O pernambucano Mozart Neves Ramos está sendo cotado para assumir a Secretaria de Educação do Estado, depois da saída de Alexandre Schneider, nesta quinta-feira (9). Mozar e Alexandre Schneider, inclusive, tiveram um encontro ontem (8), fora da secretaria.
Mozart Neves já foi titular da pasta, durante a segunda gestão de Jarbas Vasconcelos (2003 a 2006). Antes, havia sido reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) entre 1996 e 1999.
Uma máxima na política é a de que, para render dividendos eleitorais aos governantes, as obras precisam ser vistas pela população. E Raquel Lyra (PSD) parece ter levado esse conceito a sério. Insatisfeita com a falta de repercussão da reforma de apenas dois andares do Hospital da Restauração (HR), que ninguém viu e acabou sucumbindo diante da continuidade dos problemas históricos da unidade, ela resolveu apostar na pintura da fachada, que causa impacto visual na Avenida Agamenon Magalhães, em pleno reduto de seu principal adversário nas eleições deste ano, o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB).
Desde 28 de abril, as redes sociais da governadora e de seu governo postaram à exaustão imagens da intervenção externa. Influenciadores e páginas patrocinadas pela gestão estadual também foram escalados para turbinar o conteúdo positivo, assim como a vice-governadora Priscila Krause (PSD). O ex-secretário Daniel Coelho (PSD) fez o mesmo, mas não teve muita sorte.
Ele publicou um vídeo elogioso sobre a fachada do HR na manhã de ontem, mas, horas depois, acabou desmoralizado pela notícia da queda de parte do forro de gesso de uma ala do 7º andar reformada recentemente.
Não é a primeira vez que o teto do HR desaba na gestão de Raquel Lyra. Em 15 de maio de 2025, parte do gesso que cobria um posto de enfermagem do 5º andar despencou. Em 26 de outubro, o problema aconteceu em uma copa do 4º andar.
Na mesma época, a recém-reformada Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital Barão de Lucena, também no Recife, foi cenário de um incidente similar sobre duas incubadoras que estavam em uso, mas, por sorte, não houve feridos.
O episódio ocorrido na Restauração, contudo, é emblemático porque se abate sobre o Governo Raquel Lyra após quase quatro anos de gestão. Seria tempo mais que suficiente não só para intervenções profundas na unidade, mas para a governadora se empenhar no cumprimento de sua promessa de campanha, que projetava a reforma completa da unidade.
Até agora, só estão prontos dois andares inteiros e metade do 7º andar, exatamente onde houve o desabamento. Falta serviço em outros seis andares e meio, um ocaso melancólico para uma governadora que não costuma cumprir metas.
Com atrasos significativos tão perto de sua busca pela reeleição, faz sentido Raquel investir em pinturas de fachadas. O problema é quando a maquiagem derrete e revela a face real do problema, como aconteceu no HR, a máscara cai.
Para quem passa na frente, a pintura transmite a impressão de que vai tudo bem lá por dentro, desde que o cidadão não tenha a desventura de precisar de atendimento em corredores superlotados e com tetos desabando. Aí não tem obra de fachada que resista.
CONFRONTO RADICAL – Num claro sinal de que radicalizou a contenda aberta contra o Governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não compareceu, ontem, ao lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, no Palácio do Planalto, apesar de ter sido convidado. A ausência ocorre em meio ao agravamento da crise entre o senador e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Já o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), discursou e circulou ao lado de Lula, em gesto visto por aliados como tentativa de preservar a relação institucional com a Câmara.
Crime no meio de tudo – No evento no Palácio do Planalto, o presidente Lula lançou um pacote de R$ 11 bilhões para ações de segurança pública e endureceu o discurso sobre o crime organizado. Afirmou que o crime “muitas vezes está no meio empresarial, no Judiciário e no Congresso” e voltou a defender a aprovação da PEC da Segurança Pública, proposta que hoje está parada há dois meses no Senado, sob comando de Alcolumbre. O carro-chefe é o fortalecimento do sistema prisional: R$ 330,6 milhões para implantar um padrão de segurança máxima em 138 unidades estratégicas, nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é cortar a capacidade de líderes de facções de comandar operações criminosas de dentro das cadeias.
Foco nos presídios – As medidas incluem a aquisição de drones, scanners corporais, bloqueadores de celular, georradares e sistemas de áudio e vídeo. O programa estabelece ainda a criação do CNIP (Centro Nacional de Inteligência Penal) e o isolamento total de lideranças criminosas em unidades de segurança máxima. “80% das lideranças catalogadas das organizações criminosas estão concentradas nesses sistemas prisionais”, disse o ministro da Justiça, Wellington César Lima.
Auxílio chuva – Na sessão de ontem, os deputados estaduais aprovaram o projeto que prevê o pagamento de R$ 2,5 mil para vítimas das chuvas no Estado. O “Auxílio Pernambuco” será repassado exclusivamente às famílias de baixa renda residentes nos municípios que tiveram situação de emergência reconhecida pelo Governo do Estado em função das fortes chuvas do primeiro fim de semana deste mês. O pagamento será feito a partir dos dados cadastrais registrados na Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS).
Situação complexa – O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), afirmou, ontem, em entrevista à Rádio Jornal, que não existe uma obra isolada capaz de resolver o problema dos alagamentos na capital pernambucana. “Se em 2021 ou 2022 caísse uma chuva de dinheiro para executar obras de macrodrenagem na bacia do Rio Tejipió, não se saberia o que deveria ser feito. De fato, é uma solução complexa”, afirmou.
CURTAS
OBRAS – O prefeito citou os reservatórios da Imbiribeira como obras já em execução para dirimir os problemas. Também mencionou o Canal da Mauricéia e a criação de parques alagáveis como parte do pacote de intervenções previstas.
INVESTIMENTOS – Questionado sobre o caso de Dois Unidos, área que registrou mortes recentes em decorrência de deslizamento de barreira, Marques afirmou que, em um raio de 1 km daquela localidade, a Prefeitura tem mais de R$ 50 milhões em investimentos. As ações incluem instalação de lonas, aplicação de geomanta e obras coletivas de proteção de encosta.
PODCAST – Por uma questão de atropelo na agenda do convidado, o podcast Direto de Brasília, parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, será amanhã, com o polêmico senador cearense Eduardo Girão, pré-candidato ao Governo do Ceará pelo Novo.
Perguntar não ofende: Quantos estados vão aderir ao novo programa de combate à violência?
O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB) anunciou que pretende se reunir com a governadora Raquel Lyra (PSD) para discutir as prioridades da cidade. Os dois já se falaram recentemente durante as chuvas que atingiram o Recife, ocasião em que a governadora ligou para ele.
O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB) anunciou que pretende se reunir com a governadora Raquel Lyra (PSD) para discutir as prioridades da cidade. Os dois já se falaram recentemente durante as chuvas que atingiram o Recife, ocasião em que a governadora ligou para ele.
Victor revelou que, momentos após tomar posse, enviou uma mensagem à governadora se colocando à disposição. Ele classificou a relação entre as duas gestões como estritamente institucional.
“Institucionalmente, a gente não pode ter diferenças quando a prioridade é cuidar do cidadão. O cidadão recifense é cidadão pernambucano. Institucionalmente, com certeza teremos uma boa relação”, afirmou.
Victor descartou tensão entre as duas gestões e defendeu a separação entre disputa eleitoral e administração pública. “Não há nada que a prefeitura do Recife possa atrapalhar o governo do estado, e o governo não tem atrapalhado o Recife. E mais do que isso, sempre que possível, ações conjuntas são feitas”, declarou.
“Uma coisa é a disputa eleitoral, outra é a institucionalidade. A gente não pode misturar nunca as duas coisas para que o cidadão não seja impactado negativamente. Ninguém quer saber de confusão de política, todo mundo quer que a vida melhore”, completou.
Campanha de 2026
Questionado sobre sua participação na campanha de João Campos ao governo do estado em 2026, Victor reconheceu que o tema já circula nos bastidores, mas deixou claro que sua atenção está voltada à gestão. “Estou prefeito do Recife. Nossa prioridade é cuidar do Recife”, afirmou.
O prefeito disse ter direito de escolher um candidato para e trabalhar por ele no processo eleitoral, mas demarcou o momento.
“No processo eleitoral, cada pessoa vai sair de casa para votar em alguém, vai levantar suas bandeiras de forma organizada. Eu, enquanto prefeito do Recife, tenho meu direito de poder escolher um candidato e poder pedir votos e trabalhar por ele. Mas esse momento não é para isso, esse momento é para a gente cuidar do Recife”, ponderou.
A relação com o PCdoB
Questionado de forma direta se “já havia virado comunista”, Victor respondeu exaltando os nomes do partido com quem passou a conviver.
“Luciana Santos, que é ministra da Ciência e Tecnologia, é uma craque. Renildo Calheiros, que foi líder do governo, é craque na política. Tenho muita alegria de estar no PCdoB”, disse.
Futuro na política
Ao ser questionado sobre pretensões futuras, Victor apostou na narrativa do trabalho como principal legado. “As pessoas podem esperar que eu vou trabalhar muito. A única coisa que dignifica muito é trabalhar. Se a gente parar para olhar o futuro, erra no presente”, disse.
O prefeito antecipou que deseja chamar atenção pelo ritmo de agendas como prefeito. “As pessoas vão me ver sair muito cedo e às vezes sem hora para voltar para casa, mas para trabalhar. Quero que isso seja uma marca minha. Se eu estiver fazendo meu trabalho bem feito, já estou satisfeito”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sentaram-se lado a lado nesta terça-feira (12) durante a posse de Kassio Nunes Marques na presidência do TSE. Apesar da proximidade, os dois não se cumprimentaram nem conversaram durante a mais de uma hora de duração da cerimônia.
O presidente da Casa Alta chegou a olhar diretamente para Lula uma vez ou outra, mas o presidente conversou mais com o empossado Nunes Marques, que estava sentado ao seu lado esquerdo. No fim da cerimônia, Alcolumbre até ficou olhando na direção do presidente, mas Lula manteve-se de costas em direção à saída e não virou em nenhum momento para o lado do senador. As informações são da CNN.
A falta de diálogo entre o presidente e Alcolumbre tem motivo e reflete os acontecimentos das últimas semanas, que estremeceram as relações entre o Planalto e o Senado, apesar da tentativa de reaproximação pública e institucional entre os dois.
O distanciamento começou após o governo Lula sofrer uma sequência de derrotas no Congresso. A primeira delas veio no final de abril, quando a base governista não conseguiu os 41 votos necessários no plenário do Senado para aprovar Jorge Messias como ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Na mesma semana, o Congresso derrubou o veto presidencial à Lei da Dosimetria, aliviando a pena dos condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O encontro mudo durante a noite desta terça no tribunal registra o momento de maior tensão na articulação política entre o Executivo e o Legislativo. O governo agora tenta reabrir canais de diálogo com o Senado para destravar pautas econômicas e novas indicações, mas Lula ainda não descartou uma retaliação contra Alcolumbre, que por sua vez já disse que não espera nada do governo.
O ministro Kassio Nunes Marques assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral nesta terça-feira (12). O ministro André Mendonça assumiu a vice-presidência.
Marques estará no comando da Corte Eleitoral nas eleições de outubro, que vai eleger o novo presidente, senadores, deputados e governadores. Ele vai suceder a ministra Cármen Lúcia, que esteve à frente do tribunal nas eleições de 2024. As informações são do g1.
Em dicurso após assumir a presidência, Nunes Marques defendeu as urnas eletrônicas e afirmou que o sistema eletrônico de votação “constitui patrimônio institucional da democracia”.
“O sistema eletrônico de votação brasileiro constitui um patrimônio institucional da nossa democracia. No Tocante à recepção, apuração e divulgação dos votos, nosso sistema é o mais avançado do mundo. Essa posição de destaque global não impede o constante aperfeiçoamento do nosso sistema”, disse Nunes Marques.
Nunes Marques foi eleito para a posição em abril deste ano. Nunes fica no comando do TSE até maio de 2027.
A cerimônia de posse contou com a presença de autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Eleições ‘limpas e transparentes’ e uso de IA
Em seu discurso, Nunes Marques ressaltou o papel dos cidadãos e a importância da eleição de outubro. Ele considerou essencial que o TSE cumpra com missão constitucional de organizar eleições limpas e transparentes.
“Reputo essencial que o TSE cumpra com sua missão constitucional de organizar, orientar e fiscalizar as eleições para que sejam eleições limpas e transparentes. É dessa mneira que cada voto deverá ser computado como epressão da soerania popular, haja respeito à liberdade de expressão e pensamento”, disse.
Entre os desafios que terá, o ministro destacou o uso da Inteligência Artificial e afirmou que “embora tenha potencial benéfico, poderá trazer problemas principalmente em casos de utilização inadequada”.
Nunes Marques afirmou que um pleito somente será bem sucedido “se capturar fielmente a voz de cada um dos seus cidadãos”.
“Para cumprir essa missão, devemos atuar com independência, equilbrio e prudência, sem incorrer em excessos imcompatíveis ao estado democrático de direito”, afirmou.
O ministro citou ainda algumas das regras para as eleições este ano – entre elas, as que viabilizam a chegada dos eleitores ao local de votação, a inclusão e acesso de grupos diversos da sociedade.
Como funciona o TSE
O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros:
três são também ministros do Supremo Tribunal Federal;
outros dois também são ministros do Superior Tribunal de Justiça;
mais dois são da chamada classe dos juristas, advogados nomeados para o cargo.
A atuação é temporária: os magistrados são escolhidos para atuar em períodos de dois anos, renováveis por mais dois.
A presidência da Corte Eleitoral é sempre exercida por um dos três ministros do Supremo que estão na composição naquele momento.
O TSE é o órgão máximo da Justiça Eleitoral, responsável pela organização e administração do processo de escolha dos ocupantes de mandatos eletivos.
Perfis dos ministros
Nunes Marques – presidente
O ministro Kassio Nunes Marques é natural de Teresina (PI). Chegou ao TSE em 2021, como ministro substituto. Em 2023, tornou-se ministro efetivo. Em 2024, assumiu a vice-presidência da Corte Eleitoral.
Na Justiça Eleitoral, recentemente foi o relator do conjunto de normas que vão regular o processo eleitoral de 2026. Nunes Marques será o presidente do TSE nas eleições de outubro.
O ministro compõe o Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2020. Antes, atuou como advogado e foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí entre 2008 e 2011. Também foi desembargador federal e vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que tem sede em Brasília.
Na área acadêmica, é bacharel em Direito pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), mestre em Direito pela Universidade Autônoma de Lisboa, em Portugal, e doutor e pós-doutor pela Universidade de Salamanca, na Espanha.
André Mendonça – vice-presidente
André Luiz de Almeida Mendonça nasceu em Santos (SP). É ministro do Supremo Tribunal Federal desde dezembro de 2021. Antes de chegar ao STF, compôs o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro como ministro da Justiça e como ministro da Advocacia-Geral da União.
No Supremo, Mendonça substituiu o ministro Marco Aurélio Mello, que se aposentou.
Foi indicado ao TSE pela primeira vez em 2022, como ministro substituto. Em junho de 2024, passou a ministro efetivo.
O magistrado é pós-graduado em Direito Público pela Universidade de Brasília (UnB). Também é mestre e doutor em Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha.
O Recife receberá cerca de R$ 86 milhões para a execução de obras de estabilização de 17 encostas localizadas às margens da BR-101, em trechos urbanos da capital pernambucana. O anúncio foi feito nesta terça-feira (12) pelo Ministério dos Transportes.
Segundo o governo federal, as intervenções têm o objetivo de reduzir os riscos de deslizamentos de terra e desabamentos de moradias, especialmente durante o período de chuvas intensas. As áreas contempladas estavam sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e foram repassadas para a Prefeitura do Recife. As informações são do JC.
Do total previsto, R$ 82,9 milhões serão destinados pelo DNIT, enquanto a gestão municipal ficará responsável por uma contrapartida de R$ 3,32 milhões. Durante o anúncio, o ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que a iniciativa busca ampliar a segurança da população e melhorar a infraestrutura urbana da capital pernambucana.
O prefeito do Recife, Vitor Marques, destacou a parceria entre os governos federal e municipal para viabilizar as obras e afirmou que a intervenção deve trazer mais proteção para moradores que vivem em áreas de risco.
Além das obras nas encostas, o Ministério dos Transportes autorizou a publicação do edital para construção do retorno Padre Cícero, no bairro do Ibura, também na BR-101. A previsão é que sejam investidos R$ 19,7 milhões na melhoria da mobilidade e na eliminação de pontos críticos entre os quilômetros 72,9 e 82,3 da rodovia.
Cinco vereadores de Feira Nova, no Agreste Setentrional, declararam apoio à pré-candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. O anúncio ocorreu nesta terça-feira (12), durante reunião na sede estadual do PSB. Entre os parlamentares que formalizaram apoio estão o presidente da Câmara Municipal, Marcelo Coelho, o vereador Joel Pascoal (Podemos), a vereadora Fernanda Souza (PSD) e os vereadores Túlio Barros e Rafael Cândido, ambos do MDB.
Segundo o grupo, os parlamentares deixam a base política do prefeito de Feira Nova, Joel Gonzaga (PSD). João Campos comentou a adesão durante o encontro. “O mandato de um vereador é uma das atividades que mais conseguem se aproximar do dia a dia da população, ouvindo onde precisa melhorar e valorizando aquilo que foi realizado com zelo e com cuidado”, afirmou o pré-candidato.
A posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira, deve marcar o primeiro encontro público entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) desde que o parlamentar lançou sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, em dezembro do ano passado.
O encontro ocorre num momento em que Lula e Flávio aparecem como os nomes mais competitivos da corrida presidencial de 2026. Pesquisa Meio/Ideia divulgada na semana passada mostrou o senador do PL com 45,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra 44,7% do petista. O resultado configura empate técnico dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais. As informações são do jornal O GLOBO.
Flávio confirmou ao GLOBO que participará da cerimônia. Lula também deve comparecer ao evento, que reunirá ministros do STF, integrantes do governo, parlamentares e dirigentes partidários.
O encontro acontece dois meses depois de uma situação semelhante ter sido evitada pelo Palácio do Planalto. Em março, Lula cancelou de última hora a viagem que faria ao Chile para participar da posse do presidente José Antonio Kast, em Valparaíso, após auxiliares do governo serem informados de que Flávio também estaria no evento.
Na época, interlocutores do Planalto disseram reservadamente que a avaliação era de que a presença simultânea dos dois poderia criar desgaste político e produzir uma imagem explorada pela oposição, justamente no momento em que o senador do PL começava a se movimentar nacionalmente como pré-candidato.
O cancelamento ocorreu quando integrantes da equipe diplomática brasileira já estavam no Chile preparando a visita presidencial.
Desde que lançou a pré-candidatura, Flávio passou a ampliar a participação em agendas políticas fora do Senado. Nos bastidores, aliados do senador afirmam que a estratégia é reforçar sua imagem como nome competitivo e ampliar a interlocução com partidos de centro e do Centrão.
Do lado do governo, auxiliares de Lula acompanham os movimentos do senador, mas avaliam que ainda há espaço para divisão no campo da direita até a eleição presidencial. No espectro político, também são pré-candidatos os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União).
A cerimônia desta terça terá peso simbólico para o grupo político de Bolsonaro. Nunes Marques assumirá a presidência do TSE ao lado do ministro André Mendonça, ambos indicados pelo ex-presidente ao Supremo Tribunal Federal.
O deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP) recebeu, nesta segunda-feira (11), uma homenagem do Hospital de Câncer de Pernambuco, durante cerimônia de descerramento de placa realizada na unidade, no Recife. Segundo o hospital, o reconhecimento ocorreu pela atuação do parlamentar em pautas ligadas à saúde e pelo envio de emendas parlamentares destinadas à instituição ao longo dos últimos 20 anos.
Durante a solenidade, Cleiton Collins destacou o apoio aos hospitais filantrópicos do Estado. “Sempre estivemos ao lado do Hospital de Câncer, do IMIP e de outras unidades importantes para a população pernambucana”, afirmou. O superintendente geral do Hospital de Câncer de Pernambuco, Sidney Batista Neves, também comentou a contribuição dos parlamentares. “As emendas fazem a diferença no funcionamento do hospital”, declarou. O evento contou ainda com a presença do deputado federal Eduardo da Fonte, da missionária Michele Collins e do vereador do Recife Alef Collins (PP).
O deputado federal Lula da Fonte recebeu, na última segunda-feira (11), uma homenagem do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), no Recife, em reconhecimento ao apoio destinado à instituição por meio de emendas parlamentares. Segundo o hospital, o parlamentar destinou R$ 5,8 milhões para a aquisição de um acelerador linear, equipamento utilizado em tratamentos de radioterapia para pacientes oncológicos.
A homenagem ocorreu durante cerimônia na sede do HCP, em Santo Amaro, e reuniu outros parlamentares que também receberam reconhecimento pelo apoio à unidade. “Eu sei de perto a dor que essa doença causa dentro de uma família. Por isso, poder contribuir com uma instituição tão importante como o HCP é também uma forma de ajudar outras pessoas a terem acesso a tratamento, acolhimento e esperança”, afirmou Lula da Fonte. O evento contou ainda com a presença dos deputados Eduardo da Fonte, Kaio Maniçoba, Joel da Harpa, Pastor Cleiton Collins, Adalto Santos, Gleide Ângelo e France Hacker.
O vereador Rosimério de Cuca (PT) criticou, durante sessão da Câmara Municipal realizada nesta terça-feira (12), o atendimento prestado pelo Hospital Eduardo Campos ao jovem Alisson Gabriel da Silva, de 20 anos, que morreu após sofrer um acidente de moto. Em discurso na tribuna, o parlamentar afirmou que o rapaz teria sido atendido e liberado da unidade mesmo apresentando fortes dores após o acidente ocorrido há cerca de 15 dias. Com informações do Blog do Júnior Campos.
“Eu sempre elogiei o Eduardo Campos, dizendo que é um hospital de primeiro mundo, com equipamentos de qualidade e profissionais altamente qualificados. Mas essa semana aconteceu uma coisa que todos os elogios que eu já dei caíram por água abaixo”, declarou o vereador. Segundo Rosimério, Alisson retornou dias depois ao hospital, quando teria sido constatada uma perfuração no intestino. “Liberaram o rapaz, depois abriram e ele morreu”, afirmou o parlamentar durante a sessão.
Alisson Gabriel sofreu o acidente na Avenida João Gomes de Lucena, no trecho conhecido como Bomba, após colisão entre motocicletas. O jovem chegou a ser socorrido para o Hospital Eduardo Campos, onde recebeu atendimento médico. O vereador também defendeu que a família busque medidas judiciais relacionadas ao caso. Procurado, o Hospital Eduardo Campos ainda não se posicionou publicamente. O espaço segue aberto.
O senador Flávio Bolsonaro enviou um vídeo em homenagem ao ex-ministro do Turismo Gilson Machado durante a comemoração de aniversário do aliado político. A gravação foi exibida antes da sessão de pré-estreia do filme A Colisão dos Destinos, realizada no Teatro Beberibe, no Centro de Convenções de Olinda.
Na mensagem, Flávio Bolsonaro desejou felicitações a Gilson Machado e destacou a atuação do ex-ministro junto ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “Eu estive com ele em Santa Catarina neste fim de semana, mas confesso que não esperava e fiquei emocionado com esse vídeo”, afirmou Gilson Machado após a homenagem.
O deputado estadual Edson Vieira (Podemos) criticou o anúncio do Governo Federal sobre o fim da chamada “taxa das blusinhas”, medida que prevê zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até 50 dólares a partir desta quarta-feira (13). Segundo o parlamentar, a decisão preocupa o Polo de Confecções do Agreste, setor ligado à geração de empregos e à economia da região.
“Sou totalmente contra essa decisão. Retirar essa taxação sem ouvir o setor é aumentar a concorrência, de forma desleal, com produtos de fora e prejudicar quem produz aqui, gera renda e sustenta nossa economia”, afirmou Edson Vieira em publicação nas redes sociais. O deputado também declarou que medidas com impacto sobre o setor produtivo deveriam ser debatidas com representantes da atividade econômica local.
Como resposta à decisão, Edson Vieira informou ter protocolado pedido de audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A discussão está prevista para o próximo dia 26 e deverá tratar dos possíveis impactos da medida sobre o Polo de Confecções do Agreste.