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Governo Lula mapeia traições em votação sobre Messias, vê rasteira do MDB e prevê exonerações

Horas depois da derrota no Senado, o presidente Lula (PT) e aliados mapearam traições na votação que culminou na rejeição do nome de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) na noite de quarta-feira (29).

Em reunião na residência oficial da Presidência, o Palácio da Alvorada, logo após o fim da votação, integrantes do governo e aliados identificaram dissidências no MDB e no PSD, em um conluio conduzido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). As informações são da Folha de S. Paulo.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizou, em conversa com aliados na noite dessa quarta-feira (29), que deve escolher um novo nome e não pretende deixar para o próximo governo a prerrogativa de indicar um novo ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Reunido com aliados do governo no Palácio da Alvorada, Lula afirmou que deve escolher um novo nome para a Corte, ainda que não de forma imediata. A expectativa, segundo relatos, é que a indicação ocorra nas próximas semanas. As informações são do g1.

A posição foi discutida após a rejeição, pelo Senado Federal, do nome de Messias, indicado pelo presidente. Lula disse a interlocutores que recebeu com tranquilidade a decisão do Congresso Nacional. Messias, inclusive, estava na reunião.

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O empresário e pré-candidato a deputado federal Robson Ferreira (Podemos) afirmou, em vídeo gravado no Moda Center Santa Cruz, em Santa Cruz do Capibaribe, que o setor de confecções pode ser impactado por uma proposta de aumento de tributos sobre malhas importadas. Segundo ele, cerca de 50% da matéria-prima utilizada no polo vem da China e a possível taxação de US$ 5,50 por quilo elevaria o custo do insumo de aproximadamente R$ 25 para R$ 60. “Os importadores não vão trazer mais malha, vai faltar produto aqui no Brasil. Consequentemente, confecções vão quebrar”, declarou.

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A tentativa de comemorar antes da hora terminou em constrangimento público e, mais revelador ainda, em silêncio digital. A governadora Raquel Lyra (PSD) apagou o post em que celebrava antecipadamente um resultado que não lhe pertencia. O gesto, longe de apagar o erro, escancarou o tamanho do equívoco.

A pressa em capitalizar politicamente um fato — a ida de Jorge Messias para o STF, quando aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, sem ter sido votada em plenário — acabou transformando uma tentativa de protagonismo em um grande mico político.

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Diante das frequentes quedas de energia em Pernambuco, o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), junto com o deputado federal Lula da Fonte (PP), apresentou o Projeto de Lei nº 1930/2026, que obriga concessionárias a ressarcirem integralmente consumidores por danos materiais causados por falhas na prestação de serviços. A proposta também se estende a outros serviços públicos, como o abastecimento de água.

Pelo texto, os usuários terão direito à reparação por prejuízos como alimentos estragados, equipamentos danificados e perdas em pequenos negócios. O projeto prevê a simplificação do processo de comprovação dos danos, com foco em facilitar o acesso à indenização por pessoas físicas, microempresas e empresas de pequeno porte.

A proposta também estabelece a possibilidade de indenização por danos morais coletivos em casos de interrupções reiteradas e graves. “Não é justo que a população continue pagando a conta pela má prestação de serviços essenciais. Quem sofre prejuízo com queda de energia, falta de água ou falhas graves precisa ter o direito garantido de ser ressarcido de forma rápida e justa”, afirmou Eduardo da Fonte.

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Alcolumbre desmoraliza Lula

A maior derrota de Lula tem um algoz: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB-AP). Nos bastidores, ele articulou voto a voto para desmoralizar o governo, mostrando força e liderança. Nunca na história se viu algo tão avassalador. Nunca um governo errou tanto na articulação e na condução do processo.

A derrota materializada ontem foi anunciada e prevista desde novembro, quando o próprio presidente do Senado liderou uma rebelião contra a indicação de Jorge Messias, porque queria e defendia outro nome bem mais assimilável: o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG). O governo foi alertado o tempo todo que Messias não passava.

O deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE) se reuniu, nesta quarta-feira (29), em Brasília, com os ministros do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias, e do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, para tratar de medidas que podem afetar o Polo de Confecções do Agreste pernambucano. Entre os temas discutidos estão a não aplicação de medidas antidumping e o possível aumento da alíquota de importação sobre produtos de poliéster.

A pauta envolve diretamente o setor têxtil da região, que abrange municípios como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru, e depende desses insumos para a produção. Segundo o parlamentar, a discussão tem sido acompanhada desde o ano passado, em articulação com gestores municipais, lideranças locais e representantes do setor produtivo.

O encontro contou ainda com a participação do ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe José Augusto Maia. Durante a agenda, também foi feito convite aos ministros para o lançamento do programa Recria Moda Santa Cruz, previsto para a próxima segunda-feira (4), iniciativa voltada à reciclagem de tecidos no Agreste.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse após a derrota no Senado que passou por um processo de “desconstrução” durante a campanha pela vaga ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele recebeu 34 votos, sete a menos do que o mínimo necessário para ser aprovado.

— Lutei o bom combate, como todo cristão. Sei que a minha história não acaba aqui. Eu tenho 46 anos, tenho história, tenho currículo, tenho uma vida limpa. Passei por cinco meses um processo de desconstrução da minha imagem. Toda a sorte de mentiras para me desconstruir ocorreu. Nós sabemos quem promoveu tudo isso— disse Messias. As informações são do jornal O GLOBO.

Por Mônica Bérgamo – Jornal O GLOBO

A relação do governo Lula com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está comprometida de forma definitiva depois da derrota imposta por ele para que Jorge Messias pudesse ser aprovado para o STF (Supremo Tribunal Federal).

GOSTO AZEDO
O sentimento, dizem interlocutores do presidente da República, é de frustração com Alcolumbre. Apesar dos discursos oficiais de que Lula vê a derrota com tranqulidade, o sentimento de indignação é grande.

AZEDO 2
Antes mesmo de conhecido o resultado, aliados do petista afirmavam que Alcolumbre deverá “sofrer”, já que jogou todo o seu peso contra a aprovação de Messias, causando inclusive constrangimentos ao governo.

JORNAL O PODER

O Poder vem noticiando reiteradamente que a governadora Raquel Teixeira Lyra vive pegando carona em programas e feitos alheios. Amorcegando feito dos outros, como se falava em Caruaru antigamente. Dessa vez, a esperteza foi demais e comeu a esperta.

Sem nunca ter movido um beliro pela aprovação de Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, correu para ser a primeira a comemorar o feito e sair bem na fita. Como se diz no popular, quebrou a cara. Como já se sabe, Messias perdeu pela primeira vez na história uma indicação presidencial para o STF. Raquel teve que engolir essa.

A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (29), a comissão especial que vai debater a PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o fim da jornada de trabalho 6×1.

O colegiado confirmou o deputado Alencar Santana (PT-SP) como presidente e o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) como relator da proposta. Os nomes foram escolhidos pelo presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), e anunciados na tarde da terça-feira (28). As informações são da CNN.

O pré-candidato a deputado estadual Anderson Luiz (PSD) anunciou, nesta quarta-feira (29), o apoio do vereador Wagner do Santa Rosa e do ex-vereador Edjailson da Caruforró, ambos ligados ao PDT e próximos ao grupo do ex-prefeito José Queiroz. A adesão amplia a base política do pré-candidato no município de Caruaru.

Nas últimas eleições municipais, Wagner do Santa Rosa obteve 2.364 votos, enquanto Edjailson da Caruforró somou 1.490 votos. “Recebo esse apoio com muita alegria e senso de responsabilidade. Wagner e Edjailson são lideranças reconhecidas, que conhecem de perto a realidade de Caruaru”, afirmou Anderson Luiz.

O senador Espiridião Amin (PP-SC) afirmou nesta quarta-feira (29) que as indicações para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) têm sido feitas com base em critérios como proximidade pessoal e idade, com o objetivo de garantir mandatos mais longos.

Segundo o parlamentar, atualmente, para ser indicado à Suprema Corte é preciso ser “amigo do peito” e “jovem”, e essa lógica “não é republicana”, pois ultrapassa não apenas o período de governo responsável pela indicação, mas também a expectativa de vida dos indicados.

O senador participa da sabatina do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para a cadeira de ministro do Supremo. O AGU tem 46 anos, atualmente, o ministro mais jovem da Corte é Cristiano Zanin, também indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 48 anos.

O Senado rejeitou, por 42 votos a 34, a indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quarta-feira (29). O ex-advogado-geral da União passou pelo crivo do Congresso depois de cinco meses de impasse envolvendo a indicação feita pelo Planalto.

Para a aprovação no plenário, eram necessários ao menos 41 votos. O governo calculava ter o apoio de 45 senadores, enquanto integrantes da oposição afirmavam ter ao menos 30 votos contrários. A votação é secreta, o que implicou incerteza nas estimativas.

A votação no plenário da Casa Alta foi realizada depois de oito horas de sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). No colegiado, o placar foi de 16 votos a 11. As informações são da CNN.

Por Anthony Santana – Blog da Folha

A governadora Raquel Lyra (PSD)aproveitou a assinatura da concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário para rebater críticas da oposição sobre um possível aumento nas tarifas. A cerimônia ocorreu na manhã desta quarta-feira (29), no Palácio do Campo das Princesas.

Durante a cerimônia, no Palácio do Campo das Princesas, na manhã desta quarta-feira, a gestora enviou um recado indireto aos opositores para que não prestem o que chamou de desserviço ao povo de Pernambuco.

O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) celebrou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de proposta de emenda à Constituição que destina 1% do orçamento da União, dos estados e dos municípios para a assistência social no país, incluindo o financiamento dessas políticas no texto constitucional.

“Colocar essa garantia na Constituição é fortalecer as políticas de assistência social e reafirmar o compromisso com a superação das desigualdades do nosso país”, declarou.