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Por Anthony Santana – Blog da Folha
No ato político de lançamento da pré-candidatura do prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, ao governo de Pernambuco, realizado na tarde desta sexta-feira (20), no Recife, a senadora Teresa Leitão (PT) mandou recados sobre a presença do PT no palanque do socialista.
Em meio a um imbróglio sobre a presença do senador Humberto Costa (PT) na segunda vaga para o Senado da chapa, ao lado de Marília Arraes (PDT), Teresa citou a presença do presidente local do PSB no lançamento da pré-candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) a governador de São Paulo, ontem, na capital paulista.
Leia maisEm referência à aliança nacional construída entre os dois partidos, a senadora enfatizou que isso comunica em que lado o PT estará em Pernambuco.
“É disto que se fala. É isto que comunica. É isto que diz qual é o lado que nós devemos estar. E que eu tenho certeza, convicção, que é este o lado que o Partido dos Trabalhadores também está”, disse a parlamentar.
A divulgação da chapa contendo o senador Humberto Costa na chapa de João Campos foi criticada pelo presidente estadual da sigla, deputado federal Carlos Veras, que marcou para 28 de março uma deliberação interna do partido sobre a tática eleitoral e a escolha do palanque.
Nem o deputado, nem o senador Humberto Costa compareceram ao ato de filiação. Costa alegou ter agendas programadas anteriormente em novemunicípios do Sertão, tendo iniciado a viagem ainda no dia de ontem.
Em um recado direto, a senadora Teresa Leitão afirmou que no projeto não cabe interesses pessoais e, ainda, que a população espera unidade política do grupo.
“Nesse projeto não cabe individualismo, não cabe projeto pessoal. Não cabe umbigo, tape o umbigo como o durex. Esqueçam que existe umbigo. E vamos de fato construir aquilo que Pernambuco espera de nós. Unidade política na eleição. Para ganhar precisa de voto, mas a gente busca o voto com a força do argumento, com a fidelidade da nossa base. Com prefeitos, senadores, prefeitos, vereadores, deputados, deputadas, aliados e aliadas, mas sobretudo com o povo”, destacou a senadora.
A parlamentar ainda frisou que o foco principal deve ser enfrentra o crescimento da extrema-direita e consolidar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Teresa Leitão ainda disse que o palanque de João Campos não colocou condicionantes para apoiar o presidente.
“Essa campanha tem que ter um componente político que extrapole a articulação de uma chapa, que faça um debate de projetos, que mostre de que lado nós estamos da história e que diga que este é o palanque que o presidente Lula não terá nenhum vexame em subir. Porque aqui ninguém está colocando condicionantes para o presidente Lula subir nesse palanque”, declarou.
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O prefeito de Petrolina, Simão Durando (União Brasil), comentou a aliança firmada entre o partido e a governadora Raquel Lyra (PSD) para as eleições em Pernambuco. Segundo o gestor, a composição reúne lideranças com experiência administrativa e atuação no interior do estado, com foco em demandas regionais.
“Tenho certeza que é uma grande combinação. Miguel e Raquel conhecem a realidade do povo do Sertão. A governadora tem sua origem no interior e sou testemunha que ela se mostrou presente constantemente no Sertão nesses três anos de governo”, afirmou. Simão também declarou: “Confiamos totalmente na decisão do nosso presidente do União Brasil, Miguel Coelho. Agora, é construir um projeto que traga mais desenvolvimento para nossas irmãs e irmãos aqui do Sertão”.
O ex-senador Álvaro Dias, agora filiado ao MDB do Paraná após longa trajetória no Podemos, será o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco, na próxima terça-feira. Na pauta, os escândalos envolvendo o Banco Master e o INSS, a sucessão presidencial e seu futuro político, com possibilidade de nova candidatura ao Senado ou à Câmara dos Deputados.
Além da carreira política, Álvaro Dias é historiador e professor. Ele já defendeu mudanças no critério de escolha de ministros dos tribunais superiores, propondo a adoção de requisitos mais rigorosos, como reputação ilibada, notório saber jurídico e experiência comprovada, além de maior transparência no processo de indicação. Para o ex-senador, o modelo atual precisa ser aperfeiçoado para fortalecer a credibilidade do Judiciário e evitar indicações de caráter político.
Leia maisAo longo da trajetória, Álvaro também foi governador do Paraná, deputado federal, deputado estadual e vereador de Londrina. É autor do projeto que propõe o fim do foro especial por prerrogativa de função, conhecido como foro privilegiado, que tramita atualmente na Câmara dos Deputados. Também é autor de propostas como a PEC que trata da prisão após condenação em segunda instância, a redução do número de parlamentares e o fim do voto obrigatório.
Em 2018, foi candidato à Presidência da República pelo Podemos. Durante a campanha, prometeu “refundar” a República e romper com o modelo político que classificava como um balcão de negócios. Entre os postulantes ao Planalto, apresentou um dos menores índices de rejeição.
Em 2022, Álvaro disputou a reeleição ao Senado em uma campanha marcada pela polarização com o ex-juiz da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ao final, terminou em terceiro lugar, atrás de Moro e de Paulo Martins, que contou com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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(O Senado necessário)
Por Aldemar Santos (Dema)*
O Brasil atravessa um daqueles momentos em que o debate político deixa de ser mera divergência de ideias e passa a tocar as estruturas mais profundas da democracia. Não se trata apenas de quem governa, mas de como se governa e, sobretudo, com quais valores se constrói o futuro.
Nesse contexto, é inevitável reconhecer a necessidade de um Congresso Nacional mais alinhado com determinadas diretrizes programáticas historicamente associadas à esquerda brasileira. Não por uma questão de hegemonia ideológica, mas por coerência com um projeto de país que tem, entre seus pilares, a redução das desigualdades, a promoção da justiça social e o fortalecimento das instituições democráticas.
Leia maisÉ de se ressaltar que, mesmo em cenário de manifestações localizadas aqui em nosso Estado, observam-se aproximações e convergências de agentes políticos relevantes vinculados ao chamado “centro político”, no âmbito da dinâmica partidária nacional.
O Senado Federal, em especial, desempenha papel central nesse arranjo. Como Casa revisora e guardiã de importantes garantias e competências institucionais, sua composição na próxima legislatura será decisiva. Um Senado majoritariamente alinhado a essas pautas pode significar não apenas estabilidade política, mas a preservação do próprio Estado Democrático de Direito, com a serenidade necessária para promover os ajustes institucionais que o tempo e as circunstâncias, porventura, exigirem.
Aqui em Pernambuco, ao que se anuncia, teremos uma mulher do campo da esquerda, a ex-deputada federal Marília Arraes, disputando uma vaga no Senado Federal. Trata-se de um movimento que merece atenção e, sobretudo, reflexão. Mais do que ocupar um espaço, essa candidatura carrega consigo o potencial de ampliar e qualificar o debate sobre direitos, igualdade e representatividade. Pernambuco já promoveu avanço institucional relevante em 2022, ao eleger sua primeira mulher para o Senado Federal, e passa, agora, a ter a oportunidade de consolidar essa inflexão histórica, com a possibilidade de eleger mais uma representante feminina para a Casa Alta.
É relevante destacar que a pré-candidata que se apresenta ao cenário está plenamente alinhada com pautas fundamentais à manutenção e ao avanço dos direitos das mulheres, o que, por si só, já imprime densidade política à sua presença na disputa. Em um país que ainda convive com profundas desigualdades de gênero, esse alinhamento não é detalhe; é condição.
Não falo aqui como ator da política partidária, até porque não o sou, por ausência, certamente, de vocação para tanto, mas falo como um observador atento da cena pública. Falo, antes, como quem acompanha com atenção o ambiente institucional e compreende a relevância das decisões políticas que serão tomadas nos próximos anos. É dessa posição, de quem observa, reflete e se preocupa, que surgem estas linhas.
Porque, ao fim e ao cabo, mais do que nomes, o que estará em jogo será o rumo do país. E esse rumo, necessariamente, passa pelo Senado que precisamos constituir: o Senado necessário.
*Advogado e Superintendente Geral da Alepe
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Informe publicitário*
A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes promove, neste fim de semana, uma grande mobilização em saúde, com a realização de mais de 1.300 procedimentos durante o Mutirão Nacional da Saúde da Mulher. A ação acontece nos dias 21 e 22 de março e integra uma iniciativa do Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios de todo o país, voltada à ampliação do acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
No município, a mobilização reúne toda a rede de saúde, incluindo unidades próprias e a rede complementar, com oferta de cirurgias eletivas, consultas especializadas, exames diagnósticos e serviços de planejamento reprodutivo. Os procedimentos vão acontecer, a partir das 7h, em vários locais como Ambulatório Especializado Ensino Serviço Hospital Memorial Jaboatão, Seope, IMOP, Humanitas, Ultramed e Cemed.
Leia maisEntre os destaques estão a realização de 213 cirurgias de catarata, além de procedimentos de hérnia e de joelho, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população.
A ação também reforça o cuidado integral em áreas estratégicas, como a linha de cuidado colorretal, com a realização de colonoscopias, além de atendimentos em ortopedia e ginecologia. O mutirão contempla ainda exames essenciais, como tomografias e ultrassonografias, ampliando a capacidade de diagnóstico e acompanhamento clínico dos pacientes.
Outro ponto importante é o fortalecimento do planejamento reprodutivo no município, com a oferta do implante contraceptivo de longa duração Implanon, garantindo mais autonomia e acesso das mulheres a métodos seguros e eficazes.
A iniciativa tem como foco principal reduzir a demanda reprimida e tornar o atendimento mais ágil e resolutivo, além de qualificar os serviços prestados à população. O mutirão também representa um avanço na organização da rede municipal de saúde, ao integrar diferentes especialidades e otimizar o fluxo assistencial, promovendo um cuidado mais humanizado e eficiente.
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O presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos, anunciou oficialmente, nesta sexta-feira (20), a pré-candidatura ao governo de Pernambuco. Em evento no Hotel Luzeiros, na Zona Sul da cidade, o representante da Frente Popular afirmou que a decisão tem como base o “clamor popular”.
“Eu pude escutar o clamor das ruas, das pessoas, dos partidos, de grupos organizados da sociedade que desejam um estado que possa muito mais, que não terceirize culpas, responsabilidades. E agora chegou o momento de eu afirmar ao povo de Pernambuco e ao povo do Recife que eu aceito esse desafio e serei candidato a governador de Pernambuco”, afirmou João Campos. As informações são do Blog da Folha.
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Ainda segundo o pré-candidato, a campanha deverá ser pautada pelo respeito com os adversários.
“Vamos montar a maior frente política dessas eleições e venceremos essas eleições com a confiança do povo. Respeitarei todos os nossos adversários”, completou, destacando também a busca pelo protagonismo do estado: “É preciso ter força e compromisso, é preciso ter capacidade política em gestão”.
Como estratégia para a campanha eleitoral, João Campos afirmou que será o “candidato que vai fazer o dever de casa” e irá marcar presença no território pernambucano.
“O candidato (…) que vai andar mais do que qualquer outro candidato nessa eleição, que vai percorrer o estado inteiro, que vai fazer o debate, que vai trazer os números, que vai apresentar propostas concretas e que vai trazer o que é mais importante, que é o sentimento de esperança que o povo tem”, completou.
Compõe a chapa junto ao gestor recifense o empresário e advogado Carlos Costa, irmão do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, como pré-candidado a vice-governador. A ex-deputada Marília Arraes (PDT) é pré candidata a senadora. Já a outra vaga deve ficar com o atual senador Humberto Costa (PT). O parlamentar, no entanto, não participa do ato por estar em agenda por nove municípios do Sertão do estado.
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“É lá e lô! Marília senadora e João governador!” foi o coro entoado na recepção ao prefeito do Recife, João Campos, e à ex-deputada Marília Arraes durante o lançamento da chapa de João ao Governo de Pernambuco. O ato contou com mobilização de apoiadores, enquanto o senador Humberto Costa, que integra a composição como candidato à reeleição, esnobou o evento.
O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que acredita “ser natural” que o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), continue no cargo ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração do ex-ministro da Fazenda ocorreu em coletiva de imprensa na capital paulista.
“Acho natural que o Alckmin seja o vice [presidente do Brasil]”, disse Haddad. “O Alckmin é uma pessoa que está muito confortável onde está e todos nós estamos muito confortáveis com a solução que foi dada em 2022, na qual eu participei intensamente”. As informações são da CNN.
Leia maisHaddad afirmou que buscará conselhos do Alckmin para formar a chapa em São Paulo. O vice-presidente já atuou como vice e governador do estado em 1995, 2001 e 2011.
Nos próximos dias, Haddad avaliará nomes para compor a chapa em São Paulo e conversará com parlamentares, como o ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), e a deputada federal Tabata Amaral (PSB), para formação de alianças.
Ele também disse não ver nenhum problema em se unir com a centro-direita para a formação da chapa, mas ainda não revelou o perfil que busca para o cargo de vice-governador.
O parlamentar anunciou na quinta-feira (19) que será candidato durante evento do sindicato dos metalúrgicos no ABC Paulista. Ao confirmar a decisão, Haddad afirmou que entra na disputa para vencer e que a vitória é “sempre possível”.
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Conheço o senador Humberto Costa (PT) desde quando foi eleito deputado estadual em 1990. Tenho impressão que em muitas ocasiões nem ele próprio se reconhece. Olha no espelho e não se vê. E isso não é de hoje, é bem antigo, recorrente e conhecido por praticamente todos que convivem com a política em Pernambuco.
Dentro da Frente Popular, há algo que já se tornou quase consenso: onde Humberto Costa atua, há ruído, conflito e dificuldade de construção. Num momento em que o País precisa de estabilidade para fortalecer o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e a reeleição dele, esse tipo de comportamento deixa de ser apenas incômodo e passa a ser prejudicial.
Leia maisNão se trata de negar sua trajetória. Ele já ocupou espaços importantes. Foi ministro, participou da construção do partido. Mas isso não lhe dá o direito de agir como se o projeto coletivo girasse em torno do seu umbigo. Pernambuco é prova disso. O PT já teve protagonismo real no Estado, especialmente com a liderança de João Paulo. Hoje, tem apenas cinco prefeitos. Afundou com Humberto, através do seu menino de recado Carlos Veras, a quem colocou à frente do diretório estadual.
Esse protagonismo foi sendo perdido ao longo dos anos e não por acaso. Decisões equivocadas, disputas internas e insistência em projetos pessoais contribuíram diretamente para esse enfraquecimento. O padrão se repete: sempre que há uma construção maior em curso, surge uma movimentação que tensiona, divide e dificulta.
Agora, mais uma vez, quando se articula uma frente ampla envolvendo diferentes forças políticas, o comportamento é o mesmo: inquietação, resistência e sinais claros de desconforto com algo que não é controlado por ele. E isso não passa despercebido.
Internamente, a relação é desgastada. São raros os que não têm ressalvas. A convivência é difícil, o ambiente pesa, e a capacidade de agregar é praticamente inexistente. Política não é sobre quem grita mais alto ou ocupa mais espaço. É sobre quem constrói, quem soma e quem entende o tamanho do momento.
Hoje, Pernambuco precisa de unidade em torno de lideranças como João Campos e de um projeto que dialogue com a história de Miguel Arraes, de Eduardo Campos e com a força política de Luiz Inácio Lula da Silva. Quem não entende isso ou pior, quem atrapalha isso — deixa de ser parte da solução e passa a ser parte do problema. E, hoje, essa é exatamente a percepção que se consolidou em relação a Humberto Costa.
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Por Larissa Rodrigues – repórter do Blog
Em ato repleto de apoiadores e lideranças políticas, no Hotel Luzeiros, na Zona Sul do Recife, o prefeito da capital, João Campos (PSB), anunciou oficialmente sua pré-candidatura ao Governo do Estado nas eleições deste ano, no início da tarde de hoje.
João chegou ao local acompanhado da pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), do pré-candidato a vice, Carlos Costa, e do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (MDB).
Leia maisTambém está no local a senadora Teresa Leitão (PT). O senador Humberto Costa (PT), cotado para a outra vaga ao Senado na chapa de João, cumpre agenda no interior. Ao chegar no hotel, João Campos conversou com jornalistas e disse que atende a um chamado do povo de Pernambuco.
“Eu anuncio hoje, com muita alegria, a nossa pré-candidatura ao Governo do Estado de Pernambuco. A Frente Popular de Pernambuco está aqui reunida, atendendo a um clamor do povo do Estado que quer voltar a ver Pernambuco acelerando, querendo oportunidades, fortalecendo a saúde pública, trazendo de volta a educação pública de Pernambuco para o primeiro lugar do Brasil”, declarou o prefeito.
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Logo após o prefeito do Recife, João Campos (PSB), divulgar o resultado de suas reuniões em Brasília, com Lula, Edinho Silva e Carlos Lupi, das quais resultou na pré-formação da chapa da Frente Popular, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), reagiu. Por iniciativa dela, segundo o jornal ‘O Poder’ apurou, conseguiu marcar uma reunião para a tarde de ontem, em Brasília, com o ministro da Casa Civil, o baiano Rui Costa. Rui vinha sendo um interlocutor simpático à causa de Raquel, seu maior aliado no interior do governo Lula. Reunião solicitada, reunião marcada, viagem realizada.
A governadora não emitiu qualquer manifestação oficial sobre o encontro nem, até onde se sabe, comentou nada. O ministro também ficou em silêncio. A única manifestação oficial da Comunicação do Governo do Estado, de ontem para hoje, foi a divulgação de uma intensa agenda da governadora para hoje, em diversos municípios do litoral e da Mata Norte. Agenda de quem quer fugir de temas político-eleitorais. Muito estranho tudo isso.
Leia maisNinguém no governo e arredores comenta nada em voz alta. As vidraças do Palácio do Planalto e as paredes do Palácio do Campo das Princesas, entretanto, asseguram que a governadora não gostou nada do que ouviu. O ministro, como foi dito, o principal defensor do palanque duplo entre os interlocutores de Lula, teria descartado a possibilidade de o presidente pedir votos para uma chapa com senadores não confiáveis e também compartilhar palanque com a turma de Flávio Bolsonaro, no caso os emblemáticos irmãos Ferreira, André e Anderson do PL, este último pré-candidato declarado ao Senado. apoiando Raquel.
E também do ‘best-friend’ da família Bolsonaro, o ex-ministro Gilson Machado, que trocou o PL pelo Podemos, onde foi muito bem acolhido pelos poderosos irmãos Marcelo e Gustavo Gouveia, aliados incondicionais de Raquel Lyra. Com a palavra, a governadora e o ministro, que terão todo o espaço, caso discordem desta matéria e queiram apresentar suas versões.
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Em entrevista a uma emissora de rádio em Serra Talhada, há pouco, o senador Humberto Costa (PT) não assumiu a candidatura à reeleição na chapa de João Campos, que neste momento anuncia a composição da sua chapa tendo o petista como um dos postulantes ao Senado. Humberto disse que não decide sozinho e ninguém tem autoridade para decidir por ele, se não o PT.
Assista!
