O horário eleitoral gratuito em rádio e televisão é retomado nesta sexta-feira (11) para os municípios que terão segundo turno. Em Pernambuco, são apenas dois: Olinda e Paulista, na Região Metropolitana do Recife, respectivamente, terceiro e sexto maiores colégios eleitorais do Estado.
As campanhas políticas vão ocupar 20 minutos em rede por dia, divididos em blocos de 10 minutos, de segunda a sábado. Os candidatos também têm direito a 25 inserções de até um minuto nos sete dias da semana.
Em Olinda, o guia eleitoral de Vinicius Castello (PT) – da coligação “Frente Popular de Olinda” – será veiculado primeiro, devido à votação conquistada no último domingo (6). Vinicius atingiu 38,75% dos votos válidos (80.422 votos), contra 30,02% (62.289 votos) da candidata Mirella Almeida (PSD) – da coligação “A Esperança se Renova”. Após o primeiro guia, a ordem dos demais será alternada.
A Marim dos Caetés tem a propaganda eleitoral em TV reproduzida pelas emissoras TV Tribuna e TV Nova. No rádio, além da CBN, ficam responsáveis pela transmissão a Rádio Duarte Coelho e Rádio Olinda.
No caso de Paulista, a ordem de exibição do primeiro guia eleitoral também segue o resultado da votação em primeiro turno. Ramos Santana (PSDB) – da coligação “A Força da Mudança” -, portanto, abre o primeiro guia. O tucano recebeu 44,36% dos votos válidos (74.092 votos).
Junior Matuto (PSB) – da coligação “Frente de Mobilização e Resgate do Paulista” – foi escolhido por 30,66% dos eleitores paulistenses (51.213 votos) no último domingo (6). No município, o guia eleitoral é veiculado apenas em rádio.
Ministros e assessores do governo Lula farão reunião de emergência na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão da Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciadas mais cedo por Donald Trump. As informações são do portal Metrópoles.
O encontro, segundo apurou o colunista do Metrópoles Igor Gadelha, está previsto para as 10h, no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.
Lula, segundo apurado pela reportagem, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6).
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou neste sábado (3) que seu governo enviou forças de segurança à fronteira, em preparação para um possível “fluxo massivo de refugiados” provenientes da vizinha Venezuela.
Petro, um dos críticos mais contundentes de Donald Trump, disse ainda que pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que analise “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”. “Sem soberania, não há nação”, escreveu Petro nas redes sociais, após uma reunião de segurança nacional realizada durante a madrugada de sábado. As informações são do portal g1.
“A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado”, afirmou o presidente colombiano.
Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos. Pouco depois, Trump confirmou o ataque e afirmou que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro. As informações são do portal g1.
O que se sabe até agora:
As explosões começaram por volta das 2h, pelo horário local (3h, em Brasília).
Trump confirmou o ataque e disse que Maduro foi capturado e levado com a esposa para fora do país.
Segundo o governo da Venezuela, ataques atingiram Caracas e também os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
O governo venezuelano declarou emergência e acusou os EUA de bombardearem alvos civis e militares.
Até a última atualização, não havia informações oficiais sobre feridos.
Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos. Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas.
Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital. “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, disse Carmen Hidalgo, à AP. Ela estava com dois parentes na rua, voltando de uma festa de aniversário. “Parecia que o ar batia contra a gente.”
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.
Venezuela acusa os EUA
Logo após as explosões, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Segundo a nota, o presidente Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto. “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”
O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.
Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.
Um oficial dos Estados Unidos afirmou neste sábado (3) que o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, foi capturado por tropas de forças especiais de elite dos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a realização de um ataque militar em larga escala na Venezuela. Segundo Trump, o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do território venezuelano em uma operação conjunta com a Polícia dos EUA. As informações são da CNN.
Ataques durante a madrugada
Explosões e fumaça preta foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira por volta das 3h (horário de Brasília). Paralelamente, a FAA proibiu voos americanos no espaço aéreo venezuelano citando riscos de segurança.
O governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa. Enquanto Colômbia e Cuba condenaram a intervenção, o Pentágono já havia reforçado o contingente militar no Caribe nos últimos meses.
Explosões avistadas em Caracas, capital da Venezuela • Imagens obtidas pela CNN
Para a bancada governista da Alepe, “é proibido cochilar”
Por Larissa Rodrigues – repórter do blog
O período extraordinário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), aprovado ontem (2), “morgou” (em bom pernambuquês) o recesso parlamentar dos deputados da base governista. O clima na bancada aliada à governadora Raquel Lyra (PSD) é de total mobilização e concentração para tentar enfrentar sem sustos a tramitação dos projetos enviados pelo Poder Executivo à Casa.
Como diz o forró do paraibano Antônio Barros: “A poeira sobe, o suor desce, a gente vê o sol raiar, o sanfoneiro padece, mas não pode reclamar”. Nesse caso, são os deputados governistas que estão vendo o recesso padecer, porque sabem que com a oposição pernambucana “é proibido cochilar”. Teve até deputado que cancelou viagem, como Luciano Duque (SD).
O presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto (PSDB), estará de férias a partir da próxima segunda-feira (5) e a reunião de instalação do período ficará sob responsabilidade do primeiro vice-presidente, deputado Rodrigo Farias, do PSB, partido de oposição à gestão de Raquel. Em uma das vezes nas quais isso ocorreu, em fevereiro de 2025, o governo “cochilou” e perdeu as presidências de quase todas as comissões da Assembleia, o que lhe rendeu dor de cabeça o ano passado inteiro.
Como nada é tranquilo entre o Governo Raquel e a Alepe, o embate do período extraordinário já começou desde ontem, quando nenhum deputado da oposição compareceu à votação para analisar a necessidade do pedido da governadora. Em seguida, houve polêmica sobre o envio de parte dos projetos para a Procuradoria da Assembleia, antes de passarem pelas comissões.
Os deputados governistas argumentaram que a atitude se trata de uma manobra para atrasar a tramitação e prejudicar o governo. Débora Almeida (PSDB) chegou a declarar: “O que ele (Álvaro) quer é levar à Procuradoria para que ela dê um parecer do entendimento dele próprio”. A parlamentar ainda acrescentou que “quem recebeu votos do povo para apreciar matérias fomos nós, deputados e deputadas, não os procuradores”. “A constitucionalidade dos projetos é avaliada pela Comissão de Justiça”, enfatizou Débora.
Mas Álvaro Porto rebateu apresentando um inciso do Regimento Interno que o autoriza a mandar projetos para a Procuradoria antes de serem submetidos às comissões. “A prerrogativa do Presidente em solicitar pronunciamento da Procuradoria está prevista no inciso XIX do artigo 63 do Regimento Interno combinado com o parágrafo primeiro do mesmo artigo. A competência da Procuradoria decorre dos incisos VI, VII, IX e XVI do artigo terceiro da lei 15.161/2013. A análise prévia por parte do Presidente está prevista no artigo 213 do Regimento”, declarou, em nota.
Balanço positivo – Apesar da temperatura alta na relação entre os dois Poderes, marcando o início do último ano do primeiro mandato de Raquel Lyra, a líder do governo, Socorro Pimentel (UB), fez um balanço positivo de 2025, ano em que assumiu a liderança na Casa. Para ela, foi um período “marcado por grandes desafios, intensos debates e divergências políticas, mas também por avanços importantes e pela prevalência do interesse público acima das diferenças partidárias”. Segundo Socorro, o ano foi um dos mais intensos já vividos pela Alepe, “com embates duros, posições divergentes e debates acalorados que, naturalmente, provocaram desgaste político”. Ainda assim, ela avaliou que o saldo final é positivo. “Encerramos o ano com o sentimento de que, apesar das divergências, os interesses do povo de Pernambuco se sobressaíram. O diálogo e a democracia prevaleceram”, afirmou.
Parecer da Procuradoria – O presidente Álvaro Porto fez questão de destacar que apenas duas das quatro matérias enviadas à Casa foram remetidas à Procuradoria. As outras duas já estão nas comissões. Para a Procuradoria, foram enviados os projetos nº 70/2025 e nº 71/2025. “O nº 70 altera a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2026, objeto de veto pelo Executivo com rejeição liminar pelo presidente da Casa e decisão judicial que sustou os efeitos desse ato. Há necessidade de se definir qual rito do processo legislativo será adotado e se a tramitação é compatível com a pendência do exame dos vetos”, explicou Porto. O nº 71 trata sobre autorização excepcional de repasse de recursos pelo Tribunal de Justiça ao Executivo, mas o prazo expirou no último dia 30, necessitando de análise prévia da legalidade e constitucionalidade.
Reação de Débora – Por volta das 19h30 de ontem (2), a deputada Débora Almeida enviou nota à imprensa na qual subiu o tom contra o presidente Álvaro Porto, por causa do envio das matérias à Procuradoria da Alepe. “Ele pode consultar quem ele quiser, mas não pode usurpar a competência e o poder do Plenário e decidir de forma monocrática. E pior ainda não assumir o ônus das decisões autoritárias, tentando justificar que faz com base em pareceres da procuradoria da Casa”, declarou.
Cadê o capitão? – Chamou a atenção a propaganda institucional do PL com Anderson Ferreira, que foi candidato a governador em 2022 tendo como principal cabo eleitoral o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o escondeu da peça publicitária. O spot vai ao ar no rádio e na TV e ignora o ex-presidente, que não aparece nem no texto nem nas imagens. “Ser de direita é acreditar que, com coragem, podemos renovar a nossa confiança no futuro, com equilíbrio, compromisso com a liberdade e com a democracia. Simbora trabalhar!”, diz Anderson, em sua rede social. A postura foi diferente da de Gilson Machado, que mantém a fidelidade política a Bolsonaro. As informações são do blog do Nill Júnior.
Por falar em Bolsonaro – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, ontem (2), os filhos do ex-presidente, Flávio, Carlos, Renan e Laura, a visitarem o pai sem a necessidade de nova autorização judicial. A visita, no entanto, deve ser dentro dos horários da portaria da Polícia Federal (PF), que prevê que elas ocorram nas terças e quintas, entre 9h e 11h, sendo apenas duas pessoas por dia e com limitação de 30 minutos cada. As informações são da CNN. Segundo a decisão, os filhos e a enteada, Letícia da Silva, podem visitar o ex-presidente sem nova autorização.
CURTAS
Ainda no campo bolsonarista – Repercutiu no plano nacional a prisão, ontem (2), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, de Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais de Jair Bolsonaro (PL). Ele é apontado como um dos articuladores da tentativa de golpe de Estado em 2022. Martins foi preso de manhã pela PF.
Usou redes sociais – A justificativa para a prisão de Martins foi o descumprimento de medidas cautelares ao utilizar as redes sociais, mesmo com o conhecimento de que estava proibido de fazer isso. “Essas circunstâncias por si sós evidenciam o desprezo do réu pelas medidas impostas e pelo próprio sistema jurídico, pois não respeita as normas e não cumpre as decisões judiciais”, escreveu Moraes na decisão.
Direto de Brasília – De volta à presidência do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire estará no primeiro podcast do ano ‘Direto de Brasília’, comandado pelo titular deste blog, na próxima terça-feira (6). Na pauta, o cenário nacional, os escândalos do INSS e do banco Master e a eleição presidencial. Freire é defensor da pré-candidatura ao Planalto do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).
Perguntar não ofende: A oposição na Alepe prepara quantas surpresas para a bancada do governo no período extraordinário?
Uma tragédia abala a família do deputado federal Pedro Campos (PSB) na noite desta sexta-feira (2). O sogro do parlamentar, Augusto Carneiro, de 56 anos, morreu em um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife, após se envolver em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro.
Na outra moto, estava um casal. O homem de 48 anos também morreu no local. A esposa dele tem 47 anos e é enfermeira do Procape. Ela foi socorrida com vida. Uma irmã de Augusto Carneiro esteve na avenida e precisou ser amparada. Também esteve um irmão dele.
Augusto Carneiro é pai da esposa de Pedro Campos, que leva o mesmo nome dele, Augusta Carneiro, conhecida como “Guta”.
Imagens da TV Guararapes mostram o momento do acidente. De acordo com pessoas que estiveram na via e falaram com a reportagem da TV, a suspeita é de que tanto Augusto Carneiro quanto o outro motociclista teriam tentado desviar de um pedestre quando as motos se chocaram. Uma equipe da Polícia Civil esteve no local.
Uma fonte governista informou o prefeito do município de Pedra, Júnior Vaz, que obteve 65,32% dos votos nas eleições de 2024, deverá anunciar apoio ao prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, para as eleições de outubro próximo. Segundo a fonte, o anúncio é esperado para os próximos dias, embora ainda não haja confirmação oficial por parte dos envolvidos. Com informações do Blog do Finfa.
Tão logo cheguei em Triunfo, há pouco, para a seresta, fui contemplado com o livro O Triunfo da Bola – Meio século de futebol amador no oásis do Sertão, dos jornalistas Ronaldo Vasconcelos e Robério Vasconcelos. Na foto, no Betos Bar, do meu amigo Beto, está Ronaldo Vasconcelos, jornalista triunfense residente no Recife.
O Supremo Tribunal Federal (STF) promove na próxima quinta-feira um evento, em Brasília, para relembrar os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos três Poderes em Brasília. As informações são do jornal O GLOBO.
A programação é iniciada às 14h30 com a exposição “8 de janeiro: mãos da reconstrução” no Espaço do Servidor.
Em seguida, será exibido o novo documentário “Democracia Inabalada: mãos da reconstrução”, no Museu do STF.
O evento continua com uma roda de conversa com profissionais da imprensa sobre o tema, também no Museu do STF,
E termina com a mesa-redonda “Um dia para não esquecer”, no salão nobre do Supremo.
No evento do ano passado, o ministro Edson Fachin afirmou que os atos golpistas foram a “face visível” de um movimento “subterrâneo” que articulava um golpe de Estado.
— Relembrar esta data, com a gravidade que o episódio merece, constitui, também, um esforço para virarmos a página, mas sem arrancá-la da história — frisou o magistrado durante cerimônia que lembrou os dois anos do 8 de janeiro.
A equipe jurídica de Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta sexta-feira (2) ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o ex-ministro de Minas e Energia e ex-secretário de política econômica Adolfo Sachsida passe a integrar a defesa do ex-presidente.
Os advogados apresentaram, no processo de execução penal, o ato de “substabelecimento com reservas”, que consiste em delegar ao novo membro da defesa poderes de atuar no processo representando o cliente, neste caso, Bolsonaro. As informações são da CNN.
O ex-ministro também é um crítico do ministro Alexandre de Moraes. Nesta sexta, por exemplo, ele fez uma postagem nas redes sociais em que diz que o magistrado é “a maior ameaça à democracia brasileira”.
Com formação em direito e pós-graduação em economia, Sachsida foi ministro de Minas e Energia no período de maio a dezembro de 2022. Ele também esteve à frente da Secretaria de Política Econômica, no Ministério da Economia, entre janeiro de 2019 e abril de 2022.
Atualmente, fazem a defesa do ex-presidente os advogados Celso Vilardi, Paulo Cunha Bueno e Daniel Tesser. Caso passe a integrar a equipe jurídica, Sachsida também poderá ter acesso ao ex-presidente sem autorização judicial.
Bolsonaro está preso cumprindo a pena de 27 anos de prisão pela condenação pela tentativa de golpe de Estado. Ele cumpre o regime fechado na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Brasília.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que perdeu o mandato por faltas, usou as redes sociais nesta sexta-feira (2) para rebater a determinação da Polícia Federal para que ele retorne à função de escrivão. Eduardo é concursado da corporação.
“Não abdiquei de todos os privilégios parlamentares para me sujeitar aos caprichos dos bajuladores de tiranos, que chefiam a Polícia Federal”, escreveu.
Numa referência à polícia secreta da Alemanha nazista, o ex-parlamentar diz que não trocaria a “honra” pela “burocracia pública”. “Que a Gestapo faça o que bem entender com meu concurso público, jamais trocaria minha honra por um emprego na burocracia pública”. As informações são da CNN.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vive nos Estados Unidos desde março de 2025 e, caso não se reapresente, poderá ser demitido do serviço público.
Eduardo estava afastado das funções na PF para exercer o mandato na Câmara dos Deputados. No entanto, em 18 de dezembro de 2025, ele perdeu o cargo de deputado após ultrapassar o limite de ausências previsto na Constituição.
Ao longo de cerca de dez meses, o parlamentar acumulou 59 faltas não justificadas em sessões deliberativas do plenário.
Durante o período em que atuou como deputado federal, Eduardo não recebia salário como escrivão da PF. Com a perda do mandato, para voltar a ter remuneração como servidor público, ele precisa se apresentar novamente à instituição.
Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal em 2010, no estado de Rondônia, e atuou no cargo até 2015, quando foi eleito deputado federal.