O deputado federal Fernando Monteiro foi um dos painelistas da abertura do concorrido Fórum de Lideranças do Mercado Segurador, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) de hoje até domingo na Praia do Forte, na Bahia.
O Fórum de Lideranças do Mercado de Seguros constitui uma plataforma de diálogo e relacionamento dedicada à agenda estratégica do Setor no âmbito dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, reunindo autoridades públicas e lideranças empresariais. O objetivo do evento é debater as prioridades da indústria, pensando no aperfeiçoamento do ambiente de negócios do país e as contribuições para o seu desenvolvimento econômico e social.
Em evento no Recife, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra (PSD), a federação União Progressista (UB-PP) reafirmou, hoje, o seu apoio à reeleição da gestora estadual. Presidente da federação partidária no Estado, o deputado federal Eduardo da Fonte declarou, na ocasião, que o grupo está unido no propósito de reconduzir Raquel à renovação do seu mandato, sempre priorizando os interesses do povo pernambucano. O ato, realizado na sede do PP, no bairro do Pina, reuniu deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores e mais uma série de lideranças políticas de todas as regiões.
“Quero agradecer a Eduardo da Fonte pela sua capacidade de diálogo, que nos permitiu firmar essa parceria no dia de hoje. O Progressistas esteve conosco desde o primeiro momento, quando assumimos o governo lá em 2023. O povo sabe que quando a gente fala é para valer, e as pessoas estão vendo que nós fazemos diferente, e estamos levando segurança, saúde e educação de qualidade para os filhos de Pernambuco. Por isso, é hora de deixar as diferenças de lado e olhar para frente, para o que é essencial, que é o futuro do nosso povo”, cravou a governadora Raquel Lyra.
Anfitrião do evento, o deputado federal Eduardo da Fonte chamou atenção para a qualidade do trabalho que a gestora tem desenvolvido ao lado da sua equipe, e declarou que dentro do seu grupo o apoio à reeleição de Raquel é um desejo majoritário. “Temos ao nosso lado deputados, prefeitos, vereadores, pré-candidatos e, sobretudo, pessoas unidas que querem o bem de Pernambuco, que trabalham conosco defendendo os interesses do nosso povo. O tempo da política às vezes nos deixa um pouco ansiosos, mas tudo acontece na hora certa, e por isso estamos aqui hoje para selar o apoio a este que já é o maior time político do Estado de Pernambuco”, observou o parlamentar.
Acompanharam o ato os deputados federais Lula da Fonte e Túlio Gadêlha; os deputados estaduais Dannilo Godoy, Claudiano Martins Filho, Kaio Maniçoba, Pastor Cleiton Collins, Joel da Harpa e Adalto Santos; além dos prefeitos Paquinha (Macaparana), Sérgio Colin (Toritama), Júnior de Beto (Palmares), Edmilson Cupertino (Moreno), Paulo Galvão (Itamaracá), Henrique Queiroz (Buenos Aires), Júnior de Rivaldo (Saloá), Júnior de Audálio (Manari), Carlinhos da Pedreira (Barreiros), Miruca (Água Preta), Berg de Hacker (Rio Formoso), Arnóbio Gomes (Terezinha), Wilson Lima (São João), Zé Elias Filho (Calçado), Gena Lins (Taquaritinga do Norte), além de vice-prefeitos, vereadores e outras de lideranças políticas.
Meu irmão Augusto Martins, secretário de Cultura de Afogados da Ingazeira, vai ser homenageado, logo mais, como um dos três secretários da área mais dinâmicos, competentes e criativos do Sertão do Pajeú, segundo pesquisa coordenada por uma agência de publicidade.
Só faltam 10 dias para o primeiro evento em comemoração aos 20 anos deste blog: o jantar de adesão, no próximo dia 18, a partir das 19 horas, no restaurante Sal e Brasa Jardins, na Avenida Rui Barbosa. O segundo será o 1º Forró do Magno, em 13 de junho, no Sesc, em Arcoverde, a partir de meio-dia, animado pela super Oara e a participação de vários artistas, entre eles, meu amigo Maciel Melo.
O jantar de adesão já está esgotado. Planejado para apenas 300 pessoas, devido às restrições de espaço do ambiente, as pulseiras de acesso estão disponíveis com a cerimonialista Branca Góes. Quem adquiriu e ainda não retirou, favor contactar pelo número: (81) 9.9973-6095.
Será uma noitada bem especial e com muita música também. Vários artistas passarão por lá para homenagear o blog e dar uma “canjinha”, entre eles, Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Fabiana Pimentinha, Cristina Amaral, Irah Caldeira, Walquiria Mendes e Novinho da Paraíba.
Todos sob a batuta do meu amigo Renato Bandeira. Renatinho, como é tratado pelos colegas de profissão e amigos mais próximos, é violonista, guitarrista, arranjador e produtor musical, reconhecido pela versatilidade na MPB e música instrumental.
Integrante da Spok Frevo Orquestra, acompanhou grandes nomes como Dominguinhos e Gal Costa, destacando-se no frevo e no jazz. Atua também em projetos como o “Renato Bandeira Trio” e “Som de Madeira”. Desenvolve ainda projetos intimistas, como o show “Buarque-se” com Marina Duarte, e lidera seu próprio trio de jazz.
Renatinho também é comentarista do Sextou, programa musical que apresento pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife.
Quanto ao segundo evento, o 1º Forró do Magno, no Sesc, em Arcoverde, dia 13 de junho, a partir do meio-dia, as mesas já estão disponíveis para venda através do número: (87) 9.9973-6095. Além da Super Oara e do sensacional Maciel Melo, outros artistas passarão por lá para cantar e homenagear o blog.
Haverá, por fim, um terceiro evento para fechar as festividades dos 20 anos em alto astral: um jantar de adesão em Brasília. A ideia era promover logo em seguida ao forró de Arcoverde, mas Brasília fica esvaziada em junho, em seguida vem o recesso de julho. Em razão disso, ficou agendado para 11 de agosto.
A Prefeitura de Arcoverde realizou, ontem, a entrega de novos equipamentos destinados às áreas de saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento rural do município. A ação ocorreu no Pátio de Eventos e contou com a presença do prefeito Zeca Cavalcanti, do vice-prefeito Siqueirinha, do deputado estadual Gustavo Gouveia, do ex-presidente da Amupe Marcelo Gouveia e de vereadores da cidade. Segundo a gestão municipal, os investimentos ultrapassam R$ 4,5 milhões.
Entre os equipamentos entregues estão quatro ônibus escolares, três retroescavadeiras, um trator agrícola, uma ambulância UTI móvel, um caminhão-pipa, uma grade aradora e duas roçadeiras hidráulicas. De acordo com a prefeitura, os equipamentos serão utilizados em ações voltadas ao transporte escolar, atendimento em saúde, apoio ao homem do campo e manutenção de estradas vicinais.
A agenda também incluiu o anúncio de mais de R$ 2,2 milhões para investimentos na área da saúde. Segundo a gestão, os recursos são resultado de emendas parlamentares, parcerias institucionais e apoio do Governo de Pernambuco. “Equipamentos que chegam para reforçar a educação, saúde, agricultura e infraestrutura de Arcoverde”, afirmou a vereadora Célia Galindo nas redes sociais.
O domingo das mães (10/05) está se aproximando. E com a data, vêm as lembranças e memórias afetivas. A cozinha, por exemplo, é um lugar que guarda histórias, boas risadas, afeto e receitas. E foi justamente a comida que aproximou Vânia dos Santos de sua mãe. A empreendedora era criança quando via dona Amara cozinhar e sentia o aroma se espalhar pela casa inteira.
O dom em cozinhar e a necessidade de sustentar a família conduziram dona Amara pelo caminho do empreendedorismo: ela ficou à frente do Cantinho da Amara por mais de 15 anos. A filha Vânia acompanhou a trajetória e aprendeu sobre negócios com a mãe.
Depois de muito trabalho e já com uma clientela fiel, dona Amara morreu em 2014, mas deixou as receitas como legado e seu “Cantinho” ainda vive. Atualmente, Vânia toca os negócios no restaurante, no bairro de Afogados, zona oeste do Recife, com o mesmo ‘jeito Amara de ser’: carismática e com o dom da culinária.
E essa trajetória não é isolada: de acordo com dados do IBGE (2024), o empreendedorismo entre mães e filhas é uma das formas de gerar novas empresas familiares que, no Brasil, representam cerca de 90% do mercado empresarial.
Mas os dados são apenas um detalhe, já que o segredo mesmo está no capricho e na perpetuação da culinária. Durante a trajetória, Vânia aprendeu uma receita com a mãe que marcou sua vida: o Guisado de Alcatra.
Anote:
Guisado de Alcatra Ingredientes:
1 kg de alcatra cortada em cubos 2 colheres de sopa de vinagre 3 dentes de alho amassados 1 cebola grande picada 1 tomate picado 1/2 pimentão picado 2 colheres de sopa de óleo ou azeite 1 colher de chá de colorau Sal e pimenta a gosto Cheiro-verde a gosto 2 xícaras de água 2 batatas cortadas (opcional) 1 cenoura em rodelas (opcional)
Modo de preparo:
1 – Tempere a carne com vinagre, alho, sal e pimenta-do-reino. Deixe descansar por pelo menos 20 minutos.
2 – Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola até dourar.
3 – Adicione a carne e deixe selar bem, mexendo até ficar douradinha.
4 – Acrescente o tomate, o pimentão e o colorau e misture bem.
5 – Coloque a água, tampe a panela e deixe cozinhar em fogo médio (de 30 a 40 minutos). Depois, adicione a batata e a cenoura e cozinhe. Finalize com cheiro-verde.
Dica: o vinagre ajuda a quebrar a fibra da carne, deixando o guisado mais macio.
O prefeito de Goiana, Marcílio Régio, visitou as obras da futura unidade do SEST SENAT no município e acompanhou o andamento da implantação do equipamento, voltado à oferta de cursos de qualificação profissional, serviços de saúde e capacitação para trabalhadores, especialmente do setor de transporte. Durante a agenda, representantes da instituição e da prefeitura também discutiram possíveis parcerias para ampliação de ações voltadas à formação da mão de obra local.
Segundo a gestão municipal, a expectativa é de que a unidade atenda trabalhadores de Goiana e de municípios vizinhos, fortalecendo a oferta de capacitação profissional na região. “O SEST SENAT chega para fortalecer a qualificação profissional, abrir novas oportunidades e contribuir diretamente para o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou Marcílio Régio.
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (8), em Santa Cruz do Capibaribe, que participa das articulações para viabilizar a construção de um centro de convenções no Polo de Confecções do Agreste. Segundo ele, o projeto deverá contar com recursos federais e emendas parlamentares. O anúncio foi feito durante entrevista a uma rádio local, durante agenda no município.
De acordo com João Campos, o modelo de financiamento está sendo discutido junto ao Ministério da Micro e Pequena Empresa e ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com apoio dos deputados Felipe Carreras e Diogo Moraes. “A gente conseguiu viabilizar dentro do Ministério da Micro e Pequena Empresa e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços um modelo para a construção de um centro de convenções”, afirmou. Durante a passagem pela cidade, o pré-candidato também visitou o Moda Center Santa Cruz e o Calçadão Miguel Arraes de Alencar, acompanhado de lideranças políticas da região.
A pouco mais de três meses de se completarem 50 anos da morte de Juscelino Kubitschek, um relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) afirma que o ex-presidente foi morto em 1976 pela ditadura, e não vítima de um acidente automobilístico, como concluído à época e repetido pela Comissão Nacional da Verdade.
Elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão, relatora do caso da morte de JK na CEMDP, o texto está sendo examinado pelos demais conselheiros do colegiado e será votado no próximo encontro do grupo –uma reunião com esse propósito chegou a ser agendada para 24 de abril em São Paulo, mas foi adiada porque os integrantes pediram mais tempo para estudar o documento, que tem mais de 5.000 páginas, incluindo anexos. As informações são da Folha de S. Paulo.
O relatório deve ser aprovado pelos conselheiros da comissão, apurou a reportagem. Reviravolta num caso controverso há tanto tempo, a medida é significativa pelo fato de a CEMDP ser um órgão de Estado –instituído por lei em 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso, atualmente tem apoio técnico-administrativo do Ministério dos Direitos Humanos.
Sua finalidade é reconhecer pessoas mortas ou desaparecidas em razão de atividades políticas de 1961 a 1988, buscar localizar seus corpos e emitir pareceres sobre os requerimentos feitos por seus familiares.
Revelada no ano passado pela Folha, a decisão de reexaminar o caso da morte de JK manteve acesa uma novela que mobiliza versões e inflama correntes políticas desde que o ex-presidente morreu, em 22 de agosto de 1976.
Naquele domingo, o Opala em que estava o político mineiro, conduzido por seu motorista e amigo Geraldo Ribeiro, foi atingido por uma carreta na via Dutra. Desgovernado, o veículo atravessou o canteiro central e invadiu a pista oposta, sendo destruído pela colisão. Ribeiro também morreu no desastre.
Diversas investigações buscaram elucidar por que o motorista perdeu o controle do Opala. As conduzidas pela ditadura concluíram que logo antes da batida o carro foi atingido por um ônibus da viação Cometa ao tentar ultrapassá-lo. Foi o mesmo veredito de uma comissão externa da Câmara dos Deputados em 2001 e da Comissão da Verdade em 2014. Por essa versão, tratou-se de um acidente.
Outras apurações concluíram que JK foi, na verdade, vítima de um atentado político, reunindo indícios de que não houve batida entre o Opala e o ônibus e de que o carro se desgovernou por alguma ação externa —sabotagem mecânica ou mesmo um tiro ou envenenamento do motorista.
Essa foi a conclusão das Comissões Estaduais da Verdade de São Paulo —amparada por um grupo de trabalho com pesquisadores das universidades USP e Mackenzie— e de Minas Gerais e da Comissão Municipal da Verdade de São Paulo.
Conforme apurou a Folha, o relatório de Maria Cecília Adão vai nessa mesma linha e tem como referência também um inquérito civil conduzido pelo MPF (Ministério Público Federal) por seis anos, de 2013 a 2019 –concluído, portanto, depois do relatório final da Comissão da Verdade–, mas divulgado só em 2021, considerado a investigação mais completa sobre o tema.
O inquérito do MPF descartou que tenha havido choque entre o ônibus e o Opala, mas concluiu ser “impossível afirmar ou descartar” a hipótese de atentado, “vez que não há elementos materiais suficientes para apontar a causa do acidente ou que expliquem a perda do controle do automóvel”.
O procurador da República Paulo Sérgio Ferreira Filho escreveu que “houve falhas severas nas investigações realizadas pelo Estado brasileiro”. Cita entre elas os processos por homicídio culposo contra Josias Oliveira, o motorista do ônibus da Cometa que teria batido no Opala –ele terminou absolvido–, e a ausência, nas perícias médicas da época, de laudo toxicológico para substâncias distintas do álcool, para saber se pode ter havido intoxicação ou envenenamento de Geraldo Ribeiro.
Mas a “peça chave” para entender o que houve, que constitui a “maior contribuição que o (…) inquérito civil trouxe para o caso”, segundo o procurador Ferreira Filho, foi uma perícia conduzida pelo engenheiro Sergio Ejzenberg, especialista em transportes, convidado pelo MPF para examinar laudos feitos em 1976 e 1996 pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), do Rio —que embasaram a tese oficial de choque do ônibus no Opala– e preparar um novo estudo sobre o acidente.
O trabalho de Ejzenberg, que inclui vídeos em 3D simulando o desastre, demoliu tecnicamente os laudos anteriores e rejeitou a hipótese de que tenha havido uma colisão com o ônibus antes de o Opala se desgovernar. Segundo ele, as conclusões da Comissão da Verdade “se apoiaram em laudos imprestáveis do ICCE, sendo, portanto, conclusões equivocadas”.
O reexame do caso pela CEMDP não incluiu novas investigações. O relatório de Maria Cecília Adão compila todos os trabalhos pregressos –com ênfase no mais recente, o do MPF– e apresenta arcabouço jurídico para sustentar a tese de responsabilidade do Estado, calcada na teoria do “in dubio pro victima” (na dúvida, a favor da vítima), defendida por juristas como Gilberto Bercovici (professor titular de direito da USP) e o argentino Luis Moreno Ocampo (ex-procurador-chefe do Tribunal Penal Internacional).
O relatório ressalta o contexto político da morte. Favorito nas eleições presidenciais que ocorreriam em 1965 caso não tivesse havido o golpe, JK votou em Castello Branco na eleição indireta no Congresso que tornou o general o primeiro presidente-ditador acreditando que os militares manteriam o pleito direto no ano seguinte. Pouco após o golpe, ainda em 1964, o mineiro, que era senador, teve seu mandato cassado e seus direitos políticos suspensos por uma década.
JK foi um dos líderes da Frente Ampla, grupo de oposição à ditadura sufocado pelos militares. Apoiada pelos EUA, a Operação Condor, ação coordenada entre ditaduras do Cone Sul para perseguir opositores políticos, planejou eliminar lideranças políticas da região. Numa carta de Manuel Contreras (chefe da polícia secreta chilena e cabeça da Condor) a João Figueiredo, então chefe do SNI e futuro presidente-ditador, o nome de JK foi citado junto com o do diplomata e ativista chileno Orlando Letelier como ameaças à estabilidade dos governos da região. Letelier foi assassinado pela ditadura chilena num atentado em Washington em 1976.
Um paradigma a ser seguido no caso JK é o da estilista Zuzu Angel, cuja morte, num acidente de automóvel em 1976, a CEMDP trouxe evidências de ter sido de responsabilidade da repressão. No caso de Zuzu, um primeiro julgamento da comissão não reconheceu o pedido da família para que fosse considerada vítima do Estado, mas investigação posterior, com novos laudos e testemunhas, mudou o resultado, afirmando que o acidente foi na verdade um atentado.
Diferentemente de Zuzu, o possível reconhecimento de JK como vítima política não ensejará indenização financeira à sua família, porque a reabertura do caso ocorreu depois de expirados os prazos para requerimentos fixados pela lei que criou a comissão (tampouco houve pedidos da família nesse sentido). A reabertura do caso foi justificada com o argumento de esclarecimento da verdade histórica.
Ao concluir que JK teve uma morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro por perseguição política, o colegiado poderá aprovar também que sua certidão de óbito e a de Geraldo Ribeiro sejam retificadas para registrarem essa conclusão –como tem ocorrido há um ano e meio com dezenas de vítimas da ditadura a partir de um convênio entre a CEMDP e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Procurada, a relatora Maria Cecília Adão disse que não se manifestaria, por se tratar de tema ainda em deliberação pela comissão.
Entre os sete conselheiros, o relatório elaborado por ela deve ser aprovado com ao menos cinco votos: o dela própria e os de Diva Santana (familiares de mortos e desaparecidos), Natália Bonavides (Câmara dos Deputados), Vera Paiva (filha de Rubens Paiva, representante da sociedade civil) e da procuradora Eugênia Gonzaga (presidente do colegiado).
O representante do Ministério Público Federal, Ivan Marx, e o do Ministério da Defesa, Rafaelo Abritta, são desde o início os mais reticentes com a reabertura do caso. Procurados, não quiseram dar entrevista.
No ano passado, Abritta afirmou que reconhecer vítimas da ditadura sem embasamento jurídico sólido poderia causar o risco de mais tarde a ação ser contestada na Justiça. Uma crítica dele a um pedido da CEMDP para ter acesso a arquivos das Forças Armadas na ditadura provocou mal-estar no colegiado.
Nos bastidores, Abritta demonstrou receio de que, com a provável aprovação do relatório do caso JK, a comissão possa ser usada politicamente num ano eleitoral.
Abritta, porém, nem deve votar. Está de saída da comissão, para uma temporada acadêmica no exterior. O Ministério da Defesa já apontou o seu sucessor, Bruno Correia Cardoso, chefe de gabinete da Secretaria-Geral da pasta, que ainda não assumiu a função.
O Sindicato dos Gestores Governamentais de Pernambuco participou da retomada da Federação Nacional das Carreiras de Gestão de Políticas Públicas, em articulação com entidades representativas de diversos estados, do Distrito Federal e da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental. A iniciativa reúne carreiras ligadas à gestão pública em âmbito nacional.
Segundo as entidades envolvidas, a federação pretende atuar em pautas relacionadas à valorização dos servidores e ao fortalecimento técnico da administração pública. A proposta também prevê ações voltadas à modernização da gestão pública e à melhoria da execução de políticas públicas.
O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulgou nesta sexta-feira (8) a Lei da Dosimetria, que será publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O projeto de lei permite a redução de penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, incluindo a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão no julgamento da trama golpista.
O projeto foi inicialmente vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 8 de janeiro deste ano, exatamente no dia em que os ataques completaram três anos, mas, na última quinta-feira (30), a Câmara dos Deputados e o Senado votaram pela derrubada do veto.
Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra.
Desde que o veto presidencial foi derrubado, Lula tinha 48 horas para promulgar o projeto de lei, mas optou por deixar essa ação para o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
Pela Constituição, quando um veto presidencial é rejeitado pelo Legislativo, o texto é enviado ao chefe do Executivo, que tem 48 horas para promulgá-lo. Caso o presidente não o faça nesse prazo, o ato volta ao Congresso, e a competência passa sucessivamente ao presidente da casa e do Senado Federal e, persistindo a omissão, ao vice-presidente da Casa.
Segundo apuração do g1, Lula optou por não promulgar o PL da Dosimetria para “não ter sua digital” no projeto.
Diante da derrota da semana passada, a base do governo já anunciou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai (SC), afirmou que pretende anunciar em breve a judicialização da medida.
Entre os argumentos avaliados está o fatiamento do veto integral pelo Congresso, considerado pelos governistas passível de questionamento jurídico.
Apesar da articulação, a avaliação dentro do Planalto é a de que o STF não deve se intrometer na disputa com o Legislativo e tende a manter a decisão dos parlamentares.
Manobra antes da votação
Antes da votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), adotou uma manobra para evitar conflito com outra lei em vigor.
Ele retirou da análise do Congresso um trecho do PL da Dosimetria por contrariar a chamada Lei Antifacção, que endureceu regras para progressão de regime.
Esse trecho retirado por Alcolumbre, na prática, facilitava a progressão de regime para condenados por crimes graves, como feminicídio e crimes hediondos.
A medida de Alcolumbre é incomum e funcionou como um “desmembramento” do veto do presidente Lula, que foi integral, isto é, a todo o projeto.
Dessa forma, ou seja, retirando uma parte, o Congresso poderia derrubar o veto de Lula ao PL da Dosimetra e, assim, manter o projeto, sem prejudicar o PL Antifacção no que tange a progressão de regime.
Como o veto de Lula foi integral, o normal seria votar o texto por completo. Mas para evitar que a derrubada reintroduzisse esse trecho mais brando, Alcolumbre declarou a “prejudicialidade” dessa parte — ou seja, ela foi retirada da votação.
Essa manobra não é comum, mas foi adotada para impedir mudanças nas regras aplicadas a condenados por crimes mais graves.
A Bandeirantes Mídia, do meu amigo Mauro Santos, ampliou a oferta de painéis de LED em Caruaru para atender à demanda publicitária do período junino. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos da cidade, especialmente no entorno do Pátio de Eventos e de áreas de grande circulação durante o São João.
A empresa destaca que os espaços oferecem cobertura DOOH (Digital Out Of Home), modelo de mídia digital externa realizado por meio de telas eletrônicas e painéis de LED de alto brilho instalados em avenidas, fachadas e locais de grande fluxo, permitindo exibição dinâmica e atualização de anúncios em tempo real. A Bandeirantes também informou que dispõe de opções publicitárias em Campina Grande, na Paraíba.
A campanha comemorativa pelos 20 anos de fundação deste blog chegou às BRs de Pernambuco. Desta vez, em parceria com a Bandeirantes Outdoor, do meu amigo Mauro Santos, as peças começaram a ganhar espaços estratégicos ao longo da BR-232, principal corredor viário do Estado, ligando a Região Metropolitana ao Agreste.
Caruaru: em frente à Jacaúna Móveis
Os primeiros outdoors já podem ser vistos em Gravatá, no ponto localizado em frente ao Condomínio Champagne, sentido Caruaru; em Bezerros, em frente ao Posto Ipiranga, também no sentido Caruaru; em Pombos, na Serra das Russas, após o viaduto, sentido Gravatá (foto de capa); e em Caruaru, em frente à Jacaúna Móveis, no acesso ao município.
Gravatá: em frente ao Condomínio Champagne, sentido Caruaru
A campanha dos 20 anos do blog vem sendo espalhada por várias regiões de Pernambuco em parceria com empresas do setor de mídia exterior. As peças foram criadas pela agência RXZ, do meu amigo René Bensoussan, responsável também pela identidade visual comemorativa das duas décadas de funcionamento ininterrupto deste espaço, pioneiro no Nordeste e líder absoluto em acessos.
Bezerros: em frente ao Posto Ipiranga, também no sentido Caruaru