Golfista e empresária, Carolina Sultanum foi eleita, há pouco, a primeira presidente do Caxangá Golf & Country Club, quebrando um tabu de 96 anos de história do clube tendo homens sob o seu comando. Sócia há 12 anos, atual diretora social, Carolina tem projetos ousados, entre eles ampliar os investimentos na área esportiva, com foco na melhoria de equipamentos para as modalidades olímpicas já oferecidas pelo clube e na expansão de projetos sociais que beneficiem crianças da rede pública de ensino.
Ousada, iniciou sua trajetória no clube jogando tênis e, ao longo dos anos, se apaixonou pelo golfe, esporte que pratica ao lado do marido e do filho. “Eu e meu marido viajamos participando de torneios amadores em alguns estados do país, mas de maneira bem informal. Todo lugar que viajo, procuro jogar em campos diferentes”, relata.
Carolina é administradora e proprietária da Premier Pack, uma distribuidora de embalagens de vidro para perfumaria, alimentos e bebidas. Ser a primeira mulher na presidência do clube é, segundo ela, honra e desafio. “É um clube muito tradicional que sempre foi composto por homens. Fui a primeira mulher diretora do clube e trouxe uma vice-presidente mulher, a advogada Gabriela Borba. Isso nos fortalece para implementarmos as mudanças que queremos. No Nordeste, isso quase não aconteceu em clubes centenários”, destacou.
Carolina com o atual presidente, Antônio Augusto Wanderley, no congresso do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC)
Os projetos sociais do clube também serão ampliados, incluindo iniciativas que incentivam crianças da rede pública a praticarem golfe, hipismo e tênis. As ações, realizadas em parceria com a Prefeitura, a Lei Pelé e a organização internacional R&A, visam não apenas ensinar esportes, mas também formar futuros atletas olímpicos. “Nosso objetivo é dar a essas crianças a oportunidade de aprenderem e crescerem no esporte, contribuindo para um futuro mais promissor”, afirmou Carolina.
De acordo com a nova presidente, nos últimos quatro anos o clube trouxe 50% de novos sócios e realizou melhorias significativas, como a construção de restaurantes, salas de reunião e outros espaços, refletindo o compromisso de alinhar tradição e inovação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a vitória do filme ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura no Globo de Ouro 2026. O filme venceu melhor filme em língua não-inglesa e o melhor ator de drama na cerimônia neste domingo (11).
Em publicação nas redes sociais, Lula elogiou o diretor Kleber Mendonça Filho, Wagner e comemorou o desempenho do cinema brasileiro. As informações são do portal G1.
“Estamos muito felizes, eu e Janja, com a vitória de O Agente Secreto na categoria de Melhor Filme em Língua não Inglesa”, disse. “O Agente Secreto é um filme essencial para não deixar cair no esquecimento a violência da ditadura e a capacidade de resistência do povo brasileiro”.
“A merecidíssima estatueta premia a performance de excelência do querido artista baiano que tanto nos emociona em O Agente Secreto”, disse o presidente.
“Como o próprio Wagner tem dito, o cinema brasileiro vem mobilizando a atenção e o respeito das pessoas em todas as regiões, e tem sido um símbolo importante da volta da valorização dos artistas em nosso país”, completou.
Depois das últimas revelações sobre supostas fraudes e ações coordenadas para atacar o Banco Central, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) querem distância do caso Master.
A avaliação deles é que o TCU entrou de forma equivocada no tema e passou a imagem de que está mais preocupado em investigar a liquidação, deixando de lado as fraudes que podem atingir um banco público e aposentados e pensionistas de fundo de pensão.
O blog do Valdo Cruz ouviu alguns ministros do tribunal que voltam do recesso na semana que vem.
Segundo eles, o plenário do TCU não deve aprovar uma inspeção técnica para avaliar a liquidação do banco Master, ainda mais num caso envolto em polêmicas políticas e que ainda pode trazer muitas novidades negativas com a investigação em curso pela Polícia Federal.
As novas revelações de influenciadores contratados para atacar o Banco Central reforçam a tese de que houve uma grande operação para proteger o Master e descredibilizar a liquidação do Master, o que se configura, segundo investigadores, numa operação criminosa para beneficiar quem está sendo acusado de praticar fraudes bancárias.
O que começou com dois casos se mostrou uma operação coordenada de ataques nas redes sociais à Febraban (Federação Brasileiras de Bancos) e ao Banco Central, assustando ainda mais ministros do TCU.
Segundo eles, o tribunal deveria manter distância não só regulamentar, mas a perder de vista do caso Master porque ele está se mostrando explosivo.
Críticas à ação do TCU de pedir inspeção sobre liquidação do banco Master levaram a um recuo do tribunal e à marcação da reunião desta segunda-feira (12) entre o presidente do tribunal, Vital do Rêgo, e o do Banco Central, Gabriel Galípolo.
A decisão do ministro Jonathan de Jesus gerou muitas críticas fora e dentro do tribunal e questionamentos sobre o poder do TCU de interferir numa liquidação.
Entre investigadores, há uma reclamação de o TCU ter iniciado seus questionamentos sobre quem liquidou o banco e não sobre as operações irregulares do Master, que podem provocar um rombo de R$ 4 bilhões ao banco público BRB e a clientes da instituição liquidada.
Segundo técnicos, o tribunal estava passando a mensagem de estar mais preocupado com o dono do banco do que com seus clientes e as fraudes bancárias.
MONTANHAS DA JAQUEIRA — Petróleo e cocaína são drogas alucinógenas. Produzem delírios de poder. Maduro e Tramp são viciados em petróleo. Maduro costumava injetar cheirar e injetar barris de petróleo nas veias. Em seus delírios, depois de cheirar carradas de óleo de pedra, Maduro dançava rumba, requebrava as cadeiras e cantava a cantiga dos drogaditos da Cracolândia no Palácio Miraflores:
“Eu vou cantar uma linda canção. Tô doidão, tô doidão, bicho tô doidão. Bicho tô doidão. Porque o cowboy Donald Tramp roubou minha mina dentro do salão”.
O cowboy Tramp sempre foi viciado em drogas pesadas, tipo petróleo, dólar e periguetes do cardápio do finado Epstein. À primeira vista periguetes são mercadorias palatáveis e a preços módicos, mas os efeitos colaterais custam caro. Quando chegam neste reino tropical os gringos se deixam fascinar pelas periguetes e caem na gandaia.
Os presidentes americanos são conhecidos pelo vício de cheirar barris e mais barris de petróleo. São drogas produzidas nas Arábias e também na Venezuela. Nessa onda às vezes os bichos ficam doidões com mania de guerra. Bill Clinton também tinha o vício de degustar estagiárias no Salão Oval da Casa Branca.
O comunismo é uma droga sintética criada por Karl Marx e Friedrich Engels, uma dupla intelectual altamente periculosa. Karl era inimigo ferrenho do trabalho e se tremia todo quando ouvia falar esta palavra. Mas gostava de ter amigos ricos. Daí fez amizade com Friedrich Engels, filho de uma família de industriais alemães de quem se tornou parceiro e que financiava suas farras e foi seu provedor durante toda a vida. O marxismo e o materialismo dialético são culturas as mais inúteis e enganosas das ciências humanas.
A dupla Karl Marx e Engels escreveu o “Manifesto Comunista”, de 1884, e o livro “O Capital” para se vingar da sociedade capitalista na época. Na verdade, o capitalismo daqueles tempos era muito perverso e eles tinham lá suas razoes. A criação da droga chamada comunismo foi um dos capítulos mais nefastos da história da humanidade. Produz mais vítimas fatais que as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.
Os genocidas Joseph Stalin, na URSS, Mao Tse-tung, na China Continental, e Pol Pot, no Camboja, eram viciados na droga do comunismo e foram responsáveis pelo extermínio de mais de 60 milhões de criaturas. A droga do nazismo, do satânico Adolf Hitler, matou mais de 6 milhões de judeus nos campos de concentração. Foi quando o Papa Bento XVI perguntou, no campo de concentração de Auschwitz, diante do triunfo do mal: “Onde estava Deus?”
O psicopata Fidel Castro usou a droga do comunismo, versão do Caribe, para fuzilar 3 mil cubanos e matar outros 10 mil nas prisões. Os cubanos hoje morrem de fome no dia a dia.
Em termos de letalidade a droga do comunismo só pode ser comparada ao Yersinia pestis, o vírus da peste negra que exterminou um terço da população mundial na Idade Média.
Nos Estados, as eleições para governador dificilmente ficarão desatreladas da corrida presidencial. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, por exemplo, o presidente Lula (PT) já fez uma jogada silenciosa para viabilizar Geraldo Alckmin (PSB) ou Fernando Haddad (PT) como alternativas a governador quando convenceu Guilherme Boulos (Psol), que queria ser candidato a governador, a virar ministro. Menos um para criar problemas.
Em Pernambuco, não será diferente. A rearrumação do quadro para governador está nas mãos do presidente do PSD, o partido de Raquel Lyra, Gilberto Kassab. Se Alckmin entrar na disputa para o Governo de São Paulo, a vaga de vice na chapa de Lula pode ser ocupada pelo PSD, o que levaria o PT a abrir dois palanques em Pernambuco para Lula.
Como previu o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, a força e a influência de Lula em seu Estado de origem seriam disputadas pelos rivais Raquel e João. Bom para Lula, ruim para Raquel e João. João não ficaria bem na fita por não ter a exclusividade de Lula num cenário em que sua reeleição venha a ser favas contadas.
Já Raquel também sairia no prejuízo, porque, diferentemente da eleição passada, quando não assumiu nem Lula nem Bolsonaro, estreitaria o seu palanque optando por Lula. Perderia os votos da direita e, principalmente, dos bolsonaristas. Mas este é o preço a ser pago para ambos os lados do casamento forçado e obrigatório dos vínculos das eleições presidenciais com as estaduais.
Pernambuco não é uma ilha e será tratado por Lula e os arquitetos do seu projeto de reeleição dessa forma, queira ou não João ou Raquel. As cartas já estão postas na mesa de um jogo que só irá clarear em meados de julho, prazo para as convenções partidárias que homologarão os candidatos a presidente e governador.
QUAEST SAI QUARTA – A Quaest divulgará na próxima quarta-feira sua primeira pesquisa de 2026 sobre as intenções de voto para presidente da República. Contratado pelo Banco Genial, o levantamento contará com 2004 questionários e uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto considerará em seu principal cenário os seguintes potenciais candidatos: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão).
Apoio do PP a Flávio só em abril – O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), diz que o partido só decidirá em abril se apoiará a eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República em 2026. Segundo ele, a legenda aguarda para avaliar se a campanha terá como objetivo “ganhar e unificar o país” ou apenas “defender o legado político” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Houve uma decisão do presidente Bolsonaro, que é mais do que legítima, ele que detém o capital político e optou pela candidatura do senador Flávio e temos que respeitar essa escolha e aguardar que tipo de candidatura será. Se é uma candidatura para ganhar e unificar o país, ou somente para defender o legado político. Estamos aguardando um pouco mais como sobre como vai ser conduzida essa campanha”, declarou. “Apoio ou não à candidatura de Flávio, vamos tomar em abril”, acrescentou.
Prisão domiciliar – Senadores pediram ao Supremo Tribunal Federal a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre na Superintendência da Polícia Federal em Brasília uma pena de 27 anos por liderar a tentativa de golpe de Estado. Encabeçada pelo senador Wilder Morais (PL-GO), a solicitação conta com 41 assinaturas. Além da prisão domiciliar, os parlamentares demandam uma “perícia médica oficial” sobre as condições de saúde do ex-capitão, após ele ter sofrido uma queda da cama na madrugada da terça-feira passada.
Rebelo anuncia candidatura dia 31 – Ex-filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e próximo do bolsonarismo, Aldo Rebelo agendou um ato público para oficializar sua candidatura ao Planalto para o próximo dia 31, em São Paulo. Em vídeo em suas redes sociais, Rebelo se apresenta como uma pessoa plural e justifica sua trajetória, que foi de um partido comunista à interlocução com a extrema-direita. Na publicação, ele explica que entrou no PCdoB nos anos 1970, “quando a agenda da esquerda era uma agenda nacionalista, uma agenda democrática, uma agenda da luta pela redução das desigualdades”.
Quem tem prazo, não tem pressa – Há setores que apoiam a candidatura de João Campos (PSB) defendendo internamente que saia na frente de Raquel e já anuncie sua chapa antes do carnaval, marcado para 14 de fevereiro. Seria até compreensível se ele não tivesse tantos abacaxis para descascar, entre eles nomes em excesso brigando pelas duas vagas ao Senado. O calendário eleitoral tem três datas fundamentais: 4 de abril, que abre a janela para a troca de partidos e a desincompatibilização para quem ocupa cargos, 20 de julho a 10 de agosto, as convenções, e 4 de outubro a eleição. Antecipar decisões antes de prazo é amadorismo. Marco Maciel dizia que quem tem prazo, não tem pressa.
CURTAS
A CHAPA – O que se ouve fortemente nos bastidores é que o desejo de João seria atrair a federação PP-União Brasil para a sua aliança, abrindo uma das vagas ao Senado para o presidente da federação, Eduardo da Fonte. A outra já está reservada para Humberto Costa (PT).
O VICE – Ao grupo Coelho, seria oferecida a vaga de vice ao ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), mas o clã resiste. Insiste no nome de Miguel para o Senado. Sexta-feira passada, João e Miguel tiveram uma longa conversa, mas em nenhum momento o ex-prefeito sinalizou que se contentaria com a vice.
AVULSA – Outro imbróglio na montagem da chapa, a ex-deputada Marília Arraes, do Solidariedade, que também pleiteia o Senado, deve sair candidata a deputada federal. A interlocutores, Marília, entretanto, admite sair ao Senado numa chapa avulsa, o que, certamente, só trará mais dor de cabeça para João.
Perguntar não ofende: Por que os menudos de João andam tão ansiosos com o calendário eleitoral?
O deputado estadual Joel da Harpa (PL) divulgou, hoje, um vídeo nas redes sociais para rebater acusações sobre um suposto fechamento do Hospital da Polícia Militar de Pernambuco e do Sistema de Saúde dos Militares (Sismepe), após a repercussão de críticas.. Ao lado do coronel Renato Pinto Aragão, ex-diretor da Diretoria de Apoio Administrativo ao Sistema de Saúde (DASIS), o parlamentar afirmou que as portarias publicadas no fim de 2024 não interromperam serviços e tiveram como objetivo “uma questão de segurança jurídica”, negando qualquer interferência da governadora. “De forma nenhuma. Essa portaria foi publicada por mim por uma questão de segurança jurídica”, afirmou o coronel.
Segundo Renato, o sistema de saúde dos militares tem condições de ampliar o atendimento, inclusive no interior do estado, por meio de um credenciamento de prestadores em andamento. “Esse credenciamento está em curso e é ele quem vai possibilitar a regularização dos prestadores que já estão lá e a contratação de novos prestadores, não só para a capital e região metropolitana, mas para todo o estado de Pernambuco”, disse. Joel da Harpa também respondeu a questionamentos sobre recursos destinados ao hospital e afirmou que enviou emendas parlamentares à unidade. “Tenho conhecimento, sim”, declarou o coronel, ao confirmar que uma das emendas foi utilizada para a compra de equipamentos odontológicos novos, já em fase de entrega.
Se a criação de um ministério dedicado exclusivamente à segurança pública for confirmada, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá chegar a 39 pastas na Esplanada, igualando o recorde estabelecido na gestão de Dilma Rousseff (PT).
O total representaria um aumento de quase 70% em relação ao governo Jair Bolsonaro (PL), com 23 ministérios. No governo Michel Temer (MDB), esse número chegou a 29. A possibilidade de um possível desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública voltou ser discutida após a saída de Ricardo Lewandowski. As informações são da CNN Brasil.
O tema ganhou força também nos entes federativos: o Consesp (colegiado que reúne secretários de segurança pública de todos os estados) afirmou, por exemplo, que o momento é “oportuno e estratégico” para a separação das pastas.
A criação do Ministério da Segurança Pública foi promessa de campanha em 2022, mas Lula desistiu da mudança durante a transição, ao entregar a pasta da Justiça a Flávio Dino.
Com o decorrer do mandato, porém, Lula viu a segurança pública se tornar um dos principais pontos de fragilidade do governo. As tentativas de emplacar pautas positivas para reverter o desgaste não tiveram o impacto esperado. A principal aposta da gestão Lewandowski, a PEC da Segurança Pública, ainda está parada na Câmara dos Deputados.
A ideia de desmembramento, no entanto, ainda divide aliados. Conforme mostrou a CNN, já não há dúvida sobre a necessidade de uma pasta exclusiva para tratar do tema que mais preocupa os brasileiros, mas sim sobre a conveniência política de criá-la nos últimos meses do mandato.
Integrantes do governo avaliam que a medida pode ser explorada pela oposição como ação meramente eleitoral. Há também o impasse de que um novo ministro teria pouco tempo para apresentar resultados consistentes antes das eleições e enfrentaria forte limitação orçamentária.
Mas para além da possível criação de uma nova pasta, 2026 tende a provocar uma ampla reorganização na Esplanada. Em abril, ministros que pretendem concorrer nas eleições precisarão deixar seus cargos. Entre os nomes que estudam sair estão Anielle Franco (Igualdade Racial), Fernando Haddad (Economia), Camilo Santana (Educação), Wellington Dias (Desenvolvimento Social), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Rui Costa (Casa Civil).
A cidade de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), foi atingida pela passagem de um tornado no início da noite de ontem (10) e houve destelhamento de casas, queda de árvores e de energia. A velocidade dos ventos foi de 180km/h, segundo avaliação do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o que significa dizer que o fenômeno está na categoria F2 na escala Fujita, que vai até 5.
A região mais afetada foi o bairro de Guatupê, onde os ventos causaram a destruição dos telhados de cerca de 350 residências, segundo informações da Defesa Civil. 1,2 mil pessoas foram impactadas pelo evento, sendo que duas famílias ficaram desalojadas e precisaram ser abrigadas por parentes. Duas pessoas ficaram levemente feridas.
Os ventos causaram ainda outros tipos de estragos, como derrubada de portões, provocou o desligamento de semáforos, a destruição de um galpão e ainda danificou vários postes.
A Prefeita de São José dos Pinhais, Nina Singer, anunciou na noite de ontem que foi montado um ponto de apoio na subprefeitura de Guatupê com a disponibilização de lonas para proteger provisoriamente as casas que sofreram danos. A Defesa Civil mandou para São José dos Pinhais 2,6 mil telhas para ajudar as famílias atingidas e reconstruir suas residências.
O Vale do Catimbau, parque nacional localizado no município de Buíque, no Agreste de Pernambuco, foi eleito um dos principais destinos do ecoturismo do Brasil. O local é o segundo maior parque arqueológico do Brasil. A reserva possui 62.00 hectares e abriga reservas arqueológicas e a Reserva Indígena Kapinawá.
A curadoria foi realizada pela plataforma PlanetaEXO, que reuniu 15 destinos que representam os principais biomas brasileiros e evidenciam a força do ecoturismo como vetor de desenvolvimento sustentável. O Vale do Catimbau aparece em 9° lugar.
A pesquisa que elegeu o Vale do Catimbau como um dos principais destinos do ecoturismo brasileiro priorizou vivências ao ar livre como:
Trilhas;
Observação de fauna;
Travessias;
Experiências imersivas na natureza;
As informações divulgadas pelo Ministério do Turismo apontam ainda que a seleção ocorre em um momento estratégico para o turismo nacional. Em 2025, o Brasil recebeu 9,2 milhões de turistas estrangeiros — o maior número já registrado —, consolidando o país no cenário internacional e reforçando o potencial de destinos naturais como protagonistas do crescimento do setor.
Confira os 15 principais destinos de ecoturismo no Brasil
Lençóis Maranhenses (MA)
Amazônia (AM/PA)
Barra do Garças (MT)
Chapada Diamantina (BA)
Cambará do Sul (RS)
Jalapão e Serras Gerais (TO)
Chapada dos Veadeiros (GO)
Pantanal (MT/MS)
Vale do Catimbau (PE)
Nobres (MT)
Serra da Capivara (PI)
Cerrado – Trijunção (GO/MG/BA)
Ibitipoca (MG)
Abrolhos (BA)
Fernando de Noronha (PE)
Vale do Catimbau
O Vale do Catimbau oferece trilhas e uma vista da paisagem natural. Os turistas podem fazer a Trilha de Malhador, Trilha do Coqueiro, Trilha da Jibóia, Trilha do Brejo de São José, Trilha da Igrejinha, Trilha Cerca de Pedra, Trilha da Pinga, Trilha do Gogó da Ema, Trilha das Torres, Trilha do Canyon.
O local possui sítios arqueológicos com pinturas rupestres e artefatos da ocupação pré-histórica. Na região também é possível encontrar terrenos antigos com cavernas, cânions e lapiais.
Segundo o portal oficial do Vale do Catimbau, além do ecoturismo, os turistas ainda podem aproveitar a vista do céu e ter a oportunidade de observar e fotografar estrelas cadentes, satélites, planetas e o nascer da lua através de um céu limpo.
Arte Rupestre pode ser encontrada em locais do Vale do Catimbau — Foto: Acervo/TV Asa Branca
Quase um ano após ter sido alvo de operação contra o forte esquema de corrupção, o Presídio de Igarassu, localizado no Grande Recife, segue preocupando as autoridades. Desta vez, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) identifica uma superlotação de 488% e cobra medidas do Estado para mudar essa realidade.
Segundo apuração da 47ª Promotoria de Justiça da Defesa da Cidadania da Capital, o Presídio de Igarassu chegou a 5.988 presos em dezembro de 2025, enquanto a capacidade é de apenas 1.226. “Cinco corpos para uma cama”, resumiu a promotora Irene Cardoso Souza.
Em dezembro de 2023, a unidade prisional tinha 5.377 detentos. Em junho do ano passado, chegou a 5.645. E, no último mês, quase 6 mil. O crescimento populacional ininterrupto chama a atenção porque viola os direitos humanos e gera ainda mais descontrole do Estado em relação aos presos.
Em portaria, a promotora cobrou ações para reduzir a superlotação do Presídio de Igarassu. Ela apontou, por exemplo, que há cerca de 100 presos por policial penal, resultando em “limites críticos à capacidade de vigilância do Estado e à segurança da unidade, inclusive dos policiais penais”. Além disso, o risco à saúde dos presos, familiares e profissionais de segurança também foi citado.
Um procedimento administrativo estrutural foi instaurado para adoção de medidas para reorganização das vagas, com proposta de realização de visitas presenciais e estabelecimento de um teto de ocupação baseado na capacidade do presídio.
A promotora determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) seja notificada e que, em até 20 dias, apresente informações sobre o fluxo de distribuição de presos dos últimos 12 meses, justificando o aumento da entrada no Presídio de Igarassu.
Irene pediu ainda que sejam repassadas informações sobre inspeções recentes e que uma reunião seja marcada com o Comitê Estadual de Políticas Penais (Pena Justa/PE).
Em fevereiro do ano passado, após operação que prendeu policiais penais e o ex-diretor do presídio, Charles Belarmino de Queiroz, por acusações de corrupção, a 1ª Vara de Execuções Penais determinou a interdição parcial da unidade, proibindo a entrada de novos presos. Dias depois, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), derrubou a decisão — resultando em uma situação ainda mais caótica.
Governo promete entregar novos presídios em 2026
Em meio ao cenário de superlotação que atinge todo o sistema prisional de Pernambuco, o governo estadual promete abrir novas vagas ao longo de 2026, com a entrega de novos presídios. O Complexo Prisional de Araçoiaba, na Região Metropolitana do Recife, está em fase de conclusão de obras. Estão sendo criadas 2.754 vagas.
As obras das unidades 3, 4 e 5 do Presídio de Itaquitinga (PIT), na Mata Norte do Estado, devem ser encerradas até agosto — gerando mais 3 mil vagas. Já a Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru, no Agreste, deve contar com mais 155 vagas.
O Ministério das Relações Exteriores decidiu deixar a custódia da Embaixada da Argentina em Caracas, na Venezuela, que havia sido assumida em agosto de 2024 após atritos do presidente argentino Javier Milei com o então presidente venezuelano Nicolás Maduro que levaram à expulsão de diplomatas argentinos do país.
A informação foi revelada pelo jornal La Nación e confirmada pelo Estadão. A decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi comunicada às autoridades argentinas, que deverão retomar o posto ou designar a custódia a outro país vizinho, e à gestão da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodrigues. Procurado, o Itamaraty não quis se manifestar.
O Estadão apurou que a decisão partiu do Brasil. A relação entre os governos Lula e Milei é ruidosa desde o início e vem numa crescente de desgaste. Enquanto Lula criticou a invasão dos Estados Unidos ao território venezuelano para prender Maduro, Milei celebrou a ação americana e marcou posição contra os governos latino-americanos de esquerda que têm analisado a questão da Venezuela sob uma perspectiva de soberania nacional.
De acordo com o jornal La Nación, o Itamaraty comunicou a diplomacia argentina na última sexta-feira (9), mesmo dia em que o acordo de livre comércio entre Mercosul — bloco econômico do qual os dois países fazem parte — e a União Europeia foi assinado. Ainda segundo o veículo argentino, o governo Lula tomou a decisão após Milei postar um vídeo com insinuações a Lula.
Na postagem compartilhada por Milei nas redes sociais, ele defendeu a ação americana na Venezuela enquanto inseria imagens do presidente brasileiro. O vídeo terminava com uma foto de Lula abraçado com Maduro.
No período de mais de um ano em que assumiu a Embaixada argentina, o Brasil abrigou seis opositores do governo Maduro que colaboravam com María Corina Machado e estavam abrigados na representação diplomática do País.
A preocupação generalizada com a perda de empregos devido à automação por inteligência artificial (IA) é um tema central nas discussões sobre o futuro do trabalho. Pesquisa no Brasil revela que os jovens são otimistas em relação à Inteligência Artificial na carreira (84%), mas quase metade teme perder emprego para a máquina (47%).
Relatórios de instituições como o Fórum Económico Mundial destacam que milhões de empregos serão reconfigurados, em vez de desemprego em massa. Vários dados macroeconômicos sugerem que, em 2026, a inteligência artificial substitua aproximadamente 25 milhões de empregos.
Em contraste, trabalhos que exigem criatividade, inteligência social e destreza física em ambientes não controlados permanecem seguros em 2026. Entre eles incluem-se terapeutas, enfermeiros especializados, bombeiros, encanadores, eletricistas e cargos de liderança estratégica.
IA cria empregos
Observem a criação de empregos pela IA. O desenvolvimento, manutenção e aprimoramento contínuo dos novos sistemas exigem especialistas em engenharia, análise de dados e áreas que ainda nem existem.
A IA pode aumentar a eficiência dos trabalhadores em diversas áreas, permitindo que se concentrem em tarefas de maior valor agregado, que exigem criatividade e inteligência emocional. Nesses casos, a IA atua como uma poderosa ferramenta, melhorando o desempenho e a qualidade do trabalho em várias profissões.
Riscos de extinção
Uma análise da McKinsey & Compay mostra as carreiras que correm maior risco de serem substituídas pela IA. As áreas são de administração (26%), atendimento ao cliente (20%) e trabalho de produção (13%), setores terciários como jurídico (6%) e educação (6%). Curiosamente, o setor de gestão (3%) é o menos afetado.
Os países onde os empregos estão em maior risco são a Suíça (71%), a Coreia do Sul (70%), o Japão (68%), Estados Unidos (59%) e a Grã-Bretanha (67%).
Em contraste, os países de baixa renda, como Nigéria e Quênia, exibem 26% de exposição, já que suas economias dependem mais da agricultura e da mão de obra informal, que são menos suscetíveis à automação. Em mercados emergentes como China, Índia ou Brasil, cerca de 47% dos empregos estão expostos a algum grau de automação.
Mundo novo
A interação entre humanos e a máquina é a principal característica desse mundo novo que está surgindo. Essa força moldará o futuro e exigirá de todos cuidado e visão estratégica.
*Professor, advogado e jornalista. Ex-deputado federal e vice-prefeito de Natal.
O cantor e compositor pernambucano Geraldo Maia se apresenta na próxima sexta (16), às 20h, no espaço cultural Tô em Casa, em Campo Grande, no Recife. No show, ele interpreta repertório dedicado a alguns dos chamados “malditos” da música brasileira, acompanhado pelo violonista Daniel Bruno. São eles: Jards Macalé, Jorge Mautner, Walter Franco, Tom Zé, Sérgio Sampaio, Luiz Melodia, Angela Rorô e do pernambucano Erickson Luna. O espaço abre a partir das 19h.
Nascido no Recife e formado em Ciências Sociais pela UFPE, Geraldo Maia tem mais de 40 anos de carreira. Finalista do The Voice Brasil em 2021, ele lançou seu primeiro álbum, “Verd’Agua”, em 1999 e soma 11 discos na trajetória. O trabalho mais recente é “Avia”, de 2015.
Os ingressos custam R$ 40. As reservas podem ser feitas pelo WhatsApp: (81) 993565974.