Prefeitura de Belo Jardim abre seleção pública simplificada para gestores escolares

A Secretaria de Educação, Esportes e Tecnologia de Belo Jardim está com inscrições abertas para contratação temporária de gestores escolares. Estão disponíveis 38 vagas de cadastro de reserva em cinco funções escolares. As inscrições foram estendidas até o próximo dia (24) e o processo seletivo conta com três etapas sendo elas: redação e prova objetiva, avaliação de títulos e de experiência profissional e plano de ação bienal. A taxa de inscrição custa R$ 104 e a instituição responsável pelo certame é a IGEDUC.

As vagas destinadas são para Gestor Adjunto em Escola Regular; Gestor em Escola Integral; Gestor em Escola Regular (Grande Porte); Gestor em Escola Regular (Médio Porte); e Gestor em Escola Regular (Pequeno Porte), todos com carga horária semanal de 40 horas. A avaliação das provas discursivas e objetivas serão realizadas nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2025. Quem se inscrever para Gestor Adjunto e Gestor do Regular, fará uma prova e pontuará para os dois cargos.

Há vagas para pessoas com deficiência (PCD). O edital completo e as inscrições podem ser encontrados no endereço eletrônico da IGEDUC — instituição responsável pelo certame (www.igeduc.org.br). O resultado final será divulgado no dia 25 de fevereiro.

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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, hoje, mais um importante apoio à sua candidatura no Agreste pernambucano. O prefeito de São Caetano, Josafá Almeida (PRD), confirmou que estará ao lado da pedetista nas eleições deste ano, levando para o palanque de Marília todo o seu grupo político, que inclui o irmão Jobson Almeida (Republicanos), candidato a deputado estadual.

Presidente do Consórcio Público Intermunicipal do Agreste Pernambucano e Fronteiras, Josafá é uma liderança com forte atuação política na região e inserção em municípios das Matas e do Sertão. Marília destacou que a aliança é resultado de uma relação política construída ao longo dos últimos anos e da convergência em torno de uma agenda que fortaleça os municípios e amplie os investimentos no interior de Pernambuco.

Um ato político da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição em Pernambuco, realizado hoje, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, foi marcado pela baixa presença de público. O porta a porta no centro comercial da cidade, que fazia parte da agenda eleitoral da governadora, teve participação considerada muito abaixo das expectativas de mobilização para um ato de campanha, “flopando”.

Imagens registradas durante a atividade mostram espaços com pouca ocupação e uma presença bastante reduzida de apoiadores. Nas redes sociais, já circula com o resultado negativo da caminhada da atual governadora. O esvaziamento chama atenção em meio à disputa pelo Governo de Pernambuco, que começa a ganhar intensidade. Raquel Lyra busca ampliar sua presença política na Região Metropolitana, considerada estratégica para ela, já que o candidato João Campos é majoritário na área.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Candidato a deputado estadual nas eleições de 2026, Zé Queiroz (MDB) cumpriu, hoje, agenda de campanha ao lado de Iza Arruda (MDB), com quem forma dobradinha na disputa para a Câmara Federal. Queiroz e Iza iniciaram a manhã na Feira de Caruaru, no Parque 18 de Maio, onde percorreram corredores, cumprimentaram feirantes e visitantes e conversaram com a população.

Durante a passagem pela feira, os candidatos ouviram reclamações sobre as condições do espaço e também manifestações contrárias à transferência da Feira do Paraguai, anunciada pela Prefeitura de Caruaru. De lá, seguiram para o centro da cidade, onde deram continuidade à agenda, conversando com comerciantes, trabalhadores e eleitores.

Caruaru - Transparência 2026

As eleições gerais no Brasil foram um dos temas da conversa do presidente Lula com Donald Trump por telefone, ontem. Segundo fontes do governo brasileiro ouvidas sob reserva, o líder americano perguntou a Lula sobre como estava o cenário eleitoral no País. As informações são do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

Novo embate comercial entre Brasil e Estados Unidos reacende discussões sobre tarifas e leva governo e Congresso a avaliarem estratégias de reação à proposta norte-americana de taxar produtos brasileiros O mandatário brasileiro, então, respondeu que há vários candidatos na disputa e ressaltou que o sistema eleitoral brasileiro é “muito confiável”.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O Secretário Nacional de Inclusão Socioprodutiva, Artesanato e Microempreendedor Individual, Danilo Cabral, se reuniu, ontem, com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, para discutir uma parceria para alavancar o desenvolvimento do artesanato brasileiro.

No encontro, foi debatido o investimento em projetos para fortalecer o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), coordenado pela secretaria do Ministério do Empreendedorismo (MEMP), e o desenvolvimento tecnológico em Pernambuco.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Folha de Pernambuco

O futuro da matriz energética brasileira, seus desafios e as oportunidades que se abrem a partir da energia limpa e dos biocombustíveis estarão no centro dos debates da quarta edição da Revista Folha Energia, que será lançada nesta segunda-feira (24), a partir das 8h30, no Mar Hotel Conventions, no Recife.

Com o tema “Matriz de Oportunidades”, o evento, realizado pela Folha de Pernambuco e pelo Grupo EQM, reunirá representantes do setor público, da indústria, do agronegócio, da bioenergia, da navegação e do setor portuário para discutir os caminhos e desafios da transição energética.

Palmares - 147 anos

Por Marcelo Tognozzi*

O Brasil parece estar eternamente numa marcha da insensatez e os fatos às vezes parecem ficção. No meio da semana passada, o mercado assustou. A Justiça do Trabalho determinou a suspensão das demissões nas Casas Bahia, empresa que pediu recuperação judicial e tem dívida de R$ 17,3 bilhões. Para continuar operando, precisa fechar 298 lojas e demitir de 1.900 e 2.000 empregados. A Justiça aplicou o entendimento do Supremo Tribunal Federal, determinando que demissões em massa devem passar por uma negociação com os sindicatos.

O problema é muito maior do que se imagina. Se a empresa está derretendo, precisa tomar medidas duras e amargas para sobreviver. Impor o retorno dos demitidos sem que sejam obrigados a devolver as indenizações recebidas, não vai salvar o emprego de ninguém. Morrerão todos abraçados, empresa e trabalhadores.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O município de Timbaúba, na Zona da Mata Norte, foi reconhecido, mais uma vez, pela excelência na educação ofertada aos estudantes da rede municipal de ensino com a 3ª maior nota do estado, em crescimento na nota do IDEPE 2025 e 3ª maior nota no aumento da equidade entre os municípios pernambucanos.

Esse é um resultado do compromisso, trabalho e dedicação de todos os envolvidos que fazem a educação em Timbaúba, reafirmando o crescimento dos nossos índices e da qualidade da educação timbaubense. “Fico feliz com a divulgação desses resultados e mais entusiasmado ainda com essas premiações. Não é o prefeito nem a secretaria de educação que está afirmando esses dados. Vai muito além e quem está reconhecendo é o estado. O reconhecimento dos índices alcançados partiu deles, não da minha pessoa”, reafirmou o prefeito Marinaldo Rosendo.

“O critério de equidade é o que me deixa mais feliz. Saber que estamos oportunizando aqueles que por condições históricas e sociais, tem suas vidas comprometidas, dá-nos o sentimento de dever cumprido”, falou a professora e vice-prefeita Arleide Guerra.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco (PRE-PE) se manifestou, ontem, pela exclusão da Federação PSDB/Cidadania da coligação Pernambuco de Coração, que sustenta a candidatura da governadora Raquel Lyra (PSD) à reeleição.

Em parecer encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), o procurador regional eleitoral Werton Magalhães Costa defendeu a procedência da impugnação apresentada pela Frente Popular de Pernambuco contra o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da chapa adversária.

Por Silvino Teles Filho*

Dormir mal não significa apenas acordar cansado no dia seguinte. A insônia interfere diretamente no funcionamento do cérebro e pode comprometer a concentração, a memória, a capacidade de tomar decisões e, principalmente, o equilíbrio emocional.

Durante o sono, o cérebro realiza uma série de processos fundamentais para consolidar memórias, organizar informações, regular emoções e recuperar o funcionamento adequado das redes responsáveis pela atenção. Quando o sono é insuficiente ou fragmentado, essas funções podem ser prejudicadas. Por isso, quem sofre com insônia frequentemente percebe que está mais distraído, esquece informações com facilidade, tem dificuldade para manter o foco e sente que tarefas simples exigem um esforço muito maior.

O impacto emocional também é importante. A privação de sono pode aumentar a reatividade das estruturas cerebrais relacionadas às emoções, enquanto reduz a eficiência das regiões responsáveis pelo controle dos impulsos e pela avaliação racional das situações. Na prática, isso pode fazer com que pequenos problemas sejam percebidos como muito maiores, aumentando a irritabilidade, a ansiedade, a impaciência e a dificuldade de lidar com situações cotidianas.

É comum, então, surgir um ciclo difícil de interromper: a pessoa dorme mal, acorda mais cansada e emocionalmente vulnerável, enfrenta mais estresse durante o dia e, à noite, encontra ainda mais dificuldade para relaxar e adormecer. Com o passar do tempo, esse padrão pode afetar o desempenho profissional, os relacionamentos, a qualidade de vida e a própria percepção de bem-estar.

A insônia, portanto, não deve ser encarada simplesmente como uma dificuldade para dormir. Quando se torna frequente ou persistente, pode ser um sinal de que algo precisa ser investigado e tratado. Cuidar do sono é também cuidar da capacidade de pensar, concentrar-se, controlar as emoções e enfrentar melhor os desafios do dia a dia.

Uma boa noite de sono não é luxo. É uma das condições fundamentais para que o cérebro funcione bem.

*Médico pós-graduado em Psiquiatria, Neurologia Clínica e Medicina da Dor

Por Gastão Cerquinha Neto*

Você deve se lembrar ou já ter ouvido falar de alguma área da sua cidade onde antes havia uma vegetação verde e exuberante, acompanhada de um riacho, uma lagoa ou um terreno alagadiço. Com o passar dos anos, porém, essa paisagem foi sendo degradada, aterrada e ocupada para dar lugar a algum tipo de empreendimento, possivelmente um novo condomínio, um loteamento, um shopping center, uma avenida ou uma instalação industrial.

Esse processo ajuda a compreender como a urbanização transforma não apenas a paisagem, mas também o funcionamento natural da água dentro das cidades. Antes da ocupação, esse terreno geralmente apresenta solo permeável e cobertura vegetal. Parte da chuva é interceptada pelas folhas, outra parte infiltra no solo e apenas uma parcela escoa superficialmente. Para a implantação do empreendimento, entretanto, a vegetação é removida e o terreno começa a ser modificado. Muitas vezes são realizadas obras de terraplenagem, com cortes e aterros que alteram a topografia original e, consequentemente, os caminhos naturais percorridos pela água.

Em seguida, surgem ruas, estacionamentos, telhados, calçadas, edificações e outras superfícies impermeáveis. Pouco a pouco, aquela área que anteriormente conseguia absorver e armazenar parte significativa da chuva perde essa capacidade. Quando esse processo se repete em diferentes pontos de uma mesma bacia hidrográfica, seus efeitos se acumulam e passam a modificar profundamente o comportamento da drenagem urbana.

Quais são os impactos para o sistema de drenagem?

À medida que a cidade se urbaniza, ela se torna progressivamente mais impermeável. Isso significa que uma parcela maior da chuva se transforma em escoamento superficial e chega mais rapidamente aos canais, galerias e cursos d’água. Como consequência, há aumento dos volumes escoados e dos picos de vazão, além da redução do tempo necessário para que essas vazões cheguem aos pontos mais baixos da bacia. O sistema de drenagem passa, portanto, a receber uma quantidade maior de água em um intervalo de tempo menor.

É por essa razão que o controle da impermeabilização deve fazer parte do planejamento urbano. Não basta simplesmente construir sistemas de drenagem cada vez maiores para transportar a água para frente. É necessário também atuar na origem do problema, reduzindo a quantidade e a velocidade da água que deixa cada lote ou empreendimento. Uma das estratégias é estabelecer limites para a impermeabilização e exigir que novos empreendimentos adotem medidas capazes de compensar o aumento do escoamento superficial provocado pela urbanização.

Entre essas medidas estão os telhados verdes, jardins de chuva, áreas vegetadas, pavimentos permeáveis e reservatórios de detenção ou retenção no próprio lote. Esses dispositivos ajudam a armazenar temporariamente a água da chuva, favorecer sua infiltração quando as condições do solo permitem e retardar sua chegada ao sistema público de drenagem.

O que acontece com os rios e riachos durante a urbanização?

Os cursos d’água também são profundamente afetados pelo crescimento das cidades. À medida que a ocupação urbana avança, as construções frequentemente se aproximam das margens dos rios e riachos e, em muitos casos, ocupam suas próprias planícies de inundação. Essas áreas fazem parte naturalmente do funcionamento dos rios: durante eventos de cheia, a água ultrapassa a calha principal e ocupa temporariamente as áreas adjacentes. Quando essas planícies são ocupadas, a população e as edificações passam a ficar diretamente expostas às inundações.

Ao mesmo tempo, ocorre a retirada da mata ciliar, a impermeabilização das margens, a retificação dos canais e, em situações mais extremas, até mesmo a cobertura completa dos cursos d’água. Rios e riachos naturais passam então a ser tratados simplesmente como estruturas de drenagem. Em muitos casos, o lançamento clandestino de esgoto e resíduos contribui ainda mais para que a população deixe de reconhecê-los como elementos naturais da paisagem.

Esse processo pode chegar a tal ponto que muitas pessoas sequer sabem que determinados canais existentes em suas cidades foram, originalmente, rios ou riachos naturais, cercados por vegetação e capazes de sustentar diferentes formas de vida.

Por isso, quando você observar um canal revestido de concreto atravessando sua cidade, vale fazer uma pergunta: como esse riacho deveria ser? Em muitos casos, aquele canal é um curso d’água que, ao longo das décadas, foi retificado, impermeabilizado e artificializado para se adequar ao processo de urbanização.

Os rios escondidos das cidades

A cidade de São Paulo é um dos exemplos mais conhecidos desse processo. Durante décadas, diversos rios e córregos foram canalizados, cobertos e incorporados ao sistema de drenagem subterrânea. Muitos deles continuam correndo sob ruas, avenidas, praças e edificações, praticamente invisíveis para quem circula pela cidade.

Ao esconder esses cursos d’água, perde-se também parte das funções ambientais, paisagísticas e sociais que eles poderiam desempenhar no espaço urbano. Nos últimos anos, iniciativas de reconhecimento como o Projeto Rios e Ruas têm ajudado a população a redescobrir os caminhos naturais da água dentro das cidades. Esse movimento contribui para mudar a maneira como enxergamos a natureza no ambiente urbano: em vez de considerar os rios obstáculos ao desenvolvimento, podemos reconhecê-los como parte da infraestrutura ambiental da própria cidade.

Em alguns locais, inclusive, a retirada de estruturas de concreto, a recuperação das margens e da vegetação e a reabertura dos cursos d’água podem transformar espaços degradados em áreas ambientalmente mais qualificadas. Essas intervenções também podem criar espaços de lazer e convivência. A população passa a se aproximar novamente da água por meio da contemplação da paisagem, da vegetação, da biodiversidade e do contato com a natureza dentro da própria cidade.

Quando a cidade perde a capacidade de lidar com a água

Quando os cursos d’água não são preservados, aumentam-se as condições favoráveis à ocorrência de desastres hidrológicos, como alagamentos, enxurradas e inundações. Por isso, o manejo das águas pluviais precisa considerar a cidade a partir de suas bacias hidrográficas.

A água não reconhece os limites administrativos de bairros, lotes ou municípios. Ela segue a topografia. Compreender como a água entra, infiltra, escoa, se acumula e deixa cada bacia é fundamental para identificar as causas dos problemas e definir intervenções capazes de reduzir a exposição da população aos riscos de alagamentos, enxurradas e inundações.

Recuperar a capacidade de armazenar água

É nesse contexto que ganha força o conceito de cidade-esponja. A ideia parte de um princípio relativamente simples: em vez de tentar retirar a água da chuva da cidade o mais rapidamente possível, devemos criar condições para que parte dessa água seja retida, armazenada, infiltrada e liberada de maneira mais lenta e controlada.

Isso pode ser feito por meio da ampliação das áreas verdes, recuperação de rios e riachos, preservação de áreas alagáveis, implantação de parques inundáveis, jardins de chuva, telhados verdes, pavimentos permeáveis, reservatórios de detenção e outras soluções baseadas na natureza.

Talvez essa seja uma das principais mudanças de perspectiva necessárias para as cidades contemporâneas: a água da chuva não deve ser vista apenas como algo que precisa ser eliminado rapidamente, mas como um elemento natural cujo espaço precisa ser respeitado e incorporado ao planejamento urbano. Construir cidades mais resilientes às inundações passa, portanto, por uma ideia fundamental: é preciso devolver espaço para a água dentro da cidade.

*Engenheiro civil, doutor em Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atualmente, é tecnologista do Cemaden (MCTI) em São José dos Campos (SP).

Tão logo cheguei, ontem, em Caruaru, para um compromisso profissional e aproveitar para comemorar o meu niver ao lado da minha Nayla, passei um sufoco por causa de uma dor dentária insuportável. Mas, graças a Deus, muitos amigos me ajudaram a localizar um consultório aberto, com profissionais extremamente competentes, entre eles Tony Gel, que foi super prestativo.

Fui atendido por um trio de odontólogos sensacionais: Marcella Furtunato, Elian Cabral e sua esposa Luiza Basante. Cada um teve um papel competente no procedimento, que me deixou, enfim, aliviado e feliz.

Os três atuam no consultório da cirurgiã dentista Marcella Furtunato, na Avenida Agamenon Magalhães, 1493, em Caruaru, com o seguinte endereço no Instagram: @dramarcellafurtunato

Um agradecimento especial ao ex-prefeito e ex-deputado Tony Gel e seu filho Toninho, que não apenas localizaram a doutora Marcella já por volta das 20 horas, como me deram atenção especial ao longo de todo o tempo do procedimento cirúrgico.

Caruaru é, sem dúvida, um grande centro de saúde, com profissionais competentes em todas as áreas. Na Odontologia, comprovei isso mais uma vez, nas mãos santas de Marcella, Luiza e Elian.