Decidi, há pouco, cancelar o debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito, que estava marcado para amanhã, às 10 horas, no auditório da Faculdade Vale Pajeú. Tudo porque não houve consenso em relação às regras originais do debate.
Decidi, há pouco, cancelar o debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito, que estava marcado para amanhã, às 10 horas, no auditório da Faculdade Vale Pajeú. Tudo porque não houve consenso em relação às regras originais do debate.
Sem comunicado prévio, a Rádio Cidade FM, em Caruaru, retirou do ar, desde ontem, o meu programa Frente a Frente, que vinha sendo transmitido pela emissora há mais de um ano. Caruaru é a terra da governadora Raquel Lyra (PSD), que já governou o município por dois mandatos. A rádio pertence ao grupo do empresário Adolfo da Modinha, que tem a concessão municipal do transporte urbano.
Após sofrer uma queda e bater a cabeça em sua cela na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília nesta terça-feira (6), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta sinais de apatia, tontura e uma queda na pálpebra esquerda, segundo o cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o ex-mandatário.
“Fiz uma última avaliação no presidente agora, ele estava apático, uma leve queda na pálpebra esquerda, com a pressão normalizada e com sinal de tontura. Sem dor. O próximo é aguardar a liberação para a realização dos exames e imediatamente nos deslocarmos para o hospital, que está de prontidão para recebê-lo”, disse o médico a jornalistas. As informações são da CNN.
Leia maisMoraes negou transferência imediata para hospital
Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou a transferência imediata de Bolsonaro para um hospital. O magistrado do Supremo entendeu não haver necessidade de remoção imediata do ex-mandatário.
Segundo o despacho, a PF (Polícia Federal) deveria apresentar ao STF o laudo médico realizado pelos médicos da corporação.
O que diz o laudo médico da PF
Como mostrou a CNN Brasil, a PF enviou o laudo médico a Moraes nesta tarde. De acordo com o documento, Bolsonaro apresentou sinais de ter caído da cama durante a noite. O relatório descreve lesão superficial no rosto e a presença de sangue.
“Paciente no pós-operatório recente de herniorrafia inguinal bilateral e bloqueio anestésico bilateral do nervo frênico. Em uso recente de CP AP para tratamento de apneia do sono. Considerando a recente internação, o uso de medicamento de ação no sistema nervoso central (Gabapentina, Escitalopram, Clorpromazina), o uso recente de anticoagulante e demais comorbidades, foi comunicado à sua equipe médica assistente a informação sobre o quadro clínico”, diz trecho do documento.
Agora, Moraes deve deliberar sobre a liberação ou não do ex-presidente para realizar exames médicos no hospital.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (6) que o governo interino da Venezuela concordou em enviar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo “de alta qualidade” aos EUA. O anúncio foi feito em uma rede social.
A declaração ocorre três dias depois de uma ação militar americana na Venezuela que resultou no sequestro do ditador Nicolás Maduro. Ao menos 55 militares venezuelanos e cubanos morreram na operação.
Trump disse que o petróleo venezuelano será vendido a preço de mercado. Ele disse ainda que será responsável por controlar o dinheiro obtido para garantir que os recursos sejam usados “em benefício do povo da Venezuela e dos Estados Unidos”. As informações são do g1.
Leia mais“O petróleo será transportado por navios de armazenamento e levado diretamente a terminais de descarga nos Estados Unidos”, afirmou.
Mais cedo, a agência Reuters revelou que autoridades da Venezuela e dos Estados Unidos estão discutindo a exportação de petróleo bruto venezuelano para os americanos.
Segundo fontes ouvidas pela Reuters, um acordo para vender o petróleo parado da Venezuela às refinarias dos EUA redirecionaria os embarques que antes seguiriam para a China.
A Venezuela acumula milhões de barris de petróleo em navios e tanques de armazenamento, sem conseguir exportá-los por causa de um bloqueio imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em vigor desde dezembro.
O embargo faz parte da crescente pressão americana sobre a Venezuela, que resultou na queda de Maduro.
Interesse dos EUA
No sábado (3), logo após a prisão de Nicolás Maduro por forças americanas, o presidente Donald Trump afirmou que pretende abrir o setor petrolífero da Venezuela à atuação de grandes companhias dos EUA.
“Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos EUA, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país”, declarou.
As refinarias americanas na Costa do Golfo conseguem processar os tipos pesados de petróleo da Venezuela. Antes das primeiras sanções impostas por Washington, as companhias importavam cerca de 500 mil barris por dia.
Apesar de ter as maiores reservas de petróleo do mundo, a Venezuela produz pouco atualmente, cerca de 1 milhão de barris por dia, devido às sanções e a problemas de infraestrutura.
De acordo com Arne Lohmann Rasmussen, analista da consultoria Global Risk Management, aumentar essa produção, como pretende Trump, não será um processo rápido, pois exige investimentos elevados e pode levar anos.
A dimensão do mercado de petróleo da Venezuela
A Venezuela concentra a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, com capacidade estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo a Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos Estados Unidos.
Esse volume coloca o país à frente de grandes produtores como Arábia Saudita (267 bilhões de barris) e Irã (209 bilhões). Boa parte do petróleo venezuelano, porém, é extrapesada, exigindo tecnologia avançada e investimentos elevados para sua extração.
Na prática, o potencial é enorme, mas segue subaproveitado devido à infraestrutura precária e às sanções internacionais que restringem operações e acesso a capital.
Segundo a Statistical Review of World Energy, publicação anual do Instituto de Energia (EI), a produção de petróleo da Venezuela despencou nas últimas décadas, de um pico de 3,7 milhões de barris por dia em 1970 para um mínimo de 665 mil barris por dia em 2021.
No ano passado, a produção registrou leve recuperação, retornando a cerca de 1 milhão de barris por dia, o que representa menos de 1% da produção global de petróleo.
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Oriundo do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que se transformou no PPS e segue atualmente como Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire disparou críticas à esquerda brasileira. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o hoje presidente nacional da referida sigla diz que continua sendo um homem de esquerda, mas não como os aliados do presidente Lula (PT).
“Continuo um homem de esquerda, tal como fui durante toda a minha vida. Só que eu não sou daqueles que têm ideia fixa, não sou doido. Se o mundo muda, eu tenho que entender o que mudou para saber como me posicionar, com os meus valores e os meus princípios, que continuam os mesmos. Não estou dizendo que os outros não têm valores, mas que eles estão equivocados em analisar a realidade. Aqueles que se dizem de esquerda não querem perceber que o mundo do trabalho mudou, que estamos vivendo uma realidade que jogou fora toda uma ordem, inclusive internacional, que vinha vigendo”, disparou Freire.
Leia mais“Como é que você continua pensando a política com um programa, com conceitos que não se aplicam mais? E vem me falar de esquerda e vem me criticar como se não estivesse na esquerda? Essa esquerda, com vocês, morre, não tem futuro. E eu quero ter futuro. Eu tenho muito mais passado, por isso que estou apoiando o (governador do Rio Grande do Sul) Eduardo Leite (PSD), porque estou pensando na juventude, porque ele tem futuro e eu quero pelo menos imaginar que meus filhos e netos, agora muito mais os netos, podem ter um mundo melhor. E vou continuar pensando isso, e não tenho nenhum medo de ficar alguém falando que eu deixei de ser de esquerda, até porque esse tipo de fanatismo pega bem para os talibãs, para quem defende a teocracia iraniana, para quem está defendendo Vladimir Putin ou ditaduras por aí afora. Estou defendendo liberdade, democracia, uma sociedade mais justa, menos desigual. Infelizmente, no Brasil, essa esquerda está nesse século 20 há quase 20 anos no poder e nós continuamos sendo uma das sociedades mais perversas em termos de igualdade do mundo”, completou.
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Moradores e comerciantes da Rua Tomé Gibson, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, relatam o uso frequente de crack em plena via pública. Segundo os relatos, usuários da droga ocupam diariamente calçadas e áreas próximas a residências e estabelecimentos comerciais, em diferentes horários do dia, alterando a rotina da rua.
A situação preocupa quem circula pelo local, especialmente em razão do intenso fluxo de estudantes e trabalhadores que transitam pela área durante o dia. De acordo com moradores, o cenário tem provocado sensação de insegurança e levado comerciantes a registrarem queixas recorrentes sobre a presença constante de usuários de drogas na via.
Ainda segundo os relatos, apesar das reclamações encaminhadas aos órgãos competentes, não houve até o momento mudanças perceptíveis no quadro. A população cobra a adoção de medidas que envolvam segurança pública, saúde e assistência social, com ações voltadas tanto à proteção dos moradores quanto ao atendimento adequado das pessoas em situação de dependência química.
Dois anos após ter sido afastado da presidência nacional do Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire reassumiu recentemente o comando da sigla. Aos 83 anos, ele garante que, embora o retorno tenha caráter liminar, seguirá com os preparativos para o ano eleitoral. Freire planeja convocar um congresso extraordinário do partido, no qual deverá sair o posicionamento da sigla para a Presidência da República. O dirigente, entretanto, não esconde sua preferência pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).
“Essa decisão não será só minha. Terá que haver uma decisão do congresso, que eu imagino convocar, e que há tempo de decidir qual o nosso caminho e quem vamos apoiar com o projeto nacional. Vou lutar evidentemente para que o partido tenha uma candidatura, tal como fizemos em 2022 com Simone Tebet, que seja uma alternativa a essa polarização tóxica e embrutecedora da política brasileira, traumática, porque fratura a sociedade até o nível familiar, e é atrasada. O Brasil avança ou cresce a passos de cágado, enquanto outros países cavalgam”, disparou Freire, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“Vamos trabalhar e discutir internamente nesse congresso para definirmos qual caminho seguir. Vou defender claramente o apoio ao candidato Eduardo Leite. Não é questão de vontade; será uma questão política. Não vou apoiar nenhum candidato do campo bolsonarista. Isso não significa, como pensam os lulopetistas e bolsonaristas, que se você não é um é o outro. Não, eu não sou nenhum dos dois. Estou pensando nisso há muito tempo, porque o Brasil precisa superar essa fase”, completou.
Freire lembrou ainda que já apoiou Lula em outros momentos, embora tenha lançado o ex-ministro Ciro Gomes (atualmente no PSDB) em 1998 e 2002, disputando contra o petista. Mas a aliança não se repetirá agora. “Nós votamos em Lula algumas vezes, uma delas até no primeiro turno. Mas teve um momento em que inclusive lançamos, em duas oportunidades, o Ciro Gomes, que voltou para o PSDB. Então eu não sei como vai ficar em função desse processo nacional. Mas imagine Ciro Gomes apoiando o Eduardo Leite. Aí eu apoio Ciro no Ceará, pronto”, resumiu Roberto Freire.
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O governo dos Estados Unidos recuou da acusação de que Nicolás Maduro chefiava um cartel de drogas chamado Cartel de los Soles. A mudança ocorre após a captura do ditador venezuelano por militares dos Estados Unidos, em Caracas, no último fim de semana.
A informação foi publicada pelo jornal The New York Times e confirmada pela CNN Brasil.
Após a prisão de Maduro, o Departamento de Justiça americano atualizou as acusações. O ditador ainda é acusado pelo governo Trump de conspiração para tráfico de drogas, mas a alegação de que o Cartel de los Soles é uma organização de fato foi abandonada. As informações são da CNN.
Leia maisEm vez disso, os promotores se referem a um “sistema de clientelismo” e uma “cultura de corrupção” alimentados pelo dinheiro do narcotráfico.
Na versão anterior, que foi publicada pela primeira vez em 2020, a acusação descrevia Maduro expressamente como líder do Cartel de Los Soles, destacando que ele e outros integrantes da organização corromperam instituições legítimas da Venezuela para facilitar a importação de toneladas de cocaína para os Estados Unidos.
Isso incluiria partes das Forças Armadas, do aparato de inteligência, do Legislativo e do Judiciário
“Desde pelo menos 1999, Maduro Moros, Cabello Rondón, Carvajal Barrios e Alcalá Cordones atuavam como líderes e gestores do Cártel de Los Soles, ou ‘Cartel dos Sóis’, comenta a acusação na versão anteriore.
“O Cartel de Los Soles buscava não apenas enriquecer seus membros e aumentar seu poder, mas também inundar os Estados Unidos com cocaína e infligir os efeitos nocivos e viciantes da droga aos usuários americanos”, adiciona.
Já o documento atualizado, divulgado no dia 3 de dezembro, afirma que o ditador e seu antecessor, Hugo Chávez, participa, perpetua e protege uma “cultura de corrupção na qual poderosas
elites venezuelanas se enriquecem com o narcotráfico e a proteção de seus parceiros traficantes”.
Assim, a acusação alega que há um “sistema de clientelismo” e que isso seria referido como Cartel de Los Soles.
“Os lucros dessa atividade ilegal fluem para funcionários corruptos de baixa patente, civis, militares e da inteligência, que operam em um sistema de clientelismo comandado por aqueles no topo — referido como o Cartel de Los Soles ou Cartel dos Sóis, uma referência à insígnia de sol afixada nos uniformes de oficiais militares venezuelanos de alta patente”, explica o texto.
Especialistas já questionavam a ideia de que o “Cartel de Los Soles” seria uma organização formal assim como outros grupos de Colômbia e México, e consideram exagerado sugerir que Maduro o lidere, embora possa haver envolvimento governamental no tráfico de drogas.
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De volta à presidência nacional do Cidadania, após ter sido afastado do comando por dois anos, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire rejeita a tese de que a eleição de 2026 está quase definida. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele ressaltou que o presidente Lula (PT), candidato à reeleição e liderando as pesquisas, não é imbatível e que a vitória apertada que o petista teve sobre Jair Bolsonaro (PL) há quatro anos já deu sinais disso.
“Ele não é imbatível, e já teve riscos em 2022, que foi uma eleição da rejeição. Lembro bem o impacto que a candidatura de Simone Tebet (MDB) tinha. Percebia-se que era um quadro político, que tinha um programa, que tinha um projeto, que Lula hoje relega, de integração com a América Latina. Esse é um grande projeto para o Brasil”, exalta Roberto Freire.
Leia maisSegundo ele, a emedebista, hoje ministra do Planejamento do próprio Lula, foi prejudicada pela polarização do país na última eleição — conjuntura que ele avalia que não se repetirá em 2026. “Quando vinha a grande disputa daquela polarização, aquele eleitor que era simpático a Simone, mas era contra Bolsonaro, dizia que ia votar em Lula para Bolsonaro não ganhar. O mesmo se dava para aquele que era contra Lula e dizia que não ia votar nela, porque, se não votasse em Lula, poderia Bolsonaro ganhar. Esse processo não vai ser o atual; não é o mesmo, não vai ser Lula contra Bolsonaro. Talvez seja contra um filho (Flávio Bolsonaro, do PL), mas, de qualquer forma, a sociedade cansou dessa polarização tóxica”, concluiu.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-senador e atual presidente do Cidadania, Roberto Freire, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
De volta à presidência do Cidadania, o ex-senador Roberto Freire é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, o cenário nacional, os escândalos do INSS e do banco Master e a eleição presidencial. Freire é defensor da pré-candidatura ao Planalto do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).
Ao longo de sua vida pública, Freire destacou-se na luta pelo fim da ditadura e pela retomada da democracia, sempre defendendo amplas alianças políticas e criticando os segmentos da esquerda menos favoráveis a acordos e composições com setores da direita política.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nesta terça-feira (6) detalhes dos exames que o ex-mandatário deve fazer no hospital DF Star e pediu urgência para a realização dos procedimentos.
Os detalhes sobre os exames foram apresentados logo após despacho do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que pediu mais informações à defesa e laudo médico da PF (Polícia Federal). As informações são da CNN.
Leia maisSegundo os advogados, o ex-presidente precisa fazer três exames: Tomografia computadorizada do crânio, Ressonância Magnética do crânio e Eletroencefalograma.
O pedido de novos exames foi solicitado pelo médico Brasil Ramos Caiado. Segundo o profissional, o ex-presidente apresenta quadro clínico compatível com traumatismo craniano, síncope noturna associada a queda e uma crise convulsiva a esclarecer.
Segundo a defesa de Bolsonaro, os exames devem ser realizados com urgência.
No despacho, o ministro ainda pediu que a PF apresente laudo médico realizado decorrente do atendimento feito a Bolsonaro nesta terça. O documento ainda deve ser enviado.
Conforme Moraes, “não há nenhuma necessidade de remoção imediata” de Bolsonaro para o hospital, “conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”.
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A Federação União Progressista realizou, nesta terça-feira (6), na sua sede no Recife, um encontro com lideranças políticas do Litoral Sul de Pernambuco, marcando o primeiro sees political meeting of the year. Os deputados federais Eduardo da Fonte e Lula da Fonte receberam o deputado France Hacker, o prefeito de Rio Formoso, Berg de Hacker, a ex-prefeita de Sirinhaém Camila Machado, o conselheiro federal da OAB Maurício Albuquerque, além de representantes de Rio Formoso, Sirinhaém e Tamandaré.
Durante a reunião, foram discutidos cenários para as eleições de 2026 e 2028. A Federação União Progressista, formada pelos partidos Progressistas e União Brasil, trabalha para ampliar sua presença nas próximas disputas eleitorais, com a meta de eleger deputados estaduais e federais e disputar uma vaga no Senado. Segundo Eduardo da Fonte, o nome defendido para a candidatura ao Senado é o dele próprio, com apoio da bancada estadual do PP, atualmente a segunda maior da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
O deputado France Hacker destacou que a relação política com a federação é construída ao longo do tempo. “Eduardo tem sido um grande parceiro do nosso time, trazendo resultados para as nossas cidades e sempre buscando transformar a atuação parlamentar em benefícios para a população”, afirmou. Já Eduardo da Fonte ressaltou a importância do compromisso político. “Política é feita com palavra. O político que não tem palavra, o povo aposenta na hora do voto. Este é o momento de mostrar trabalho e dar retorno à confiança depositada em cada voto”, declarou.
