Sem embriaguez pelo poder

Gilson Machado Neto

Gilson Machado Neto, único pernambucano no primeiro escalão do Governo Bolsonaro, como todo ministro, tem direito a segurança, carro oficial e outros penduricalhos inerentes ao cargo em viagens nacionais e internacionais. Homem simples, tocador de sanfona e acostumado aos altos e baixos da vida como produtor de coco em Alagoas, Gilson dificilmente recorre às logísticas oficiais.

Anda de táxi, Uber e avião de carreira. Recentemente, pousou em Aracaju e se deslocou de Uber até o local do evento. Entre uma conversa e outra, o motorista quis saber o que ele fazia. De pronto, respondeu: “Sou ministro. O motorista deu uma risada debochada e sapecou: “Ministro, porra nenhuma! Fale a verdade, meu senhor”.

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A Polícia Federal (PF) cancelou os passaportes do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), uma vez que ele não cumpriu a decisão judicial de entrega dos documentos. Não há, até o momento, registro formal de saída do senador do país. Diante da situação, a PF vai oficiar o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, sobre o não cumprimento da decisão judicial.

A decisão ocorre em meio a suspeitas de que o candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2026 teria cruzado a fronteira para a Argentina usando documento de identidade, com a intenção de ir aos Estados Unidos a bordo de um jato executivo. As informações são da Agência Brasil.

A suspeita ganhou força após matéria publicada nesta terça-feira (27) pelo site argentino Infobae, informando que o senador já teria cruzado a fronteira para a Argentina e que, de Puerto Iguazu, ele viajaria para os EUA a bordo de um Gulfstream G400, registro LV-JQW, pertencente à empresa Baires Fly S.A. Ainda segundo a imprensa argentina, a Casa Rosada informou não ter registrado, até o momento, a entrada de Flávio Bolsonaro no país.

Folha de São Paulo

Aliados do núcleo mais próximo da família Bolsonaro receberam a informação, hoje, de que ele fugiu mesmo do Brasil rumo a Argentina e, de lá, pretendia rumar para os EUA. A Polícia Federal (PF) está fazendo um rastreamento nos pontos de fronteira do Brasil para verificar se a informação é verdadeira.

Pela checagem já feita, o parlamentar não passou oficialmente pela fronteira regular do Brasil com a Argentina. Os agentes fazem também uma checagem de voos entre os dois países. O governo argentino afirma igualmente que não há registro da entrada dele no país. A saída passagem dele ao país, portanto, se ocorreu, foi clandestina. O paradeiro do senador e de sua família é desconhecido até o momento.

O ex-prefeito de Petrolina, candidato derrotado ao Governo de Pernambuco em 2022 e, nestas eleições, derrotado na disputa por uma vaga na Câmara Federal, Miguel Coelho (UB), apostou suas fichas na vitória da direita e de Flávio Bolsonaro (PL). O resultado das eleições, porém, mudou o cenário e deixou ainda mais evidentes as contradições que estão lhe deixando sem rumo na política.

Miguel começou o ano no Galo da Madrugada, ao lado de Lula (PT), e terminou ao lado de Flávio Bolsonaro, candidato derrotado no último domingo. Mas o fato é que Miguel perdeu espaço político em Petrolina. O resultado das eleições mostrou que Lula venceu nos cinco maiores colégios eleitorais: Recife, Jaboatão, Olinda, Caruaru e Petrolina. Mas foi exatamente em sua cidade que Lula teve o maior percentual: 67,78%.

A Miguel cabe esperar um convite da governadora Raquel Lyra para ocupar uma secretaria, hipótese que dependeria, naturalmente, da disposição de ambos. Outra possibilidade seria a convocação de alguém para que ele assumisse um mandato na Câmara Federal, caso as regras eleitorais e a posição na suplência permitam. Mas uma coisa é certa: nas próximas eleições municipais, tudo indica que sua liderança será colocada em xeque.

Caruaru - Minha rua nova

O cientista político Rubens Figueiredo é o convidado do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, de hoje. Dois dias após o segundo turno da eleição presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), ele fará uma análise sobre a vitória de Lula e os desafios para o quarto mandato. Entre os assuntos previstos estão a configuração das forças políticas após a disputa, o comportamento do eleitorado, a polarização e as perspectivas para as relações entre o Executivo e o Congresso Nacional.

Formado em Ciências Sociais e pós-graduado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), Figueiredo é diretor do Centro de Pesquisa e Comunicação (Cepac), empresa especializada em pesquisas e consultoria política. Com experiência na análise de cenários eleitorais e da opinião pública, também atua como consultor da Fundação Espaço Democrático, ligada ao PSD, e integra o Conselho Superior de Estudos Avançados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por João Vicente*

A direita só chegará ao comando maior do Brasil quando compreender que seu diálogo e seu projeto de governo também precisam nascer das necessidades, dos sonhos e da realidade do povo nordestino.

Enquanto continuar olhando para o Nordeste apenas pela ótica da miséria, da pobreza e da dependência, deixará de enxergar a verdadeira grandeza da nossa região.

Olinda - Refis 2026

O controle de imigrações do governo Milei afirmou, hoje, que não há registro de entrada do senador Flávio Bolsonaro na Argentina. A informação começou a circular após o site argentino Infobae publicar que Flávio teria entrado no país e que pegaria um voo particular de lá para os Estados Unidos. “Informamos que não há registro de entrada de Flávio Nantes Bolsonaro no país”, afirmou a Direção Nacional de Imigrações do governo argentino ao portal G1.

Em nota, o órgão afirmou que iniciou procedimentos de fiscalização da aeronave citada pela reportagem e de sua tripulação, e que “não foi apresentado nenhum plano de voo que incluísse membros da família Bolsonaro”. A Direção Nacional de Migrações da Argentina (DNM) é o órgão federal responsável pelo controle migratório no país e é subordinado ao Ministério da Segurança Nacional argentino.

Palmares - Creche Quilombo II

A Polícia Federal apura, junto às autoridades argentinas, se o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o país após ser derrotado, neste domingo, no segundo turno presidencial pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante a madrugada, o site argentino Infobae reportou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou à Argentina, em Puerto Iguazú, e estaria em rota para os Estados Unidos em um voo particular.

A possível viagem ocorre após Flávio ser intimado à Polícia Federal para que entregasse seus passaportes em 24 horas. A ordem foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A PF apurou que, desde então, o senador não passou por nenhum ponto regular de migração brasileira. O político não se manifesta nas redes sociais desde a noite desta segunda. As informações são do portal O Globo.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Camila Kfouri, filha do jornalista Juca Kfouri, morreu, hoje, aos 48 anos. A morte foi confirmada pelo pai, em um texto publicado no UOL Esporte, e por sua amiga de longa data, a artista plástica Rita Wainer, nas redes sociais. A causa ainda não foi divulgada.

Conhecida como Cam ou Camiloca, ela era psicóloga e psicoterapeuta, além de ter trabalhado na produção da Conspiração Filmes e atuado como DJ de música brasileira. Formada em psicologia, construiu uma trajetória profissional marcada também pelo vínculo com amigos e pacientes.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Aliados e advogados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentam falar com o senador desde o início da manhã de hoje para saber se ele deixou ou não o Brasil. O movimento acontece após o site argentino “Infobae” publicar, durante a madrugada, uma notícia de que Flávio teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina.

A coluna do jornalista Igor Gadelha entrou em contato, pela manhã, com um advogado da campanha de Flávio e com aliados do senador como o publicitário Marcello Lopes, o Marcellão. Até as 9h30, todos responderam que não teriam conseguido falar com o senador. Os últimos contatos bem-sucedidos teriam sido ontem.

A reportagem também procurou Flávio diretamente por telefone na manhã da terça-feira, mas o candidato derrotado do PL não atendeu, nem respondeu às mensagens. Por volta das 7h30, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio, negou que o aliado tenha deixado o Brasil.

Quatro dias após a surpreendente virada do presidente reeleito Lula (PT), no segundo turno contra o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, aceitei o desafio da Câmara de Olinda, através do presidente Saulo Holanda (MDB), para uma palestra seguida de um debate sobre o resultado das eleições e o novo cenário nacional.

Como ficou a composição do Congresso? Quais os partidos que elegeram maior número de senadores e deputados? Nos Estados, quais os partidos que emplacaram o maior número de governadores? Lula governa com o novo Congresso, de perfil extremamente conservador e de centro direita?

Metrópoles

A Polícia Federal (PF) brasileira entrou em contato com autoridades da Argentina, na manhã de hoje, para checar se o senador Flávio Bolsonaro (PL) viajou para o exterior por meio de algum aeroporto do país vizinho.

A checagem está sendo feita após o site argentino “Infobae” publicar, durante a madrugada, uma notícia de que Flávio teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina, de onde viajaria aos Estados Unidos em um jatinho particular.

O Globo

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva para o quarto mandato fortaleceu o PT do Nordeste, que assumiu a linha de frente da campanha no segundo turno. Um dia depois do triunfo eleitoral sobre Flávio Bolsonaro (PL), com a pressão do mercado financeiro e o derretimento da Bolsa, o governador do Piauí, Rafael Fonteles, passou a ser cotado para o ocupar o cargo de maior destaque na Esplanada, o Ministério da Fazenda. Outro que deve ter participação central é o senador Camilo Santana (PT-CE), apontado como um nome para a Casa Civil.

Para o posto de chefe da equipe econômica, além de Fonteles, é citado o vice reeleito, Geraldo Alckmin, que teve uma atuação relevante na segunda etapa do pleito. Durante quase todo o terceiro mandato do petista, Alckmin acumulou o cargo de ministro da Indústria e Comércio.

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