Daniel, Guilherme e Débora cotados para secretariado de Raquel  

Encerrada a apuração e declarada a vitória de Raquel Lyra (PSDB) para o Governo de Pernambuco, as atenções agora se voltam para o futuro secretariado que a tucana só deverá anunciar em dezembro. Até lá, muitos nomes devem ser especulados, alguns com maior força e outros nem tanto, mas o desenho do organograma deverá ser montado por Raquel junto com a vice, Priscila Krause (Cidadania), nestes dois meses.

Um dos nomes mais cotados é o do deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), que não conseguiu se reeleger. Há quem pense nele como secretário da Casa Civil ou de Governo, embora não seja uma figura tão simpática ao meio político. Mas foi um dos pilares na campanha vitoriosa de Raquel, e precisará ficar em evidência para poder disputar a Prefeitura do Recife em 2024. 

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Titular do Ministério da Defesa desde o primeiro dia do governo Lula (PT), o pernambucano José Múcio Monteiro comemora os avanços na área, embora reconheça que há muito o que fazer. Defensor desde o primeiro momento de que o país precisa ampliar seu investimento na área da segurança e soberania, ele ressalta que o tema tem sido abordado por todos os candidatos à Presidência da República nesta eleição.

“A questão da Defesa melhorou muito. Veja que todos os candidatos a presidente estão falando em defesa, o que não se falava. O presidente Lula (PT) disse que uma das pastas prioritárias no segundo mandato será a Defesa. A grande vitória nossa foi trazermos para a discussão. Temos excelentes soldados no Exército, na Marinha, nas Forças Armadas, mas precisamos de instrumentos. Não para enfrentar ninguém, mas para defender o nosso país”, disse José Múcio, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Sebrae - Fazer dar certo

Há três anos e nove meses comandando o Ministério da Defesa, o pernambucano José Múcio Monteiro conseguiu o que parecia impossível no início do Governo Lula (PT): pacificar a relação da classe política com as Forças Armadas, que foi ainda mais abalada logo na primeira semana de gestão, após os ataques de 8 de janeiro de 2023.

Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele afirmou que sua intenção era apenas passar uma chuva na Esplanada, mas já é o segundo mais longevo na missão, atrás apenas de Nelson Jobim, que ficou entre junho de 2007 e agosto de 2011, entre as presidências de Lula e Dilma Rousseff (PT).

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu, nesta terça-feira (8/9), em caráter de urgência, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, suspenda a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada.

O documento, assinado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e por outros integrantes da direção da AGU, sustenta a existência de grave lesão à ordem pública e administrativa. As informações são do Metrópoles.

Caruaru - Transparência 2026

Se Pernambuco vive hoje uma disputa polarizada, a situação não é uma novidade. Quarenta anos atrás, o atual ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, viveu um momento parecido, enfrentando o ex-governador Miguel Arraes numa das eleições mais duras da história do estado. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o atual auxiliar de Lula relembrou com carinho aquele momento. “Eu existo por causa daquela derrota”, afirmou.

“Tudo valeu a pena naquela eleição. Não me arrependo de nada do que fiz. Depois dali, fui deputado federal por cinco mandatos, líder do governo Lula, ministro das Relações Institucionais, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e agora ministro da Defesa. Se não tivesse perdido aquela eleição, não teria a história política que construí ao longo dos anos”, reconhece o pernambucano.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) recebeu o apoio do presidente da Câmara Municipal de Sertânia, Vando do Caroá (PL), e de outros sete vereadores do município. Também declararam apoio a Damião Silva, Rielson de Algodões, Doia, Junhão Lins, André Chaves Gijio, Patricia de Júnior do Posto e Luiz Abel.

Eduardo da Fonte integra a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e tem participado de agendas políticas ao lado dela em diferentes regiões de Pernambuco. O outro candidato ao Senado na chapa é Túlio Gadêlha (PSD).

“Receber o apoio da maioria dos vereadores de Sertânia aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. É uma demonstração de confiança no trabalho que construímos por Pernambuco e no projeto que estamos levando ao Senado ao lado da governadora Raquel Lyra”, afirmou Eduardo da Fonte.

Palmares - Forró Mares 2026

Um vídeo enviado ao blog mostra as condições de abandono de um trecho da PE-499, no Sertão de Pernambuco. Nas imagens, é possível ver diversos buracos e pontos de desgaste no asfalto ao longo da pista.

Conhecida como Estrada da Cebola, a PE-499 teve um trecho de 31,96 quilômetros, entre Terra Nova e Cabrobó, pavimentado pelo Governo Raquel Lyra e entregue em maio de 2024. A obra recebeu investimento de R$ 41,1 milhões e incluiu serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem e sinalização.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.

Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. As informações são do g1.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, é o convidado de hoje do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’. Na pauta, os 40 anos da histórica eleição de 1986, na qual perdeu a disputa para o Governo de Pernambuco para Miguel Arraes. O ministro, com apenas 38 anos na época, tinha sido vice-prefeito de Rio Formoso e depois fora eleito prefeito, mas optou por presidir a Celpe e na gestão de Roberto Magalhães foi secretário de Transporte entre 1982 e 1985.

Franco favorito, Arraes, então com 70 anos de idade, era tido como o novo, foi o candidato dos jovens e da esquerda na época, enquanto Múcio era tido como o candidato dos velhos. Essa inversão de valores mostrava o quanto Miguel Arraes era uma figura icônica e porquê ele cravou seu nome na história de Pernambuco.

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra como está o cenário da eleição estadual, a menos de um mês do 1º turno — que acontecerá em 4 de outubro.

Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 25 de agosto.

Blog da Malu Gaspar – O GLOBO

Em seu acordo de colaboração premiada, o operador do mercado financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, confirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) ter realizado ao longo do ano passado sete transferências bancárias para o fundo Havengate que totalizam US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 69 milhões no câmbio da época) a pedido do banqueiro Daniel Vorcaro.

O fundo, sediado nos Estados Unidos, é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e foi usado para o financiamento do polêmico longa-metragem “Dark Horse”. O filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro, que aborda a campanha política de 2018, com destaque para a facada no ex-presidente, só vai estrear nos cinemas depois das eleições deste ano, conforme antecipou o blog.

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) defendeu, nesta terça-feira (8), investimentos em infraestrutura, logística e qualificação profissional durante sabatina promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Entre as propostas apresentadas, estão a conclusão do ramal Salgueiro-Suape da Transnordestina, investimentos nos aeroportos do interior e a ampliação das fontes de energia renovável e da infraestrutura de gás natural no estado.

Marília também defendeu a interiorização do desenvolvimento a partir das atividades econômicas de cada região, citando o polo gesseiro do Araripe, a fruticultura do Vale do São Francisco, o polo de confecções do Agreste e o complexo industrial e portuário da Região Metropolitana. Ao tratar da reforma tributária, afirmou ser favorável ao fortalecimento da Sudene, à manutenção de incentivos ao desenvolvimento regional, à revisão do Pacto Federativo e a condições tributárias voltadas aos pequenos e médios empreendedores. “Pernambuco precisa ter infraestrutura, crédito, energia, formação profissional e condições tributárias para atrair investimentos, produzir e competir”, afirmou.

Questionada sobre o fim da escala 6×1, a candidata manteve posição favorável à mudança e argumentou que a redução da jornada pode melhorar as condições de saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores. Marília afirmou ainda que pretende manter diálogo com o setor produtivo caso seja eleita. “Tenho lado, tenho posições políticas muito claras, mas sei dialogar e construir com quem pensa diferente. No Senado, meu lado será Pernambuco”, declarou.