O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o Supremo Tribunal Federal depois da 1ª sessão para analisar a denúncia de golpe de Estado, hoje, pela garagem e sem falar com a imprensa. Bolsonaro foi almoçar com seus advogados a portas fechadas e volta à Corte às 14h, para a retomada do julgamento. Além dele, deputados e senadores da oposição foram ao Supremo para acompanhar o julgamento que decide se o ex-presidente e outros 7 apontados como líderes do plano se tornarão réus.
Na primeira parte da análise da 1ª Turma, os 5 ministros ouviram o relatório do ministro-relator, Alexandre de Moraes, a sustentação oral do Procurador Geral da República, Paulo Gonet, e dos advogados de defesa dos 8 denunciados. Gonet argumentou que os denunciados visavam a impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. O procurador afirmou que o grupo realizou reuniões e planejamentos para manter Bolsonaro no poder e documentou os passos com minutas e conversas entre os membros. “A organização tinha por líderes o próprio Presidente da República e o seu candidato a vice-presidente, o General Braga Netto”, afirmou o PGR.
O advogado Celso Vilardi, que representa a defesa do ex-presidente, disse que não há provas da participação do ex-chefe do Executivo na trama golpista. Afirmou que a delação de Mauro Cid “não vale nada” e que “nem o delator que o acusou fez qualquer relação dele com o 8 de Janeiro”. O ex-presidente desembarcou na capital federal na manhã de hoje ao lado do deputado federal e líder da Oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS). Outros nomes do PL acompanharam a sessão, enquanto outros deixaram a corte depois de serem barrados.
As festividades alusivas aos 20 anos de fundação deste blog começaram na última segunda-feira com um jantar de adesão que superou todas as expectativas: planejado inicialmente para 300 pessoas, em razão das dificuldades de acomodação do ambiente, o restaurante Sal e Brasa Jardins, da Rui Barbosa, no Recife, atraiu mais de 500 convidados.
Sucesso total! A próxima etapa está prevista para o próximo dia 13: o 1º Forró do Magno, em Arcoverde, a partir de meio-dia, com a Super Oara, Maciel Melo, Paulinho Leite e Assum Preto, ex-vocalista do grupo Brasas do Forró, que segue agora em carreira solo. Será no salão de eventos Persone, com capacidade para 600 pessoas.
Haverá outras surpresas musicais a serem confirmadas nos próximos dias. Diferente do Recife, o evento em Arcoverde é dançante, para entrar no clima e ritmo junino. Como está marcado para o dia da estreia do Brasil na Copa, haverá um telão no palco para acompanhar o jogo, previsto para as 19 horas.
A Orquestra Super Oara é uma das atrações do 1º Forró do Magno
Trata-se do primeiro evento festivo do blog no interior do Estado, um gesto de minha parte em reconhecimento ao grande universo do público-leitor das diversas regiões do Estado. Arcoverde foi escolhida pela sua localização geográfica: está a apenas 250 km do Recife, próxima de mais 40 municípios do Sertão e Agreste e parada obrigatória a caminho de outras regiões, como os sertões Central, do Araripe, Itaparica e São Francisco.
Há um detalhe também muito especial: Arcoverde é a terra adotiva e de coração da minha Nayla, onde temos uma choupana e escolhemos o dia 13 em comemoração ao primeiro aniversário do nosso casamento.
O ingresso de acesso custa R$ 250, com direito a almoço. Há 75 mesas disponíveis com espaço para oito pessoas, no valor de R$ 2 mil, saindo ao mesmo preço unitário de R$ 250 para o grupo que deseje dividir o espaço. O mote da festa é animação, alto astral e relax.
O terceiro e último evento festivo está marcado para 11 de agosto em Brasília: um jantar de adesão com a colônia pernambucana no DF, arrastando também deputados, senadores, ministros e outras autoridades, sob a coordenação do embaixador da colônia de PE na capital federal, Aristeu Plácido Júnior.
Pré-candidato do PSD à Presidência da República, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, volta ao meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras do Nordeste, na próxima terça-feira. Na pauta, a crise instalada na direita, especialmente no PL e no núcleo bolsonarista, com o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro no escândalo do Banco Master.
Recentemente, Caiado afirmou que o Brasil vive uma “desordem institucional” e disse que o atual modelo político não pode mais ser chamado de presidencialismo. Ele criticou o peso das negociações envolvendo emendas parlamentares e votações no Congresso.
Segundo Caiado, o centro de poder foi deslocado do Palácio do Planalto, gerando uma “deformidade” no sistema político. O pré-candidato também defendeu uma reforma política e afirmou que o STF deveria responder a questionamentos envolvendo ministros da Corte. Caiado disse ainda que a pauta do impeachment de ministros deve ganhar força nas eleições de 2026 para o Senado.
Médico ortopedista formado pela Escola de Medicina e Cirurgia/RJ, Caiado é natural de Anápolis (GO) e vem de uma família tradicional de produtores rurais. Foi deputado federal por vários mandatos, senador da República e ex-governador de Goiás – eleito em 2018 e reeleito em 2022.
O podcast Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid; a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado; além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Uma mobilização em defesa do fim da escala 6×1 acontece no Recife hoje (24). Com a organização de movimentos sociais e centrais sindicais, o ato político-cultural está marcada para às 14h, com concentração na Rua da Aurora, no Centro da capital pernambucana.
Organizado pela Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), o protesto integra a campanha nacional que reivindica a redução da jornada de trabalho e melhores condições de vida para os trabalhadores brasileiros. A manifestação busca chamar atenção para os impactos da escala 6×1, sobre a saúde física e mental da população trabalhadora. As informações são do Diário de Pernambuco.
Além do ato presencial, as entidades também incentivam a participação na campanha “Na Pressão”, iniciativa de mobilização popular que busca pressionar parlamentares em defesa da pauta trabalhista.
O evento deve reunir representantes de movimentos populares, sindicatos, coletivos culturais e trabalhadores de diferentes categorias profissionais. A programação inclui apresentações culturais e falas políticas em defesa da redução da jornada de trabalho e da valorização dos direitos trabalhistas.
As manifestações ocorrem em diversas capitais do país neste domingo, como Belém (PA), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Maringá (PR) e Salvador (BA). Amanhã (25), será a vez de Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Cuiabá (MT).
Tramitação no Congresso Nacional
No Congresso Nacional, a discussão sobre o fim da escala 6×1 ganhou força nos últimos meses e já tramita por meio de propostas de emenda à Constituição (PECs) na Câmara e no Senado. Entre elas, estão a PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL), que propõe a jornada de quatro dias de trabalho por semana, e a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT), que prevê a redução gradual da carga horária semanal de 44 para 36 horas.
Recentemente, uma comissão especial da Câmara apresentou um cronograma para avançar com os debates e votações sobre o tema, enquanto o governo federal também enviou ao Congresso um projeto defendendo a redução da jornada para 40 horas semanais e a adoção da escala 5×2, sem redução salarial.
A prefeita de Lagoa Grande, Catharina Garziera, participou na última sexta-feira (22), em Petrolina, da programação da Caravana do Agro, iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária voltada ao setor do agronegócio. O evento foi realizado na sede da Valexport e reuniu produtores rurais, autoridades e representantes da fruticultura do Vale do São Francisco.
Durante a programação, foi realizado o embarque simbólico do primeiro contêiner de uvas produzidas na região com destino à União Europeia sem cobrança de tarifa de exportação. A medida ocorre após o acordo comercial firmado entre Mercosul e União Europeia. Antes disso, produtores pagavam cerca de 12% em tarifas para exportar a fruta ao mercado europeu. Segundo representantes da empresa exportadora, o contêiner saiu com 21 paletes, cada um contendo 120 caixas de aproximadamente cinco quilos de uva.
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou o impacto do acordo para o setor. “Eu lembro quando o presidente Lula assinou o acordo com a União Europeia e destacou que essa foi uma luta de mais de 20 anos, envolvendo muitos presidentes, ministros e pessoas que acreditaram que isso seria possível. Essa conquista é fruto do esforço coletivo de muita gente”, disse. O produtor rural e secretário de Governo de Lagoa Grande, Jorge Garziera, também comentou o avanço da produção regional. “Ver hoje nossa produção chegando ao mercado internacional com ainda mais competitividade é motivo de muita emoção”, afirmou.
Pacientes internados no Hospital da Restauração, no Recife, denunciaram a demora no atendimento e a falta de realização de cirurgias na unidade hospitalar. Segundo relatos, um paciente diz estar há 45 dias aguardando, enquanto outro estaria há cerca de quatro meses internado, sem cirurgia, mesmo com o quadro de saúde se agravando. As informações são do Blog Ponto da Notícia.
De acordo com informações, o segundo paciente estaria com a perna já necrosando, o que tem causado preocupação entre familiares e pessoas que acompanham a situação. Além da demora no procedimento, pacientes também reclamam das condições do hospital, alegando que setores da unidade estariam sem ar-condicionado, tornando o ambiente ainda mais difícil.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), recebeu apoio da enfermeira Kelly Jane durante passagem por Dormentes, no Sertão do São Francisco. Ex-secretária de Saúde de Barra de Guabiraba, com mais de 20 anos de atuação no SUS, Kelly é pré-candidata a deputada federal neste ano.
Ao comentar o apoio, João Campos afirmou que a saúde deve ser uma das prioridades da campanha e aproveitou para criticar a situação da rede pública estadual. “É preciso investir na Saúde e nós vamos fazer a máquina pública voltar a construir hospital, UPA-E, novos leitos… Esse é um trabalho que está em falta e que nós vamos tocar junto ao povo”, declarou o presidente nacional do PSB.
A reforma psiquiátrica no Brasil representou uma das mais importantes transformações na forma de compreender e tratar o sofrimento mental. Durante grande parte do século XX, pessoas com transtornos psiquiátricos eram frequentemente afastadas do convívio social e internadas por longos períodos em manicômios, instituições marcadas pelo isolamento, pela perda da autonomia e, muitas vezes, por situações de abandono, violência e desrespeito à dignidade humana. O modelo manicomial tinha como principal característica a exclusão social do indivíduo, tratando a doença mental de maneira segregadora e institucionalizada.
A partir das décadas de 1970 e 1980, impulsionada por movimentos sociais, profissionais da saúde, familiares e usuários dos serviços de saúde mental, surgiu no país um forte questionamento sobre a eficácia e a humanidade desse modelo. Inspirada em experiências internacionais, especialmente no movimento liderado por Franco Basaglia na Itália, a reforma psiquiátrica brasileira passou a defender uma assistência mais humanizada, baseada na inclusão social, no respeito aos direitos humanos e no cuidado em liberdade.
O grande marco jurídico desse processo ocorreu com a Lei nº 10.216, de 2001, conhecida como Lei da Reforma Psiquiátrica. Essa legislação redefiniu a política de saúde mental no Brasil, priorizando o tratamento comunitário e restringindo as internações psiquiátricas apenas aos casos em que outros recursos terapêuticos se mostrassem insuficientes. A proposta não foi simplesmente extinguir hospitais psiquiátricos, mas substituir o modelo centrado na internação prolongada por uma rede de atenção psicossocial mais ampla e integrada.
Com a reforma, surgiram os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), serviços voltados ao acompanhamento ambulatorial intensivo, permitindo que o paciente permanecesse inserido em sua família e em sua comunidade. Além dos CAPS, foram criadas residências terapêuticas, leitos em hospitais gerais e programas de reinserção social, buscando garantir tratamento digno e continuidade do cuidado. Essa mudança representou uma ruptura importante com a lógica do confinamento e da exclusão, reconhecendo o paciente psiquiátrico como sujeito de direitos e não apenas como alguém a ser isolado da sociedade.
Apesar dos avanços, a reforma psiquiátrica também enfrenta desafios e debates constantes. Há discussões sobre a insuficiência de serviços especializados em algumas regiões, a sobrecarga da rede pública e as dificuldades no atendimento de pacientes com quadros graves associados ao uso de substâncias psicoativas. Alguns especialistas defendem a necessidade de ampliar estruturas hospitalares em determinadas situações clínicas, enquanto outros alertam para o risco de retrocessos ao modelo manicomial. Dessa forma, o debate atual não gira apenas em torno da existência ou não de hospitais psiquiátricos, mas principalmente sobre como oferecer um cuidado eficiente, humanizado e capaz de equilibrar proteção, autonomia e reintegração social.
A reforma psiquiátrica brasileira consolidou uma nova visão sobre saúde mental, baseada na ideia de que o sofrimento psíquico deve ser tratado com acolhimento, respeito e inclusão. A extinção progressiva dos manicômios simbolizou o abandono de práticas excludentes e a construção de um modelo assistencial que valoriza a dignidade humana, os vínculos sociais e o direito do indivíduo de viver em liberdade, mesmo diante das limitações impostas pela doença mental.
*Médico pós-graduado em Psiquiatria e Neurologia Clínica | Instagram: @drsilvinoteles
Um homem foi abatido e morto após atirar contra policiais perto da Casa Branca. A informação foi confirmada pelo Serviço Secreto norte-americano. Homem foi abatido após se aproximar de um posto de controle e atirar contra policiais. Ele chegou a ser levado para o Hospital George Washington, mas não resistiu e morreu.
Oficial disse que o homem tinha ‘distúrbios emocionais’. Segundo a Reuters, uma ordem de restrição já havia sido emitida contra ele anteriormente. As informações são do UOL.
Um pedestre também foi baleado, mas ainda não se sabe quem disparou o tiro que o feriu, informou o Serviço Secreto. O estado de saúde da pessoa não foi divulgado.
Repórteres que estavam na Casa Branca ouviram os tiros. Após o ocorrido, houve um bloqueio do Serviço Secreto dos EUA no local. A imprensa, que estava no gramado da Casa Branca, foi levada às pressas para uma sala. Segundo a CNN, os repórteres ouviram agentes do Serviço Secreto gritar “abaixem-se” e alertar sobre “tiros disparados”.
Uma repórter da ABC News, Selina Wang, gravou o momento. “Eu estava no meio da gravação de um vídeo no meu iPhone no gramado norte da Casa Branca quando ouvimos os tiros. Parecia dezenas de disparos de arma. Fomos orientados a correr para a sala de briefings da imprensa, onde estamos agora”, disse a repórter.
A situação ocorreu próximo ao cruzamento da Avenida Pensilvânia com a Rua 17 Noroeste. Segundo a CNN, agentes do Serviço Secreto atendiam a uma denúncia de disparos de arma de fogo. As circunstâncias do incidente ainda não estão claras.
Trump estava na Casa Branca durante o ocorrido. Ele anunciou que estava no local mais cedo, pelo Truth Social, quando deu atualizações sobre o acordo de paz com o Irã. Segundo o Serviço Secreto, o presidente está seguro e não foi afetado pelo incidente.
O apresentador Luciano Huck adotou um discurso em tom político ontem (22), durante participação no Fórum Esfera, no Guarujá (SP). Huck afirmou que o Brasil é “muito ineficiente” e disse que não vai desistir do país.
Huck abriu a fala com uma defesa do país. “Sou apaixonado pelo Brasil. Eu não vou desistir do Brasil”, afirmou, usando um slogan que se notabilizou na campanha do então candidato Eduardo Campos, que morreu em acidente aéreo em 2014. Em seguida, declarou que a atual geração ainda pode implementar “um projeto de Brasil, de um país eficiente”. As informações são do UOL.
O apresentador fez críticas ao funcionamento do Estado e à falta de liderança política. Segundo ele, o Brasil perdeu confiança nas instituições e enfrenta problemas de execução. “Hoje eu acho muito ineficiente”, disse.
Huck criticou a polarização política do Brasil. “Por que a gente não pode jogar com as duas pernas?”, questionou. Ele disse não enxergar esse equilíbrio no cenário atual, mas afirmou acreditar que isso possa acontecer no futuro.
Ao falar sobre pobreza e empreendedorismo, disse que muitas famílias tentam abrir pequenos negócios para escapar do sofrimento econômico. “Famílias querem empreender para parar de sofrer”, declarou. Em seguida, citou atividades como venda de bolo de pote e cosméticos.
O apresentador também disse que o Bolsa Família não cria incentivos para que beneficiários deixem a política social. “Você não cria nenhum estímulo para as famílias saírem do Bolsa Família, o que faz com que elas criem atalhos para se manter no programa”, disse.
A vida é uma arte, mas para saber viver nem sempre se aprende as maestrias e os malabarismos de um artista. E para saber envelhecer? Se o tempo envelhecer o seu corpo, mas não envelhecer a sua emoção, você será sempre feliz, nos ensina o sábio Augusto Cury, que agora, não sei lá por quais razões, se meteu numa encrenca: em política. É candidato à Presidência da República. Será que perdeu a noção de felicidade que tanto nos passou em seus livros?
Ouvi — e nunca esqueço — de Roberto Magalhães, que a política é diabólica. Nunca vi momento de tamanha lucidez! Meu pai não gostava de falar de idade nem de velhice, mas acho que cada idade tem a sua beleza. Se estamos felizes, todos os dias são belos.
Acredite! Envelhecer é ver o mundo com menos pressa e mais verdade. Rubem Alves, meu cronista preferido, via a velhice não como uma “melhor idade” idílica, mas como um tempo de colheita, beleza estética, comparando-a a um crepúsculo.
Ele distinguia “idoso” (palavra de fila) de “velho” (palavra de poesia). A velhice tem a sua beleza, que é a beleza do crepúsculo, escreveu. Que profundo! Porque a beleza do crepúsculo é tranquila, silenciosa. “Os velhos terão rosto de criança se a criança eterna continuar viva dentro deles”, ensinou.
Ele acreditava que envelhecer bem é manter a curiosidade e a capacidade de espanto de uma criança, sem se deixar “aposentar” pela vida. Diferente da juventude, que é a estética da manhã, ele via a velhice como a beleza do fim do dia, onde se toma consciência do tempo.
Para mim, que nasci jornalista, um curioso, crítico contumaz, o passar do tempo rima com indignação. Quando já não me indignar, terei começado a envelhecer. Que importam os anos? O que importa mesmo é comprovar que, afinal de contas, a melhor idade da vida é estar vivo.
E como é bom viver! Amar alguém intensamente, amanhecer ouvindo os pássaros, dormir embriagado de amor e felicidade. Abrir um champanhe para brindar a vida. Ter a lucidez e o bom humor de um Chaplin, trabalhar até o último dia, como fez Barbosa Lima Sobrinho, o jornalista mais longevo deste país, que morreu aos 103 anos escrevendo sua coluna para o JB.
Nunca se imagine velho! Tire todos os dias esse lacro da sua vida. Poucas pessoas têm esse discernimento, poucas pessoas sabem envelhecer. Eu sou um brincalhão e levo a vida a brincar, porque não paramos de brincar porque envelhecemos, mas envelhecemos porque paramos de brincar. Minha alma é jovem, meu coração um adolescente, meu caminhar um constante renascer.
Dizem que o tempo é implacável, mas com um pouco de humor, ele fica bem mais simpático. O tempo não rouba juventude, ele revela maturidade. Feliz é quem envelhece com histórias para contar, e não com mágoas para guardar. Saía por aí contando seus feitos, seus golaços de felicidade, sua alegria, combustível eterno da felicidade.
Seja um Ariano Suassuna, que abominava eufemismos como “terceira idade”. Ele orgulhava-se de ser velho e via a idade avançada como um privilégio. Mario Quintana via o passar do tempo com leveza, ironia e sensibilidade, transformando a velhice em uma fase de liberdade poética.
José Saramago, em reflexões, desafiou a contagem dos anos, defendendo que a idade é aquela que sentimos e escolhemos ter, focando na vitalidade interna. Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles em suas poesias olharam para o envelhecer como parte da construção poética da existência humana, desnudando o cotidiano.
Paulo Freire enfatizou a importância de “não deixar envelhecer o menino” que fomos. Platão, por sua vez, enxergava a velhice como um momento que proporciona paz e libertação. Sêneca, filósofo estoico, escreveu que a velhice é abundante em prazeres se soubermos amá-la, sendo um estado de repouso e liberdade.
Rachel de Queiroz também nos deixou boas lições da velocidade do tempo: “Ao longo dos anos a gente fica mais tímido, mais medroso. Aquela audácia, aquela petulância de quando se é jovem se perde quando se criam laços afetivos. Dá uma certa humildade o conhecimento do mundo.”
Cora Coralina, que leio sempre para rejuvenescer, defendia não ter medo dos anos, manter a mente ativa (lendo e se atualizando), produzir sempre, evitar a inércia e manter uma postura positiva, sem se autodenominar velha ou cansada. “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense”.
A velhice foi retratada em sua obra como uma época para usar a sabedoria adquirida e como um momento de libertação, ao invés de uma prisão. Cora Coralina vivenciou uma “velhice ativa”, transformando a fase em um período de criatividade e força, sendo um exemplo de envelhecimento saudável e produtivo.
Pense, enfim, num detalhe: existe uma fonte da juventude — é a sua mente, os seus talentos, a criatividade. Pense nisso e bola pra frente!
Diretores do grupo automobilístico global da Stellantis, dona de marcas como Jeep, Fiat, Peugeot, Citroën e outras, prometeram nesta quinta-feira (21) que nos próximos cinco anos colocarão nas ruas de todo o mundo 60 novos veículos. E 50 deles serão atualizados até 2030. O leque envolve várias marcas, com diferentes sistemas a propulsão. Por exemplo: serão 29 totalmente elétricos, 15 híbridos plug-in ou elétricos com extensor de autonomia, 24 híbridos convencionais e 39 com motores de combustão interna/híbridos leves.
A projeção da gigante (reúne ao todo quinze marcas) foi divulgada no Investor Day 2026, realizado em Auburn Hills, Michigan, Estados Unidos. Os investimentos anotados no plano estratégico serão de 60 bilhões de euros — ou R$ 350 bilhões. Entre os objetivos financeiros para 2030, está, na comparação com 2025, crescimento da receita de 154 bilhões de euros para 190 bilhões, redução de custos de 6 bilhões até 2028 e margem de 7%. A Stellantis deixou clara a preferência por algumas marcas, que ganharão atenção especial nesse projeto: Jeep, Ram, Peugeot e Fiat. Eles receberão a maior parte dos investimentos. Isso porque representam maior escala e maior potencial de rentabilidade. Pelo menos 70% dos recursos serão destinados ao quarteto, que se beneficiará primeiro dos novos lançamentos, plataformas e tecnologias.
Outras marcas — como Chrysler, Dodge, Citroën, Opel e Alfa Romeo — terão atenção onde já são fortes. Agora, passam a figurar como marcas regionais, embora algumas sejam gerenciadas pela por Citroën na França e Fiat na Itália, como é o caso da DS e da Lancia. A Maserati terá dois novos produtos e um plano específico a ser apresentado no fim deste ano. A Fiat comemora em julho 50 anos no Brasil. A comemoração será com o Argo, produzido em Betim (Minas Gerais). O compacto estará nas concessionárias da marca a partir do segundo semestre. A América Latina também terá novidades extras, como a renovação de produtos como Toro, Strada e Rampage. Aliás, a Stellantis renovará toda a linha Jeep produzida na região, inclusive o Renegade.
BMW M4 Competition: de 0 a 100km/h em 3,9 segundos – Poucas silhuetas traduzem tão bem o espírito esportivo da BMW quanto a de um cupê de duas portas. No novo BMW M4, disponível aqui no Brasil nas versões Competition e Competition Track, essa tradição combina design icônico, alta performance e tecnologias desenvolvidas para elevar a experiência ao volante. O modelo chega ao Brasil como uma das expressões mais desejadas da divisão BMW M, reforçando o legado da marca na criação de esportivos que unem presença, precisão e emoção. O novo BMW M4 Competition tem visual marcante logo na dianteira. Os faróis contam com design dos Daylights, que apresentam luzes verticais, realçando uma aparência ainda mais agressiva ao modelo.
A carroceria cupê de duas portas reforça a silhueta baixa, larga e dinâmica, enquanto os pára-choques dianteiro e traseiro, as saias laterais e os demais elementos exclusivos da BMW M completam a personalidade esportiva do modelo. As rodas de 19 polegadas na dianteira e 20 polegadas na traseira finalizam o conjunto visual com a imponência esperada de um legítimo BMW M. Preços? A versão Competition custa R$ 908.950. A Competition Track, R$ 1.015.950. A Track acrescenta freios M de carbono-cerâmica, bancos concha com estrutura de fibra de carbono, capas dos retrovisores externos em fibra de carbono, aerofólio em fibra de carbono, apliques nos para-choques em fibra de carbono, rodas na cor preta e pneus semi-slick.
Por dentro, combina atmosfera de competição, tecnologia e acabamento premium. O modelo conta com BMW Live Cockpit Professional, composto por uma tela curvada que integra o painel de instrumentos de 12,3” e a central multimídia de 14,9”. O motor é o mesmo do BMW M3: biturbo de seis cilindros em linha com tecnologia M TwinPower Turbo, que envia toda sua força para o eixo traseiro por meio da transmissão M Steptronic com Drivelogic. São 510 cv de potência 66,5kgmf de torque, capazes de levar o cupê com alma de superesportivo de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos e à velocidade máxima de 290 km/h.
Os 10 veículos dos anos 1990 mais buscados – Novo levantamento do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, revela os veículos dos anos 90 que receberam o maior número de buscas na plataforma nos últimos 12 meses. O estudo leva em consideração as pesquisas e visitas realizadas por usuários de todo o Brasil entre maio de 2025 e abril de 2026 referentes a modelos fabricados entre 1990 e 1999. O ranking é encabeçado pelo Volkswagen Gol, um clássico da montadora alemã que ainda chama atenção por onde passa. Na sequência, aparecem Honda Civic, Mitsubishi Eclipse, Chevrolet Corsa, Ford Escort, Chevrolet Vectra, Fiat Uno, Chevrolet Omega, Ford Ranger e Chevrolet Kadett.
Kait já é exportado para oito mercados – Fabricado no Complexo Industrial de Resende e vendido no Brasil desde dezembro do ano passado, o novo Nissan Kait vem ganhando a América Latina nos últimos meses. O SUV, bom de espaço, tecnologia e design, ampliou o número de destinos e já está sendo exportado para oito mercados da América Latina.
Combustível caro x margens de lucro – A alta dos combustíveis voltou a pressionar a cadeia de importação brasileira e já impacta os custos de frete, armazenagem e entrega ao consumidor. Em abril, a Petrobras anunciou reajuste médio de 6,3% no diesel para distribuidoras, movimento que afeta diretamente o transporte rodoviário, principal modal logístico do país. Como cerca de 65% da carga brasileira circulam por rodovias, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), qualquer avanço no preço do diesel tende a se espalhar rapidamente pelos custos operacionais.
Murillo Oliveira, especialista em investimentos e estruturação financeira internacional e Head of Treasury da Saygo, afirma que o efeito vai além da bomba. “Quando o combustível sobe, a empresa não paga apenas mais caro pelo transporte. Ela absorve aumento em armazenagem, distribuição, prazo de entrega e capital de giro. Muitas vezes a margem desaparece sem que o empresário perceba imediatamente”, diz. Para importadores, o impacto é ainda maior porque os custos se acumulam em diferentes etapas. Depois da chegada da mercadoria ao porto, o produto segue por caminhão até centros de distribuição, lojas ou fábricas. Se o frete interno encarecer, o custo total da operação sobe e pressiona preços finais.
“Há empresas olhando apenas dólar e imposto, quando parte relevante da perda está na logística doméstica”, afirma. Dados do IBGE mostram que o grupo Transportes seguiu entre os principais vetores de inflação recente, reforçando o peso estrutural do setor sobre toda a economia. Para companhias dependentes de insumos importados, isso significa risco duplo: pressão no câmbio e aumento no custo de movimentação interna. Segundo o especialista, o momento exige revisão imediata de rotas, contratos e planejamento financeiro. “Quem importa de forma recorrente precisa tratar combustível como variável estratégica. Esperar o fechamento do mês para descobrir o impacto já é tarde.”
O executivo afirma que há caminhos para reduzir danos e até ganhar competitividade frente a concorrentes menos preparados. O especialista aponta cinco decisões para proteger margens
Revisar contratos logísticos Empresas com contratos antigos podem renegociar tabelas de frete, gatilhos de reajuste e volumes mínimos. “Muitos acordos foram fechados em outra realidade de custos.”
Redesenhar rotas e centros de distribuição A simples mudança de origem de entrega ou consolidação de cargas pode reduzir quilômetros rodados e gasto com diesel.
Integrar compras e tesouraria Planejar importação sem olhar caixa, câmbio e logística aumenta desperdício. “Operação internacional precisa funcionar de forma conectada.”
Antecipar repasses de preço Negociar previamente com clientes e distribuidores reduz o choque comercial quando o custo explode de forma repentina.
Usar inteligência de dados Monitorar frete por região, prazo médio e custo por entrega permite correção rápida antes que o problema afete a rentabilidade.
Murillo Oliveira afirma que outro erro comum é escolher fornecedores apenas pelo menor preço FOB, sem considerar o custo final até o destino. “Às vezes a mercadoria parece barata na origem, mas chega cara ao estoque. O empresário precisa olhar o custo posto, não só o preço inicial.”
Mesmo com pressão de custos, o cenário também abre espaço para empresas organizadas ganharem mercado. Companhias que controlam indicadores, negociam melhor frete e revisam rotas tendem a preservar margem e responder mais rápido ao consumidor. “Em momentos de alta, eficiência operacional vira vantagem competitiva real”, conclui.
RZ 500e, o 1º elétrico da Lexus no Brasil, custa R$ 500 mil – A Lexus, marca de luxo da Toyota, anunciou nesta segunda-feira a chegada do novo RZ 500e, que começa a ser entregue, a partir desta semana, aos primeiros clientes — que fizeram a compra durante o período de pré-venda, anunciado em dezembro. O primeiro veículo totalmente elétrico do portfólio também passa a estar disponível nas concessionárias da marca em todo o país por R$ 500 mil. Embora seja do segmento de luxo, tem financiamento com taxa de juros a partir de 0% e recompra garantida com pelo menos 80% do valor da Fipe.
Construído sobre uma plataforma exclusiva para veículos elétricos, o SUV cupê se favorece da posição da bateria, instalada entre os eixos e sob o assoalho, e pelo uso do próprio conjunto como parte da estrutura. São dois motores em cada eixo, que estão mais eficientes para reduzir as perdas de energia e, também, mais potentes, com até 167 kW cada. Além disso, há uma nova bateria de íons de lítio com sistema de refrigeração líquida e capacidade de 77 kWh, o que favorece a entrega de desempenho. O modelo entrega 381cv de potência e, em cada eixo, 26,9 kgfm de torque instantâneo — o que permite cumprir de zero a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. Na prática, o motorista tem à disposição acelerações mais fortes e respostas mais rápidas em uso cotidiano, com autonomia de 357 km, de acordo com dados do Inmetro. Por sua vez, a recarga tem capacidade de até 150 kW em carregadores rápidos (DC) e chega a 80% de bateria em 30 minutos.
Sete em cada 10 brasileiros pretendem trocar de carro – O interesse dos brasileiros pela renovação do automóvel segue elevado e reforça a importância do carro na rotina da população, segundo novo levantamento do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro. Segundo o estudo, 73,4% dos brasileiros pretendem substituir seu veículo nos próximos anos. Outros 14,2% afirmam que desejam manter o carro atual, enquanto 11,1% dizem planejar a compra de um modelo adicional. Entre os principais usos, 74,4% relatam utilizar o automóvel para trabalhar, ao passo que 42,9% recorrem ao carro para o lazer, e 23,6% empregam o veículo para conduzir filhos e familiares, 14,3% para fazer compras, 12% para percorrer viagens curtas e 2,3% para estudar.
O carro próprio segue como o principal meio de locomoção para 61% dos brasileiros. A pesquisa indica que 68,8% dos entrevistados usam o automóvel todos os dias, 17,2% entre quatro e seis vezes por semana, e apenas 1,9% uma vez por semana ou menos. O levantamento também mostra que, para a maior parte dos brasileiros, o veículo está mais associado à funcionalidade: na opinião de 32,1%, ter um automóvel representa uma necessidade. Em seguida, aparecem praticidade (21%), conforto (19,9%), liberdade (16,5%) e segurança (8%). Status foi citado por somente 1,4% dos participantes.
Financiamento de carros e motos bate recorde – O financiamento de veículos no Brasil somou 634.587 mil unidades em abril, entre novos e usados, incluindo automóveis leves, motocicletas e pesados. O volume representa alta de 11,8% na comparação anual e marca o melhor resultado para o mês desde 2008, quando foram registrados 705.927 financiamentos. Entre os automóveis leves, o crescimento foi de 13,3% na comparação anual. O destaque ficou com os modelos zero quilômetro, que tiveram alta de 21,9% nos financiamentos. Já os usados também cresceram e atingiram 10,9%.
O financiamento de motocicletas segue em expansão, com alta de 9,8% em abril. Assim como nos carros, os modelos novos puxaram o resultado, com aumento de 12% nas vendas financiadas. As motos usadas avançaram 9,1%. No segmento de veículos pesados, o crescimento foi de 3,9%. O desempenho foi sustentado pelos modelos novos, que avançaram 10,9%. Já os usados recuaram 4,6%, indicando uma demanda mais concentrada em renovação de frota. O Sudeste segue como o principal polo de financiamento de veículos no país, concentrando 42,2% das operações. No acumulado de janeiro a abril, o número de veículos financiados chegou a 2,5 milhões de unidades. As motocicletas lideram o ritmo de expansão no ano, com crescimento de 16%, seguidas pelos automóveis (12,7%) e pelos veículos pesados (3,9%).
Tíquete de carros usados chega a R$ 89 mil – O mês de abril consolidou o crescimento de preço dos carros usados no mercado brasileiro, alcançando tíquete médio de R$ 89.577, de acordo com o Estudo Megadealer de Performance de Veículos Usados (PVU) da Auto Avaliar. No período, a margem bruta de lucro ficou em 10,9%, mantendo um padrão observado desde o início do ano.
“Interessante notar que nos últimos 3 meses a margem bruta esteve praticamente estável, entre R$ 9.600 e R$ 9.800 por veículo”, explica Fábio Braga, Country Manager da Megadealer. No ranking de modelos mais rentáveis, destaque para a Toyota ocupando duas posições no Top 3. O Yaris sedã apresentou o melhor desempenho, com preço médio de R$ 94 mil, margem bruta de lucro de 11,1% e giro médio de estoque em 32 dias. Na segunda posição ficou o Caoa Chery Tiggo 5x, com preço médio de R$ 106 mil, margem de 11,8% e giro médio em 36 dias, seguido pelo Yaris hatch, que teve preço médio de R$ 94 mil, margem de 11% e giro médio em 34 dias.
Yamaha celebra 70 anos com série especial – A Yamaha Motor Company, que celebrou seu 70º aniversário em 2025, continua festejando. Agora, lançou uma edição especial comemorativa da linha R-Series. A novidade chega ao mercado com uma nova e marcante combinação de cores que homenageia a trajetória esportiva da marca e seu papel na evolução das motocicletas de alta performance ao longo das últimas décadas. A pintura especial em branco e vermelho foi desenvolvida como uma releitura contemporânea das cores históricas associadas à herança esportiva da Yamaha, evocando a era de ouro das motocicletas superesportivas da marca nos anos 1990. No Brasil, a celebração dos 70 anos da Yamaha se materializa por meio das edições especiais R3 ABS Connected 70th Anniversary e R15 ABS 70th Anniversary.
Ao todo, serão disponibilizadas 1,8 mil unidades da série limitada na rede de concessionárias da marca em todo o país, sendo 600 unidades da R3 ABS e 1.200 unidades da R15 ABS. As versões especiais reforçam o DNA esportivo da linha R e destacam o compromisso da Yamaha em oferecer produtos que unem design marcante, tradição e performance, fortalecendo a conexão da marca com o público brasileiro. A R15 ABS é equipada com um motor de 155 cc com sistema de atuação de válvula variável e refrigeração líquida que entrega 18,8 cv e torque de 1,5 kgfm — além de embreagem assistida e deslizante, suspensão traseira do tipo monocross em alumínio, rodas e pneus largos e freios com ABS nas duas rodas. Já a R3 ABS tem como o seu coração o motor bicilíndrico de 321 cc de quatro tempos, oito válvulas e refrigeração líquida, com 41,3 cv de potência e torque de 3kgfm. Os modelos estarão nas concessionárias a partir do mês de junho, com preço público sugerido (além do frete) de R$ 24.090 para a R15 ABS e R$ 37.790 para a R3 ABS.
Como saber se um carro seminovo está caro ou barato – Encontrar o preço justo de um carro seminovo é um dos maiores desafios para quem está no mercado automotivo. Com tantas variáveis envolvidas como modelo, ano, quilometragem, estado de conservação e localização, entender se um veículo está caro ou barato exige mais do que uma simples consulta à Tabela Fipe, indicador oficial de preços médios de veículos no Brasil que serve como um parâmetro padrão para negociações de compra e venda, definição de seguros e cálculo de impostos como o IPVA.
O mercado de usados no Brasil é dinâmico e sensível a fatores econômicos e comportamentais, como a oferta limitada de zero-quilômetro, juros elevados para financiamento e a digitalização das negociações. Esse cenário tornou o segmento de seminovos mais competitivo e, muitas vezes, com preços que surpreendem o comprador desatento. De acordo com dados do setor (Fenauto e Fenabrave), o Brasil registra anualmente o dobro de transações de veículos usados em relação aos novos, o que reforça a importância de o consumidor estar bem informado antes de fechar qualquer negócio. Para ajudar o brasileiro a tomar decisões mais inteligentes, a OLX, plataforma de compra e venda de carros novos, seminovos e usados, revela os cinco principais fatores que determinam o preço real de um veículo no mercado atual.
✔ Tabela Fipe: ponto de partida, não de chegada
A Fipe continua sendo referência de preço no mercado automotivo, mas não deve ser interpretada como valor definitivo. Oferta, demanda, estado de conservação e localização fazem com que muitos veículos sejam anunciados acima ou abaixo da média da FIPE. O ideal é usar a tabela como base e cruzar as informações com os preços praticados em plataformas como a OLX, onde é possível acompanhar valores reais de negociação.
✔ Como comparar preços de carros seminovos
Há, nas plataformas de compra e venda, vários recursos que permitem comparar preços em tempo real, com filtros por modelo, ano, quilometragem, localização e faixa de valor. Assim, o comprador visualiza rapidamente quanto o mercado está pedindo pelo veículo de interesse e identifica diferenças relevantes em relação à Fipe. Elas também reúnem anúncios de concessionárias parceiras e vendedores verificados, com informações detalhadas sobre cada carro, aumentando a confiança e transparência no processo de compra.
✔ Quilometragem: o termômetro do desgaste A quilometragem é um dos itens que mais influenciam no valor de um usado. Veículos de baixa quilometragem tendem a sustentar preços mais altos no mercado de seminovos, especialmente em categorias de alta demanda, desde que o número seja compatível com o ano do carro. O mercado considera saudável uma média de 15 mil a 20 mil km por ano. Quilometragem muito abaixo pode indicar longos períodos parado, e muito acima pode significar maior desgaste mecânico.
✔ Histórico de manutenção e revisões Carros com revisões em dia, preferencialmente em concessionárias autorizadas e com comprovantes, costumam ter maior valor de mercado – e essa diferença é justificável. A falta de manutenção adequada pode gerar custos elevados no futuro, por isso veículos com histórico completo representam uma compra mais segura. Na prática, o consumidor pode recorrer a serviços oferecidos de vistoria cautelar, que confirma originalidade e estrutura do modelo, e aprofunda a análise em mais de 180 itens, protegendo o comprador contra fraudes e carros apenas “maquiados” esteticamente.
✔ Estado de conservação e histórico de sinistros Lataria, pintura, interior, pneus e itens elétricos impactam diretamente na precificação. Carros com histórico de colisões, enchentes ou reparos costumam apresentar desvalorização relevante em relação à Fipe e aos anúncios de veículos sem histórico de danos estruturais . Antes de aceitar uma proposta, o comprador deve solicitar vistoria técnica e consultar o histórico pelo chassi.
✔ Oferta e demanda por modelo e região O mesmo modelo pode ter variações relevantes de preço de acordo com a região ou até o bairro onde é vendido. Veículos populares, com boa reputação de confiabilidade e manutenção acessível, como hatches e SUVs compactos, tendem a ter maior liquidez e preços mais firmes. Já modelos de nicho ou de manutenção cara geralmente oferecem maior margem para negociação. “O brasileiro está cada vez mais informado e exigente na hora de comprar um carro seminovo. Por isso, avaliar o preço justo de um veículo vai além do número: é preciso entender o histórico do carro e o que o mercado realmente pratica naquele momento. Quem pesquisa bem, negocia melhor”, diz Flávio Passos, VP de Autos do Grupo OLX.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.
A deputada federal Tabata Amaral (PSB) pressionou por uma definição na chapa do petista Fernando Haddad em São Paulo, ontem (22), sob o argumento que a demora atrapalha no planejamento da campanha no estado.
“Essa demora atrapalha bastante no dia a dia da política. É uma conversa respeitosa, e eu venho defendendo que cabe todo mundo, que é só se conversarem para ajeitar. O mais importante é que a gente entenda que temos uma eleição difícil e não podemos correr o risco da política perder o tempo do que acontece na rua”, disse. As informações são do jornal O Globo.
Tabata participou de um painel ao lado de Marina Silva (Rede), ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, em evento promovido pelo Grupo Esfera, em Guarujá (SP). A fala, contudo, ocorreu em entrevista com jornalistas após o debate. Segundo ela, a preocupação já foi levada ao PT antes, e um aspecto que reforça esse ponto seria o de que o grupo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) chegou a um consenso e pode se posicionar claramente à população desde então.
Marina, que tem interesse em concorrer ao Senado, não respondeu diretamente à declaração da deputada, uma das responsáveis pela articulação em torno de Simone Tebet (PSB), ex-ministra do Planejamento, que trocou de partido e de domicílio eleitoral antes do prazo exigido pela Justiça para concorrer em outubro. O impasse ocorre pela segunda vaga, para a qual o ex-governador Márcio França (PSB) tenta se posicionar. PSOL, Rede e PDT apoiam a ambientalista.
“Estamos fazendo um esforço para concluir o trabalho. Do ponto de vista do debate, ele está posto”, afirmou Marina. “Já avançamos muito, temos um excelente candidato ao governo do estado, uma definição da nossa pré-candidata Simone Tebet, e vamos levar à discussão, porque entendemos que devemos estar também na chapa majoritária.”
Marina afirmou ainda que foi uma defensora da possibilidade da pecuarista Teresa Vendramini, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, ser a candidata a vice-governadora ao lado de Haddad, por ser uma mulher “que tem uma visão moderna e comprometida com o setor”. Mas, ao que tudo indica, ela deverá apenas contribuir na elaboração do plano de governo na área de agricultura.