Incêndio é registrado em apartamento no Centro do Recife

Mais um incêndio foi registrado no Recife neste sábado (6). Agora, em um apartamento localizado na Boa Vista, no Centro do Recife. O edifício é o Carlos Gomes, localizado nas proximidades da boate Metrópole, na Rua Manoel Borba.

Segundo informações de moradores da área, o incêndio aconteceu no 6º andar e os Bombeiros teriam chegado rapidamente ao local após serem acionados. As informações são da Folha de Pernambuco.

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Não estava na agenda, mas acabei participando como palestrante do congresso estadual de vereadores, que está sendo realizado ao longo desta manhã, na cidade do frio, numa promoção da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP). Foi uma fala vapt-vupt a pedido presidente licenciado da UVP e presidente da Câmara Municipal de Gravatá, Léo do Ar (PP).

Por Eudson Catão*

Existe uma coisa que o tempo ensina e que nenhuma pesquisa consegue medir: vivência. Vivência não se compra, não se herda e não se fabrica em gabinete climatizado. Vivência é construída nas vitórias, nas derrotas, nos acertos, nos erros e, principalmente, na capacidade de aprender quando o cenário parece contrário.

A maturidade política nasce exatamente daí. De entender que nenhum projeto cresce ouvindo apenas aplausos. Nenhuma liderança se fortalece cercada apenas por quem concorda com tudo. Política exige escuta, humildade, construção e inteligência coletiva.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Uma das autoras de um dos pedidos de CPMI do caso Master que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) guarda com o máximo de cuidado debaixo da sua cadeira, a deputada Heloisa Helena (Rede-RJ) criticou duramente para o Correio Político o que, na sua avaliação, não passa de “jogo de cena”.

Na semana passada, quando Alcolumbre, em sessão do Congresso, disse que não iria pautar a instalação da CPMI, suscitou um debate no qual se atacaram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), um acusando o outro de envolvimento na crise do banco e cada um manifestando-se a favor da investigação. Para Heloisa Helena, pura encenação.

Petrolina - São João 2026

A primeira-dama de Petrolina, Alinne Durando, foi agraciada, ontem, com o Título de Cidadã Petrolinense e a Medalha de Honra ao Mérito Legislativo Dom Malan. A homenagem, proposta pelo vereador Marquinhos Amorim e subscrita pelos demais vereadores da Câmara Municipal, foi entregue durante sessão solene realizada na Casa Plínio Amorim, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à população petrolinense, especialmente nas áreas do voluntariado e da dignidade humana.

Natural do Crato, no Ceará, Alinne chegou a Petrolina ainda criança e construiu na cidade toda a sua trajetória pessoal, profissional e familiar. Desde 2022, à frente da coordenação voluntária do Transforma Petrolina, Alinne tem consolidado sua atuação social, com atenção especial às pessoas em situação de vulnerabilidade tanto na sede quanto no interior do município. “São 40 anos vivendo em Petrolina. Hoje recebo esse reconhecimento com muita gratidão no coração. Essa terra faz parte de quem eu sou e quando uma cidade entende a importância e a força da solidariedade, ela se transforma de dentro para fora”, declarou.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Surpreendido pela decisão do governo Trump de classificar PCC e Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não gostou da medida e pretende fazer uma defesa da soberania nacional. As informações são do blog do Valdo Cruz.

Lula também avalia fazer um telefonema para conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o assunto. Auxiliares do presidente brasileiro entendem que Trump pode não ter participado diretamente da formulação da medida, e que a decisão foi influenciada pela ala mais radical do governo norte-americano.

Caruaru - São João na Roça

Por Diana Câmara

As Eleições 2026 já começaram, ao menos politicamente. Em todas as regiões do país, é possível perceber a intensificação da movimentação de pré-candidatos, o aumento da presença nas redes sociais, a participação em eventos públicos, entrevistas, encontros políticos e a construção cada vez mais antecipada de posicionamentos eleitorais. Mas, em meio a esse cenário, permanece uma dúvida recorrente na cabeça dos pré-candidatos e dos eleitores: afinal, o que já pode e o que ainda não pode ser feito na pré-campanha?

A resposta exige cautela. A legislação eleitoral brasileira passou, nos últimos anos, por mudanças importantes que flexibilizaram atos de pré-campanha, especialmente após a Reforma Eleitoral introduzida pela Lei nº 13.165/2015. O objetivo foi permitir maior liberdade de manifestação política antes do período oficial de campanha, preservando, ao mesmo tempo, a igualdade de oportunidades entre os futuros candidatos.

Hoje, a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), em seu artigo 36-A, admite expressamente diversas condutas que antes eram interpretadas como propaganda eleitoral antecipada. Isso significa que o pré-candidato pode, por exemplo, participar de entrevistas, debates, podcasts, encontros políticos, seminários e eventos partidários; pode divulgar posicionamentos políticos, qualidades pessoais, projetos e opiniões sobre temas de interesse público; pode conceder entrevistas à imprensa e manter intensa atividade nas redes sociais.

Também já é possível realizar impulsionamento de conteúdo na internet durante a pré-campanha, desde que respeitados os limites legais e que não haja pedido explícito de voto. Esse ponto merece destaque porque muitos ainda acreditam, equivocadamente, que qualquer divulgação patrocinada antes de agosto do ano eleitoral seria proibida.

A Justiça Eleitoral consolidou o entendimento de que a pré-campanha não precisa ser silenciosa. O debate político antecipado passou a ser compreendido como instrumento legítimo da democracia. Por isso, expressões como “estou preparado”, “quero representar Pernambuco”, “meu nome está à disposição”, “vamos construir esse projeto juntos” ou “o Brasil precisa mudar” normalmente são admitidas pela jurisprudência.

Por outro lado, há limites muito claros que continuam existindo e é justamente aí que muitos pré-candidatos acabam cometendo erros.

O principal deles é o pedido explícito de voto antes do período permitido. A legislação continua proibindo frases como “vote em mim”, “conto com seu voto”, “eleja”, “reeleja” ou qualquer mensagem que contenha solicitação direta e inequívoca de sufrágio.

Além disso, permanecem vedados atos que configurem campanha eleitoral antecipada mediante abuso econômico, uso indevido dos meios de comunicação ou desequilíbrio na disputa. A utilização ostensiva de estrutura pública, publicidade institucional disfarçada, contratação irregular de impulsionamento, uso de recursos não contabilizados ou promoção pessoal excessiva também podem gerar questionamentos judiciais.

Outro ponto sensível para 2026 será o uso da inteligência artificial. O crescimento de vídeos manipulados, deepfakes, montagens e conteúdos sintéticos já preocupa a Justiça Eleitoral. Embora o debate sobre IA ainda esteja em construção normativa, é evidente que a utilização de ferramentas tecnológicas para desinformação, manipulação da imagem de adversários ou disseminação de conteúdos falsos poderá resultar em graves consequências eleitorais.

As redes sociais continuarão sendo um dos principais campos de fiscalização. Curtidas, compartilhamentos, grupos de WhatsApp, vídeos patrocinados e postagens impulsionadas poderão servir como elementos de prova em futuras ações eleitorais. E é importante lembrar: muitas vezes, o ilícito não está apenas no conteúdo isolado, mas no contexto, na repetição, na estratégia e no potencial desequilibrador da conduta.

A pré-campanha moderna exige cada vez mais planejamento jurídico e comunicação responsável. Não basta apenas “estar nas redes”. É necessário compreender os limites da legislação, antecipar riscos e construir uma atuação estratégica que preserve a viabilidade futura da candidatura.

As Eleições 2026 serão, provavelmente, as mais digitais da história brasileira. E, nesse ambiente, quem souber equilibrar presença política, comunicação inteligente e segurança jurídica certamente largará na frente.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Corri meus 8 km diários, há pouco, em Triunfo, num friozinho de 17 graus, onde vim para cobrir o encontro da governadora Raquel Lyra (PSD) e do ex-prefeito João Campos (PSB) com os vereadores no congresso estadual. Mas João não vem mais. Alegou que perdeu o voo de Brasília para Recife porque se estendeu numa audiência com o presidente Lula (PT).

Palmares - Sala lúdica

Após alegar que perdeu o voo, devido a reunião extensa que teve com o presidente Lula (PT), ontem, em Brasília, o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB), cancelou a sua presença no congresso da União de Vereadores de Pernambuco (UVP), hoje, em Triunfo.

Em vídeo postado nas suas redes sociais, João afirmou que marcará uma nova ocasião para “conversar com os vereadores de Pernambuco”. A governadora Raquel Lyra (PSD) mantém a sua agenda e é aguardada no evento. Confira abaixo o vídeo publicado por João:

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Justiça coloca em xeque pesquisas com irregularidades

As sucessivas decisões da Justiça Eleitoral suspendendo pesquisas em Pernambuco começam a produzir um efeito político e institucional que vai muito além da disputa entre candidatos: colocam sob forte desconfiança a credibilidade de levantamentos eleitorais marcados por indícios de irregularidades, inconsistências cadastrais e dúvidas sobre financiamento.

Depois da suspensão da pesquisa do instituto Veritá, em abril, a Justiça Eleitoral voltou a agir nesta semana ao determinar a retirada de circulação de um levantamento do Instituto Múltipla que colocava a governadora Raquel Lyra (PSD) na frente da disputa estadual. Na nova decisão, o TRE apontou “indícios relevantes de deficiência técnica” e inconsistências relacionadas à origem dos recursos usados para financiar a pesquisa, além de divergências sobre quem teria contratado efetivamente o levantamento.

O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, negou ter participado da degustação de uísque organizada pelo banqueiro Daniel Vorcaro em maio de 2024 em Nova York, que reuniu o então governador do Rio, Cláudio Castro (PL), e caciques do Centrão. Procurado pelo GLOBO, Rueda afirmou que “só passou na frente” do Carnegie Club, bar de luxo nas imediações do Central Park, em Manhattan, que recebeu o evento.

Rueda afirmou que o bar ficava próximo a seu hotel, e que a degustação não havia começado quando passou pelo local. Ele disse não saber quem participou do evento. As informações são do jornal O GLOBO.

— Só passei na frente, a caminho do hotel, onde participei remotamente de uma reunião da Executiva nacional do partido naquele dia — disse Rueda.

Por Andréia Sadi – G1

A decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas está sendo explorada politicamente por Flávio Bolsonaro (PL), que tenta apresentar a medida como uma vitória de sua agenda de segurança pública e, ao mesmo tempo, constranger o governo Lula (PT), que tem posição contrária a esse tipo de enquadramento.

Mais bastidores: acompanhe o canal da Sadi no WhatsAppO anúncio foi feito um dia após o senador e pré-candidato se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo Flávio Bolsonaro, Rubio se mostrou favorável à classificação das facções brasileiras como organizações terroristas. Tudo isso em meio ao escândalo revelado envolvendo as relações do senador com Daniel Vorcaro.

Após a decisão dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras como organizações terroristas, integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT passaram a afirmar que a medida representa mais uma ação do bolsonarismo contra os interesses do Brasil.

O discurso de que a família Bolsonaro atenta contra a soberania do Brasil deve ser usado para rebater a oposição, que tem usado a decisão como um ativo eleitoral contra o presidente Lula. As informações são da CNN.