Bwana, bwana

Por Marcelo Tognozzi*

Tom Goodhead comanda o escritório de advocacia londrino Pogust Goodhead, na esquina da Mark Lane com a London Street, um dos endereços mais caros da city. Tom e seu sócio Harris Pogust se especializaram em defender vítimas de desastres ambientais, como o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), a mina de sal-gema da Braskem em Maceió (AL), a contaminação do rio de Barcarena, no Pará, por resíduos tóxicos, e até crianças abusadas.

Embora pareça uma ONG, o PG tem como objetivo principal o lucro, como faz questão de frisar Harris Pogust em suas declarações. Os valores de fraternidade e empatia são mero marketing. Importante são os ganhos, de preferência em dólares, euros ou libras. É isso que os move.

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A duas semanas do primeiro turno, aliados de Flávio Bolsonaro (PL) avaliam que a candidatura conseguiu reduzir alguns dos principais flancos identificados no início da campanha, mas veem na atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos um risco de reabrir um deles. Integrantes do entorno do candidato consideram que a associação entre Flávio e o presidente americano Donald Trump perdeu força ao longo da disputa e temem que a pressão do irmão por novas sanções contra autoridades brasileiras faça ressurgir o “fantasma do tarifaço” na reta final.

A leitura de interlocutores de Flávio é que a candidatura chega às últimas duas semanas em situação diferente da enfrentada nos primeiros meses da corrida presidencial. Além de considerarem que a relação com Trump deixou de ocupar o centro das críticas ao senador, aliados apontam como trunfos a tentativa de associar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao ministro Alexandre de Moraes e o maior espaço conquistado por temas como segurança pública e economia no confronto com o petista. As informações são do jornal O GLOBO.

O irmão da princesa Diana, Charles Spencer, revelou uma conversa particular na qual ela teria anunciado a intenção de se divorciar do então príncipe Charles. O episódio é relembrado em seu novo livro Swan Song: Diana, My Sister, cujo primeiro trecho foi publicado pelo Daily Mail nesta quinta-feira, 17. Na obra, ele conta que os dois almoçavam no restaurante San Lorenzo, em Londres, quando Diana disse: “Vou me divorciar”. Spencer afirma que ficou surpreso, embora soubesse que o casamento enfrentava dificuldades.

A conversa teria ficado ainda mais surpreendente quando Diana explicou a decisão. “Charles, meu marido está apaixonado pelo seu mordomo”, teria dito, segundo o relato. O irmão conta que ela não chegou a mencionar o nome do funcionário e que a identidade dele não era o mais importante. “O que importava era o fim do casamento dela e dos seus sonhos”, escreveu Spencer. Diana e Charles oficializaram o divórcio em 1996. As informações são da Revista Veja.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

A Videomedi, plataforma de telemedicina do empresário Antonio Souza, está ampliando os serviços oferecidos para conectar pacientes, profissionais e unidades de saúde em diferentes regiões do país. Pelo aplicativo, o usuário pode buscar atendimento, fazer agendamentos e teleconsultas, enviar exames e acessar documentos de saúde. A plataforma também disponibiliza conteúdos de prevenção e bem-estar e, conforme o projeto ao qual o usuário esteja vinculado, permite acesso a uma rede parceira de profissionais e especialistas.

Voltada também a empresas, entidades e gestores públicos, a Videomedi reúne dados operacionais em indicadores, mapas e informações territoriais para auxiliar no planejamento dos serviços. A empresa projeta uma infraestrutura distribuída pelas cinco regiões do Brasil, com cinco data centers, e prevê modelos de contratação de acordo com o número de pessoas contempladas e os serviços incluídos. Para projetos com mais de 10 milhões de vidas, a proposta estabelece o valor de R$ 1 por pessoa para disponibilização da plataforma e do aplicativo, sem incluir consultas médicas ou outros serviços assistenciais.

Caruaru - Minha rua nova

O poeta, músico, cantor e compositor paraibano Ton Oliveira é a atração de hoje do Sextou. Ton absorveu o gosto pelas raízes culturais nordestinas através do seu pai, o poeta, repentista e compositor Juvenal de Oliveira. Aos 14 anos, ele já acompanhava conjuntos musicais, tocando triângulo e cantarolando músicas de Luiz Gonzaga, Trio Nordestino e Jackson do Pandeiro.

Em 1991, lançou seu primeiro disco, “Forró pra derreter”, no qual gravou músicas de sua autoria, de seu pai e de outros compositores.  A partir de então, ficou conhecido por músicas como: “Falta um boi vaqueiro”, “Morar no Cabaré”, “Locadora de mulher”, “As três coisas da vida”, “O prefeito” e “Paraíba Joia Rara”.

Ipojuca - Na palma da sua mão

comparecimento eleitoral é válido para a verificação no processo de Prova de Vida no INSS. O procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos, abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explica o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, destacando a praticidade da medida.

A Prova de Vida passou por modificações para reduzir filas, custos e transtornos que o antigo modelo presencial gerava, especialmente para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A partir da Lei nº 13.846/2019, o comparecimento presencial deixou de ser a regra, estabelecendo que o próprio Estado deve buscar, de forma proativa, dados que confirmem a vivacidade do cidadão perante a administração pública. Já a Portaria INSS nº 1.408/2022 estabelece a votação nas eleições como um dos critérios de comprovação de vida.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

A Frente Popular de Pernambuco, coligação liderada pelo candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), ingressou, nesta quinta-feira (17), com uma notícia de fato junto ao Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) para cobrar a investigação sobre um suposto envolvimento do policial civil Uberdan de Menezes Matos Júnior com a campanha da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).

O nome de Uberdan veio à tona após o episódio de um suposto roubo de bandeiras da campanha de Raquel para serem utilizadas no ato do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesta quarta-feira (16) no Bairro do Recife. Na ocasião, o policial abordou um suposto autor do ato criminoso e chegou a disparar contra o homem, que foi detido pela Polícia Militar. As informações são do Diario de Pernambuco.

Palmares - Forró Mares 2026

O ex-ministro do STF e ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski concluiu, em parecer jurídico assinado nesta sexta-feira (18), que é inconstitucional a aplicação da lei de Pernambuco que permite a um servidor eleito governador optar pela remuneração do cargo de origem em vez do subsídio do mandato.

O parecer reforça a tese da ação popular movida pelo advogado e professor Pedro Josephi, que questiona a opção remuneratória adotada pela governadora Raquel Lyra. A Justiça já determinou que a governadora se manifeste sobre o pedido de liminar. O prazo concedido foi de cinco dias.

Agora, Josephi está peticionando o parecer de Lewandowski para que o documento seja incorporado ao processo. Na ação, ele pede o reconhecimento da inconstitucionalidade da aplicação do artigo 6º da Lei Estadual nº 18.139/2023 ao cargo de governador e a limitação da remuneração ao subsídio previsto para o mandato.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) defende a proibição de contas em redes sociais para menores de 14 anos no Brasil. A proposta está no Projeto de Lei nº 5.316/2026, apresentado com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), que altera o ECA Digital e obriga as plataformas a adotar mecanismos de verificação de idade. O texto também prevê que, a partir dos 14 anos, as contas permaneçam vinculadas a um responsável legal.

O debate ganhou novo impulso após a Comissão Europeia apresentar, nesta quinta-feira (17), o EU KIDS Act, que proíbe o acesso de menores de 13 anos às redes sociais e estabelece 15 anos como idade mínima para a criação de contas próprias, com regras intermediárias para adolescentes de 13 e 14 anos. “Estamos propondo estabelecer uma idade mínima para as contas e responsabilizar as plataformas pela verificação, sem impedir que crianças continuem tendo acesso à internet para estudar, aprender e buscar informação”, afirmou Eduardo.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O ex-procurador-geral da República, Augusto Aras foi aprovado, nesta quinta-feira (17/09), na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) como professor titular da carreira do magistério superior. O título alcançado é resultado de uma carreira iniciada em 1989 na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde Aras lecionou por 17 anos antes de ingressar na UnB em 2007.

Com quase 40 anos de magistério superior, o professor Aras teve uma trajetória marcada por grandes teses, sobretudo nas áreas do Direito empresarial, eleitoral e constitucional, nascidas da intersecção entre a docência, a pesquisa e a atuação institucional no Ministério Público Federal (MPF).

Na UnB, ele ministrou disciplinas de Direito Comercial, Direito Societário e Direito Eleitoral na graduação, além de cursos em Direito Constitucional Eleitoral na pós-graduação. Ao todo, conforme informações da universidade, foram 20 semestres letivos, 40 turmas e aproximadamente 2.400 horas-aula ministradas entre 2007 e 2019, quando se afastou temporariamente para exercer o cargo de Procurador-Geral da República.

Produção acadêmica

A produção intelectual de Aras é um dos pilares de sua trajetória. Ele é autor de quatro livros com temas inéditos e de autoria exclusiva sobre Direito Eleitoral e sistemas partidários. Dentre os quais, sobre o tema fidelidade partidária. Além disso, Aras também desenvolveu, como pesquisador, projetos nas áreas de Direito Processual Eleitoral, Reforma Política, Direitos Coletivos e Ética na Pesquisa.

Graduado em Direito pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), o professor Aras é mestre em Direito Econômico pela UFBA, com dissertação sobre “A Causa e os Contratos”, e doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP. Também é membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e Titular da Academia Brasiliense de Direito, na Cadeira nº 5.

Sobre a aprovação, ele divulgou nota enfatizando que chega “a esta etapa da vida acadêmica com muitas lembranças e gratidão aos professores e amigos, aos então alunos e hoje colegas professores, aos servidores e colaboradores que de forma abnegada vêm servindo esta nobre instituição de ensino”.

Por Joel de Hollanda*

“Não se pode ter justiça social sem a participação ativa das mulheres.”
— Wangari Maathai
(Primeira mulher africana a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.)

“Quando uma mulher entra na política, muda a mulher, quando muitas mulheres entram na política, muda a política.”
— Michelle Bachelet

Outubro se aproxima. E, com ele, o sempre agitado encontro do cidadão com a urna.

Mais de 158 milhões de brasileiros estarão aptos a votar. Entre eles, 83,8 milhões de mulheres. São maioria. 52,84% do eleitorado nacional.

Os números impressionam. Mas também provocam uma pergunta:

Gordinho Bolado, cantor e produtor de brega funk responsável pelo jingle “Raquel é ProMax”, usado pela campanha de Raquel Lyra (PSD), declarou apoio a João Campos (PSB) nesta sexta-feira (18). Ao lado do candidato e de Anderson Neiff, o artista apresentou uma nova versão da música, com o refrão “40 é ProMax, ProMax”.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

A ministra Cármen Lúcia talvez tivesse o biotipo para fazer a versão clássica da Tia May, que cria o Homem-Aranha. Mas mesmo ela a essa altura talvez não compreendesse bem o ensinamento do tio do personagem das histórias em quadrinhos e dos filmes de super-heróis: “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. A crise por que passa o Supremo Tribunal Federal (STF) decorre do fato de os ministros não terem sido capazes de entender as responsabilidades que vinham com os grandes poderes que obtiveram.

Da Corte atualmente com dez ministros, quatro estão mencionados de alguma forma nos documentos decorrentes das investigações do caso Master. Talvez devessem se considerar impedidos de julgar a si mesmos. Mas aí talvez não houvesse o quórum mínimo para o julgamento. Segundo o Regimento Interno, o quórum mínimo são seis ministros.