Deputado Alberto Feitosa diz que Marco Maciel é um ícone da política pernambucana e do Brasil

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Na última terça-feira (17), o cantor João Lacerda, filho do saudoso Genival Lacerda, participou do programa Aqui Tem Nordeste, exibido pela TV Aparecida, às 20h. Com apresentação de Frank Aguiar, a atração também contou com a presença de Juliana Moretto e Pablo Moura. Na ocasião, o artista apresentou sua versão da música “Chamego só (Sergipe é o país do forró)”, de composição de Rogério.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Por Thomas Traumann
Do jornal O Globo

A política é a única atividade em que se pode ressuscitar sem precisar morrer antes. Em três anos e três meses como ministro da Fazenda do terceiro governo Lula, Fernando Haddad morreu e reviveu meia dúzia de vezes. Foi torpedeado por outros ministros, abandonado pelo Congresso e viu seu sobrenome transformado em “Taxad”, numa chacota com a alta dos impostos.

Ao mesmo tempo, ajudou a aprovar a ambiciosa reforma tributária, tirou do papel a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e comandou o crescimento do PIB por três anos seguidos, os maiores feitos de Lula 3. Na última quinta-feira (19), depois de meses de suspense, Haddad anunciou que será novamente candidato do PT ao governo de São Paulo. Com chances reduzidas de vitória, o criticado Haddad se transformou, ironicamente, na principal cartada para Lula conseguir no estado de São Paulo os votos necessários para um Lula 4.

Petrolina - Destino

A senadora Teresa Leitão (PT) fez críticas ao ex-prefeito de Petrolina e pré-candidato ao Senado Miguel Coelho (UB) durante plenária regional do PT, realizada na tarde de ontem (21), em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. O encontro reuniu lideranças do interior e integrou a agenda de articulação política do partido com foco nas eleições de 2026. Além da plenária, o evento também marcou a filiação de Breno Araújo ao PT, que pretende disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

A parlamentar reagiu a declarações recentes de Miguel, que afirmou que seu grupo político não precisaria de “muleta do palanque nacional”, em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Chamou Lula de muleta? Isso é um atrevimento muito grande. E Lula é. Muleta no sentido do apoio”, disse. “Eu sei como uma muleta é importante, porque eu andei muito tempo de bengala, vocês sabem disso. Mas uma comparação dessas na política é coisa da baixa política. É coisa da ofensa rasteira. É coisa de quem não tem proposta. É coisa de quem sabe de que lado sempre esteve. E que fique lá”, alfinetou.

Ipojuca - IPTU 2026

Mais de duas mil pessoas acompanharam, ontem (21), a filiação do pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo ao Partido dos Trabalhadores (PT), em Serra Talhada. Durante cerimônia, Breno reafirmou a sua luta e colocou seu nome para atuar como representante na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a partir de 2027. Além da esposa, a prefeita Márcia Conrado, também estiveram presentes o senador Humberto Costa, a senadora Teresa Leitão, o deputado federal e presidente do PT em Pernambuco, Carlos Veras, os deputados federais Pedro Campos e Fernando Monteiro, além da deputada estadual Dani Portela, da vereadora do Recife Kari Santos, de vereadores de Serra Talhada e de municípios da região.

Durante o evento, o senador Humberto Costa destacou a mobilização popular em torno do nome de Breno. “O recado está claro: todos que estão aqui, os que conseguiram entrar e os que estão lá fora, querem você, Breno, deputado estadual”, afirmou. Já Teresa Leitão ressaltou a força política do grupo. “Breno não chega só ao PT, chega com Márcia e com todo o time do presidente Lula”, declarou. Em seu discurso, Breno relembrou sua trajetória. “Se eu pudesse revisitar o passado, deixaria uma mensagem para aquele estudante de odontologia, que militava no movimento estudantil: não desista dos seus sonhos. Esse jovem vivenciou grandes avanços no Brasil com um governo do PT”, afirmou.

Caruaru - IPTU

Por Rinaldo Remígio*

Nestes últimos dias, ao percorrer as páginas dos blogs, ouvir as rádios do nosso Pernambuco e acompanhar as entrelinhas das declarações políticas, me deparei com mais um daqueles momentos que revelam, não apenas o jogo do poder, mas, sobretudo, a essência da convivência democrática.

Li, ouvi, comparei versões — como sempre faço, com o cuidado de quem não deseja apenas repetir notícias, mas compreender o que está por trás delas. E foi assim que cheguei à fala do prefeito do Recife, João Campos, comentando a saída do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, de sua base política, agora alinhado à governadora Raquel Lyra.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Romeu Zema (Novo) renuncia neste domingo (22) ao Governo de Minas Gerais, que passa a ser tocado em definitivo por seu vice, Mateus Simões (PSD).

A posse de Simões está marcada para 10h. A cerimônia acontecerá na ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) e será conduzida pelo deputado estadual Tadeu Leite (MDB), atual presidente da Casa. Senadores, ex-governadores e outras autoridades devem participar do evento. Há previsão de discurso de Simões. As informações são do portal UOL.

Palmares - IPTU 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a reunião da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Celac-África, que aconteceu ontem (21), em Bogotá, para defender as terras raras do interesse de países ricos. Ele destacou que países como o Brasil já foram colonizados, conquistaram soberania e não podem simplesmente se tornaram exportadores de matérias-primas.

“Nós não somos mais países colonizados. Nós conquistamos soberania com a nossa independência. Nós não podemos permitir que alguém possa se intrometer e ferir a integridade territorial de cada país”, disse o presidente no discurso citando Bolívia, Venezuela, Cuba. As informações são do jornal O Globo.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Por Silvino Teles Filho*

A medicina moderna caminha para uma compreensão cada vez mais integrada do ser humano, deixando para trás a ideia de que corpo e mente operam em compartimentos isolados. Um dos exemplos mais nítidos dessa interconexão é a relação entre a dor crônica (aquela que persiste por mais de três meses) e as doenças psiquiátricas.

Não se trata apenas de uma coincidência; existe uma via de mão dupla biológica e psicológica onde uma condição frequentemente alimenta e agrava a outra.

Por Cláudio Soares*

A possibilidade de uma colaboração premiada avançar sobre determinados agentes políticos e, ao mesmo tempo, omitir outros nomes de peso no cenário institucional, como ministros do Supremo Tribunal Federal, provoca um debate sobre os limites e a credibilidade desse instrumento no país. A discussão ganha contornos concretos diante de menções ao empresário Vorcaro, ligado ao Banco Master, e à eventual delimitação do alcance de suas declarações.

Pelo que estabelece o art. 4º da Lei nº 12.850/2013 (Lei de Organização Criminosa), a colaboração deve ser voluntária, eficaz e baseada na veracidade das informações prestadas. Na prática, isso impõe ao colaborador o dever de não omitir, de forma deliberada, fatos relevantes que estejam ao seu alcance, sob pena de comprometer os benefícios negociados com o Estado.

A primeira professora é como uma estrela guia que ilumina o caminho da educação. A minha, que me ensinou o beabá em Afogados da Ingazeira, Deus já chamou, mas há outras, verdadeiros faróis da sabedoria, vagalumes que nos tiram a vedação e o lacro da ignorância, que também são eternas, inesquecíveis. E que continuam por aqui ainda a me inspirar.

Luiza Tadéia, que ilustra esta crônica recebendo o meu livro “Os Leões do Norte”, num encontro casual na loja de conveniência do posto Cruzeiro, em Arcoverde, foi o meu primeiro facho de luz como professora de Português em Afogados da Ingazeira. Uma gigante em sabedoria. Foi dela que recebi o primeiro norte da linguagem de texto.

Nissan Kait é o antigo Kicks reestilizado — e isso é muito bom

Você provavelmente sabe a história do Nissan Kicks no Brasil. Ele era um SUV compacto, virou médio, ficou mais sofisticado e, claro, tornou-se mais caro — mas manteve o nome. O velho Kicks não desapareceu: ganhou o sobrenome Play, transformou-se numa espécie de versão de entrada da marca e continuou vendendo muito bem, até mais do que o agora irmão mais chique. Agora, o Kicks Play saiu de linha e nasceu o Kait. Mas o novo Kait é uma apenas uma reestilização do velho Kicks? A coluna De Bigu o testou por uma semana e constatou. Sim, é uma atualização visual, aquela aplicação de uma atraente roupagem. E isso é muito bom. Afinal, há várias razões pelas quais um novo produto, desde que tenha como base um mais antigo, costuma ter maior probabilidade de sucesso.

Ele passou, por exemplo, pelo que os profissionais de marketing classificam de validação, aprendizado e escalonamento. Lançado em agosto de 2016, o velho Kicks ofereceu à Nissan e seus clientes um histórico de uso capaz de gerar informações suficientes para melhorar funcionalidades e corrigir falhas. O Kait, por exemplo, manteve o que as famílias de classe média brasileiras (e, claro, taxistas, frotistas, motoristas de aplicativos etc) querem: tem bom espaço interno, proporciona conforto e, o melhor de tudo, tem um motor confiável (embora pouco ágil) e de baixo consumo de combustível. Enfim: o Kait preservou o que tinha de melhor e ainda ganhou uma repaginação no design.

A Nissan até tenta que o Kait não seja entendido comercialmente como apenas um produto reestilizado. Mesmo que estejam nele vários itens do modelo anterior — como teto, portas e até o para-lamas. Mas a Nissan deveria lembrar que reestilizar é aprimorar, requintar, aperfeiçoar. E que quaisquer eventuais defeitos comuns a um produto inédito têm menos chances de aparecer numa situação como essa. E, ainda, que o custo de produção seja bem mais em conta. Não à toa, o SUV brasileiro será exportado para pelo menos 20 países, incluindo o México. Confira o que ele tem de melhor.

A precarização dos vínculos de trabalho e a superlotação das emergências são hoje os principais entraves da rede pública de saúde em Pernambuco, na avaliação do cirurgião-geral João Veiga. Em entrevista ao blog, o médico afirmou que a chamada pejotização tem comprometido a continuidade do atendimento, o ensino médico e o vínculo dos profissionais com as unidades. “Perde a relação do profissional com a instituição (pois ele pode ser de São Paulo, pode ser do Ceará, ele não precisa ser de Pernambuco), e perde-se também a relação com o ensino”, disse.

Segundo Veiga, a mudança no modelo de contratação dentro das Organizações Sociais (OSs), responsáveis pela gestão de parte dos hospitais, agravou o problema nos últimos anos. Ele afirma que, antes, os vínculos eram majoritariamente regidos pela CLT, mas passaram a ser flexibilizados. “A OS contrata aquele médico, por um dia, dois dias. Existe caso de profissionais que ficaram 16 dias de plantão e aí foram embora pra São Paulo e nunca mais voltaram. Isso compromete a formação de residentes e a assistência”, criticou. Para o médico, a precarização da mão de obra, somada à alta ocupação das emergências, tem pressionado o sistema. Ele cita o caso do Hospital da Restauração, que, segundo dados recentes do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (CREMEPE), chegou a ultrapassar 300% de ocupação.