Meu amigo Marcelo Tognozzi, um dos melhores jornalistas da mídia nacional, que já passou nas redações dos mais destacados jornais do País, veio prestigiar a festa dos 18 anos do blog, que acontecerá amanhã, a partir das 20 horas, no Mirante do Paço.
Tognozzi, que mora em Brasília, escreve hoje para o site Poder360, do meu amigo Fernando Rodrigues. Seus artigos, postados aos sábados, são reproduzidos no meu blog com uma repercussão impressionante.
O uso de um navio para retirar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, do país após a dupla ser capturada por militares dos Estados Unidos foi uma escolha possivelmente por segurança e um “truque” diplomático, segundo especialistas ouvidos pelo UOL.
EUA não divulgaram por que optaram pelo uso do navio para retirar Maduro da Venezuela. Após a captura, Maduro e a esposa foram levados por um helicóptero das Forças Armadas dos EUA até o USS Iwo Jima, um dos navios de guerra da Marinha dos EUA que estava posicionado no mar do Caribe desde o fim do ano passado.
Na noite de ontem, um avião com o presidente venezuelano pousou em um aeroporto de Nova York. Maduro estava com um capuz na cabeça, algemado e escoltado por dezenas de agentes federais. Não foi possível identificar a esposa de Maduro, Cilia Flores, que também foi presa, nas imagens do desembarque do líder venezuelano. O governo norte-americano não divulgou onde e quando o casal teria sido transferido para a aeronave, mas fontes da imprensa dos EUA afirmam que pode ter sido em Guantánamo, uma prisão militar dos EUA que fica em uma ilha cubana.
Docente aponta que segurança pode ter sido o motivo principal para escolha do uso do navio. Roberto Uebel, professor de relações internacionais da ESPM, disse ao UOL que a operação apresentava muitos riscos, incluindo a integridade dos capturados e dos militares norte-americanos envolvidos, e que o meio naval comporta maior segurança operacional nesses casos.
“Avaliação de ameaça elevada” pelos EUA também deve ter colaborado para descartar o uso da aeronave. Segundo o professor de relações internacionais Leo Braga, da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, o uso do navio de guerra também pode ser interpretado como uma mensagem política e militar de poder que os EUA querem passar.
“O USS Iwo Jima é um navio de maior segurança e proteção contra vulnerabilidades externas. Ele é usado estrategicamente nesse tipo de operação e também em ações de resgate em outros ambientes e cenários”, disse Roberto Uebel.
O uso de navio evitou entraves diplomáticos e riscos à operação. Uebel afirmou que as autorizações necessárias para o pouso de uma aeronave militar dos EUA na Venezuela e a necessidade de sigilo podem ter pesado na decisão para o uso do meio marítimo. Já Braga acrescentou que a presença de um avião militar no país poderia colocar a aeronave em risco e ser interpretada por outros países como violação da soberania venezuelana, o que não seria positivo para o governo norte-americano.
Operação abre ‘precedente perigoso’
Operação deixa claro o “novo modus operandi da política externa norte-americana” e da doutrina de segurança nacional dos EUA. Segundo Uebel, a ação pode abrir um “precedente de grande risco internacional” e fortalecer o surgimento de novas alianças militares para evitar esse tipo de incursão em outros territórios.
“Se os EUA fizeram essa operação agora contra a Venezuela, nada os impede de fazer essas ações contra a Colômbia, Cuba ou qualquer outro país cujas lideranças não atendam aos interesses dos EUA. Abre um precedente internacional grave, de grande risco para as relações internacionais”, analisa Uebel.
Para Braga, a ação abre precedente para a captura de líderes estrangeiros em regiões fora de zonas de guerra. Ele explicou que a política da gestão Trump recupera a Doutrina Monroe — inclusive, o termo foi usado pelo republicano — que sugere fortemente a tese de América para os americanos. “Em termos de América Latina, me parece que é uma preocupação muito honesta, muito sincera, de que esse precedente internacional possa ser espalhado para outros países da região”, concluiu.
O deputado federal Coronel Meira (PL), presidente do PL Recife, divulgou nota em que se posiciona sobre questionamentos envolvendo a propaganda partidária do Partido Liberal com Anderson Ferreira, presidente da legenda em Pernambuco. No texto, Meira afirma atuar de forma alinhada às orientações da direção nacional e destaca a busca por unidade interna e fortalecimento do partido no estado.
Segundo o parlamentar, “O PL em Pernambuco tem adotado uma postura de equilíbrio, responsabilidade e maturidade política, linha que vem sendo conduzida por Anderson Ferreira, inclusive nas inserções partidárias”. Ele acrescenta que “A condução de Anderson tem sido fundamental para fortalecer as pautas conservadoras e bolsonaristas no estado”.
Na nota, Meira também ressalta a importância de preservar a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro sem uso oportunista e afirma que Anderson tem agido “de forma equilibrada, firme e coerente”. O deputado defende cautela para evitar tensões internas e reforça que o PL seguirá “firme na defesa das pautas da direita conservadora”, com o objetivo de manter a unidade partidária em Pernambuco.
A China pediu aos Estados Unidos, neste domingo (4), a libertação imediata do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, após Washington ter realizado um ataque em Caracas e capturado o líder.
“A China pede aos EUA que garantam a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e de sua mulher, que os libertem imediatamente e que parem de derrubar o governo da Venezuela”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores da China em um comunicado, classificando o ataque como uma “clara violação do direito internacional”.
Logo após o ataque, a diplomacia chinesa já tinha classificado a ação em Caracas como uma ameaça à “paz e segurança na América Latina e no Caribe” e denunciou o “comportamento hegemônico” de Washington.
Uma das principais parceiras políticas e econômicas da Venezuela, a China defende que as disputas internas sejam resolvidas sem interferência externa. A maior parte da produção de petróleo da Venezuela é exportada para a China. Esse fluxo é o grande gerador de divisas para o país. Cerca de 70% do orçamento do país é atrelado à extração de petróleo. É a maior reserva conhecida do mundo.
A China aconselhou seus cidadãos na Venezuela a evitar saídas “a menos que seja absolutamente necessário”, informou a mídia estatal. “O Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada Chinesa na Venezuela lembram aos cidadãos chineses para evitar viagens à Venezuela no futuro próximo”, relatou o canal estatal CCTV.
“Nacionais chineses e instituições já presentes no país devem monitorar de perto a situação de segurança local, reforçar efetivamente precauções de segurança e preparação para emergências, evitar sair a menos que seja absolutamente necessário, e manter distância de zonas de conflito ou áreas sensíveis.”
Ontem, 3 de janeiro de 2025, o mundo assistiu uma verdadeira cena de guerra na Venezuela, vizinho ao Brasil. Os Estados Unidos invadiram e sequestraram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores. Por causa disso, vários países de diferentes regiões do mundo condenaram essa ofensiva.
É importante dizer que nada justifica uma invasão militar a um país que possui legislação própria, constituição própria, soberania, independência política e econômica. Há 300 anos a América Latina serviu aos interesses das potências mundiais e, como fruto disso, não apenas o nosso pau-brasil e nosso ouro foi roubado, mas seres humanos (indígenas e negros escravizados) deixando marcas profundas em nossa sociedade.
Hoje, após 300 anos vemos novamente a América Latina sendo invadida, e dessa vez com o claro interesse em uma riqueza natural que é o petróleo da Venezuela. Por isso, cabe a todos os homens e mulheres de bem, independe de convicções políticas, compreenderem que essa invasão a Venezuela causará sérios impactos negativos ao Brasil. Por exemplo: havendo uma guerra em nosso país vizinho, milhares de Venezuelanos fugirão para se refugiar no Brasil em busca de abrigo seguro para suas famílias.
O Brasil é uma potência econômica, militar e geograficamente estratégica pois possui a Amazônia, uma quantidade incalculável em água doce, minérios, pedras preciosas e inclusive possui uma grande quantidade do tão cobiçado petróleo. Hoje foi a Venezuela a ser invadida, mas e quando o petróleo venezuelano acabar? Qual será o próximo país a ser invadido?
Por isso, é importante nossas forças armadas reforçarem as fronteiras brasileiras e estarem vigilantes protegendo nossas riquezas naturais. Enquanto isso, os sindicatos, associações e movimentos sociais devem voltar ao trabalho de base para conscientizar as pessoas a tomarem as ruas em caso de risco à soberania nacional e pela paz mundial.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa neste domingo (4) da reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) convocada para discutir a situação da Venezuela após o ataque dos Estados Unidos que capturou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
A Celac é um bloco criado no México, em 2010, que reúne 33 países da região. A aliança busca a integração latino-americana e caribenha, além da coordenação política, econômica e social dos países. Na pauta, entram temas como desarmamento nuclear, agricultura familiar, cultura, energia e meio ambiente, com a América Latina em busca de autonomia. As informações são do portal g1.
O chanceler estava de férias até a segunda-feira (6), mas encerrou o período de recesso mais cedo e retornou a Brasília após a ação militar americana. Ele vai participar da reunião a nível ministerial por videoconferência, do Palácio Itamaraty. O evento será às 14h (horário de Brasília).
Sempre que se discute a possibilidade de responsabilizar líderes autoritários no plano internacional, surge o mesmo argumento alarmista: se uma potência agir contra um ditador, o mundo mergulhará no caos, abrindo precedentes para que China, Rússia ou qualquer outro regime faça o mesmo contra governos democráticos. Essa linha de raciocínio parece sofisticada, mas é intelectualmente frágil e moralmente equivocada.
O caso da Venezuela ilustra bem essa distorção. O país não vive sob uma democracia funcional. Há anos, o poder é mantido por meio de fraude eleitoral, repressão sistemática, censura, perseguição política e criminalização da oposição. A soberania popular, que deveria ser o fundamento do Estado, foi sequestrada por um regime que governa contra a vontade explícita da maioria. Milhões de venezuelanos fugiram do país, protestos são reprimidos com violência e não há meios institucionais legítimos para alternância de poder.
Nesse contexto, falar em soberania como um escudo absoluto para proteger a liderança do regime é inverter completamente o conceito. A soberania pertence ao povo, não a um grupo que se perpetua no poder pela força. Quando uma ditadura oprime sua população, ela rompe internamente a ordem democrática e jurídica. Qualquer ação externa voltada à responsabilização de líderes criminosos ou à restauração da autodeterminação popular não cria o caos internacional. Ela responde a um caos já existente, produzido pelo próprio regime.
Comparar esse cenário com Taiwan ou Ucrânia é um erro conceitual grave. Em ambos os casos, existem governos democraticamente eleitos, com legitimidade interna clara e apoio majoritário de suas populações. China e Rússia não pretendem libertar povos oprimidos, pretendem subjugar sociedades livres e impor modelos autoritários. A população desses países não pede intervenção externa, ao contrário, resiste ativamente à agressão. Tratar essas situações como equivalentes é ignorar o elemento central que distingue intervenção legítima de agressão imperial.
O verdadeiro risco para a ordem internacional não está em confrontar ditaduras que perderam toda legitimidade popular. O risco surge quando regimes autoritários distorcem conceitos como soberania e justiça para justificar invasões, anexações e guerras de conquista. A história recente mostra que esses regimes não precisam de precedentes para agir, eles criam pretextos conforme sua conveniência estratégica.
A linha que separa ordem e caos não é cruzada quando se reconhece que um povo foi privado de sua voz e de seus direitos. Ela é cruzada quando se aceita a ideia de que qualquer governo, por mais criminoso que seja, pode se esconder indefinidamente atrás de fronteiras enquanto oprime sua própria população. Defender essa falsa neutralidade não protege a paz global, apenas fortalece os tiranos.
Autoritarismos exploram ambiguidades, mas não estabelecem princípios. Quem corrói as regras internacionais não é quem enfrenta ditaduras, é quem invade democracias sob falsos pretextos. Ignorar essa diferença não é prudência, é cumplicidade disfarçada de realismo.
*Mestre em Direito pela Universidade de Montreal. Especialista em Compliance e crimes financeiros.
O corpo de Carlos Augusto Carneiro, de 56 anos, sogro do deputado federal Pedro Campos (PSB), é velado neste domingo (4), no Cemitério Parque das Flores, Zona Oeste do Recife. A cerimônia é restrita a familiares e amigos, e o sepultamento está marcado para 11h30. As informações são da TV Jornal.
O deputado federal Pedro Campos (PSB) prestou homenagem, ontem, ao sogro que morreu após uma colisão entre duas motocicletas na Avenida Cruz Cabugá, área central do Recife. O sinistro ocorreu na sexta-feira (2). Carlos Augusto Carneiro pilotava uma das motos envolvidas na ocorrência. Ele era pai de Augusta Carneiro, esposa de Pedro Campos.
Em nota divulgada nas redes sociais, o parlamentar agradeceu as mensagens de solidariedade e as orações recebidas desde a confirmação da morte. “Com o coração dilacerado, venho, em nome da minha família, agradecer as orações e mensagens de carinho e fé que nos chegam em razão do falecimento do meu sogro”, escreveu. Segundo o deputado, ele foi “um filho exemplar, marido companheiro, pai excepcional e o melhor avô” da neta Nina, filha do casal.
Em uma operação militar sem precedentes na América Latina, os Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro na madrugada de 3 de janeiro de 2026, pondo fim a mais de uma década de um regime autoritário que transformou a Venezuela em um Estado de miséria, repressão e fuga em massa da população.
A ação, descrita pela Casa Branca como parte da “Operação Absolute Resolve”, incluiu ataques aéreos coordenados em Caracas e outras regiões, resultando na detenção de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram levados sob custódia americana e transportados para os Estados Unidos. Lá, ambos enfrentarão acusações criminais, incluindo “narcoterrorismo” e conspiração para importação de drogas, conforme um mandado de prisão federal emitido em 2020.
Para os críticos do regime chavista, a captura representa o desfecho de um ciclo de corrupção sistemática, opressão política e crises econômicas que arruinou uma nação que já foi uma das economias mais promissoras da América Latina. Durante anos, relatos de prisões arbitrárias, torturas e perseguições foram documentados por organizações de direitos humanos, afetando opositores, jornalistas e líderes religiosos, incluindo padres e pastores.
A Venezuela, que dispõe da maior reserva de petróleo comprovada no mundo, viu seu potencial dilapidado sob a gestão chavista, enquanto a população enfrentava escassez de alimentos, hiperinflação e serviços públicos em colapso. Milhões de venezuelanos abandonaram o país, buscando sobreviver em países vizinhos ou além-mar, um êxodo que se reflete nas ruas brasileiras, onde venezuelanos são frequentemente vistos pedindo ajuda em sinais de trânsito e praças.
O envolvimento direto dos Estados Unidos vai além de uma simples questão de justiça criminal. Para Washington, a operação é vista como uma resposta à longa narrativa de um Estado que, segundo autoridades americanas, facilitou o tráfico de drogas e ameaçou a segurança regional. Líderes políticos nos EUA sustentaram que Maduro protagonizou um regime que se tornou um “narco-Estado”, justificando uma ação robusta para capturá-lo e submetê-lo à lei americana.
Por outro lado, a intervenção gerou uma onda de críticas internacionais. A ação foi considerada por muitos como uma violação flagrante do direito internacional e da soberania venezuelana, suscitando ceticismo sobre os interesses reais por trás da operação, inclusive a possibilidade de controle estratégico sobre as vastas reservas petrolíferas venezuelanas.
Com a saída de Maduro, a liderança do país tornou-se objeto de disputa. Enquanto os EUA indicam apoio ao reconhecimento de líderes da oposição eleitos democraticamente, setores chavistas e autoridades remanescentes no país rejeitam categoricamente a legitimidade da operação. No plano interno, grupos opositores venezuelanos afirmam que Edmundo González, reconhecido por aliados internacionais como presidente legítimo eleito, deve assumir o comando da República e liderar a transição para a restauração institucional.
A captura de Maduro provocou reações divididas. Parte da população, dentro e fora do país, celebrou o fim simbólico do que muitos chamam de “narcoditadura”; outros alertam para os riscos de uma escalada de violência, instabilidade política e repercussões econômicas que podem afetar toda a região do Caribe e América Latina.
Para milhões de venezuelanos que sofreram nas últimas décadas, a queda do regime pode significar o começo de uma reconstrução. Mas a história mostra que o caminho para a recuperação democrática, social e econômica será longo e repleto de desafios sobretudo em um país devastado pelo autoritarismo e pela crise.
Triunfo, oásis sertanejo, a 400 km do Recife, é um encanto. Sou apaixonado, arriado os quatro pneus pela cidade, a mais linda, romântica e deslumbrante do Sertão pernambucano. Voltei a Triunfo para me desligar do mundo. Tirar o botão da tomada. Em breve, estarei aqui de novo para receber o título de cidadão triunfense.
Encontrei a cidade cheia de luz, com uma novidade na decoração natalina: um Papai Noel pescador fixado sobre as águas do lago João Barbosa Sitônio. O que continua a encher de orgulho os triunfenses, entretanto, é o belíssimo cine-teatro Guarany. Mais uma vez, as luzes natalinas o embelezaram ainda mais. Patrimônio da cidade. Prédio com 105 anos, tombado e idolatrado pelos turistas.
Inovação na paisagem natalina: um Papai Noel pescador
Bem próximo, Andréa, filha do ex-vereador Ancelmo Martins, abriu uma casa de cafés e sorvetes com o seu marido Alexandre, seguindo o figurino da beleza arquitetônica da cidade.
Andréa Martins e Alexandre abriram um café-sorveteria com arquitetura no estilo triunfense
Triunfo tem uma razoável rede hoteleira, que vive abarrotada de turistas. O hotel do Sesc, localizado no topo da cidade, é o mais conhecido e demandado. É de lá que parte o teleférico, um passeio sobre o lago, bom para fotografar as belezas da cidade do alto.
Eu fico no hotel da minha amiga Silda, Encanto do Sertão, localizado por trás do hotel Othelin. Gosto muito. Os apartamentos são excelentes, o café da manhã bem regional e ainda um espaço vip de relax, com redes, poltronas e até espaço para eventos, como um forrozinho com trio pé-de-serra. Silda é uma grande anfitriã. Trata seus hóspedes como se fossem da família ou velhos amigos.
O hotel Encanto do Sertão tem até um espaço de relax com redes
Triunfo encanta com seu clima ameno, muito frio na estação de junho e julho. Oferece atrações como o Teleférico com vistas panorâmicas, o histórico Cine Theatro Guarany, a refrescante Cachoeira do Pinga, belezas naturais como o Pico do Papagaio, o rico Museu do Cangaço e a cultura dos Caretas no carnaval, combinando montanhas, casarios coloniais, gastronomia local e uma rica história cultural para visitantes.
O Teleférico proporciona uma vista inesquecível da cidade e das montanhas, ideal ao amanhecer ou entardecer. Já o Pico do Papagaio, ponto mais alto de Pernambuco, tem uma vista deslumbrante da região, enquanto a Cachoeira do Pinga se revela um refúgio natural com águas revigorantes para um banho refrescante.
Na parte cultural, o Cine Theatro Guarany, marco arquitetônico e cultural, com arquitetura única, um passeio obrigatório. Tem também o Museu do Cangaço, com a história do cangaço, Lampião e Maria Bonita, objetos e informações relevantes.
No carnaval, o destaque fica por conta da tradição e animação dos Caretas de Triunfo. Figuras folclóricas únicas que animam o Carnaval com suas roupas exuberantes. Os casarios coloniais, com ruas e prédios históricos, como o Arruado do Padre Ibiapina, nos fazem levar a uma viagem ao passado.
Triunfo encanta ainda pelas suas igrejas. A Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, com arquitetura gótica, e a Igreja do Rosário, são as que mais chamam atenção.
Como anunciado há alguns meses, os Estados Unidos concretizou seu propósito de invadir a Venezuela e prender o seu ditador, Nicolás Maduro, juntamente com a sua esposa. Operação militar cirúrgica, aparentemente sem grandes baixas civis — que pode denotar, inclusive, uma prévia rendição negociada.
O Direito Internacional repudia tal prática, por ausência de autorização do Conselho de Segurança da ONU e por, evidentemente, não se tratar de uma resposta ou defesa do Estado agressor (EUA). Se trataria de uma agressão, ou afronta ao princípio da autodeterminação dos povos. Porém, sejamos honestos, falamos da mesma autodeterminação suprimida pelo ditador Maduro, nas últimas eleições, em que amargou uma veemente derrota e decidiu fraudar seu resultado visando sua perpetuação no poder. O dito golpe solapou as esperança da redemocratização do povo venezuelano, cansado da tirania, corrupção e pobreza crescentes em nosso vizinho sul-americano.
O presidente do Brasil, classificou a atitude do ditador Maduro de “inconveniente”, despindo o constrangimento — em forma de estranho eufemismo — das lideranças da esquerda latino-americana que se julgam guardiões da liberdade mas cultivam estreitas amizades com ditadores e violadores de direitos humanos e adotam posturas lenientes (ou mesmo coniventes) com os cartéis do narcotráfico que imperam por estas paragens há décadas.
Para mim, quando um ditador é deposto ou preso, a liberdade viceja e o mundo melhora um pouco. Rezo e torço muito pelos nossos irmãos venezuelanos, para que encontrem o caminho da restauração da liberdade democrática e com ele a retomado de seu sistema de justiça e desenvolvimento econômico e social. Será um caminho duro, mas necessário e agora mais factível, a partir de um apoio externo de grande poder.
Quanto ao Direito Internacional, rendo minha singela homenagem ao grande pernambucano, advogado das causas libertárias, Joaquim Nabuco, para quem a eficácia de tais leis é medida pelo alfabeto da bala do canhão.
*Advogado, ex-presidente da OAB/PE e sócio-fundador do PHR Soluçōes Jurídicas
O Supremo Tribunal Federal (STF) promove, no próximo dia 8 de janeiro, em Brasília, evento para relembrar os atos golpistas de três anos atrás, quando alguns milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro — exigindo um golpe militar — invadiram e depredaram prédios dos poderes na capital da República.
Para marcar a data, a Suprema Corte realiza o evento “Democracia Inabalada: 8 de janeiro – Um dia para não esquecer”. A programação inclui a abertura de uma exposição, a exibição de um documentário, uma roda de conversa com jornalistas e uma mesa de debate.
No início da tarde de 8 de janeiro haverá a abertura da exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, a ser exibida no Espaço do Servidor, no STF. Em seguida, será exibido o documentário “Democracia Inabalada: Mãos da Reconstrução” no Museu do próprio tribunal.
A programação segue com uma roda de conversa com profissionais da imprensa sobre o tema, também no Museu do STF, e finaliza com a mesa-redonda “Um dia para não esquecer”, no salão nobre do Supremo.
Golpe de Estado
Ao lembrar os dois anos do 8 de janeiro, neste ano, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que os atos golpistas foram a “face visível” de um movimento “subterrâneo” que articulava um golpe de Estado.
“Relembrar esta data, com a gravidade que o episódio merece, constitui, também, um esforço para virarmos a página, mas sem arrancá-la da história”, frisou Fachin durante cerimônia que lembrou os dois anos do 8 de janeiro.
Ao menos 40 pessoas foram mortas no ataque dos Estados Unidos na Venezuela ontem, de acordo com um oficial venezuelano ouvido pelo jornal The New York Times. A ofensiva no país sul-americano permitiu a captura do ditador Nicolás Maduro, que deve ser julgado em solo norte-americano.
Segundo o periódico norte-americano, um dos ataques aéreos conduzidos por Washington na madrugada de ontem matou uma mulher de 80 anos identificada como Rosa González. Ela vivia em um apartamento localizado num bairro pobre próximo ao aeroporto de Caracas. As informações são da CNN Brasil.
Wilman González, sobrinho da idosa, relatou ao jornal ter buscado abrigo quando ouviu o ataque por volta das duas horas da madrugada. O apartamento na capital venezuelana ficou destruído. Questionado, Wilman disse não saber o que fará a partir de agora.
Um vizinho da família González afirmou ter perdido tudo com a investida de ontem. Ainda conforme moradores do edifício, uma segunda mulher precisou ser levada ao hospital após o ataque.
Como os EUA capturaram Maduro em solo venezuelano?
A ação dos Estados Unidos que capturou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi uma surpresa, para muitos. Mas, de acordo com fontes da agência de notícias Reuters, o planejamento de uma das operações mais complexas dos EUA recentemente estava em andamento há meses e incluía ensaios detalhados.
As tropas de elite dos EUA, incluindo a Força Delta do Exército, criaram uma réplica exata do esconderijo de Maduro e praticaram como entrariam na residência fortemente fortificada.
A CIA, a agência de inteligência americana, tinha uma pequena equipe na Venezuela desde agosto, que foi capaz de fornecer informações sobre o padrão de vida de Maduro, o que tornou a captura dele mais fácil, de acordo com fontes da CNN e da Reuters.
Duas outras fontes disseram à Reuters que a CIA também tinha um “ativo” próximo a Maduro que monitorava seus movimentos e estava pronto para identificar sua localização exata à medida que a operação se desenrolava.
Com as peças no lugar, Trump aprovou a operação há alguns dias, mas os planejadores militares e de inteligência sugeriram que ele esperasse por condições climáticas melhores e menos nuvens.
Às 22h46 de sexta-feira (2), no horário de Washington, Trump deu o aval final para o que seria conhecido como Operação Resolução Absoluta, segundo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Dan Caine.
Então, Trump assistiu a uma transmissão ao vivo dos eventos cercado por seus assessores na mansão de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida. Os detalhes do desenrolar da operação, que durou horas, baseia-se em entrevistas com quatro fontes familiarizadas com o assunto e em detalhes revelados pelo próprio Trump.
“Já fiz algumas operações muito boas, mas nunca vi nada parecido com isso”, afirmou o presidente à Fox News poucas horas após a conclusão da missão.