O líder do PT na Câmara, deputado Zeca Dirceu (PR) disse, hoje, que “não é justo o governo ser a favor” do projeto de lei da desoneração da folha de pagamento com benefício que reduz a contribuição previdenciária dos municípios no Senado e depois cobrar mudanças na Câmara.
“A percepção que tenho é que o governo deveria ter feito isso [barrado a proposta] quando estava lá no Senado. Não é justo o governo deixar aprovar no Senado, ser a favor no Senado e depois quando chegar na Câmara a posição ser outra. É uma injustiça, não comigo, mas com os deputados da nossa bancada e de todos os outros partidos”, afirmou o líder.
A declaração de Zeca ocorre um dia depois de o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmar que o governo Lula não pode cobrar da Casa o que “não realizou” no Senado. Lira se queixou de que a gestão petista não se posicionou “claramente” e “nem com tanta sensibilidade” na Casa Alta.
O projeto aprovado pelos senadores incluiu um gasto de mais de R$ 9 bilhões por ano com o benefício aos municípios, além da redução de impostos da folha de pagamento de empresas de 17 setores.
A casa onde crescemos não é apenas tijolo e cimento. É nossa história contada em cômodos. Toda casa dos pais guarda em si a lembrança daqueles que nela moraram. Em especial, dos seus primeiros moradores. Quem pode tirar da memória a casa em que nasceu ou viveu grande parte da infância e adolescência?
Estou lendo “O velho Graça”, biografia de Graciliano Ramos. Nela, o grande escritor alagoano, de quem sou fã, já tendo devorado quase todos os seus livros, como “Vidas secas”, “Caetés”, “Memórias do cárcere” e “São Bernardo”, viveu sua infância entre Quebrangulo e Viçosa. E assim descreveu o que ficou na sua memória de uma casa que tinha um ambiente comercial: “O cheiro de fazendas, de querosene e de açúcar”.
A casa em que ele veio ao mundo também funcionava como armazém. A grande Rachel de Queiroz teve também suas recordações da Fazenda Junco, onde viveu sua infância. Ela descreve como o lugar de “poesia viva” e de sua formação pessoal, cenário central de muitas de suas crônicas.
Os grandes escritores frequentemente descrevem a casa dos pais não apenas como um local físico, mas como um repositório de memória, um refúgio emocional, e, muitas vezes, um lugar de onde é necessário sair para amadurecer.
As perspectivas variam entre o aconchego nostálgico e a angústia da limitação. Para mim, a casa de infância é vista como um lugar que molda o coração e que, uma vez vivido, nunca é totalmente destruído na memória. Vejo e sinto como um ambiente de amor, esperança e sonhos, santuário para onde desejo voltar.
Há pouco, soube que a casa em que vivi parte da infância e adolescência em Afogados da Ingazeira foi vendida pelas minhas irmãs, herdeiras do meu pai Gastão Cerquinha na partilha dos bens. Foi uma flechada no coração. Doeu muito, porque nela estão lembranças que não ficam só na memória. Ficam no coração.
Saí cedo de Afogados da Ingazeira para ganhar a vida no mundo. Mas regressava para ver meus pais com muita frequência. Sempre na mesma casinha, com um terraço em L no qual improvisei minha primeira redação como correspondente do Diário de Pernambuco, jornal que me acolheu como foca (jornalista em início de carreira).
Tinha também um quintal cheio de goiabeiras, mangueiras e seriguelas. Já no tempo da vida avançada, aos 80 anos, papai subia nos pés de seriguela e voltava com as mãos cheias da saborosa frutinha para nos encher de felicidade. Teve um tempo mais rural, no qual o vasto quintal, que a gente chamava de muro, serviu de habitat para uma vaquinha leiteira, bodes, galinhas e o peru de Natal.
Era ambiente também de prosas sem hora para acabar da família na calçada da rua. Apelidamos de Senadinho, o que se traduzia, na verdade, em tertúlias de falação da vida alheia. Seu presidente de honra era papai, mas quem sabia das fofocas mesmo era mamãe, que voltava das suas sessões de orelha quente do clube da terceira idade super bem informada.
Rever a casa dos meus pais era reviver quem fui. Era matar a saudade de quem me abrigou, dos abraços e do cheiro de infância. O coração sempre batia mais forte quando pisava no chão da casa que não mais nos pertence.
Era um casarão, localizado na Avenida Rio Branco, no coração da cidade. Nela, eu tinha meu quarto predileto. Em dias de festas de fim de ano, acordava com a retreta do saudoso Dinamérico Lopes. Havia um mesão para abrigar a filharada nos almoços intermináveis: nove filhos. Cada um tinha seu lugarzinho marcado na mesa. Papai só servia o almoço quando todos estivessem rente a ele, uma liturgia diante do nosso grande mestre, nosso varão.
Quando um filho sai de casa, parece que um dos cômodos fica sem luz, ouvia minha mãe Margarida se queixar. Ela tinha razão. O tempo me ensinou que a luz dos pais ilumina todo o caminho de nossas vidas. Ela tinha razão, volto a repetir. Cada despedida da casa deixava um pedaço do meu coração para trás. Sair da casa dos pais é um ato necessário de coragem, mas o apego é o que nos faz querer voltar.
Minhas irmãs estão cobertas de razão pela venda da casa. Foi justificada, compreendida por nós, irmãos homens. Mas não consigo mais passar em Afogados da Ingazeira com os olhos grudados na casa que foi dos meus pais. Dói o peito, traz a força das memórias felizes. Que saudade da minha casinha, do abraço dos meus pais e da simplicidade que me fez.
É uma dor indescritível, a dor da saudade, a dor do aconchego que se foi e nunca mais voltará. A casa dos pais é o aconchego onde as memórias de uma infância feliz e o amor eterno sempre nos esperam. É um refúgio de amor, segurança e memórias de infância, um porto seguro para onde sempre se pode voltar. É um lugar de acolhimento incondicional, onde as memórias de uma infância feliz e o amor eterno nos esperam.
A casa continua lá, intacta. Soube que vai virar ponto comercial. Com qualquer configuração que venha, para mim fica apenas o cheiro de café passado, o colo de mãe e a voz de pai. Fica o aperto no peito, um tijolo chamado pai e um telhado chamado mãe.
Quem nunca passou por isso? O dono olha a tabela Fipe, vê um valor animador, faz as contas e já imagina o dinheiro entrando na conta. Mas, na hora de negociar o carro, a proposta vem bem abaixo do esperado e a frustração é quase imediata. A sensação de que o carro “desvalorizou do nada” é comum, mas na maioria das vezes o problema não está no mercado, e sim na forma como a Fipe é interpretada. A tabela é uma das referências mais consultadas por quem vai comprar ou vender um carro no Brasil, mas confiar apenas nela pode levar a decisões equivocadas.
Na prática, a Fipe funciona como um valor médio de referência, enquanto o preço real do veículo é definido pelo que o mercado efetivamente paga: o chamado valor transacionado. Um exemplo concreto ajuda a entender essa diferença. No caso do Chevrolet Tracker 2024, versão LT, os números mostram como a realidade pode se afastar da tabela. Em São Paulo, quando o modelo entra como troca em uma concessionária na compra de um carro zero, o valor médio pago gira em torno de R$ 83.977. Já o preço de venda ao consumidor final fica próximo de R$ 102 mil. Pela tabela Fipe, porém, o mesmo veículo aparece avaliado em R$ 106 mil. Nos últimos 90 dias, houve ainda negociações com lojistas em torno de R$ 95 mil, evidenciando a distância entre o valor de referência e o preço efetivamente praticado.
Os dados são da plataforma Car Invest, criada pela autotech Auto Avaliar. A diferença acontece porque a Fipe não acompanha variáveis decisivas do mercado. “A Fipe é uma referência média, mas não representa o preço transacionado. Quem manda é a oferta e a demanda”, explica Elias Marrochel, diretor executivo da Auto Avaliar. Quando há muitos veículos disponíveis e pouca procura, o preço tende a ficar abaixo da tabela. Já em situações de alta demanda e baixa oferta, o valor pode superar a referência.
A quilometragem é outro fator determinante que a Fipe não considera. No caso do Tracker 2024, a média de carros negociados no mercado está em torno de 29.500 km. Se a concessionária analisa um exemplar com 25.000 km, revisões em dia e ainda dentro da garantia, o cenário muda. “Um carro com quilometragem abaixo da média e boa qualidade permite pagar melhor na compra, porque o risco é menor e a venda tende a ser mais rápida”, explica Marrochel. Nessas condições, o veículo pode até ser anunciado acima da Fipe, não por exceção, mas por leitura correta do mercado.
Método de avaliação – É por isso que concessionárias e lojistas não se baseiam apenas na tabela na hora de comprar um carro usado. Eles avaliam quanto tempo aquele modelo costuma ficar em estoque, o custo financeiro de manter o veículo parado, a margem necessária para a revenda e fatores externos, como lançamento de novas versões ou redução de preço do carro zero, que pressionam o valor do usado. “Comprar bem é essencial. Se o lojista pagar errado, o carro não gira”, resume o especialista.
Para o consumidor, entender essa lógica ajuda a alinhar expectativa e realidade. A Fipe continua sendo importante como referência geral e parâmetro para seguros, mas não garante preço nem liquidez. Ferramentas baseadas em dados transacionais ajudam a mostrar quanto o mercado está disposto a pagar de fato, considerando região, modelo e condições do veículo. No fim das contas, a tabela Fipe orienta, mas é o mercado que define o preço. Saber diferenciar referência de valor real é o primeiro passo para negociar melhor, seja na compra, na venda ou na troca do carro. “Quando você sai da Fipe e olha para o dado transacional, todo mundo ganha: o consumidor, o lojista e até a financeira. A informação real reduz distorções e decisões baseadas em expectativas irreais”, conclui o diretor da Auto Avaliar.
Vendas de 0km começam 2026 com alta de descontos – O mercado brasileiro de automóveis 0km começou o ano apresentando um cenário animador para o consumidor: a queda no preço médio de vendas, que ficou em R$ 159.679 no mês de janeiro e representou alta de 7,6% no valor dos descontos praticados pelas concessionárias, em relação ao valor sugerido pelas montadoras. Os dados são do PVZ – Estudo de Preços de Veículos 0km, feito pela MegaDealer com dados da plataforma Auto Avaliar. Esse foi o maior patamar de descontos desde junho do ano passado (7,7%). “O aumento na média de descontos, que subiu de 7% para 7,6% do preço sugerido, indica que várias concessionárias fazem a conta da sua rentabilidade pelo preço de compra, e não pela reposição do estoque”, afirma Fábio Braga, country manager da MegaDealer.
O giro médio de estoque de veículos novos, que vinha se reduzindo nos últimos meses, subiu de 32 para 44 dias. Mas, segundo Braga, é preciso considerar que, nesse período de transição entre um ano e outro, as montadoras dão férias coletivas aos seus colaboradores, e as concessionárias se concentram em estoques antigos. No recorte por regiões, o Norte se manteve com o maior patamar de descontos, desta vez ao lado do Sudeste (RJ, MG e ES), com alta de 8,3%. No estado de São Paulo, que é analisado individualmente, foi observado um desconto médio de 8,1%. As regiões Nordeste (7,1%), Sul (6,9%) e Centro-Oeste (6,8%) apresentaram taxas de descontos abaixo da média geral.
Outro ponto de destaque é a queda nos descontos entre veículos zero das marcas chinesas, especializadas em elétricos e híbridos. A GWM, por exemplo, saiu de uma redução de 1,1% registrada em dezembro para 0,4% em janeiro, enquanto os descontos nos modelos BYD caíram de uma média de 4,6% para 4%. “Um movimento recente é a consolidação dos elétricos e híbridos chineses no mercado brasileiro como um todo, o que diminui a necessidade de descontos devido a grande procura pelos consumidores. Para se ter uma ideia, no mercado de usados essa categoria foi a mais rentável para as concessionárias em janeiro”, afirma J. R. Caporal, CEO da Auto Avaliar.
BMW Série 1 M135 xDrive: 317 cv de potência – A quarta geração do BMW Série 1 acaba de chegar ao Brasil. Primeiro lançamento da BMW em 2026, o novo BMW M135 xDrive já está à venda nas concessionárias da marca. A ficha técnica impõe respeito no acirrado segmento de “hot hatches”: 317cv de potência e 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Lançado há 20 anos, o Série 1 foi totalmente renovado em sua quarta geração. Porta de entrada para os carros da linha M Performance, o novo M135 xDrive tem linhas esportivas (capô alongado e balanços dianteiro e traseiro curtos).
Os faróis são afilados, e a grade tradicional da BMW tem uma estrutura inovadora de barras verticais e diagonais internas. Uma grande entrada de ar inferior dá a ele uma aparência baixa, esportiva e colada à estrada. Os faróis de LED de série incluem elementos verticais para as luzes diurnas e indicadores de direção. A iluminação de contorno para a grade, chamada BMW Iconic Glow, é de série. O motor é turbo 2.0 litros – o mesmo que equipa o X2 M35i e o M235, com 317 cv e 44,0kgfm de torque, acoplados ao câmbio Steptronic de dupla embreagem e 7 marchas. A tração é integral xDrive. O preço de lançamento é R$ 459.950.
GR Yaris: seu por R$ R$ 354.990 – Confirmado para o mercado brasileiro no último Salão do Automóvel de São Paulo, o novo Toyota GR Yaris já está em pré-venda em todo o país. Desenvolvido a partir da expertise da Gazoo Racing no automobilismo e no Campeonato Mundial de Rali (WRC), o hot hatch chega em duas configurações – com câmbio manual ou automático. Inicialmente, ambas as versões estarão disponíveis por R$ 354.990, em condição especial e exclusiva de pré-venda. Os primeiros compradores terão prioridade no recebimento a partir de abril e serão convidados para uma imersão exclusiva no Autódromo Velocittà, incluindo atividades em pista e experiências de rali a bordo de um GR Yaris de competição.
Com uma série inicial limitada a apenas 198 unidades, sendo 99 de cada versão, os primeiros GR Yaris serão identificados por uma placa comemorativa numerada no console. Com DNA direto das pistas de rali, o GR Yaris foi projetado sem concessões. As entradas de ar nos pára-choques e nos paralamas melhoram a refrigeração e a aerodinâmica em uso extremo. Já os paralamas alargados acomodam as rodas forjadas e um sistema de freios de alta performance com discos ventilados, solução típica de carros de competição. O GR Yaris pesa apenas 1.305 kg (manual) e 1.325 kg (automático). Ele vem equipado com motor 1.6 turbo de três cilindros capaz de entregar impressionantes 304cv e 40,8 kgfm de torque, números que colocam o modelo entre os hot hatches mais potentes do mercado.
Qual a cor de carro usado mais procurada? – A Webmotors revelou as cores de carro que mais interessaram os brasileiros em 2025. O levantamento do Webmotors Autoinsights considera as visitas pelos veículos novos e usados anunciados na plataforma entre janeiro e dezembro do ano passado. No mercado de usados, os veículos da cor branca foram os que mais receberam visitas, com 22,21% do total de acessos entre as 10 cores mais requisitadas. Na sequência, aparecem preta (28,01%), prata (18,18%), cinza (17,82%), azul (7,41%), vermelha (7,14%), verde (2,16%), marrom (1,09%), bege (0,91%) e amarela (0,89%). Do lado dos carros 0km, os modelos da cor preta foram os mais procurados, com 22,6% dos acessos. Logo após surgem cinza (23,32%), branca (20,83%), azul (9,40%), prata (9,11%), vermelha (5,57%), verde (2,18%), laranja (0,69%), amarela (0,50%) e bege (0,38%).
Creta Action ganha nova central multimídia – O SUV modelo tricampeão de vendas da Hyundai no varejo, traz sua nova versão Action aos concessionários agora em 2026. A Hyundai Mobis, fornecedora oficial de peças e acessórios, passa a oferecer a opção do sistema de central multimídia com conectividade e segurança. O novo Action foi desenvolvido para atender à faixa de mercado de até R$ 120 mil, estando nos critérios de preço da legislação vigente para pessoas com deficiência (PCD). A central possui o mesmo design e usabilidade do aparelho atualmente já disponível na versão Comfort do modelo. Entre os principais recursos, destacam-se:
Tela capacitiva de 8 polegadas, com alta sensibilidade ao toque;
Interface rápida e estável;
Conectividade completa com Apple CarPlay e Android Auto, com e sem o uso de cabos;
Wi-Fi integrado para atualizações e funções conectadas;
Bluetooth para chamadas telefônicas e streaming de áudio;
Design alinhado ao interior do modelo, garantindo integração visual e funcionalidade genuína.
A central multimídia estará disponível em todas as concessionárias Hyundai, com instalação padronizada e garantia de 5 anos. O novo acessório estará disponível a partir de março de 2026.
Linha 2026 da Factor vai até R$ 19 mil – A Yamaha Factor chegou à linha 2026 sem mudar muita coisa. Ganhou, por exemplo, a nova opção de cor Titanium Grey (Cinza Fosco) com as rodas vermelhas. Continua sendo equipada com o motor 150cc flex que entrega 11,8cv de potência com gasolina (12 cv com etanol) e 1,3 kgfm de torque. Com 15,4 litros de capacidade no tanque de combustível, a Yamaha Factor tem autonomia de sobra para rodar mais de 800 quilômetros (55,3 km/l) sem precisar abastecer. A motocicleta, urbana, oferece conforto a partir do conjunto formado por guidão alto, assento amplo e macio e posição ergonômica das pedaleiras. Entre os destaques, o farol de LED com exclusiva luz de posição integrada e o painel estilo “Blackout”, com interface que facilita a vida do motociclista, melhorando a visualização dos dados exibidos na tela de LCD em todas as situações, de dia e de noite.
A Fluo ABS Hybrid custa R$ 16.790 – E por falar em Yamaha, a Fluo ABS Hybrid Connected já está na linha 2027 – e apenas com novas opções de cores e grafismos. A primeira scooter com sistema híbrido leve do Brasil vem equipada com um motor monocilíndrico de 125 cilindradas com comando de válvulas simples no cabeçote e refrigeração a ar que entrega 8,3cv de potência e 1,0kgfm de torque, com sistema de transmissão automático do tipo CVT e assistência elétrica especial. Ela também vem equipada com o Sistema Stop & Start, que desliga o motor quando a moto para e o religa automaticamente ao acelerar, reduzindo ainda mais o consumo de combustível e a emissão de poluentes. A primeira scooter com sistema híbrido leve do Brasil tem painel LCD, que oferece melhor visibilidade das informações ao motociclista, e tomada USB do Tipo A, para mais praticidade. O preço sugerido é de R$ 16.790 (além de frete), quatro anos de garantia e revisão com preço fixo.
Dia 20, o “Harley-Davidson Nights” – A Harley-Davidson vai realizar o “Harley-Davidson Nights”, uma celebração do melhor da cultura do motociclismo, com música, energia, conexão e motocicletas. Será na sexta-feira, 20 de março, nas concessionárias da marca na Ásia, Europa, América Latina, Oriente Médio e África, e receberá todos que desejarem vivenciar uma experiência Harley-Davidson. As concessionárias participantes oferecerão entretenimento ao vivo, gastronomia local, além de atividades que refletem a cultura única de cada local. Por meio deste evento internacional, ela busca reunir motociclistas e entusiastas em uma celebração compartilhada de comunidade e cultura duas rodas. Durante o evento, as concessionárias também apresentarão a nova linha de modelos 2026 da Harley-Davidson, oferecendo aos convidados e fãs da marca uma oportunidade exclusiva de conhecer as mais recentes inovações da marca.
Elétricos e híbridos: o que muda na rotina, frequência e custo da manutenção – A venda de veículos eletrificados avança no Brasil, demonstrando que a confiança do consumidor brasileiro na tecnologia segue aumentando. Com mais motoristas dirigindo veículos elétricos e híbridos ou dispostos a comprar um, as dúvidas agora se voltam à manutenção, com os consumidores buscando saber o que muda em termos de cuidado dos carros comparativamente aos movidos a combustão. Segundo a Osten Motors, um dos principais grupos automotivos do mercado premium —, as dúvidas dos consumidores ainda são muito frequentes, e as principais se referem à frequência das revisões, aos itens a serem inspecionados e às peças a serem substituídas.
“A eletrificação automotiva representa um novo paradigma em termos de manutenção preventiva. E os consumidores ainda estão buscando entender e se adaptar a essa mudança”, afirma Caroline Rocha, gerente regional de Pós-Venda da Osten Motors. No caso dos modelos 100% elétricos, ela explica que eles possuem uma quantidade muito menor de componentes mecânicos que devem ser inspecionados. Também o número daqueles que precisam ser substituídos é inferior. “Isso se reflete na menor frequência com que o veículo deve ser levado à concessionária, no tempo necessário para que o serviço seja realizado e até nas despesas envolvidas com a substituição de itens obrigatórios, que chegam a ser até 50% menores”, conta Caroline.
Esquema próprio – A consultora destaca que cada montadora tem um esquema próprio de manutenção, e isso exige uma mudança na mentalidade dos proprietários. No caso de modelos 100% elétricos da BYD, como o Dolphin, Dolphin Mini, Yuan e o Seal, a manutenção deve ser realizada no prazo de 12 meses ou a cada 20 mil km – no caso, o dobro do prazo indicado para os veículos a combustão. “Com menos itens a serem verificados e substituídos, o tempo in box é substancialmente reduzido, e o veículo fica disponível para o cliente em cerca de 2,5 horas”, informa Eduardo Santos, gerente de Pós-Vendas da BYD Osten, ao destacar que, conforme o manual do proprietário, nas manutenções ímpares, apenas o filtro do ar-condicionado é substituído.
Já nas manutenções pares, além desse filtro, são trocados apenas os fluídos de freio e de transmissão. Já para os modelos híbridos da montadora chinesa — incluindo a linha Song, o King e o Shark –, a manutenção preventiva deve ocorrer a cada 12 mil km ou 12 meses. Santos ressalta que, embora a frequência seja menor quando comparada a veículos a combustão, o tempo de parada é praticamente o mesmo, porque o número de componentes é maior do que nos veículos elétricos.
Frequência de manutenção – Já nos modelos da BMW, a estratégia adotada para determinar a frequência de manutenções preventivas é diferente de qualquer outra montadora do mercado, e segue o padrão dos modelos a combustão da marca. Isso porque não há um prazo definido para a realização da revisão, e o momento adequado é indicado por meio de um software embarcado, o Condition Based Service (CBS). “A forma como o veículo é utilizado é o fator determinante do prazo para realização da manutenção”, observa Marcelo Tavares, gerente de Pós-Vendas da BMW Osten.
“Se tomarmos como referência dois proprietários de um mesmo modelo de BMW que rodam cerca de 50 km por dia, a necessidade de manutenção de cada veículo será diferente, dependendo de fatores como o trajeto que eles realizam, se circulam em um centro urbano ou na estrada, e das condições do trânsito”, explica. Nesse caso, o próprio automóvel, por meio de sensores e de conexão com o sistema central da BMW, indicará quando a manutenção deve ser feita. “Em média, as paradas preventivas dos carros elétricos da BMW ocorrem a cada dois anos. Já os modelos híbridos vão realizar a manutenção de acordo com o CBS pelo menos uma vez por ano, variando um pouco de acordo com a forma de utilização dos veículos”, afirma.
Fator de uso – A maneira como o veículo é utilizado também é um fator determinante do tempo que ele ficará parado no box. Tavares conta que há proprietários de modelos híbridos que abastecem muito pouco seus veículos, optando por rodar com energia elétrica. “Nesses casos, a vida útil dos componentes do motor a combustão é prolongada, diminuindo a frequência da sua substituição e, consequentemente, reduzindo a estadia na concessionária. Tudo isso é determinado por software, que analisa e define o melhor momento para que a manutenção ocorra.” Uma dúvida frequente, entre os motoristas de veículos eletrificados, de qualquer que seja a montadora, refere-se às configurações do carro. Embora o proprietário receba todas as informações quando retira o veículo da concessionária, as dúvidas surgem com o passar dos dias.
Tipo celular – Eduardo Santos, gerente de Pós-Vendas da BYD Osten, afirma que as dúvidas sobre as configurações do carro respondem pela maior parte das vezes que o cliente do veículo eletrificado busca o pós-vendas. “Os carros elétricos são como os telefones celulares: no uso diário, apenas as funções básicas são necessárias. Por isso, surgem dúvidas quando o cliente quer acessar um recurso adicional.” Embora as interfaces estejam cada vez mais amigáveis, nem todo mundo tem a mesma facilidade. Santos conta que as dúvidas vão desde uma luz que não acende em determinada situação, ao travamento das portas, que não ocorre como desejado, até o controle do ar-condicionado. “As montadoras atualizam frequentemente a interface com os usuários para simplificar o acesso a todas as funcionalidades disponíveis. Mas, se mesmo assim, o cliente tiver alguma dificuldade ao navegar na central multimídia, basta procurar uma concessionária Osten que nossos consultores terão muito prazer em ajudar no que for preciso”, conclui.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), publicou um vídeo nas redes sociais neste sábado (28) para rebater duramente as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Zema classificou como “mentira” a acusação de que o governo mineiro não teria apresentado projetos para utilizar os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e afirmou que o governo federal impõe obstáculos a quem não é aliado político.
“O governo de Minas foi sim buscar esses recursos, apesar de todos os obstáculos que o governo do PT cria para quem não é do seu ‘grupinho’”, disparou o governador.
A reação de Zema ocorre após o presidente Lula culpar o governo mineiro pela ausência de investimentos em obras preventivas contra temporais. Durante a 6ª Conferência Nacional das Cidades, o ministro Jader Filho afirmou que o governo federal reservou R$ 3,5 bilhões para Minas, mas que o montante não teria sido utilizado por falta de projetos do Executivo local. Na ocasião, Lula classificou a situação como um “descaso” com a população mais pobre do estado. “Isso é o resultado do descaso histórico que se tem com o povo pobre deste país”, reclamou Lula. As informações são do portal Metrópoles.
O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral, assinou neste sábado (28) a ordem de serviço para a construção do Parque Compaz, no bairro da Torrinha. A cerimônia oficial de lançamento contou com a presença do prefeito do Recife, João Campos, do ministro dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, do deputado federal Pedro Campos, além de outras autoridades.
Na ocasião, os prefeitos do Recife e do Cabo assinaram um acordo de cooperação técnica para a implementação do Conecta Cabo, uma plataforma digital que concentrará os serviços públicos oferecidos no município. “O Parque Compaz da Torrinha é um compromisso de campanha que assumimos com a população e que agora começa a se tornar realidade. Este é o primeiro de um conjunto de cinco equipamentos que vamos implantar no município, levando mais oportunidades de lazer, esporte, cultura e cidadania para diferentes bairros”, destacou Lula Cabral. Além do que será construído na Torrinha, estão previstas unidades em Gaibu, Charnequinha, Cohab e no Centro Comunitário Pela Vida (Convive), em Ponte dos Carvalhos – este último será coordenado pelo município em parceria com o Governo Federal.
O Parque Compaz é inspirado no Compaz Recife e tem como foco a inclusão social, por meio da promoção do esporte, da cultura, do lazer e do empreendedorismo em espaços abertos. O equipamento será construído em uma área de 8 mil m², em frente ao Centro Administrativo Municipal (CAM I). O equipamento, que irá atender cerca de 4 mil pessoas, está inserido nas políticas públicas de prevenção à violência e integra o Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social.
PROJETO – O Parque Compaz contará com palco para eventos artísticos e culturais, academia, dojô, quadra de basquete, piscina para aulas de natação e hidroginástica com acessibilidade, biblioteca, parcão, central de monitoramento, vestiários, parquinho infantil, pista de cooper, área dedicada à primeira infância, playground molhado, fontes interativas de água, chuveirinhos infantis, além de áreas para piquenique e feirinha comunitária
A Prefeitura de Toritama anunciou que, na próxima terça-feira (3), às 16h, fará a assinatura da ordem de serviço para obras de pavimentação no bairro Izídio Tavares, em Toritama. Segundo a gestão municipal, o projeto prevê o calçamento de todas as ruas da localidade e a conclusão da pavimentação em vias ainda não atendidas nos bairros Novo Coqueiral e Coqueiral. A iniciativa tem como objetivo melhorar as condições de mobilidade e infraestrutura nessas áreas.
O prefeito de Toritama, Sérgio Colin (PP), destacou que a iniciativa faz parte de um cronograma acelerado de investimentos que faz parte do seu plano de governo. “Este é um compromisso que assumimos com o povo do Izídio Tavares e do Novo Coqueiral. Estamos tirando as famílias da poeira e da lama, levando dignidade e valorizando cada imóvel. Ver o calçamento chegando na porta de quem mais precisa é a prova de que o trabalho em Toritama não para e que estamos cuidando de cada canto da nossa cidade”, afirmou o gestor.
A execução das obras seguirá um cronograma técnico imediato logo após a assinatura da ordem de serviço, utilizando o sistema de pavimentação em paralelepípedo, adequado para as características geográficas e o tráfego das vias locais. De acordo com a prefeitura, a população poderá acompanhar o ato administrativo na terça-feira.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28) a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. A confirmação foi publicada pelo presidente norte-americano nas redes sociais.
“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, disse Trump na Truth Social. As informações são do portal Metrópoles.
O presidente dos Estados Unidos declarou a morte de Khamenei como uma “oportunidade” dos iranianos recuperarem seu país. O líder iraniano comandou o país por quase quatro décadas.
“Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país. Estamos ouvindo que muitos de seus membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e policiais não querem mais lutar e estão buscando imunidade”, argumentou Trump.
O líder norte-americano disse esperar que exista um diálogo pacífico das forças de segurança com os “patriotas” iranianos. Trump prometeu também que os bombardeios vão continuar “durante toda a semana” ou “pelo tempo que for necessário”.
“Esperamos que a Guarda Revolucionária Islâmica e a Polícia se unam pacificamente aos patriotas iranianos e trabalhem juntos como uma unidade para trazer o país de volta à grandeza que ele merece […]. Os bombardeios pesados e precisos, contudo, continuarão ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”, declarou.
Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte do seu líder.
Esse é o segundo ataque dos EUA e de Israel ao Irã em menos de um ano. O último ataque registrado dos EUA e de Israel contra o Irã havia ocorrido em junho do ano passado. A nova ofensiva ocorre após o fim das negociações entre EUA e Irã ontem, quando não houve avanço para o desmantelamento do programa nuclear iraniano.
Um banner com imagens da governadora Raquel Lyra (PSD) e outras lideranças políticas instalado neste sábado (28), em Maraial, virou alvo de denúncia de um leitor do blog, que preferiu não se identificar. A estrutura foi colocada nas proximidades do fórum do município, na chegada ao centro, em área próxima à PE-125. Segundo o denunciante, o banner está fixado em área pública e utiliza cores associadas ao grupo político do atual prefeito.
Além da governadora, aparecem na peça o deputado estadual France Hacker (PSB), o prefeito Marlos Henrique (PSDB), o vice-prefeito André Popular (PSDB) e o deputado federal Clodoaldo Magalhães (PV). O material traz a frase “O time que faz Maraial avançar” e foi divulgado também nas redes sociais do prefeito e do vice-prefeito. De acordo com uma fonte ligada ao PSB, há previsão de protocolar uma representação sobre o caso ainda na segunda-feira (2).
A instalação do banner ocorre às vésperas da visita da governadora ao município na segunda-feira (2), quando ela participa da inauguração da Escola Municipal Fábio Correia e da entrega de uma cozinha comunitária. O questionamento sobre a estrutura surge em meio à agenda oficial e à presença de lideranças políticas locais na peça publicitária.
Documentos do Ministério Público Federal (MPF) mostram que o órgão chegou a instaurar uma Notícia de Fato para apurar possíveis irregularidades em contratos e licitações da Prefeitura de Maraial, incluindo suspeitas de contratação irregular, fraude em processos licitatórios e falsidade ideológica. O procedimento foi posteriormente encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco, responsável pela apuração na esfera estadual. A Prefeitura de Maraial e os demais citados não se pronunciaram até o momento. O espaço segue aberto para manifestações.
Emissoras de TV estão informando, por volta do início da noite deste sábado (28), que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto em ataques conjuntos dos EUA e Israel, ainda que o governo norte-americano não tenha confirmado oficialmente a informação.
“O líder supremo do Irã foi morto em ataques, dizem fontes israelenses”, é a manchete da CNN International.
“O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu após um ataque das Forças de Defesa de Israel atingir um complexo em Teerã, confirma fonte israelense”, diz a Fox News.
O corpo do líder supremo do Irã foi encontrado e sua morte foi confirmada, disse autoridade israelense à agência de notícias Reuters.
A Avenida Boa Viagem será mais uma vez espaço para manifestação de grupos de direita e de oposição ao governo federal. As mobilizações reivindicam a saída do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Em razão dos escândalos envolvendo o Banco Master e o suposto envolvimento do ministro Dias Toffoli com o empresário dono do banco, Daniel Vorcaro, o nome do magistrado também aparece nas postagens das redes sociais que anunciam a manifestação.
Com o tema “Acorda, Brasil!”, o ato está marcado para iniciar às 14h e deve contar com a participação de diversos representantes da direita no estado. Na pauta estão pedidos de impeachment, prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), questionamentos a decisões recentes do STF, entre outros.
Análise
Para o cientista político Isaac Luna, as manifestações devem servir como termômetro eleitoral e têm relação direta com o cenário de pré-campanha presidencial. Segundo ele, caso haja adesão expressiva, o ato pode sinalizar força política e engajamento da militância.
“Eu acredito que essa movimentação tem a ver com o teste sobre a capacidade de mobilização das bases. Se consegue botar gente na rua agora, nesse momento, porque aí sim já é um patamar, já é um start para a campanha, ela já muda de patamar”, afirmou.
Na avaliação do especialista, manter e ampliar a polarização política no campo nacional é estratégico para a direita e para a esquerda. Pautas como o impeachment e ataques a ministros do STF são ingredientes para acirrar o ambiente político, de acordo com Luna.
“A própria ideia do impeachment é sempre uma ideia que polariza muito. Colocar Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no mesmo balaio com Lula é justamente para dizer quem são os adversários desse grupo político que está se mobilizando para ir às ruas protestar”, disse.
Além de manter em evidência os dois principais opositores entre si, a tática evita o crescimento de uma terceira via do centro ou centro-direita.
STF
A escolha da mais alta corte jurídica do país como alvo não é exclusividade da direita brasileira, conforme continuou explicando o cientista político. De acordo com ele, as supremas cortes do mundo todo são atacadas pela extrema-direita por serem contramajoritárias, e não guiarem suas decisões pela opinião pública.
“O STF decide olhando para a Constituição e os políticos populistas elaboram narrativas que confirmem o que as pessoas já pensam. É o que a ciência política chama de viés de confirmação”, pontuou.
O cientista político enxerga que partir para o embate com a corte pode ser vantajoso do ponto de vista eleitoral para os membros desse grupo, pelo fato de a atuação da instituição estar presa aos limites institucionais. Isaac Luna alerta, no entanto, que os ataques podem trazer implicações na institucionalidade.
“O TSE e o STF são as duas instituições que garantem juridicamente a validade das eleições e as regras do jogo eleitoral e do jogo político. Então, claro que sempre envolve aí uma margem de risco de eleger o STF como inimigo prioritário”, disse.
A Prefeitura de Araripina intensificou as ações emergenciais neste sábado (28) para atender as áreas mais afetadas pelas fortes chuvas que atingem o município nas últimas horas. De acordo com as primeiras estimativas, já foram registrados mais de 90 milímetros de precipitação, após mais de duas horas consecutivas de chuva, cenário que coloca a cidade em situação alerta.
Desde as primeiras ocorrências, as equipes da Prefeitura de Araripina já estavam de plantão e seguem mobilizadas em diversos pontos do município. As Secretarias de Infraestrutura, Assistência Social e Combate à Fome e Saúde e Educação, atuam de forma integrada, prestando apoio às famílias, monitorando áreas de risco, desobstruindo vias e esgotos, além de oferecendo suporte emergencial onde há registros de alagamentos e danos estruturais.
O prefeito Evilásio Mateus e o vice-prefeito Bringel Filho acompanham pessoalmente as ocorrências, visitando os pontos mais críticos ao lado das equipes técnicas e garantindo que toda a estrutura necessária esteja disponível para minimizar os impactos das chuvas.
A gestão municipal reforça alerta máximo e orienta a população a evitar áreas alagadas, redobrar os cuidados em locais de risco e acionar os canais oficiais da Prefeitura em caso de necessidade. O trabalho seguirá de forma contínua enquanto persistirem as chuvas, com prioridade total à segurança e ao bem-estar da população.
Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.
O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.
A Warner entrou em crise há mais de cinco anos, depois de uma série de fusões e negócios mal sucedidos que levaram a companhia (que inclui CNN e HBO) a uma dívida estimada em cerca de US$ 30 bilhões. A venda do grupo se tornou um caminho óbvio.
No segundo semestre de 2025, Paramount e Netflix se apresentaram como interessadas e iniciaram uma batalha pública pela compra.
Até que, em dezembro passado, a gigante do streaming Netflix parecia ter vencido a parada, quando ofereceu US$ 27,75 por ação da Warner, em um acordo de US$ 83 bilhões — dos quais estavam excluídos os canais de TV CNN e Discovery.
Mas a Paramount não desistiu da contenda, como é comum nesses casos, e lançou o chamado “hostile bid”, uma tentativa de interceptar o negócio entre Netflix e Warner e forçar um voto de desconfiança dos acionistas da empresa contra o comando de administradores da Warner.
A última cartada neste sentido veio no último dia 24 de fevereiro, quando a Paramount ofereceu US$ 31 por ação da Warner (contra os US$ 30 de uma oferta anterior), em um montante de US$ 110 bilhões que incluiria também a aquisição da rede de TV CNN.
O interesse de Trump
Debate na CNN entre os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump e Joe Biden. Imagem: Foto: Divulgação CNN
Um dos canais de notícias mais populares do país, a CNN costuma adotar tom questionador em relação à gestão de Donald Trump. Repórteres da emissora são alvos frequentes de comentários críticos e ácidos do mandatário norte-americano.
“Você é péssima, é a pior repórter. Não é de se admirar que a CNN não tem audiência, por causa de pessoas como você”, disse Trump sobre a correspondente da Casa Branca da CNN, Kaitlan Collins, a quem também acusou de “nunca sorrir”.
Em qualquer fusão deste tamanho, o Departamento de Justiça dos EUA precisa dar seu aval. Mas o interesse da gestão Trump no assunto vai muito além dos aspectos regulatórios de competição e anti-trust.
Em setembro do ano passado, durante um vôo no Air Force One, Trump chegou a dizer que de todo o material televisionado no país, “97% é contra mim”. E em dezembro, disse que ia interferir na disputa pela Warner e que “a CNN tem quem ser vendida”, em um comportamento revelador de investidas que têm feito em relação à imprensa.
De um dos lados da disputa está um dos maiores aliados de Trump neste segundo mandato: o atual CEO da Paramount, David Ellison. Ele é filho do bilionário fundador da empresa de software Oracle, Larry Ellison, o sexto homem mais rico do mundo, e apoiador do republicano. Ellison esteve envolvido em vários casos recentes que passaram pelo crivo do governo americano, como a tomada de controle do braço americano da rede social Tiktok nos EUA, com seus mais de 200 milhões de usuários no país.
Desde a recente chegada dos Ellison à Paramount, que controla a rede de TV CBS e a MTV, a rede, conhecida por seu jornalismo imparcial e inquisidor, vem tomando uma série de decisões que levantam questões sobre sua independência editorial e que agradaram a Casa Branca.
Em julho, a empresa concordou em indenizar Trump em US$ 16 milhões em um acordo judicial num processo no qual o presidente acusava a TV de ter beneficiado a democrata Kamala Harris na edição de uma entrevista para o jornal 60 Minutes, durante a eleição de 2024.
O acerto, visto como uma confissão de parcialidade por alguns, enfureceu muitos dos profissionais da CBS que acreditavam ter condição de ganhar o caso.
Há duas semanas, um novo golpe no programa foi a saída de seu âncora, Anderson Cooper, insatisfeito com interferências da direção da CBS em seu trabalho.
Sob comando da executiva conservadora Bari Weiss, a CBS anunciou o fim de um de seus produtos de maior repercussão, o talk show político noturno de Stephen Colbert, o Late Show. Oficialmente, a justificativa para o fim do programa, que costuma ser mordaz nas críticas a Trump, foi orçamentária.
Mas, na semana passada, em uma decisão sem precedentes, a CBS proibiu Colbert de levar ao ar uma entrevista com o candidato democrata ao Senado James Talarico.
Em novembro, o Congresso dos EUA será renovado em eleições de meio de mandato e Trump está sob risco de perder a maioria que detém nas duas casas legislativas.
O Texas será um dos campos desta batalha eleitoral. Colbert afirmou que a censura sobre a entrevista veio do jurídico da CBS, preocupado com regulações recém lançadas pelo FCC, a Comissão Federal de Comunicações, atualmente sob comando do trumpista Brendan Carr.
Carr tem usado ameaças indiretas para influenciar a programação televisiva do país. No caso mais visível, em setembro passado, a rede de TV ABC suspendeu temporariamente o programa do apresentador Jimmy Kimmel após comentários dele sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk que enfureceram Trump.
Na ocasião, Carr, cujo órgão tem poder de conceder ou cassar licença às redes de TV e de aprovar fusões e outros negócios entre elas, sugeriu a um podcast consevador que, caso a ABC não punisse Kimmel, poderia ter problemas. “Podemos fazer isso da maneira fácil ou da maneira difícil”, disse Carr ao “Benny Show”, um podcast conservador.
Nas últimas semanas, Trump tentou se distanciar da disputa pela Warner, dizendo que a arbitragem caberia ao Departamento de Justiça, sob ordens de sua subordinada, a procuradora-geral, Pam Bondi.
Fontes no Departamento de Justiça que atuam diretamente na divisão de fusões dizem, porém, que a pressão para aprovar os negócios dos aliados de Trump é suficientemente forte para forçar até mesmo a saída de funcionários trumpistas que se oponham, com argumentos técnicos, a fusões que interessam ao presidente.
Isso teria acontecido em ao menos três ocasiões no ano passado, de acordo com um dos integrantes DoJ ouvido por mim sob a condição de anonimato.
Há alguns dias, em entrevista à BBC Radio 4, Ted Sarandos, diretor-executivo da Netflix, tentou se dizer convencido de que “este é um acordo comercial. Não é um acordo político”.
Anteontem (26), porém, diante da pressão enorme da Paramount, Tarandos foi à Casa Branca tentar convencer Bondi e a chefe de gabinete de Trump, Susie Willes, de que a aquisição da Warner pela Netflix seria do agrado de Trump.
Falhou no intento, segundo revelou o jornal NYPost. Sob pressão da Casa Branca para retirar de seu conselho uma ex-integrante do governo Obama, Tarandos teria ouvido dos assessores de Trump que sua empresa teria um caminho difícil pela frente junto à administração se seguisse com os negócios.
A senadora democrata Elizabeth Warren foi ao X traduzir um questionamento que tem sido feito dentro da própria CNN, e foi replicado em uma reportagem da rede sobre a negociação da qual é parte. “O que os assessores de Trump disseram ao CEO da Netflix hoje na Casa Branca?”, perguntou Warren em uma publicação no X, afirmando que “parece capitalismo de compadrio, com o presidente corrompendo o processo de fusão em favor da família bilionária Ellison”.
No fim daquele mesmo dia, a Netflix anunciou que não escalaria sua oferta de compra para seguir no leilão pela Warner e que, portanto, a Paramount (e a família Ellison, aliada de Trump), teria caminho aberto para assumir estúdios e seus canais de TV, incluindo a CNN.
O que acontecerá com a CNN segue sendo dúvida, mas a história recente da CBS pode dar alguns spoilers.
O ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no início da manhã deste sábado (28), deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.
Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. As informações são do portal g1.
De acordo com Israel, o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, e o presidente Masoud Pezeshkian foram alvos do ataque, mas os resultados da ação ainda não estão claros. O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo americano afirmou ainda que os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.
O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim.
Mais cedo, fontes disseram à agência Reuters que Ali Khamenei não está em Teerã. Não há detalhes sobre seu paradeiro. A agência estatal iraniana IRNA afirmou que o presidente está em segurança.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o objetivo do ataque é destruir o programa nuclear iraniano e proteger o povo americano de ameaças. Militares dos EUA afirmam que ação pode durar dias. O Pentágono classificou a operação como “fúria épica”.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação é para “eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã”. Netanyahu afirmou que a ação “criará condições para que o povo iraniano tome as responsabilidades do seu destino”.
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que o país é alvo de uma “agressão militar criminosa” que coloca em risco a paz mundial e pediu providências da ONU. “Neste momento, o povo do Irã orgulha-se de ter feito tudo o que era necessário para evitar a guerra. Agora é tempo de defender a pátria e enfrentar a agressão militar do inimigo. Assim como estávamos preparados para negociar, estamos ainda mais preparados do que nunca para defender a integridade do Irã. As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão aos agressores com firmeza”, diz a nota.