Quatro policiais militares contratados para fazer a escolta particular do empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital), foram identificados e afastados de suas funções neste sábado (9). Gritzbach foi executado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos na sexta (8).
Os policiais Leandro Ortiz, Adolfo Oliveira Chagas, Jefferson Silva Marques de Sousa e Romarks César Ferreira de Lima prestaram depoimento no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação, e na Corregedoria da PM. Os celulares dos PMs também foram apreendidos.
Uma das linhas de investigação do DHPP é que os seguranças de Gritzbach teriam falhado de forma proposital e indicado o momento que o empresário estava desembarcando do aeroporto. A polícia quer saber com quem os PMs conversaram momentos antes do crime, por isso os celulares foram apreendidos.
Os quatro policiais teriam afirmado que o carro que buscaria o empresário no aeroporto quebrou no caminho. Por conta disso, apenas um dos seguranças foi fazer a proteção do assassinado usando outro veículo; já os outros três seguranças ficaram onde o carro teria quebrado.
Como Gritzbach era muito visado por ter delatado práticas criminosas do PCC, um investigador disse à TV Globo que o mais lógico teria sido eles deixarem o carro quebrado para trás e os quatro seguranças irem ao aeroporto buscar o homem e não três deles protegerem um suposto carro quebrado.
Os investigadores também acreditam que Gritzbach já vinha sendo monitorado desde a saída de Maceió (AL) pois os assassinos sabiam o horário em que ele desembarcaria. A suspeita é que os matadores foram avisados do momento do desembarque para que o ataque fosse executado no momento em que ele pisasse para fora do saguão do aeroporto.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a namorada do empresário — que estava presente no momento da execução — também prestou depoimento. “Os dois carros utilizados pela escolta da vítima e um terceiro, supostamente usado pelos atiradores, foram apreendidos e periciados, assim como os celulares dos integrantes da escolta e da namorada do homem”, informou a pasta.
Procurado pelo g1, João Carlos Campanini — advogado de defesa dos policiais Leandro Ortiz e Romarks Cesar Ferreira de Lima — informou que “aguardará o término das investigações para posicionamento”.
A defesa de Adolfo Oliveira Chagas e Jefferson Silva Marques de Sousa não foi localizada até a última atualização da reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.
Feridos
Dois motoristas de aplicativo, de 39 e 41 anos, e uma mulher que estava na calçada do terminal, de 28, também ficaram feridos durante a execução do empresário, jurado de morte da facção criminosa paulista.
Eles foram socorridos e encaminhados ao Hospital Geral de Guarulhos. Os homens permanecem internados neste sábado, enquanto a mulher recebeu alta.
No Leite, referência em gastronomia no Nordeste, recepcionando meu amigo Cláudio Humberto, um dos maiores colunistas do País, com sua Tais, uma das editoras do Correio Braziliense. Também meu amigo Francisco José, com sua Beatriz Castro.
O Brasil abriga o maior reservatório subterrâneo de água doce do planeta. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) identificaram o Sistema Aquífero Grande Amazônia (SAGA), cuja capacidade impressiona: estima-se que o volume armazenado seria suficiente para abastecer toda a população mundial por cerca de 250 anos.
Composto por mais de 150 quatrilhões de litros de água, o SAGA supera o famoso Aquífero Guarani, que possui 39 mil quilômetros cúbicos. Sua área de abrangência ultrapassa 1,2 milhão de quilômetros quadrados, sendo 75% em território brasileiro, o que pode beneficiar diretamente residências, comércio e o agronegócio.
A descoberta reforça a importância estratégica da Amazônia não apenas pela biodiversidade, mas também como eixo fundamental para a regulação climática e o abastecimento de água. Segundo especialistas, as árvores desempenham papel vital no equilíbrio do aquífero, ajudando a manter a umidade e a gerar chuvas que irrigam outras regiões do país.
Apesar da dimensão, os pesquisadores alertam para o uso responsável do recurso, lembrando que o Aquífero Guarani já enfrenta sérias pressões. O manejo sustentável, afirmam, será essencial para garantir que o potencial hídrico do SAGA se mantenha para as futuras gerações.
O estudo revelou ainda que o aquífero se estende desde os contrafortes dos Andes, no Acre, até a região do Marajó, no Pará, confirmando sua importância não apenas ambiental, mas também econômica.
O geólogo responsável pela pesquisa ressalta a dependência do agronegócio brasileiro da água amazônica:
“A Amazônia transfere, para o restante do Brasil, um número aproximado de oito quatrilhões de litros de água por ano pelo spray da atmosfera. É o que sustenta o regime de chuva do Centro-Oeste, do Sudeste. Essa água é o que sustenta, hoje, um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira, que é o agronegócio. O agronegócio brasileiro depende fundamentalmente, visceralmente, mortalmente, da água transferida pela Amazônia”, disse.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar nesta terça-feira (2) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus acusado de elaborar um plano de golpe de Estado no país em 2022.
O ministro Cristiano Zanin, presidente do colegiado, marcou sessões em cinco dias para análise do caso. Em duas dessas datas, o julgamento ocorre das 9h às 12h. Nos outros três dias, haverá duas sessões diárias: umas das 9h às 12h e outra das 14h às 19h.
A primeira sessão será aberta com a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes. O documento deverá oferecer um panorama abrangente das provas reunidas e produzidas ao longo do processo. Essa etapa não tem um limite de tempo.
Na sequência, terão a palavra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e os advogados de defesa dos oito réus. Cada parte — acusação e defesas — deve apresentar sua sustentação oral em até uma hora.
A única exceção se aplica ao procurador-geral, que poderá ter tempo adicional, em razão do julgamento envolver mais de um réu. Essa ampliação, contudo, depende de autorização do presidente da Primeira Turma.
Encerradas as manifestações, o ministro Alexandre de Moraes apresentará seu voto, seguido pelos demais integrantes do colegiado, que também votarão. Não há limite de tempo para a exposição de cada voto.
Os réus não precisarão comparecer presencialmente ao julgamento no STF. Conforme apurou a CNN, o tenente-coronel Mauro Cid optou por não comparecer ao julgamento para evitar constrangimentos com os demais réus.
Veja quem são os réus do núcleo 1
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, candidato a vice-presidente em 2022;
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente;
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);
Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro;
Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) de Bolsonaro; e
Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.
Veja datas e horários do julgamento
2 de setembro, terça-feira: 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Ordinária)
3 de setembro, quarta-feira: 9h às 12h (Extraordinária)
9 de setembro, terça-feira: 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Ordinária)
10 de setembro, quarta-feira, 9h às 12h (Extraordinária)
12 de setembro, sexta-feira, 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Extraordinária)
O brasileiro Ariel Lubliner, que servia ao Exército de Israel como sargento, morreu ontem na região sul da Faixa de Gaza, informou o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, em publicação no X (antigo Twitter).
Lubliner formou-se em Administração na Universidade Reichman, em Herzliya, na região de Tel Aviv, e fez mestrado na Universidade de Haifa, no norte do país. As informações são do Estadão.
בשם מערכת הביטחון כולה אני שולח תנחומים מעומק הלב למשפחתו של רס”ל (מיל’) אריאל לובלינר ז”ל, לוחם באגד לוגיסטי 6036, שנפל בדרום רצועת עזה.
אריאל, שעלה ארצה מתוך אהבת הארץ, גויס למילואים מאז ה-7 באוקטובר ופעל מאז במסירות להגנה על מדינת ישראל.
Ele morava em Israel havia cerca de dez anos e trabalhava em uma fintech como gerente de contas. Aos 34 anos, era casado e tinha um filho de nove meses.
“Ariel, que imigrou para Israel por amor à terra, foi convocado em 7 de outubro [de 2023] e, desde então, atuou com dedicação na defesa do Estado de Israel”, informou Katz, que também agradeceu ao brasileiro pelos seus serviços e prestou condolências à família.
De acordo com o jornal Times of Israel, as circunstâncias da morte do sargento ainda são investigadas. A principal suspeita, no entanto, é de que ele tenha sido atingido por um “fogo amigo” de um soldado israelense.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na manhã deste domingo (31), alerta de chuvas para quatro regiões de Pernambuco. Segundo o instituto, o aviso vale até 10h de amanhã na Região Metropolitana do Recife, Mata Norte, Mata Sul e Agreste do estado.
O alerta prevê chuvas de 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia.
Já a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgou a tendência de precipitação para a segunda-feira no estado. Segundo a Apac, é esperada chuva fraca nas quatro regiões. No Sertão não deve chover.
O recente anúncio da pavimentação do pequeno trecho que falta para concluir o calçamento da estrada que liga a BR-232 ao CEDEC/Santuário da Divina Misericórdia, em Serra das Varas, resgata uma história que começou com a atuação do então deputado estadual Júlio Cavalcanti, que destinou recursos da ordem de R$ 1 milhão para a obra.
Foi através de suas emendas parlamentares que a obra saiu do papel, com a primeira etapa do calçamento executada ainda em 2013, garantindo o início da pavimentação de um dos acessos mais importantes para a zona rural de Arcoverde. A iniciativa surgiu após um pedido feito pelo Padre Adilson Simões, que na época destacava a necessidade de melhores condições de acesso ao Santuário da Divina Misericórdia, local que se consolidou como referência religiosa e turística na região.
Ao comentar o anúncio da conclusão, Júlio Cavalcanti afirmou: “Fico muito feliz em ver que essa obra, tão sonhada pelo Padre Adilson e por toda a comunidade do Santuário, finalmente será concluída. Quando destinamos as primeiras emendas para iniciar o calçamento, foi com o compromisso de melhorar a vida das pessoas e dar condições dignas de acesso a um espaço de fé e turismo tão importante para Arcoverde. Ver esse sonho prestes a se realizar é motivo de alegria e gratidão.”
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que sua primeira medida se vier a ser presidente da República seria conceder um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ele foi questionado se concederia o indulto em entrevista ao Diário do Grande ABC. “Na hora. Primeiro ato. Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, afirmou.
Ele voltou a negar, porém, a intenção de se candidatar à presidência em 2026. “Eu não sou candidato à presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo tamanho do estado, um estado muito importante”, pontuou.
“Mas vamos pegar na história recente qual foi o governador de São Paulo que se tornou presidente da República: o último foi Jânio Quadros e o penúltimo foi Washington Luís”, ponderou.
Tarcísio também disse que não confia na Justiça e que não vê elementos para a condenação de Bolsonaro, que começa a ser julgado por tentativa de golpe na próxima terça-feira (2) no STF (Supremo Tribunal Federal).
“Não acredito em elementos para ele ser condenado, mas infelizmente hoje eu não posso falar que confio na Justiça, por tudo que a gente tem visto”, disse.
O governador ainda defendeu a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a “prerrogativa” do Congresso em construir uma “solução política”.
“A gente tem falado com partidos, acredito muito em uma saída política via Congresso, e o Congresso tem que ter sua prerrogativa respeitada para construir uma solução política. Essa solução [anistia] não é novidade, esteve presente em outros momentos do Brasil”, declarou, citando episódios desde revoltas do período colonial até o “movimento de 64”.
Na entrevista, Tarcísio ainda cobrou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que paute a anistia. Ele não citou Motta nominalmente. “Entendo que os presidentes da Casa têm que submeter isso à vontade do plenário, e não pode ter interferência de outro Poder.”
O jornalista Magno Martins publica sempre uma crônica aos domingos. É quando se dá ao luxo de deixar a política de lado, às vezes, elaborando textos com um quê literário.
Gosto de quem escreve bem. Clarice Lispector era uma espécie de maga (ou seria fada?) das letras. Luís Fernando Veríssimo, que morreu neste sábado, 30 de agosto, era um mestre da crônica. “Vou morrer sem realizar o meu grande sonho: não morrer nunca”, escreveu uma vez o genial escritor gaúcho.
“Hoje é domingo, missa e praia, céu tem de anil, tem sangue no jornal, bandeiras na avenida…”. Aos domingos, costumo lembrar o início dessa música, da parceria do Raul Seixas com o Paulo Coelho. Pegando o mesmo caminho do amigo Magno, eis aqui a minha crônica de domingo, na tentativa de escrever um texto mais elaborado, quem sabe mais profundo.
Normalmente o título só vem depois. Mas este aí acima veio antes da primeira palavra. Política porque todos se interessam pelo assunto, até os que dizem não gostar da atividade e até demonstram rancor ou raiva em relação a vereadores, deputados, prefeitos, governadores e presidentes da República.
Na próxima terça, depois de amanhã, portanto, começa o julgamento de Jair Bolsonaro. Dele e de algumas figuras que fizeram parte do seu governo. Ele cometeu muitos crimes. É preciso ser ignorante ou fanático (os as duas coisas) para não admitir isso.
Mas o ex-presidente, basicamente, será julgado pela tentativa de golpe de Estado, que incluía um plano para matar autoridades. Ainda não será responsabilizado, dessa vez, pelo que estou informado, por negligência durante a pandemia, tentativa de vender joias que não eram suas, movimentação financeira atípica e muito mais coisa. Não dá para relacionar tudo aqui.
Basta de política, hoje é domingo! Vamos aguardar a decisão da Suprema Corte brasileira.
Futebol já tivemos desde ontem, com o time do Santa Cruz vencendo o América por 1 x 0, com um gol sofrido, na raça, marcado no final da partida. Caso o tricolor pernambucano pelo menos empate no jogo que será disputado em Natal, no próximo domingo, sairá da infame série D, que não é seu lugar, para a série C, que já é um pouquinho melhor.
E o Náutico, com um time praticamente reserva, sobrou em campo contra o Ituano de São Paulo. Três a zero e podia ter sido mais, pois a bola foi na trave duas vezes e o Hélio Borges desperdiçou uma ótima chance frente a frente com o goleiro.
Esse técnico do Timbu, o Hélio dos Anjos, sabe demais de futebol. Mesmo quando bota pernas de pau em campo exige tanto deles que terminam jogando como se fossem bons de bola.
Chegamos, enfim, a melhor parte da crônica. Mulheres! O humorista Ronald Golias, na sua famosa escolinha, uma vez disse que mulher é um luxo, é tudo. Que só pensa nelas. E quando vem a sua cabeça um caminhão, está carregado de mulheres.
A foto que ilustra o texto traz um casal de mulheres: Nanda Costa e sua companheira de 10 anos, Lan Lanh. O ensaio fotográfico foi feito por uma verdadeira artista, de nome Mari França. Ficou lindo demais. Sem apelar para a vulgaridade. O nu de Nanda está natural, bonito mesmo. No Instagram eu fiz uma notinha com a foto e coloquei um áudio de Fagner cantando “Oh My Love”, de John Lennon. O artista cearense canta um trecho em inglês e outro em português. A voz agreste de Fagner interpretando a canção na língua de Shakespeare, com acompanhamento até de violinos é uma das melhores coisas que já ouvi na música popular.
Um esclarecimento: o ensaio de Nanda e Lan teve a pretensão de recriar uma foto icônica de John Lennon e Yoko Ono, em 1980. O mesmo ano em que o Beatle foi assassinado. O ensaio conduzido pela Mari França foi feito no último 29 de agosto, o Dia da Visibilidade Lésbica.
No começo citei a Clarice Lispector, que fazia sinfonia com as palavras. A escritora, que nasceu na Ucrânia, mas passou a infância no Recife e se tornou brasileiríssima, escreveu um conto intitulado “O Ovo e a Galinha”.
É incrível como ela, refletindo sobre um ovo em cima de uma mesa, escreve tão bonito, um texto bem profundo. Outro dia, pensando nesse conto da Clarice, eu tentei o mesmo exercício tendo como objeto a cama. E contei toda uma história, fiz dezenas de reflexões a respeito do objeto que nos acolhe para descansar, dormir, fazer amor e muito mais. Não sei se consegui despertar o interesse dos meus queridos leitores e leitoras.
Mas quero que essa crônica domingueira passe a emoção do gol, a tensão do julgamento do século e a sensação que não existe nada mais belo do que a mulher. Viva o Náutico, o Santa, a Nanda Costa, Lan Lanh e Mari Fernandes.
Preocupo-me, como orgulhoso nordestino que sou, com a dimensão do problema do desequilíbrio regional. Sempre protesto e chamo a atenção para essa questão, pois o artigo pode ser novo, mas o grito é antigo.
Nesse sentido, certa vez disse Franco Montoro: “Ninguém vive na União ou no Estado; as pessoas vivem no Município.” Aristóteles, em sua obra “Política”, afirma que a cidade é a forma mais elevada de comunidade e tem como objetivo o bem supremo: o bem comum.
A respeito do tema, poderia empregar inúmeros adjetivos, mas deixo apenas um exemplo: não é admissível que uma pessoa tenha acesso à água e seu vizinho não.
Em vez de corrigir as distorções, alegam que os problemas do Nordeste são regionais, quando, na verdade, são nacionais. Nunca se pensa que se tratam de problemas que afetam o país como um todo.
Assim, em outro tempo, poderia buscar exemplos mais distantes, como Israel e a Califórnia, regiões áridas que se transformaram em referências mundiais de riqueza e desenvolvimento. A Califórnia, por exemplo, tornou-se o maior estado americano, um modelo de prosperidade para o mundo inteiro.
Mas hoje vou bem mais perto, ao coração do sertão nordestino, onde uma história de transformação e resiliência se desenrola. O Vale do São Francisco, outrora conhecido por sua aridez, hoje se destaca como um verdadeiro oásis de prosperidade agrícola. A irrigação revolucionou a região, tornando Petrolina o epicentro do agronegócio sustentável no Nordeste brasileiro.
Devo lembrar, ainda, o vizinho Estado do Ceará, que é destaque e referência nacional na educação. A liderança em alfabetização e o desempenho nos exames do Ideb são exemplos claros: o estado possui a maior proporção de crianças alfabetizadas na idade certa, superando a média nacional, com 85,3% dos alunos do 2º ano já lendo e escrevendo de forma autônoma.
Vamos verificando que é preciso lutar e continuar sonhando. O Nordeste mudou e tem uma nova face, com obras como a Transnordestina — incluindo o trecho de Salgueiro ao Porto de Suape — e a conclusão da Transposição do Rio São Francisco, cujas águas, pelo Ramal do Entremontes, semeiam esperança e escoam desenvolvimento.
A história do Nordeste é feita de coragem, luta, tenacidade, determinação, sonho e construção. É nesse sentido que sigo acreditando: é possível construir uma realidade diferente em cada cidade deste país, garantindo pelo menos o mínimo de direitos a que todos têm acesso.
“Se ser político é reclamar das injustiças, então, eu sou político.” — Patativa do Assaré
*Vereador de Parnamirim, Vice-Presidente da Câmara de Parnamirim-PE e Bacharel em Direito
O governo Lula projeta uma nova leva de sanções dos EUA motivada pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF). A Primeira Turma do STF começa a julgar na próxima terça-feira (2) os integrantes do núcleo central dos acusados de tentativa de golpe de Estado.
Bolsonaro é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ser o “principal articulador, maior beneficiário e autor” das ações voltadas para se manter no poder mesmo com a derrota na eleição de 2022.
A situação de Bolsonaro foi apontada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, entre os motivos do tarifaço de 50% para importação de produtos brasileiros, em vigor desde 6 de agosto.
Como Trump exigiu o encerramento dos processos de Bolsonaro, integrantes do governo Lula avaliam que a relação com os EUA entra em uma “fase crítica”, na qual uma eventual condenação do ex-presidente provocará novas sanções econômicas e contra ministros do STF.
Reciprocidade
O início dos procedimentos para o Brasil impor medidas de reciprocidade aos EUA era algo programado e não tem relação com o momento do julgamento, dizem fontes do governo.
Auxiliares de Lula entendem que é preciso avançar nos procedimentos para utilizar a reciprocidade caso seja necessário. Como a aplicação da lei exige um trâmite longo, uma eventual retaliação aos EUA ficaria para o final desde ano ou para 2026.
Diplomatas acreditam que o começo do processo possa abrir caminho para o diálogo com os americanos, que têm evitado negociações sobre o tema.
O governo iniciou o processo após concluir que cristalizou a percepção no Brasil e no exterior de que o motivo do tarifaço é político. No momento, fontes afirmam que não se cogita adotar barreiras tarifárias ou sobretaxas contra os EUA. As respostas a novas sanções seriam políticas, porque taxações provocariam um efeito ruim para o setor produtivo brasileiro.
A resposta aos EUA, no caso de novas sanções, será feita de olho na repercussão interna e externa. As ideias ainda são discutidas como possibilidades.
Entre as medidas especulada estão ações envolvendo propriedade intelectual, como a quebra de patentes de remédios, e a tributação de aplicativos de streaming.
Há algo em Brasília que soa como unanimidade: o baixíssimo nível do Congresso Nacional. Se a Câmara dos Deputados virou guetos, com bancadas as mais dispares, dos evangélicos aos que formam o pelotão da bala, o Senado, a Casa Alta, revisora e historicamente de melhor nível, virou o clube dos suplentes.
Jarbas Vasconcelos, uma das maiores lideranças políticas de Pernambuco, de relevo nacional, que se consagrou no combate à ditadura ao lado de grandes figurões, como Ulysses Guimarães, já não atua mais como senador. Com problemas de saúde, passou o bastão para Fernando Dueire, que nunca disputou uma eleição.
Não é um caso isolado. Augusta Brito (PT-CE), Ana Paula Lobato (PSB-MA) e Fernando Farias (MDB-AL) substituem, respectivamente, Camilo Santana, ministro da Educação; Flávio Dino, ministro do STF, e Renan Filho, ministro dos Transportes. Hoje, dezoito suplentes (mais de 20% de toda a bancada) estão exercendo o mandato, uma das mais nobres posições na política nacional.
Resultado? Um debate de esgoto. Meu amigo Arnaldo Santos, um dos mais talentosos jornalistas do Ceará, comentou comigo que não tem mais o menor entusiasmo em ligar a TV Câmara ou a TV Senado para acompanhar as sessões plenárias. Tem razão de sobra! Saudade de um tempo em que cobri um Congresso que tinha no Senado o jurista Afonso Arinos, Marco Maciel, os ex-governadores Pedro Simon, Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso, Nelson Carneiro, José Sarney, Eduardo Suplicy, Antônio Carlos Magalhães e Sérgio Guerra.
Na Câmara, Ulysses Guimarães, Lula, Michel Temer, Luís Eduardo Magalhães, Fernando Lyra, Egydio Ferreira Lima, Inocêncio Oliveira, José Thomaz Nonô, Miguel Arraes, Cristina Tavares, Ciro Gomes, Aécio Neves e tantos outros, como Ricardo Fiúza, Maurilio Ferreira Lima e Fernando Gabeira.
A lista é grande, mas sobre a brusca queda do nível do Congresso recordo a lição histórica do saudoso Ulysses Guimarães. Um parlamentar desavisado foi reclamar soprando no seu ouvido sobre a qualidade lamentável dos quadros do parlamento brasileiro. O sábio Senhor das diretas olhou em direção a ele e sapecou: Está achando ruim? Espere a próxima legislatura.
Jornalista extremamente experiente na cobertura do Congresso, Luís Costa Pinto, pai do secretário de Imprensa de Raquel Lyra, Rodolfo Costa, escreveu: “No Congresso, cruzávamos no dia a dia com nomes como Ulysses Guimarães, Mário Covas, Fernando Lyra, Luís Eduardo Magalhães, Ricardo Fiúza, Maurício Correa, Roberto Campos, Miguel Arraes, Paes de Andrade, para citar os que já se foram”.
E com biografias parlamentares até ali indiscutivelmente exemplares como as de José Genoíno e José Dirceu, por exemplo, e ainda Ibsen Pinheiro, Pedro Simon, Nelson Jobim, Roberto Magalhães, Delfim Netto, Marco Maciel, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmin, Sigmaringa Seixas e a dupla Miro Teixeira & Roberto Freire.
O horizonte era turvo, segundo Costa Pinto. “Voltávamos a entrar numa espiral inflacionária, a gestão do homem que se vendera como ‘Caçador de Marajás’ vivia um fogo cruzado de denúncias de corrupção e o Brasil começava a testar a força democrática da recém-promulgada Constituição de 1988. O Parlamento, base do funcionamento de qualquer sistema democrático, era constantemente instado a apresentar propostas que corrigissem os rumos do país. E elas existiam”, comentou.
Para Costa Pinto, o sábio Ulysses Guimarães já antevia naquele momento a crise de qualidade representativa que hoje nos assola e trava o Brasil. A escassez de projetos de Nação a serem debatidos dentro da Câmara e do Senado virou um verdadeiro deserto de ideias e projetos para o País.
O Congresso tem falhado em ser um reflexo fiel da vontade do povo, priorizando agendas políticas em detrimento de projetos que realmente mudem a vida dos cidadãos. Em vez de ser um centro de debate e solução para os problemas do país, o Congresso tem se mostrado um palco de disputas e discursos vazios.
A qualidade da atuação do Congresso reflete-se na desigualdade e na falta de oportunidade que ainda assolam o país. Entre as muitas meias verdades difundidas sobre o Congresso, duas parecem especialmente danosas para interpretar a política brasileira atual.
Uma delas é imaginar que jamais em nossa história tivemos um Parlamento tão ruim. Outra é que fomos longe demais na criação de partidos políticos, gerando o sistema mais fragmentado entre todas as democracias do planeta.
Como disse o sábio Ulysses, espere o próximo Congresso! Tende a ser pior.
Enfim, o Golf GTI volta ao Brasil. E cheio de regras para a compra
A Volkswagen confirmou que, a partir do próximo dia 6, abrirá o processo de pré-venda do Golf GTI — uma espécie de lenda para uma geração de brasileiros habilitados no começo da década de 1980. Essa estratégia de vendas, aliás, tem regras diferenciadas, como forma de evitar especulações com o número reduzido de carros que foram importados. Por exemplo: para comprar um exemplar, o interessado terá, antes de mais nada, provar que já possui outros modelos das siglas GTI, GTS ou GLI. E quem comprar primeiro, recebe primeiro.
Esses compradores ganharão kits especiais, com plaqueta de acrílico atestando a propriedade do modelo, além de um cartão de membro para o GTI Club, um chaveiro e um óculos de sol da linha GTI, feito em parceria com a Chilli Beans. Nem todas as mais de 500 concessionárias Volks venderão o esportivo. A marca vai escolher qual o fará — e cada uma só terá um exemplar disponível (no máximo, serão cinco unidades por grupo ou região). E mais: só será liberada a compra de um GTI por CPF ou CNPJ. Acho que era pouco? Pois bem: cada modelo comprado terá que ser revendido (pelo menos preferencialmente) à própria VW. Bem, e quanto ao carro em si? Ele terá quatro cores (branco, preto, cinza ou vermelho) e um motor 2.0 turbo de 245 cv e 37,7 kgfm de torque, com câmbio DSG de sete marchas. O propulsor traz evoluções interessantes em relação à última geração no Brasil: 15 cv de potência a mais, 3 km/h a mais no teste de slalom e 4 segundos no tempo de volta na pista de testes na Alemanha. O hatch vai de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos.
Ele apresenta design interior e exterior totalmente novos, carregando itens inéditos como logo VW iluminado na dianteira e conjunto de telas somando mais de 23 polegadas.O Golf GTI chegou em 1993, com um conjunto fiel à sigla “Gran Turismo Injection”, Era um hatch espaçoso, potente e, principalmente, bom de guiar. Sem tantas exigências ou regras, a VW já havia apresentado outros esportivos – ou esportivados, como queiram. Foi o caso do Nivus GTS, há três meses. As vendas do Jetta GLI começam em outubro.
BMW M2 CS vem ao Brasil – E por falar em esportivo, a marca alemã confirmou que — aí, sim, um superesportivo — o M2 CS estará no mercado brasileiro em oferta limitada, como já fez com os BMW M3 CS e BMW M4 CS. Ele vem do México e foi projetado para entregar experiência de alto desempenho na pista — e agora também nas ruas. O esportivo traz motor 3.0 biturbo de 510cv, 30 cv a mais que a versão coupé. O câmbio é o M steptronic de 8 marchas.
O carro tem suspensão adaptativa e componentes da carroceria de fibra de carbono, o que reduz seu peso em torno de 30 kg em relação ao M2 padrão. O M2 CS é recordista de Nürburgring-Nordschleife para a categoria de carros esportivos compactos com o tempo de 7 minutos e 25,5 segundos, oito segundos a menos do que o melhor tempo anterior. O preço deve ficar perto de R$ 1 milhão.
O Commander e seus acessórios – A linha 2026 do Jeep Commander vem com mais de 40 itens da linha de acessórios da Mopar. O Commander é o único do seu segmento com uma proposta de acessórios homologados pela própria marca, como estribos laterais, engate reboque integrado ao pára-choque traseiro, bagageiro tubular, suportes para bicicletas, além de tapetes com bordas elevadas para reforçar a vocação do modelo para a aventura e uso intenso, com proteção completa da cabine.
Novo Q3 brasileiro – A nova geração do novo SUV Audi Q3 está vindo aí — e será montado na fábrica do da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR). A iniciativa está prevista para o ano que vem. A planta será responsável tanto pela carroceria tradicional quanto pela versão Sportback, com caimento cupê.
Basalt versão especial – A Citroën vai lançar em breve uma versão especial do SUV Basalt, a Dark Edition. Ela será topo de linha e terá um visual mais esportivo e ousado, com detalhes escurecidos em preto brilhante, como a grade, frisos e rodas. O motor não muda: será o 1.0 turbo T200 com 130 cv de potência e câmbio CVT. O interior também receberá um acabamento mais sofisticado com detalhes em tom escuro e emblemas exclusivos da série. A expectativa de preço está acima dos R$ 120 mil.
Yamaha Ténéré 700 chega em outubro – A pré-venda da nova Yamaha Ténéré 700 começou em março deste ano, mas agora a marca confirma: a chegada às lojas acontecerá em outubro. Ela tem preço sugerido ( sem frete ou seguro) de R$ 73 mil e oferece 4 anos de garantia e revisões com preço fixo. É equipada com o motor bicilíndrico de 689 cm³ com 68,9cv de potência e 6,6 kgfm de torque.
A grande novidade é o novo acelerador eletrônico YCC-T, que possibilita o uso mais preciso de modos de condução e controle de tração. O câmbio é mecânico de 6 marchas. A Ténéré 700 é marcada pela silhueta alta e ereta na dianteira, afinando na traseira. No design frontal, destaque para o pára-brisa de uma peça. O tanque de combustível foi movido para a frente para equilibrar o tamanho com a ergonomia. O modelo tem capacidades off-road genuínas, com roda dianteira de 21″.
City Touring Sport – A linha City acaba de ganhar um reforço: o City Hatchback Touring Sport. A nova versão topo de linha tem um apelo ainda mais esportivo – o que a destaca pelo visual diferenciado, com elementos que harmonizam com a grande dianteira em Black Piano integrada aos faróis, característica das demais versões. Exclusiva na cor vermelho, a versão traz:
Teto, antena tipo tubarão e aerofólio em preto brilhante
Rodas com acabamento preto
Capa dos retrovisores preta
Ponteira de escapamento esportiva
Pedaleiras esportivas com acabamento metálico
O Touring Sport já chegou às concessionárias com preço sugerido de R$ 152,8 mil e garantia de 3 anos sem limite de quilometragem.
Cronos Drive manual – A linha 2026 do Fiat Cronos ganhou de volta a versão Drive 1.3 com câmbio manual de cinco marchas. A configuração, que havia desaparecido no fim do ano passado por conta das novas regras de emissões de poluentes, agora custa R$ 112.490. Ela é equipada com o motor 1.3 firefly flex de até 107cv (13,3kgfm de torque. Fica posicionada entre as opções Drive 1.0 MT (R$ 106.990) e Drive 1.3 CVT (R$ 116.490).
O recorde do Mercedes-AMG GT elétrico – A Mercedes-AMG acaba de alcançar um feito inédito com o conceito GT XX, fazendo a maior distância já registrada por um carro elétrico em 24 horas. O protótipo de quatro portas percorreu impressionantes 5.479 quilômetros nesse intervalo. O recorde anterior era do XPeng P7, com 3.967 quilômetros. O teste foi certificado de forma independente na pista de Nardò, na Itália, com seus 12,5 km de extensão. O GT XX é capaz de atingir 357 km/h e foi equipado com motores elétricos que somam 1.360 cv.
Elétricos: mais dificuldades – A Ligabom, um conselho que reúne os comandantes-gerais dos Corpos de Bombeiros Militares, baixou uma diretriz para a instalação de carregadores de baterias de carros elétricos ou híbridos plug-in. Nela, exige que a garagem tenha chuveiros automáticos (os chamados sprinklers) e detecção automática em toda a garagem. A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) reagiu e disse que a exigência é de difícil aplicação técnica para a maioria dos edifícios atuais.
“É também discriminatória à eletromobilidade e à instalação de equipamentos de recarga em edifícios, impondo custos desproporcionais às garagens”, critica a entidade. E ainda lembra dos riscos dos veículos a combustão. “A segurança deve ser universal, e não dirigida contra uma tecnologia específica. Cabe lembrar que só em São Paulo ocorrem em média 16 incêndios de veículos a combustão por dia, ou quase 6 mil/ano, segundo o próprio Corpo de Bombeiros.”
ONS monitora recarga no Brasil – O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) firmou um acordo técnico-científico inédito com a EZVolt, empresa especializada em soluções de recarga para veículos elétricos. Com isso, vai acessar dados anonimizados de eletropostos espalhados pelo país. A iniciativa permitirá compreender de forma mais precisa o impacto da mobilidade elétrica na demanda de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) e apoiar o planejamento estratégico do setor elétrico.
Recorde de concessionárias – A chegada das marcas automobilísticas chinesas tem provocado uma minirrevolução no mercado. A rede de distribuição, por exemplo, atingiu 8.225 concessionárias – um aumento de 15,8% em um ano. Neste período, foram inauguradas 1.125 lojas, a grande maioria de automóveis e comerciais leves – e de origem chinesa. No total, o segmento emprega diretamente 370 mil pessoas. E tem, ao todo, 58 marcas filiadas – como as GWM e BYD.
Ingressos para o Salão de São Paulo – O Salão do Automóvel de São Paulo abre as portas ao público entre os dias 22 e 30 de novembro, no Distrito Anhembi, zona norte da capital paulista. Os ingressos estarão à venda já a partir desta segunda-feira (1), com preços que variam entre R$ 58 e R$ 1.000. As vendas do primeiro lote de ingressos serão feitas exclusivamente pelo site do evento, e custarão a partir de R$ 116 (R$ 58 para meia entrada) para os dias de semana. Quem escolher ir aos finais de semana (dias 22, 23, 29 e 30), pagará R$ 145 – ou R$ 72,50 para meia entrada. Tíquetes para a área VIP (R$ 440 e R$ 530 ) dão acesso ao Dream Lounge, onde estarão super carros exclusivos e capacetes utilizados por pilotos como Emerson FIttipaldi, Nelson Piquet, Rubens Barrichello, Ingo Hoffmann e Ayrton Senna.
9 itens para sua oficina automotiva particular (ou não) – O mercado automotivo brasileiro segue aquecido, e com ele cresce a demanda por serviços de manutenção, reparos e personalização de veículos. Por isso, saiba aqui como abrir ou modernizar uma oficina ou até mesmo criar um espaço próprio na garagem e montar um kit de ferramentas completo. Esse é o primeiro passo para garantir produtividade, segurança e qualidade no atendimento.
Segundo Bruno Santos, Head de Marketing da Loja do Mecânico, e-commerce de máquinas e ferramentas, a escolha correta dos itens garante mais eficiência, segurança e durabilidade nos serviços. “A qualidade e a variedade das ferramentas influenciam diretamente na produtividade e na satisfação. É preciso pensar em equipamentos que atendam desde reparos simples até intervenções mais complexas, garantindo que o serviço seja feito de forma segura e eficiente, seja para um cliente ou no seu próprio carro”, explica Bruno.
Confira o que não pode faltar no kit de uma oficina automotiva:
Jogo de chaves – Conjuntos combinados, de boca, estrela e Allen são indispensáveis para trabalhos em diferentes tamanhos e tipos de fixadores;
Soquetes e catracas – Tornam a desmontagem e montagem mais rápidas, principalmente em locais de difícil acesso;
Alicates diversos – Modelos universal, de corte, bico longo e trava anel permitem desde cortes de cabos até ajustes de precisão;
Macacos hidráulicos e cavaletes – Itens essenciais para elevar e sustentar o veículo com segurança durante reparos;
Compressores de ar – Alimentam ferramentas pneumáticas, auxiliam na limpeza e na calibragem de pneus;
Chave de impacto – Facilita a remoção de porcas e parafusos travados, economizando esforço físico;
Multímetro automotivo – Fundamental para diagnósticos de sistemas elétricos e eletrônicos;
Ferramentas específicas – Como torquímetros, extratores de polia e ferramentas para sincronismo de motores, dependendo do tipo de serviço;
Equipamentos de segurança – Luvas, óculos de proteção, protetores auriculares e máscaras devem estar sempre à mão
Além de escolher boas ferramentas, manter o espaço organizado é fundamental para a eficiência. Bancadas robustas, armários e painéis para pendurar ferramentas ajudam na localização rápida dos itens e evitam perdas. A manutenção periódica dos equipamentos também é essencial para prolongar sua vida útil e evitar atrasos por falhas ou quebras.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.