Após a repercussão da abertura de investigação pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o ex-prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, divulgou nota pública para esclarecer informações relacionadas a pagamentos realizados durante sua gestão, incluindo contratos artísticos e despesas com energia elétrica. Segundo o ex-gestor, não houve quebra da ordem cronológica de pagamentos nem atraso injustificado de obrigações financeiras, conforme apontado em publicações recentes.
Em relação à contratação da banda Calcinha Preta, Wellington Maciel afirmou que parte do valor foi paga ainda em 2023, em razão de limitações financeiras do município naquele exercício, e que o saldo remanescente foi quitado em 2024 antes de qualquer pagamento referente às atrações do São João daquele ano. “A quitação do saldo ocorreu respeitando a ordem cronológica das obrigações financeiras”, afirmou, acrescentando que todos os desembolsos seguiram os trâmites legais de empenho, liquidação e autorização formal.
Leia maisSobre a apuração envolvendo supostos atrasos no pagamento de energia elétrica, o ex-prefeito esclareceu que o caso se refere a um agravo de instrumento movido pela Neoenergia/Celpe e que, segundo ele, não houve comprovação de débito definitivo. Na nota, Wellington sustenta que a gestão identificou divergências nos valores cobrados, especialmente relacionadas à iluminação pública, e que, diante disso, buscou revisão administrativa e judicial das faturas. “Não se trata de atraso injustificado de pagamento, mas de controvérsia legítima quanto à correção dos valores cobrados”, declarou, afirmando ainda que todas as decisões adotadas observaram os princípios da legalidade, da responsabilidade fiscal e da proteção do patrimônio público.
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