A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), vai sediar, na próxima sexta-feira (29), a etapa Nordeste do Encontro Regional “Cultura e Educação – Aprender para Construir”, promovido pelo Ministério da Cultura (MINC). As secretarias de Cultura do Recife e de Pernambuco são parceiras na iniciativa. O evento será aberto às 9h, no Cinema da Fundação, campus Ulysses Pernambucano da Fundaj, no Derby.
O secretário de Formação Livro e Leitura (MinC), Fabiano Piúba, explica que o Encontro Regional “Cultura e Educação – Aprender para Construir” é o desdobramento do encontro nacional que o MinC realizou. Nele, o MEC estabeleceu algumas linhas de ações no âmbito da formação artística cultural, da educação básica e do ensino superior, como também na políticas de livro e leitura.
“Será um espaço, sobretudo, de escuta, de diálogo para qualificação dessas políticas. Acreditamos que este encontro no Recife, em Pernambuco, que tem abrangência na Região Nordeste, será muito potente, ouvindo e, sobretudo, compreendendo as proposições e as críticas como elementos importantes para a qualificação para a política de formação cultural artístico cultura/livro e leitura”, afirma.
Serviço:
Encontros Regionais de Cultura e Educação – Aprender para Construir
Considerado uma promessa em 2020, o então deputado federal mais votado da história de Pernambuco precisou vencer o debate sobre experiência com trabalho. João Campos (PSB) foi eleito prefeito sob a névoa do principiante e dobrou a aposta: juntou capacidade de trabalho com inovação, superando nomes como Jarbas Vasconcelos, Joaquim Francisco e João Paulo ao atingir a maior vitória já concedida pela população do Recife
Foi já maduro, com quase seis anos à frente do cargo, e na condição de presidente nacional do seu único partido — que Campos subiu ao altar ao lado da deputada federal e hoje sua esposa, Tabata Amaral. Mais do que um “sim”, João vem demonstrando postura de uma liderança com longevidade, pronto para os novos passos que se apresentam na sua trajetória política.
Com forte repercussão nacional, não deixou dúvidas sobre a sua candidatura ao Governo de Pernambuco, hasteando no Carnaval a bandeira do Estado ao som de ninguém menos que Alceu Valença entoando “tu vens, eu já escuto os teus sinais”. Aliados comentam que essa postura do prefeito, pronto para seguir com a sua família, carrega traços de alguém que não abre mão de inovar, de pensar grande, mas sem perder o cuidado com o detalhe.
Assim como pai, o ex-governador Eduardo Campos, João é um obcecado pelo trabalho e pelas reuniões de monitoramento. Monitora e acompanha, mas entendendo que a condição do líder não é a da centralização absoluta, nem da perseguição — consiste em extrair o melhor de quem está ao lado. Tudo isso, sem perder o brilho no olho, nem a alegria de quem gosta do que faz.
Campos dá novos passos em direção ao futuro. Pelas felicitações nas redes sociais, e pelos comentários de personalidades de todo o país, faz isso muito bem acompanhado, ao lado da sua Tábata. Agora deve ter pouco mais de um mês à frente da Prefeitura do Recife. Já refutou a lua-de-mel remunerada. E segue pronto para avançar com a experiência que segue crescendo pelo trabalho.
GUERRA ENTRE FACÇÕES – A onda de homicídios na última semana em Petrolina é resultado da guerra entre duas das principais facções que atuam no País: o Comando Vermelho, com origem no Rio de Janeiro, e o Bonde do Maluco, a principal da Bahia, que disputam o domínio do tráfico de drogas na cidade. Segundo o JC, ambas as facções já atuam em Petrolina, mas a guerra entre elas se intensificou logo após o Carnaval, com mais de dez registros oficiais de mortes nos últimos dias. Além delas, outros grupos criminosos tentam ocupar territórios, ampliando a violência no município.
Guerra em 14 municípios – Um mapeamento da Secretaria de Defesa Social, ainda segundo o JC, revela que 57% das mortes violentas intencionais em Pernambuco ocorreram em apenas 14 municípios. Os dados, referentes a 2025, reforçam a necessidade de intensificação das ações policiais nesses territórios, além da participação das prefeituras em iniciativas de prevenção cidadã. Oficialmente, 3.132 mortes foram contabilizadas pela polícia no ano passado. A taxa foi de 32,76 vidas perdidas por 100 mil habitantes, a menor da série histórica iniciada em 2004.
Concessão da Compesa – A concessão da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) deve ser assinada no próximo dia 27 de março. O presidente da estatal, Douglas Nóbrega, revelou ao DP que a transição das operações de abastecimento hídrico e saneamento básico para as empresas vencedoras do leilão de concessão parcial da corporação, em dezembro de 2025, deve acontecer em seis meses. As empresas estão divididas em dois lotes: um da Região Metropolitana e um do Sertão. As corporações ficarão responsáveis pelos serviços de distribuição de água tratada e esgotamento sanitário de dois blocos: MRAE Sertão, que reúne 24 cidades, e RMR Pajeú, com 150 municípios, além de Fernando de Noronha.
A conta cara da redução da jornada – A redução da jornada de trabalho no Brasil pode impor um custo de R$ 122 bilhões ao comércio e de R$ 235 bilhões ao setor de serviços, segundo estudo da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). A proposta que está em debate no Congresso altera o regime 6 x 1 e limita a carga semanal, hoje em 44 horas, a 40 horas. Para a entidade, a mudança tende a pressionar os preços e o emprego formal. O economista-chefe da CNC, Fábio Bentes, apresentou os dados, ontem, em Brasília. Segundo ele, a medida pode elevar os preços em até 13% e reduzir até 638 mil vagas formais, conforme simulações que incluem estudos da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
Estilo Marco Maciel – O presidente estadual da federação PP-União Brasil, Eduardo da Fonte, é ninja no jogo da política. Pressionado pela governadora, para que antecipe o apoio do PP à sua reeleição, Dudu, como é mais conhecido, esticou a corda. Como tem até 4 de abril, prazo final do troca-troca partidário, para sinalizar o que deseja em relação ao alinhamento com uma das candidaturas a governador, por enquanto vai exercitando a máxima de Marco Maciel: quem tem prazo, não tem pressa.
CURTAS
AFASTADO – Um dos fenômenos eleitorais do pleito proporcional de 2022, o deputado estadual Gilmar Júnior (PV), que teve mais de 68 mil votos, grande parte da classe dos enfermeiros, categoria que honra em seu mandato, se distanciou do deputado federal Clodoaldo Magalhães. E com razão: Magalhães tem fama de não cumprir acordos.
MADRUGADOR – O deputado João Paulo (PT) não tem fama de madrugador por acaso: quem o procura para agendar encontros toma um susto: chega ao seu gabinete na Assembleia Legislativa por volta das 7 da matina, depois, claro, de levitar na sua meditação transcendental.
PODCAST – O presidente do Iphan, Leandro Grass, deve confirmar, hoje, no meu podcast Direto de Brasília, em parceria com a Folha de Pernambuco, a sua pré-candidatura a governador do Distrito Federal pelo Partido dos Trabalhadores. Grass vai falar também das políticas que vem tocando na manutenção da preservação dos monumentos brasileiros.
Perguntar não ofende: Quem sabe mexer melhor o tabuleiro da política do que Dudu da Fonte?
O município de São José do Egito recebeu, nesta segunda-feira (23), o Título Honorífico de Capital Pernambucana da Terra da Poesia, concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco. A honraria é resultado do Projeto de Resolução nº 3364/2025, de autoria do deputado estadual Gustavo Gouveia. A cerimônia contou com a presença de autoridades, representantes culturais, poetas, repentistas e lideranças do Sertão do Pajeú.
Durante o evento, o deputado destacou o reconhecimento oficial à tradição cultural do município. “São José do Egito é um símbolo da resistência e da riqueza cultural do nosso Sertão. Reconhecer oficialmente essa vocação é reafirmar o compromisso com a preservação da nossa história e da nossa identidade”, afirmou Gustavo Gouveia.
Conhecida como “Terra da Poesia”, a cidade é referência na cantoria de viola, na literatura de cordel e na realização de festivais culturais. Ao longo dos anos, revelou nomes importantes da poesia popular e consolidou sua posição como um dos principais polos culturais do Nordeste, tendo sua tradição agora formalizada por meio do título estadual.
Valdemar da Costa Neto e Antônio Rueda, presidentes do PL e do União Brasil, admitiram que é alta a chance da aprovação do fim da escala 6×1 no Congresso Nacional e afirmaram que vão tentar impedir que o tema seja votado em Plenário antes da eleição. Ao se posicionarem contra o projeto durante jantar promovido pelo Esfera Brasil, na noite desta segunda (23), em São Paulo, os dois foram aplaudidos por empresários. Entre os convidados, havia representantes de marcas como Google, iFood, JHSF, dos setores de varejo e outras.
Rueda afirmou que tem uma “posição pessoal” contra o projeto porque ele “vai onerar o setor produtivo e gerar inflação”, mas disse que é “muito difícil” que os deputados e senadores de seu partido que buscam uma reeleição votem contra a proposta porque isso lhes custariam votos. As informações são do jornal O GLOBO.
— É uma posição muito cruel para quem está disputando uma reeleição ou um outro mandato. A gente tem que ter inteligência e segurar que essa votação vá para o Plenário, porque se ela for a Plenário, vai ser avassaladora (a aprovação). É um assunto muito penoso para o setor produtivo, eu tenho uma posição pessoal que eu vou defender junto à minha bancada. Isso vai ser um desatino, quem vai pagar essa conta são os consumidores, Eu defendo que a gente possa construir uma “barrigada” (protelada) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados). Eu defendo aqui uma posição, junto com o Valdemar em que a gente possa construir uma unidade dentro das comissões, principalmente na CCJ, para a gente poder ir “barrigando” isso — falou.
Valdemar também comentou sobre o projeto, afirmando que “se o camarada votar contra é muito difícil para ele” e reforçando a necessidade de “pressão” do setor empresarial no Congresso.
– Nós temos que trabalhar para não deixar votar de jeito nenhum, pedir a pressão dos empresários em cima de seus deputados, para a gente segurar isso para não votarmos. Se puser isso em pauta, é muito difícil não passar, eu tenho que ser honesto com vocês — disse o presidente do PL — O que nós pretendemos fazer? Trabalhar com o presidente da Câmara e segurar isso aí na CCJ, é onde será a guerra.
O presidente Lula (PT) trabalha para votar a proposta o quanto antes, e tem ao seu lado o presidente da Câmara, Hugo Motta, que sinalizou que vai dar prioridade ao tema. Em vídeo publicado neste domingo, Motta disse que o relator na CCJ da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre o fim da escala 6×1 será indicado no início desta semana. A ideia é votar reunir na PEC os textos apresentados pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que defendem mudanças na Constituição para permitir a redução da jornada semanal de trabalho, com a revisão do atual modelo de seis dias de trabalho para um de descanso.
O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) que vai revogar o Decreto 12.600, editado no ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa estudos para a concessão à iniciativa privada da hidrovia do Rio Tapajós e de outros dois rios amazônicos – o Madeira e o Tocantins.
A decisão foi comunicada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília.
A revogação da norma era a principal reivindicação de povos indígenas, especialmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no Oeste do Pará. As informações são da Agência Brasil.
Há mais de um mês, os indígenas organizam protestos contra o Decreto. Eles chegaram a ocupar o escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Tapajós, e lideravam protestos também em São Paulo e na capital federal, com um grupo de indígenas acampado em Brasília.
“Os povos indígenas vêm de uma manifestação de mais de 30 dias questionando o decreto, apontando os efeitos que poderiam ter para suas comunidades, também para quilombolas e ribeirinhos. A Secretaria-Geral da Presidência e o Ministério dos Povos Indígenas têm feito o diálogo nesse período e, após um processo de discussão dentro do governo, que ouviu várias posições, hoje se firmou a decisão pela revogação do Decreto 12.600”, disse Boulos.
“Esse é um governo que tem compromisso com a escuta do povo, com a escuta dos trabalhadores, com a escuta dos povos indígenas. Esse é um governo, inclusive, que leva a escuta ao ponto de recuar de uma decisão própria, por entender, compreender a posição desses povos. Esse não é o governo que passa a boiada, esse não é o governo que passa por cima da floresta, que passa por cima dos povos originários”, acrescentou o ministro, em declaração a jornalistas.
Comemoração Nas redes sociais, as organizações indígenas que lideravam os protestos comemoraram a decisão.
Hidrovias O modal aquaviário é considerado um importante corredor logístico para escoar produtos do agronegócio, especialmente oriundos do Mato Grosso e que usam portos do Pará para a exportação. O modelo, no entanto, enfrenta resistência das comunidades instaladas nas áreas ribeirinhas.
Estima-se que cerca de 7 mil indígenas de 14 etnias diferentes vivam no Baixo Tapajós, segundo o Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (CITA), que representa os povos da região.
Histórico
No ano passado, após o protesto de indígenas Muduruku que interditou a entrada da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, o governo chegou a se comprometer com a realização da consulta prévia aos povos do Rio Tapajós sobre o projeto de hidrovia na região, seguindo uma determinação da Convenção nº 169 da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Para nós, é considerar o direito à consulta, livre, plena e informada, o direito de escuta, como foi anunciado em novembro na COP30, em diálogo com eles. Então, aqui, hoje, a gente vem reafirmar esse nosso compromisso com o respeito à Convenção 169 e o direito de escuta dos povos”, afirmou a ministra Sônia Guajajara.
No início de fevereiro, o governo já havia decidido suspender o processo de contratação de uma empresa para realizar a dragagem do leito do Rio Tapajós, obra que permitira a passagem de embarcações mesmo em períodos de maior seca do rio.
As entidades indígenas da região criticam a falta de estudos ambientais adequados e o impacto da concessão da hidrovia e da dragagem do rio sobre territórios tradicionais, modos de vida e espiritualidade do povos.
Eles também alertam para riscos ambientais e sociais associados à pesca, erosão das margens, ressuspensão de substâncias contaminantes depositadas no fundo do rio e danos que podem ser irreversíveis em um dos principais corredores ecológicos da Amazônia.
Em mais um gesto de moderação para tentar furar a bolha bolsonarista, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma publicação no X pedindo apoio a “todas, todos e todes”.
“Tá todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é vencer a eleição!. Gostaria de contar com apoio de todas, todos, todes, todys e todoXs”. As informações são da CNN.
Tá todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é ganhar a eleição! Gostaria de contar com todas, todos, todes , todys e todXs! pic.twitter.com/mFvWxIYbWA
O pré-candidato ao Palácio do Planalto busca se apresentar como uma versão moderada do pai.
A publicação chama atenção porque a linguagem neutra é sempre duramente atacada por bolsonaristas.
A publicação de Flávio também foi lida entre bolsonaristas como uma resposta ao embate público entre Nikolas Ferreira (PL-MG) e Eduardo Bolsonaro, que cobra mais empenho do deputado mineiro na pré-campanha do irmão.
Ao cancelar a reunião na qual ouviria a opinião dos membros do PP de Pernambuco sobre sua possível candidatura ao Senado, o deputado federal Eduardo da Fonte, presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, seguiu a premissa do ex-senador Marco Maciel, segundo a qual quem tem tempo não tem pressa.
O parlamentar vai remarcar outro encontro após a homologação da federação, segundo integrantes do PP ouvidos por este blog, e também quando todos do grupo decidirem por quais legendas disputarão as eleições deste ano.
O raciocínio é de que não fazia sentido a reunião de hoje porque não se sabe quem ainda estará na federação após o fim da janela partidária, em 4 de abril.
Segundo informaram as fontes, Eduardo da Fonte quer ouvir a opinião daqueles que ainda estiverem no grupo após o encerramento do prazo para a mudança de partido.
O PP divulgou uma nota, há pouco, reiterando que a única coisa possível de se dizer, no momento, seria apoio administrativo ao Governo Raquel Lyra (PSD), do qual o PP faz parte, mas nada relacionado a apoio político para a reeleição da governadora.
Se faz parte da gestão e ainda não definiu internamente seu rumo, o PP só pode dizer hoje que continua na base e isso não pode ser considerado, como disseram vários aliados de Eduardo, em reserva, alinhamento à reeleição de Raquel.
O desembargador Erik Simões tomou posse, nesta segunda-feira (23), como vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). O magistrado passa a integrar a Corte no biênio 2026-2028. A cerimônia foi realizada no plenário do tribunal, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.
O diretor-executivo da Folha de Pernambuco, Paulo Pugliesi, prestigiou o evento representando o presidente do Grupo EQM e fundador do jornal, Eduardo de Queiroz Monteiro. As informações são do Blog da Folha.
Em seu discurso, Simões afirmou ter plena consciência da responsabilidade de integrar “um dos melhores tribunais do país”, destacando a atuação de magistrados e servidores. Ele ressaltou que o TRE-PE foi recentemente agraciado com o selo Diamante pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a mais alta premiação concedida pelo órgão, recebida pela quarta vez, o que reafirma o destaque nacional da Corte entre os tribunais eleitorais.
O novo vice-presidente também enfatizou o compromisso da Justiça Eleitoral diante das eleições gerais deste ano. Segundo ele, o tribunal estará atento para assegurar que a vontade do eleitor prevaleça, sem interferência do poder econômico ou de quaisquer meios coercitivos que comprometam a livre manifestação da população. “Buscamos a construção de um país mais justo, igualitário, harmônico e pacífico, na defesa intransigente da democracia, garantindo eleições seguras, justas e imparciais”, afirmou.
Simões é desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) desde 2012, ocupando vaga destinada ao Ministério Público de Pernambuco pelo Quinto Constitucional. Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é titular da Primeira Câmara de Direito Público.
Diversas autoridades acompanharam a posse, entre elas a governadora Raquel Lyra, a vice-governadora Priscila Krause, o vice-prefeito do Recife, Victor Marques, representando o prefeito João Campos; o senador Humberto Costa; o presidente do TJPE, Francisco Bandeira; e o vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-6), Eduardo Pugliesi.
A Prefeitura de Buíque anunciou reajuste de 6% no piso salarial do magistério municipal, elevando o vencimento-base dos professores para R$ 5.485,87, valor acima do piso nacional, atualmente fixado em R$ 5.130,63. Segundo a gestão, o aumento foi planejado com base na responsabilidade fiscal, com o objetivo de manter o equilíbrio das contas públicas e garantir a sustentabilidade financeira do município.
Além do reajuste salarial, a administração municipal informou que a volta às aulas de 2026 será marcada por investimentos na rede de ensino, incluindo a entrega de fardamentos e kits escolares para estudantes e professores.
O ex-prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, divulgou nota em resposta às declarações da prefeita Polyanna Abreu (PSDB) sobre a retirada das câmeras de monitoramento no município. No comunicado, ele contesta a justificativa apresentada pela atual gestão, que atribuiu a descontinuidade do serviço a débitos herdados da administração anterior.
Não é novidade para ninguém que a prefeita de Sertânia é especialista em mentir. E mais uma vez ela usa de falsos artifícios para fugir de sua responsabilidade como gestora pública. Em resposta a este Blog, Pollyanna Abreu alega que o cancelamento das câmeras de monitoramento na cidade ocorreu por dívidas da minha última gestão, o que não é verdade.
Ao acessar o Portal Tome Contas, do Tribunal de Contas do Estado, órgão de fiscalização e muita credibilidade, podemos chegar à verdade. Em 18 de março de 2025, seu primeiro ano de gestão, Pollyanna fez um empenho de R$ 264 mil à empresa Sinalvida – dispositivos de segurança viária LTDA, uma das responsáveis pelo monitoramento da cidade. Em 20 de outubro do mesmo ano, a gestão fez a anulação do empenho, de R$ 233.026,17, tendo pago apenas R$ 1.486,47 referente a impostos.
No mesmo portal, também é possível ter acesso aos dados de pagamento da empresa Consuma Comercial, outra companhia de monitoramento da cidade. Em 30 de abril de 2025, Pollyanna também fez um empenho de R$ 264 mil, mas anulou em 10 de outubro do mesmo ano R$ 212.376,99. Neste período, fez o pagamento de apenas R$ 2.477,90 à referente aos impostos do serviço.
Não é verdade que as empresas encerraram o monitoramento em Sertânia devido às dívidas da nossa gestão. Somente após um ano e dois meses da administração de Pollyana, com empenhos realizados, cancelados e dívidas da atual gestão em aberto, é que as câmeras foram retiradas.
Como alguém que fala a verdade, não posso deixar de dizer que ao final de R$ 2024, deixamos em resto a pagar o valor de R$ 34.647,63 à empresa Sinalvida como despesas continuadas de forma legal.
Pollyanna falta com a verdade e tenta enganar a população, jogando para gestão anterior os erros de sua administração, mas o povo sertaniense já percebeu seu jogo de desculpas. A prefeita passou todo ano de 2025, além do início de 2026, sem pagar a empresa e ainda anulou os empenhos. Vamos continuar trazendo as verdades que Pollyanna tenta esconder.
A reunião do Partido Progressistas (PP), que seria realizada na tarde desta segunda-feira (23), com o objetivo de ouvir lideranças da sigla sobre uma eventual candidatura de Eduardo da Fonte ao Senado, foi cancelada.
O deputado federal, presidente da Federação União Progressista em Pernambuco, precisou viajar às pressas para um compromisso em Brasília. Nova data será agendada, mas não há previsão.
Deputados e pré-candidatos do interior chegaram a comparecer à sede do PP, no bairro do Pina, no Recife. Mas, no final da tarde desta segunda-feira, só assessores estavam no espaço.
O desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), Luís Carlos Balbino Gambogi, assume temporariamente a vaga do ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a partir desta segunda-feira (23).
Buzzi foi afastado cautelarmente pelo próprio STJ, no início de fevereiro. Ele é alvo de apuração por importunação sexual após ser acusado por uma jovem de 18 anos. Uma nova denúncia foi apresentada em seguida por outra mulher, que prestou depoimento à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça. As informações são do g1.
Em mensagem enviada a colegas do STJ, Buzzi negou as acusações. “Jamais adotei conduta que envergonhasse a família ou maculasse a magistratura”, afirmou.
Formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Gambogi também tem mestrado e doutorado em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Antes de ingressar na magistratura, ele atuou como advogado e foi deputado estadual constituinte por Minas Gerais entre 1987 e 1991. Ele também ocupou cargos na administração estadual.
Após um policial militar (PM) ser punido em Pernambuco com três dias de detenção por causa do tamanho do bigode, mais um episódio está repercutindo entre os policiais. Outro PM recebeu sete dias de detenção por ter esquecido de prestar continência. Este blog teve acesso ao boletim interno datado de 13 de janeiro de 2026 determinando a punição.
O militar punido é um soldado, enquanto o outro militar que não teria recebido a continência é um sargento. Fontes deste blog na Secretaria de Defesa Social afirmaram que a tropa está revoltada com a situação.
“É obrigatório o que de menor patente preste continência ao superior, e o superior precisa devolver essa continência. A gente sabe. Mas esse tipo de punição com esse rigor nos dias de hoje não cabe mais. Igual ao do bigode”, afirmou uma das pessoas, sob sigilo.