O pernambucano Mozart Neves Ramos está sendo cotado para assumir a Secretaria de Educação do Estado, depois da saída de Alexandre Schneider, nesta quinta-feira (9). Mozar e Alexandre Schneider, inclusive, tiveram um encontro ontem (8), fora da secretaria.
Mozart Neves já foi titular da pasta, durante a segunda gestão de Jarbas Vasconcelos (2003 a 2006). Antes, havia sido reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) entre 1996 e 1999.
Mesmo no calorzão do Sertão, o cafezinho das três da tarde, servido com guloseimas inesquecíveis, como broa, tapioca, pãozinho na manteiga e bolo de caco, em Afogados da Ingazeira, onde chorei no ventre da minha mãe, se traduziu em algo tão forte na minha infância e adolescência que segue guardado no melhor cantinho das memórias saudáveis e saudosas.
Grande, de madeira de lei — que cupim não rói, como diz a canção ariana —, a mesa, envernizada pelo amor, cabia todos, igual a coração de mãe. As conversas, divertidas, matavam o tempo que passa lento no chão de vidas secas, como quem não quer ir embora.
Um cafezinho quente tem o poder de deixar a alma mais leve e o dia mais gentil, dizia minha saudosa flor Margarida. Mamãe tinha mãos de fada na cozinha. Seu bolo de caco era um manjar dos deuses. Naquela época, inculto, não tinha a menor ideia do que representava a simbologia do café.
Não sabia que a vida começa a fazer sentido depois do primeiro gole de um cafezinho, que o seu aroma é o abraço que desperta a alma e organiza os pensamentos.
Em Brasília, terra dos meus sonhos e da felicidade, hoje compreendo porque o jornalista Romualdo de Souza criou o seu próprio espaço para uma coluna sobre café. Além de bom cafezeiro, dá aula sobre a cultura do café no Brasil e no mundo.
O jornalista Romualdo de Souza, especialista em café, mantém o quadro Café & Conversa em formato podcast
Anda com um bornal nos ombros levando seu cafezal, com água quente para ele próprio preparar e servir o cafezinho quentinho na hora aos seus convivas, políticos e jornalistas. Um ritual sagrado para ele, que vibra e se emociona, esbanjando charme e sabedoria.
Romualdo é daqueles fanáticos por café que nos convence que entre um gole e outro a conversa flui, o tempo desacelera e a amizade se aquece. Mais do que isso, prova que pequenos momentos podem ser grandes fontes de prazer. Convites inusitados como os dele para um café no meio da tarde, em meio ao turbilhão político do Congresso, nunca é só sobre a bebida.
É sobre quem escolhe sentar do seu lado, para deixar a vida nos levar mais aquecida. Tomar um cafezinho servido por ele representa muito mais do que matar a sede ou consumir uma bebida. É um convite para uma pausa na rotina, um abraço quente em forma de xícara, pretexto perfeito para uma boa conversa, momento de excelência, dedicado a si mesmo ou a quem ele tem o prazer da companhia.
Um cafezinho é sensacional. Na verdade, a gente finge que é só uma xícara de café, mas em certos dias ele é quase um abraço. Um gesto contra a rotina, uma pequena revolução de calma no meio do caos.
Parar para um café é lembrar que o tempo não precisa ser apenas pressa. Vamos tomar um café? Eis o código mais bonito para dizer: eu quero estar um instante com você.
A história do café no Brasil começou em 1727, quando Francisco de Melo Palheta trouxe as primeiras mudas da Guiana Francesa para Belém, no Pará. O cultivo cresceu muito no Sudeste e virou a base da economia e da política do país nos séculos XIX e XX. Coube ao atrevido sargento-mor Francisco de Melo Palheta trazer mudas clandestinas para o Pará.
A planta serviu apenas para consumo interno e vendas pequenas. Só em 1760, o café chegou ao Rio de Janeiro e se espalhou. O cultivo cresceu forte nas serras do Rio, de São Paulo e de Minas Gerais, com mão de obra de pessoas escravizadas e isso com o tempo fez o Brasil virar o maior produtor de café do mundo.
Fiz esta crônica para dizer, enfim, que um bom cafezinho serve para despertar o corpo, acalmar a mente, aproximar pessoas e transformar instantes simples em grandes momentos de prazer. O primeiro gole dá o combustível que desperta a alma, a coragem necessária para enfrentar a maluca rotina do dia.
Entre conversas descontraídas e silêncios confortáveis, o cafezinho aproxima corações e inspira boas amizades. Que, a partir de hoje, depois desta crônica, que cada gole seja também uma nova forma de ver o mundo para você, caro leitor.
Afinal, não tenha a menor dúvida: um bom café nos faz apreciar as coisas simples da vida. É uma obra de arte, assim como a vida bem vivida.
EX5 EM-i: SUV híbrido da Geely veio para ser protagonista
Há 10 anos, o jornalismo automotivo costumava anunciar que um novo modelo Chevrolet chegava para incomodar a Volkswagen, a Toyota, a Fiat ou outra qualquer. Era algo nessa linha, apenas se invertendo de montadora. Este ano, com a comercialmente benéfica até agora ‘invasão’ chinesa ao Brasil, as atenções se voltam para o que a Geely, a BYD ou a GWM aprontam para se superar entre elas.
E uma das melhores contendas de 2026, onde quem estrebucha são as marcas tradicionais, está entre a Geely e a BYD no subsegmento de SUVs médios híbridos, com seus EX5 e Song Pro e Plus, respectivamente. Sem falar na GWM, já consolidada por aqui no mercado eletrificado e assustando empresas tradicionais como Toyota e Volkswagen com o seu Haval H6. Ainda bem que, nessa litiga, quem se dá bem é o consumidor com poder de compra na faixa dos R$ 200 mil. Este colunista testou por uma semana o híbrido Geely EX5 EM-i, um dos protagonistas desta peleja. A unidade avaliada foi a Ultra, cotada a R$ R$ 235 mil e responsável pela façanha da Geely emplacar no país neste momento pelo menos um em cada cinco carros eletrificados vendidos.
Antes de tudo, vale o registro: a Geely não é pouca coisa, não. É dona, por exemplo, da Volvo, da Zeekr, da Polestar, da Lotus… No Brasil, ela se associou à Renault (comprou 26%) e usa toda a excelente estrutura da francesa em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba (PR). Por enquanto, seus carros são importados da China. Mas a companhia já anunciou que vai montar o EX5 no Paraná. E ainda este ano. Ao nacionalizá-lo, a empresa sobe ao patamar da BYD e da GWM, que fizeram o mesmo, reduzindo assim ou até eliminando a desconfiança dos brasileiros com os chineses no processo de pós-venda e de oferta de peças, afinal.
O que tem de bom – Mas falemos, enfim, somente do SUV. Sua faixa de preço começa (versão Pro) em R$ 190 mil. A intermediária, a Max, custa R$ 210 mil. A testada, a Ultra, é recheada de equipamentos tecnológicos, de segurança, de conforto e mimos. O sistema de som é premium, Flyme, com 16 alto-falantes – que, por sinal, são integrados ao encosto de cabeça do motorista. A tela do sistema de entretenimento é de 15,4 polegadas – maior do que a de um iPad.
Obviamente, o pareamento com o Apple e o Android é sem fio. A versão tem ainda teto solar panorâmico com cortina elétrica, porta-malas também elétrico e por aí vai. O melhor do EX5 EM-i, porém, está na condução. No período de avaliação, pelo menos uns 60% do tempo foram em vias urbanas. Isso resultou, além da possibilidade de percepção no uso urbano, em prazer de sobra. É uma rodagem macia, tranquila, suave. Sem falar que, neste modelo especificamente, a suspensão é na medida certa. O carro é, como os híbridos e elétricos, extremamente silencioso. O acabamento é de boa qualidade. Há materiais emborrachados no painel e nas portas, mas ajustados, sem rebarbas.
Os bancos parecem abraçar os passageiros, principalmente o motorista. Apenas na versão Ultra, testada, o revestimento interno é na cor caramelo — e mesmo assim apenas naqueles de pintura externa verde ou preta. O sistema de entretenimento, levando-se em conta a usabilidade e a conectividade, é bem interessante. A começar pelo tamanho de 15,4 polegadas. A qualidade do equipamento, que oferta seis alto-falantes, faz espalhar um som cristalino, na medida do bom senso. É intuitivo: mesmo quem não está acostumado consegue seguir todos os passos sem ter necessariamente habilidade de nerd. O quadro de instrumentos também é de bom tamanho, com suas 10,2 polegadas. O ar-condicionado é digital, mas apenas de uma zona.
Design – Visualmente, e isso não é rabugice, o EX5 parece em termos gerais com todos os demais de porte semelhante. A versão híbrida (plug-in) testada tem uma longa faixa de led por toda a base dianteira. Ela serve para interligar os faróis de led afilados, meio que escondidos no para-choque. As linhas laterais são lisas e combinam com as cromadas das janelas. A versão Ultra traz bonitas rodas de 19 polegadas. A traseira, por sua, tem lanternas em led também cruzando de ponta a ponta a tampa do porta-malas. O SUV conta com seis airbags de série – alguns concorrentes oferecem sete, sendo um especialmente voltado para a proteção dos joelhos do condutor. Os freios são a disco nas quatro rodas, claro. O freio de estacionamento é eletrônico – e que seria normal para o preço, mas lembrei de um concorrente que ainda põe o velho freio-de-mão manual. A câmera de ré é nítida, de resolução acima da média.
O conjunto de propulsão é bem eficiente mesmo. O motor 1.5 aspirado que conduz o completo híbrido é bem calibrado, digamos assim. Suave até. Sozinho, produz 100 cv e 12,7 kgfm de torque. Ele também serve de gerador para todo o sistema. Mas aí entra a ajuda dos elétricos, que faz o modelo gerar 262cv de potência combinada, com torque de 38,7kgfm. A transição entre os dois nem é perceptível: basta acelerar. Reforçando: o sistema híbrido plug-in (PHEV) usa três motores. O principal tracionar as rodas dianteiras.
Enfim: juntos, fazem o modelo de 1,8 mil quilos ir de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos. O SUV usa dois tipos de bateria. As das versões de entrada são de Lítio Ferro Fosfato de 18,4 kWh, com autonomia de 65km no modo. A Ultra testada traz bateria ampliada de 29,8 kWh, estendendo o alcance elétrico para 112 km. O modelo oferta três modos de condução: Electric (tração elétrica), Hybrid (gerenciamento automático de ambos os motores) e Sport (foco em desempenho). No modo híbrido, segundo dados do Inmetro, a Ultra consome na cidade 14,8 km/l – na estrada, 13,1 km/l. Assim, somando tudo, o tanque de 60 litros garante uma autonomia total de até 1,3 mil quilômetros.
E mais –
Garantia: a Geely oferece, para a bateria, 8 anos ou 150.000 km; para o veículo, 6 anos ou 150.000 km
Segurança: são seis airbags de série, freios a disco nas quatro rodas, freio de estacionamento eletrônico, além de câmera de ré e sensores de estacionamento traseiros.
Dimensões: o SUV mede 4,74 metros de comprimento, 1,90 metro de largura e tem entre-eixos de 2,75 metros. O porta-malas oferece 428 litros, podendo chegar a 2.065 litros com os bancos traseiros rebatidos
LCD: a Geely faz sempre questão de lembrar que tela central do modelo usa um tipo avançado de LCD que emprega silício policristalino para controlar os pixels e, assim, permitir uma mobilidade de elétrons até 100 vezes superior à de telas convencionais, garantindo que cada pixel responda com mais precisão e rapidez. Isso resulta em imagens mais nítidas, textos mais legíveis, gráficos mais detalhados etc
Campo sonoro: o sistema de som do carro tem quatro modos configuráveis, que direcionam o áudio para o veículo inteiro, centrado no motorista, focado nos assentos traseiros ou personalizado. Ele cria uma experiência de áudio imersiva, semelhante ao de cinemas.
Carregador: é sem fio, tem 15 watts de potência e avisa o motorista em caso de esquecimento
Assistente: esta versão do EX5 vem com assistente de voz inteligente com o comando: “Olá, Geely!”. A interface compreende até 200 comandos e funciona em 10 idiomas, tudo sem a intervenção manual.
Aplicativo: é possível se conectar com o carro por meio de um app, que possui serviços como controle e planejamento remoto do veículo, monitoramento do status e rastreamento e localização online. Atualizações podem ser feitas pela nuvem
Modo acampamento: o EX5 EM-i traz uma função inteligente chamada de “Modo Acampamento”. Ela ajusta automaticamente os planos de fundo da tela, a música e a iluminação ambiente para criar uma atmosfera relaxante.
Fonte de energia: essa versão pode atuar como gerador portátil para dispositivos (V2L), podendo alimentar eletrônicos e outros dispositivos, e V2V, para carregar outros veículos.
Novo Argo X é o nome do próximo modelo da Fiat – Está definido: Argo X é o nome do próximo modelo da Fiat a ser produzido no Polo Automotivo Stellantis de Betim (MG) ainda em 2026. Ele é o primeiro produto inédito, em Betim, a compor o plano da Stellantis, que prevê investimento de R$ 32 bilhões na América do Sul, até 2030, sendo R$ 14 bilhões destinados ao Polo de Betim. Vale dizer ainda que o atual Argo, segundo modelo mais vendido da Fiat no Brasil e o quarto do mercado brasileiro em 2026, seguirá sendo vendido.
A Fiat lidera o mercado brasileiro de automóveis há cinco anos consecutivos. Também possui o veículo mais vendido do país, a Strada, que é a número um em vendas no país desde 2021. Tanto a marca quanto a Strada seguem líderes em 2026 e se encaminham para o sexto ano no lugar mais alto do pódio. Hoje, um a cada cinco veículos e uma a cada duas picapes comercializadas no Brasil são Fiat. A força local da marca contribui de forma substancial para o desempenho comercial global da companhia.
O Brasil emplacou 270.955 unidades da Fiat no primeiro semestre deste ano, sendo o mercado brasileiro responsável por 40% das vendas mundiais da marca e posicionando a operação nacional como a número um do mundo. Cinco décadas depois de iniciar a produção do Fiat 147, primeiro modelo fabricado em Betim (MG), o complexo industrial continua moldando a mobilidade no país. O legado construído ao longo de 50 anos mantém o Polo Automotivo como protagonista da indústria automotiva nacional, reunindo tradição, inovação e uma produção que continua impulsionando a evolução do setor. Atualmente, o Polo Automotivo Stellantis de Betim ocupa uma área total de 2,2 milhões de m², dos quais mais de 900 mil m² são de área construída, e conta com capacidade instalada para produzir até 650 mil veículos por ano.
Strada bate recorde de produção – A picape da Fiat, líder de vendas no mercado brasileiro e sul-americano em 2025, celebra mais um marco. Em junho, a Strada registrou o número recorde de 19.261 unidades produzidas no Polo Automotivo Stellantis de Betim (MG). Com o resultado, a Fiat Strada demonstrou mais uma vez sua força, superando a marca de 18.287 unidades fabricadas em um único mês, registrada em setembro de 2025. A Strada vem sendo exemplo de protagonismo desde seu lançamento, em 1998. Com inovação e tecnologia, a picape se destacou no setor ao introduzir a cabine estendida em 1999, a cabine dupla em 2009 e a revolucionária terceira porta em 2013.
Em 2020, a Nova Strada chegou ao mercado ainda mais competitiva e, em 2021, foi a primeira em sua categoria no Brasil a oferecer transmissão automática CVT. Já na linha 2024, a picape ganhou novidades como um novo motor turbo flex, atualizações no design e a inédita versão Ultra, ampliando ainda mais o portfólio do modelo e da marca. Em sua linha atual, a Fiat Nova Strada está disponível em 4 versões.
Nas opções cabine plus, a Nova Strada transporta até 720 kg e 1.354 litros, já as de cabine dupla oferecem 650 kg e 844 litros, ambas com capacidade de reboque de 400 kg. Equipada com quatro ganchos inferiores e seis superiores, a caçamba garante segurança e flexibilidade, reforçando a parceria da picape com o consumidor nas diversas situações do dia a dia.
Começam as vendas do novo Hyundai i20 – As vendas do novo Hyundai i20 começam oficialmente nesta quinta-feira (23/7) em todo Brasil. Segundo os diretores da empresa, o modelo inédito está posicionado estrategicamente para preencher o espaço entre os segmentos de hatchbacks e SUVs compactos no país. Ele foi desenvolvido em versão exclusiva para o mercado nacional e vem com pacotes de segurança e tecnologia. É uma opção para aqueles que estão em transição rumo ao mundo dos SUVs.
Com preços a partir de R$ 100 mil, o veículo é produzido na fábrica da Hyundai em Piracicaba (SP), na mesma linha de montagem do compacto HB20 e do SUV Creta. Chega em seis versões, sendo quatro delas com motorização 1.0 turbo. O novo Hyundai i20 estreia no Brasil um novo conceito de design da marca: o “Art of Steel”. Nesta ideia, o visual do modelo traz mais referências aos cortes retos característicos do trabalho com o aço. O modelo tem 4.130mm de comprimento, 1.495mm de altura, 1.780mm de largura e 2.580mm de distância entre eixos. O porta-malas tem capacidade para 346 litros, que pode ser ampliada para 1.152 litros com o banco traseiro rebatido.
O espaço interno, principalmente no banco traseiro, é vendido com um ponto forte do novo i20. São 917 mm de espaço para as pernas, 961 mm de espaço vertical para a cabeça e 1.391 mm de espaço “de ombros” para os três ocupantes. Segundo a Hyundai, todas estas medidas são referência nos veículos de sua faixa de preço. Outro ponto característico do Novo Hyundai i20 são as saídas de ar verticais, que contribuem para a sensação de dinamismo dentro do veículo. Sem comprometer o fluxo de ar na comparação com as saídas tradicionais, esta versão converge com a proposta de design do painel, para maximizar a utilização do espaço interno e permitir a entrega de uma ampla multimídia integrada ao painel de instrumentos e diversos compartimentos de armazenamento.
Tecnologia – O i20 foi pensado para tornar mais fácil o dia a dia do condutor. E a ideia vai desde coisas simples, como a grande variedade de espaços para armazenamento de itens, até a estreia da tecnologia OTA (Over The Air) em modelos da Hyundai fabricados no Brasil. Na prática, trata-se de um sistema que permite a atualização remota do software do carro, assim como já acontece com os smartphones.
Com ela, o carro recebe novos recursos, correções de segurança ou melhorias de desempenho, usando a interface da rede de dados embarcada no veículo, sem a necessidade de ir a uma concessionária. Destaque também para a oferta do Bluelink, sistema de carro conectado da Hyundai, como item de série em todas as versões. As funcionalidades variam conforme a versão e estão descritas no manual do proprietário.
Conveniência – Integram o pacote de itens de conveniência o freio de estacionamento eletrônico, as saídas de ar para o banco traseiro, as alavancas smartshift para trocas de marcha no volante, o botão de partida com chave presencial, alerta de presença no banco traseiro, bancos de couro bipartidos, volante com ajuste de altura e profundidade e as telas integradas em tamanho de destaque: 12,3 polegadas para o painel de instrumentos e 12,3 polegadas para a multimídia.
Ar-condicionado digital e automático, volante revestido em couro sintético, controle eletrônico de pressão dos pneus, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, espelhamento para Apple CarPlay e Android Auto sem fio que, junto ao conjunto de seis alto falantes, completam o leque de soluções de conforto e conveniências oferecido pelo Novo Hyundai i20.
Segurança – Traz o pacote SmartSense, com itens para proteger o condutor e os passageiros no dia a dia das ruas. Um dos destaques é o assistente de tráfego cruzado traseiro, que ajuda a evitar colisões ao sair de uma vaga em ré, usando radares que detectam quando um veículo se aproxima, emitindo um aviso sonoro e até mesmo freando o carro, se necessário. Outros recursos são os assistentes de manutenção e centralização em faixa, o detector de fadiga e o assistente de frenagem autônoma, que além de outros veículos, mapeia ciclistas e pedestres, alertando para possíveis colisões.
Segurança 1 – Outro item importante é o alerta de saída segura, que impede acidentes que podem ser causados por portas abertas quando outros veículos se aproximam. O sistema emite avisos se um carro, ao se aproximar por trás, for detectado quando um ocupante abre a porta para sair. Além disto, também está disponível o assistente de ponto cego, que usa sensores para indicar ao motorista a existência de veículos nos ângulos sem visibilidade.
Essa indicação é feita diretamente nos espelhos retrovisores externos, como uma função ativa para reduzir o risco de colisão. Todas as versões do Novo Hyundai i20 contam com seis airbags de série, incluindo airbags de cortina laterais. Também fazem parte da lista padrão freios ABS com EBD, controles de estabilidade eletrônico e tração, sinalização de frenagem de emergência e assistente de partida em rampa.
Motorização – O i20 conta com os motores 1.0 e 1.0 turbo de 3 cilindros com 12 válvulas. Este último vem com injeção direta e potência de 115 cv. O torque é de 17,5 kgfm já a 1.500 rpm. O aspirado oferece até 80 cv (com etanol) e torque de 10,2kgfm. São cinco anos de garantia sem limite de quilometragem para veículos de uso particular.
Confira os preços de todas as versões do Novo Hyundai i20
Modelo
Ano-modelo
Motor
Versão
Preço (R$)
Novo Hyundai i20
2026/2027
1.0 MPI
Comfort
R$ 99.990
Limited
R$ 104.990
1.0 TGDI
Limited
R$ 125.990
X Line
R$ 128.990
Platinum
R$ 134.990
Ultimate
R$ 139.990
Ora 5: novo lote, nova cor – A GWM Brasil decidiu ampliar as opções de personalização do Ora 5. Mas só garantiu uma nova combinação de cores para seu SUV 100% elétrico. O modelo passa a contar com a inédita pintura Cinza Quartzo, combinada ao acabamento interno Cinza Urbano. Agora, são cinco opções de pintura externa e duas de acabamento interno. A novidade faz parte do novo lote do SUV, cujas reservas foram abertas na segunda-feira (20/7). O primeiro lote do modelo, com mais de 2 mil unidades, teve todas as reservas esgotadas em apenas 24 horas após o lançamento. As reservas do novo lote poderão ser realizadas no site da GWM, no Mercado Livre e na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil. O preço do Ora 5 permanece em R$ 160 mil.
GAC é habililtada para o Mover Brasil – A chinesa GAC foi habilitada no Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) do governo federal. O programa incentiva descarbonização e eficiência energética e destina R$ 3,9 bilhões em créditos às empresas que cumprirem metas de inovação e agregação de valor no Brasil. A GAC pretende investir US$ 1,3 bilhão na produção de seus veículos na fábrica da parceira HPE Automotores, em Catalão, interior de Goiás, a partir de 2027.
Capital Moto Week, o maior da América Latina – Brasília está recebendo um dos maiores eventos turísticos do país. Até o próximo dia 1º de agosto, o Capital Moto Week (CMW) atrai mais de 150 mil turistas à capital federal. Reconhecido como o maior festival de motos e rock da América Latina, o CMW reúne música, gastronomia, cultura, entretenimento e experiências ao ar livre em uma estrutura de mais de 400 mil metros quadrados instalada no Parque Granja do Torto.
Ao longo de dez dias, a chamada Cidade da Moto recebe cerca de 800 mil visitantes, mais de 350 mil motocicletas e aproximadamente 1,8 mil motoclubes vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior. Além da programação com mais de 100 shows nacionais e internacionais, o festival impulsiona diversos setores da economia, como hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços turísticos. Durante o período do evento, a ocupação da rede hoteleira costuma atingir índices próximos de 98%, refletindo o impacto positivo do festival na economia local.
Mulheres e oficinas: dicas para não cair em armadilhas – Ir a uma oficina mecânica ainda é, para muitas mulheres, uma experiência marcada por insegurança. O diagnóstico que não se entende, o termo técnico que intimida e o orçamento que parece alto demais. Mas como questionar sem saber o que está errado? O desconforto enfrentado por muitas mulheres em oficinas mecânicas está longe de ser um caso isolado. Ele faz parte de um contexto mais amplo de desigualdade de gênero que ainda persiste em diversas esferas da sociedade.
Segundo o Relatório Global de Disparidade de Gênero 2025, do Fórum Econômico Mundial, a equidade entre homens e mulheres deve levar cerca de 123 anos, o equivalente a cinco gerações, para ser, efetivamente, uma realidade em todo o mundo. “A desigualdade que ainda existe no mercado de trabalho, na remuneração e no acesso a posições de liderança tem um reflexo direto no dia a dia, inclusive na hora de levar o carro à oficina. Quando a mulher não tem informação, ela fica vulnerável. E a vulnerabilidade, em qualquer ambiente, tem um custo”, afirma Vittória Gabriela, engenheira mecânica e fundadora do Dona do Meu Destino, uma comunidade criada para ajudar na forma como as mulheres se relacionam com o próprio carro.
Entendendo o próprio carro – Por isso, conteúdos sobre mecânica, manutenção e segurança são repassados de forma simples e acessível a mais de 892 mil seguidores, sendo mais de 90% mulheres. “Cada vez mais mulheres chegam até nós querendo entender o próprio carro. Não para virar mecânica, mas para não depender de ninguém para tomar uma decisão. Para se ter uma ideia, mais de 3,5 mil mulheres aguardam uma vaga nos cursos presenciais, um indicativo de que existe uma demanda crescente por conhecimento nessa área”, conta Vittória Gabriela, fundadora do Dona do Meu Destino.
Segundo Vittória, houve uma mudança clara no perfil das participantes ao longo do tempo. “No começo, a maioria chegava depois de um problema, um mau atendimento, um susto na estrada, um prejuízo. Hoje, muitas vêm por escolha, para aprender antes que qualquer problema aconteça. Sai do ‘preciso me defender’ para ‘quero dominar isso. Elas entenderam e que tem informação tem poder de escolha, e poder de escolha é autonomia”, afirma.
Conhecendo o carro
Entender o mínimo sobre o carro muda completamente a postura da mulher diante de uma oficina. “A mulher passa a questionar, a pedir explicações e a não aceitar qualquer diagnóstico sem entender”, diz Vitória. Com base nas dúvidas mais frequentes, Vittória reuniu cinco orientações práticas para evitar problemas na hora de levar o carro para manutenção:
1 . Peça explicações claras e, se possível, veja a peça
Diagnósticos vagos devem ser questionados. Pergunte o que está acontecendo, por que a troca é necessária e peça para ver a peça danificada. “Se não consegue explicar de forma simples, é um sinal de alerta”, afirma.
2 . Evite decidir sob pressão
Frases como “precisa trocar agora” podem gerar uma urgência desnecessária. Sempre que possível, busque uma segunda opinião antes de autorizar serviços mais caros.
3 . Pesquise preços antes de ir à oficina
Ter uma noção básica de valores de peças e serviços ajuda a identificar cobranças fora da realidade e dá mais segurança na hora de aprovar um orçamento.
4 . Desconfie de diagnósticos amplos demais
A indicação de múltiplas trocas sem explicação consistente é um dos relatos mais comuns. “Às vezes, o problema é simples, mas vira um orçamento alto porque a cliente não tem referência”, explica.
5 Comece pelo básico: conhecimento evita prejuízo
Entender sinais do painel, reconhecer barulhos incomuns e conhecer a função de itens essenciais já reduz a vulnerabilidade. “Não é sobre virar mecânica, mas sobre não ficar vulnerável”, resume.
História da Comunidade
Além das suas quase um milhão de seguidoras, a iniciativa da comunidade Dona Meu Destino também ganhou força nas redes sociais. Em 2026, a comunidade realizou três turmas presenciais do curso de mecânica básica para mulheres, reunindo cerca de 100 participantes em cada edição, totalizando 300 mulheres atendidas. A proposta agora é expandir.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
A candidatura do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo do Rio foi oficializada na tarde deste sábado (25) durante a convenção estadual do partido, realizada na Tijuca, Zona Norte da capital. Com a homologação, Garotinho volta a disputar o Palácio Guanabara após ter a inelegibilidade suspensa por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin.
O palco foi montado no Ginásio Alah Baptista, do Club Municipal. Esta será a quarta vez que Garotinho disputará o governo do Rio de Janeiro nas últimas três décadas. Ele comandou o estado entre 1999 e 2002, quando deixou o cargo para concorrer à Presidência da República. As informações são do jornal O Globo.
Garotinho também apresentou oficialmente o coronel da reserva Venâncio Moura como candidato a vice-governador em sua chapa, que terá na corrida ao Senado os ex-prefeitos Marcelo Crivella (do Rio) e Waguinho (de Belford Roxo).
Em um discurso marcado por ataques a adversários, Anthony Garotinho afirmou que, se eleito, terá como primeira missão “libertar o Rio de Janeiro das três organizações criminosas” que, segundo ele, dominam o estado. O candidato do Republicanos equiparou a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ao tráfico de drogas e às milícias.
“A tarefa número um do nosso governo é libertar o Rio de Janeiro das três organizações criminosas que dominam esse estado: os criminosos do tráfico, os criminosos da milícia e os criminosos da Alerj. Talvez essa seja a pior das facções”, afirmou.
Garotinho também criticou o cenário político fluminense. Sem citar nomes, afirmou que o estado tem “um governo desmoralizado”, em referência ao governador Cláudio Castro, e atacou o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
Na área da saúde, o ex-governador prometeu acabar com a fila do Sistema Nacional de Regulação (Sisreg), que classificou como a “fila da mentira”. Segundo ele, a solução será ampliar o funcionamento da rede hospitalar. Ao tratar da educação, Garotinho afirmou que pretende promover uma “revolução” no ensino público para preparar os estudantes para as novas profissões e para o mercado de trabalho.
‘Bope 2.0’
Na entrevista coletiva após a convenção, Garotinho defendeu sua experiência na área de segurança pública e afirmou que pretende adotar uma estratégia diferente da atual gestão para o enfrentamento ao crime organizado. Entre as ideias estão a criação um batalhão especializado, que chamou de “Bope 2.0”, para permanecer em comunidades até a retirada definitiva das facções criminosas.
“Não é fazer operação-marketing: entra, mata um monte de gente e sai no dia seguinte. É ocupar a comunidade por 30 dias, 60 dias, 90 dias, o tempo que for necessário. Só sai de lá depois que o território estiver todo tomado, de verdade”, disse.
Ao ser questionado sobre a aliança nacional entre Republicanos e PT, Garotinho afirmou que a composição não interfere em sua candidatura no Rio e reiterou críticas aos dois partidos. Disse que não vota no PT e que também não apoiaria candidatos do PL ligados ao grupo político do governador Cláudio Castro. “Eu não voto no PT. Também era impossível votar no PL com Canella, Cláudio Castro e Rodrigo Bacellar. Eu estou preocupado com o estado do Rio”, afirmou.
O MDB oficializou, neste sábado (25), a candidatura do ex-prefeito de Itapissuma, Igarassu e Paulista, Yves Ribeiro, a deputado federal durante a convenção estadual do partido, realizada na Câmara Municipal do Recife. O evento também confirmou a participação da legenda na Frente Popular em apoio à candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco e homologou as chapas para a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
A Orla de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, foi tomada pelo ronco dos motores e pela animação de motociclistas, motoclubes e famílias neste sábado (25), durante a celebração do Dia do Motociclista, que é oficialmente comemorado no próximo dia 27. O evento reuniu centenas de pessoas em uma programação com música, lazer e conscientização para um trânsito mais seguro.
Realizada pelo Movimento Motociclístico de Jaboatão (MMJ), da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes e do Governo de Pernambuco, a iniciativa movimentou a Avenida Sérgio Guerra, em frente ao Espaço Vida Marinha (EVMar). A celebração pelo Dia do Motociclista em Piedade também representou uma prévia para o 4° Jaboatão Motor Fest, que ocorrerá em setembro, no Parque da Cidade.
Um dos momentos de destaque da programação foi o passeio motociclístico, que teve saída da Orla de Piedade e percorreu importantes vias da Região Metropolitana do Recife. O evento contou ainda com apresentações de bandas de rock e pop-rock, área kids para as crianças, exposição de motocicletas, praça de alimentação com a Feirinha da Gente.
Apaixonado por motos e incentivador dos grupos de motociclistas, o prefeito Mano Medeiros celebrou o evento, reforçando o protagonismo de Jaboatão como destino que abriga grandes encontros voltados para o segmento. “Foi uma grande festa, que movimentou a nossa Orla de Piedade e reuniu motociclistas, famílias e visitantes em um ambiente de confraternização e alegria. Jaboatão se consolida cada vez mais como um dos principais polos de mobilização e reunião de motociclistas da Região Metropolitana”, afirmou.
O Centro Integrado Infantojuvenil (CIIJ) promoveu, neste sábado (25), um mutirão de saúde que realizou mais de 300 atendimentos, no Cabo de Santo Agostinho. A ação, que teve apoio da Faculdade de Medicina de Olinda (FMO), reuniu cerca de 45 profissionais para oferecer assistência especializada a crianças e serviços de prevenção e autocuidado para mães atípicas.
Ao todo, 120 crianças previamente agendadas passaram por atendimentos com neuropediatra, psicólogo e terapeuta ocupacional, além de participarem de oficinas e das salas terapêuticas de espera, preparadas para proporcionar acolhimento e atividades durante o período de atendimento.
Enquanto os filhos eram acompanhados pela equipe multiprofissional, as mães também tiveram acesso a uma série de serviços voltados ao autocuidado e à prevenção, como consultas com clínico geral, coleta de exame preventivo, testes rápidos, teste de glicemia, aferição de pressão arterial e orientações em saúde. O mutirão contou ainda com a atuação da equipe de regulação, responsável por encaminhar e dar continuidade às demandas identificadas durante os atendimentos, garantindo mais agilidade no acesso aos serviços da rede municipal.
Para a secretária de Saúde, Ricarda Samara, o diferencial da iniciativa foi olhar para toda a família. “Nosso objetivo não é cuidar apenas da criança. Enquanto ela recebe o atendimento especializado, a mãe também tem a oportunidade de cuidar da própria saúde, realizar exames preventivos e receber orientações. Esse olhar integral fortalece o cuidado com toda a família e amplia o acesso aos serviços de saúde”, destacou.
Há pouco mais de um ano, o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, precisou esperar três horas numa madrugada fria num hotel da Rede Vila Galé no interior de Portugal para ser recebido pelo empresário e fundador da rede de 54 hotéis, Jorge Rebelo de Almeida. Cabral foi oferecer a operação pela sua companhia do maior hotel que seu município abriga na Reserva do Paiva, fechado há seis anos depois do insucesso de sucessivas operações.
Rebelo recusou a oferta. Mas a insistência de Lula Cabral foi tamanha que acabou vencendo o velho capitão de empresas a ao menos estudar a proposta que evoluiu depois de meses de conversas com o Banco do Espírito Santo.
Ele comprou aproximadamente 80% do empreendimento por 14 milhões de euros, no qual, no dia 30 de setembro, prometeu iniciar oficialmente a operação do Vila Galé Reserva do Paiva Lifestyle Resort Hotel, Convention, Spa & Beach Club. Lula Cabral reduziu o ISS para 2%.
Não é a primeira vez que Jorge Rebelo de Almeida compra um hotel em Pernambuco. Há dois anos, ele decidiu assumir todo o capital do Vila Galé Eco Resort Cabo de Santo Agostinho, da Funcef, a fundação dos funcionários da Caixa Econômica, onde está literalmente reposicionando o hotel na categoria de serviços All Inclusive, onde vem obtendo uma performance surpreendente.
Apartamentos
O hotel tem 298 apartamentos, entre eles uma suíte presidencial que foi mantida limpa e conservada pelos antigos donos do hotel na expectativa de encontrar um comprador. E é certamente o 5 estrelas capaz de fazer justiça a classificação.
O hotel tem 13 salas para convenções e eventos corporativos e sociais, entre elas um salão com capacidade para 1,1 mil pessoas sentadas. Já o foyer, de 1.290 metros quadrados, comporta até 1,4 mil convidados — dimensões que reforçam a vocação do hotel para o segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions), voltado para reuniões, incentivos, conferências e exposições.
Jorge Rebelo com o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral; e do diretor de operações do Vila Galé Brasil, Porfírio Perdigão e CEO da Brennand Desenvolvimento Imobiliário, Luís Henrique Valverde
Máquina de vendas
O diferencial do Vila Galé no setor é uma bem azeitada rede comercial cujo objetivo é simplesmente não deixar o hóspede se acomodar noutro estabelecimento e estimulá-lo a visitar outros hotéis do grupo cuja presença do dono no comando reduz drasticamente o tempo de decisões.
O empresário aposta alto no Brasil e sua empresa, criada em 1986 e com operações também na Espanha, Cuba e Portugal, o Vila Galé, agora soma mais 13 hotéis em operação no Brasil e outros oito em desenvolvimento em estados brasileiros, em 2028, indo do eco resort com sistema all inclusive a empreendimentos em centros urbanos restaurados para servirem de hotel.
Ontem, ao lado da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause; da secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar; e do CEO da Brennand Desenvolvimento Imobiliário, Luís Henrique Valverde, Jorge Rebelo de Almeida lembrou a persistência do prefeito Lula Cabral, para oferecer o hotel que ele não via qualquer possibilidade de aquisição.
“Vamos resgatá-lo e transformá-lo no melhor hotel de Pernambuco!” Quem conhece a determinação e o bom humor do empresário não tem qualquer dúvida disso.
Por Alice Lins, Fagner Clemente Do Jornal do Commercio
Em uma noite marcada pela celebração da memória, o palco do Teatro Santa Isabel, no bairro de Santo Antônio, recebeu ontem (24) o concerto de abertura das comemorações pelos 20 anos da Orquestra Criança Cidadã. O espetáculo representou o encontro entre duas décadas de histórias transformadas pela arte, além de reafirmar o papel da música como ferramenta de inclusão social e construção de futuros.
A programação percorreu diferentes momentos da trajetória da instituição, reunindo o coro infantil, grupos de ex-alunos e a Orquestra Sinfônica Jovem em um repertório que transitou entre clássicos da música erudita e composições brasileiras. O concerto para convidados abriu as celebrações, que continuam neste sábado (25) à noite.
Idealizada pelo juiz de Direito João José Rocha Targino, a Orquestra Criança Cidadã nasceu em 2006 com um propósito que vai além da formação artística: oferecer oportunidades a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O Coque, um dos bairros com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Recife, foi a primeira comunidade atendida pelo projeto, que hoje alcança também Ipojuca e Igarassu.
Atualmente, cerca de 400 jovens, entre 6 e 21 anos, participam gratuitamente das atividades, que incluem aulas de instrumentos de cordas, sopros e percussão, teoria musical, canto coral, além de acompanhamento pedagógico, psicológico, médico e odontológico.
A iniciativa também oferece alimentação, inclusão digital e formação profissional por meio da Escola de Formação de Luthier e Archetier (EFLA), ampliando as possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Expansão da Orquestra
Ao celebrar as duas décadas da iniciativa, João Targino destacou que o maior resultado do projeto está na transformação das vidas que passaram pela instituição. “Estamos muito felizes, muito alegres, por comemorarmos duas décadas de existência da Orquestra Criança Cidadã. Esse projeto, que nasceu há 20 anos com um objetivo precípuo bem definido: formar cidadãos e formar profissionais da música. E, ao longo dessa trajetória, ao longo dessa jornada, nós conseguimos encaminhar na roda da cidadania e da profissionalização, prioritariamente na área musical e também em outras áreas, como Direito, Veterinária e Fisioterapia, mais de mil garotos”, afirma.
O idealizador também compartilhou o desejo de expandir a atuação da Orquestra para outras comunidades pernambucanas e brasileiras. “Eu projeto com orquestra não só no Coque, em Ipojuca, em Igarassu, mas também em várias outras comunidades do Recife, de Pernambuco e do Brasil”, revelou.
Representando a governadora Raquel Lyra (PSD), a vice-governadora Priscila Krause (PSD) ressaltou a importância da iniciativa e o compromisso do Governo de Pernambuco com projetos culturais que promovem uma maior inclusão.
“O maior legado que a Orquestra Criança Cidadã tem deixado são pessoas transformadas. É essa obra de transformação: nascer num lugar difícil, num lugar mais vulnerável, e ter uma situação dessa, em que, quando as pessoas dão a mão, significa ter um futuro diferente, um destino diferente, além de toda a valorização da cultura e da música”, ressalta.
Histórias reescritas por meio da música
Entre as histórias que simbolizam esse impacto está a do violinista Ivo Gomes, de 22 anos. Ex-aluno da unidade de Ipojuca, ele iniciou a formação musical aos 10 anos e atualmente cursa bacharelado em Música, com especialização em performance de violino, nos Estados Unidos.
“Durante esses 12 anos, eu tenho ganhado várias experiências com a orquestra. A orquestra tem me ajudado bastante nessa questão de dedicação, de compromisso, de realmente querer algo, de querer estudar. Hoje, graças também à orquestra, eu estudo nos Estados Unidos. Vou para o meu segundo ano agora, em agosto”, relembra Ivo.
O músico também destaca todo o apoio que recebeu da instituição e sobre também poder contribuir com a formação da nova geração. “Hoje, sou grato por tudo que aconteceu por conta deles, por todo esse incentivo. Também fico muito feliz em voltar aqui, nesses 20 anos da Orquestra Criança Cidadã, e poder contribuir com esses jovens e essas crianças que um dia também sonham, assim como eu, quando era pequeno, sonhava em estar em um alto nível”, finaliza.
O projeto acumula mais de 30 premiações e reconhecimentos, entre eles o Prêmio Caixa Melhores Práticas em Gestão Local. Em 2010, foi apontado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como exemplo de boa prática de inclusão social. Cinco anos depois, tornou-se a primeira escola de música das Américas e a segunda do mundo a integrar o Programa de Escolas Associadas da Unesco.
A vereadora de Carpina Cássia do Moinho (MDB) oficializou, neste sábado (25), sua candidatura a deputada federal durante a convenção estadual do partido, realizada na Câmara Municipal do Recife. No evento, que confirmou o apoio do MDB à candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco, a parlamentar afirmou que pretende representar a Mata Norte no Congresso Nacional. “Quero representar o meu povo de Carpina, Lagoa de Itaenga e de toda a Mata Norte no Congresso Nacional”, declarou.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já trabalha com a expectativa de que o vídeo produzido com inteligência artificial para simular um pronunciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), exibido neste sábado (25) na convenção nacional do partido, seja alvo de questionamentos na Corte, segundo fontes ouvidas pela CNN.
O material foi apresentado durante o evento que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Na gravação, identificada como conteúdo produzido por inteligência artificial, Bolsonaro aparece em uma manifestação de apoio ao filho.
A avaliação é de que o episódio deve provocar discussões sobre a aplicação das regras eleitorais para o uso de inteligência artificial e também sobre o alcance das restrições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao ex-presidente.
O advogado Luiz Eduardo Peccinin, especialista em Direito Eleitoral e doutor em Direito do Estado, afirma que as normas do TSE também devem ser observadas no período pré-eleitoral e em atos realizados durante convenções partidárias.
Segundo ele, mesmo com a identificação de que o vídeo foi produzido por inteligência artificial, o caso pode ser levado à Justiça Eleitoral para que a Corte avalie se houve uso irregular da imagem e da voz de uma pessoa real em uma manifestação de natureza eleitoral.
A resolução do TSE estabelece que conteúdos criados ou significativamente alterados por inteligência artificial devem informar, de forma explícita, destacada e acessível, que o material foi fabricado ou manipulado e indicar a tecnologia utilizada.
A norma também proíbe a publicação e a republicação de novos conteúdos sintéticos que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas, mesmo quando identificados, no período entre as 72 horas anteriores e as 24 horas posteriores ao término da votação.
Peccinin ressalta, no entanto, que o episódio também pode ser analisado sob a ótica das determinações impostas por Moraes a Bolsonaro. O ministro proibiu a divulgação de manifestos político-eleitorais do ex-presidente, inclusive por terceiros e independentemente do meio utilizado.
Na avaliação do especialista, não há proibição expressa ao uso da imagem ou da voz de Bolsonaro. Por isso, a princípio, não seria possível afirmar que o vídeo representou descumprimento da decisão. “Claramente eles estão testando os limites impostos pela sentença condenatória criminal”, disse à CNN.
Ainda assim, ele considera provável que o caso seja levado a Moraes, a quem caberá avaliar se a gravação constituiu apenas o uso da imagem pública de Bolsonaro ou uma forma indireta de divulgar uma manifestação político-eleitoral atribuída a ele.
Para Guilherme de Salles Gonçalves, advogado eleitoral e membro da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), uma eventual responsabilização de Bolsonaro dependeria da produção de provas de que o ex-presidente, hoje em prisão domiciliar, tinha conhecimento, participou ou anuiu com a elaboração do vídeo.
“É preciso não aplicar a um terceiro que não participou pessoalmente algo que decorre da utilização da sua imagem, ainda que com uma simulação de realidade”, afirmou.
Em vídeo divulgado durante a convenção nacional do PL, neste sábado (25), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e fez um apelo por união da direita.
A participação marca a primeira manifestação pública de apoio de Michelle à candidatura do enteado após o rompimento entre os dois, encerrado nesta semana com um pedido público de desculpas do senador. No vídeo, Michelle lembrou o lançamento da candidatura de Jair Bolsonaro à reeleição em 2022, afirmou que não participou do evento porque está em casa cuidando do ex-presidente e disse que a ausência dele “fala muito mais alto” por representar milhões de brasileiros que depositaram confiança em seu governo. As informações são do g1.
A ex-primeira-dama também defendeu maior participação das mulheres na política, destacou que elas representam 53% do eleitorado e afirmou que a eleição será decidida pelo trabalho de lideranças locais na conquista de eleitores indecisos.
Na única vez em que mencionou diretamente o senador, Michelle desejou sucesso à candidatura. “Flávio, que Deus abençoe e proteja sua candidatura; que ele te dê sabedoria, coragem e força a você e à sua família para cumprir esta missão com a lealdade e a verdade que o nosso povo merece.”
Mesmo após deixar o comando do PL Mulher, Michelle segue em destaque no espaço dedicado ao núcleo feminino montado na convenção. Um totem instalado no local exibe uma imagem da ex-primeira-dama ao lado de Jair Bolsonaro.
Pedido de desculpas antecedeu convenção
A participação ocorre dois dias depois de Flávio e Michelle iniciarem uma reconciliação pública. Na quinta-feira (23), o senador divulgou um vídeo em que pediu desculpas pelos episódios que provocaram “desconforto” entre os dois e a convidou para integrar sua campanha. “Michelle, renovo aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil”, declarou.
Horas depois, Michelle afirmou ter recebido as palavras “com muita paz” e valorizou a decisão do enteado de se desculpar publicamente. “Todos nós cometemos erros, isso é humano, e o seu gesto de vir a público para pedir desculpas tem muito valor”, afirmou. Em outro trecho, disse: “Aceito teu pedido. Eu te desculpo.”
O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializa, neste sábado (25), a candidatura do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad ao governo de São Paulo. A convenção estadual, realizada em Campinas (SP), tem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e ex-integrantes do governo.
Em discurso, Haddad fez críticas à gestão do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em áreas como educação e segurança pública. O ex-ministro da Fazenda afirmou que a Polícia Militar do estado está “contaminada” pelo crime organizado e criticou privatizações. Ele acusou a administração de “desleixo” e “abandono” em relação a políticas públicas. “Nós vamos ter que dizer um sonoro ‘não’ para esse governo”, afirmou o pré-candidato petista.
Maior colégio eleitoral do país, São Paulo é um palanque estratégico para a reeleição de Lula. A chapa de Haddad será composta pelo ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB), como vice, e as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na disputa ao Senado.
Fundado em 1980, o PT nunca elegeu um governador em São Paulo devido à combinação de fatores históricos, políticos e sociais. A resistência do eleitorado ocorre, principalmente, no interior. O lançamento da candidatura em Campinas tem o objetivo de aproximar Haddad dessa parcela do eleitorado.
A convenção do PT paulista ocorre no mesmo dia que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oficializa sua candidatura ao Palácio do Planalto, também em São Paulo. O evento do PL teve a participação do presidente argentino Javier Milei.
Críticas a Tarcísio
Durante a cerimônia, lideranças petistas e aliados discursaram no palanque. O evento foi recheado de críticas à gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que “São Paulo não quer a prepotência a arrogância” das “marteladas” de Tarcísio. “São Paulo é da generosidade e da fraternidade. E essas marteladas do atual governador trincaram as principais vitrines do estado”, disse.
A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, defendeu o diálogo com a direita democrática e o centro, e pediu esforço para conquistar o voto dos indecisos. “Vamos conversar com quem não pensa como a gente. Não vamos perder tempo com a extrema direita, esta não vem para nós. Mas vamos dialogar com a direita democrática, com a direita conservadora. Vamos conversar com o centro, com aqueles que não querem ir para as urnas e que querem se abster”, disse.