FMO janeiro 2020

10/07


2020

Danilo espera que ministro promova educação de qualidade

Com indicação do pastor Milton Ribeiro para o Ministério da Educação, hoje, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) diz esperar que o novo ministro tenha foco na promoção de uma educação pública de qualidade, assegurando investimentos, e buscando a integração da União, estados e municípios.  “Neste momento, em que discutimos como assegurar o financiamento para a educação básica do país, com o novo Fundeb, esperamos que o novo ministro defenda a ampliação dos recursos e não a retirada deles como propõe o ministro da Economia (Paulo Guedes)”, afirmou.

O deputado se refere à proposta do governo de retirar recursos do Fundo Nacional de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica para outro programa social, o Renda Brasil. Este deve substituir o Bolsa Família e pode começar a vigorar após o fim do pagamento do auxílio emergencial de R$ 600.

A PEC do novo Fundeb (15/15) deve ser colocada na pauta de votação da Câmara Federal na próxima semana, segundo já sinalizou o presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM -RJ). A proposta a ser votada pelos deputados prevê o aumento da participação da União, que hoje é de 10% na composição do Fundo, para 20% até 2026, crescendo percentualmente ano a ano. O texto está sendo discutido com o governo federal, que resiste em ampliar sua participação.

Danilo Cabral também disse esperar que o novo ministro, pelo fato de ser pastor, não faça do MEC um espaço para disputa ideológica ou religiosa. “O Brasil já não aguenta mais esse debate. O Estado é laico e nós precisamos discutir o que é importante para a educação brasileira”, frisou. O parlamentar ressaltou que, em 18 meses de governo, os dois ministros antecessores criaram um tensionamento desnecessário no ambiente da educação brasileira. “Ele deve buscar colocar a educação como um valor central no desenvolvimento do Brasil, é fundamental termos um ministro que defenda a educação como uma saída estratégica para a reconstrução do Brasil”, completou. 

O deputado também defende que o novo ministro reposicione o Plano Nacional da Educação (PNE), que completou seis anos, como o grande norteador da política de reconstrução do país. “É preciso termos alguém que lute para viabilizar mais recursos para a educação pública brasileira, faça um trabalho integrado e articulado com governadores, prefeitos, universidades, estudantes, trabalhadores da educação, e promova um grande entendimento nacional pela causa da educação”, completou o parlamentar.

Para Danilo Cabral, um dos desafios imediatos do novo ministro será o planejamento para a retomada das aulas presenciais em todo país. De acordo com o deputado, integrante das comissões de Educação e de Acompanhamento da Volta às Aulas, é urgente a aprovação do plano emergencial para a educação (projeto de lei 3.165/2020), que destina R$ 31 bilhões para a área. Os recursos recompõem o impacto da perda da arrecadação na educação.


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Prefeitura de Serra Talhada

10/07


2020

Morre paisagista Janete Freire

Faleceu, hoje, no Recife, a paisagista e arquiteta Janete Freire. Conhecida por contribuir com o Estado e a capital nas gestões do senador Jarbas Vasconcelos como prefeito e governador, Janete projetou a recuperação de praças e jardins, incluindo os que margeiam a avenida Agamenon Magalhães. Ela também foi responsável pelas primeiras decorações de Natal e de carnaval no Recife.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

10/07


2020

Bolsonaro convida pastor Milton Ribeiro para Educação

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) convidou o pastor Milton Ribeiro para assumir o Ministério da Educação (MEC) hoje. A informação é da CNN Brasil.

O evangélico é membro da Comissão de Ética Pública da Presidência, é ligado à Universidade Mackenzie e apresenta no currículo doutorado em educação. Pastor na Igreja Presbiteriana de Santos (SP), Milton Ribeiro teria conversado com Bolsonaro sobre a possibilidade de assumir o MEC na última terça-feira (7).  

A pasta está sem titular desde a saída de Abraham Weintraub, no último dia 18. O governo chegou a nomear o professor Carlos Decotelli como ministro, mas ele pediu demissão antes mesmo de tomar posse depois que falhas no seu currículo foram reveladas.


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Banco de Alimentos

10/07


2020

Assessor de Flávio pode assumir cargo na comunicação

Ex-assessor da Casa Civil e atualmente lotado no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Felipe Cruz Pedri, fiel à cartilha do guru Olavo de Carvalho, tem se articulado para voltar ao Palácio do Planalto em um momento em que integrantes do governo tentam neutralizar a influência da ala ideológica.

Pedri está cotado para assumir uma função na Secretaria Especial de Comunicação (Secom), comandada por Fabio Wajngarten, apontado como o patrocinador da volta dele ao Planalto.  O ex-assessor da Casa Civil também tem participado de reuniões se apresentando como representante do Ministério das Comunicações.

A volta de Pedri, considerado um dos expoentes do olavismo, já causa desconforto entre integrantes de diversos ministérios principalmente num momento em que a orientação do gabinete presidencial é se afastar dos radicalismos para passar pelas crises que rondam o Planalto.  O retorno é encarado também como uma tentativa da ala ideológica sobreviver e voltar a influenciar decisões no governo, que ficou acuado após cerco imposto por inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) e, mais recentemente, pela punição do próprio Facebook, que na última quarta-feira, 8, anunciou ter derrubado uma rede contas ligados ao presidente, seus filhos e aliados.

O olavista chegou no início do governo Bolsonaro pelas mãos do ministro Onyx Lorenzoni, então chefe da Casa Civil.  Enquanto esteve no cargo integrava o chamado núcleo ideológico e foi um dos autores do manifesto de fundação do Aliança do Brasil, partido que Bolsonaro tenta tirar do papel para abrigar sua família e seus apoiadores.  Felipe Pedri foi demitido em abril após o general Braga Netto assumir a pasta. Cinco dias depois foi nomeado no gabinete do senador Flávio Bolsonaro com o salário de R$ 17 mil.

Ativo nas redes sociais, Pedri tem mais de 53 mil seguidores que acompanham suas publicações contra a "agenda esquerdista", debates de gênero e as Organizações das Nações Unidas (ONU), vista por ele como uma das grandes disseminadoras do "globalismo".  Ele também critica governadores e prefeitos pelas medidas de isolamento social adotadas no combate à propagação do novo coronavírus no País. Em postagens no Twitter, costuma se referir à doença como "vírus chinês".

Atualmente, mesmo lotado no Senado Federal, Pedri tem participado de reuniões do Executivo como representante do Ministério das Comunicações, conforme apontam registros de agendas oficiais. Nesta semana, esteve pelo menos em duas reuniões com Subchefia de Assuntos Jurídicos para discutir a reestruturação de cargos com a divisão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), comandado por Marcos Pontes, e o Ministérios das Comunicações, chefiado por Fábio Faria.

A atuação de Pedri como representante das Comunicações está registrada na agenda dos dias 6 e 8 de julho do subchefe adjunto de Assuntos Jurídicos da pasta, Humberto Fernandes de Moura. Também participaram o secretário-executivo de Ciência e Tecnologia, Júlio Francisco Semeghini Neto, e o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Rocha Heckert, além de representantes da Secretaria de Governo, Secretaria-Geral e Casa Civil.


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10/07


2020

A versão da Secretaria Executiva de Ressocialização

Nota sobre vídeo

A Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) esclarece que o vídeo que está circulando nas redes sociais foi feito há mais de um mês, ocasião em que a Superintendência de Segurança Penitenciária identificou a unidade prisional, o Presídio Marcelo Francisco de Araújo (Pamfa), no Complexo do Curado, e os envolvidos. Todos foram submetidos ao Conselho Disciplinar da unidade.


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O Jornal do Poder

10/07


2020

Caruaru entre os municípios mais transparentes sobre Covid

Em relatório divulgado esta semana pelo Tribunal de Contas do Estado, mostrando o nível de transparência pública dos municípios no combate à Covid-19, Caruaru se destaca entre as cidades com maior clareza no trato com a administração da pandemia.

O levantamento leva em conta a transparência pública das contratações e aquisições relacionadas ao novo coronavírus, bem como ao acesso à informação dado ao cidadão por meio do Serviço Eletrônico de Informação ao Cidadão (e-SIC) durante todo o período da pandemia.


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10/07


2020

Ex-ministra Kátia Abreu na live de segunda

A senadora pelo PP do Tocantins, Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura no Governo Dilma, ex-presidente da CNA, Confederação Nacional da Agricultura, e ex-candidata a vice-presidente da República na chapa de Ciro Gomes, confirmou, há pouco, sua presença na live deste blog da próxima segunda-feira, às 18 horas, pelo Instagram do blog. A entrevista será transmitida automaticamente pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 38 emissoras, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, no Grande Recife. Se você não segue o Instagram do blog, anote o endereço: @blogdomagno.


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10/07


2020

O presidente, a máscara e a Covid

Por Arnaldo Santos*

Na semana que passou, o vírus transmissor da “gripezinha” fez uma visita inesperada ao Palácio do Planalto: pegou seu ocupante desprevenido, sem estar usando máscara, como de hábito, e o contaminou!

Para a comunidade medico-cientifica em todo o mundo, até que se descubra uma vacina, o uso de máscaras ainda é, e continuará sendo, o mais eficaz meio para se prevenir e evitar a transmissão da Covid19, de uma pessoa para outra, e salvar milhões de vidas, pois impede a passagem das gotículas infectadas pelo coronavírus,  que saem da boca.

A Organização Mundial da Saúde – OMS divulgou, há pouco, uma carta assinada por cerca de 200 cientistas em todo o mundo, confirmando a contaminação pela Covid19, através do ar, o que torna o uso de máscara ainda mais necessário, respeitando o princípio da precaução que todos, sem exceção, devemos obedecer.

Como é cediço, a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos e privados, abertos e/ou fechados, consta de todos os protocolos sanitários da OMS, dos governos de todas as nações - inclusive pelas autoridades sanitárias do Brasil, menos pelo Governo federal, que há mais de sessenta dias, sequer nomeou, ainda, o ministro da Saúde.

Perante tais evidências, cabe perguntar – por que o Presidente Jair Bolsonaro é contra o uso de máscaras, se está provado que pode salvar milhões de vidas? Ele mesmo poderia ter evitado se infectar, não fora o mau exemplo de não respeitar os protocolos sanitários recomendados. Será superstição, medo ou narcisismo?

Como se sabe, “[…] os narcisistas são arrogantes e prepotentes, mas não por acaso. Acreditam-se únicos, especiais, donos e senhores de uma existência maravilhosa que está muito longe da que os demais poderiam se quer imaginar”. Eles possuem a mesma capacidade de ouvir que têm as pedras - assim como alcança José Elias Fernández, membro do Colégio de Psicólogos de Madrid.

Para tentar entender por que há essa rejeição, e/ou medo que o Presidente demonstra quanto ao uso da máscara, fomos buscar na história a origem e o seu significado, para ver se existe alguma explicação.

“[…] A máscara tem origem no Antigo Egito, cerca de (664-535 a.C”). Enquanto “[…] na China as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos, no Egito Antigo e na Grécia, elas eram colocadas sobre o rosto dos falecidos na crença da passagem para a vida eterna”.

Pela origem e seu significado, aqui pode estar uma das explicações: o Presidente, um ex-capitão do exército, com passado de atleta (não resistiu à ‘gripezinha’), de estilo tosco, machão e machista, parece ter medo de alma.

Numa perspectiva político-cidadã, o não uso da máscara é a reafirmação da desobediência ao princípio da precaução para com a saúde coletiva; e essa  constitui a posição de centenas de milhares de pessoas, nesse início de reabertura de alguns setores da economia,  notadamente naquelas atividades de convivência e maior interação social, como bares e restaurantes, que movimentam a vida noturna, nas grandes cidades. Identifica-se nessa atitude, a nefasta influência do comportamento adotado pelo Presidente, ignorando os protocolos sanitários de prevenção à pandemia, em flagrante incentivo à desobediência civil.

As pessoas precisam entender que o vírus está, e vai permanecer entre nós por longo período, o que vai nos impor uma cultura de convivência com a doença, para se evitar uma segunda onda, com números de infectados e mortos superiores aos que se tem hoje, provocando um retrocesso no processo de reabertura econômica, especialmente durante a quarta fase, onde os riscos de contaminação, serão ainda maiores. O momento exige bom senso para se encontrar o equilíbrio entre a retomada da economia com a proteção da vida.

Analisando, sociologicamente, a movimentação e o comportamento coletivo nessa fase, a regra é a inobservância dos protocolos sanitários, por parte de alguns estratos, com ênfase para aquelas pessoas de maior poder econômico - e nível de  “educação” - em adição a  um elevado grau de incivilidade para com os agentes públicos, que, no nobre cumprimento do dever de proteger a saúde coletiva, ao tentarem fazer observar o que é exigido pelo poder público, estabelecido nos decretos que normatizam a reabertura da economia, estes são humilhados, quando não agredidos fisicamente.

Está gravado na memória de todos o flagrante atentado à honra e dignidade da pessoa, além da ausência de qualquer fragmento de um padrão civilizatório, sofrido por um desses agentes, da parte de uma “cidadã”, com aquela famosa frase - “[…]cidadão não, engenheiro civil formado”; “nós é que pagamos você”, seu..” - mostrado pela televisão (até então não se  sabia que engenheiro não era cidadão). A frase pronunciada consubstancia o sentido de uma outra não menos conhecida, desprezível e arrogante que é – “[…] você sabe com quem está falando”?

O recorrente não-uso de máscaras, por significativa parcela da população em geral, com relevo para os séquitos pertencentes “ao andar de cima”, e a inconsequente atitude de centenas de milhares de pessoas, que teimam em se aglomerar nas calçadas, praças e praias, contrariando as recomendações sanitárias, como vem ocorrendo em todo o País, são emblemáticos do comportamento de uma sociedade adoecida sob o ponto de vista social, culturalmente analfabeta, politicamente ignorante e socialmente invencível, revelando, a um só tempo, incivilidade, narcisismo, menosprezo pela própria vida e pela vida do outro. São comportamentos não toleráveis em uma sociedade pretensamente moderna.

Em face dessa insensatez e vergonha, os governos devem adotar um padrão de análises com base nas ciências sociais, para observar e criar meios de ação que possam corrigir esse comportamento errático de expressivas parcelas da população, com foco nas movimentações que se dão no interior dos vários grupos, das distintas camadas sociais, objetivando fomentar o desenvolvimento de uma nova cultura comportamental ante a pandemia, que vai muito além dos atos coercitivos impostos pelos decretos que balizam a nova realidade em elaboração.

Para conformar essa pretendida realidade, impõe-se a adoção de padrões de abordagens analíticas, consoante às novas configurações exigidas para os diversos setores de atividades, tanto profissionais, quanto político-sociais, dado que já se percebe  uma tendência de influências ainda mais gravosas, tanto na saúde quanto no aspecto econômico-financeiro, de teor individual e coletivo, com danosos rebatimentos no aumento da pobreza e das desigualdades, se não houver um amplo e urgente reposicionamento comportamental no interior das várias redes, que incorpore uma rígida e efetiva observância das normas sanitárias, impondo novos hábitos, inclusive  relacionais, para evitar outra emergência.

“[…] Embora as redes sejam uma antiga forma de organização na experiência humana”, na contemporaneidade Manuel Castells, nos apresenta um novo tipo de organização, que chamou de “[…] sociedade em rede”. O que difere a experiência antiga do formato atual são as suas estruturas, fundadas na comunicação interativa e em tempo real (o que não é pouco), trazidas pelas novas tecnologias digitais, que, para o bem e para o mal, promoveram uma  revolução, na forma, nos conteúdos e na velocidade multiplicadora da informação, inimagináveis até para esses tempos.

É de aceitação geral o fato de que as novas tecnologias da informação  constituem meios imprescindíveis para conectar pessoas e nações, primordialmente para a comunidade medico-científica comunicar os avanços da ciência, por meio dos ensaios e testes clínicos, a fim de desenvolver uma vacina e/ou medicamentos para o tratamento da covid-19. No momento são as grandes aspirações da humanidade.

No universo pandêmico fluente, apenas por meio das novas tecnologias da informação, uma descoberta científica, comunicada pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, ou pela Universidade de Pequim, é passível de chegar em tempo real à comunidade científica de todo o mundo, permitindo agilizar ainda mais, os avanços científicos que serão levados ao conhecimento da humanidade.

Nessa perspectiva tão importante quanto as novas descobertas científicas, é a informação on-line, disponibilizada para toda a Terra, mobilizando global e simultaneamente a comunidade de ciência, em favor dos avanços dos saberes ordenados e da sociedade em escala mundial. Nesse contexto, confirma-se a essencialidade do bom uso que se deve fazer das novas tecnologias comunicacionais para o bem da ciência e do ser humano.

Mutatis Mutandis, assim também deveria ser o uso individual das redes sociais, pelos cidadãos, mormente nessa fase de reabertura da economia, na produção de informação para a conscientização das pessoas, no sentido de assumirem uma atitude proativa na promoção de ações de prevenção e combate ao coronavírus, e respeito ao cumprimento dos protocolos sanitários, a que todos estamos submetidos na qualidade de cidadãos. Deveria ocorrer assim, mas, quando examinamos o uso que é feito das novas tecnologias, o que se constata é apavorante, e contraria tudo o que se espera e se necessita na realidade em decurso. Criminosamente, o que vemos é a produção e distribuição massiva das fakes news, mais do que com o objetivo de desinformar e tentar confundir o cidadão consciente, buscando induzi-lo ao descumprimento do que está preconizado nos decretos de isolamento social.

Atos criminosos perpetrados com o uso das redes sociais são as mobilizações para encontros de grupos, formando aglomerações nos vários locais em funcionamento, e até incentivando a desobediência civil; e, não raro, até para  provocação de tumultos e  desafio às autoridades, com o objetivo de produzirem vídeos exibicionistas para alimentar vaidades narcísicas e outras alienações.

Umberto Eco, em seu estilo mordaz, criador de frases sarcásticas, disse que – “[…] as mídias sociais, deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, só falavam no bar depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade”.

A julgar pelo que observamos hoje, ele tinha razão!

*Jornalista, sociólogo e doutor em Ciências Políticas


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10/07


2020

Detentos fazem festa com música e bebida no Cotel

“Caso queiram cumprir pena aqui, oferecemos várias atividades de lazer para os presos não ficarem tristes com o coronavírus”. É assim que detentos comemoram o privilégio de fazer uma festa dentro de uma unidade prisional, que seria o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Lima (Cotel), em Abreu e Lima, segundo imagens enviadas ao blog pelo deputado estadual Romero Albuquerque (PP).

O deputado chama atenção para o ambiente animado da penitenciária. O vídeo, que teria sido divulgado nas redes sociais pelo próprio detento “cinegrafista”, mostra um grupo de, pelo menos, outros sete criminosos em uma espécie de confraternização em um dos corredores do Cotel. Ele filma os companheiros dançando e, logo depois, ingere bebida alcoólica. “Essa live fez mais sucesso do que a de Gusttavo Lima”, comemora um texto escrito no próprio vídeo. 

“Cadeia não é local para festas, bebidas, som, celular. É preciso punir administrativamente o responsável por essa farra, mas, além disso, é preciso corrigir a falha do sistema. É inadmissível que fugas e festas sejam comuns nos presídios de Pernambuco”, dispara Romero.

Para o parlamentar, a fuga de Limoeiro e a festança em Abreu e Lima dão conta de que o sistema penitenciário do estado precisa de uma reestruturação.


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Comentários

politica com respeito

Se o secretário fala direto pelo celular com os detentos , conforme ele informou! Então é de conhecimento essa festança ? As penitenciários e presídios viraram empresas Magno! Ali circula muita grana! Tem gente que tem grandes comércios dentro delas!!



10/07


2020

Ações contra desmatamento começaram tarde, diz Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão, que comanda o Conselho da Amazônia, afirmou, hoje, que o recorde de alerta de desmatamento na região no mês de junho ocorreu porque as ações do governo federal começaram “tarde”.

Mourão comentou dados divulgado nesta sexta pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) do órgão registrou recorde nos alertas de desmatamento em junho.

A Amazônia registrou 1.034,4 km² de área sob alerta de desmatamento em junho, recorde para o mês em toda a série história iniciada em 2015. No acumulado do semestre, os alertas indicam devastação em 3.069,57 km² da Amazônia, aumento de 25% em comparação ao primeiro semestre de 2019.

Segundo Mourão, no caso do desmatamento, o ideal seria ter iniciado a Operação Verde Brasil em dezembro do ano passado. O governo federal anunciou uma primeira versão da operação em agosto no ano passado, como resposta à alta das queimadas. As ações duraram 60 dias. Porém, após criar o Conselho da Amazônia em fevereiro de 2020, o governo anunciou, em maio, a Operação Verde Brasil 2.

As ações de prevenção e repressão a crimes ambientais ainda estão em andamento e são executadas por militares das Forças Armadas. A operação foca no combate ao desmatamento ilegal e a incêndios.

“Um dos primeiros itens é o combate ao desmatamento, que nós viemos efetuando desde maio. Eu já coloquei para vocês várias vezes que as ações contra o desmatamento tinham que ter começado em dezembro do ano passado, que é quando ele começa efetivamente. Tenho colocado que nós vamos prosseguir nesse tipo de trabalho até o final de 2022, ou até a turma que desmata se dê conta que não dá mais para fazer isso”, declarou.

Perguntado sobre se acredita que os dados divulgados pelo Inpe não foram bons em razão do início tardio das ações, o vice-presidente disse que sim. “Porque começou tarde. Lógico, começou tarde. O começo em maio vai nos dar uma situação, vamos dizer assim, uma melhor em relação às queimadas, mas não ao desmatamento”, declarou.

Nesta sexta, o governo publicou no "Diário Oficial da União" decreto que prorrogou até 6 de novembro o emprego da presença das Forças Armadas na Amazônia Legal.


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