O Poder
Diante do aumento dos casos de intoxicação por metanol, que já ultrapassam 200 registros no Brasil, sendo 16 confirmados, uma tecnologia inovadora desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Química e do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) ganhou destaque.
O método, capaz de identificar a presença de metanol em bebidas, vem chamando a atenção de autoridades e pode se transformar em uma política pública de prevenção. Garantir a qualidade das bebidas destiladas é o foco dos pesquisadores. Foi criada uma tecnologia de ponta, que consiste em um método rápido e barato para saber se alguma delas está contaminada com metanol.
Leia maisA tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores da UEPB chamou a atenção do Ministério da Saúde. No último sábado, a reitora da instituição, a professora Celia Regina, a vice-reitora, Ivonildes Fonseca, a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, professora Nadja Oliveira, além dos pesquisadores responsáveis pela tecnologia, se reuniram com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para tratar do assunto, e discutir propósitos sobre os avanços das pesquisas voltadas à identificação de metanol em bebidas alcoólicas comercializadas no Brasil.
A reunião, realizada de maneira remota, marcou um passo significativo na busca por soluções científicas para um grave problema de saúde pública: a adulteração de bebidas com substâncias tóxicas, como o metanol, que vem sendo responsável por intoxicações e mortes em diversas regiões do país.
Segundo a reitora Célia Regina, o encontro foi uma oportunidade para estabelecer uma parceria sólida entre a UEPB e o Governo Federal, com vistas à aplicação prática dos resultados das pesquisas. “Essa união de esforços busca enfrentar de forma técnica, científica e eficaz um grave problema de saúde pública, que tem vitimado pessoas em diversas partes do nosso país”, afirmou. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.
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