Após o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (PSDB), empossar Júnior Matuto (PSB) como deputado estadual, o ministro da Pesca e Aquicultura e presidente do PSD, André de Paula, afirmou que a Casa Joaquim Nabuco cometeu um erro. “Nós já estamos tomando as providências jurídicas cabíveis para reparar esse equívoco que a Assembleia cometeu”, disse André.
A posição de André de Paula acontece porque o então primeiro suplente do PSB, Davi Muniz, que deveria assumir após a vacância, ocasionada por conta do falecimento do deputado José Patriota, na semana passada, não foi empossado porque trocou o PSB pelo PSD, o que impediu que Muniz assumisse o cargo – dando lugar ao segundo suplente socialista, Júnior Matuto.
Por meio de nota encaminhada ao blog, o deputado Rodrigo Farias (PSB) defendeu a posse de Matuto.
Confira a nota na íntegra:
Ao contrário do que avalia o presidente estadual do Partido Social Democrático (PSD), ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, nem a Assembleia Legislativa de Pernambuco nem o presidente da Casa cometeram erro ao empossar Júnior Matuto (PSB) como deputado estadual, ocupando a cadeira do ex-deputado José Patriota.
A decisão da Alepe e do seu presidente está respaldada pelo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no sentido de que, conforme jurisprudência, o mandato parlamentar pertence ao partido político pelo qual o candidato fora eleito. Como é de conhecimento público, o suplente Davi Muniz não é mais filiado ao PSB, uma vez que ingressou nos quadros do PSD.
Além disso, o encaminhamento adotado pela presidência está fundamentado no parecer da Procuradoria Geral da Assembleia que, a partir da jurisprudência gerada por decisões do TSE, opinou pelo acolhimento das razões expostas pelo PSB no requerimento que a sigla apresentou à Casa reivindicando a vaga aberta.
Portanto, a posse de Júnior Matuto não deveria ser classificada de equívoco, muito menos causar surpresa ou estranheza a quem quer que seja, muito menos a um político experiente e com vivência em diferentes campos como André de Paula.
É importante destacar que o presidente da Alepe dirige a Casa com retidão e conduz seus atos seguindo o regimento interno e os pareceres da Procuradoria Geral. Além disso, atua a partir do diálogo, da construção de consensos, mantendo a Alepe coesa e fortalecida.
O deputado Álvaro Porto, é importante salientar, faz política com lealdade, firmeza e cumpre os compromissos que assume, sejam administrativos ou político-partidários. É um homem que tem palavra e tem lado, ao contrário de outros que, apegados ao poder e a cargos, mudam de time e palanque ao sabor das conveniências.
O ministro André de Paula, Pernambuco inteiro acompanha, é dono de uma trajetória político-partidária comparada a uma biruta. Ou seja, vai para onde sopram ventos que lhe favoreçam. Quem costuma tomar decisões que causam estranheza ou surpresa, certamente não é Álvaro Porto.
O reajuste de 4,46% do valor das passagens de ônibus da Região Metropolitana do Recife (RMR) entrou em vigor à 0h deste domingo (1°). Após polêmicas, ações na Justiça e denúncias de irregularidades, a população já passa a pagar as novas tarifas, incluindo o aumento de R$ 4,30 para R$ 4,50 no Bilhete Único (Anel A), o mais utilizado pelos passageiros da região. As informações são da Folha de Pernambuco.
O reajuste foi aprovado em 13 de janeiro, em reunião do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM). Os novos valores, válidos também para o Anel G e linhas especiais, levam em consideração a variação da inflação de 2026. Confira os valores:
A história, no entanto, não parou na aprovação. Desde a reunião, a Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco denunciou irregularidades na reunião que definiu o aumento.
O reajuste chegou a ser suspenso pela Justiça, até ser confirmado novamente, na sexta-feira (30), pelo presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto.
O argumento utilizado é de que o aumento é necessário para cobrir custos de operação do sistema neste ano. Em meio a uma realidade de precariedade do serviço, um novo aumento vai afetar diretamente a vida de cerca de 1,8 milhão de pessoas que utilizam o transporte público diariamente.
Confira, abaixo, um apanhado feito pela Folha de Pernambuco com os principais acontecimentos que levaram à aprovação do reajuste.
Reunião
A reunião que definiu o aumento de passagem foi realizada em 13 de janeiro, por videoconferência. Participaram representantes da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi-PE), do Consórcio de Transporte Metropolitano (CTM) e do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM).
Segundo o Grande Recife Consórcio de Transportes, a proposta considerou a inflação de 2026, além de estudos tarifários que apontaram que, para cobrir integralmente os custos de operação do sistema neste ano, como combustível, salários, manutenção da frota e operação do sistema, a tarifa técnica deveria chegar a R$ 6,14.
“Para evitar que o aumento recaia sobre os usuários, o Governo do estado mantém bilhete único e subsídios ao sistema, com aporte de cerca de R$ 500 milhões, além de isenções fiscais, como a do ICMS sobre o óleo diesel, cobrindo a diferença entre o custo real do sistema e o valor pago pelo passageiro”, destacou.
O Grande Recife também apontou os avanços estruturais em curso no sistema, a exemplo da aquisição de 100 ônibus elétricos com ar-condicionado, que irão reforçar a frota da RMR.
“Os veículos serão adquiridos com recursos do governo federal, repassados ao estado, que ficará responsável pela compra e pela operação dos novos ônibus em linhas metropolitanas”, ressaltou o consórcio de transporte.
Denúncia de irregularidades e suspensão na Justiça
No dia 23 de janeiro, o TJPE formalizou a decisão de suspensão do aumento por meio do 5º Juizado Especial da Fazenda da Capital (PE), que foi assinada pela juíza Nicole de Farias Neves.
Por meio de nota, o Tribunal indicou, à época, que a magistrada identificou, em análise preliminar, “indícios de irregularidades formais e materiais no procedimento administrativo que resultou no reajuste, como o descumprimento do Regimento Interno do CSTM, falhas nos prazos de convocação e de disponibilização de estudos técnicos, além de questionamentos sobre a composição do colegiado, diante da participação de conselheiros representantes da sociedade civil que ocupavam cargos comissionados na administração pública”.
Também foi apontada “ausência de relatórios de qualidade das operadoras e de indicadores de desempenho, documentos considerados essenciais para subsidiar a política tarifária, conforme normas regimentais do próprio Conselho. Para o juízo, tais elementos reforçam a plausibilidade da tese de nulidade das deliberações impugnadas”.
A Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) chegou a entrar com recurso contra a liminar do tribunal, alegando que não houve irregularidades na reunião que definiu o aumento da tarifa.
Suspensão anulada
Na última sexta-feira (30), o presidente do TJPE, desembargador Ricardo Paes Barreto, derrubou a liminar que suspendia o aumento. Por meio de nota, o TJPE informou que, segundo a decisão do desembargador, impedir o reajuste poderia levar à redução da frota, diminuição da oferta de ônibus e demissão de trabalhadores, “afetando diretamente milhões de usuários”.
“A decisão atende a um pedido do Governo de Pernambuco, que alegou risco de grave prejuízo à ordem e à economia públicas caso o aumento fosse mantido suspenso. A liminar havia sido concedida pelo 5º Juizado Especial da Fazenda Pública, em ação proposta por um conselheiro representante dos estudantes no Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM)”, disse o TJPE, em trecho da nota.
O desembargador argumentou que suspensão do aumento das tarifas pode render um prejuízo anual de mais de R$ 41 milhões em subsídios adicionais direcionados ao sistema de transporte, “além de comprometer a continuidade do serviço”.
“O magistrado ressaltou ainda que, em análise preliminar, deve prevalecer a presunção de legalidade dos atos administrativos, especialmente quando resultam de deliberação de órgão colegiado legalmente constituído”, informou o tribunal.
Sobre as supostas irregularidades, o desembargador destacou que o pedido de suspensão “tem caráter excepcional e só pode ser concedida quando há demonstração de risco grave à ordem, à segurança ou à economia públicas”.
“Eventuais questionamentos formais sobre a reunião do CSTM devem ser analisados de forma aprofundada no processo principal, e não em decisão liminar”, diz trecho da nota.
Movimento vai recorrer
Por meio de nota, a Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco repudiou a decisão do TJPE, que classificou como “unilateral”. Além disso, o movimento vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília-DF, tentar a reversão da medida.
Tucano, a cidade, não a ave, está viva no meu imaginário desde garoto. Em Afogados da Ingazeira, cresci ouvindo Jocelina, a Joça, irmã de criação de minha mãe Margarida, enaltecer o município baiano e, mais do que isso, por várias vezes, juntar seus apetrechos e pegar a estrada em busca do seu paraíso.
Na verdade, não era tão paraíso assim. Joça praticou um êxodo sem fim para Tucano, mas sempre fazendo o caminho de volta. Não tenho a mínima noção das suas idas e voltas. Também não lembro se havia parentes seus por lá. Só lembro ela comentando comigo e minha família: “Estou de partida para Tucano. Aqui, não dá mais para viver”.
Eu não tinha a menor noção da localização da cidade. Só sabia que ficava em território baiano, porque ela me dizia. Essas recordações mexeram comigo nas férias com um sentimento e uma emoção fortíssimos. Vi com meus olhos a Tucano de Joça. Não sabia, mas estava escrito no roteiro para as cidades históricas de Minas a passagem por Tucano.
Parei o carro e fotografei a placa indicativa. Ninguém do meu grupo de férias entendeu, nem muito menos minha Nayla. Acharam estranho apenas. Por que fotografar uma placa de cidade? A pergunta ficou no ar. A resposta deixei para dar nesta crônica. Tucano faz parte da minha vida, mesmo sem nunca ter ido lá. Eu ia na imaginação. Como deve ser essa Tucano, que tanto a saudosa Joça amava?
Para mim, Tucano era apenas uma ave colorida, linda, de bico longo. Não uma cidade. A Tucano de Joça era um eldorado, seu mundo de prosperidade. No meu Sertão, o único êxodo que conheci era feito pelos deserdados da seca rumo a São Paulo. Mas Joça nunca conheceu São Paulo, provavelmente porque era analfabeta, sem profissão definida e sem sonhos.
Seu sonho era procriar. Vivia com menino na barriga, mas com a sina de perdê-los para uma doença muito comum que pobre não superava por falta de assistência médica no sertão: diarreia. Perdeu uma meia dúzia de filhos. Da maldita sina só escaparam dois: Zezinho e Toinho. Aliás, um, porque Zezinho era filho de criação.
A perda de filhos pequenos para doenças evitáveis, como a diarreia, está ligada à falta de água potável e desnutrição. É uma das faces mais cruéis da seca no sertão nordestino. Esse drama é recorrente na literatura regionalista e na memória. No sertão, a seca não mata só a terra; ela seca o sangue da gente, levando as crianças na diarreia, num adeus que a mãe nunca esquece. O flagelo não é apenas a falta de chuva, é ver o filho secar por dentro, desidratado, enquanto o açude só tem poeira.
Joça era uma mulher guerreira. Na casa de mamãe, quando se arrependia de mais uma aventura em Tucano e regressava desiludida, fazia de tudo: cozinhava, lavava pratos, fazia faxina e outros afazeres, entre eles detinha a arte de matar as galinhas de capoeira criadas por papai com uma facada certeira no pescoço. Depois, depenava com as mãos em água fervendo.
Existem cidades que guardamos no mapa do coração, lugares que nunca pisamos, mas cujas ruas conhecemos de cor nos nossos sonhos. Assim, para mim é Tucano. Nunca fui, avistei de longe agora, arrastando e acolhendo em mim a saudade de Joça. O nome da cidade era um poema chamado Tucano, e eu preferia imaginá-la como um verso perfeito a conhecê-la como uma prosa comum.
A verdadeira beleza daquela cidade com nome de uma ave tão linda é o mistério de nunca ter sido visitada por mim, permanecendo intocada na galeria das minhas fantasias passadas pelas histórias de Joça. Na verdade, só hoje tenho a exata noção de que o nome da cidade Tucano soava como música, prometendo esquinas que nunca encontrei e rostos que nunca vi.
Motoristas de apps enfrentam inflação de 56% sem aumento proporcional na renda
A alta de 56,08% no custo das corridas por aplicativo em 2025, registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, escancara um desequilíbrio estrutural no setor de mobilidade urbana digital. Enquanto passageiros enfrentam preços cada vez mais elevados, os motoristas nem sempre veem sua remuneração acompanhar esse movimento. A discrepância levanta questionamentos sobre o modelo de negócios das plataformas, a eficácia da precificação dinâmica e a necessidade de regulação para equilibrar lucro corporativo e renda dos condutores.
De acordo com levantamento do GigU, a renda líquida dos motoristas varia conforme a cidade e a carga horária semanal. Em São Paulo, por exemplo, um profissional que trabalha 60 horas por semana registra lucro médio de R$ 4.252,24 após a dedução de custos como combustível e IPVA. No Rio de Janeiro, o valor médio é de R$ 3.304,93 para uma jornada de 54 horas semanais, enquanto em Belo Horizonte o lucro gira em torno de R$ 3.554,58 na mesma carga horária. “É uma jornada de trabalho exigente, mas a autonomia e a rentabilidade, que superam algumas ocupações tradicionais, acabam sendo grandes atrativos”, afirma Luiz Gustavo Neves, co-fundador e CEO da plataforma.
Estudos internacionais reforçam esse descompasso. Uma pesquisa da Universidade de Oxford analisou 1,5 milhão de corridas da Uber no Reino Unido e identificou queda nos rendimentos médios dos motoristas desde a implementação de novos algoritmos em 2023. Já dados da Columbia Business School apontam aumento expressivo nos descontos aplicados pelas plataformas ao longo dos últimos três anos, pressionando ainda mais a remuneração dos condutores.
No Brasil, a divergência entre o preço pago pelo consumidor e o valor efetivamente recebido pelo motorista intensifica a pressão por regulação. O Projeto de Lei Complementar 152/2025, em debate no Congresso Nacional, propõe limitar a comissão das plataformas a 30% e estabelecer regras mais claras para garantir previsibilidade de renda aos profissionais. As empresas, por sua vez, argumentam que a limitação pode afetar a lógica da precificação dinâmica e impactar a oferta do serviço.
O cenário evidencia um dilema central do setor: como conciliar algoritmos de precificação sofisticados, competitividade entre plataformas e transparência na relação com os motoristas. À medida que o mercado amadurece, o desafio regulatório será equilibrar eficiência econômica, justiça na remuneração e sustentabilidade do serviço, evitando que a expansão lucrativa das empresas ocorra às custas de quem efetivamente sustenta a operação nas ruas.
Começa a produção do Yaris Cross no Brasil – A Toyota do Brasil deu início na quinta-feira (29) a produção do Yaris Cross na fábrica de Sorocaba (SP), marcando a entrada da companhia no segmento de SUVs compactos e expandindo seu portfólio de híbridos flex no país. Fruto do ciclo de investimentos de R$ 11,5 bilhões até 2030, anunciado em 2024, o novo modelo simboliza um passo estratégico da Toyota na descarbonização da mobilidade brasileira, combinando tecnologia híbrida flex full, eficiência energética e baixo consumo.
O Yaris Cross integra o portfólio de eletrificados da marca, ao lado de Corolla e Corolla Cross. O SUV chegou em quatro configurações: duas a combustão com preços entre R$ 161.990 (XRE) e R$ 178.990 (XRX); e duas híbridas plenas, por R$ 172.390 (XRE Hybrid) e R$ 189.990 (XRX Hybrid). A japonesa também criou uma versão de entrada, a XR, com foco em vendas diretas e PcD e preços a partir de R$ 149.990. A produção do Yaris Cross terá a nacionalização de componentes, geração de empregos locais e envolvimento de fornecedores em sistemas de alta tecnologia.
O modelo também será exportado para Argentina, Equador e Uruguai. O Yaris Cross chega ao mercado com um ecossistema completo de serviços: programa Toyota 10 (garantia estendida de até 10 anos), revisão facilitada, pacote de conectividade e serviço de assinatura. O modelo já está à venda nas concessionárias Toyota de todo o país. A terminologia “híbrido flex full” refere-se à propulsão híbrida autônoma da Toyota, onde o motor elétrico traciona diretamente as rodas de forma independente, combinando um motor a combustão flex (gasolina/etanol em qualquer proporção) com baterias autorrecarregáveis.
Versões e preços
Yaris Cross XR (exclusivo PCD)
R$ 149.990
Yaris Cross XRE
R$ 161.990
Yaris Cross XRX
R$ 178.990
Yaris Cross XRE Hybrid
R$ 172.390
Yaris Cross XRX Hybrid
R$ 189.990
Chega o Compass Blackhawk flex – O SUV da Jeep Compass Blackhawk marca a estreia da motorização Hurricane flex 2.0 no país. O modelo Compass foi o líder de vendas na categoria de SUVs médios nos últimos nove anos no Brasil. A Blackhawk flex, versão topo de linha, entrega 272 cv de potência e 40,79 kgfm de torque, faz de 0 a 100 km/h em apenas 6,3 segundos. E ainda oferece a capacidade off-road, com tração 4×4 e muito bom desempenho em todo o tipo de terreno. A transformação do motor Hurricane em uma versão flex foi feita pelas equipes de Engenharia da Stellantis. Vale lembrar: o Hurricane só tinha a variante a gasolina.
A unidade de potência recebeu novas bombas de combustível, velas de ignição e injetores. Além disso, foram realizadas modificações no sistema de admissão e no turbo. A engenharia trabalhou também na calibração do novo motor e da troca de marchas, garantindo uma experiência de condução diferenciada aos clientes. Com 7 airbags, pacote de serviços conectados Adventure Intelligence Plus com Alexa in-vehicle – que traz assistência em tempo real, internet a bordo e navegação integrada – bancos do motorista e do passageiro elétricos, rebatimento automático dos retrovisores externos, rodas em liga leve de 19”, porta-malas automático com sensor de presença e teto solar panorâmico, o Compass Blackhawk Flex possui pacote completo de equipamentos. O modelo oferece também Adas nível 2 com destaque para assistente ativo de direção. É a combinação do uso do Lane Centering e do ACC.
Essa combinação permite que o carro faça curvas de forma autônoma em vias sinalizadas enquanto mantém a velocidade pré-definida. Entre os demais itens do ADAS estão o alerta de ponto cego, frenagem automática de emergência com detecção de pedestres e ciclistas, aviso de mudança de faixa, reconhecimento de placas de trânsito, farol alto automático, detecção de tráfego traseiro cruzado e assistente de estacionamento. O Compass Blackhawk flex chega com preço sugerido de R$ 274.290,00. O modelo segue como uma das opções mais completas do mercado entre os SUVs médios 4×4, unindo sofisticação e tecnologia.
Novo Sorento custa a partir de R$ 400 mil – Fãs do SUV grande Sorento, da marca sul-coreana, podem festejar: o renovado modelo será o primeiro KIA a desembarcar por aqui (virão outras mais sete novidades ao longo do ano). O utilitário de sete lugares tem preço inicial de R$ 400 mil. O SUV de sete lugar tem motor 2.2 diesel de 194cv e 45kgfm de torque – com transmissão automática de dupla embreagem de oito velocidades e tração integral AWD com controle de estabilidade e de tração com distribuição inteligente entre os eixos.
Também vem com quatro modos de condução (normal, eco, sport e smart) e três modos de terreno (neve, lama e areia), que ajustam motor, câmbio e direção conforme a preferência do motorista ou as condições do terreno. A direção é elétrica. O design se destaca pelos faróis verticais em LED com assinatura DRL (Luzes de Rodagem Diurna) em formato de um “T”, grade tridimensional com acabamento escurecido, logo da marca posicionado no topo do capô, para-choque dianteiro com skid plate integrado e traseiro com molduras cromadas acetinadas, lanternas verticais e rodas de 19 polegadas.
Internamente, o conjunto digital chama a atenção. Ele é composto pelas telas do painel de instrumentos e da central multimídia de 12,3 polegadas cada, formando uma peça curva tipo panorâmica e pelo teto solar. O porta-malas vai de 179 a 1.996 litros, dependendo da configuração. O pacote de equipamentos é recheado: bancos dianteiros com ajustes elétricos, ar-condicionado digital dual zone, carregador sem fio para smartphones, portas USB-C em todas as fileiras, conexão sem fio com smartphones via Android Auto e Apple CarPlay. Na parte da segurança, seis airbags, câmera 360°, sensores de estacionamento dianteiros, laterais e traseiros e auxiliares de partida e descida em rampa.
Nissan Kait por assinatura – O novo Nissan Kait já está disponível no serviço de assinatura Nissan Move, sem burocracia e com todas as despesas já inclusas. Nesse sistema, o cliente paga a mensalidade e não precisa se preocupar com seguro, IPVA, manutenção ou revenda. Os planos têm prazos de 1 a 4 anos, com opções de quilometragem que variam de 1.000 a 2.000 km por mês. O modelo está disponível nas versões Sense Plus, Advance Plus e Exclusive e as mensalidades partem de R$ 3.619. O serviço pode ser contratado de forma 100% online pelo site www.nissanmove.com.br ou diretamente nas concessionárias da marca, que também funcionam como pontos de retirada dos veículos.
Vem aí o BMW M135 xDrive – A marca alemã acaba de confirmar que o primeiro modelo a ser lançado este ano no Brasil será o esportivo M135 xDrive. Em meados de fevereiro, provavelmente, ele já estará disponível, mas não foram divulgados preços – e pouquíssimas informações técnicas. O hatch compacto já está na quarta geração, com carroceria esportiva e visual renovado, e tem potência de 317cv, com aceleração de 0 a 100 km/h em “menos de 5 segundos”.
Os dez eletrificados mais buscados em 2025 – A Webmotors acaba de divulgar um ranking com os modelos eletrificados mais procurados pelos brasileiros em 2025. O levantamento considera os veículos novos e usados que receberam maior número de buscas e visitas na plataforma entre janeiro e dezembro. No mercado de veículos 0km, dos 10 modelos mais buscados, sete são híbridos.
O ranking é liderado por BYD King (híbrido), seguido por BYD Dolphin Mini (elétrico), BYD Dolphin (elétrico), BYD Song Pro (híbrido), BYD Song Plus (híbrido), Honda CR‑V (híbrido), BYD Seal (elétrico), GWM Haval H6 (híbrido), Volvo XC60 (híbrido) e Toyota Corolla (híbrido). No segmento de usados, os híbridos ocupam oito posições entre os 10 eletrificados mais buscados. A lista tem o Toyota Corolla (híbrido) como líder, seguido por Volvo XC60 (híbrido), Porsche Cayenne (híbrido), GWM Haval H6 (híbrido), BYD Song Plus (híbrido), Toyota Corolla Cross (híbrido), Volvo XC40 (elétrico), Toyota RAV4 (híbrido), BYD Seal (elétrico) e Porsche Panamera (híbrido).
Vem aí o e-Vitara, da Suzuki – A Suzuki confirmou o lançamento de um “veículo completamente novo, 100% elétrico e com tração 4×4”. O e-Vitara estreia até março. O modelo é um utilitário médio-compacto e foi desenvolvido a partir do conceito eVX. Tem 4,28 metros de comprimento e 2,70 m de entre-eixos — porte de Peugeot 2008, mas com entre-eixos de Renault Boreal. Fabricado na Índia, o SUV elétrico também serve de base para um modelo da Toyota vendido no exterior chamado Urban Cruiser.
No Brasil, vai concorrer diretamente com o BYD Yuan Pro e o futuro Kia EV3. A Suzuki escolheu trazer a versão mais equipada do SUV elétrico. São dois motores (um em cada eixo) que entregam, juntos, 184 cv de potência e 30,6 kgfm de torque. Já a bateria de 61 kWh pode entregar uma autonomia de 450 km no padrão internacional. Como um bom carro da fabricante nipônica, a tração integral é a famosa All-Grip. Visualmente, a dianteira traz os faróis ligados por barra e com assinatura visual em forma de “Y” deitado e para-choque robusto. Capô vincado e caixas de roda sobressalentes com apliques plásticos também fazem parte do pacote.
Os chineses vieram para ficar? – Em apenas dois anos, o mercado automotivo brasileiro passou a contar com 16 marcas de origem chinesa, consolidando um movimento acelerado de entrada e expansão dessas empresas no país. O avanço é impulsionado por modelos de negócios distintos dos tradicionais, forte investimento em tecnologia e estratégias agressivas de posicionamento. De acordo com dados da Bright Consulting, as marcas chinesas seguem ampliando participação no mercado nacional: a projeção é alcançar 16% das vendas em 2027 e chegar a 18% em 2030.
Mercedes-Benz completa 140 anos – A marca alemã Mercedes-Benz completou, na quinta-feira (29), 140 anos desde a invenção do automóvel. A data vale para o registro da patente do automóvel (Motorwagen) por Carl Benz, em 1886, e a construção, pouco depois, da carruagem motorizada (Motorkutsche) por Gottlieb Daimler. A evolução começa com a lendária viagem pioneira de Bertha Benz e vai até recordes de velocidade, passando pelos primeiros marcos da condução autônoma a automóveis-conceito e sistemas de propulsão de alta tecnologia. Em 2026, para a empresa, será marcado pelo maior programa de lançamentos de produtos da história dela. Ao longo dos dois anos seguintes, a Mercedes-Benz lançará mais de 40 novos modelos globalmente.
A volta às aulas e os cuidados com os pneus – Com o início de mais um ano letivo e o consequente aumento da circulação de veículos nas ruas, especialmente carros familiares e vans escolares, a atenção à manutenção dos pneus torna-se um fator determinante para a segurança de alunos, motoristas e demais usuários das vias. Para veículos que realizam diariamente o trajeto de ida e volta às escolas, os pneus merecem atenção redobrada, já que são o único ponto de contato entre o veículo e o solo e têm impacto direto na condução, estabilidade, frenagem e conforto durante o transporte.
Segundo Roberto Falkenstein, consultor da área de tecnologias inovativas da Pirelli para a América Latina, a manutenção preventiva dos pneus não é apenas uma prática recomendada, mas um procedimento fundamental para garantir a segurança dos passageiros e a eficiência operacional das vans escolares, por exemplo. “Antes de retomar o serviço diário, é imprescindível verificar a condição dos pneus sob vários aspectos técnicos”, reforça ele.
Verificação da calibragem – A pressão dos pneus deve ser medida com o pneu frio e ajustada conforme as especificações do fabricante do veículo, disponíveis no manual do proprietário. Pressões inadequadas podem comprometer a tração e aumentar o desgaste irregular, além de afetar o consumo de combustível.
Profundidade do sulco e desgaste – A profundidade mínima legal da banda de rodagem deve ser observada com regularidade. Os indicadores de desgaste (TWI – Tread Wear Indicators) presentes nos sulcos dos pneus mostram quando o pneu atingiu o limite e precisa ser substituído. Pneus com desgaste excessivo reduzem significativamente a capacidade de escoamento de água e aumentam o risco de aquaplanagem, especialmente em dias chuvosos.
Inspeção visual e técnica – Antes da operação diária, é essencial inspecionar visualmente os pneus em busca de cortes, bolhas, perfurações ou objetos encravados. Qualquer sinal de dano ou deformação deve ser avaliado por um técnico qualificado, em centros especializados, como os Pirelli Performance Center, presentes em todas as regiões do Brasil.
Balanceamento e alinhamento – O balanceamento e o alinhamento corretos das rodas asseguram desgaste uniforme dos pneus e maior controle do veículo, evitando vibrações no volante e estresse excessivo nos componentes da suspensão. Faça com a periodicidade indicada no manual do proprietário.
Rodízio – Deve-se realizar o rodízio dos pneus entre os eixos conforme o cronograma recomendado pelo fabricante do veículo. Um trabalho realizado da maneira correta auxilia na uniformização do desgaste e prolonga a vida útil dos pneus. Falkenstein reforça: “Um pneu não apresenta uma quilometragem padrão de durabilidade; esta depende de vários fatores, como a calibragem correta, o estilo de condução e o cuidado com a manutenção. Práticas simples, mas regulares, podem aumentar substancialmente a vida útil dos pneus e garantir a segurança de todos neste retorno às aulas.”
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), se pronunciou hoje (31), por meio das redes sociais, após o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar a Polícia Federal a investigar a atuação da Polícia Civil de Pernambuco diante de indícios graves de monitoramento ilegal de agentes públicos ligados à Prefeitura do Recife. A decisão foi proferida pelo ministro Gilmar Mendes, na Petição nº 15.115, e tem como eixo central a preservação do dever constitucional de neutralidade do Estado em período pré-eleitoral.
Em publicação, João Campos afirmou que a entrada da Polícia Federal no caso representa um passo para o esclarecimento dos fatos. “A Polícia Federal agora está no caso. Decisão do Supremo Tribunal Federal chega para fazer justiça. A PF agora está autorizada a investigar a ação clandestina de monitoramento e de espionagem ilegal conduzida pela Polícia Civil”, escreveu. O prefeito também levantou questionamentos sobre a motivação da suposta operação. “É hora de Pernambuco saber: quem deu a ordem? A quem interessou agir à margem da lei? Por que fazer isso em pleno ano eleitoral?”, acrescentou.
Segundo João Campos, desde o início ele alertou para a gravidade da situação e defendeu que as apurações ocorram dentro da legalidade. “Sou favorável que toda investigação seja feita, desde que ela cumpra o que prevê a legislação. Como a própria decisão do STF traz, Pernambuco e o Brasil não podem assistir a nenhum tipo de vigilância com finalidade política”, afirmou. Para o prefeito, “atos assim não podem ficar impunes”, e a participação da Polícia Federal será “decisiva para apurar, investigar e chegar até o final de um processo”.
Em vídeo, João Campos fez críticas ainda mais diretas à suposta atuação de agentes da Polícia Civil. “A Polícia Federal vai investigar a polícia paralela montada pelo Governo do Estado de Pernambuco”, declarou. Ele afirmou que parte da corporação teria sido utilizada “para fins eleitorais e políticos”, sem qualquer procedimento formal. “Sem BO, sem inquérito, carro oficial da Prefeitura sendo rastreado, servidores sendo seguidos, tudo de forma clandestina e criminosa”, disse, classificando a situação como “inaceitável”.
O prefeito também buscou diferenciar a instituição policial das denúncias em apuração. “Volto a registrar o meu respeito pela Polícia Civil, que nunca poderá ser transformada em polícia paralela ou em polícia política”, escreveu, acrescentando que não será “conivente com quem aceita a atitude ilegal e clandestina de estimular a perseguição eleitoral”.
Mais cedo, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), também se manifestou nas redes sociais sobre o tema, negando qualquer orientação do governo para perseguição política. Em vídeo publicado no Instagram, ela afirmou que a Polícia Civil é uma instituição de Estado e atua com autonomia. Raquel Lyra disse ainda tratar o assunto com serenidade e defendeu a realização de investigações sempre que houver indícios. “Nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso”, afirmou.
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), se pronunciou hoje (31), em vídeo publicado no Instagram, sobre a denúncia de que a Polícia Civil teria monitorado de forma supostamente ilegal o chefe de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Queiroz Monteiro. Na gravação, a gestora afirmou que não há orientação do governo para perseguição política e destacou a autonomia da instituição policial.
“Não existe, por parte do governo de Pernambuco, nenhuma orientação de perseguir quem quer que seja”, declarou. Segundo Raquel Lyra, “a Polícia Civil de Pernambuco é uma instituição de Estado, com autonomia e responsabilidade funcional. Ela não pertence a governos, não serve a interesses políticos e jamais será instrumento de ninguém”.
A governadora também disse tratar o tema com serenidade e defendeu que investigações ocorram sempre que houver indícios. “Nada nem ninguém jamais deixará de ser investigado se houver indícios suficientes para isso”, afirmou, acrescentando que “Pernambuco precisa de governo, não de barulho”.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, autorizou há pouco a Polícia Federal a investigar a Polícia Civil de Pernambuco, diante de indícios de monitoramento ilegal de agentes públicos ligados à Prefeitura do Recife. Na decisão (Petição nº 15.115), Mendes destacou sinais de uma estrutura paralela de inteligência usada para vigilância política, sem inquérito formal, autorização judicial ou controle institucional, com o uso de tecnologias invasivas, como rastreamento veicular e reconhecimento facial.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a Polícia Federal a investigar a atuação da Polícia Civil de Pernambuco diante de indícios graves de monitoramento ilegal de agentes públicos ligados à Prefeitura do Recife. A decisão foi proferida na Petição nº 15.115 e tem como eixo central a preservação do dever constitucional de neutralidade do Estado em período pré-eleitoral.
Na avaliação do relator, os autos revelam sinais concretos da existência de uma estrutura paralela de inteligência instalada no âmbito da Polícia Civil pernambucana, supostamente utilizada para fins de vigilância política. As informações indicam que essa atuação teria ocorrido sem a instauração formal de inquérito, sem autorização judicial e fora de qualquer controle institucional, com o emprego de tecnologias altamente invasivas, como rastreamento veicular e sistemas de reconhecimento facial.
Gilmar Mendes foi enfático ao afirmar que tais ferramentas são legalmente destinadas ao combate ao crime organizado e à apuração de infrações penais específicas, sendo absolutamente incompatíveis com o monitoramento de adversários políticos ou de integrantes de determinada gestão pública. Para o ministro, o uso desses instrumentos em contexto político-eleitoral, sem base legal clara, configura violação direta a direitos fundamentais, como a intimidade, a legalidade, a impessoalidade administrativa e a igualdade de condições na disputa democrática.
A decisão ressalta ainda que os alvos do suposto monitoramento integram o núcleo político e administrativo do prefeito do Recife, declarado pré-candidato ao governo de Pernambuco. Esse dado, segundo o STF, agrava de forma significativa o risco de instrumentalização das forças de segurança pública para interferir no equilíbrio do processo eleitoral, ainda que de maneira indireta ou dissimulada.
Nesse contexto, o ministro advertiu que a tolerância institucional diante de fatos dessa magnitude comprometeria não apenas a autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal, mas também a credibilidade das regras que regem o jogo democrático. Para a Corte, o uso indevido do aparato estatal de inteligência com finalidade política representa ameaça concreta ao Estado de Direito.
Diante da gravidade do quadro descrito, Gilmar Mendes determinou o envio imediato das informações à Polícia Federal, que ficará responsável por apurar a eventual prática de crimes federais ou eleitorais, com especial atenção à atuação da inteligência da Polícia Civil de Pernambuco. A investigação deverá esclarecer a legalidade do uso das tecnologias empregadas, identificar eventuais responsabilidades individuais e examinar a cadeia de comando envolvida.
No mesmo despacho, o STF também determinou o encerramento de um procedimento investigatório conduzido pelo Ministério Público estadual, ao reconhecer extrapolação de seu objeto e risco de violação à neutralidade institucional. O caso foi ainda comunicado ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para adoção das providências que considerar cabíveis.
A decisão tem como fundamento as teses fixadas pelo STF no julgamento da ADPF 1017, que impõem limites rigorosos à atuação de órgãos de persecução penal e de segurança em períodos eleitorais, com o objetivo de impedir o uso do aparato estatal como instrumento de disputa política.
Duas crianças morreram após um incêndio atingir uma residência na cidade de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco. As vítimas são irmãos e foram identificadas por Bernardo Abraão, de seis anos, e Alexia Rielly de quatro anos de idade. O caso aconteceu na tarde da última quinta-feira (29), no bairro Pitanga.
Segundo o relato de vizinhos para TV Asa Branca, as crianças estavam sozinhas em casa quando o incêndio começou. O Corpo de Bombeiros foi acionado assim que moradores perceberam as chamas. As crianças foram encontradas abraçadas em um cômodo da residência e conscientes. As informações são do portal g1.
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), foram enviadas duas equipes a ocorrência. Uma delas para o combate as chamas e outra para o resgate de Bernardo e Alexia.
Segundo o delegado Allysson Xavier, responsável pelas investigações, a mãe das crianças deixou o casal em casa sozinho para ir trabalhar. Quando as chamas começaram, uma das crianças começou a gritar e os vizinhos tentaram socorrer. As causas do incêndio estão sendo investigadas pela perícia.
Incêndio em residência deixa duas crianças mortas em Pesqueira — Foto: Joel Almeida
Conforme o CBMPE , quando as equipes chegaram no local, o incêndio já havia sido controlado pelos moradores, restando apenas pequenos focos que foram apagadas pelos bombeiros.
De acordo com a apuração da TV Globo, as crianças foram socorridas para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Devido à gravidade das queimaduras, os irmãos precisaram ser transferidos para o Hospital da Restauração (HR), no Recife.
Devido a gravidade dos ferimentos, Bernardo morreu enquanto estava sendo transferido. Por meio de nota, o HR informou que a menina deu entrada na Emergência Pediátrica e morreu durante a noite.
Ao g1, a Polícia Civil informou que o caso está sob investigação da Delegacia de Pesqueira, que as crianças tiveram queimaduras em diversas partes do corpo e que perícias já foram solicitadas para apurar as causas do incêndio. Segundo a corporação, as diligências seguem em andamento até a completa elucidação do caso.
Mais de 50 cidades dos Estados Unidos registraram manifestações e vigílias neste sábado (31) e ontem (30), em uma mobilização nacional massiva contra as políticas de imigração do governo Trump. De Nova York à Califórnia, passando por Alasca e Flórida, estadunidenses foram às ruas em resposta à violência policial em Minnesota, exigindo o fim das operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).
Em paralelo, o governo está parcialmente paralisado por um shutdown —paralisação parcial que ocorre quando o Congresso não consegue aprovar o orçamento federal, levando a uma suspenção parcial dos pagamentos governamentais — após impasse sobre o financiamento das agências de segurança. É a segunda vez em três meses que os EUA passam por uma situação semelhante. Democratas no Senado bloquearam o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), responsável pelo ICE. As informações são do Brasil de Fato.
A medida da oposição é uma resposta direta aos assassinatos recentes de dois cidadãos estadunidenses em operações federais. Uma votação para definir o cenário de paralisação financeira está agendada para próxima segunda-feira (2), com a expectativa de que o orçamento seja normalizado já no início da semana. Em Washington, 54 manifestantes foram presos ontem (30), ao ocuparem um edifício do Senado exigindo o fim do financiamento ao DHS.
Uma das exigências dos parlamentares contrários ao governo Trump para destravar o orçamento é que os agentes do Ice parem de cobrir o rosto com balaclava, toucas ninjas e outros acessórios durante ações contra imigrantes. A ideia é impedir a normalização de uma polícia secreta, que se aproveita do anonimato para cometer abusos.
Na manhã deste sábado (31), mesmo em meio aos protestos, agentes federais foram flagrados utilizando o estacionamento de uma escola de ensino fundamental em Minneapolis, como ponto de preparação para operações. A divulgação de imagens de câmeras de segurança na imprensa e na internet gerou repúdio de autoridades escolares que planejam proibir a presença não autorizada de vigilância nas unidades de ensino.
Nas ruas
O movimento deste fim de semana é impulsionado pela convocação de uma greve geral nacional organizada por ativistas, trabalhadores e estudantes.
Em Nova York, milhares de pessoas se reuniram na Foley Square, região que concentra prédios do poder público e tribunais A multidão marchou até o Washington Square Park, parque público simbólico da cidade. O prefeito Zohran Mamdani declarou apoio e afirmou que a coragem dos manifestantes “inspira o mundo”.
No estado do Colorado, estudantes e professores lideraram grandes atos na cidade de Denver. O distrito escolar teve que cancelar aulas de última hora devido à adesão massiva dos professores à greve. No sul do país, alunos de 90 escolas da Geórgia deixaram as salas de aula em protesto.
Muitos estabelecimentos comerciais, incluindo museus em Nova York e lojas em Seattle e Milwaukee, fecharam as portas em solidariedade aos manifestantes e prometeram doar os lucros do dia para a causa.
A atual onda de revolta foi desencadeada pelos assassinatos cometidos por agentes do ICE em Minneapolis. Os dois casos foram registrados em vídeo por testemunhas e as imagens das ações violentas correram o mundo.
O enfermeiro Alex Pretti foi morto em 24 de janeiro, aos 37 anos. Ele tentava filmar uma operação de imigração com o celular, quando foi abordado, jogado no chão e executado. Algumas semanas antes, no último dia 7, a poeta Renee Good, de 37 anos, foi assassinada dentro do próprio carro por um agente do ICE.
A prefeita de Olinda, Mirella Almeida (PSD), reuniu, na manhã deste sábado (31), todo o secretariado municipal para alinhar e ajustar os serviços que serão executados durante o Carnaval. O encontro, realizado a menos de 15 dias da festa, teve como foco avaliar as ações desenvolvidas pela gestão nas diversas áreas que envolvem a realização do evento.
Durante a reunião, a prefeita destacou o acompanhamento constante da preparação do Carnaval. “A gente está aqui no gabinete finalizando mais uma reunião de acompanhamento do nosso Carnaval, ajustando e organizando para fazer o melhor”, afirmou a prefeita.
O momento reforça o empenho de todo o time da Prefeitura de Olinda na organização da festa, envolvendo secretarias como limpeza urbana, mobilidade, saúde, segurança, assistência social, cultura e turismo, com o objetivo de garantir estrutura, serviços e acolhimento para moradores e foliões durante os dias da Festa de Momo.
O ex-ministro Gilson Machado está livre para sair do Recife, após 230 dias, desde que foi preso pela Polícia Federal, sob acusação de tentar emitir um passaporte no Consulado Português no Recife para o ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, sair do Brasil.
A prisão foi rápida, mas Gilson ficou impedido de deixar a Capital pernambucana e, por um tempo, de utilizar as redes sociais. Na época, ele argumentou que único contato que teve com o Consulado Português foi para agendar a renovação do passaporte do seu pai, que possui cidadania lusitana. As informações são do Blog Dantas Barreto.
Neste sábado, Gilson comemorou nas redes sociais a decisão judicial e foi encontrar com o vereador Gilson Filho, que não sabia da novidade. O encontro foi na propriedade do ex-ministro. “Gente, acabei de saber que a justiça foi foi feita, que fui liberado para sair do Recife e poder ir pra todos os cantos e agora vou poder voltar a ver os meus negócios”, contou.
Nesse período, o ex-ministro tentou consolidar sua candidatura ao Senado pelo PL, no entanto não teve respaldo do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, que tem preferência pelo dirigente estadual Anderson Ferreira. Com o ex-presidente Jair Bolsonaro preso em Brasília, Gilson Neto não teve outra opção, a não ser se desfiliar do PL. Gilson ainda não revelou qual destino partidário tomará, mas as conversas estão avançadas com o Podemos. A sigla aposta na sua candidatura a deputado federal.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi diagnosticado com pneumonia dupla causada pelo vírus Influenza e não participará presencialmente das sessões da Corte na próxima semana. O ministro está em casa e acompanhará os trabalhos de forma remota.
Segundo nota divulgada por seu gabinete, Fux comunicou ao presidente do STF, Edson Fachin, na quinta-feira, que não poderá comparecer à sessão solene que marca a reabertura do ano Judiciário, marcada para segunda-feira, nem às demais sessões ao longo da semana. De acordo com a assessoria, o vírus que provocou a pneumonia é transmissível, motivo pelo qual o ministro optou por participar por videoconferência. As informações são do jornal O Globo.
A cerimônia de abertura do ano Judiciário deve reunir na sede do Supremo, em Brasília, autoridades dos três Poderes. A expectativa é de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareça, assim como os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.
A retomada das sessões do STF ocorre em um momento de tensão interna e externa à Corte. O tribunal tem sido alvo de críticas em razão de decisões relacionadas ao caso do Banco Master, conduzidas pelo ministro Dias Toffoli, além de divergências entre os magistrados sobre a proposta de criação de um código de conduta para ministros.
Como vem mostrando O Globo, há desconforto entre integrantes do Supremo com a forma como o debate sobre o tema tem sido exposto publicamente. Mesmo ministros que consideram a iniciativa relevante avaliam que a discussão excessiva fragiliza a imagem institucional da Corte.
O diretor-presidente do Instituto de Integração e Inclusão da Pessoa com Deficiência de Pernambuco (IICPE), Geziel Bezerra, e o diretor jurídico, André Carvalho, tomaram posse para mais um mandato como conselheiros do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS-PE), no biênio 2026–2028. No novo ciclo, o Instituto afirma que seguirá atuando pela construção de um Sistema Único de Assistência Social (Suas) mais inclusivo e comprometido com a garantia de direitos das pessoas com deficiência.
Ao comentar a recondução, Geziel Bezerra afirmou que “a renovação desse compromisso reforça a atuação técnica e política do IICPE na defesa intransigente dos direitos da pessoa com deficiência e no fortalecimento do Suas em Pernambuco”. Já André Carvalho destacou a relevância do espaço ocupado pelo Instituto no conselho. “Esse espaço sendo ocupado por pessoas que lutam na defesa dos direitos e garantias das pessoas com deficiência é muito importante”, disse. Durante a solenidade, o IICPE também recebeu o Prêmio Ana Farias – Trajetória de Defesa e Fortalecimento da Assistência Social, concedido pelo CEAS-PE.