A prefeita de Casinhas, Juliana de Chaparral (União Brasil), encerra o primeiro ano do seu segundo mandato com aprovação de 89,2% da população, segundo pesquisa do Instituto Opinião em parceria com este blog realizada entre os dias 31 de março e 1º de abril de 2026. O levantamento aponta ainda que apenas 5,7% desaprovam a forma como a gestora vem administrando o município, enquanto 5,1% não souberam ou preferiram não responder.
Por região, a aprovação chega a 86,9% na zona urbana e a 89,7% na zona rural. Entre os homens, o índice é de 88,2%, enquanto entre as mulheres alcança 90,5%. Na divisão por faixa etária, a prefeita registra 92,3% de aprovação entre os jovens de 16 a 24 anos, 88,5% entre 25 e 34 anos, 81,6% entre 35 e 44 anos, 88,6% entre 45 e 59 anos e 95% entre os eleitores com 60 anos ou mais.
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No recorte por grau de instrução, a aprovação é de 90% entre os entrevistados com até o 9º ano, 88,6% entre os que possuem ensino médio e 85% entre aqueles com ensino superior. Já em relação à renda familiar, o índice chega a 89,9% entre os que ganham até dois salários mínimos e 86,2% entre os que recebem acima desse patamar.
A imagem pessoal da prefeita também foi medida pela pesquisa. Para 90,6% dos entrevistados, Juliana de Chaparral tem uma imagem positiva, enquanto 7,7% avaliam de forma negativa e 1,7% não souberam ou não responderam.
Entre os que aprovam a gestão, os principais motivos apontados são a percepção de que “a cidade está progredindo” (28,8%), o fato de a prefeita ser considerada “boa administradora” (18,3%) e “trabalhadora” (17%). Também aparecem “ajuda à população” (8,7%) e a avaliação de que “trabalha melhor que os prefeitos anteriores” (6,4%), além de outros fatores como ser “boa pessoa” (3,8%) e investimentos em áreas como educação e saúde pública.
Outro dado aferido pelo Instituto Opinião foi a influência política da gestora. Segundo o levantamento, 73,4% dos entrevistados afirmaram que votariam em um candidato a deputado estadual apoiado ou indicado por Juliana de Chaparral. Outros 12,6% disseram que não votariam, enquanto 8,6% responderam que a decisão dependeria do candidato e 5,4% não souberam ou preferiram não responder.
A pesquisa foi realizada com 350 entrevistas presenciais, com eleitores a partir de 16 anos, em áreas urbanas e rurais do município. O levantamento tem intervalo de confiança de 90% e margem de erro de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
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