O turismólogo Braulio Moura, em um vídeo curto e didático postado em suas redes sociais, explica um pouco da história da Praça Chora Menino, uma das mais famosas e emblemáticas do Recife, localizada no bairro da Boa Vista.
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O turismólogo Braulio Moura, em um vídeo curto e didático postado em suas redes sociais, explica um pouco da história da Praça Chora Menino, uma das mais famosas e emblemáticas do Recife, localizada no bairro da Boa Vista.
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Bem-sucedido marqueteiro em campanhas eleitorais no País e no exterior, o jornalista e publicitário baiano Edson Barbosa, o Edinho, que ganhou notabilidade como estrategista das eleições do ex-governador Eduardo Campos, estará no podcast ‘Direto de Brasília’ desta terça-feira (20). O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão pelo YouTube e 165 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Ceará, Bahia e Alagoas.
Edinho é um dos maiores nomes do marketing político no Brasil. Foi da equipe do PT em momentos de crise, como durante o escândalo do Mensalão, e ajudou a construir o projeto político de Eduardo Campos de 2005 a 2014.
Atuou em mercados estrangeiros, como Angola, Equador, Paraguai, Venezuela e conquistou relacionamento na Europa, sempre por meio da prestação de serviço em marketing político. Ele também é consultor em comunicação de interesse público, nos segmentos institucional, corporativo e político.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O empresário Antônio de Souza contou, em entrevista recente ao programa Debate Geral, apresentado pelo jornalista Roberto Gonçalves, na Rádio Arari FM 90,3, a trajetória marcada por dificuldades pessoais, problemas de saúde e perdas familiares até se consolidar como empreendedor no Sertão pernambucano. Natural do interior do Ceará, ele relatou episódios da infância vivida em extrema pobreza, em uma casa de taipa, ao lado dos pais e de dez irmãos, em meio às dificuldades impostas pela seca e pela falta de acesso a serviços básicos.
Ainda criança, Antônio de Souza enfrentou graves problemas de saúde decorrentes de acidentes que comprometeram sua mobilidade. Um deles ocorreu aos três anos de idade, quando sofreu uma queda que lhe causou dores intensas e dificuldades para andar. Anos depois, aos dez, foi atingido acidentalmente por um disparo de espingarda, o que exigiu cirurgia e tratamento especializado. A possibilidade de recuperação só se concretizou após esforço próprio para custear o deslocamento até a capital cearense, onde trabalhou como jardineiro e estudou no período noturno.
Confira a entrevista completa:
A mudança definitiva para Araripina aconteceu na adolescência, quando passou a morar com tios e iniciou atividades na zona rural, trabalhando na colheita de mandioca. Mesmo diante das limitações, buscou alternativas para melhorar de vida, demonstrando desde cedo disposição para aprender e empreender. Nesse período, enfrentou também a perda do pai, assassinado em uma emboscada, episódio que marcou profundamente sua trajetória.
Na juventude, Antônio de Souza voltou a migrar em busca de oportunidades, investindo em cursos de datilografia e eletrônica. A partir desse aprendizado, passou a trabalhar com a instalação de antenas parabólicas, atividade que lhe garantiu sustento e permitiu acumular experiência técnica e comercial. Segundo o próprio empresário, foram centenas de instalações realizadas, muitas delas durante a madrugada, em um ritmo intenso de trabalho.
Com o tempo, consolidou-se como empresário e passou a atuar no setor automotivo, estando atualmente à frente de um grupo empresarial em expansão no mercado brasileiro. Paralelamente à atividade empresarial, desenvolve ações sociais por meio de uma fundação que leva seu nome, com foco em iniciativas voltadas à população em situação de vulnerabilidade em Araripina e região.
Durante a entrevista, Antônio de Souza destacou a fé como elemento central em sua história pessoal e profissional. Devoto de São Francisco de Assis, ele afirmou que as experiências vividas ao longo da vida reforçaram sua visão de superação e compromisso social, transformando a própria trajetória em referência para ações solidárias e para o incentivo ao empreendedorismo no Sertão.
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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), intensificou nas últimas semanas uma ofensiva para se firmar como principal ponte do bolsonarismo com o eleitorado evangélico, mas tem enocontrado resistências. Segundo interlocutores, pastores influentes atendem telefonemas, aceitam conversas reservadas e mantêm canais abertos com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas evitam qualquer gesto público que pareça antecipar uma sucessão.
A avaliação que circula no segmento é que o senador ainda não reúne densidade política suficiente para liderar o campo conservador em 2026 e, por isso, sua tentativa de se apresentar como herdeiro natural vem esbarrando em resistência. Procurado, Flávio não se manifestou. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO entrave ocorre num momento em que parte relevante do meio evangélico tem insistido numa alternativa para reorganizar a direita: uma chapa com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), como vice. Nos bastidores, a combinação é descrita como eleitoralmente mais competitiva e com maior capacidade de mobilizar diferentes nichos, o que tem funcionado, na prática, como freio adicional ao avanço do projeto de Flávio.
A defesa da dupla ganhou tração no segmento após a articulação de Michelle e de Tarcísio no Supremo Tribunal Federal em torno do pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro, movimento lido por lideranças religiosas como gesto de “proteção” e de construção de uma saída politicamente sustentável para o grupo. Interlocutores afirmam que a transferência de Bolsonaro para a Papudinha reforçou a imagem de Michelle como ponte com a base e de Tarcísio como opção com menor rejeição e capacidade de diálogo fora do bolsonarismo mais duro. A leitura que circula entre pastores é que a busca por um desfecho que alivie a situação do ex-presidente, mesmo sem atender integralmente ao pleito pela domiciliar, funcionou como sinal de força e de coordenação política, aumentando o apelo de uma composição entre os dois para 2026.
Nesse contexto, Flávio tenta conquistar espaço no meio envangélico indo a eventos e em conversas de bastidores. A estratégia do senador tem sido buscar interlocução com nomes de projeção nacional e grande capilaridade, capazes de “chancelar” sua entrada em redes mais amplas do segmento evangélico.
O primeiro alvo foi o pastor Silas Malafaia. Segundo interlocutores, Flávio ligou para o líder religioso com o objetivo de marcar um jantar e abrir um canal mais estruturado, mas a tentativa que não prosperou. A avaliação entre aliados é que Malafaia se dispôs a conversar, mas evitou dar qualquer sinal que pudesse ser interpretado como endosso.
A mesma tentativa se repetiu com outros polos. Flávio buscou contato com o pastor Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, e tentou construir pontes com pastores próximos à Universal do Reino de Deus. No entorno do senador, a leitura era de que essas conexões poderiam funcionar como atalhos para denominações com capilaridade nacional e capacidade de mobilização regional. Mais uma vez, a agenda emperrou. Um aliado resumiu o saldo como “acolhimento sem adesão”: atende, conversa, mantém a porta entreaberta — mas não entra no jogo.
O recado mais duro, porém, veio no diálogo com Malafaia, que decidiu deixar registrada sua leitura sobre o tabuleiro eleitoral. Segundo pessoas informadas sobre a conversa, o pastor disse a Flávio que o problema não era pessoal, mas de viabilidade: na avaliação dele, o senador teria capacidade política, mas não seria hoje o nome mais competitivo para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026.
— Já disse para ele: você não tem musculatura para enfrentar isso. Se nós queremos vencer e derrotar Lula e PT, o Tarcísio é o nome que tem capilaridade— afirmou Malafaia.
Na mesma conversa, ele sustentou que, do ponto de vista do segmento evangélico e do eleitorado conservador, a combinação considerada mais viável seria Tarcísio com Michelle Bolsonaro, por reunir capilaridade e menor rejeição.
O episódio reforçou uma avaliação que vem circulando no meio evangélico ligado ao bolsonarismo: a disposição de preservar o vínculo com Bolsonaro permanece, mas há cautela em assumir o custo de uma sucessão antecipada. Interlocutores descrevem que líderes não querem se colocar como fiadores de herdeiro antes de o campo conservador fechar um acordo mais amplo. Há quem diga também que a carta manuscrita por Bolsonaro também não foi um sinal suficiente de que Flávio será seu representante e aposte em um mudança de rumos.
Diante das dificuldades com caciques de alcance nacional, aliados dizem que Flávio passou a operar em duas trilhas simultâneas. A primeira é seguir insistindo na presença e na interlocução com as igrejas, tentando consolidar sua imagem como ponte do bolsonarismo com o segmento. A segunda é montar um ambiente próprio em Brasília para evitar isolamento político, com base em sua estrutura religiosa mais próxima — o que inclui a Comunidade das Nações.
O senador passou a frequentar com mais regularidade sua própria igreja e, segundo aliados, encontrou no bispo JB Carvalho um suporte mais objetivo: não apenas acolhimento religioso, mas disposição de ajudá-lo a circular e abrir portas. No entorno do senador, a avaliação é que JB tem sido o apoio mais concreto até aqui, um endosso ainda discreto, mas mais consistente do que o obtido com outras lideranças nacionais.
Outro personagem da reorganização é o bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, citado por aliados como conselheiro espiritual do núcleo Bolsonaro. Rodovalho foi autorizado a prestar assistência religiosa ao ex-presidente durante o período de prisão e mantém interlocução com a família. A aproximação com Flávio, no entanto, segue em fase inicial e ainda não resultou em gesto público.
— Ainda não foi na minha igreja. Combinamos de falar depois do dia 25 de janeiro. Ele é bem-vindo — disse Rodovalho.
O bispo ponderou que, embora a movimentação de Flávio caminhe para uma candidatura, o cenário ainda é aberto e pode sofrer rearranjos internos. Também verbalizou a avaliação de que o segmento busca um ponto de equilíbrio para 2026 sem fratura: para ele, a chapa ideal seria Tarcísio com Michelle, por aparecer como “imbatível” em pesquisas, mas a configuração final ainda é incerta.
Ao defender cautela, Rodovalho sustentou que ainda é cedo para declarações públicas de apoio e que o meio evangélico evita se dividir.
— Defendo que caminhamos juntos até encontrar um ponto de equilíbrio e de acordo comum. O segmento pode não se dividir. Está muito cedo para declarar apoio — concluiu.
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O deputado Romero Albuquerque (União Brasil) rebateu declarações feitas nesta terça-feira (20) pela governadora Raquel Lyra (PSD) sobre o pedido de impeachment apresentado contra ela na Assembleia Legislativa (Alepe). Segundo o parlamentar, que é o autor da solicitação, a chefe do Executivo estadual segue sem explicar a ausência de fiscalização à empresa de ônibus Logo Caruaruense, que pertence à família dela e opera de forma irregular há três anos. Em lugar de dar respostas à sociedade, na avaliação do deputado, a governadora tem preferido se esquivar ao fazer apelos emocionais.
“Junto aos prefeitos, alguns de regiões afetadas pela operação irregular da Logo Caruaruense, tudo o que a governadora pediu foi para que olhassem nos olhos dela e vissem que ela é uma pessoa honrada. Ninguém está precisando de apelo emocional. Na sexta-feira, ao anunciar o fechamento da empresa, ela pareceu falar como ex-sócia, e não como chefe de um governo que se omitiu em fiscalizar. Ela diz que não foge de temas ariscos. Então, que responda o que os pernambucanos precisam saber sobre o suposto favorecimento à empresa da família dela, que colocou passageiros em risco”, disse.
Leia maisO parlamentar também avaliou que, ao dizer que estão tentando criar uma “cortina de fumaça” e divulgar fake news sobre o episódio, Raquel entrou em conflito com documentos que provam o contrário. “Não é a oposição que está inventando. São documentos do próprio governo que provam a existência de um processo administrativo parado há um ano contra a Logo Caruaruense por falta de vistorias e taxas atrasadas. Foi o Governo Raquel Lyra que deixou isso acontecer. Foi o primo da governadora, nomeado por ela como secretário de Mobilidade e que tem a mãe em uma gerência da Logo, que não fez nada sobre isso. Não se trata de ataque à honra, mas de indícios objetivos que sustentam o pedido de impeachment”, completou.
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O deputado estadual Cayo Albino, líder da oposição na Assembleia Legislativa, levantou questões sérias sobre a atuação da governadora Raquel Lyra, que tem recorrido frequentemente ao Judiciário para resolver questões internas da Assembleia Legislativo. Cayo indagou se a governadora tomará medidas legais contra a empresa de ônibus do seu pai, o ex-governador João Lyra.
Nos últimos três anos, a empresa tem sido beneficiada pelo governo de Raquel, operando sem as vistorias obrigatórias e sem o pagamento das taxas necessárias, configurando uma situação irregular. Além disso, a empresa acumula uma dívida superior a R$ 1 milhão em impostos.
Leia mais“É preocupante que, enquanto a governadora busca judicializar assuntos da Assembleia, sua própria família esteja operando fora da lei. A EPTI, subordinada ao seu governo, também não cumpriu com a fiscalização necessária”, afirmou Cayo Albino.
Diante dessa situação, o deputado questiona: “A governadora vai processar a EPTI por omissão na fiscalização da empresa do seu pai? Com a palavra, Raquel Lyra!”.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante agenda no Rio Grande do Sul nesta terça-feira (20), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “quer governar o mundo pelo Twitter”.
“No meu gabinete é proibido entrar com celular. Vocês já perceberam que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter? É fantástico. Todo dia ele fala alguma coisa e o mundo também fala uma coisa. É possível eu tratar o povo com respeito se eu não olhar na cara de vocês?”, afirmou Lula durante evento na cidade de Rio Grande. As informações são da CNN.
Leia maisNo momento da fala a respeito do líder norte-americano, o chefe do Planalto criticava o uso excessivo de aparelhos celulares — tema recorrente nos discursos de Lula.
Na semana passada, Trump convidou Lula para participar do “Conselho de Paz” que supervisionará a reconstrução da Faixa de Gaza.
De acordo com fontes ouvidas pela CNN Brasil, o convite foi enviado diretamente para Lula via embaixada brasileira em Washington, D.C., na tarde de sexta-feira (16) e encaminhado ao Itamaraty.
A expectativa é que Lula responda ao convite nesta semana. Fontes do Planalto relataram à CNN Brasil que as primeiras análises no entorno do chefe do Executivo são críticas à proposta de Trump.
A avaliação é a de que, da forma como está concebido, o conselho deixa poder excessivo nas mãos de Trump, com o presidente decidindo a pauta e quais países integrarão o colegiado.
Por ora, a ordem no Planalto é avaliar com cautela a proposta e fazer consultas internas e a outros países antes de dar uma resposta definitiva aos Estados Unidos.
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O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, pediu à população da ilha que comece a se preparar para uma invasão militar ao território.
Em uma entrevista coletiva à imprensa nesta terça (20), Nielsen disse que as autoridades do país também estão em preparação para uma eventual incursão militar dos Estados Unidos.
“O líder do outro lado (Donald Trump) deixou bem claro que essa possibilidade não está descartada. Portanto, devemos estar preparados para tudo”, disse Nielsen. As informações são do g1.
Leia maisSegundo a agência de notícias Bloomberg, o premiê afirmou que seu governo ordenou uma força tarefa a autoridades locais que darão um guia à população sobre como se preparar para uma eventual invasão, como o estoque de comida em casa. Nielsen disse que seu governo está preparando também panfletos com guias sobre o que fazer em caso de uma incursão militar.
“Mas precisamos enfatizar que a Groenlândia faz parte da aliança ocidental, a Otan, e se houver uma escalada ainda maior, isso também terá consequências para todo o mundo exterior”.
Também nesta terça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “não há volta atrás” em seu objetivo de controlar a Groenlândia, recusando-se a descartar a possibilidade de tomar a ilha ártica pela força.
‘Pior ainda está por vir’
Também nesta terça, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, afirmou que “o pior ainda está por vir”, ao comentar a investida de Trump.
A ambição de Trump de tomar a soberania sobre a Groenlândia, atualmente sob o controle da Dinamarca, membro da Otan, ameaça desmantelar a aliança que tem sido a base da segurança ocidental por décadas.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) reagiu, nesta terça-feira (20), ao pedido de impeachment apresentado ontem, na Assembleia Legislativa, pelo deputado Romero Albuquerque (UB). Ao discursar diante de 70 prefeitos e outras lideranças políticas na Assembleia Extraordinária da Amupe, Raquel afirmou que tem um legado de caráter e retidão na família e não tem qualquer receio de discutir qualquer assunto. Mas avisou: “Não se mexe com a honra de uma pessoa honrada”. As informações são do Blog Dantas Barreto.
O pedido de CPI foi proposto para apurar a razão de a Logo Caruaruense ter passado três anos transportando passageiros sem qualquer tipo de fiscalização por parte da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI). A transportadora é de propriedade do ex-governador e pai de Raquel, João Lyra Neto. Na sexta-feira passada, ele comunicou o encerramento da Logo Caruaruense, após 60 anos em atividade.
Leia mais“Enfrentei uma CPI no ano passado e todo mundo olha atônito. Depois de abrirem a CPI, 90 dias depois o Tribunal de Contas do Estado fez um relatório de 81 páginas dizendo que não tinha nada. Mas antes disso eu consegui uma decisão do Supremo Tribunal Federal e umas 10 decisões de primeira instância, além do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Até hoje a CPI ainda não foi arquivada, embora tenha havido decurso do prazo. Talvez tenha que ser judicializado”, relatou Raquel, se referindo à CPI da Publicidade.
Em seguida, a governadora se pronunciou a respeito do pedido de impeachment. “Ontem apresentaram um pedido de impeachment. A trajetória da minha família fala por mim. Eu não tenho nenhum receio de responder sobre tudo aquilo que diz respeito à minha vida e à minha gestão. Não tenho receio de falar sobre isso. Você pode olhar no meu olhar e saber que eu estou tranquila, que eu continuo tranquila, mas sabe o que é que não vão tirar o meu foco um minuto sequer? É daquilo que eu tenho pactuado com o povo de Pernambuco, é para o trabalho que eu tenho que entregar a esse povo. Não vou esmorecer, não vou chorar, não vou me desgastar”, enfatizou.
Raquel ainda disse que “estão tentando levantar, talvez, uma cortina de fumaça. Estou pronta para as discussões que houver, qualquer pra qualquer tipo de debate. Não tenho medo de falar sobre temas que são ariscos, nem na gestão nem daquilo que quiserem, porque só pode falar da gestão. Ninguém vai falar sobre minha vida pessoal, não tem o que falar. Se vocês tiverem qualquer tipo de dúvida me perguntem agora. Não se mexe com a honra de pessoas honradas. Aqui não é nenhum tipo de ameaça porque nós estamos todos sujeitos a muita coisa nessa vida que a gente vive. Nessa era de fake news na política, isso é até normal, comum, embora não seja normal as pessoas brincarem com a biografia dos outros”, disse a governadora.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, nesta terça-feira (20), 1.276 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. O empreendimento Junção contou com investimento total de R$ 123,6 milhões, provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) com contrapartida do governo do estado.

“A construção de casas, quando nós resolvemos fazer o Minha Casa, Minha Vida, é mais do que entregar uma casa, é a gente deixar ao povo brasileiro um legado de respeito, um legado de dignidade como está escrito na nossa Constituição”, disse Lula. As informações são da Agência Brasil.
Leia maisEle destacou que as moradias foram construídas em local com infraestrutura urbana para atender aos novos moradores, como transporte público e serviços de saúde e educação. A meta do governo é contratar 3 milhões de habitações até o final de 2026, em todo o país.
O complexo habitacional Junção é composto por seis empreendimentos distintos, com casas e apartamentos: Loteamento Cootrahab I e II, Residencial Cooparroio, Residencial Cooperlar, Residencial Coopernova e Residencial Uniperffil.
Entidades
As novas moradias beneficiarão 5.104 pessoas e integram a modalidade Entidades do Minha Casa, Minha Vida. Destinado a famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850 (Faixa 1 do programa), essa modalidade permite que os próprios beneficiários participem de forma ativa da organização e execução dos projetos, junto a cooperativas e entidades sem fins lucrativos da sociedade civil.
O presidente Lula destacou as vantagens e o bom trabalho dessas organizações junto ao programa. Segundo ele, alguns empreendimentos da modalidade Entidades possuem, inclusive, elevador e varanda com churrasqueira.
“Quando nós começamos a discutir a construção de casas pelas entidades, havia muita gente que dizia […] que elas não teriam competência para administrar as casas. O que eu posso constatar hoje é que as entidades não só aprenderam a fazer conjuntos habitacionais, como eles conseguem fazer maior e melhor do que as outras casas que a gente contrata de empresas”, disse Lula.
As entidades também realizam o trabalho social de mobilização e orientação das famílias, inclusive no pós-entrega, para garantir a boa convivência comunitária e manutenção dos espaços. No caso do complexo Junção, em Rio Grande, a organização e execução dos projetos ficaram sob a responsabilidade de cinco cooperativas e entidades.
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Blog da Folha
A Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) definiu o deputado Antonio Coelho (União Brasil) e o deputado Diogo Moraes (PSDB), respectivamente, como relator e sub-relator do Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 para Pernambuco.
A relatoria foi definida hoje, sem sorteio, por conta de decisão regimental. O prazo para o envio de emendas já está aberto, e vai até o dia 27 de fevereiro. Já a votação em plenário só ocorrerá no dia 10 de março.
Leia maisDe acordo com Antonio Coelho, presidente da comissão, o orçamento de Pernambuco já está garantido e aprovado para áreas estruturantes, como saúde e educação. Por isso, para ele, o fato de a votação estar marcada apenas para março não afeta a população e o funcionamento do estado.
“Eu quero destacar que o orçamento já está aprovado, e o Poder Executivo já detém o orçamento necessário para executar políticas públicas importantes para o povo de Pernambuco. Não vai faltar um centavo sequer para a execução de políticas públicas. Recursos para educação, saúde, segurança pública, para obras de infraestrutura, tudo isso está assegurado”, declarou.
Ainda segundo o deputado, o processo de aprovação da PLOA é mais demorado, pois a análise do grau de remanejamento mais apropriado para o Poder Executivo deve ser aprofundada.
O parlamentar também comentou a fala da governadora Raquel Lyra (PSD), que diz estar despreocupada com seus projetos estarem sendo relatados por deputados de oposição. Para Coelho, toda a condução do orçamento será feita em favor do estado, e a gestora estadual não tem com o que se preocupar.
“Independentemente da matiz política ou da corrente política que qualquer parlamentar faça parte, eu tenho convicção de que todos os deputados aqui desta casa têm um elevado espírito republicano, e todas as matérias serão tratadas com respeito e profissionalismo”, esclareceu o deputado.
Durante a reunião, o deputado governista, Joãozinho Tenório (Patriota), foi o único a questionar a escolha da relatoria da PLOA não ter seguido o rito normal de sorteio. Porém, Antonio Coelho esclareceu que o orçamento é encaminhado diretamente à Comissão de Finanças, e que seus relatores podem ser definidos pelo presidente do colegiado. Com isso, ambos destacaram que o regimento funciona, e que deve ser seguido.
“O que a gente espera de verdade é que o sentimento de perseguição à governadora Raquel Lyra e a questão político/ partidária não permeiem o parecer final do relator no que tange ao PLOA”, avaliou o deputado após o fim da reunião.
Outros projetos do governo de Pernambuco também receberam relatorias, através de sorteio. O repasse excepcional de R$ 180 milhões do Tribunal de Justiça de Pernambuco para o Poder Executivo estadual terá relatoria do deputado Cayo Albino (PSB). Já o empréstimo de R$ 1,7 bilhão com o Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) será relatado por Antonio Coelho. E a autorização de crédito para quitar a dívida estadual será conduzida pelo parlamentar Gustavo Gouveia (Solidariedade).
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A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) compareceu, hoje, a uma nova audiência na Justiça italiana em que juízes devem dizer se concordam ou não com o pedido de extradição de Zambelli ao Brasil. A audiência ocorre na Corte de Apelação em Roma.
Antes da sessão desta terça, a audiência havia sido adiada por três vezes. No primeiro deles, no final de novembro, a defesa de Zambelli aderiu a uma greve de advogados em Roma, e no segundo, no mês seguinte, seus advogados apresentaram novos documentos à corte.
Leia maisO Supremo Tribunal Federal ordenou em dezembro a cassação do mandato de Zambelli, revogando decisão contrária da Câmara dos Deputados. Ela entregou uma carta de renúncia à Casa três dias depois.
Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e fugiu para a Itália após a decisão. Ela é considerada foragida da Justiça brasileira.
A ex-deputada, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio. Ela passou também pelos Estados Unidos antes de se mudar para a Itália. Após a prisão, Zambelli disse que quer ser julgada no país europeu e que provaria que não tem envolvimento na invasão do sistema do CNJ. A Justiça italiana decidiu mantê-la presa durante o julgamento, por entender que há risco de fuga.
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Na largada das comemorações dos 20 anos deste blog, pioneiro no Nordeste, apresento, em primeira mão, a sua marca oficial, produção da agência de publicidade RXZ. A identidade visual simboliza o início das ações alusivas às duas décadas de muita informação e prestação de serviço, uma das principais referências do jornalismo digital no Nordeste, com forte inserção também no plano nacional.
O ponto alto das festividades, em 13 junho, será uma festa, na verdade um grande ‘arraiá’, na cidade de Arcoverde, a 250 km do Recife, com a participação de um expressivo grupo de artistas regionais, como se deu na festa dos 18 anos, em 2024, no Recife.
Leia maisAo escolher uma cidade do Interior para evento de tamanha magnitude, manifesto o apreço pelo Estado como um todo e suas múltiplas facetas culturais, sociais e econômicas.
Este blog tem motivos de sobra para comemorar seus 20 anos. Ao longo dessa existência, nunca perdeu sua liderança, incontestável, avalizada por todos os meios de aferição de acessos, como o Google Analicts. Fechamos 2025 com a expressiva marca de 300 mil acessos mensais únicos. As redes sociais do blog deram uma guinada, com destaque para o Instagram, que alcançou mais de 10 milhões de contas em apenas um mês.
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