Em João Alfredo, no Agreste Setentrional, a 107 km do Recife, o prefeito Zé Martins (PSB) lidera com folga a pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com este blog, para prefeito do município. Se as eleições fossem hoje, ele teria 66.9% das intenções de voto, 44 pontos de vantagem em relação à Vânia de Oim (Podemos), que aparece com apenas 20,3%.
Brancos e nulos somam 3,1% e indecisos 9,7%. Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do seu candidato preferencial sem ajuda do disquete com todos os postulantes, Zé Martins mantém uma dianteira maior. Aparece com 62,3% das intenções de voto ante 18% de Vânia de Oim. Neste cenário, 2,3% dizem que podem anular o voto e indecisos somam 17,1%.
No quesito rejeição, Vânia de Oim lidera. Entre os entrevistados, 52% disseram que não votariam nela de jeito nenhum. Já o prefeito Zé Martins aparece com 21,7% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Entre os eleitores que estão firmes, sem chances de mudar o voto, 61,4% são do prefeito e 16,3% da adversária.
Estratificando o levantamento, Zé Martins tem seus maiores percentuais de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (74,1%), entre os eleitores com grau de instrução até a 9ª série (72%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários (67,7%). Por sexo, 69,9% dos seus eleitores são homens e 64,1% são mulheres.
Já Vânia de Oim tem seus maiores indicadores de voto entre os eleitores com grau de instrução superior (43,5%), entre os eleitores na faixa etária de 25 a 34 anos (29,4%) e entre os eleitores com renda familiar entre dois e cinco salários (21,8%). Por sexo, 21,2% dos seus eleitores são mulheres e 19,3% dos seus eleitores são homens.
A pesquisa foi a campo entre os dias 20 e 21 de agosto, sendo aplicados 350 questionários. O intervalo de confiança estimado é de 95,0% e a margem de erro máxima estimada é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais (face a face) e domiciliares. A pesquisa está registrada sob o protocolo PE-02297/2024.
Os tratamentos não invasivos vêm revolucionando o cuidado de pacientes com depressão e dores crônicas, oferecendo alternativas modernas, seguras e eficazes sem a necessidade de cirurgias ou longos períodos de recuperação. Entre os principais avanços destacam-se o bloqueio simpático venoso e a Estimulação Magnética Transcraniana, técnicas que atuam diretamente no sistema nervoso promovendo melhora significativa da dor, do humor, da ansiedade e da qualidade de vida.
A Estimulação Magnética Transcraniana utiliza campos magnéticos para estimular áreas cerebrais relacionadas às emoções e à percepção da dor. O procedimento é realizado em consultório, sem anestesia e sem necessidade de afastamento das atividades diárias. Além de apresentar poucos efeitos colaterais, a técnica se torna uma excelente opção para pacientes que não toleram medicamentos ou que não tiveram boa resposta aos tratamentos convencionais.
Já o bloqueio simpático venoso auxilia na redução da hiperatividade do sistema nervoso simpático, frequentemente envolvida em dores crônicas persistentes, fibromialgia, enxaqueca e outras síndromes dolorosas. Muitos pacientes relatam melhora da dor, do sono, da tensão muscular e até do bem-estar emocional após o tratamento.
Outro grande benefício dessas abordagens é a possibilidade de reduzir o uso contínuo de medicamentos, evitando efeitos colaterais como sonolência, ganho de peso, dependência química e prejuízo cognitivo. Além disso, por serem procedimentos seguros e minimamente desconfortáveis, apresentam maior aceitação e adesão por parte dos pacientes.
A medicina atual busca cada vez mais tratamentos que unam eficácia, segurança e qualidade de vida. Nesse contexto, terapias não invasivas representam um importante avanço no tratamento integrado da depressão e das dores crônicas, permitindo que o paciente recupere funcionalidade, autonomia e bem-estar físico e emocional.
*Médico pós-graduado em Psiquiatria e neurologia Clínica.
O primeiro sentimento de amor que tive, o maior de todos, veio de minha mãe Margarida na infância, que em vida se revelou, literalmente, numa flor margarida. Neste domingo das mães, reafirmo que tive uma mãe doce, amável, mas dura no trato.
Que o diga meu pai Gastão, que perdeu alguns votinhos preciosos para sua eleição de vereador pelo afobamento de mamãe. Mas tudo na vida tem lá sua razão e limites. Certa vez, mamãe estava aguando o quintal da nossa casa em Afogados da Ingazeira e se depara com um bêbado intrépido, que exige que ela lave os seus pés por ser eleitor de meu pai.
Mamãe pegou ar. “Eu não lavo nem os pés do meu marido, imagine os de quem não conheço. Tome vergonha na cara!”. E assim foi logo dando o tom da sua indignação e depois o expulsou do seu quintal.
Mamãe era temperamental, de não levar desaforos para casa. Papai já era um tremendo engolidor de sapos, extremamente conciliador. Mamãe dizia que odiava política, mas de vez em quando eu a flagrava pedindo votos para o marido amado.
E depois para Augusto Martins, meu irmão, que repetiu a história do meu pai: quatro vezes vereador, vice-prefeito do município. “Quem inventou política foi o diabo”, dizia ela. Mas mamãe sabia de tudo que rolava na política. Foi criada ouvindo as admoestações de dom Mota e depois dom Francisco pela rádio Pajeú de Afogados da Ingazeira.
Católica ardorosa, mamãe me levava para a igreja todos os dias do mês de maio, o mês mariano. Não sei para que, na verdade, porque mal começava a missa, eu já estava dormindo no seu colo. Que saudade daquele colo cheiroso, caliente e acolhedor! Mãe jamais devia morrer. É um ser divino, misericordioso.
Quanta saudade sinto neste Dia das Mães da minha flor margarida! Era alegre e jovial. Adorava um bom vinho e dizia, em tom de brincadeira: “Quer vinho, venha”. Gostava de dançar. Foi rainha do Clube da Terceira Idade. Ninguém animava com tanta energia essa confra do que ela.
Neste Dia das Mães, o amor está em alta. Não há um amor mais natural, sincero e leal do que o amor de mãe. O amor de mãe é o combustível que capacita um ser humano comum a fazer o impossível. Mãe ouve o coração bater fora do corpo e se emocionar com cada batida.
Amor de mãe é o único que nasce antes mesmo do primeiro olhar e permanece para sempre. Mãe é a personificação do amor incondicional, a força que nos guia e o refúgio que nos acolhe.
O amor de mãe não conhece limites, distância ou dificuldade. Se descrever o amor já é uma tarefa difícil, imagina descrever o amor de mãe! O amor de mãe é força que enfrenta o impossível, abrigo que acolhe sem limites e entrega que nada exige em troca.
É um sentimento único, capaz de atravessar desafios e permanecer eterno no coração. Reconhecer essa grandiosidade inspira gratidão, fortalece vínculos e ajuda a valorizar o maior amor que existe. O amor de mãe é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.
E Machado de Assis tinha razão: amor de mãe é a mais elevada forma de altruísmo. Uma das maiores forças do universo reside no amor de mãe.
É de Carlos Drumond, o maior de todos os poetas: “Mãe não tem limite / É tempo sem hora / Luz que não apaga”. “A mãe dá ao filho o que tira de si mesma: o sono, a melhor comida, em alguns casos até a sua saúde”, protagonizou Friedrich Nietzsche, grande pensador e poeta alemão.
Para mães ausentes, Carlos Drummond de Andrade reflete sobre como elas sempre permanecem por perto e dentro da gente porque são feitas de eternidade: “Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade.”
Com Mario Quintana, aprendemos que as palavras de louvor às mães nunca serão suficientes se comparadas ao amor que elas nos dedicam. “Para louvar a nossa mãe, todo bem que se disser nunca há de ser tão grande como grande o bem que ela nos quer.”
A Honda Pop já é vendida no Brasil há quase 20 anos. Neste período, chegou a 2,2 milhões de unidades produzidas. Apenas a CG, do final de 1976, e a Biz, de 1998, podem ostentar números maiores. Então, para manter esse sucesso intacto e atender a uma demanda crescente, o modelo chega à sua sexta geração (já como linha 2027) com algumas melhorias. Lançada há dois anos, ela estabeleceu a base para o subsequente aperfeiçoamento apresentado. A receptividade dos usuários ao sistema de transmissão semiautomático de quatro marchas e também à partida elétrica resultou em uma melhora importante na facilidade de pilotagem.
Este é o aspecto que foi evoluído nesta versão 2027, que traz elementos que tornarão o uso do modelo ainda mais fácil, prático e simples, tendo em vista que grande parcela dos clientes – mais de 75% de acordo com pesquisas realizadas junto aos concessionários Honda – estreiam no mundo das duas rodas motorizadas exatamente com uma Pop. A eliminação do pedal de freio é uma das principais características da Pop110i ES 2027. O comando foi substituído pela alavanca operada pela mão esquerda.
Deste modo, a atuação no sistema de freios agora ficou mais intuitiva para a maioria dos novos usuários da Pop — que agora se valem da mesma lógica de frenagem aplicada às bicicletas, na qual se usam apenas as mãos, porém seguindo o esquema de scooters como a Honda Elite: alavanca direita que comanda exclusivamente o freio dianteiro e a esquerda que atua no freio dianteiro e traseiro dentro do conhecido sistema CBS – Combined Brake System. Outra importante inovação da Pop 110i ES 2027 é a adoção de rodas de liga-leve equipadas com pneus sem câmara, o que contribui para uma maior segurança e facilidade de reparação em caso de perda de pressão ocasionada por furo.
Tapa no visual – E quanto à evolução estética? Permanece a característica, mas o novo design permite uma instantânea identificação desta 6ª geração, reforçando a imagem de robustez sem alteração da aparência ágil e leve, elementos de atratividade importantes para motociclistas estreantes e/ou inexperientes. O conjunto de carenagens é totalmente novo, mas a atualização não alterou a aparência essencial do modelo, que valoriza superfícies mínimas e pouco sujeitas a quebra em caso de pequenas quedas, como podem atestar o posicionamento dos pisca-piscas, aderentes à carenagem, protegidos de eventuais danos. A chegada da partida elétrica na geração anterior foi um fator de praticidade, que ganhou relevância ao considerarmos que o modelo é, para muitos, o primeiro veículo a motor.
Poder contar com um simples botão para acionar o motor no lugar do pedal de partida, que naturalmente exige não apenas força física como prática para ser efetivo, aproximou a Pop de usuários inexperientes e do público feminino. Também o sistema de câmbio semi automático rotativo foi fator de democratização do modelo, descomplicando a pilotagem por dispensar a operação manual da embreagem. Outro item facilitador é a conformação da alavanca de câmbio, que permite o uso da ponta do pé e do calcanhar, facilitando a operação por calçados com salto. O motor permanece inalterado: é um monocilíndrico arrefecido a ar. A potência máxima é de 8,43cv e torque de 0,945 kgfm. O preço público sugerido, base de São Paulo, sem frete ou seguro, é de R$ 10.588.
A BMW e seus 2 milhões de elétricos – Um sedã BMW i5 M60 xDrive, montado em Dingolfing, é o veículo 100% elétrico de número dois milhões produzido pelo BMW Group. O veículo comemorativo será entregue a um cliente na Espanha. A planta de Dingolfing iniciou a produção em série de automóveis 100% elétricos em 2021, com o BMW iX. Hoje, a unidade produz a maior variedade de modelos BEV dentro do BMW Group: BMW iX, BMW i5 sedã e Touring, e BMW i7. Desde 2021, mais de 320 mil veículos 100% elétricos já foram produzidos na unidade. Isso significa que quase um em cada seis dos dois milhões de BEVs produzidos pelo BMW Group saiu de Dingolfing. Em 2025, mais de um quarto dos veículos produzidos na planta de Dingolfing eram 100% elétricos.
Audi lança novos Q5 e SQ5 – A representação brasileira da alemão acaba de anunciar a linha 2026 do Audi Q5 e Audi SQ5. Os modelos receberam tecnologias inéditas, mudanças visuais e ampliaram a lista de equipamentos que reforçam a segurança — como os novos equipamentos de condução semiautônoma. Os modelos já estão disponíveis na rede de 42 concessionárias da marca com preços a partir de R$ 450 mil (Audi Q5), R$ 480 mil (Q5 Sportback), R$ 645 mil (SQ5) e R$ 660 mil (SQ5 Sportback). As novas gerações do Q5 e SQ5 chegam com novas tecnologias para acirrar a disputa do mercado de utilitários médios de luxo. Entregam, por exemplo, segurança e conectividade com a introdução do Audi connect por meio do aplicativo myAudi. Enquanto o Q5 ganhou novos itens de assistência e segurança e o sistema de som assinado Bang & Olufsen 3D, o SQ5 é o primeiro veículo da marca no país a oferecer uma função remota de estacionamento”, afirma Marcos Quaresma, gerente de produto da Audi do Brasil.
Enfim: a terceira geração do Audi Q5 ficou mais potente e eficiente, trouxe itens inéditos e ganhou a nova identidade visual global da marca das quatro argolas. Além disso, o modelo é o primeiro SUV da fabricante e o segundo no Brasil a utilizar a Plataforma Premium para veículos a combustão (PPC). O Q5 é equipado com motor 2.0 TFSI, com potência de 272 cavalos (ante 265 cv da antiga geração)e 40,79 kgfm de torque. O conjunto é regido pela S Tronic de sete velocidades e transmitido aos eixos pelo sistema de tração quattro. Isso garante aceleração de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos — e a velocidade máxima é de 250 km/h.
McLaren completa oito anos de Brasil – Maio é especial para a McLaren no Brasil. Em 8 deste mês, em 2018, foi inaugurada a McLaren São Paulo, primeira concessionária da marca no país e marco zero da abertura da loja aos clientes, na rua Fiandeiras. O espaço funcionou até a inauguração da concessionária atual, na rua Clodomiro Amazonas, 1000 — por coincidência, também em 8 de maio, no ano passado. “A McLaren tem um nome muito tradicional, já conhecido dos brasileiros que acompanham automobilismo e a Fórmula 1 em particular. Tínhamos a missão de mostrar que os carros de rua da McLaren estavam à altura da trajetória da marca nas pistas”, afirma Henry Visconde, presidente da McLaren São Paulo.
Fundada por Bruce McLaren em 1964, a McLaren dedicou-se inicialmente à produção de carros de corrida para categorias de carros esporte e protótipos. A estreia na Fórmula 1 aconteceu em 1966, e atualmente a McLaren é a segunda equipe mais antiga da categoria, além de ser uma das mais vitoriosas: conquistou 13 títulos de pilotos e dez de construtores até o fim da temporada de 2025. Além disso, a McLaren tem vitórias nas 500 Milhas de Indianápolis e nas 24 Horas de Le Mans. É uma das pouquíssimas marcas vencedoras da “Tríplice Coroa” do automobilismo, que inclui as duas provas mencionadas e mais o GP de Mônaco de Fórmula 1.
Mercado: BYD se destaca – Medo das chinesas? É melhor rever seus conceitos. A BYD, por exemplo, está crescendo no Brasil muito acima da média do mercado. Aliás, o crescimento é até quatro vezes maior do que as marcas tradicionais. De janeiro a abril, foram 56,1 mil automóveis e comerciais leves — ou 86% a mais do registrado no mesmo período do ano passado e a metade das 112,8 mil unidades que vendeu ao longo de todo os doze meses do ano passado. Se continuar nesse ritmo, vai passar, por exemplo, a Toyota, a quinta mais vendida, e a Hyundai, que vendeu 60,1 mil veículos de janeiro a abril. A Toyota teve recuo de 13%. A Nissan, queda de 14%. A Jeep manteve-se na média.
No geral, o fato é: os eletrificados ganham cada vez mais espaço. A Fenabrave mostrou esta semana que 138.886 carros e comerciais leves elétricos e híbridos foram vendidos de janeiro a abril. Isso é uma alta de 97,2% sobre o mesmo período de 2025, quando foram emplacadas 70.433 dessas unidades. Se levarmos em conta apenas os híbridos, as vendas no acumulado do quadrimestre atingiram 90.485 veículos, numa alta de 71,53% sobre janeiro a abril de 2025.
Mercado 1: produção é 4,9% maior – A produção de veículos no Brasil está se recuperando. Aprodução de 2026, por exemplo, cresceu 4,9% no primeiro quadrimestre deste ano — incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Foram produzidos 872,6 mil veículos ante 831,6 mil nos primeiros quatro meses do ano passado. Desses, 826,6 mil automóveis e comerciais leves — ou 6,2% a mais. Já caminhões e ônibus, que mostra como está a atividade econômica do país, teve recuo de quase 13%, puxado particularmente pela queda no segmento de transporte de carga. No mês passado, saíram das linhas de montagem 238,5 mil veículos, 2,4% a mais do que em abril de 2025, mas 9,4% abaixo das 263,6 mil unidades de março, que ficaram muito além das expectativas.
Sonic vai custar de R$ 130 mil a R$ 136 mil – A General Motors definiu os preços do novo SUV Sonic, que chega em duas versões, a Premier e a RS: R$ 129.990 e R$ 135.990. O modelo é produzido em Gravataí, no Rio Grande do Sul, e está posicionado entre o Onix Activ e o Tracker, com motor 1.0 turbo de injeção direta. Os próprios executivos da empresa consideram que ele, “inaugurando um novo momento da Chevrolet no país”, barre as quedas de vendas da companhia (que tem perdido espaço no mercado).
O Sonic estreia a nova geração do sistema Chevrolet Intelligent Driving, um conjunto de assistentes de segurança que monitora em tempo real o ambiente ao redor do automóvel por meio de uma câmera frontal de alta resolução. A área de cobertura foi ampliada em relação à geração anterior e é capaz de identificar veículos, pedestres e ciclistas, contribuindo para prevenir acidentes. O SUV tem painel digital, multimídia com Wi-Fi embarcado e OnStar, alerta de colisão com sistema de frenagem automática de emergência, assistente de estacionamento, ar-condicionado digital, sistema de iluminação full LED e rodas de liga leve de 17 polegadas etc.
Jaecoo 7 Elite esgota 500 unidades num fim de semana – A Omoda & Jaecco registrou um marco interessante: o lote inicial de pré-venda do Jaecoo 7 Elite, limitado a 500 unidades, foi totalmente reservado em apenas um dia útil, durante o primeiro final de semana de maio. Ao todo, mais de dois mil clientes se declararam interessados no SUV. Diante da alta demanda, a empresa anuncia a abertura de um novo lote de mil unidades do modelo, mantendo as condições especiais de pré-venda, com valor de R$ 180 mil. As reservas duram até este domingo (10).
Dia do Automóvel: hábitos para prolongar a vida útil – Celebrado em 13 de maio, o Dia do Automóvel é uma oportunidade para reforçar a importância dos cuidados com um bem que faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Mais do que um meio de transporte, o carro desempenha papel fundamental nos deslocamentos diários, no trabalho e nos momentos de lazer. Para garantir desempenho, segurança e confiabilidade ao longo dos anos, a manutenção preventiva e a adoção de hábitos simples no dia a dia são essenciais. Essas práticas ajudam a preservar o veículo, evitar gastos inesperados e prolongar sua vida útil. Pensando nisso, a Promax Bardahl, marca especializada no desenvolvimento de aditivos e lubrificantes automotivos, reuniu cinco cuidados essenciais que todo motorista precisa adotar para manter o veículo em boas condições por muito mais tempo. Confira:
Troque o óleo no prazo recomendado – A troca de óleo é um dos cuidados mais importantes para a saúde do motor. Responsável por lubrificar os componentes internos, o óleo reduz o atrito entre as peças e previne desgastes prematuros. “Quando a substituição não é feita no intervalo correto, o motor passa a operar em condições inadequadas, o que pode provocar superaquecimento, perda de eficiência e danos progressivos. Em geral, a recomendação é realizar a troca a cada 5 mil quilômetros para uso em serviço severo – e a cada 10 mil quilômetros para uso em serviço normal, sempre seguindo as orientações do fabricante”, afirma Arley Silva, gerente de Engenharia e Sucesso do Cliente, da Promax Bardahl.
Abasteça em postos de confiança – A qualidade do combustível impacta diretamente o desempenho e a durabilidade do veículo. Combustíveis adulterados podem comprometer componentes do sistema de alimentação e causar falhas que, muitas vezes, só se tornam perceptíveis com o passar do tempo. “Optar por postos de confiança e desconfiar de preços muito abaixo da média são medidas simples, mas fundamentais para proteger o motor, preservar o desempenho do veículo e evitar prejuízos futuros”, comenta Arley.
Utilize aditivos de forma correta – Quando aplicados adequadamente, os aditivos de combustível auxiliam na limpeza das peças internas do motor, protegem componentes internos e contribuem para redução no consumo de combustível. No entanto, o especialista explica que, para esses benefícios serem alcançados, é essencial utilizar o produto correto, na dosagem e periodicidade recomendadas. “Os aditivos são formulados para atender às necessidades dos motoristas, assegurando que, quando utilizados nos intervalos recomendados e no combustível adequado, contribuem para evitar o acúmulo de resíduos, minimizar o desgaste interno e otimizar a eficiência do veículo.”
Mantenha o tanque sempre acima da reserva – Rodar frequentemente com o tanque na reserva pode causar danos ao sistema de alimentação de combustível. “Isso acontece porque a bomba utiliza o próprio combustível para sua refrigeração e lubrificação. Quando o nível está muito baixo, além de operar em condições inadequadas, a bomba fica mais suscetível a aspirar impurezas acumuladas no fundo do reservatório, o que acelera seu desgaste e compromete o funcionamento do sistema”, explica.
Atenção aos sinais de manutenção – Os veículos costumam dar sinais claros de que algo não vai bem, e reconhecê-los precocemente é essencial para evitar problemas maiores. “Luz de advertência no painel, aumento no consumo de combustível, ruídos incomuns, dificuldade na partida e perda de desempenho são alguns dos principais alertas de que uma revisão pode ser necessária. Identificar esses sinais logo no início ajuda a evitar danos mais graves, reduzir custos de reparo e preservar a segurança no trânsito”, conclui.
O que caracteriza uso severo? – Refere-se a condições que aumentam o desgaste do motor e exigem manutenção mais frequente, muitas vezes presentes na rotina dos motoristas. Situações como trajetos curtos, em que o motor não atinge a temperatura ideal, trânsito intenso com paradas constantes, circulação em vias com poeira, uso com carga elevada e aplicações profissionais com alta frequência de uso estão entre os principais exemplos. Além disso, longos períodos de inatividade também podem comprometer o desempenho, ao favorecer a degradação do lubrificante.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
O pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos (PSB), cumpriu agenda neste sábado (9) em Surubim, no Agreste Setentrional. Ele esteve na feira da cidade pela manhã, onde conversou com comerciantes, frequentadores e toyoteiros. A atividade também contou com a presença do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), além de apoiadores locais.
“Surubim é uma terra muito especial, um polo na região, que representa o Agreste forte, resiliente, de um povo aguerrido. Fiquei feliz de encontrar o calor humano. Eu pude ouvir histórias bonitas e emocionantes da trajetória do nosso conjunto político, histórias que vêm de um tempo de luta, que vêm da eletrificação rural, do Chapéu de Palha. Então, é uma alegria estar aqui e estar dentro de um conjunto político em que acredito e que tem mais do que história; tem compromisso com o futuro, sobre como trazer uma qualidade de vida melhor para o nosso povo”, afirmou João, em entrevista a uma rádio local.
Ao tratar de demandas locais, o pré-candidato mencionou a falta de água como um dos principais problemas relatados por moradores. Ele também criticou a gestão estadual ao comentar a destinação de recursos para o setor. “Um erro muito grave foi ter vendido a Compesa, colocado o recurso todo na conta do estado e não ter deixado isso amarrado para investimentos específicos. Quando esse dinheiro entra na conta do estado sem focalização, perde-se a oportunidade de garantir investimentos permanentes em recursos hídricos”, opinou.
Ainda em Surubim, o pré-candidato esteve na fábrica da Pan Cristal, empresa pernambucana responsável pela produção de mais de 250 itens alimentícios. João enalteceu o empreendimento e lamentou que novas indústrias não estejam sendo atraídas ou nascendo no estado por falta de articulação da atual gestão. “O que a gente tem visto em Pernambuco são placas, tapumes e anúncios, e as coisas não acontecem. Eu fui prefeito e tirei as coisas do papel. Construímos 100 creches no Recife. Já no estado, de 250 prometidas, foram entregues apenas três. Não é só fazer compromisso. É saber executar”, disse.
João Campos também se comprometeu a construir, junto com a população, soluções para demandas históricas, como a duplicação da PE-90 e a regularização cadastral dos toyoteiros, que vêm sofrendo com a inoperância do governo estadual. “Vocês têm o meu compromisso. Vamos fazer uma escuta com a população para buscar essas soluções históricas para a região”, pontuou.
As agendas também foram acompanhadas pelo deputado Rodrigo Farias (PSB), pelo ex-deputado Danilo Cabral (PSB), pela ex-prefeita Ana Célia Farias (PSB), pelo ex-vereador Biu Farias (PSB) e vereadores e outras lideranças locais.
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), chamou de um “ataque à democracia e à separação dos Poderes” a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que suspendeu a chamada Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso Nacional. Moraes determinou ainda pela manhã a suspensão da aplicação da norma. Na véspera, partidos da base governista já haviam recorrido ao STF para contestar a promulgação do texto.
“É uma decisão deplorável em que o ministro Alexandre de Moraes ultrapassa os limites da relação institucional”, afirmou, em nota à imprensa. Caiado também argumentou que esse tipo de atuação contribui para o aumento da polarização política no país.
Ainda, o ex-governador de Goiás classificou a medida como “ativismo judicial” e favorável a um cenário de polarização. “Esse ativismo judicial só faz aflorar e aprofundar a radicalização na política e favorece a polarização dos extremos”, declarou. “Serve apenas como um biombo para desviar os debates próprios do processo eleitoral, dos problemas reais da população, como segurança pública, educação, saúde e transporte público de qualidade”, acrescentou.
“Estimular um debate sem fim sobre o 8 de Janeiro, passando por cima dos representantes eleitos pelo povo ao Congresso, é condenar o Brasil a não ter futuro”, disse.
Por fim, Caiado defendeu o fim de uma crise estabelecida entre a Suprema Corte e o Congresso Nacional. “Essa queda de braço do Supremo com o Congresso precisa ter um ponto final. Esse jogo de gato e rato, esse faz e desfaz, é inaceitável numa democracia que queremos madura”, concluiu.
O partido Novo lançou neste sábado (9) a pré-candidatura do comunicador André Marinho, de 31 anos, ao governo do Rio de Janeiro. No evento, também estava presente o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência.
Filho do empresário Paulo Marinho, que já foi aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), André deve enfrentar o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes e o presidente da Assembleia Legislativa, Douglas Ruas, que tenta assumir o comando do Executivo desde a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL). Ao jornal O Globo, o comunicador afirmou que enxerga os dois como “adversários diretos” e disse que tem a intenção de reunir uma coalizão de “gente simples, trabalhadora, evangélicos, patriotas, militares, antipetistas e lavajatistas” no estado.
“Será uma campanha movida pelo sentimento coletivo de indignação, revolta contra os maus políticos. Acaba sendo uma minoria que acaba ofuscando o nosso foco central e o que há de melhor no povo fluminense, que tem sido representado tão mal pela esquerda, pelo candidato do Lula, o Eduardo Paes, e pelos sanguessugas da Alerj”, disse André Marinho. “A nossa pré-candidatura reforça a esperança de a gente encarar o sentimento desse ‘dedo do meio’ para o sistema e tudo o que ele representa.”
A estratégia de criticar tanto Paes quanto Ruas também é descrita como prioritária por Thiago Esteves, presidente do diretório estadual do Novo no Rio. “Nós somos oposição ao governo federal e vamos fazer aqui também oposição ao Eduardo Paes, que representa o sistema no Rio de Janeiro há 16 anos. E, por outro lado, vamos também enfrentar e discutir os problemas que estão nascendo na Alerj, que representa muitos dos retrocessos do estado”, disse Esteves.
O governo do Rio é comandado desde 2019 por aliados de Jair Bolsonaro. Primeiro, Wilson Witzel venceu as eleições com o apoio do ex-presidente. Ele foi cassado e o posto ficou com Castro, também bolsonarista, que se reelegeu em 2022 e ficou no cargo até 2026, quando foi afastado pela Justiça.
Disputa de palanque entre Zema e Flávio Bolsonaro
Na eleição nacional, André Marinho já declarou apoio a Flávio Bolsonaro, posando ao lado dele nas redes sociais. Foi Zema, no entanto, que esteve presente e discursou no lançamento de sua pré-candidatura. O ex-governador mineiro está no Rio de Janeiro desde o início desta semana e encerra a sua passagem pelo estado neste sábado. Em seguida, ele viajará para São Paulo e para os Estados Unidos.
Questionado pelo jornal O Globo sobre qual dos dois presidenciáveis estará em seu palanque no Rio, André Marinho minimizou a rivalidade prevista entre Flávio e Zema na disputa nacional.
“A certeza que eu tenho é que todo mundo vai estar junto no final para remover a esquerda. E tem sido uma honra seguir aqui com o nosso pré-candidato Romeu Zema”, disse. “Agora é preciso capturar o espírito de 2018, deixar de picuinhas internas, divisões, vaidades pessoais, em nome de algo muito maior que nos une. Estaremos juntos para tirar o PT do poder, finalmente.”
Na ocasião, Zema também comentou sobre o enfrentamento previsto entre o PL, que tem Ruas como pré-candidato, e o Novo no Rio, mas relembrou as alianças entre os dois partidos em outros estados, apesar de Marinho já ter declarado apoio a Flávio.
“Eu encaro essa situação [do Rio de Janeiro] com muita naturalidade, porque o Novo e o PL estão caminhando lado a lado em outros estados, como no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, em Goiás, e em Minas Gerais o partido está com o PSD. Estamos sempre atuando em conjunto na Câmara e no Senado, então estou muito confiante de que este ano, nós, partidos de direita, teremos um grande avanço.”
O pré-candidato à presidência também retomou o discurso de críticas aos “intocáveis” e fez menções às suas propostas de combate à criminalidade, propondo “choques” na “velha política” que comanda o estado e o país.
“Sabemos que no mundo temos experiências muito bem-sucedidas de combate à criminalidade, como a que eu fui conhecer no ano passado, em El Salvador, com 99% de queda nos homicídios. O que fizeram lá foi a equiparação da organização criminosa a terroristas, pegando, no mínimo, 25 anos atrás das grades, sem nenhum benefício. Enquanto o custo do crime não for elevado, compensa ser criminoso nesse país”, disse.
Durante o evento, o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, que inspirou o personagem “Capitão Nascimento” do filme “Tropa de Elite”, também discursou. No passado, Pimentel também chegou a ser cotado para concorrer ao governo do estado pelo Novo, mas decidiu não se lançar candidato. Na ocasião, Pimentel disse que tem “um projeto pessoal”, mas declarou apoio a André Marinho.
No encontro, também discursaram o presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro, e os deputados federais Luiz Lima (Novo-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP). Além disso, nomes como o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS), o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo-PR) e o ex-coach Pablo Marçal (União-SP) mandaram vídeos declarando apoio a Marinho.
Após a interdição preventiva da Ponte do Cumbe, na PE-50, entre Limoeiro e Feira Nova, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento (SRHS), informou, neste sábado (9), que as chuvas registradas nas últimas 24 horas não elevaram o nível da Barragem de Carpina até a cota de 110 metros prevista no protocolo de segurança. Segundo a pasta, não há, portanto, necessidade de novas medidas de restrição no local neste momento. “No entanto, esta medição segue sendo feita de hora em hora”, diz a nota.
Veja nota na íntegra:
A Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco (SRHS) informa que, em função do volume de chuvas registrados nas últimas 24 horas não terem elevado o nível de acumulação de água na Barragem de Carpina até a cota de 110 metros (conforme estabelecido no protocolo de segurança deste reservatório), não é necessária neste momento a interdição da Ponte do Cumbe, localizada na PE-50, sobre o Rio Cotunguba, ligando as cidades de Limoeiro a Feira Nova. No entanto, esta medição segue sendo feita de hora em hora pelas equipes da SRHS, Apac e Compesa e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PE), segue no local mobilizado para operar a interdição tão logo seja necessário.
Os executivos do governo de Pernambuco responsáveis pela gestão de desastres se reuniram neste sábado (9), no Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods), para avaliar os desdobramentos das ocorrências registradas nos últimos dias e alinhar as ações das equipes estaduais com os municípios afetados.
A vice-governadora Priscila Krause conduziu a reunião e destacou que, mesmo com a indicação de diminuição das chuvas nas próximas horas, o trabalho das equipes permanece intensificado em todas as áreas mais afetadas.
“A Apac está rodando os modelos e houve uma atualização na previsão de chuvas fortes para essa madrugada de domingo, que agora poderá perder a força. Mesmo assim, estamos mobilizados com quem faz o socorro, a pronta resposta e também com quem acolhe. Defesa Civil, Bombeiros, Polícia Militar, Assistência Social e Periferia”, afirmou Priscila Krause.
A vice-governadora comentou que embora durante a semana tenha chovido numa menor intensidade, o solo ainda não secou e, em caso de precipitações mais fortes, os rios enchem mais rápido.
O Gabinete de Crise, instalado desde a última sexta (1º), também acompanha a situação das ações de ajuda humanitária aos municípios.
Solicitações
Durante a reunião o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco, coronel Clóvis Ramalho, informou que vai seguir para a Mata Norte para atender o pedido de alguns prefeitos da região. “Há alguns locais que ainda estamos apoiando com água e estamos seguindo com duas viaturas carregadas”, comentou o coronel Ramalho.
Os executivos discutiram ações de monitoramento, assistência às famílias atingidas, suporte operacional aos municípios e acompanhamento das áreas de risco.
Alerta
O governo de Pernambuco reforça que a população deve continuar atenta às orientações dos órgãos oficiais e acionar os serviços de emergência em caso de necessidade. Participam do Gabinete de Crise a Secretarias Executiva de Defesa Civil, a Apac, o Corpo de Bombeiros, a Compesa, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e as pastas de Recursos Hídricos, Assistência Social, Educação, Saúde e Desenvolvimento Urbano.
O advogado Bruno Brennand lançou recentemente o livro “O poder visto por dentro – Bastidores, direito e o testemunho de uma consciência política”, obra em que reúne relatos e reflexões sobre experiências vividas nos meios jurídico e político.
Ao longo da publicação, Brennand aborda episódios ligados à advocacia, à vida pública e à convivência com estruturas de poder, tratando de dilemas éticos e dos bastidores de decisões tomadas no ambiente institucional. O livro também propõe uma reflexão sobre o funcionamento das relações entre direito, política e poder no Brasil.
A crise institucional da GloboNews, iniciada com o PowerPoint que ligava Lula a Vorcaro, ganhou um novo capítulo com a saída de Carlos Jardim, chefe da Redação do canal de notícias da Globo desde 2013. A mudança foi comunicada internamente por Ricardo Villela, diretor-geral de Jornalismo da Globo, em e-mail obtido pelo TV Pop.
No comunicado, Villela afirma que Jardim pediu uma conversa ainda em março, antes de sair de férias, e informou que deixaria o jornalismo para se dedicar “ao teatro, ao cinema, à cultura”. O pedido ocorreu no mesmo mês em que o Estúdio i exibiu um PowerPoint com informações erradas sobre o caso Banco Master, episódio que abriu uma crise de credibilidade na GloboNews.
Jardim estava na Globo desde 1997 e era o segundo nome da hierarquia da GloboNews, abaixo apenas de Miguel Athayde, diretor-geral do canal. A partir de junho, o cargo será ocupado por Denise Lacerda, coordenadora da GloboNews em Brasília desde 2020 e funcionária da Globo desde 1996.
A trajetória de Jardim foi marcada por relação conturbada com colegas e que ele figurava entre os nomes com mais queixas no departamento de Compliance da Globo. Parte da Redação da GloboNews comemorou sua saída, e funcionários o viam como um assediador moral contumaz.
A saída ocorre depois da crise provocada pelo PowerPoint exibido no Estúdio i sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master. O GloboNews pediu desculpas após levar ao ar uma arte que ligava Vorcaro ao PT e ao presidente Lula, classificada pela própria emissora como “errada” e “incompleta”.
Além disso, o PowerPoint exibido colocava Lula e o PT no centro da apresentação, enquanto nomes do Centrão e da direita apareciam de forma secundária ou sequer eram mencionados. Entre os ausentes citados estavam Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Roberto Campos Neto, Ibaneis Rocha e Cláudio Castro.
A crise interna causada pelo PowerPoint levou o GloboNews a sofrer varias baixas. A equipe relatou frustração com a blindagem dada pelo jornal para Andréia Sadi, enquanto o editor-chefe do Estúdio i, Rodrigo Caruso, foi afastado temporariamente e deve ser remanejado, e agora levou a saída de Carlos Jardim, chefão da Redação do Globo News.
A defesa de Filipe Martins, ex-assessor internacional no governo de Jair Bolsonaro, afirmou ao SBT News que vai entrar com uma representação no Ministério Público e na OAB, alegando omissão e falta de estrutura na cadeia pública de Ponta Grossa, Hildebrando de Souza, no Paraná. Advogados relataram ao SBT News ontem (8) que, devido às fortes chuvas dos últimos dias, as condições da unidade prisional pioraram.
“A situação já passou muito do que a Lei de Execução Penal admite como condição mínima de custódia. Está literalmente chovendo dentro da cela de Filipe Martins. A água entrou, molhou colchão, roupas e pertences. Além disso, a porta tem uma abertura embaixo que deixa vento entrando o tempo inteiro, então a cela fica fria, úmida e insalubre. O resultado concreto é que Filipe Martins pegou uma gripe forte, ficou praticamente sem voz e segue exposto exatamente às mesmas condições porque o problema não foi resolvido até agora” relatou à reportagem o advogado Ricardo Scheiffer Fernandes.
A defesa, que visitou Filipe Martins ontem, ressaltou que vai entrar com um pedido urgente de vistoria da cela, registro fotográfico, laudo estrutural e atendimento médico, além de entrar com representação paralela ao Ministério Público e na Ordem dos Advogados do Brasil, pedindo fiscalização penitenciária para documentar formalmente a omissão do presídio.
“A Lei de Execução Penal garante integridade física e moral do preso e exige cela com condições mínimas de salubridade, ventilação adequada e ambiente compatível com a dignidade humana. Cela com infiltração, chuva entrando, umidade constante e exposição contínua ao frio viola frontalmente esses deveres do Estado”.
O SBT News entrou em contato com o diretor responsável pela unidade prisional Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa, Acir Portela de Almeida Junior, que negou as informações de que a cela em que Filipe Martins está entrou água e que o ex-assessor estaria doente.
Advogados de Filipe Martins solicitaram ao ministro Alexandre de Moraes a transferência do ex-assessor para o Complexo Médico Penal de Pinhais, no estado no Paraná. A defesa alegou superlotação na unidade prisional de Ponta Grossa e más condições após um princípio de rebelião. O pedido foi negado pelo magistrado.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes suspendeu neste sábado (9) os primeiros pedidos de aplicação da Lei da Dosimetria para condenados do 8 de janeiro. O magistrado alega que é preciso esperar que o plenário da corte decida sobre as ações que questionam a aplicação da lei.
Moraes deu 5 dias úteis para o Legislativo apresentar uma resposta sobre a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) feita pela federação Psol-Rede ontem (8). Na ação, os partidos alegam que a derrubada do veto foi feita de maneira irregular, já que houve o fatiamento de um veto integral. As informações são da CNN Brasil.
O ministro entende que a explicação que será apresentada pelo Congresso pode influenciar na execução e até na definição das penas. “Poderá influenciar no julgamento dos pedidos realizados pela Defesa, recomendando a suspensão da aplicação da lei, por segurança jurídica, até definição da controvérsia pelo STF, com prosseguimento regular da presente execução penal em seus exatos termos, conforme transitado em julgado”, disse.
Moraes suspendeu ao menos 10 pedidos feitos até o começo da tarde deste sábado por advogados dos condenados pelo 8 de Janeiro. Os processos foram abertos logo depois da promulgação da lei pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ontem (8).
A defesa de dois condenados divulgou uma nota afirmando que a decisão de Moraes contradiz a decisão do Congresso, que já tinha aprovado uma lei e que esta norma já está em vigor.
“A própria nova lei reconhece que não se pode tratar todos da mesma forma. Não se pode colocar no mesmo patamar quem organizou, financiou ou liderou e quem apenas estava presente no contexto dos acontecimentos. Estamos discutindo o alcance da vontade soberana do Congresso Nacional, a segurança jurídica e o respeito às garantias fundamentais previstas na Constituição”, diz a nota.
Mais cedo, a federação PT/PCdoB/PV também entrou com uma ADI pedindo a derrubada da Dosimetria. O grupo argumenta em 76 páginas que há incompatibilidade da lei com normas fundamentais da Constituição e com a jurisprudência do STF e pede medida cautelar para “suspender os efeitos dos dispositivos impugnados”, “dada a excepcional urgência do caso”.
Em nota, o presidente do PT, Edinho Silva, chamou a proposta de “retrocesso contra a democracia” e lembrou que a cúpula da tentativa de golpe de estado elaborou planos para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice Geraldo Alckmin (PSB) e o próprio Alexandre de Moraes.
“A proposta representa um retrocesso no enfrentamento aos crimes contra a democracia e aos crimes gravíssimos, já que as investigações apontaram provas irrefutáveis de que houve um plano para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o então presidente do TSE, Alexandre de Moraes”, afirmou.
O projeto de Lei da Dosimetria mira beneficiar condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023 e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta estabelece critérios e define percentuais mínimos para o cumprimento da pena e a progressão de regime.
A medida mirou evitar flexibilizar penas de condenados em casos, por exemplo, de constituição de milícia privada, feminicídio e crimes hediondos. Apesar de mirar as regras de cálculo de penas e de progressão de regime para condenados do 8 de Janeiro, os efeitos do projeto poderiam se estender a outros crimes.