Bolsonaro deixa STF sem falar e vai almoçar com advogados

Poder360

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o Supremo Tribunal Federal depois da 1ª sessão para analisar a denúncia de golpe de Estado, hoje, pela garagem e sem falar com a imprensa. Bolsonaro foi almoçar com seus advogados a portas fechadas e volta à Corte às 14h, para a retomada do julgamento. Além dele, deputados e senadores da oposição foram ao Supremo para acompanhar o julgamento que decide se o ex-presidente e outros 7 apontados como líderes do plano se tornarão réus.

Na primeira parte da análise da 1ª Turma, os 5 ministros ouviram o relatório do ministro-relator, Alexandre de Moraes, a sustentação oral do Procurador Geral da República, Paulo Gonet, e dos advogados de defesa dos 8 denunciados. Gonet argumentou que os denunciados visavam a impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. O procurador afirmou que o grupo realizou reuniões e planejamentos para manter Bolsonaro no poder e documentou os passos com minutas e conversas entre os membros. “A organização tinha por líderes o próprio Presidente da República e o seu candidato a vice-presidente, o General Braga Netto”, afirmou o PGR.

O advogado Celso Vilardi, que representa a defesa do ex-presidente, disse que não há provas da participação do ex-chefe do Executivo na trama golpista. Afirmou que a delação de Mauro Cid “não vale nada” e que “nem o delator que o acusou fez qualquer relação dele com o 8 de Janeiro”. O ex-presidente desembarcou na capital federal na manhã de hoje ao lado do deputado federal e líder da Oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS). Outros nomes do PL acompanharam a sessão, enquanto outros deixaram a corte depois de serem barrados.

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O governador Rafael Fonteles (PT) aparece na liderança da disputa pelo Governo do Piauí com 75,69% dos votos válidos, segundo pesquisa do Instituto Datamax divulgada ontem. O levantamento mostra o petista 56,7 pontos percentuais à frente do segundo colocado, Joel Rodrigues (Progressistas), que soma 18,99% dos votos válidos.

Nesse cenário, Rafael Fonteles ultrapassa com ampla margem o percentual necessário para uma vitória em primeiro turno. Os números, no entanto, representam o cenário identificado pela pesquisa e não uma previsão do resultado das eleições. As informações são do portal Piauí Hoje.

Sebrae - Fazer dar certo

Blog da Folha

O candidato ao governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), esteve, ontem, em São Lourenço da Mata para acompanhar a missa em homenagem a São Lourenço Mártir, padroeiro do município. A presença no dia 10 de agosto mantém uma tradição iniciada pelo pai de João, o falecido ex-governador Eduardo Campos, que costumava participar da programação religiosa na mesma data de seu aniversário. Este ano, Eduardo completaria 61 anos.

Ao lado da mãe, Renata Campos, e de familiares, João acompanhou a cerimônia, celebrada pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson, e relembrou os momentos vividos ao lado do pai em São Lourenço da Mata. “10 de agosto é dia de São Lourenço. Eu sempre estive aqui, todos os anos, acompanhando meu pai, que também fazia aniversário nesta data, e celebrando a vida de São Lourenço. Hoje, mais uma vez, estou aqui reunido com a minha família e com o amigo e prefeito Vinícius. Viva São Lourenço! Viva o povo dessa cidade tão querida!”, afirmou João Campos.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) montou frente específica para melhorar a relação do senador com o eleitorado evangélico. A estratégia busca reduzir a rejeição ao candidato ao Palácio do Planalto e ampliar as intenções de voto entre os fiéis, segmento no qual ele mantém vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio se identifica como evangélico e já foi batizado ao menos quatro vezes. A última delas, em janeiro deste ano, nas águas do rio Jordão, em Israel — repetindo o ato do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mas, mais do que “um fiel”, a campanha do senador busca fazer com que Flávio seja visto como evangélico pelo eleitorado.

Segundo relatos, a coordenação evangélica começou a atuar de forma efetiva na última semana. Desde então, integrantes do grupo passaram a procurar lideranças religiosas, participar de grupos de WhatsApp ligados a igrejas e orientar Flávio sobre a forma de se comunicar com esse público.

Um dos responsáveis pela articulação é o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), que é pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. A campanha também tem procurado parlamentares ligados ao segmento para ampliar o diálogo com as igrejas.

Caruaru - Transparência 2026

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para quinta-feira (13) uma reunião para discutir um dos temas que vai marcar esta eleição: o uso de inteligência artificial (IA). As informações são do blog do Valdo Cruz.

A reunião será feita após a sessão de quinta do TSE, em um movimento de Nunes Marques para tentar uma conversa e, talvez, um consenso sobre o uso desse mecanismo a partir de um caso concreto: a deepfake de Jair Bolsonaro usada na convenção que oficializou Flávio Bolsonaro (PL) candidato à Presidência da República.

Na reunião de quinta, junto aos ministros, Nunes Marques vai decidir a data do julgamento do caso do uso de IA na convenção de Flávio.

A ação foi pedida pelo PT e o argumento central é que o conteúdo ultrapassou os limites permitidos para a divulgação de uma candidatura e configurou propaganda eleitoral antecipada.

Participação em convenção por IA

Na versão manipulada por IA, a versão digital de Bolsonaro diz:

“Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu. Isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial. Como todos aqui sabem, eu estou preso e calado por uma decisão injusta e arbitrária baseada em algo que eu nunca fiz. Mas eu garanto: nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança que despertamos”, diz a imagem.

O texto prossegue: “Nenhuma prisão vai calar milhões de brasileiros que acreditam em nosso país. Por isso, peço que vocês recebam de braços abertos a pessoa que escolhi para me substituir, sangue do meu sangue, meu filho Flávio. Vem com fé, o Brasil tem futuro e o futuro é Flávio Bolsonaro Presidente.”

A ação do PT diz que o vídeo fez referência direta ao cargo em disputa e usou expressões equivalentes a um pedido explícito de voto.

Também sustenta que, embora o vídeo informe que se trata de uma simulação, as regras do TSE proíbem o uso de conteúdo sintético para favorecer uma candidatura, mesmo quando há autorização para reproduzir a imagem ou a voz.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Malu Gaspar – O Globo

Um dado chamou a atenção na última pesquisa Quaest sobre a corrida eleitoral em Pernambuco, que mostrou a liderança de Raquel Lyra (PSD) sobre João Campos (PSB): a alta de 20 pontos percentuais entre os jovens, entendida nas duas equipes de campanha como essencial para a vantagem da governadora sobre o ex-prefeito de Recife.

Raquel saiu de 32% das intenções de voto entre os pernambucanos de 16 a 34 anos, em abril, para 52% neste mês, conforme a última pesquisa Genial/Quaest. João, por sua vez, caiu de 40% para 30%. No geral, a governadora lidera numericamente a disputa, no limite da margem de erro: 43% contra 37% no primeiro turno.

Considerando que a internet sempre foi um terreno dominado pelo ex-prefeito de Recife, a virada de Raquel representou uma mudança significativa de tendência na eleição.

Para marqueteiros e observadores da política local, isso é resultado de uma guinada na estratégia para as redes sociais, com uma repaginação completa da imagem da governadora, combinada a impulsionamento financeiro. Entre maio e agosto deste ano, Raquel e o PSD investiram R$183.736 em 238 posts, conforme dados da Biblioteca de Anúncios da Meta. Os jovens foram os alvos de maior alcance, seguidos das mulheres.

O impulsionamento na pré-campanha é permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), desde que, dentre outras regras, não configure propaganda antecipada e não contenha pedido explícito de votos e ataques a adversários. Especialistas em direito eleitoral, no entanto, afirmam que a análise varia de acordo com o conteúdo concreto de cada publicação e das circunstâncias em que ela foi realizada.

O marqueteiro da governadora, Igor Paulin, investiu na mudança da linguagem dos conteúdos e na desconstrução da imagem de uma política considerada mais séria que seu principal adversário.

O objetivo era transformá-la em uma figura “mais digital e humanizada”. Até então, a governadora tinha um discurso mais “duro” e formal, com um jeito de falar e até um visual mais conservador, sem apelo virtual.

Para criar esse elo com o eleitor pernambucano, Raquel adotou o apelido de “mainha”. O jingle oficial da campanha à reeleição, inclusive, repete o termo várias vezes.

Além disso, a governadora também passou a explorar os símbolos de Pernambuco na comunicação digital, usando roupas e adereços com as cores e o mapa do estado, mesmo em inaugurações ou agendas de cunho mais institucional.

No carnaval deste ano, por exemplo, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve em Recife para acompanhar o bloco Galo da Madrugada, a governadora usou um vestido azul com a bandeira do estado. Pouco tempo depois, ao renunciar à prefeitura, João reagiu, dizendo que a bandeira “não pertence nem a ele e nem a nenhum político”.

A estratégia de Raquel funcionou. No recorte mais recente, entre 6 de julho e 4 de agosto, ela conquistou 63.386 novos seguidores, um crescimento de 3,43%, enquanto João ganhou 10.379, avançando 0,35% nas redes, conforme dados da AtivaWeb obtidos pela equipe da coluna. Dos 73.765 novos seguidores incorporados por ambos, 85,9% foram adicionados por Raquel, e 14,1% por João.

Em números absolutos, isso significa que ela cresceu mais de seis vezes o volume do adversário. Raquel também obteve o dobro do engajamento do ex-prefeito, mesmo publicando em menor quantidade que ele

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O primeiro grande erro de Marília

Em eleição para o Senado, suplente também é mensagem política. Humberto Costa (PT) foi buscar Luciano Bivar (MDB) para a primeira suplência. Ex-deputado federal e ex-presidente nacional do UB, Bivar é um nome com peso próprio, uma escolha que amplia a chapa e demonstra capacidade de articulação, além de trânsito nacional incontestável.

Mendonça Filho (PL) também não ficou apenas no preenchimento de uma vaga. Escolheu Adriana Ferreira, irmã de Anderson Ferreira, do seu partido, para a primeira suplência. É um nome ligado a uma família com forte presença política estadual e com uma trajetória de atuação junto a segmentos sociais e religiosos.

Palmares - 147 anos

O prefeito de Feira Nova, Joel Cândido, e o ex-prefeito Danilson Gonzaga declararam, nesta segunda-feira (10), apoio à candidatura de Eduardo da Fonte (PP) ao Senado. O anúncio foi feito durante encontro na sede do partido, no Recife.

“Esse apoio mostrou que o nosso projeto está crescendo com base no diálogo e na confiança de quem conhece de perto a realidade dos municípios”, afirmou Eduardo da Fonte. Segundo ele, a adesão amplia a presença de sua candidatura no Agreste de Pernambuco.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a atacar o o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva no domingo. O argentino compartilhou um post de um parlamentar americano, apoiador de Donald Trump, no qual o petista é chamado de porco.

“O ódio e o desprezo com que o criminoso Lula da Silva, do Brasil, se manifesta em relação ao nosso secretário de Estado, Marco Rubio, vêm diretamente de seus chefes na ditadura castro-comunista”, escreveu o deputado republicano Carlos A. Giménez, que completou: “Os brasileiros merecem muito mais do que esse porco”. As informações são do jornal O GLOBO.

Camaragibe - A prefeitura mudou

O candidato ao governo do estado de São Paulo Fernando Haddad (PT) disse nesta segunda-feira (10), em entrevista à CNN, que a “taxa das blusinhas” foi um pedido do varejo. De acordo com o ex-ministro da Fazenda, a medida não partiu do governo federal.

“O presidente Lula não queria cobrar (a “taxa das blusinhas”), a federal. Quem introduziu foi o Congresso Nacional. O presidente Lula não queria e ainda falou: ‘vou vetar se vocês aprovarem'”, disse. “Qual o objetivo disso? Não era arrecadatório. Era um pedido do varejo nacional para equilibrar o que vendido numa loja e o que vem de fora. Não tem nada a ver comigo”. As informações são da CNN.

O patrimônio declarado pelo ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL-SC) cresceu 27% em comparação à eleição de 2024, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o pleito de 2026, Carlos Bolsonaro transferiu o domicílio eleitoral para Santa Catarina e irá tentar conquistar nas urnas um dos assentos para o Senado.

Neste ano, Carlos declarou à Justiça Eleitoral um total de R$ 2.784.065,08. Cerca de R$ 1, 9 milhão correspondem a investimentos diversos, enquanto R$ 463 mil estão em um depósito bancário. Ele também declarou ser dono de um carro Hyundai HB20X e um Nissan Kicks, além de duas motos. Ele também registrou ter participações societárias nas empresas Bolsonaro Digital e WF Advisory. As informações são do jornal O GLOBO.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) escolheu um cenário já conhecido do bolsonarismo para fazer sua primeira demonstração de força na campanha. O senador dará a largada oficial na corrida ao Planalto no próximo domingo, dia 16, na Praia de Copacabana, palco usado repetidas vezes por Jair Bolsonaro para reunir apoiadores. Com previsão de sol no Rio, a cúpula estadual do PL prepara um ato ao ar livre inspirado no modelo das manifestações realizadas pelo ex-presidente na orla nos últimos anos.

A escolha acrescenta uma dimensão simbólica à decisão de Flávio de iniciar a campanha em seu berço político. Além de lançar a candidatura no estado onde construiu sua trajetória eleitoral e que o elegeu senador em 2018, o presidenciável fará seu primeiro ato em um espaço diretamente associado às mobilizações do pai. Desde a Presidência e, sobretudo, depois de deixar o Palácio do Planalto, Bolsonaro recorreu a Copacabana em diferentes momentos políticos, em eventos marcados por bandeiras do Brasil, discursos em carros de som e convocação pelas redes sociais. As informações são do jornal O GLOBO.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, neste domingo (9), de uma caminhada e de um ato político em Panelas, no Agreste, ao lado do prefeito Ruben Lima (PSB). Durante o discurso, João acusou o atual Governo do Estado de perseguir prefeitos filiados a partidos de oposição e prometeu ampliar a parceria com os municípios caso seja eleito. “A partir do ano que vem, vocês vão contar comigo e ter um governador presente”, afirmou.

Ruben Lima também criticou a gestão da governadora Raquel Lyra e disse que se decepcionou após apoiá-la no segundo turno de 2022. Segundo o prefeito, municípios da região enfrentam falta de ações do Governo do Estado por causa da posição política de seus gestores. “Panelas diz não ao lado de lá e sim a João Campos”, declarou.

O ato também contou com a presença do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), da candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) e do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes. O grupo político de Ruben declarou apoio a Marília e ao senador Humberto Costa (PT) na disputa pelas duas vagas ao Senado.