra isso até o fim, com toda a força do meu coração", afirmou Diniz.
 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Serra Talhada

01/08


2020

Na GloboNews, Alvaro e Amoêdo debatem corrupção

O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) e o empresário João Amoêdo (Novo) participam do GloboNews Debate, hoje, às 22h. O combate à corrupção é o tema central da conversa. Os assinantes podem assistir ao debate na GloboNews, na TV por assinatura, ou através do Globosat Play.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

01/08


2020

Correios têm greve programada para próxima terça

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Funcionários dos Correios ameaçam deflagrar uma greve na próxima terça-feira (4). A razão alegada pelos trabalhadores da estatal brasileira responsável por entrega de correspondências é uma proposta da Diretoria, que visa a cortar alguns benefícios e adequar outros à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), usando como justificativa a atual crise econômica do país causada pela pandemia.

Caso a medida seja aprovada, reduzirá os adicionais de férias e noturno, a licença maternidade, entre outras concessões mais generosas do que as previstas na CLT. A proposição também pretende retirar indenização por morte ou invalidez e o pagamento de multas dos funcionários.

Para evitar a deflagração da greve, os Correios apresentaram uma proposta de acordo aos trabalhadores. Uma nota divulgada pela empresa afirma que a readequação vem sendo feita em respeito à legislação e à CLT. Além disso, visa à saúde e ao equilíbrio financeiro da instituição. A estatal também observa a paralisação como uma "reação imprópria".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


01/08


2020

As coberturas invisíveis

Weiller Diniz

Promulgada a Constituição, no dia seguinte já se falava em faxina tributária para simplificar impostos, ampliar a base, atenuar o centralismo e promover justiça social. O debate é tão longevo quanto os casarões e seus destinos: Implosão. Há um longo histórico de maquetes que ruíram. Em todas elas, camufladas sob persianas distributivistas, as coberturas dos abastados sempre estiveram invisíveis. Quem entra pelo cano nos puxadinhos tributários são sempre os assalariados, os mais pobres e a classe média, cada vez mais asfixiados.

A empreitada atual não quer uma obra estrutural. Rodrigo Maia aterrou a CPMF, esboroou o centrão e esfarelou a candidatura Artur Lira, com a qual o governo contava para cimentar o tributo. Além do tapume político hostil, a área econômica rabiscou uma reforma fracionada. O croqui condena, no alicerce, a organicidade e coerência que uma construção, digna desse nome, exige. Sugere ainda que inquilinos do poder querem mesmo um reboco fiscal com uma sólida viga arrecadatória. Sem sair da casinha, buscam apenas o alvará para reerguer a CPMF, demolida pelo Congresso Nacional em 2007 e, antes, abjurada pelo capitão.

A CPMF é uma escora condenada em razão do perfil regressivo. Ela é cumulativa e incide sobre todas as fases da cadeia econômica. Todos pagam várias vezes e onera as cadeias produtivas. Fora dela, desenha-se o isolamento acústico para não incomodar o andar de cima e seus dividendos, grandes fortunas, lucros, iates, jatinhos, helicópteros, lanchas e todas as imunidades tributárias da casa grande. Apenas 2 países no mundo não tributam dividendos e lucros. A Estônia é o outro. As deduções para classe média no Imposto de Renda, por outro lado, são limadas uma a uma.

As reformas recentes, com fachadas redentoras ou milagrosas, redundaram em rachaduras que condenaram estruturas sociais. A mudança trabalhista, de Michel Temer, precarizou as relações de trabalho e não abriu as cortinas para os 6 milhões de empregos. Muito longe disso. O marceneiro dessa construção empenada, Rogério Marinho, é ministro do capitão. A reforma previdenciária, que penalizou o trabalhador, é outra chaminé. Expeliu muita fumaça e poucos resultados. Reforma tributária é só mais uma do preposto Ipiranga.

Nenhuma das sacadas desenhadas pelo mestre de obras da economia, Paulo Guedes, saiu da prancheta. A reforma previdenciária foi amadurecida no governo Temer. Guedes é engenheiro de obra pronta. No mais é o arquiteto do ilusionismo. Não zerou o déficit, não privatizou estatais, não gerou empregos, não ampliou a renda, não trouxe investimentos. Não mudou o regime de partilha, não tocou as PECs emergenciais, engavetou a administrativa e a evasão de investidores bateu recordes. Não fez nada do que prometeu.

Seu projeto mais renomado é de alcova. Era um segredo, mas o vazamento da reunião de 22 de abril do promíscuo condomínio ministerial, determinado pelo STF, revelou um antípoda do empreendedor. Em plena pandemia, Paulo Guedes foi exposto explodindo o servidor púbico com uma “granada no bolso” e descortinou-se o desprezo com as pequenas e micros empresas, tratadas como senzalas. O segmento destratado por ele responde por 30% do PIB e 55% dos empregos. Já os bancos receberam robustos dutos financeiros. A venda da carteira do BB para o BTG, fundado por ele, pode ser considerada uma obra de Paulo Guedes?

Marcos Cintra, entusiasta da CPMF, é a maçaneta para desvendar outro porão mal iluminado. Neste caso, envolvendo uma segunda cobertura – metafórica – que abrigou o senador Flávio Bolsonaro, tisnado pelas tintas impuras das ‘rachadinhas’ na Assembleia do Rio de Janeiro ao lado do capataz Fabrício Queiroz. O encadeamento dos fatos, em 2019, funciona como um andaime para monitorar o que se passa no interior das janelas empoeiradas de Brasília.

Em 16 de julho de 2019, o presidente do STF, Dias Toffoli, concedeu uma liminar que ergueu um muro de contenção e preservou, temporariamente, Flávio Bolsonaro e outros investigados das apurações em curso. Aquelas que envolvessem o COAF, ainda na laje ministerial de Sérgio Moro, e informações da base de dados da Receita Federal, sem prévia autorização judicial, congelaram. O clã Bolsonaro comemorou, mas o senador segue imerso na fossa séptica do barraco da milícia carioca desde então.

No dia 01 de agosto, 15 dias depois, o ministro Alexandre de Moraes embargou a investigação da Receita Federal sobre 133 contribuintes. Os jornais da época listavam como possíveis alvos os domicílios de Gilmar Mendes e do próprio Dias Toffoli, incluindo as esposas de ambos: Guiomar Ferreira e Roberta Maria Rangel, além da ministra Isabel Gallotti do STJ. A decisão, além de suspeitas da Receita municiar a lava jato, afirmou haver ilegalidades nas investigações e também afastou 2 servidores da Receita Federal.

Decorridos 40 dias, em 11 de setembro, o chefe da Receita e topógrafo da CPMF, Marcos Cintra viu a casa cair. Foi demitido. A alegação pública para decepar o braço direito de Paulo Guedes foi o fato de Cintra der defendido a recriação da CPMF. O imposto, como se sabe hoje, nunca saiu da paleta governamental. Agora que está formalizado e referendado pelo capitão, fica claro que CPMF não foi a razão da implosão de Cintra. Talvez a tática da boa vizinhança com o STF, conveniente à época.

Completando o cronograma da obra, no dia 28 de novembro de 2019, o STF derrubou, por 9 votos a 2, o abrigo provisório que protegeu o telhado de vidro de Flavio Bolsonaro durante 4 meses. O ministro Toffoli votou contra a própria liminar, concedida em julho. Ao destelhar o albergue de Flávio Bolsonaro, a política da boa vizinhança foi para o ralo. O despejo veio depois que aliados do capitão marcharam pelo fechamento do STF. Convocados por Bolsonaro, martelavam para trincar as fundações democráticas.

As 16 derrotas subsequentes na Supremo Corte demonstram que a relação causou curtos circuitos eternos. Entre os reveses estão a autonomia dos estados na pandemia, o veto a posse de Alexandre Ramagem na PF, a abertura de 3 inquéritos sensíveis (Fake News, golpismo e PF), a manutenção da CPI das Fake News, a derrubada da imunização penal preventiva em crimes contra saúde pública, busca e apreensão e quebra de sigilos de aliados do capitão, além da suspensão de contas em redes sociais.

No período anterior, ainda no open house, não houve queixas de bolsonaristas, nem do PGR, Augusto Aras, quanto as investigações contra Fake News, aberta por Dias Toffoli. As 3 tentativas de abrir uma CPI da Toga no Senado para constranger o STF e a PEC 81, enquadrando o Supremo, foram inviabilizadas com apoio de bolsonaristas, inclusive Flávio Bolsonaro. O mundo deu voltas, demonstrando que terraplanismo e terraplanagem não são sinônimos.

“As reformas não conseguirão piorar nosso manicômio fiscal. Mas, como dizia um engraxate da Câmara, não há perigo de melhorar”. O diagnóstico é de Roberto Campos, um dos mais admiráveis economistas conservadores. Ele se presta a lustrar, como o anônimo engraxate da Câmara curvado sobre os pés da elite, que, em relação às coberturas não há risco de melhorar. Os pavimentos superiores seguem invisíveis e imunes aos pregos tributários e penais.

*Jornalista. O artigo foi publicado originalmente no site Os divergentes.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banco de Alimentos

01/08


2020

Buracos fazem PE-585 parecer uma peneira

Um leitor enviou ao blog, hoje, imagens da triste situação da PE-585, rodovia que liga a cidade pernambucana Araripina a Juazeiro do Norte, no Ceará. São tantos buracos que fazem a pista parecer uma verdadeira peneira.

Este é o retrato de diversas estradas que estão sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do governo de Pernambuco.

Denuncie você também uma vergonhosa estrada aqui no blog. Mande seu vídeo pelo meu WhatsApp: (81) 9.8222-4888.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

01/08


2020

Hospital de campanha começa a ser desativado no Cabo

Em razão da estabilização dos casos de Covid-19 no município e do reduzido número de pacientes, a estrutura do hospital de campanha Ricardo Brennand, instalado na Praça 9 de Julho, às margens da PE-60, no Cabo de Santo Agostinho, começou a ser desmontada ontem. Inaugurado no dia 21 de maio, o espaço ficou em funcionamento durante 90 dias e foi de vital importância no enfrentamento ao novo coronavírus na cidade.

De acordo com o prefeito do Cabo, Lula Cabral (PSB), o Hospital de Campanha Ricardo Brennand ajudou o município a enfrentar a crise da Covid-19. "Durante todo o período de funcionamento, o espaço atendeu, aproximadamente, 200 pacientes, com mais de 90% de cura e apenas dois óbitos. Apesar da desativação do Hospital de Campanha, o Cabo possui outros espaços para atender qualquer cidadão que vier a ter complicações por causa da doença", afirma o prefeito.

De acordo com a secretária de Saúde, Juliana Vieira, o Cabo ainda possui dez leitos clínicos de retaguarda no Hospital Mendo Sampaio, localizado na Charneca. "Apesar de ser regulado pelo governo do Estado, o Hospital Metropolitano Sul Dom Helder Câmara, localizado na BR-101, em Ponte dos Carvalhos, também tem 40 leitos de UTI disponíveis aos cabenses’’, explica.

Última paciente do Hospital de Campanha Ricardo Brennand, Gilene de Souza, de 55 anos, recebeu alta e comemorou a vitória contra a Covid-19 e o enalteceu o trabalho da equipe médica. "Só tenho gratidão no meu coração, primeiro a Deus e segundo a toda equipe médica pelo excelente trabalho, pelo cuidado e por não terem desistido de mim", declara, emocionada.

O Hospital de Campanha Amaro Cabral, criado no Estádio do Gibão, em Ponte dos Carvalhos, continua funcionando como Centro de Testagem para Covid-19. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h. O Hospital de Campanha Ricardo Brennand contou com 90 leitos de enfermaria e uma sala de estabilização, com dois respiradores e com concentradores de oxigênio, além de uma equipe composta por 120 profissionais de saúde.

Desde cedo, a Prefeitura realizou ações essenciais como a criação de dois hospitais de campanha, a instalação de lavatórios em lugares estratégicos, a higienização de praças e ruas e a distribuição de máscaras e álcool em gel, além da contribuição da população cabense que sempre respeitou o isolamento social. "Esse conjunto de ações fez a taxa de transmissão da doença cair e possibilitou o desmontamento do Hospital de Campanha Ricardo Brennand", atesta o prefeito Lula Cabral.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


01/08


2020

Facebook suspende perfis bolsonaristas fora do país

UOL

O Facebook voltou atrás e informou hoje que vai cumprir determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que mandou a empresa bloquear perfis de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na rede social fora do país, no âmbito do inquérito das fake news.

O Facebook também voltou a dizer que vai recorrer ao próprio STF para tentar derrubar a decisão de Moraes.

"Devido à ameaça de responsabilização criminal de um funcionário do Facebook Brasil, não tivemos alternativa a não ser cumprir com a ordem de bloqueio global das contas enquanto recorremos ao STF", disse o Facebook em comunicado (leia a íntegra mais abaixo).

Ontem, Moraes multou o Facebook do Brasil em R$ 1,92 milhão por descumprir a decisão que ordenava o bloqueio mundial de contas de bolsonaristas e intimou o presidente do grupo no país, Conrado Leister, a prestar esclarecimentos. Em caso de novo descumprimento da decisão, a multa subiria para R$ 100 mil diários por conta.

O Facebook ainda classificou a ordem de bloqueio de perfis no exterior como "extrema" e disse que ela representa "riscos à liberdade de expressão fora da jurisdição brasileira e em conflito com leis e jurisdições ao redor do mundo".

As contas dos investigados no Brasil já haviam sido suspensas pelo Facebook, mas os bolsonaristas tinham mudado suas configurações de localização e estavam conseguindo postar normalmente na rede social.

A matéria completa está disponível no UOL.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


01/08


2020

PSB e João Campos já saem com derrota

Há quem diga que a decisão de ontem da executiva nacional do PT fortaleça Marília Arraes, pré-candidata a prefeita do Recife, mas, na verdade, representa a primeira grande derrota do pré-candidato do PSB, João Campos. Ele fez de tudo para inviabilizar a candidatura de Marília e não conseguiu.

Uma novela que o PSB arrastou por um ano, na qual teve de tudo, até um piti de Humberto Costa, com ameaças veladas. Houve até live de João Campos com petistas, como foi o caso de Eduardo Suplicy, que ontem, embora não tenha voto no diretório nacional, defendeu candidatura própria. Marília sai disso forte e liderando todas as pesquisas de opinião, enquanto o PSB sai derrotado e com João Campos em quinto lugar nas pesquisas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

marcos

Como disse Lula+Tio Tonca, O Príncipe que cresceu na Mamadeira da Odebrecht!



01/08


2020

TJPE esclarece equívoco em sentença sobre preso

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO TJPE

Em relação ao caso do juiz Pierre Souto Maior Coutinho Amorim, a Presidência do Tribunal de Justiça de Pernambuco esclarece que o caso está sendo tratado pela Corregedoria Nacional de Justiça e pela Corregedoria Geral de Justiça de Pernambuco, que abriram procedimento para apurar os fatos. Por meio da nossa Assessoria de Comunicação, as informações prestadas pelo Juiz destacam que houve equívoco na digitação efetuada na decisão que apreciou a prisão em flagrante de Jarlan da Silva Santos, na última terça-feira (28/7), em audiência realizada no 6 º Polo de Audiências de Custódia em Caruaru.

Jarlan da Silva Santos foi liberado porque o Juízo considerou a prisão em flagrante ilegal, tendo sido, na ocasião da decisão, determinada a devolução de seus bens. O juiz ao pontuar a ressalva “devolva-se os bens do preso”, acrescentou “menos o entorpecente”, no entanto, devido a erro do corretor textual ou até mesmo por digitação errônea, a grafia foi registrada com “mesmo o entorpecente”. Tão logo o magistrado percebeu o equívoco, emitiu decisão com errata, ressaltando que o entorpecente não foi devolvido ao preso. As informações estão sendo apuradas pelos órgãos competentes conforme destacado acima.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha