De olho no pleito municipal que se aproxima, o presidente estadual do PP e deputado federal, Eduardo da Fonte, deu uma prévia, em entrevista ao jornalista Alberes Xavier, sobre a reunião partidária realizada pela legenda hoje.
O deputado deixou claro que as principais decisões ficarão a cargo dos diretórios municipais. Ele citou o exemplo do Recife, onde, segundo ele, o PP estará com aquele candidato que se comprometer a acabar com as filas do sistema público de saúde, também se comprometa em armar a Guarda Civil Municipal, e, de quebra, apresente viabilidade eleitoral.
Da Fonte não afastou a possiblidade de o PP apoiar João Campos (PSB), atual prefeito da capital e pré-candidato a reeleição, mas frisou que qualquer decisão terá que passar, inevitavelmente, pelas mãos da direção municipal, que em Recife tem o também deputado federal Lula da Fonte como presidente.
Políticos da esquerda brasileira condenaram neste sábado (3) os ataques militares dos Estados Unidos contra a Venezuela. O presidente Donald Trump afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho, mas ainda não há informações oficiais sobre o paradeiro.
Em publicações nas redes sociais, deputados afirmaram que a ofensiva fere direitos internacionais e se solidarizaram com a população civil do país. As informações são da Folha de S.Paulo.
“O imperialismo exporta guerra e destruição, da Palestina à América Latina. Ataque merece repúdio e condenação rápida. É um ataque à América do Sul que viola todas as regras do direito internacional”, afirmou o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula.
Talíria Petrone, líder do PSOL na Câmara, classificou o ataque como “inaceitável à soberania do povo venezuelano e de toda a América Latina”. “Trump já deixou claro: quer as reservas de petróleo da Venezuela, não tem interesse em aprofundar a democracia naquele país, tampouco em combater o narcotráfico”, afirmou ainda.
Já o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) cobrou uma manifestação do presidente Lula. “Isso é terrorismo de Estado pra controlar as reservas de petróleo. É fundamental a condenação de toda comunidade internacional a esse crime gravíssimo e sem precedentes. A manifestação do presidente Lula nesse sentido é imprescindível e urgente”, escreveu.
A Venezuela afirmou que sofreu uma “agressão militar” dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.
Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou ao estado de emergência nacional e à mobilização das forças de defesa.
O governo da Venezuela disse neste sábado (3) que ainda não foi informado sobre o paradeiro de Nicolás Maduro após ele ter sido capturado por forças dos Estados Unidos. Em pronunciamento em uma rádio do país, a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, pediu ainda que o governo Trump envie uma prova de vida de Maduro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social. As informações são do portal g1.
“Diante dessa situação brutal e desse ataque, nós desconhecemos o paradeiro de Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores. Exigimos do governo Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”, declarou Rodríguez.
A vice-presidente não informou o que ocorrerá com o governo venezuelano a partir de agora. Mas disse ter ativado “todos os planos de defesa integral da nação com o decreto que foi ordenado pelo presidente Maduro”.
“O presidente Maduro já havia sido muito claro e advertido o povo venezuelano de que uma agressão dessa natureza pelo desespero e de maneira energética dos Estados Unidos podia acontecer. E a primeira coisa que disse o presidente Maduro ao povo da Venezuela é: POVO NAS RUAS. Ele ativou as milícias e todos os planos. Deu ordens muito claras às Forças Armadas venezuelanas em perfeita fusão militar, popular e policial”, disse a vice-presidente.
Ação dos EUA
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.
Ministros e assessores do governo Lula farão reunião de emergência na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão da Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciadas mais cedo por Donald Trump. As informações são do portal Metrópoles.
O encontro, segundo apurou o colunista do Metrópoles Igor Gadelha, está previsto para as 10h, no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.
Lula, segundo apurado pela reportagem, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6).
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou neste sábado (3) que seu governo enviou forças de segurança à fronteira, em preparação para um possível “fluxo massivo de refugiados” provenientes da vizinha Venezuela.
Petro, um dos críticos mais contundentes de Donald Trump, disse ainda que pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que analise “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”. “Sem soberania, não há nação”, escreveu Petro nas redes sociais, após uma reunião de segurança nacional realizada durante a madrugada de sábado. As informações são do portal g1.
“A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado”, afirmou o presidente colombiano.
Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos. Pouco depois, Trump confirmou o ataque e afirmou que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro. As informações são do portal g1.
O que se sabe até agora:
As explosões começaram por volta das 2h, pelo horário local (3h, em Brasília).
Trump confirmou o ataque e disse que Maduro foi capturado e levado com a esposa para fora do país.
Segundo o governo da Venezuela, ataques atingiram Caracas e também os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
O governo venezuelano declarou emergência e acusou os EUA de bombardearem alvos civis e militares.
Até a última atualização, não havia informações oficiais sobre feridos.
Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos. Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas.
Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital. “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, disse Carmen Hidalgo, à AP. Ela estava com dois parentes na rua, voltando de uma festa de aniversário. “Parecia que o ar batia contra a gente.”
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.
Venezuela acusa os EUA
Logo após as explosões, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Segundo a nota, o presidente Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto. “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”
O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.
Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.
Um oficial dos Estados Unidos afirmou neste sábado (3) que o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, foi capturado por tropas de forças especiais de elite dos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a realização de um ataque militar em larga escala na Venezuela. Segundo Trump, o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do território venezuelano em uma operação conjunta com a Polícia dos EUA. As informações são da CNN.
Ataques durante a madrugada
Explosões e fumaça preta foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira por volta das 3h (horário de Brasília). Paralelamente, a FAA proibiu voos americanos no espaço aéreo venezuelano citando riscos de segurança.
O governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa. Enquanto Colômbia e Cuba condenaram a intervenção, o Pentágono já havia reforçado o contingente militar no Caribe nos últimos meses.
Explosões avistadas em Caracas, capital da Venezuela • Imagens obtidas pela CNN
Para a bancada governista da Alepe, “é proibido cochilar”
Por Larissa Rodrigues – repórter do blog
O período extraordinário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), aprovado ontem (2), “morgou” (em bom pernambuquês) o recesso parlamentar dos deputados da base governista. O clima na bancada aliada à governadora Raquel Lyra (PSD) é de total mobilização e concentração para tentar enfrentar sem sustos a tramitação dos projetos enviados pelo Poder Executivo à Casa.
Como diz o forró do paraibano Antônio Barros: “A poeira sobe, o suor desce, a gente vê o sol raiar, o sanfoneiro padece, mas não pode reclamar”. Nesse caso, são os deputados governistas que estão vendo o recesso padecer, porque sabem que com a oposição pernambucana “é proibido cochilar”. Teve até deputado que cancelou viagem, como Luciano Duque (SD).
O presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto (PSDB), estará de férias a partir da próxima segunda-feira (5) e a reunião de instalação do período ficará sob responsabilidade do primeiro vice-presidente, deputado Rodrigo Farias, do PSB, partido de oposição à gestão de Raquel. Em uma das vezes nas quais isso ocorreu, em fevereiro de 2025, o governo “cochilou” e perdeu as presidências de quase todas as comissões da Assembleia, o que lhe rendeu dor de cabeça o ano passado inteiro.
Como nada é tranquilo entre o Governo Raquel e a Alepe, o embate do período extraordinário já começou desde ontem, quando nenhum deputado da oposição compareceu à votação para analisar a necessidade do pedido da governadora. Em seguida, houve polêmica sobre o envio de parte dos projetos para a Procuradoria da Assembleia, antes de passarem pelas comissões.
Os deputados governistas argumentaram que a atitude se trata de uma manobra para atrasar a tramitação e prejudicar o governo. Débora Almeida (PSDB) chegou a declarar: “O que ele (Álvaro) quer é levar à Procuradoria para que ela dê um parecer do entendimento dele próprio”. A parlamentar ainda acrescentou que “quem recebeu votos do povo para apreciar matérias fomos nós, deputados e deputadas, não os procuradores”. “A constitucionalidade dos projetos é avaliada pela Comissão de Justiça”, enfatizou Débora.
Mas Álvaro Porto rebateu apresentando um inciso do Regimento Interno que o autoriza a mandar projetos para a Procuradoria antes de serem submetidos às comissões. “A prerrogativa do Presidente em solicitar pronunciamento da Procuradoria está prevista no inciso XIX do artigo 63 do Regimento Interno combinado com o parágrafo primeiro do mesmo artigo. A competência da Procuradoria decorre dos incisos VI, VII, IX e XVI do artigo terceiro da lei 15.161/2013. A análise prévia por parte do Presidente está prevista no artigo 213 do Regimento”, declarou, em nota.
Balanço positivo – Apesar da temperatura alta na relação entre os dois Poderes, marcando o início do último ano do primeiro mandato de Raquel Lyra, a líder do governo, Socorro Pimentel (UB), fez um balanço positivo de 2025, ano em que assumiu a liderança na Casa. Para ela, foi um período “marcado por grandes desafios, intensos debates e divergências políticas, mas também por avanços importantes e pela prevalência do interesse público acima das diferenças partidárias”. Segundo Socorro, o ano foi um dos mais intensos já vividos pela Alepe, “com embates duros, posições divergentes e debates acalorados que, naturalmente, provocaram desgaste político”. Ainda assim, ela avaliou que o saldo final é positivo. “Encerramos o ano com o sentimento de que, apesar das divergências, os interesses do povo de Pernambuco se sobressaíram. O diálogo e a democracia prevaleceram”, afirmou.
Parecer da Procuradoria – O presidente Álvaro Porto fez questão de destacar que apenas duas das quatro matérias enviadas à Casa foram remetidas à Procuradoria. As outras duas já estão nas comissões. Para a Procuradoria, foram enviados os projetos nº 70/2025 e nº 71/2025. “O nº 70 altera a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2026, objeto de veto pelo Executivo com rejeição liminar pelo presidente da Casa e decisão judicial que sustou os efeitos desse ato. Há necessidade de se definir qual rito do processo legislativo será adotado e se a tramitação é compatível com a pendência do exame dos vetos”, explicou Porto. O nº 71 trata sobre autorização excepcional de repasse de recursos pelo Tribunal de Justiça ao Executivo, mas o prazo expirou no último dia 30, necessitando de análise prévia da legalidade e constitucionalidade.
Reação de Débora – Por volta das 19h30 de ontem (2), a deputada Débora Almeida enviou nota à imprensa na qual subiu o tom contra o presidente Álvaro Porto, por causa do envio das matérias à Procuradoria da Alepe. “Ele pode consultar quem ele quiser, mas não pode usurpar a competência e o poder do Plenário e decidir de forma monocrática. E pior ainda não assumir o ônus das decisões autoritárias, tentando justificar que faz com base em pareceres da procuradoria da Casa”, declarou.
Cadê o capitão? – Chamou a atenção a propaganda institucional do PL com Anderson Ferreira, que foi candidato a governador em 2022 tendo como principal cabo eleitoral o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o escondeu da peça publicitária. O spot vai ao ar no rádio e na TV e ignora o ex-presidente, que não aparece nem no texto nem nas imagens. “Ser de direita é acreditar que, com coragem, podemos renovar a nossa confiança no futuro, com equilíbrio, compromisso com a liberdade e com a democracia. Simbora trabalhar!”, diz Anderson, em sua rede social. A postura foi diferente da de Gilson Machado, que mantém a fidelidade política a Bolsonaro. As informações são do blog do Nill Júnior.
Por falar em Bolsonaro – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, ontem (2), os filhos do ex-presidente, Flávio, Carlos, Renan e Laura, a visitarem o pai sem a necessidade de nova autorização judicial. A visita, no entanto, deve ser dentro dos horários da portaria da Polícia Federal (PF), que prevê que elas ocorram nas terças e quintas, entre 9h e 11h, sendo apenas duas pessoas por dia e com limitação de 30 minutos cada. As informações são da CNN. Segundo a decisão, os filhos e a enteada, Letícia da Silva, podem visitar o ex-presidente sem nova autorização.
CURTAS
Ainda no campo bolsonarista – Repercutiu no plano nacional a prisão, ontem (2), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, de Filipe Martins, ex-assessor de assuntos internacionais de Jair Bolsonaro (PL). Ele é apontado como um dos articuladores da tentativa de golpe de Estado em 2022. Martins foi preso de manhã pela PF.
Usou redes sociais – A justificativa para a prisão de Martins foi o descumprimento de medidas cautelares ao utilizar as redes sociais, mesmo com o conhecimento de que estava proibido de fazer isso. “Essas circunstâncias por si sós evidenciam o desprezo do réu pelas medidas impostas e pelo próprio sistema jurídico, pois não respeita as normas e não cumpre as decisões judiciais”, escreveu Moraes na decisão.
Direto de Brasília – De volta à presidência do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire estará no primeiro podcast do ano ‘Direto de Brasília’, comandado pelo titular deste blog, na próxima terça-feira (6). Na pauta, o cenário nacional, os escândalos do INSS e do banco Master e a eleição presidencial. Freire é defensor da pré-candidatura ao Planalto do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).
Perguntar não ofende: A oposição na Alepe prepara quantas surpresas para a bancada do governo no período extraordinário?
Uma tragédia abala a família do deputado federal Pedro Campos (PSB) na noite desta sexta-feira (2). O sogro do parlamentar, Augusto Carneiro, de 56 anos, morreu em um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife, após se envolver em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro.
Na outra moto, estava um casal. O homem de 48 anos também morreu no local. A esposa dele tem 47 anos e é enfermeira do Procape. Ela foi socorrida com vida. Uma irmã de Augusto Carneiro esteve na avenida e precisou ser amparada. Também esteve um irmão dele.
Augusto Carneiro é pai da esposa de Pedro Campos, que leva o mesmo nome dele, Augusta Carneiro, conhecida como “Guta”.
Imagens da TV Guararapes mostram o momento do acidente. De acordo com pessoas que estiveram na via e falaram com a reportagem da TV, a suspeita é de que tanto Augusto Carneiro quanto o outro motociclista teriam tentado desviar de um pedestre quando as motos se chocaram. Uma equipe da Polícia Civil esteve no local.
Uma fonte governista informou o prefeito do município de Pedra, Júnior Vaz, que obteve 65,32% dos votos nas eleições de 2024, deverá anunciar apoio ao prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, para as eleições de outubro próximo. Segundo a fonte, o anúncio é esperado para os próximos dias, embora ainda não haja confirmação oficial por parte dos envolvidos. Com informações do Blog do Finfa.
Tão logo cheguei em Triunfo, há pouco, para a seresta, fui contemplado com o livro O Triunfo da Bola – Meio século de futebol amador no oásis do Sertão, dos jornalistas Ronaldo Vasconcelos e Robério Vasconcelos. Na foto, no Betos Bar, do meu amigo Beto, está Ronaldo Vasconcelos, jornalista triunfense residente no Recife.
O Supremo Tribunal Federal (STF) promove na próxima quinta-feira um evento, em Brasília, para relembrar os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos três Poderes em Brasília. As informações são do jornal O GLOBO.
A programação é iniciada às 14h30 com a exposição “8 de janeiro: mãos da reconstrução” no Espaço do Servidor.
Em seguida, será exibido o novo documentário “Democracia Inabalada: mãos da reconstrução”, no Museu do STF.
O evento continua com uma roda de conversa com profissionais da imprensa sobre o tema, também no Museu do STF,
E termina com a mesa-redonda “Um dia para não esquecer”, no salão nobre do Supremo.
No evento do ano passado, o ministro Edson Fachin afirmou que os atos golpistas foram a “face visível” de um movimento “subterrâneo” que articulava um golpe de Estado.
— Relembrar esta data, com a gravidade que o episódio merece, constitui, também, um esforço para virarmos a página, mas sem arrancá-la da história — frisou o magistrado durante cerimônia que lembrou os dois anos do 8 de janeiro.