O pré-candidato a prefeito de Surubim, Cléber Chaparral, foi surpreendido com uma denúncia de que a convenção partidária do União Brasil seria um “showmício” e por isso estaria em desacordo com as leis eleitorais. A denúncia foi realizada pela opositora dele na corrida para a prefeitura: Véia de Aprígio (PSB).
O Ministério Público entendeu que o evento, que irá acontecer neste sábado (03), no Parque de Vaquejada Jota Galdino, não se trata de um “showmício”, mantendo o cronograma de pré-campanha de Chaparral.
Procurado pela reportagem, Chaparral disse que não chegou a ficar preocupado com a “denúncia”. “Não há nenhuma tentativa de burlar a lei. A convenção será realizada em um lugar murado, com todos os alvarás em dia. Lamento muito que os situacionistas tenham que usar esse tipo de manobra, que tenha que ocupar o nosso jurídico com uma questão que só serviu para fazer fofoca”.
Ainda explicando, Chaparral disse que na convenção terá pré-candidatos a vereadores, vice e prefeito, além dos convidados, sem presença de atrações artísticas, não caracterizando as irregularidades alegadas pela oposição.
A Honda acaba de apresentar a linha CG160 2027, que chega ao mercado brasileiro trazendo atualizações em tecnologia, praticidade e segurança. Disponível nas versões Start, Cargo, Fan e Titan, a motocicleta mais vendida do país celebra um marco histórico: 50 anos de produção ininterrupta no Brasil. Ao longo de sua trajetória, a Honda CG tornou-se uma referência em mobilidade para milhões de brasileiros, atendendo desde profissionais que utilizam a motocicleta como ferramenta de trabalho até usuários que buscam um meio de transporte confiável para o dia a dia e momentos de lazer.
CG160 Start – Para a linha 2027, a Honda promove alguns aperfeiçoamentos. Por exemplo, a CG160 Start passa a contar com tecnologia FlexOne, tecnologia que permite o abastecimento com etanol ou gasolina – e que agora passa a equipar todas as versões da família CG160. Além da motorização flexível, a versão recebe novo comando no punho esquerdo com função lampejador, ampliando a segurança no trânsito, e entrada USB-C, oferecendo mais praticidade para o uso diário. Entre os equipamentos de série estão rodas de liga leve, freio dianteiro a disco com sistema CBS (Combined Brake System), painel totalmente digital e lanterna traseira em LED.
CG160 Cargo – Desenvolvida especialmente para aplicações profissionais, a CG160 Cargo também incorpora o novo comando com lampejador e a porta USB-C. O modelo mantém seus diferenciais voltados ao uso intensivo, como o bagageiro de alta resistência e a suspensão traseira reforçada. A lista de equipamentos inclui ainda rodas de liga leve, freio dianteiro a disco com CBS, painel digital completo e lanterna traseira em LED.
CG160 Fan – Versão mais comercializada da família CG160, a CG160 Fan recebe como novidades a entrada USB-C e o novo conjunto de controles com função lampejador. O modelo segue oferecendo itens valorizados pelos consumidores, como farol e lanterna em LED, painel digital Blackout, rodas de liga leve e sistema CBS com disco dianteiro.
CG160 Titan – Topo de linha da família, a CG 160 Titan chega à linha 2027 com o novo sistema ESS (Emergency Stop Signal), recurso que aciona automaticamente os indicadores de direção durante frenagens bruscas para alertar os demais usuários da via sobre situações de emergência. Além do ESS, a Titan passa a contar com pisca alerta, novo comando com lampejador e iluminação integral em LED, incluindo os indicadores de direção. A versão permanece como a única da família equipada com sistema de freios ABS, além dos discos nas rodas dianteira e traseira. As rodas de liga leve com desenho exclusivo, o painel digital Blackout e a entrada USB-C completam o pacote de equipamentos.
Garantia e preços – A linha Honda CG160 2021, em todas as versões, estará disponível na rede de concessionárias Honda a partir de novembro de 2026. A garantia é de 3 anos, sem limite de quilometragem, mais óleo Pro Honda grátis em sete revisões (o fornecimento gratuito do óleo é válido a partir da 3ª revisão). O intervalo de manutenção é de 6.000 quilômetros ou 6 meses após a primeira revisão, que deve ocorrer com 1.000 quilômetros ou 6 meses. Os preços ao público sugerido, base São Paulo/SP, sem frete ou seguro, são os seguintes:
CG160 Start: R$ 17.778
CG160 Cargo: R$ 18.884
CG160 Fan: R$ 19.449
CG160 Titan: R$ 21.098
Mais brasileiros planejam ter carros eletrificados – Os veículos elétricos e híbridos estão conquistando cada vez mais espaço nos planos dos motoristas brasileiros, segundo uma nova pesquisa realizada pelo Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados sobre o mercado automotivo nacional. Entre os entrevistados que não possuem um veículo híbrido ou a bateria (91%), 71,4% afirmaram considerar um modelo do segmento em sua próxima aquisição — um avanço de 7 pontos percentuais em relação a 2025, quando a intenção era de 64,4%. A maior preferência, no entanto, ainda se concentra nas opções de propulsão mista (39,9%).
Já 22,6% dos respondentes cogitam tanto híbridos quanto 100% a bateria e 8,9% optariam por um automóvel puramente elétrico. Outros 13% ainda não decidiram. Ao mesmo tempo em que cresce o interesse pelo nicho, diminui a resistência: a fatia dos que não investiriam em nenhuma dessas opções caiu de 23,9% em 2025 para 15,6% em 2026. O custo-benefício, levando em conta preço e eficiência financeira, é o fator campeão para a escolha de um veículo desse tipo — citado por 72% dos respondentes. Na sequência, aparecem alcance de rodagem (43%), reputação da marca (37%), design moderno e inovação, apelo ecológico e meio ambiente (34%). Ao serem questionados sobre o quanto estão dispostos a desembolsar em um veículo sustentável, 47% dos entrevistados veem como razoável gastar até R$ 100 mil, enquanto 35% apontam a faixa entre R$ 100 mil e R$ 150 mil e 14,3%, até R$ 200 mil.
“Os usuários brasileiros estão começando a enxergar o carro eletrificado com mais praticidade, avaliando o impacto que essa solução pode ter no bolso e na rotina. O fato de o baixo custo de rodagem surgir tão à frente da pauta ambiental indica que a expansão dessa fatia de mercado no país passa, neste momento, pela capacidade de entregar uma relação clara entre investimento e retorno”, analisa Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors. O levantamento reuniu 1,2 mil participantes que acessaram a plataforma em busca de um veículo em junho de 2026.
Maior autonomia – Na hora de avaliar a compra de um carro eletrificado, o brasileiro aceita pagar um preço mais alto em troca de maior autonomia, segundo outro estudo do Webmotors Autoinsights. Entre os entrevistados que não têm na garagem um exemplar dessa categoria, 62% destacam como um fator justificável para desembolsar um valor maior o alcance de rodagem – item que supera recursos tecnológicos avançados (como sensores e assistentes de condução, com 39%), manutenção econômica e simples (38%) e conforto interno (35%).
Sobre o teto financeiro a que os respondentes do levantamento estariam dispostos a chegar para adquirir um veículo ecológico, 47% consideram razoáveis valores de até R$ 100 mil, enquanto 35% situam o orçamento entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. A faixa até R$ 200 mil atrai 14,3% e os patamares superiores somam menos de 5%. O estudo aponta que o contato direto com o produto exerce um papel decisivo na conversão do consumidor.
Para 35% dos proprietários, a atração pelo modelo surgiu após essa experiência ao volante. Outros 25% afirmaram terem sido fisgados ao ver o carro pessoalmente. Em 2025, o experimento prático também havia liderado as menções, citado por 44% do grupo. Entre os já proprietários, 68% acham tolerável aplicar até R$ 200 mil na aquisição de um eletrificado. Os intervalos de R$ 100 mil a R$ 150 mil e de R$ 150 mil a R$ 200 mil registram empate técnico, reunindo 34,3% das indicações cada.
Financiamento de veículos alcança maior volume em 15 anos – O mercado de financiamento de veículos registrou em setembro seu melhor desempenho para o mês em 15 anos, mesmo em um cenário de juros altos e volatilidade econômica. Foram financiadas 670.675 unidades no período, o maior volume para setembro desde 2011, quando 665.801 veículos foram financiados. Na comparação com setembro de 2025, o crescimento foi de 2,8%. Os dados são da Trillia, linha de negócios da B3 dedicada a Dados, Analytics e Inteligência Artificial.
No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, foram financiados 5,8 milhões de veículos, crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. “Mesmo em um cenário econômico marcado por volatilidade, o financiamento de veículos continua mostrando força. Só em setembro, a média chegou a 31.937 veículos financiados por dia útil. É um volume relevante de operações”, diz Thiago Gaspar, superintendente de Relacionamento com Clientes na Trillia.
O avanço foi puxado principalmente pelos autos leves, que somaram 468 mil unidades financiadas, sendo 342 mil de veículos usados e 126 mil de novos. As motos, por sua vez, somaram 176 mil financiamentos, com 132 mil unidades novas e 44 mil usadas. Já as vendas financiadas de veículos pesados totalizaram 26 mil operações, divididas entre 14 mil de modelos usados e 12 mil de novos. No recorte regional, o Sudeste liderou o número de financiamentos, com 42% de representatividade no volume total do país para setembro. Em seguida, vieram Sul, com 20%, Nordeste, com 19,9%, Centro-Oeste, com 10,7%, e Norte, com 7,5%.
Preços de carros – O monitoramento mensal da Tabela Auto B3, solução desenvolvida pela Trillia em parceria com a Bright Consulting, indica que os preços de transação dos veículos 0km registraram queda média de aproximadamente 0,8% nos preços de transação, após a alta de 2,7% observada em agosto. No acumulado de 12 meses, a média do mercado de veículos novos ficou em -2,4%. No mercado de veículos usados, setembro apresentou variação média de -1,7%, indicando queda após a estabilidade de 0,1% registrada em agosto. No acumulado de 12 meses, a média do mercado de usados ficou em -5,9%.
Lei combate preconceito contra mulheres no trânsito – Dirigir ainda é, para muitas mulheres, uma atividade acompanhada de uma cobrança que não aparece da mesma forma para os homens. Um erro no trânsito pode rapidamente ser transformado em argumento sobre a suposta incapacidade feminina ao volante, enquanto insultos, piadas e abordagens intimidatórias acabam sendo tratados como parte da rotina. No Espírito Santo, uma nova lei passou a tratar esse tipo de situação também como uma questão de discriminação de gênero.
A Lei 12.954/2026 criou a campanha permanente “Mulher no Volante Segurança Constante”, voltada ao combate ao assédio, ao preconceito de gênero e a outras formas de discriminação contra mulheres no trânsito. A norma entrou em vigor em 30 de setembro, após ser promulgada pela Assembleia Legislativa. A discussão ganha outra dimensão quando se olha para quem efetivamente ocupa as ruas profissionalmente. Um levantamento da Machine, baseado em corridas e entregas realizadas em todo o país entre 2024 e 2026, mostra que as mulheres representam pouco mais de 10% dos motoristas de transporte por aplicativo. A participação caiu de 11,53% em 2024 para 11,21% em 2025 e 10,61% em 2026.
No delivery, a presença feminina é ainda menor. As mulheres eram 5,55% dos profissionais em 2024, chegaram a 5,85% em 2025 e recuaram para 5,76% em 2026. Em outras palavras, menos de uma em cada 17 pessoas que fazem entregas por aplicativo é mulher. Os números não explicam, sozinhos, por que a participação feminina permanece tão baixa, mas ajudam a dimensionar o lugar que as mulheres ainda ocupam nesse mercado.
Quando entram no carro ou na moto para trabalhar, portanto, elas passam a circular em um ambiente no qual já são minoria e no qual estereótipos sobre sua capacidade de dirigir continuam presentes. A proposta da deputada Iriny Lopes (PT), autora do Projeto de Lei 150/2023 que deu origem à norma, parte justamente dessa realidade. Na justificativa, a parlamentar afirma que o trânsito também é um espaço de violência de gênero e chama atenção para a associação histórica entre direção, racionalidade e competência técnica masculina.
Significado do insulto – A diferença é importante. O problema não está apenas no insulto dirigido a uma motorista, mas no significado que ele carrega quando um erro individual é usado para confirmar uma ideia sobre todas as mulheres. Piadas e comentários depreciativos podem parecer episódios menores, mas ajudam a manter um estereótipo que ultrapassa aquela situação específica. A lei prevê campanhas educativas, divulgação de iniciativas de combate ao assédio e ao preconceito e disseminação de políticas públicas para atendimento às vítimas.
Também estabelece entre seus objetivos estimular denúncias e ampliar a informação sobre direitos. Para Iriny Lopes, as mulheres sofrem preconceito no trânsito e são vítimas de um histórico processo de discriminação e desrespeito. “A efetividade da medida, porém, dependerá do que acontecer depois da criação da campanha”, diz ela. Uma legislação pode dar nome ao problema e criar instrumentos de conscientização, mas não elimina, por si só, comportamentos que foram naturalizados durante décadas. A participação feminina na economia de plataformas mostra um padrão de estabilidade em patamares baixos, mesmo ao longo de diferentes ciclos de crescimento do setor.
“O que os dados sugerem não é uma expansão linear da presença de mulheres, mas uma espécie de teto estrutural, em que pequenas variações anuais não alteram a composição geral do mercado”, afirma Júlia Camossa, estatística responsável pelo Data Machine. Isso indica, no entender da especialista, que o desafio vai além da entrada no sistema e envolve fatores como permanência, condições de trabalho, risco ocupacional e organização da atividade econômica, que continuam pesando de forma desigual sobre mulheres nesse tipo de ocupação.
Linha Maverick ganha nova versão; saiba o preço – A Ford já começou a vender a edição limitada da Maverick Lariat, nova versão que amplia a oferta da linha, ainda 2026, da picape, ao lado dos modelos Lariat Black, Hybrid e Tremor. Ela tem edição limitada e leva o mesmo conjunto da versão esportiva Lariat Black: motor 2.0 EcoBoost GTDi a gasolina de 253 cv, transmissão automática de oito velocidades e tração AWD inteligente. Já o design é inspirado na Maverick Hybrid, com rodas de liga leve de 19”, detalhes cromados na grade dianteira e interior com revestimento premium.
Com preço de R$ 210 mil, ela é a porta de entrada da linha. O teto solar elétrico, o compartimento extra sob o banco traseiro com capacidade de 73 litros, a câmera 360°, a caçamba com revestimento spray-in, o assistente de reboque Pro Trailer e o controle de oscilação de reboque são exclusividades que só a picape da Ford oferece no segmento. Na cabine, ela traz banco do motorista com ajuste elétrico em oito posições, central multimídia SYNC 4 de 13,2” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado automático digital de duas zonas, painel de instrumentos digital de 8”, som premium com alto-falantes desenvolvidos pela B&O e atualizações over-the-air. Capota marítima e sensor de estacionamento dianteiro e traseiro são outros itens de série. O pacote de segurança inclui piloto automático adaptativo com stop & go, assistente de manutenção e centralização em faixa, assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestre e ciclista (incluindo à ré) e monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado e cobertura de reboque.
A lista tem ainda assistente de partida em rampa, controle automático de descidas, farol alto automático, freio de mão eletrônico e sete airbags. Equipada com tração AWD, pneus 225/55 R19 e cinco modos de condução — Normal, Eco, Esportivo, Escorregadio e Rebocar/Transportar — a Maverick Lariat também vai bem nas trilhas. E conta com conectividade embarcada de série, sem custo adicional, para comandos remotos como travamento e destravamento, partida remota, localização e informações do veículo por meio do Aplicativo Ford. Com o reposicionamento de preços feito em outubro, a linha Maverick 2026 agora oferece a versão Lariat Black por R$ 220 mil e os modelos Tremor e Hybrid por R$ 230 mil.
Como é a manutenção preventiva de carros com +10 anos? – O envelhecimento da frota brasileira, cuja idade média supera uma década, exige hábitos de manutenção preventiva rigorosos em componentes que sofrem desgaste com o uso normal do veículo, como velas, cabos e bobinas, para evitar aumento de consumo de combustível, emissões de poluentes e falhas de funcionamento. Por isso, a NGK, marca da Niterra especializada em sistemas de ignição, fez uma lista dos três componentes fundamentais do sistema de ignição que exigem checagem periódica.
1 – Velas de Ignição: o funcionamento normal do motor desgasta os eletrodos das velas de ignição, isso acarreta no arredondamento dos eletrodos (perda de pontas) e aumento da folga entre eles. Este desgaste provoca um aumento na tensão para gerar o centelhamento. Quando a manutenção preventiva das velas de ignição não é realizada, acontece um estresse nos outros componentes do sistema de ignição como cabos e principalmente bobinas que precisam trabalhar com tensões mais elevadas.
Pequenas falhas de ignição normalmente não são perceptíveis aos motoristas, porém afetam o consumo de combustível e emissões de poluentes. Para os veículos mais novos, que possuem um maior monitoramento do sistema de injeção e ignição pode ocorrer o acendimento da luz de injeção indicando uma anomalia no sistema. Outra característica das velas de ignição de veículos mais novos é o uso de eletrodos de platina e irídio. Sua substituição deve sempre seguir o plano de manutenção estabelecido pela montadora, disponível no manual do veículo.
2 – Cabos de Ignição: devem conduzir a corrente elétrica da bobina até as velas de ignição, uma característica muito importante deles é suportar altas tensões, que podem chegar próximo a 20.000 volts. Para isso, os componentes são produzidos com materiais com alta capacidade de isolação elétrica. Com o aquecimento do motor, estas borrachas sofrem um processo de oxidação e ressecamento e devem ser substituídas a cada 60.000km ou 3 anos.
O envelhecimento pode causar perda de isolação elétrica do componente, provocando falhas de funcionamento e aumento do consumo de combustível. A falta de manutenção nos cabos de ignição pode comprometer as velas e bobinas de ignição, por danos pela fuga de corrente elétrica, também conhecida como flash over. Mesmo que o veículo apresente uma baixa quilometragem, os cabos devem ser inspecionados e substituídos quando necessário.
3 – Bobinas de Ignição: as bobinas de ignição não possuem uma recomendação de troca estipulada pelas montadoras. Sua vida útil está diretamente ligada à manutenção das velas de ignição. Quanto mais desgastadas as velas de ignição, maior será a tensão necessária para o centelhamento, aumentando o estresse sobre a bobina, reduzindo a sua vida útil.
“Um conceito muito importante quando falamos de automóveis é o de manutenção preventiva, já que com ela é possível evitar falhas nos sistemas, reduzir custos, aumentar a vida útil do conjunto mecânico e garantir a segurança dos usuários. Esta manutenção pode estar baseada na quilometragem percorrida ou por período de tempo, geralmente considerando o período anual”, afirma Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra.
Seguir as recomendações de manutenção estabelecidas pelo fabricante do veículo, além de garantir um uso mais racional, pode representar um melhor valor de revenda do veículo, uma vez que veículos que possuem um histórico de manutenção são mais valorizados no momento da venda.
Renato Ferraz é especializado em jornalismo automobilístico. Além da coluna “De Bigu com a Modernidade”, também assina a “Multieixos”, no Correio Braziliense.
Finalmente, chegamos ao grande dia da decisão sobre os destinos do País. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) foram protagonistas de uma das campanhas mais pobres em ideias e ricas em agressões pessoais da história brasileira desde o processo de redemocratização em 1989. Estou no jornalismo político há 40 anos, tive náuseas e nojo em alguns momentos. Saudades de políticos como Tancredo, Brizola, Ulysses, Covas, Simon, de estadistas como JK.
A política brasileira empobreceu drasticamente com esta polarização imbecil entre o lulismo e o bolsonarismo. Na eleição que Bolsonaro derrotou Fernando Haddad em 2018, o eleitor se vingou do PT por causa da traição às suas principais bandeiras no campo ético e moral. Em 2022, devolveu o poder ao PT pelo desapontamento com Bolsonaro no trato da pandemia.
Li no estrato da pesquisa Quaest que o antipetismo é maior que o antibolsonarismo: 13% votam no Lula para evitar Bolsonaro, e 25% votam no Flávio para evitar Lula. Veja onde chegamos! É como se uma eleição fosse para corrigir o erro da eleição anterior, mesmo agravando o que já estava grave.
Otto von Bismarck, o “Chanceler de Ferro”, líder da unificação da Alemanha, dizia que nunca se mente tanto como antes das eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada. No Brasil, chegamos a um estágio não apenas das mentiras. A sensação que dá é de que se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos já tenha abatido no recinto ao lado.
Nos debates, Lula e Flávio trocaram insultos e um chamou o outro de mentiroso. Mais do que isso, ao ser classificado de miliciano, o filho de Bolsonaro tratou o petista de nove dedos. Isto é uma síntese de uma campanha que descambou para o lamaçal. Ataques mútuos em prejuízo para o eleitor, privado de discussões robustas sobre as propostas de cada candidato para o futuro do Brasil.
Mas diante disso tudo, caminho pior seria anular o voto ou votar em branco. Por um voto em branco, você está dizendo que tem uma consciência política, mas não concorda com qualquer um dos partidos existentes. O voto deve ser consciente e verdadeiro. O eleitor deve sentir-se à vontade para escolher seus representantes e ser norteado pela autenticidade, pelo preparo e pela capacidade do mesmo em administrar o que lhe compete.
O voto consciente é o único voto que o candidato corrupto não consegue comprar, pois esse voto só se conquista com a verdade. Tenha certeza de uma coisa: só haverá mudança política um dia neste País da desesperança se o eleitor tiver consciência de que o voto é sua maior arma para eleger um político digno e honesto, estar atento nos atos do político em que decidiu votar.
A mudança política só vai acontecer se o eleitor estiver consciente de que o seu voto faz a diferença. Um voto errado é como trair a própria consciência, entregando nas mãos de um insano a chave da sua liberdade e o destino de gerações.
Um voto cidadão não é o voto consciente: é o voto responsável, o voto pensado de forma coletiva e não pessoal. O voto é a arma do eleitor consciente. Em tempo de eleições, cada eleitor deveria usar uma “lanterna de Diógenes” para escolher seus governantes. A lanterna de Diógenes é uma famosa metáfora filosófica baseada em uma lenda sobre o filósofo grego Diógenes de Sinope, o fundador da escola cínica.
Segundo os relatos históricos e anedotas da antiguidade, Diógenes andava pelas ruas de Atenas em pleno dia, com uma lanterna acesa sob o forte sol mediterrâneo. E quando as pessoas lhe perguntavam o que ele estava fazendo, ele respondia: “Estou à procura de um homem honesto ou de um ser humano verdadeiro”.
Como ele nunca encontrou o que buscava, a atitude transformou-se em um símbolo duradouro.
Pesquisa Atlas/Bloomberg, realizada pela Internet e divulgada hoje (24), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50,8% das intenções de voto válidos no segundo turno, contra 49,2% de Lula (PT).
A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento entrevistou 4.990 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 23 de outubro, em todas as regiões do país, por telefone e online. O nível de confiança é de 95% e o número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-06380/2026.
A pesquisa Brazil Economy/Colectta divulgada neste sábado (24) aponta o presidente Lula (PT) com 50,3%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 49,7%. A diferença é de apenas 0,6 ponto percentual, resultado que configura empate técnico diante da margem de erro do levantamento.
A pesquisa foi realizada pelo instituto Colectta, sediado em São Paulo, e contratada pela Editora Brazil Economy. O levantamento foi divulgado um dia antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para amanhã (25). As informações são do Brasil247.
Considerando os votos válidos, que excluem os votos brancos, nulos e os eleitores que não responderam, Lula aparece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro. A vantagem, contudo, está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que impede afirmar que um dos candidatos tenha uma dianteira estatisticamente consolidada.
O resultado retrata uma disputa apertada na véspera da votação decisiva. Com os percentuais próximos e a diferença inferior à margem de erro, o levantamento não permite estabelecer uma vantagem estatisticamente significativa entre os dois concorrentes.
Metodologia e registro no TSE
A Colectta entrevistou 3 mil eleitores distribuídos por 101 municípios das 27 unidades da Federação. As entrevistas foram realizadas presencialmente, em domicílios, no dia 23 de outubro, véspera da divulgação dos resultados.
A pesquisa tem nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 18 de outubro, sob o número BR-05601/2026, e teve sua divulgação autorizada a partir deste sábado (24).
Em simulação de segundo turno para a Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% das intenções em votos válidos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anota 48% da preferência nacional, segundo pesquisa do instituto Gerp divulgada neste sábado (24).
Como a diferença entre os candidatos é de quatro pontos numéricos, ambos se enquadram no limite da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o que configura um empate técnico. As informações são da CNN Brasil.
Fonte: Gerp Mercadologia | Margem de erro: +- 2 p.p. | Nível de confiança: 95,55% | TSE: BR-09327/2026
Metodologia
A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 22 e 24 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.
A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09327/2026.
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 2º turno. Concorrem o presidente Lula (PT), que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos, e Lula (PT), 49%. Os números apontam empate técnico, porque a diferença entre eles está dentro da margem de erro. As informações são do g1.
Votos válidos
Flávio Bolsonaro (PL): 51%
Lula (PT): 49%
Gráfico mostra números de votos válidos da Quaest e intervalo da margem de erro — Foto: Reprodução/Quaest
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral como BR-09158/2026.
Como a Quaest calcula os votos válidos?
Para estimar os votos válidos, a Quaest leva em consideração as intenções de voto e o perfil de comparecimento. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.
Votos totais
Veja agora os números de votos totais, que incluem eleitores que declaram votos em branco, nulos, os indecisos e quem diz que não vai votar.
Lula (PT): 46% (eram 45% na pesquisa anterior)
Flávio Bolsonaro (PL): 45% (eram 44%)
Branco/nulo/não vai votar: 8% (eram 9%)
Indecisos: 1% (eram 2%)
Grau de decisão do voto
Entre os entrevistados que indicaram um candidato, 92% dizem que a escolha é definitiva e 8% afirmam que ainda podem mudar.
Rejeição
Flávio Bolsonaro tem rejeição de 49%, e Lula, de 47%.
O que mostra a pesquisa espontânea
Veja agora os números da pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ter acesso aos nomes dos candidatos.
Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 40% na pesquisa anterior)
Pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% das intenções de votos válidos contra 49,5% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. As informações são do Metrópoles.
Veja os resultados:
Flávio Bolsonaro (PL): 50,5%
Lula (PT): 49,5%
Na pesquisa anterior, realizada em 19 de outubro, Flávio Bolsonaro tinha 50,3% das intenções de voto, ante 49,7% do petista.
Metodologia
As entrevistas foram feitas presencialmente entre 23 a 24 de outubro. Foram ouvidos 2.000 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08234/2026.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 2º turno. Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% dos votos válidos, e Lula, 49%, em empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos. As informações são do g1.
É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e as abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Clique aqui para saber mais.
O Datafolha entrevistou 4.050 pessoas nos dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-09540/2026.
Votos válidos com propensão ao voto
Pela primeira vez, o Datafolha divulga também os números de votos válidos com propensão ao voto. A fim de projetar o impacto da abstenção, esse modelo estatístico ajusta os resultados de Lula e Flávio Bolsonaro considerando efeitos da distância do local de votação e o comparecimento declarado dos eleitores no 1º turno. No segmento com alta propensão a votar, que reúne quem mora perto do local de votação e foi votar no primeiro turno, os números são:
Flávio Bolsonaro (PL): 52%
Lula (PT): 48%
Esse grupo corresponde a 76% dos eleitores entrevistados.
No segmento com baixa ou média propensão a votar, que inclui quem não compareceu no primeiro turno, quem vota longe de casa e os que reúne as duas condições, os números são:
Lula (PT): 52%
Flávio Bolsonaro (PL): 48%
Esse grupo corresponde a 24 % do eleitorado.
Votos totais
Veja agora o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos. Abaixo, a pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são mostrados aos eleitores:
Flávio Bolsonaro (PL): 48%
Lula (PT): 47%
Em branco/nulo/nenhum: 3%
Indecisos: 2%
Pesquisa espontânea
Veja agora a pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem ter acesso a uma lista de candidatos. Esses resultados ajudam a medir o grau de consolidação do voto.
Neste sábado (24), durante ato na Av. Paulista a favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manifestantes levaram um lápis inflável gigante, em oposição ao míssil que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levaram para a mesma avenida no último domingo (18). O lápis traz a frase “Juventude em luta derruba fascistas” e simboliza a valorização da educação como forma de resistência a regimes opressivos.
Já no corpo do míssil inflável, havia uma frase em inglês pedindo para os Estados Unidos fazerem um ataque nuclear no Brasil: “Trump nuke Brazil” (Trump, ataque o Brasil com armas nucleares, em tradução livre), está escrito no corpo do míssil inflável. Segundo o dicionário Cambridge, o verbo “nuke” é usado informalmente com o sentido de “atacar” ou “destruir um lugar com armas nucleares”. As imagens são da Rede TVT.
Milhares de pessoas ocupam a Avenida Conde da Boa Vista, no Centro do Recife, na tarde deste sábado (24), durante o “Tsunami da Esperança”, manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Diário de Pernambuco.
Convocado por estudantes, jovens e trabalhadores, o ato teve concentração na Praça do Derby e integra a programação de encerramento da campanha petista em Pernambuco, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25).
A mobilização é apresentada pelos organizadores como a última grande manifestação de rua em apoio a Lula no Recife antes da votação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, escolheu a Avenida Paulista para fazer seu último ato da campanha das eleições de 2026 neste sábado (24). A icônica avenida de 2,8 km é palco das mais grandiosas manifestações em São Paulo, tanto da esquerda quanto da direita.
Ele chegou ao local do ato pouco antes das 16h ao lado da esposa, Rosangela da Silva, a Janja, do vice, Gerado Alckmin (PSB), de Guilherme Boulos (PSOL), de Márcio França (PSB) e de Simone Tebet (PSB).
Lula desfila em carro junto com a esposa Janja e o vice Geraldo Alckmin na Avenida Paulista. — Foto: Alexandre Fagundes/TV Globo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, escolheu a Avenida Paulista para fazer seu último ato da campanha das eleições de 2026 neste sábado (24). A icônica avenida de 2,8 km é palco das mais grandiosas manifestações em São Paulo, tanto da esquerda quanto da direita.
Ele chegou ao local do ato pouco antes das 16h ao lado da esposa, Rosangela da Silva, a Janja, do vice, Gerado Alckmin (PSB), de Guilherme Boulos (PSOL), de Márcio França (PSB) e de Simone Tebet (PSB).
“Estamos terminando uma campanha de segundo turno que tem só uma similar, a de 1989. A campanha de 1989 foi a campanha foi possivelmente a mais emocionante, pela participação da sociedade. E neste segundo turno, a sociedade brasileira resolveu assumir a responsabilidade de dizer que a eleição não é uma coisa de partido político, que a eleição é de pessoas que se preocupam com o país, que se preocupam com o dia a dia de outras pessoas, de pessoas que não querem que miliciano vá para o Palácio do Planalto”, afirmou o candidato à reeleição.
Lula destacou a mobilização dos eleitores no segundo turno: “Há muitos anos, mesmo os mais velhos, que fazem campanha política, não tinham visto uma mobilização da sociedade como vimos nesse segundo turno. Hoje em todos os municípios do Amazonas teve mobilização. É o povo que está organizando, e não partidos”.
“Estou convencido que vamos ganhar as eleições amanhã. Estou convencido que a sociedade brasileira quer mudança estrutural, que faça o Brasil caminhando no caminho certo, a sociedade brasileira não quer retrocesso.”
No ato de 11 de outubro, era possível observar apoiadores de Lula ocupando todos os 18 quarteirões da via, do Paraíso à Consolação, se concentrando em 12 deles. Na ocasião, a campanha de Lula não autorizou, por questões de segurança, o sobrevoo do drone do Monitor do Debate Político da USP, Cebrap e da ONG More in Common, que faz a contagem do público.
No dia 18 de outubro, cerca de 71,8 mil apoiadores do adversário Flávio Bolsonaro (PL) se reuniram na Paulista, segundo o monitor.
Às 13h30, muitos manifestantes já se concentravam em frente ao Masp. Apoiadores de Lula levaram um lápis inflável gigante, em oposição ao míssil que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levaram para a Paulista no dia 18. No míssil, havia uma frase em inglês pedindo para os Estados Unidos fazerem um ataque nuclear no Brasil.
Por volta das 15h30, os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) chegaram à Paulista. Simone enfatizou ao público que não poderia fazer discurso, mas ressaltou que neste sábado (24) todos eram nordestinos, sulistas, nortistas e brasileiros. “Nós estamos aqui pelo nosso país, pelo nosso Brasil, pelos nossos filhos e filhos dos nossos filhos. Preciso encerrar para não levar multa, mas quero lembrar que eu, aos 15 anos, levantei um cartaz que queria votar presidente da república. Hoje, posso dizer, bendito o país que tem a juventude, os aposentados que defendem o Brasil. Uma boa eleição para todos nós”
Na sequência, Marina Silva (Rede) celebrou a democracia. ‘É, a Paulista vermelhou. É o mar vermelho se abrindo para que Lula faça sua última passeata. Nós não podemos fazer discurso de campanha, mas nós podemos dizer a poesia da democracia, da soberania, do respeito, à diversidade, é o Brasil. Viva a democracia, viva o povo brasileiro. Viva a Constituição”.
Lula passa pelos manifestantes em um carro aberto. Não houve caminhada, como previsto inicialmente, para evitar a circulação de pessoas pelas ruas do entorno.
A organização do evento discutiu medidas de segurança com a Polícia Militar, a Prefeitura de São Paulo e o Metrô em uma reunião realizada no dia 20, após a divulgação de vídeos com imagens de vandalismo.
Segundo a campanha, o Metrô teria solicitado a instalação de tapumes para proteger as estações da Avenida Paulista. A estrutura chegou a ser instalada, mas, na madrugada deste sábado, a empresa contratada informou à coordenação que a companhia estaria retirando a proteção.
Ainda de acordo com a organização, o argumento apresentado foi que o próprio Metrô adotaria medidas para proteger o patrimônio. A coordenação da campanha afirmou ter aceitado a decisão e disse esperar que a segurança seja garantida.
A campanha também solicitou à Polícia Militar que os policiais utilizem câmeras corporais ligadas durante todo o evento, para permitir a identificação de pessoas que eventualmente pratiquem atos de vandalismo. Outro pedido foi para que os policiais permaneçam identificados durante a operação.
A organização informou ainda que enviou ofícios à PM e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para garantir que o evento não prejudique o transporte das urnas eletrônicas. Até a manhã deste sábado, não havia resposta da Polícia Militar ao documento com os pedidos.
Advogados do partido estarão distribuídos em pontos do evento para solucionar eventuais problemas. Os nomes dos profissionais e os locais em que ficarão foram informados às autoridades.
A dispersão do público está prevista para a Praça do Ciclista, também na Avenida Paulista, com o objetivo de manter a fluidez da circulação na região.
A campanha informou que não será permitido o uso de drones durante o ato. Imagens do evento serão disponibilizadas posteriormente pela organização.
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), reuniu apoiadores na Praça do Ó e nas pistas da orla da praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, na tarde deste sábado (24), véspera do 2º turno das eleições.
Por volta das 14h30, o público já lotava a praça e ocupava as pistas da praia ao longo de um quarteirão. A concentração começou às 14h, e Flávio chegou ao local por volta das 16h. O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) e o governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), também participam do ato.
Flávio Bolsonaro reúne apoiadores em ato na Barra da Tijuca, no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo
Motocarreata em BH
Ato com Flávio Bolsonaro (PL) reuniu multidão na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, neste sábado (24) — Foto: Reprodução/TV Globo
Pela manhã, Flávio Bolsonaro reuniu eleitores em uma motocarreata na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Flávio chegou à Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, por volta das 11h40. Junto a motociclistas e apoiadores, ele seguiu pela Avenida Brasil até a Praça da Liberdade em cima de um trio elétrico.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o recém-eleito governador de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), marcaram presença no evento ao lado de Flávio.