Por Cristiane Ribeiro – JC
O metrô do Recife receberá um investimento de R$ 500 milhões para a sua recuperação, conforme anunciado em vistoria realizada na última sexta-feira (16) pelo ministro das Cidades, Jader Filho, em companhia com a governadora Raquel Lyra.
O engenheiro civil e presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Civis (ABENCPE), Stênio Cuentro, participou do programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, e fez uma análise crítica sobre o anúncio e as condições atuais do sistema metroviário da capital pernambucana.
Leia maisInvestimento necessário, mas insuficiente
Para Stênio Cuentro, o investimento é positivo, mas ele questiona a falta de um plano estruturado. “Cadê o plano que levou 4 anos para ser feito e não foi feito?”, referindo-se ao detalhamento inicial do aporte anunciado.
O especialista enfatizou a importância de planos claros para aplicação dos recursos, com prioridades definidas conforme o valor disponível: “tem que ter um plano A, B e C”.
Segundo ele, do valor total de R$ 500 milhões, apenas R$ 57 mi serão destinados diretamente ao metrô, sendo o restante à compra de 100 ônibus elétricos e melhorias no sistema como um todo.
Trens seminovos são solução temporária
O anúncio incluiu a chegada de 11 trens seminovos de Belo Horizonte e Porto Alegre. Para o engenheiro, trata-se de um “presente de grego”, que serve apenas para ganhar tempo até que a concessão seja formalizada.
“Se esses trens prestassem, o próprio concessionário teria interesse em reformar e colocar em operação. São trens com diferenças técnicas, não é certeza que vão se adaptar ao nosso sistema”, disse.
Problemas estruturais e manutenção
Cuentro destacou que os principais problemas do metrô do Recife são relacionados à manutenção e à operação do sistema, mas que não é observado, até então, um problema grave de estrutura.
“Temos uma máquina de R$ 5 milhões que nivela os trilhos diariamente, mas também instalações elétricas antigas e vulnerabilidades de segurança, como pessoas acessando indevidamente a linha e roubando cabos. Mas não me parece que haja risco grave de acidentes”, explicou.
Concessão e investimentos futuros
O governo federal estima que a concessão do metrô terá prazo de 30 anos, com investimentos da União estimados em R$ 4 bilhões nos cinco primeiros anos após a assinatura do contrato.
Para Cuentro, esses recursos, caso bem aplicados, poderão modernizar efetivamente o transporte metroviário, mas somente se houver planejamento e acompanhamento técnico rigoroso.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o jornalista e publicitário baiano Edson Barbosa, o Edinho, um dos maiores nomes do marketing político no Brasil, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
Bem-sucedido marqueteiro em campanhas eleitorais no País e no exterior, o jornalista e publicitário baiano Edson Barbosa, o Edinho, que ganhou notabilidade como estrategista das eleições do ex-governador Eduardo Campos, estará no podcast ‘Direto de Brasília’ desta terça-feira (20). O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão pelo YouTube e 165 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Ceará, Bahia e Alagoas.
Edinho é um dos maiores nomes do marketing político no Brasil. Foi da equipe do PT em momentos de crise, como durante o escândalo do Mensalão, e ajudou a construir o projeto político de Eduardo Campos de 2005 a 2014.
Atuou em mercados estrangeiros, como Angola, Equador, Paraguai, Venezuela e conquistou relacionamento na Europa, sempre por meio da prestação de serviço em marketing político. Ele também é consultor em comunicação de interesse público, nos segmentos institucional, corporativo e político.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O empresário Antônio de Souza contou, em entrevista recente ao programa Debate Geral, apresentado pelo jornalista Roberto Gonçalves, na Rádio Arari FM 90,3, a trajetória marcada por dificuldades pessoais, problemas de saúde e perdas familiares até se consolidar como empreendedor no Sertão pernambucano. Natural do interior do Ceará, ele relatou episódios da infância vivida em extrema pobreza, em uma casa de taipa, ao lado dos pais e de dez irmãos, em meio às dificuldades impostas pela seca e pela falta de acesso a serviços básicos.
Ainda criança, Antônio de Souza enfrentou graves problemas de saúde decorrentes de acidentes que comprometeram sua mobilidade. Um deles ocorreu aos três anos de idade, quando sofreu uma queda que lhe causou dores intensas e dificuldades para andar. Anos depois, aos dez, foi atingido acidentalmente por um disparo de espingarda, o que exigiu cirurgia e tratamento especializado. A possibilidade de recuperação só se concretizou após esforço próprio para custear o deslocamento até a capital cearense, onde trabalhou como jardineiro e estudou no período noturno.
Confira a entrevista completa:
A mudança definitiva para Araripina aconteceu na adolescência, quando passou a morar com tios e iniciou atividades na zona rural, trabalhando na colheita de mandioca. Mesmo diante das limitações, buscou alternativas para melhorar de vida, demonstrando desde cedo disposição para aprender e empreender. Nesse período, enfrentou também a perda do pai, assassinado em uma emboscada, episódio que marcou profundamente sua trajetória.
Na juventude, Antônio de Souza voltou a migrar em busca de oportunidades, investindo em cursos de datilografia e eletrônica. A partir desse aprendizado, passou a trabalhar com a instalação de antenas parabólicas, atividade que lhe garantiu sustento e permitiu acumular experiência técnica e comercial. Segundo o próprio empresário, foram centenas de instalações realizadas, muitas delas durante a madrugada, em um ritmo intenso de trabalho.
Com o tempo, consolidou-se como empresário e passou a atuar no setor automotivo, estando atualmente à frente de um grupo empresarial em expansão no mercado brasileiro. Paralelamente à atividade empresarial, desenvolve ações sociais por meio de uma fundação que leva seu nome, com foco em iniciativas voltadas à população em situação de vulnerabilidade em Araripina e região.
Durante a entrevista, Antônio de Souza destacou a fé como elemento central em sua história pessoal e profissional. Devoto de São Francisco de Assis, ele afirmou que as experiências vividas ao longo da vida reforçaram sua visão de superação e compromisso social, transformando a própria trajetória em referência para ações solidárias e para o incentivo ao empreendedorismo no Sertão.
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A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) realizou, nesta terça-feira (20), uma Assembleia Extraordinária presencial, no Hotel Canarius, em Gravatá, reunindo prefeitos, prefeitas e representantes dos municípios pernambucanos para discutir temas estratégicos da agenda municipalista.
A programação teve início com a abertura conduzida pelo presidente da Amupe, Marcelo Gouveia, seguida de informes institucionais, que abordaram a nova logomarca da entidade, a Conexão CNM (que acontece nos dias 29 e 30 de janeiro, no Recife Expocenter), o 9º Congresso da Amupe, marcado para 27 e 28 de abril, no mesmo local, além da abertura das inscrições para o banco de Boas Práticas Municipais e da mobilização municipalista prevista para 24 de fevereiro. Também foi tratada a adesão de municípios entre 20 e 50 mil habitantes ao apoio que a Amupe oferece na elaboração do Plano de Mobilidade Urbana, através do novo setor de Arquitetura e Engenharia da entidade.
Leia maisEntre os destaques da assembleia, esteve a apresentação sobre a adesão ao Sistema Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e seus impactos financeiros para os municípios, feita pela superintendente da Receita Federal em Pernambuco, Myrelle Miranda. Em seguida, foi lançado o Anuário Fiscal dos Municípios, apresentado por José Ivo Carille Neto, da Secretaria de Planejamento e Gestão de Pernambuco (Seplag).
A pauta incluiu ainda o debate sobre ações emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem, com participação do secretário executivo de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco, coronel Ramalho, e do coordenador regional da Operação Carro-Pipa, coronel Jorge Melo. Durante a discussão, o coronel Ramalho reforçou que “é fundamental que os municípios mantenham sempre as informações atualizadas no S2ID. Esse é um requisito indispensável para garantir o acesso aos recursos federais e estaduais, especialmente em momentos de emergência como os provocados pela estiagem”, frisou.
Encerrando os trabalhos da manhã, a governadora Raquel Lyra detalhou os recursos que serão destinados aos municípios pernambucanos a partir da concessão da Compesa. Segundo a governadora, os valores oriundos da concessão terão uso preferencialmente em água e esgoto, podendo serem utilizados para investimentos, sendo vedada a aplicação em folha de pagamento, custeio da máquina pública ou realização de eventos. Do total dos recursos, 60% serão repassados aos municípios no ato da assinatura do contrato, 20% no início da operação e os 20% restantes dois anos após o início da operação.
“O Governo de Pernambuco está à disposição dos municípios para seguir construindo soluções conjuntas. Muito já foi feito ao longo desse caminho, mas há ainda muito a ser realizado. Essa contribuição mútua entre o Estado e os municípios é fundamental para que possamos transformar a vida da população pernambucana”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), intensificou nas últimas semanas uma ofensiva para se firmar como principal ponte do bolsonarismo com o eleitorado evangélico, mas tem enocontrado resistências. Segundo interlocutores, pastores influentes atendem telefonemas, aceitam conversas reservadas e mantêm canais abertos com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas evitam qualquer gesto público que pareça antecipar uma sucessão.
A avaliação que circula no segmento é que o senador ainda não reúne densidade política suficiente para liderar o campo conservador em 2026 e, por isso, sua tentativa de se apresentar como herdeiro natural vem esbarrando em resistência. Procurado, Flávio não se manifestou. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO entrave ocorre num momento em que parte relevante do meio evangélico tem insistido numa alternativa para reorganizar a direita: uma chapa com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), como vice. Nos bastidores, a combinação é descrita como eleitoralmente mais competitiva e com maior capacidade de mobilizar diferentes nichos, o que tem funcionado, na prática, como freio adicional ao avanço do projeto de Flávio.
A defesa da dupla ganhou tração no segmento após a articulação de Michelle e de Tarcísio no Supremo Tribunal Federal em torno do pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro, movimento lido por lideranças religiosas como gesto de “proteção” e de construção de uma saída politicamente sustentável para o grupo. Interlocutores afirmam que a transferência de Bolsonaro para a Papudinha reforçou a imagem de Michelle como ponte com a base e de Tarcísio como opção com menor rejeição e capacidade de diálogo fora do bolsonarismo mais duro. A leitura que circula entre pastores é que a busca por um desfecho que alivie a situação do ex-presidente, mesmo sem atender integralmente ao pleito pela domiciliar, funcionou como sinal de força e de coordenação política, aumentando o apelo de uma composição entre os dois para 2026.
Nesse contexto, Flávio tenta conquistar espaço no meio envangélico indo a eventos e em conversas de bastidores. A estratégia do senador tem sido buscar interlocução com nomes de projeção nacional e grande capilaridade, capazes de “chancelar” sua entrada em redes mais amplas do segmento evangélico.
O primeiro alvo foi o pastor Silas Malafaia. Segundo interlocutores, Flávio ligou para o líder religioso com o objetivo de marcar um jantar e abrir um canal mais estruturado, mas a tentativa que não prosperou. A avaliação entre aliados é que Malafaia se dispôs a conversar, mas evitou dar qualquer sinal que pudesse ser interpretado como endosso.
A mesma tentativa se repetiu com outros polos. Flávio buscou contato com o pastor Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, e tentou construir pontes com pastores próximos à Universal do Reino de Deus. No entorno do senador, a leitura era de que essas conexões poderiam funcionar como atalhos para denominações com capilaridade nacional e capacidade de mobilização regional. Mais uma vez, a agenda emperrou. Um aliado resumiu o saldo como “acolhimento sem adesão”: atende, conversa, mantém a porta entreaberta — mas não entra no jogo.
O recado mais duro, porém, veio no diálogo com Malafaia, que decidiu deixar registrada sua leitura sobre o tabuleiro eleitoral. Segundo pessoas informadas sobre a conversa, o pastor disse a Flávio que o problema não era pessoal, mas de viabilidade: na avaliação dele, o senador teria capacidade política, mas não seria hoje o nome mais competitivo para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.
— Já disse para ele: você não tem musculatura para enfrentar isso. Se nós queremos vencer e derrotar Lula e PT, o Tarcísio é o nome que tem capilaridade— afirmou Malafaia.
Na mesma conversa, ele sustentou que, do ponto de vista do segmento evangélico e do eleitorado conservador, a combinação considerada mais viável seria Tarcísio com Michelle Bolsonaro, por reunir capilaridade e menor rejeição.
O episódio reforçou uma avaliação que vem circulando no meio evangélico ligado ao bolsonarismo: a disposição de preservar o vínculo com Bolsonaro permanece, mas há cautela em assumir o custo de uma sucessão antecipada. Interlocutores descrevem que líderes não querem se colocar como fiadores de herdeiro antes de o campo conservador fechar um acordo mais amplo. Há quem diga também que a carta manuscrita por Bolsonaro também não foi um sinal suficiente de que Flávio será seu representante e aposte em um mudança de rumos.
Diante das dificuldades com caciques de alcance nacional, aliados dizem que Flávio passou a operar em duas trilhas simultâneas. A primeira é seguir insistindo na presença e na interlocução com as igrejas, tentando consolidar sua imagem como ponte do bolsonarismo com o segmento. A segunda é montar um ambiente próprio em Brasília para evitar isolamento político, com base em sua estrutura religiosa mais próxima — o que inclui a Comunidade das Nações.
O senador passou a frequentar com mais regularidade sua própria igreja e, segundo aliados, encontrou no bispo JB Carvalho um suporte mais objetivo: não apenas acolhimento religioso, mas disposição de ajudá-lo a circular e abrir portas. No entorno do senador, a avaliação é que JB tem sido o apoio mais concreto até aqui, um endosso ainda discreto, mas mais consistente do que o obtido com outras lideranças nacionais.
Outro personagem da reorganização é o bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, citado por aliados como conselheiro espiritual do núcleo Bolsonaro. Rodovalho foi autorizado a prestar assistência religiosa ao ex-presidente durante o período de prisão e mantém interlocução com a família. A aproximação com Flávio, no entanto, segue em fase inicial e ainda não resultou em gesto público.
— Ainda não foi na minha igreja. Combinamos de falar depois do dia 25 de janeiro. Ele é bem-vindo — disse Rodovalho.
O bispo ponderou que, embora a movimentação de Flávio caminhe para uma candidatura, o cenário ainda é aberto e pode sofrer rearranjos internos. Também verbalizou a avaliação de que o segmento busca um ponto de equilíbrio para 2026 sem fratura: para ele, a chapa ideal seria Tarcísio com Michelle, por aparecer como “imbatível” em pesquisas, mas a configuração final ainda é incerta.
Ao defender cautela, Rodovalho sustentou que ainda é cedo para declarações públicas de apoio e que o meio evangélico evita se dividir.
— Defendo que caminhamos juntos até encontrar um ponto de equilíbrio e de acordo comum. O segmento pode não se dividir. Está muito cedo para declarar apoio — concluiu.
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O município de Toritama promove, no dia 22 de março, a 1ª Corrida ROMU, com largada no Parque Biblioteca Maria dos Anjos. A prova contará com percursos urbanos de 5 km e 10 km e integra a agenda esportiva local de 2026, com foco na prática de atividades físicas e na ocupação dos espaços públicos. As inscrições são realizadas exclusivamente de forma online através do link: https://www.ticketsports.com.br/e/1-corrida-da-romu-85572 e os participantes receberão kit com camisa oficial, número de peito, chip de cronometragem, medalha de conclusão, além de hidratação e lanche.
A organização prevê estrutura de apoio com controle de trânsito, atendimento médico, áreas de aquecimento e largada única. Haverá premiação em dinheiro para diferentes categorias nas duas distâncias. O evento também contará com apoio logístico, incluindo tendas institucionais e sistema de som, e tem expectativa de atrair corredores da região, ampliando a participação no calendário esportivo do município.
O Circuito Nacional BYD de Vaquejada terá sua grande final realizada, pela primeira vez, em uma arena de futebol. A Arena de Pernambuco foi escolhida para receber o evento, que celebra um dos esportes mais tradicionais do Nordeste. O anúncio foi feito durante uma live realizada no Recife, com a presença do deputado federal Eduardo da Fonte, além de lideranças políticas, empresários, vaqueiros e do cantor Wesley Safadão.
Ao todo, o circuito contará com 17 etapas nesta temporada. Pernambuco, estado de forte tradição na vaquejada, sediará oito delas, incluindo a etapa final, marcada para a Arena de Pernambuco. Será o primeiro estádio construído para a Copa do Mundo de 2014 a receber um evento desse porte ligado à vaquejada.
Leia maisTambém participaram do evento os deputados estaduais Pastor Júnior Tércio e Henrique Filho, o secretário de Turismo do estado, Kaio Maniçoba, a presidente da Arena, Michele Collins, os prefeitos Sérgio Colin, de Toritama, e Edmilson Cupertino, de Moreno, e o vereador do Recife Alef Collins.
Durante o anúncio, Eduardo da Fonte destacou a importância cultural e econômica da iniciativa. “A vaquejada é um símbolo da cultura sertaneja, que movimenta o nosso estado, gera empregos e fortalece a economia, especialmente no interior de Pernambuco”, afirmou o parlamentar.
Além do aspecto esportivo e cultural, o circuito também terá um viés social. O evento contará com ações de inclusão, por meio de parceria com o projeto Arena da Inclusão, da Arena de Pernambuco, e promoverá doações para hospitais de câncer que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. “É um evento que une tradição, inclusão social e solidariedade, contribuindo diretamente para quem mais precisa”, ressaltou Eduardo da Fonte.
De acordo com a Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ), a atividade movimenta mais de R$ 800 milhões por ano em todo o país e gera cerca de 720 mil empregos diretos e indiretos.
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O deputado Romero Albuquerque (União Brasil) rebateu declarações feitas nesta terça-feira (20) pela governadora Raquel Lyra (PSD) sobre o pedido de impeachment apresentado contra ela na Assembleia Legislativa (Alepe). Segundo o parlamentar, que é o autor da solicitação, a chefe do Executivo estadual segue sem explicar a ausência de fiscalização à empresa de ônibus Logo Caruaruense, que pertence à família dela e opera de forma irregular há três anos. Em lugar de dar respostas à sociedade, na avaliação do deputado, a governadora tem preferido se esquivar ao fazer apelos emocionais.
“Junto aos prefeitos, alguns de regiões afetadas pela operação irregular da Logo Caruaruense, tudo o que a governadora pediu foi para que olhassem nos olhos dela e vissem que ela é uma pessoa honrada. Ninguém está precisando de apelo emocional. Na sexta-feira, ao anunciar o fechamento da empresa, ela pareceu falar como ex-sócia, e não como chefe de um governo que se omitiu em fiscalizar. Ela diz que não foge de temas ariscos. Então, que responda o que os pernambucanos precisam saber sobre o suposto favorecimento à empresa da família dela, que colocou passageiros em risco”, disse.
Leia maisO parlamentar também avaliou que, ao dizer que estão tentando criar uma “cortina de fumaça” e divulgar fake news sobre o episódio, Raquel entrou em conflito com documentos que provam o contrário. “Não é a oposição que está inventando. São documentos do próprio governo que provam a existência de um processo administrativo parado há um ano contra a Logo Caruaruense por falta de vistorias e taxas atrasadas. Foi o Governo Raquel Lyra que deixou isso acontecer. Foi o primo da governadora, nomeado por ela como secretário de Mobilidade e que tem a mãe em uma gerência da Logo, que não fez nada sobre isso. Não se trata de ataque à honra, mas de indícios objetivos que sustentam o pedido de impeachment”, completou.
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O deputado estadual Cayo Albino, líder da oposição na Assembleia Legislativa, levantou questões sérias sobre a atuação da governadora Raquel Lyra, que tem recorrido frequentemente ao Judiciário para resolver questões internas da Assembleia Legislativo. Cayo indagou se a governadora tomará medidas legais contra a empresa de ônibus do seu pai, o ex-governador João Lyra.
Nos últimos três anos, a empresa tem sido beneficiada pelo governo de Raquel, operando sem as vistorias obrigatórias e sem o pagamento das taxas necessárias, configurando uma situação irregular. Além disso, a empresa acumula uma dívida superior a R$ 1 milhão em impostos.
Leia mais“É preocupante que, enquanto a governadora busca judicializar assuntos da Assembleia, sua própria família esteja operando fora da lei. A EPTI, subordinada ao seu governo, também não cumpriu com a fiscalização necessária”, afirmou Cayo Albino.
Diante dessa situação, o deputado questiona: “A governadora vai processar a EPTI por omissão na fiscalização da empresa do seu pai? Com a palavra, Raquel Lyra!”.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante agenda no Rio Grande do Sul nesta terça-feira (20), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “quer governar o mundo pelo Twitter”.
“No meu gabinete é proibido entrar com celular. Vocês já perceberam que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter? É fantástico. Todo dia ele fala alguma coisa e o mundo também fala uma coisa. É possível eu tratar o povo com respeito se eu não olhar na cara de vocês?”, afirmou Lula durante evento na cidade de Rio Grande. As informações são da CNN.
Leia maisNo momento da fala a respeito do líder norte-americano, o chefe do Planalto criticava o uso excessivo de aparelhos celulares — tema recorrente nos discursos de Lula.
Na semana passada, Trump convidou Lula para participar do “Conselho de Paz” que supervisionará a reconstrução da Faixa de Gaza.
De acordo com fontes ouvidas pela CNN Brasil, o convite foi enviado diretamente para Lula via embaixada brasileira em Washington, D.C., na tarde de sexta-feira (16) e encaminhado ao Itamaraty.
A expectativa é que Lula responda ao convite nesta semana. Fontes do Planalto relataram à CNN Brasil que as primeiras análises no entorno do chefe do Executivo são críticas à proposta de Trump.
A avaliação é a de que, da forma como está concebido, o conselho deixa poder excessivo nas mãos de Trump, com o presidente decidindo a pauta e quais países integrarão o colegiado.
Por ora, a ordem no Planalto é avaliar com cautela a proposta e fazer consultas internas e a outros países antes de dar uma resposta definitiva aos Estados Unidos.
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O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, pediu à população da ilha que comece a se preparar para uma invasão militar ao território.
Em uma entrevista coletiva à imprensa nesta terça (20), Nielsen disse que as autoridades do país também estão em preparação para uma eventual incursão militar dos Estados Unidos.
“O líder do outro lado (Donald Trump) deixou bem claro que essa possibilidade não está descartada. Portanto, devemos estar preparados para tudo”, disse Nielsen. As informações são do g1.
Leia maisSegundo a agência de notícias Bloomberg, o premiê afirmou que seu governo ordenou uma força tarefa a autoridades locais que darão um guia à população sobre como se preparar para uma eventual invasão, como o estoque de comida em casa. Nielsen disse que seu governo está preparando também panfletos com guias sobre o que fazer em caso de uma incursão militar.
“Mas precisamos enfatizar que a Groenlândia faz parte da aliança ocidental, a Otan, e se houver uma escalada ainda maior, isso também terá consequências para todo o mundo exterior”.
Também nesta terça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “não há volta atrás” em seu objetivo de controlar a Groenlândia, recusando-se a descartar a possibilidade de tomar a ilha ártica pela força.
‘Pior ainda está por vir’
Também nesta terça, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, afirmou que “o pior ainda está por vir”, ao comentar a investida de Trump.
A ambição de Trump de tomar a soberania sobre a Groenlândia, atualmente sob o controle da Dinamarca, membro da Otan, ameaça desmantelar a aliança que tem sido a base da segurança ocidental por décadas.
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