Por Angelo Castelo Branco*
O presidente Lula está se tornando um personagem enigmático e contraditório. Chefia um governo que já contabiliza prisões em massa e isoladas de mais de duas mil pessoas acusadas de serem golpistas e anti-democráticas.
E para espanto dos observadores da política brasileira, esse mesmo presidente prestigia explicitamente proeminentes golpistas da democracia na América Latina, como é o caso do ditador Nicolás Maduro, da Venezuela.
Leia maisEnquanto isso, dedica menosprezo ao presidente da Argentina, Javier Milei, que foi legitimado democraticamente pela maioria dos eleitores na vizinha nação. O comportamento dúbio do chefe do Executivo afronta o sentimento brasileiro consagrado na constituição de 1988 que redemocratizou o Brasil e que consagra claramente o repúdio institucional a quaisquer outros regimes que agridam a livre manifestação da opinião, a plenitude transparente da democracia e o respeito intransigente aos direitos humanos.
Aos olhos do espírito humanista democrático que prevalece nos corações e mentes do povo brasileiro como sendo um forte traço cultural da nossa civilização, urge que o presidente faça uma revisão em sua agenda política.
Vale relembrar que o grande trunfo para o êxito de um homem público diante de seu povo se resume a uma única palavra: respeito
*Jornalista
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