FMO janeiro 2020

24/05


2020

Bolsonaro participa de ato a favor do governo

Como tem sido habitual aos domingos, uma manifestação a favor do presidente Jair Bolsonaro ocorre, neste momento, em Brasília. O chefe do Executivo aderiu ao ato e chegou a caminhar perto dos apoiadores.

Alguns ministros participam do protesto, como o chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. Mais cedo, houve uma carreata em defesa de Bolsonaro.

Convocada nas redes sociais por apoiadores, a manifestação acontece após a publicidade do vídeo da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril.


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Fernandes

O desespero de Bolsonaro é vê o cerco se fechando para ele e seus aliados


Detra maio 2020 CRLV

24/05


2020

Em passeio, Bolsonaro ouve xingamentos e elogios

Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro usou o sábado (23/5) para, mais uma vez, circular por Brasília e visitar estabelecimentos comerciais, tendo ouvido tanto gritos de "mito", vindos de apoiadores, quanto vaias e panelaços.

À tarde, Bolsonaro foi a uma confeitaria da Asa Sul acompanhado do ministro Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo. Depois, os dois se reuniram por cerca de uma hora e meia no apartamento de Ramos, que fica na mesma quadra da loja. 

Ao visitar o comércio, o presidente chegou a cumprimentar alguns apoiadores, mas ouviu entre os tradicionais gritos de "mito", brados de "fora Bolsonaro" e xingamentos.

Ao deixar o apartamento de Ramos, após falar com alguns apoiadores no saguão do prédio, Bolsonaro se aproximou de um grupo maior de pessoas, mas, ao ouvir xingamentos, retornou rapidamente ao carro e saiu.

Visita ao filho e cachorro-quente

O presidente foi também para o Sudoeste, bairro de Brasília próximo ao Plano Piloto, onde mora Jair Renan Bolsonaro. Na quadra também foram registrados panelaços vindos das janelas.

O "passeio" do presidente incluiu ainda a parada em uma barraquinha de cachorro quente na Asa Norte. Mais uma vez, a torcida se dividiu. Houve quem apoiasse Bolsonaro, mas também houve vaias e gritos de "fascista". A visita à carrocinha de cachorro-quente foi transmitida ao vivo nas redes sociais do presidente.


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Fernandes

O desespero de Bolsonaro é vê o cerco se fechando para ele e seus aliados


Abreu e Lima - Maio

24/05


2020

FBC defende demissão de ministro da Educação

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB) defende a saída do ministro da Educação, Abraham Weintraub. Em entrevista à GloboNews, ontem, o senador pernambucano foi questionado se demitiria Weintraub caso fosse presidente. “Sim, demitiria”, declarou.

Fernando Bezerra revelou que conversou com o presidente Jair Bolsonaro sobre a situação do ministro, que apareceu no vídeo da reunião governamental de 22 de abril fazendo comentários pesados sobre o Legislativo e o Judiciário. Abraham Weintraub foi flagrado dizendo “botar esse vagabundos na cadeia, começando no STF”.

Segundo o senador, Bolsonaro teria achado inapropriada a declaração do ministro da Educação.


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Prefeitura do Ipojuca

24/05


2020

Mais curas usando cloroquina


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MARCOS MORAIS

Em meio a vários estudos científicos no Brasil e no.mundo que demonstram a falta de eficácia da cloroquina no tratamento da COVID 19, agora Magno resolve ser garoto propaganda do medicamento. Mostre esses estudos Magno. Esses sim, são evidências científicas e não depoimentos sem qualquer comprovação e que só confundem a população.



24/05


2020

Profissionais do HPS estão expostos à contaminação

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Localizado às margens da BR-232, no Curado, Zona Oeste do Recife, o Hospital Pelópidas Silveira (HPS) é voltado para o atendimento de alta complexidade em cardiologia, neurologia clínica e neurocirurgia. Devido à pandemia do novo coronavírus, a unidade de saúde está sendo utilizada para receber pacientes diagnosticados com a Covid-19. Segundo um técnico, que optou por não se identificar com receio de represálias, diversos profissionais que atuam no hospital estão sendo expostos à contaminação.

A informação obtida com exclusividade revela que técnicos em radiologia estão sendo forçados a trabalhar sem a proteção necessária. Segundo a fonte, estes profissionais entram em contato direto com os pacientes utilizando roupa privativa por determinação da Coordenação de Enfermagem do HPS. Isso porque os exames de raio-x são solicitados por vários setores, com e sem doentes hospitalizados com Covid-19.

“A coordenadora [de Enfermagem], Lídia [Sodré], nos proibiu de utilizar a roupa de proteção hospitalar. Antes, a gente usava essa roupa, atendia o paciente de Covid-19, saía do setor, tomava banho e ia atender outros pacientes sem a doença. Agora, a gente tem que ir com roupa de casa, utiliza o jaleco, veste uma bata descartável e vai fazer os exames de pacientes com e sem o novo coronavírus”, denuncia.

De acordo com este profissional, médicos e enfermeiros ficam isolados trabalhando nos setores do Hospital Pelópidas Silveira em que estão as pessoas diagnosticadas com a Covid-19, utilizando equipamentos de proteção individual. Os mesmos cuidados não são destinados aos técnicos em radiologia. “Nós transitamos nesse setor com os pacientes com a Covid-19, fazemos os exames deles e vamos para outros setores atender outros pacientes. Houve reclamação de enfermeiros sobre isso, mas respondi que era uma determinação da Coordenação de Enfermagem. Estamos com medo porque podemos nos contaminar e infectar outros pacientes e nossos familiares”, detalha.

Nossa fonte contou, ainda, que vários profissionais do HPS foram contaminados com o novo coronavírus e fez um questionamento: “Se o hospital não tem condições de dar a devida proteção aos seus profissionais, por que passou a receber doentes da Covid-19?”, desabafa.

SOBRE O HPS – O Hospital Pelópidas Silveira foi inaugurado pelo Governo de Pernambuco em 2011. A unidade de saúde pública estadual é administrada pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP).


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Banco de Alimentos

24/05


2020

Louvação a Sertânia

Prosa-Poema de Fabio Clemente

Sertânia - seus legítimos filhos e os adotivos - nunca a esquecem, e conservam o merecido amor no coração, eternamente.

“Ninguém se perde no caminho de volta”, recitou em poema o lendário paraibano José Américo de Almeida.

“Ninguém esquece Sertania e sempre volta á amada terra”, diz o sertanejo.

O amor imaculado a terra materna, teve início na aldeia da Tribo dos Índios Cariris - onde tudo começou...

Sertânia comemora os 147 anos de Emancipação Política - sempre amada por todos.

Salve o dia 24 de Maio, data magna de Sertânia-Mãe.

Hoje CARINHOSAMENTE chamada de  Princesinha do Moxotó - SERTÂNIA  - é celeiro de personalidades, com  atuação brilhante em todos os campos de atividades  no Brasil.

Sertânia, nasceu Alagoa de Baixo - cantada e desejada pelos boêmios, poetas e  menestréis do amor matuto, há centenas de anos...

Sertania, diz a história: quem toma da sua original e quase salobra água, nunca mais  a esquece, conserva no coração um imensurável amor.

Sertânia de grande tradição católica, tendo a frente os memoráveis  religiosos, Monsenhor Urbano e o Padre Christiano, ambos de saudosa memória.

Sertânia da Padroeira - Nossa Senhora da Imaculada da Conceição - em sua Igreja-Matriz, na original Rua Velha, a todos abençoa.

O município de Sertânia é polo da Transposição do Eixo Leste da Água do Rio São Francisco, distribuindo ao povo o esperado progresso.

O Canal da Água transformou a vida de esperança do sertanejo, com a graça de Deus.

Na casa e na propriedade do homem do sertão, jorra a doce água, quase benta, fixando o sertanejo na sua terra 
natal, com boa fartura na mesa.

O homem do campo  tem agora mais incentivo de trabalhar, principalmente, neste viçoso e presente inverno pernambucano.

As ruas largas, avenidas bem traçadas, asfaltadas, com iluminação moderna, expõem o progresso  da querida Sertânia.

Sertânia, seja louvada, com suas pracinhas lindas e ajardinadas, alamedas verdes e floridas, apresenta arrojado projeto urbanístico, marcando a beleza da Princesinha do Moxotó.

Sertânia das originais e memoráveis festas de vaquejadas, ricas em tradição, no folclore no nordestino.

Sertânia das grandes exposições pecuárias de caprinos, se apresenta  na vanguarda, com o melhor rebanho de Pernambuco.

Sertânia - Cidade-Poema -  onde se promove magníficas festas populares, profanas-religiosas, se destacando a festa da Padroeira Imaculada Conceição - 8 de dezembro.

Louvada seja Sertânia do povo ordeiro, pacífico e trabalhador de Pernambuco.

Salve e seja louvada Sertânia - Princesinha do Moxotó.


Fazenda Ameixas, Pernambuco, Primavera de 2020.


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Prefeitura de Serra Talhada

24/05


2020

Exemplo de solidariedade no Sertão

Em tempos sombrios de pandemia do coronavírus, marcados por grandes dificuldades, a ponto de tirar o pão da mesa de muita gente, há de se destacar os gestos de solidariedade. O mais recente se deu ontem pela banda Limão com Mel, que promoveu mais uma live de arrecadação de donativos em Salgueiro, a 500 km do Recife.

Dentre tantos que estenderam a mão solitária, os empresários Cleandro Carvalho e Cleriston Oliveira, proprietários das farmácias A Fórmula. Na primeira live doaram uma tonelada de alimentos e ontem mais duas, totalizando três toneladas. “Salgueiro me adotou, devo muito à cidade, tudo o que pudermos fazer por ela e a região faremos e ainda será muito pouco diante do mar de carências e necessidades", disse Cleriston.

Seu grupo, além de gerar empregos, está sempre engajado em ações sociais, nas mais diversas categorias, seja artística, religiosa ou esportiva. "A Fórmula sempre estará lá ajudando de alguma forma”, reforça.


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O Jornal do Poder

24/05


2020

João Arraes vence a guerra frente à Covid-19

Na guerra contra o inimigo silencioso e traiçoeiro, a Covid-19, cada alma vitoriosa vale milhões de motivos para dobrar o sino em comemoração. Meu amigo ficha limpa João Arraes, 75 anos, diabético e hipertenso, me ligou ontem, com o coração ancho de felicidade: escapou da morte, não a Severina que arrasta tantos nordestinos ao outro mundo, mas a covidiana.

Ficha limpa porque, diferente de tantos políticos sem-vergonha, nunca meteu a mão no dinheiro alheio. Exerceu cargos públicos, entre eles vereador do Recife e secretário de Segurança Pública, sem nunca se envolver em maracutaias. Sertanejo honrado, batizado como Miguel Arraes, parente bem próximo, na Chapada do Araripe. 

Bom camarada, delegado de polícia de carreira, João teve quatro mandatos de vereador do Recife, eleito duas vezes primeiro-secretário da Casa. Disputou o Senado e ganhou notabilidade como secretário de Segurança no Governo Carlos Wilson. Seu último mandato se encerrou em 2012 e de lá para cá nunca foi lembrado para emprestar seu talento nos governos socialistas.

Mas a Eduardo Campos deu o sangue e o suor do seu rosto, um dos primeiros a apostar na sua candidatura a governador. Foi aliado fiel, daqueles que gastavam a gasolina do carro particular e sola de sapato comendo poeira e levando sol na cara pelas estradas do Sertão empunhando as bandeiras mais legítimas do seu amigo Eduardo.

Com a Imprensa, teve uma relação transparente e ainda é uma bela fonte, bem informado como sempre. João ficou 14 dias internado no hospital, local, segundo ele, em que foi contaminado quando visitava um parente submetido a procedimento cirúrgico. Cumprindo a última etapa da recuperação em casa, me disse ontem que também como tantos outros casos escapou da morte por um milagre.

"Não tomei cloroquina. Meu tratamento foi à base de antibióticos e de muitas orações", desabafa, emocionado. João é amigo dos amigos, sabe como poucos cativar e manter a legião de amigos e admiradores. 

Tiro o chapéu para ele!


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Shopping Aragão

23/05


2020

Mudanças jurídicas em tempos de pandemia – Parte 1

Empresas e Contratos bancários. Uma necessária análise à luz da simbiose empresarial 

Por Luiz Cláudio Farina Ventrilho*

O alvorecer do ano de 2020 nos surpreende com uma pandemia de épicas proporções e que enquanto desafia a ciência em busca do presságio da cura, mostrando toda nossa fragilidade humana, deságua em alterações sanitárias, legislativas, políticas, econômicas (não necessariamente nesta ordem) e por óbvio jurídicas, que nos afetam a todos.

Neste ponto, num momento o mundo colapsa e por outro lado se une contra um inimigo comum, o coronavírus/COVID-19, se desenha novas formas de fazer negócio interna e externamente. No mundo empresarial, inúmeros são os questionamentos em situações jurídicas já formalizadas e à frente novas que se desenham, carregadas com as cores do ineditismo, eis que para a imensa maioria, pandemia é algo inédito tal qual suas consequências em todos os planos da vida cotidiana.

Quanto ao empresariado brasileiro, apesar firme otimismo que vinha permeando o meio corporativo até início  de 2020, com a perspectiva de reformas estruturantes, como a tributária, houve forte golpe no entusiasmo decorrente da pandemia, que superou as raias da saúde, passando a afetar diretamente a vida política e econômica (não necessariamente nesta ordem) e planos de todos os cidadãos dentre os quais os empresários.

Dentro deste contexto, sem pretender esgotar a matéria mas dando nossa modesta contribuição para o reflexão no atual cenário, inúmeras são as alterações legislativas e possibilidades de questionamentos jurídicos, como por exemplo, os decorrentes de contratos celebrados junto às instituições financeiras, que podem ser revistos à luz da Teoria da Imprevisão e da Onerosidade Excessiva.

Referida Teoria, advoga a tese de que, ao se tornar excessivamente oneroso para qualquer das das partes, tal qual como no caso de guerras, o contrato pode ser revisionado a fim de que seja restabelecido o equilíbrio contratual, sendo medida de clara justiça contratual

À toda evidência, que a pandemia de COVID-19 atualmente vivenciada, se enquadra perfeitamente nesta definição, uma vez que, os contratos bancários foram celebrados em um momento econômico bem diverso do atualmente vivido por todos, no qual o mercado sofreu uma brutal alteração de paradigmas sendo necessária sua correção na quadra jurídica,   cuja relação de pertinência coma onerosidade excessiva, dá esteio a base jurídica apta a revisão dos contratos bancários, em busca do equilíbrio contratual e a fim de que se evitem excessos de parte a parte, não havendo qualquer sentido na manutenção de cláusulas contratuais que se tornaram, por força da pandemia, completamente inviáveis de serem cumpridos nos moldes outrora pactuados.

Desta forma, neste ecossistema empresarial, concluímos acerca da importância da negociação caso a caso de cada contrato, visando o realinhamento contratual e a construção de soluções taylor made, onde prevaleça o bom senso, equilíbrio e adequação ao momento vivido e a fim de que não se mate a prefalada “galinha dos ovos de ouro”, representada pelos intrépidos empresários que insistem com suas empresas e na geração de emprego e renda, num cenário atualmente nebuloso, mas que se espera sedimentado num novo horizonte e forma de se fazer negócios, cuja capacidade de adaptação, marca do empresariado brasileiro, tem sido testada desde tempos imemoriais e se sagrado vencedora até hoje. Avante!   

*Advogado nas áreas Empresarial e Tributária. Sócio do Farina Ventrilho Advogados. Contato: lc@farinaventrilho.com.br e (81) 98888 4040.


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Comentários

Neomar de Araújo Campos

Acredito que suas brilhantes palavras vem ao encontro de que negociar e atingir sua plenitude num acordo visando o melhor para ambas as partes é e será sempre a melhor solução. Parabéns, repito pelas belas palavras.

Carla Sampaio

Tema de grande relevância no momento que estamos vivendo. Parabéns pela explanação!!!!

Dênio Fernando Rezende Vieira

Parabéns pela reflexão. Sempre precisamos de bom senso. E aprender com os novos tempos.

Antônio Ferreira Cavalcanti Junior

Amigo Farina , gostei do seu artigo , vou esperar pela segunda parte. Concordo com você , entretanto como não sabemos que País vai sair dessa pandemia, a preocupação também é como vamos fazer isso. Um abraço

Eugenio Maranhão Alves

É isso Dr. Luiz Claudio , bom senso é a melhor cláusula .



23/05


2020

Paulista reduz salário dos servidores

Blog Ponto de Vista

O prefeito do Paulista, Junior Matuto, através do Decreto 051/20, reduz os salários dos Cargos em Comissão da Administração Direta e Indireta e de todas as Gratificações Transitórias. Os servidores em atividade de Saúde e de Segurança ficam de fora deste decreto. O ajuste é escalonado, com percentual variando dos maiores salários, com um desconto de 12% para o prefeito, o vice, secretários e executivos, até 6% para os menores cargos de chefia e diretorias.

Esta decisão passa a fazer parte de um pacote de medidas de contenção adotadas desde março, com o surgimento da pandemia do novo coronavírus, quando a Prefeitura iniciou uma série de ajustes financeiros. Porém, estas medidas não foram suficientes para evitar um possível colapso nas finanças do município, que vem sofrendo com a queda na arrecadação. Para manter a máquina funcionando, em especial a rede municipal de Saúde e os serviços considerados essenciais, como a manutenção da cidade, os ajustes agora foram ampliados, contemplando também a folha de pagamento salarial.

Esta é a segunda vez que o prefeito Junior Matuto recorre à redução dos salários para enfrentar dificuldades financeiras. Para escapar da crise econômica mundial de 2015, o prefeito tomou diversas medidas de contingenciamento. “Tentamos evitar esta decisão, pois, sabemos o quanto é fundamental contar com nossos colaboradores. Mas espero que todos entendam o momento que precisa de resiliência e sacrifícios. Diferente de vários municípios e estados podemos nos orgulhar que nossa gestão não exonerará e nem atrasará salários mesmo diante deste momento brutal. Precisamos continuar com nosso trabalho conjunto, uma vez que, quando essa guerra passar, muitas lições positivas ficarão”, frisou o prefeito Junior Matuto.

De acordo com a Secretaria Municipal de Finanças, só no mês de abril, Paulista perdeu R$ 8 milhões de receita em comparação com o mesmo período de 2019. O montante inclui repasses da União (FPM e Fundeb) e do Governo do Estado (ICMS), além dos tributos municipais (ISS e IPTU). Com base nesses números, e levando em consideração que a tendência é o endurecimento necessário das medidas de isolamento social, o município pode encerrar o ano de 2020 com uma arrecadação de R$ 70 milhões a menos do que havia sido projetado no ano passado.

Esta adequação das despesas da máquina pública municipal começou em março passado, com a redução de 20% nos valores dos contratos de fornecedores e prestadores de serviço; suspensão de pagamento compulsório de vale transporte, com liberação da pecúnia de forma proporcional para quem continua trabalhando; suspensão dos contratos de terceirizados e de estágio; entre outras, para evitar que a máquina pública entrasse em colapso financeiro. “Estamos adotando essas ações para continuar direcionando os recursos da melhor forma e evitar que o pior ocorra que é a demissão de cargos em Comissão em momento de total vulnerabilidade ou atraso do pagamento da folha salarial”, citou o secretário municipal de Administração, Alessandro Correa.

Com a possibilidade de equilibrar as contas e direcionar os recursos contingenciados, Paulista vem trabalhando para conter o avanço do coronavírus. O município já investiu cerca de R$ 2,3 milhões na estruturação da rede Covid-19 e entregou um hospital de campanha, no Clube do Nobre, com 60 leitos de retaguarda. A unidade é regulada pelo Governo do Estado, que tem encaminhado os pacientes em conclusão do tratamento.

A manutenção da cidade também continua. Sabendo da importância deste serviço, o prefeito Junior Matuto decidiu evitar o contingenciamento de recursos na área, intensificando a agenda das duas ações mais importantes de manutenção: a Limpeza Urbana e a Operação Inverno, a gestão investe quase R$ 4 milhões por mês.


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23/05


2020

Da série doidice tropical

Por Angelo Castello Branco

Há uma crise de natureza ética na mídia brasileira. Frases são cortadas ao meio deturpando e dando um sentido completamente inverso em relação ao que de fato foi dito.

A paixão ideológica está comprometendo a credibilidade. Não importa se a deturpação atinja a direita ou a esquerda. A má-fé da edição de um jornal ou de uma postagem na rede social tem um efeito devastador. São muitos os exemplos. Desde a famosa edição do debate da TV Globo em 1989 entre Lula e Collor até os noticiários de ontem e de hoje.

Um grande jornal disse hoje que Bolsonaro, na polêmica reunião e 22 de abril, defendeu que o povo seja armado. Quando na verdade ele disse que o povo deve se armar para combater ditaduras.

Pessoalmente sou contra qualquer tipo de arma. Mas a favor da informação correta e honesta, tenha ela o endereço e as consequências que tiverem.

As pessoas são responsáveis pelo que dizem. E a imprensa deve ser responsável pela informação correta. Simples assim.


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Comentários

Fernandes

Esse Ângelo Castello Branco, é chato desde do governo Joaquim Francisco.

Alberto Costa Santos

O povo armado depende de leis pra isso, é o que Bolsonaro sempre prometeu. Esse Castelo Branco quer enganar quem?