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O deputado federal reeleito e presidente estadual do PT, Carlos Veras, reuniu, na última quinta-feira (15), o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), e representantes dos partidos PCdoB, PSOL, Rede, PDT, PSB e MDB para discutir a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na capital pernambucana.
“Podem ter certeza, vai ter muito volume de campanha no Recife. Nós vamos virar cada voto, nós vamos para cima e vamos ganhar a eleição”, afirmou Veras. Victor Marques também convocou a mobilização em torno da candidatura. “É muito importante que você que está do outro lado assistindo se mobilize para a gente garantir a vitória do povo e da democracia”, declarou.
A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) anunciou, neste sábado (17), que está recolhendo assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das “big techs”, após a Meta, empresa dona de plataformas de redes sociais como o Facebook, Instagram e WhatsApp, admitir falhas técnicas durante a campanha eleitoral. Para a criação de uma CPI na Câmara dos Deputados, são necessárias ao menos 171 assinaturas.
A iniciativa ocorre após a divulgação de mensagens internas da Meta, reveladas ontem (16) pela Folha de S.Paulo, que indicam que a empresa tinha conhecimento de restrições que prejudicaram a campanha do presidente Lula (PT). As informações são do Valor Econômico.
Por Agência O Globo
Richarlison voltou a falar sobre a disputa envolvendo uma ilha em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (17), o atacante do Tottenham acusou o senador Flávio Bolsonaro de ter obtido a posse do imóvel sem pagar por ele e pediu que a Polícia Federal investigue o caso.
No relato, Richarlison afirmou que comprou a ilha entre 2020 e 2021, durante a pandemia de Covid-19, em uma parceria com Alencar da Silveira Júnior, então presidente do América-MG, e Renato Velasco. O atacante disse que recebeu propostas de compra, inclusive de Flávio Bolsonaro, mas que recusou vender ao senador.
Leia mais“Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça. A gente estava resolvendo a papelada (documentação da posse da ilha), e eles falaram que demorava meses ou até anos para resolver. Flávio Bolsonaro e o tal do Willer Tomaz foram lá e, em 24 horas, pegaram a posse da ilha. Aí a Justiça falhou. Os caras tomaram a ilha sem gastar um tostão, até onde eu sei. Gastei em torno de R$ 10 milhões lá e não recebi nada”, disse Richarlison.
No vídeo, Richarlison pediu que a Polícia Federal investigue o caso e afirmou que busca respostas sobre o dinheiro investido. O atacante também convocou seus seguidores a cobrar explicações de Flávio Bolsonaro, que tem agenda prevista no Espírito Santo amanhã (18)
O jogador ainda prometeu destinar parte do valor que espera recuperar ao hospital de Nova Venécia, sua cidade natal, no Espírito Santo. “Se eu recuperar esse dinheiro, parte do dinheiro eu estarei doando pro hospital lá da minha cidade, de Nova Venécia. Pra poder tá ajudando o hospital lá”, afirmou.
A disputa começou após uma empresa ligada a Richarlison adquirir direitos de ocupação do imóvel, em 2020. Posteriormente, a posse passou para uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o entendimento favorável à empresa de Tomaz, e as ações foram encerradas após a desistência dos autores.
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Por Agência Brasil
A abstenção de eleitores com mais de 70 anos caiu quase 10 pontos percentuais no primeiro turno das eleições, segundo um levantamento do Movimento Voto 70+, iniciativa apartidária da sociedade civil que defende a participação política dos idosos.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reunidos pelo movimento, o percentual de eleitores nessa faixa etária que não foram votar passou de 58,8% em 2022 para 49,1% no primeiro turno de 2026. No eleitorado em geral, a abstenção em 2026 foi de 21,08%, o que significa que 33 milhões de brasileiros aptos deixaram de participar.
Leia maisO voto é facultativo para eleitores com mais de 70 anos, assim como para os analfabetos e para os jovens com mais de 16 e menos de 18 anos. Na hora de votar, eleitores com mais de 80 anos têm prioridade nas filas das seções eleitorais.
A página da Corte que apresenta os resultados da eleição traz mais detalhes sobre o comparecimento às urnas dos idosos que têm voto facultativo:
70 a 74 anos: 68,77%;
75 a 79 anos: 52,23%;
80 a 84 anos: 37,12%;
85 a 89 anos: 24,30%;
90 a 94 anos: 13,46%;
95 a 99 anos: 4,34%.
Mais eleitores idosos
A redução ocorreu em um cenário de expansão do eleitorado de mais de 70 anos, que passou de 14,9 milhões, em 2022, para 17,2 milhões de pessoas aptas a votar em 2026. O grupo cresce para 36,8 milhões de eleitores se forem considerados também os que têm mais de 60 anos.
Para a idealizadora do Movimento Voto 70+, Cléa Klouri, o aumento do comparecimento representa um avanço importante, porque é um sinal de que o envelhecimento não significa afastamento da vida política. “Estamos falando de uma geração que ajudou a construir o país e que continua tendo muito a contribuir para as decisões sobre o próprio futuro”, afirma Cléa.
A pesquisadora Adriana de Queiroz contou que, para entender o que está por trás do não comparecimento nessa faixa etária, o Movimento Voto 70+ conduziu a pesquisa exploratória Retratos do Voto 70+: descobertas sobre a abstenção eleitoral. O estudo identificou três perfis entre os eleitores 70+ que deixariam de votar ou não tinham certeza se iriam comparecer às eleições de 2026:
• o eleitor com “baixa autoestima política”, que acredita que seu voto não faz diferença;
• o eleitor que considera que o resultado da eleição já não terá impacto sobre sua vida;
• o eleitor que deseja votar, mas enfrenta barreiras físicas, como filas, distância do local de votação ou dependência de terceiros para se deslocar até a zona eleitoral.
“Entender essas diferenças é importante para compreender por que um eleitorado que cresce tão rapidamente continua apresentando níveis tão elevados de abstenção”, afirma Adriana, que é pesquisadora do Data8, centro de pesquisa, tendências, inteligência e inovação sobre a economia da longevidade.
Segundo turno
O Movimento Voto 70+ pretende ampliar o debate sobre os obstáculos que dificultam o comparecimento às urnas. Entre eles, estão as limitações de mobilidade, a ausência de redes de apoio e o etarismo.
No segundo turno, o comparecimento dos 70+ continua a contar com um incentivo relevante: o voto pode ser utilizado pelo INSS para a prova de vida automática de aposentados, pensionistas e beneficiários de programas assistenciais. Em 2026, a medida vale, inclusive, para os que não votaram no primeiro turno.
‘Vovó vota’
No segundo turno, o Movimento Voto 70+ promoverá também a campanha Vovó Vota, que propõe aproximar netas e avós durante as eleições. A iniciativa busca enfrentar barreiras que contribuem para a abstenção feminina, como dificuldades de mobilidade, ausência de redes de apoio e desestímulo familiar.
Em 2022, segundo dados reunidos pelo Data8, 64% das mulheres com mais de 70 anos não votaram, percentual dez pontos superior ao registrado entre os homens da mesma faixa etária.
Por meio de um guia digital, a campanha reúne orientações práticas para organizar o deslocamento até o local de votação, conferir documentos e oferecer companhia às eleitoras que desejam comparecer às urnas.
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Neste sábado (17), o deputado federal Coronel Meira (PL) e Cabo Aênia (PL) realizaram um “adesivaço” em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), em apoio ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O evento contou com a distribuição de adesivos perfurados e materiais de campanha.
“Cada carro adesivado, cada bandeira balançando representa a esperança do brasileiro de ver o nosso país seguindo o caminho da ordem, da segurança e da prosperidade. Estamos juntos com Flávio Bolsonaro rumo à vitória no dia 25 de outubro”, declarou Coronel Meira.
Do Blog do Dantas Barreto
A eleição de 2026 em Pernambuco já foi definida com a vitória da governadora Raquel Lyra (PSD), no 1º turno, mas a de 2028 pelo visto já começou. Ontem, em dois eventos em que estava presente, a vice-governadora Priscila Krause (PSD) foi citada como “a filha do Recife”, num sinal de que pode se candidatar à Prefeitura. Já tem até postagens nas redes sociais.
Em 2016, então filiada ao DEM, entrou na disputa municipal e terminou na quarta colocação, com apenas 47.399 votos (5,43%). Passaram para o 2º turno Geraldo Júlio (PSB) e João Paulo (PT), e a vitória ficou com o socialista. Dez anos depois, o nome de Priscila volta à baila, embora ela e pessoas próximas digam que essa pré-candidatura não existe.
Leia maisPara Priscila concorrer, é preciso ter muita certeza de que derrotará a prefeito Victor Marques (PCdoB), já que o ex-prefeito João Campos (PSB) fará de tudo para manter seu grupo no comando da Capital, depois de não ter desbancado Raquel Lyra. Em 2030, certamente, a governadora renunciará ao cargo para tentar, pelo menos, o Senado.
Se Priscila for eleita prefeita, em 2028, o futuro presidente da Assembleia Legislativa substituirá Raquel e isso pode gerar uma batalha entre os deputados. Caso Priscila concorra à Prefeitura e perca, chegará na eleição do Governo enfraquecida. A sucessão de Raquel Lyra será daqui a quatro anos, mas ela precisa, desde já, pensar no pleito que virá daqui a dois anos e, fora Priscila Krause, neste momento não dá para vislumbrar outra opção.
Opções surgem para a concorrer na Capital
Além de Priscila Krause (PSD), outros nomes começam a ser citados para enfrentar o prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB). Pelo campo da direita, aparecem os deputados federais eleitos Anderson Ferreira (PL) e Eduardo Moura (Novo). Na esquerda, mesmo sendo aliada, Marília Arraes (PDT) é vista como uma possibilidade. E até a deputada estadual Dani Portela (PT) já se colocou à disposição, apesar de PT e PCdoB integrarem a mesma federação.
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Quatro anos após o lançamento, o documentário “Samba de Latada”, protagonizado pelo cantor Josildo Sá, está disponível no YouTube. Dirigida por João Lucas Melo e produzida por Roberta Jansen, a obra foi gravada em Tacaratu, no Sertão pernambucano, e acompanha o artista em uma jornada por suas raízes e ancestralidade em busca da memória dos antigos sambas de latada do Sertão nordestino.
Também conhecido como samba de matuto, o ritmo transita entre o samba e o forró. O filme reúne participações de artistas como o sanfoneiro Gennaro, o músico Anchieta Dali e o compositor Apolônio da Quixabinha, além de depoimentos do etnomusicólogo Carlos Sandroni e do jornalista José Teles. Em 2023, a produção recebeu o prêmio de melhor som no Festival Nacional de Cinema de Triunfo. A trilha sonora original também está disponível em um EP no Spotify.
Confira!
Por Anthony Santana
Do Blog da Folha
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve a agenda de campanha em Pernambuco confirmada pelo presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco, o deputado federal Carlos Veras.
Em novo vídeo divulgado no Instagram o parlamentar atualizou a data da vinda do líder-mor do PT ao estado para a próxima terça-feira (20). Lula disputa o segundo turno da eleição presidencial contra o senadro Flávio Bolsonaro (PL). No primeiro turno, o mandatário recebeu 63% dos votos dos pernambucanos, enquanto Flávio teve 31%
Leia mais“Vamos ocupar as ruas de Petrolina, de Juazeiro, fazer uma grande atividade. Juazeiro, Petrolina, Petrolina, Juazeiro, mostrando nosso amor ao presidente Lula e nossa empolgação. Porque é de virada. Bora time de Lula, vamos à vitória. Terça-feira tem encontro marcado”, declarou Carlos Veras.
De acordo com a senadora e líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT), o ato de campanha deve ser realizado na ponte que liga Petrolina, no Sertão pernambucano ao município baiano de Juazeiro.
O presidente deve chegar ao local a partir da Bahia, de acordo com o que planejam os organizadores do evento. Lula esteve pela última vez em Pernambuco a poucos dias do primeiro turno, em 25 de setembro.
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Por Agência O Globo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou, por unanimidade, a decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze que determinou à Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, que não limite injustificadamente o alcance de conteúdos políticos nem favoreça as candidaturas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou do senador Flávio Bolsonaro (PL) por meio de suas ferramentas de inteligência artificial.
O julgamento da decisão de Bellizze ocorreu no plenário virtual realizado ontem (16). A decisão de Bellizze foi tomada na quinta-feira (15), em uma ação apresentada pela campanha de Lula, que acusa a Meta de restringir o alcance de publicações favoráveis ao presidente e de permitir a circulação de conteúdos produzidos por inteligência artificial contra sua candidatura.
Leia maisAo analisar o caso, o ministro determinou que a empresa adote critérios isonômicos na distribuição de conteúdos políticos, no funcionamento de ferramentas de inteligência artificial generativa e na moderação de publicações relacionadas aos dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial.
A determinação também busca impedir que restrições aplicáveis aos perfis oficiais das campanhas sejam estendidas indevidamente a publicações feitas em colaboração com terceiros, como apoiadores e outros usuários das redes sociais.
Bellizze, no entanto, não reconheceu que a Meta tenha manipulado deliberadamente seus algoritmos para favorecer uma candidatura. O ministro considerou que não há, até o momento, provas suficientes de tratamento desigual, mas entendeu ser necessário adotar medidas preventivas para assegurar a igualdade de condições na disputa eleitoral.
A decisão também prevê providências relacionadas a falhas no impulsionamento de anúncios da campanha de Lula e à apuração de uma rede de 255 perfis suspeitos de divulgar conteúdos políticos produzidos com inteligência artificial.
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A Justiça Eleitoral mudou o local de votação de 4.352 seções eleitorais para o segundo turno das eleições de 2026, marcado para domingo, 25 de outubro. O número corresponde a 0,87% das 499.248 seções instaladas no país.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as alterações foram feitas por motivos como fortes chuvas, reformas de última hora, problemas na acessibilidade dos prédios e falta de energia elétrica. As informações são do g1.
Leia maisEm algumas situações, locais danificados tiveram as seções transferidas preventivamente para prédios próximos considerados mais seguros. Por isso, mesmo quem votou normalmente no primeiro turno deve conferir novamente o endereço antes de sair de casa.
A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título ou pelo Autoatendimento Eleitoral, no site do TSE. Segundo o tribunal, mudanças feitas pelos cartórios eleitorais aparecem imediatamente nesses canais.
Dados divulgados pelo TSE ontem (16) mostram que as alterações se concentraram em alguns dos estados com os maiores eleitorados. São Paulo teve 982 seções com mudança de local; Minas Gerais, 514; Rio de Janeiro, 431; e Bahia, 312.
O tribunal afirma que a troca de endereço não significa que houve redução no número de seções eleitorais nem prejuízo aos eleitores.
Quem decide mudar o local?
As alterações não são determinadas diretamente pelo TSE. Segundo o tribunal, a decisão cabe a cada zona eleitoral, que analisa as condições dos locais de votação e a infraestrutura disponível no município.
Em resposta à TV Globo, o TSE também informou que mudanças entre os dois turnos podem ocorrer em razão de eventos extremos, como alagamentos, temporais e outras condições climáticas que causem danos aos locais de votação. O tribunal orientou que as situações específicas de cada estado fossem verificadas junto aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
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Esta foto vai além da mera manifestação política própria de alguém que vota no presidente Lula (PT) e confia na sua reeleição. Tem um recado: embute um drama familiar no aconchego do teto do meu amigo Anchieta Mascena, contemporâneo em Afogados da Ingazeira, a 386 km, de onde sai.
Um dos seus netos foi arrebatado para o mundo da escuridão mental por causa das bets. De tanto jogar, adoeceu. A família, atônita, já lançou todas as redes para trazê-lo de volta ao convívio social. Anchieta não é exceção. A jogatina, infelizmente, virou uma epidemia. Criou a geração alucinada, cega, da perda do controle, gerando danos na saúde mental.
O vício em apostas não destrói apenas o bolso. Ele corrói a saúde mental, afasta famílias e prende pessoas em um ciclo difícil de romper. A vida tem um valor superior a um palpite.
Por isso, o empresário aplaudiu de pé a decisão do presidente Lula de exterminar as bets. Confeccionou uma porção dessas camisas numa cruzada sensacional pela vida.
Que Deus resgate o seu neto!
Da CNN Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatam tecnicamente no segundo turno das Eleições 2026, de acordo com levantamento Ipespe/Abrapel divulgado neste sábado (17).
Apesar do empate técnico, o senador aparece numericamente à frente com 51,2% dos votos válidos. Ao mesmo tempo, o atual presidente alcança 48,8% da preferência do eleitorado. O cenário descarta possíveis votos em branco e nulos.
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Resultado do 1º turno das Eleições 2026
Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.
Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.
Metodologia
A pesquisa Ipespe/Abrapel entrevistou 1.500 eleitores de todo o país entre os dias 13 e 15 de outubro. A margem de erro do levantamento é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00223/2026.
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