Coluna da quarta-feira

Lula não falou o que pensa

Meu avô dizia que quando um político diz sim, faça a interpretação ao contrário. Ele está afirmando que não. E vice-versa. Nunca se sabe quando um homem público manifesta verdadeiramente o que pensa e o que quer fazer ou deixar de fazer. Lembrei-me disso ao ver a cara de pau do presidente Lula afirmando que não vai rifar a pré-candidatura da deputada Tabata Amaral (PSB) à Prefeitura de São Paulo.

Mas vai sim. São Paulo é prioridade absoluta de Lula. Ele quer eleger Guilherme Boulos, pré-candidato do PSol, de todo jeito. O presidente não enxerga nenhuma importância na eleição de uma capital este ano, com exceção de São Paulo, porque a capital paulista vai se transformar na eleição municipal um território a reverberação de um terceiro turno presidencial, a polarização entre o lulismo e o bolsonarismo.

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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Quando na manhã desta terça-feira (13) o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro disse, após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que iria votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1, foi como se a bancada de oposição no Senado soltasse a respiração presa nas últimas semanas. Um grande suspiro de alívio.

Uma posição favorável à extinção do fim do regime que dá apenas um dia de folga por semana ao trabalhador já era algo sentido na maioria das bancadas de direita. Poucos, porém, externavam essa posição para não gerar constrangimentos com Flávio que, antes, seguia defendendo a ideia de um sistema semelhante aos dos Estados Unidos, onde as pessoas recebem por hora trabalhada. Uma das poucas que já dizia que votaria a favor da PEC pondo fim à escala de trabalho 6×1 era Damares Alves (Republicanos-DF).

Por Rinaldo Remigio*

Há aplausos que celebram uma bela canção. Outros reconhecem um gesto que toca a vida de quem talvez nem esteja diante do palco. Em Petrolina, a celebração do Dia das Crianças reuniu esses dois motivos para aplaudir.

Enquanto as famílias ocupavam o Parque Josepha Coelho e a criançada se entregava às brincadeiras, uma causa dava à festa um significado ainda maior: ajudar o Hospital Dom Tomás. Entre a alegria de quem celebrava e a esperança de quem precisa de tratamento, a solidariedade encontrou seu lugar.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, ontem, a remoção em até 24 horas de um vídeo publicado por Nikolas Ferreira (PL-MG) em que crianças acusam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de crime e tecem críticas ao governo federal, ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao filho de Lula, Lulinha.

A peça foi publicada nas redes sociais de Nikolas e replicada no canal de WhatsApp de Flávio Bolsonaro (PL), que disputa a Presidência com Lula. Até o momento, o vídeo foi removido do Instagram do deputado Nikolas Ferreira e do canal ‘Tropa do Flávio’, de Flávio Bolsonaro no WhatsApp. NasAténtas do deputado nas redes sociais X e Facebook, a publicação ainda estava no ar.

Caruaru - Minha rua nova

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18).

“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.

Durante evento em São Paulo, ontem, Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Metrópoles

O Senado analisa, hoje, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o fim da escala 6×1. Encampado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o texto será votado no momento em que o petista busca uma virada na corrida eleitoral a 11 dias para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

A pauta é uma grande aposta para a campanha de reeleição do atual titular do Executivo. A avaliação é de que a medida tem potencial de alcançar um eleitorado para além do que já vota no petista e conquistar o eleitor indeciso — um dos principais públicos-alvo da campanha neste segundo turno.

O tema também tem apelo entre as mulheres, outro segmento visado por Lula para melhorar o desempenho em relação à primeira fase da corrida. O primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro (PL) à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%) contra 53,8 milhões (45,16%) do petista.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Na Brasília que ferve no segundo turno presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), a corridinha dos 8 km diários, há pouco, foi na Asa Norte. O verde se restaurou com as primeiras chuvas do veranico, mas o calor e a secura continuam insuportáveis.

Palmares - Creche Quilombo II

Vitória de Flávio, soltura do pai

Se há uma certeza numa eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, no próximo dia 25, é a libertação do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por suposta tentativa de golpe há um ano meio. A vantagem de Flávio reacendeu entre aliados a expectativa de encontrar uma saída para a condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão.

Com 121 deputados e 28 senadores eleitos pelo PL, dirigentes refazem as contas para viabilizar uma anistia que alcance o ex-presidente. A adesão de PP, União Brasil, Republicanos, Novo e Podemos abriu novos canais de negociação e a pauta virou tema de encontros com os partidos.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A campanha da chapa Lula-Alckmin neste segundo turno está numa curva ascendente, de crescimento da mobilização digital, da presença cada vez maior nas ruas de todo o país, e de um sentimento de vitória que se consolida a cada dia.  A avaliação é do presidente nacional do PSB, João Campos, que participou, hoje, da reunião dos presidentes dos partidos aliados, em Brasília.

Durante o encontro que também contou com a presença de deputados, senadores e governadores, os participantes fizeram avaliações sobre a conjuntura política e eleitoral. Para Campos, a avaliação é de que há um momento muito bom sendo construído e consolidado a cada dia com trabalho e militância.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Portal CNN

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, hoje, que não deve comparecer ao primeiro debate do segundo turno, promovido pela Band no próximo domingo (18). Momentos depois, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou que vai ao evento e desafiou o adversário a encontrá-lo.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que não irá ao debate da Band após um evento no comitê político do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que marcou o anúncio do apoio de 17 diretórios estaduais do MDB à candidatura de Flávio.

O ex-ministro da Previdência, do Trabalho, das Comunicações e da Secretaria-Geral de Governo, além de ex-presidente do PT e ex-deputado federal, Ricardo Berzoini, é o convidado do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o ‘Direto de Brasília’, de amanhã. O programa irá ao ar excepcionalmente nesta quarta-feira, por motivo de conflito na agenda do entrevistado.

Recentemente, em entrevista ao Correio da Manhã, chefiado em Brasília pelo jornalista Rudolfo Lago, parceiro do podcast, Berzoini fez uma análise sobre o atual quadro eleitoral, na disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, e seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

O cantor, compositor, roteirista, ator e autor teatral Evandro Mesquita, fundador da banda de rock brasileiro Blitz, é o entrevistado do programa Sextou desta semana. Formada em 1981, no Rio de Janeiro, sendo uma das precursoras do rock nacional, a banda segue em atuação até hoje, sendo referência no gênero.

Na sua estreia, a formação clássica da banda consistia em Evandro Mesquita (vocal, violão e gaita), Ricardo Barreto (guitarra), Lobão (bateria), Fernanda Abreu (vocal de apoio), Marcia Bulcão (vocal de apoio), Antônio Pedro Fortuna (baixo) e Billy Forghieri (teclados).

O Vaticano informou, hoje, que o papa Leão XIV foi diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar, um tipo comum de câncer de pulmão. A cirurgia à qual o pontífice foi submetido mais cedo durou cerca de 90 minutos e foi considerada um sucesso. Após o procedimento, ele retornou ao quarto do hospital. No processo, o lobo inferior do pulmão direito foi removido por videotoracoscopia.

O papa acordou normalmente após a cirurgia, ainda segundo o comunicado, assinado pelo doutor Luigi Carbone e pelo professor Stefano Margaritora. Leão revelou, no último domingo (11), que precisaria passar pela operação, conforme recomendação dos médicos, destacando que o nódulo havia sido detectado em estágio inicial.