De bigu com a modernidade

Eletrificação será liderada por aplicativos

As empresas de transporte por aplicativo e os seus motoristas parceiros devem ser um dos principais líderes para a adoção de carros elétricos, segundo estudo inédito da McKinsey sobre o futuro da mobilidade sustentável no Brasil. Os dados mostram que, até 2040, pelo menos 85% da frota de veículos por aplicativo deve ser elétrica, número quatro vezes superior ao estimado para os carros de uso pessoal (21%). Os dados corroboram a visão da 99, empresa de tecnologia voltada à mobilidade urbana e conveniência, ao liderar a Aliança pela Mobilidade Sustentável, que reúne 11 empresas com o objetivo de impulsionar a infraestrutura para veículos sustentáveis no Brasil.

A expectativa é de que em 2040 as receitas com veículos elétricos atinjam US$ 65 bilhões. São esperados 11 milhões de automóveis eletrificados em circulação no Brasil – representando 20% de toda a frota. Segundo a pesquisa da McKinsey, os veículos elétricos têm sintonia com o modelo de negócio do transporte por aplicativo por duas razões: a alta rodagem e previsibilidade das áreas de deslocamento; e a utilização do veículo majoritariamente nos centros urbanos, permitindo a otimização do uso em relação aos pontos de recarga.

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Por Fabio Victor
Da Folha de S.Paulo

Neto de Miguel Arraes, três vezes eleito governador de Pernambuco e líder histórico da esquerda brasileira no século 20, o candidato a deputado estadual Daniel Valença (PSOL-PE), optou por omitir o sobrenome ilustre em seu nome de campanha, preferindo adotar o sobrenome paterno, que compartilha com outro parente famoso: o tio Alceu Valença.

Daniel Arraes de Alencar Valença, 42 anos, é filho de Carmen Silvia Arraes, a Nena, filha do líder político, e de Décio Valença, irmão do autor de “Anunciação” e “La Belle de Jour”. Segundo ele, a decisão de omitir o sobrenome do clã político se deve a uma série de fatores: um pedido da mãe, que o achava mais parecido com o pai e receava perseguição política como a que os Arraes sofreram na ditadura; o hábito patriarcal de se adotar o nome paterno; e a rejeição a quem prioriza sobrenome em vez de propostas.

Por Nayla Valença*

A governadora Raquel Lyra (PSD) trouxe para o debate político uma expressão que passou a usar para definir sua posição: “Sou pernambuquista”. Quis dizer com isso que a sua prioridade é defender os interesses do Estado. Mas, antes de defender Pernambuco, é preciso sobretudo defender as mulheres em geral, especialmente as pernambucanas.

Mulheres que ainda enfrentam diariamente diferentes formas de violência, seja física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e institucional. Mulheres que precisam de políticas públicas fortes, prevenção, acolhimento, proteção e uma rede especializada que esteja realmente presente onde elas vivem.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Por Larissa Rodrigues
Do blog Efeito Político

Uma semana depois de o Brasil tomar conhecimento de que a governadora Raquel Lyra (PSD) defendeu uma laqueadura sem consentimento em uma paciente da rede pública, a gestora está novamente envolvida em uma polêmica sobre falta de defesa das mulheres.

A deputada estadual Roberta Arraes (PP), que disputa novamente uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), relatou à governadora ter sido agredida pelo ex-prefeito de Araripina Raimundo Pimentel (PSD). Roberta Arraes fez o relato à Raquel Lyra durante uma agenda política da governadora no Hospital de Câncer do Sertão do Araripe, em Araripina, na última sexta-feira (25).

Caruaru - Minha rua nova

Marlos Porto*

Há medidas provisórias que nascem para resolver problemas. E há as que nascem para criar outros. A MP 1.394/2026 é da segunda categoria. Em nome do combate às apostas, o governo editou um texto tão genérico, tão mal redigido, tão cheio de buracos, que ninguém (nem jurista, nem policial, nem torcedor) sabe ao certo o que está proibido, mormente diante da costumeira criatividade interpretativa das cabeças iluminadas que mandam e desmandam no país.

O texto veda “ações de comunicação, de publicidade, de propaganda, de marketing e de patrocínio” relativas a bets, em “qualquer meio de comunicação, físico ou digital”. E é aí que mora o perigo.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Do g1

Pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (24) mostra Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em empate técnico no cenário de 2º turno: o presidente tem 47% das intenções de voto e o senador, 45%. A disputa também é apertada em grupos específicos do eleitorado brasileiro.

Quando destacamos grupos do eleitorado, a margem de erro da pesquisa aumenta, porque a amostra de eleitores é menor. Nesta reportagem, você verá como está a disputa entre Lula e Flávio em cada recorte do eleitorado. O levantamento, encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 23 de setembro. O nível de confiança é de 95% e o número de registro no TSE é BR-00304/2026.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Uma carreata com grande quantidade de carros e motos tomou as ruas de Petrolina, no Sertão do São Francisco, ontem (26), em mobilização organizada pelo Partido Liberal (PL). O ato foi comandado pelo candidato a deputado federal Carlos Britto, que percorreu diferentes regiões do município, do bairro KM-2, onde ocorreu a concentração, até as proximidades do Bodódromo, na Avenida São Francisco. A mobilização também marcou o aniversário do candidato.

Ao longo do percurso, a carreata passou pelas zonas Norte e Oeste, pelo Centro e pela Orla, reunindo apoiadores e lideranças políticas. Também participaram o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, o candidato ao Senado Mendonça Filho e a candidata a deputada estadual Lara Cavalcanti. Em entrevista à Grande Rio FM, no aeroporto de Petrolina, Carlos Britto afirmou que pretende reduzir desigualdades no município. “Nós temos duas Petrolinas. Uma Petrolina da Sete de Setembro pra lá, uma Petrolina que não aparece na televisão”, declarou Britto.

Britto também pretende direcionar emendas parlamentares para unidades de saúde dos bairros e da zona rural. “Minha emenda impositiva vai ser para os postos de saúde da zona rural e dos bairros, para que acabe com essa distância, essa diferença, para que se deixe de lotar o Traumas e o Dom Malan”. Sobre a comemoração do aniversário durante a agenda política, o candidato afirmou: “Comemorar como eu mais gosto: abraçando as pessoas, sendo abraçado por elas. É um aniversário diferente, mas muito feliz.”

Palmares - Forró Mares 2026

Por Ademar Rafael Ferreira (Papa)*

Depois do circo armado
Chamado de eleição
Qual será o resultado
Pra nossa pobre nação?

Na visão do ganhador
Quem terá maior valor
O diálogo ou o fuzil?
A inclusão social,
Ou usura do capital?
Pra onde irá o Brasil?

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Silvino Teles Filho*

A dor crônica é complexa. Seu tratamento também precisa ser.

A dor persistente vai além de uma simples sensação desagradável. Quando se torna crônica, pode modificar a forma como o sistema nervoso percebe e processa os estímulos, interferindo no sono, no humor, na concentração, na mobilidade e na qualidade de vida.

Por isso, o tratamento da dor crônica precisa ser individualizado. Nem sempre o uso de medicamentos é suficiente. Em pacientes selecionados, bloqueios, técnicas de neuromodulação e outras abordagens intervencionistas podem ser incorporados ao plano terapêutico, de acordo com o diagnóstico, as características dos sintomas e os mecanismos envolvidos.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Se estamos felizes, todos os dias são belos. Li esta frase estampada na traseira de um caminhão indo para minha Arcoverde, pedacinho do céu que se transformou em meu refúgio de plena felicidade ao lado da minha Nayla. Mas o que é felicidade? Os filósofos dizem ser um estado durável de bem-estar, satisfação, equilíbrio físico e psíquico. Um sentimento de contentamento profundo e paz interior.

Os antigos gregos chamavam de eudaimonia, termo ainda usado em ética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavra prazer. É difícil definir, rigorosamente, a felicidade e sua medida. Investigadores em psicologia desenvolveram diferentes métodos e instrumentos, a exemplo do Questionário da Felicidade de Oxford, para medir o nível de felicidade de uma pessoa.

Sete em cada dez motoristas de aplicativos reclamam das taxas

O trabalho por aplicativos cresceu como alternativa de renda para muitos brasileiros. Porém, a expansão do setor não eliminou uma questão central para quem está na ponta: quanto do valor gerado por corrida ou entrega efetivamente fica com o profissional? A percepção dos próprios motoristas e entregadores é que o problema está menos na falta de trabalho do que na parcela da receita que chega ao bolso depois das taxas cobradas pelas plataformas.

Segundo levantamento da GigU em parceria com a Jangada Consultoria de Comunicação, para 67,5% dos entrevistados a principal medida capaz de aumentar seus ganhos seria a redução das taxas cobradas pelos aplicativos. O resultado coloca a remuneração líquida no centro da discussão sobre o futuro do trabalho por plataformas e sinaliza que, para a maioria dos profissionais, aumentar o volume de chamadas não necessariamente resolve o problema. A diferença aparece com clareza quando as demais respostas são analisadas. Apenas 7,7% apontam a existência de mais corridas ou entregas como o principal caminho para elevar a renda. Outros 9,5% gostariam de receber mais informações sobre os ganhos antes de aceitar uma chamada, enquanto 9,9% citam programas de benefícios e incentivos. Outros modelos de remuneração aparecem com 5,4%.

O dado ajuda a deslocar o debate sobre a relação entre plataformas e profissionais. Em vez de simplesmente buscar mais demanda, o trabalhador parece estar olhando para a eficiência econômica de cada hora trabalhada. Se uma corrida adicional vem acompanhada de uma taxa que reduz significativamente o valor recebido, aumentar o número de chamadas pode significar apenas trabalhar mais para obter um ganho proporcionalmente menor. Essa percepção também se conecta à dificuldade de prever a renda. No mesmo levantamento, 43,6% dos profissionais classificam seus ganhos como pouco ou nada previsíveis, enquanto 44,6% consideram a renda razoavelmente previsível. Apenas 11,8% dizem ter ganhos muito previsíveis.

A Justiça Eleitoral reprovou, neste sábado (26), o conteúdo de um vídeo de direito de resposta que havia sido concedido a Raquel Lyra (PSD). Segundo o desembargador Fernando Braga Damasceno, houve desvirtuamento do teor da mensagem autorizada por decisão judicial anterior sobre o supersalário da governadora, o que pode gerar punição à coligação governista.

A tentativa de driblar a Justiça foi apontada pela Frente Popular de Pernambuco. Segundo a coligação que representa João Campos (PSB), a campanha de Raquel tentou promover a candidata em um espaço que deveria ser destinado apenas a responder o adversário. A comunicação de Raquel também pretendia usar a peça para argumentar que o salário de R$ 60 mil recebido pela governadora está de acordo com o que diz a Constituição, argumento que, além de não encontrar respaldo na realidade, não havia sido avalizado pela Justiça Eleitoral.

Candidato à reeleição, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB), afirmou, ontem (25), durante agendas de campanha em Ribeirão, na Mata Sul do estado, que o vínculo que construiu com o município vem de longe e que, diferentemente de alguns concorrentes, não estava ali “caindo de paraquedas”.

O parlamentar lembrou que começou a visitar e a trabalhar por Ribeirão durante a gestão do ex-prefeito Marcello Maranhão (PSB) e que continuou a parceria com a prefeita Carol Jordão (PSD). “Quando comecei a andar por aqui, não conhecia ninguém e hoje eu me sinto fazendo parte do povo de Ribeirão, pela amizade e pelo conhecimento que a gente tem”, disse, em discurso.

“A gente tem que conversar com vocês, tem que falar que a gente vem trabalhando pelo município. Eu não estou aqui caindo de paraquedas. A gente vem trazendo ações na saúde, ações na agricultura, poços artesianos, retroescavadeira, calçamento, como vocês estão vendo aqui”, completou. O deputado afirmou ter orgulho de fazer parte do grupo político liderado por Carol e Marcello. “Este grupo mudou a história desse município”, ressaltou.

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