O pré-candidato a prefeito de Surubim, Cléber Chaparral, foi surpreendido com uma denúncia de que a convenção partidária do União Brasil seria um “showmício” e por isso estaria em desacordo com as leis eleitorais. A denúncia foi realizada pela opositora dele na corrida para a prefeitura: Véia de Aprígio (PSB).
O Ministério Público entendeu que o evento, que irá acontecer neste sábado (03), no Parque de Vaquejada Jota Galdino, não se trata de um “showmício”, mantendo o cronograma de pré-campanha de Chaparral.
Procurado pela reportagem, Chaparral disse que não chegou a ficar preocupado com a “denúncia”. “Não há nenhuma tentativa de burlar a lei. A convenção será realizada em um lugar murado, com todos os alvarás em dia. Lamento muito que os situacionistas tenham que usar esse tipo de manobra, que tenha que ocupar o nosso jurídico com uma questão que só serviu para fazer fofoca”.
Ainda explicando, Chaparral disse que na convenção terá pré-candidatos a vereadores, vice e prefeito, além dos convidados, sem presença de atrações artísticas, não caracterizando as irregularidades alegadas pela oposição.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta quinta-feira (27), que, por enquanto, acredita que Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, seu ex-chefe de gabinete, pediu empréstimo para a lobista Roberta Luchsinger.
A PF (Polícia Federal) investiga a lobista e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por suposto tráfico de influência em inquéritos do STF (Supremo Tribunal Federal). A PF ainda identificou repasse, de valor não divulgado, da empresária a Marcola, ao analisar dados do celular de Roberta. As informações são da CNN.
“Não é adequado, é totalmente errado e o Marcola sabe o erro que ele cometeu. Não é papel do chefe de gabinete. Ele disse que tomou 249 mil reais de empréstimo, é o que está na imprensa, só ele sabe a verdade. Quando tiver uma acareação entre os dois, vai saber se houve empréstimo ou não. Por enquanto, acredito que ele pediu empréstimo”, disse Lula em entrevista ao “Jornal Nacional”.
“Agora é o seguinte, ele cometeu o erro, ele que vai pagar o erro. Era uma pessoa da minha total confiança […] agora cometeu o erro, paga o preço do erro cometido”, acrescentou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (27), durante entrevista da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, que não considera o atual nível da dívida pública um motivo de preocupação. Ao responder sobre a trajetória do endividamento, Lula relacionou o cenário ao baixo crescimento econômico dos últimos anos e ao impacto da taxa de juros. “A mim não preocupa a dívida”, declarou.
Lula também citou os resultados fiscais de seus primeiros mandatos e afirmou que mantém o compromisso com o equilíbrio das contas públicas. “Se tem alguém nesse país que tem responsabilidade fiscal, sou eu”, disse. O petista acrescentou que sua equipe econômica trabalha com “muita responsabilidade fiscal” e defendeu que o crescimento da economia contribui para reduzir o peso da dívida em relação ao PIB.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (27), durante entrevista da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, que não pretende romper politicamente com o senador Jaques Wagner (PT-BA) por causa das suspeitas envolvendo o aliado no caso Banco Master. “Não posso fazer política vivendo de ilações todo santo dia”, afirmou.
Lula defendeu que eventuais responsabilidades sejam estabelecidas a partir das apurações da Polícia Federal e da Justiça e afirmou que não considera uma investigação suficiente para atribuir culpa. Jaques Wagner nega ter recebido vantagens do Banco Master ou atuado em favor da instituição.
Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quinta-feira da série de sabatinas da TV Globo com presidenciáveis. O petista é o quarto entrevistado da série. Ao início da entrevista, o petista foi questionado sobre as suspeitas envolvendo o filho Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.
— Não tem nenhuma acusação. São ilações, ilações e ilações criadas de telefonemas. Eu conheço isso muito bem porque já vivi isso. Se o Fabio cometeu qualquer ilícito, ele terá que pagar como qualquer cidadão — respondeu Lula, que continuou — Não vou afastar delegado da PF, não farei qualquer movimento para acobertar filho, como outros já fizeram. As informações são do jornal O GLOBO.
Após ser perguntado sobre as mensagens trocadas entre a lobista Roberta Luchsinger e Lulinha, o presidente disse que o fiho provará a inocência. Ele também afirmou que a Operação Lava Jato foi uma “mentira criada para evitar” que ele fosse presidente.
— Ele sabe que tem que provar a inocência dele, e tenho certeza que ele é inocente. A PF está investigando, está vazando as coisas para a imprensa, e se ele tiver que prestar depoimento, irá prestar depoimento — disse Lula.
Ainda no tema, os entrevistadores questionaram o petista sobre o envolvimento do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, no caso. Marcola marcou uma reunião entre a lobista e Swedenberger Barbosa, que era secretário-executivo no Ministério da Saúde. Lula admitiu que a ligação de Marcola com o caso levanta suspeitas sobre o governo.
— Leva, lógico que leva, leva suspeita e desconfiança para mim. Marco Aurélio é meu chefe de gabinete. Mas qual é o papel dele? As pessoas sabem que ela é lobista agora que a imprensa está falando. Mas o papel dele, com qualquer pessoa que consegue audiência, é encaminhar para o ministério. Agora, essa mulher conseguiu liberar dinheiro que ela foi atrás? Tem prova? — disse Lula, que voltou a mencionar a Operação Lava Jato — Eu fui acusado de ter apartamento que eu não tinha, chácara que eu não tinha. Eu não gosto de fazer pirotecnia com acusações sem que se termine o inquérito.
O petista é o candidato que aparece como o melhor posicionado nas pesquisas eleitorais de primeiro turno até o momento. Na última pesquisa Quaest, o atual presidente aparecia com 38% das intenções de voto, enquanto o principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL), marcava marca 31%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), ambos com 4%. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) marcam 2%.
A série de entrevistas teve início na segunda-feira, com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) foi sabatinado na terça-feira, e Renan Santos na quarta-feira.
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) expediu uma nova medida cautelar para suspender, de forma imediata, o prosseguimento do Processo Licitatório nº 115/2026 (Concorrência Eletrônica SRP nº 002/2026) da Prefeitura Municipal de Camaragibe. A decisão monocrática foi proferida pelo relator do caso, conselheiro Marcos Loreto, na terça-feira (25), e decorre da constatação de sobrepreço de R$ 2.086.550,51 em um certame estimado em R$ 134.034.981,58, além do descumprimento de deliberação anterior da Corte de Contas por parte dos gestores municipais.
As informações foram extraídas do Extrato de Deliberação Interlocutória do TCE-PE, publicado no Diário Oficial eletrônico do tribunal, referente ao Processo TCE-PE nº 26101125-0.
A disputa envolve a contratação por sistema de registro de preços de serviços de pavimentação, drenagem e recapeamento em oito lotes no município. Segundo o documento, a prefeitura deu prosseguimento ao certame a partir de quarta-feira (19), ignorando a suspensão que havia sido homologada no Acórdão T.C. nº 1518/2026. A relatoria destacou a “grave conduta dos agentes públicos da Prefeitura de Camaragibe ao deixarem de adotar a deliberação anterior desta Corte”, lembrando que a interposição de agravo regimental não possui efeito suspensivo.
Irregularidades técnicas e sobrepreço de R$ 2 milhões
A decisão fundamentou-se em Relatório Preliminar de Auditoria elaborado pela Gerência de Fiscalização de Obras Municipais Sul (GAOS-DINFRA). A equipe técnica identificou falhas graves na composição dos custos e na condução do processo licitatório.
Entre os problemas apontados, destaca-se a aplicação de uma taxa de Benefício e Despesas Indiretas (BDI) de 25,79%, valor superior ao limite de 24,67% fixado como parâmetro pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Foi constatada também a aplicação indevida desse BDI padrão sobre materiais e serviços agregados — como a locação de contêineres, blocos retangulares de piso intertravado e tubos de PEAD —, em vez da incidência do BDI reduzido de 15,28%.
A auditoria também registrou a inversão de fases no procedimento licitatório (colocando a análise de habilitação antes do julgamento das propostas) sem a devida justificativa e sem demonstração de vantajosidade para a administração, violando o artigo 17, § 1º, da Lei Federal nº 14.133/2021.
Notificações e apuração de responsabilidade
O relator determinou a notificação dos gestores e do prefeito do município para apresentação de defesa no prazo de cinco dias úteis, além da abertura de apuração interna sobre a desobediência à ordem do tribunal.
Dados do procedimento:
Número: Processo TCE-PE nº 26101125-0 (Medida Cautelar)
Órgão: Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE)
Relator: Conselheiro Marcos Loreto
Data da decisão: terça-feira, 25 de agosto de 2026
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quinta-feira (27) da série de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A conversa será exibida ao vivo logo após o Jornal Nacional, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.
A entrevista será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Além da TV Globo, o público poderá acompanhar a transmissão pela GloboNews e pelo g1. As informações são do g1.
Depois da exibição, o conteúdo ficará disponível na íntegra no Globoplay e no g1.
Esta é a primeira vez que as entrevistas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto são exibidas após o Jornal Nacional, e não dentro do telejornal.
Logo após cada entrevista, a GloboNews apresentará a Central das Eleições, com análises e repercussões sobre as declarações e propostas apresentadas pelos candidatos.
Pernambucano e ex-presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira ressaltou, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, a importância do Nordeste para o país. Porém, acredita que a região precisa de mais desenvolvimento e “não apenas de programas sociais”. “É lamentável que ainda precisemos de ajuda do Estado”, disparou o ex-dirigente.
“O Nordeste é uma região de muitas potencialidades, e tem um perfil eleitoral mais à esquerda, o que é natural porque as desigualdades sociais são mais profundas. Ou seja, há espaço para a esquerda crescer. Mas o desejo da população é de um desenvolvimento econômico que se reflita sobre a vida social de todos. Não é viver apenas de programas sociais. Esse é o pior dos mundos. O que precisamos é de desenvolvimento estrutural, melhorar a industrialização. E o Nordeste tem vantagem, pode atrair indústrias modernas, tem crescido nas energias renováveis, pode ir muito além e mudar a situação econômica e social da região. Acho que é um desejo do eleitor brasileiro, de progresso. O verdadeiro desenvolvimento dispensa a ajuda do Estado e, sim, dá educação de qualidade, que coloca o filho do pobre no mesmo patamar de disputa do filho do rico. É lamentável que ainda precisemos de ajuda do Estado”, afirmou Siqueira.
Sobre programas como o Bolsa Família, o ex-presidente do PSB observou a importância de “encontrar uma saída”, e não aumentar a iniciativa. “Isso (saída do programa) só se faz com crescimento econômico, com industrialização, com ensino de qualidade e educação profissionalizante. Infelizmente ainda há grande parcela da população nessa situação, temos diferenças sociais abissais que existem no país e que precisam ser enfrentadas. E só se enfrenta isso com mudanças estruturais. Ainda que admitamos que precisem ser feitas em caráter emergencial”, completou.
A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) participou da série de sabatinas da TV Guararapes e apresentou propostas nas áreas de saúde, combate à violência contra a mulher e ampliação da representação feminina na política. Durante a entrevista, também destacou sua trajetória na vida pública e a atuação como deputada federal, citando a Política Nacional de Dignidade Menstrual, originada de projeto de sua autoria.
Entre as propostas defendidas, Marília afirmou que pretende trabalhar pela ampliação do acesso, pelo SUS e pela Farmácia Popular, a tratamentos voltados a mulheres no climatério e na menopausa. Na área de segurança, disse que quer destinar recursos para ampliar a presença de Delegacias da Mulher em Pernambuco, inicialmente nas cidades-polo e, posteriormente, em municípios com mais de 50 mil habitantes. “A gente precisa ter mais mulheres nos espaços de decisão no Parlamento. Mulher pensa política pública para mulher e por isso eu quero estar lá também”, afirmou.
A candidata disse ainda que pretende buscar investimentos para Pernambuco por meio do diálogo com diferentes grupos políticos. “Estou pronta, preparada e com muita vontade de representar Pernambuco no Senado Federal”, declarou. Após a sabatina, Marília participou de entrevista no Podcast 91, da TV Guararapes, apresentado pelos jornalistas José Gustavo e Vandeck Santiago.
Mendonça Filho (União Brasil) e Michele Collins (PP), hoje integrantes do palanque da governadora Raquel Lyra (PSD), estão entre os políticos que gravaram mensagens para celebrar o nascimento da filha de Amisadai Andrade. Nos vídeos, ambos aparecem enviando felicitações à família.
Os registros indicam que Amisadai procurou lideranças de diferentes partidos e grupos políticos para montar uma sequência de homenagens pela chegada da criança. As mensagens tinham caráter pessoal e foram gravadas a pedido dele, sem relação aparente com alianças eleitorais ou atividades profissionais.
João Campos (PSB) foi apenas mais um dos políticos que atenderam à solicitação e enviaram uma mensagem de felicitações. O vídeo do socialista, portanto, integra o mesmo conjunto de gravações feitas por nomes que hoje estão em palanques adversários.
Amisadai Andrade é servidor da Caixa Econômica Federal e estava cedido ao Governo de Pernambuco, onde ocupava o cargo de superintendente de Operações da Arena de Pernambuco. Ele foi exonerado após ser apontado, em reportagem da Record, como operador de uma suposta rede de páginas e perfis dedicada a atacar adversários políticos da governadora.
O ex-presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, defende uma mudança estrutural para o Brasil nos próximos quatro anos. Aliado ao presidente Lula (PT), após conduzir os socialistas em episódios como o impeachment, o ex-dirigente defende que a esquerda da qual as siglas fazem parte volte a ocupar o papel de destaque que sempre teve para transformar a sociedade brasileira, o que veio perdendo nos últimos anos.
“Não podemos ser apenas a força da defesa do status quo. A esquerda sempre foi a força de transformação. Hoje quem está propondo transformação é a extrema direita. O Brasil é um país de desigualdades sociais imensas, e a esquerda tem um papel extraordinário para reduzir isso, mas precisa repensar vários de seus dogmas, não pode continuar sendo a esquerda dos anos 1960 e 1970. Estamos encerrando um ciclo com o presidente Lula, que já deu sua colaboração, mas também é preciso que surjam novas lideranças. O capitalismo se renova permanentemente, e a esquerda precisa se renovar. Mas precisamos realçar que as grandes conquistas no Brasil vieram do lado da esquerda. Mas hoje você não tem um governo de transformações”, disparou Siqueira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“As tensões criadas hoje são de natureza política e ideológica, estão acontecendo no Brasil e no mundo, e demorarão ainda algum tempo para que sejam superadas. Penso que se o presidente Lula for reeleito, e esperamos que seja, nós possamos promover uma mudança de natureza mais estrutural. O Brasil precisa industrializar os produtos que exporta em grãos e minerais, refinar seu petróleo, os produtos desse grande movimento que é a agricultura brasileira, uma das maiores do mundo e que não traz ainda todos os seus resultados. E avançar na modernização da sua indústria nacional, hoje ainda pouco competitiva frente ao desenvolvimento tecnológico mundial. E precisamos nos preocupar em elevar o nível da educação brasileira, que é inferior a todos os países da América Latina. Se não elevarmos, não sairemos desse atraso. Estamos num país atrasado desse ponto de vista, precisamos pensar estrategicamente”, completou.
O ex-dirigente ressaltou a importância de se debruçar sobre a nova realidade brasileira, citando a obra que lançou recentemente, o livro “O novo perfil eleitoral do Brasil – como vota o brasileiro”. “A esquerda precisa passar por um processo de renovação, de estudo mais profundo sobre o eleitorado brasileiro, as aspirações, a realidade. E compreender melhor um setor do eleitorado brasileiro que é o setor evangélico, que estudamos em nossa pesquisa. É um setor que precisa ser compreendido, não apenas durante as eleições, mas entendendo o papel social que desenvolvem hoje as igrejas evangélicas ou protestantes, inclusive pela ausência do Estado. Tudo precisa ser estudado com muita profundidade. É uma das mudanças em que a esquerda deve se aprofundar. É um eleitor que vem das classes CDE, mais o público-alvo das políticas de esquerda”, concluiu Siqueira.
Ex-presidente nacional do PSB por 11 anos, o pernambucano Carlos Siqueira lançou recentemente o livro “O novo perfil eleitoral do Brasil – como vota o brasileiro”. Na obra, ele fala sobre as mudanças ocorridas nos últimos anos e como isso repercutiu em uma diminuição do espaço das esquerdas e o avanço do centro e da extrema-direita no país.
“Houve uma diminuição de espaço, estamos conscientes disso. Tanto que precisamos nos aliar às forças de centro e, às vezes, até com a direita. A esquerda nunca foi majoritária no Brasil, mas há espaço para as forças políticas de esquerda. Mas na América do Sul, estamos cercados. Existem apenas Brasil e Uruguai, o resto todo é de direita, e alguns de extrema-direita”, lamentou Siqueira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“Há vários fatores pelos quais a direita e a extrema-direita ganharam espaço, sobretudo a partir de 2018, com a candidatura de Jair Bolsonaro (PL). Ele politizou e ideologizou a política brasileira muito claramente, porque ele colocou valores extremamente conservadores, que estavam adormecidos em uma parcela da população, que encontrou eco naquele discurso conservador. Acredito que a esquerda brasileira tem muitas possibilidades de continuar no poder, depende da reeleição do presidente Lula (PT). Mas a esquerda precisa se autorrenovar, porque o mundo mudou, as forças do trabalho mudaram em todo o sistema capitalista e precisamos nos atualizar”, analisou.
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, em entrevista nesta quinta-feira (27) ao podcast Direto de Brasília, parceiro da Rede Mais e Rádio POP FM, projetou que o ex-governador João Azevêdo (PSB) será eleito senador “por justiça do eleitor paraibano”.
“João Azevêdo fez um grande governo, que provavelmente será eleito e nós esperamos que seja o senador mais votado da Paraíba, e eu acho que será por justiça do eleitor paraibano”, citou o dirigente partidário.
Além da eleição de João, Carlos Siqueira disse que a legenda tem “expectativa” de eleger pelo menos um deputado federal. Se o deputado federal Gervásio Maia (PCdoB) ainda estivesse no PSB, de acordo com Siqueira, seria possível “fazer” até três parlamentares.
“Essa perda do deputado Gervásio foi lamentável, porque poderíamos fazer dois ou até três deputados federais se ele tivesse continuado no nosso partido. E ele foi um grande parlamentar, foi um grande líder, foi líder do nosso partido”, analisou o presidente do PSB.