A escritora paraibana Enaide Vidal, moradora da cidade de Tabira, no interior de Pernambuco, lança, na próxima quinta-feira (9), às 18h, na Biblioteca Pública de Pernambuco, em Santo Amaro, seu quinto livro, o Escrevivendo Versos.
A escritora paraibana Enaide Vidal, moradora da cidade de Tabira, no interior de Pernambuco, lança, na próxima quinta-feira (9), às 18h, na Biblioteca Pública de Pernambuco, em Santo Amaro, seu quinto livro, o Escrevivendo Versos.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (3), o projeto de lei que reconhece a Poesia do Pajeú, tradição cultural do Sertão do Pajeú, em Pernambuco, como manifestação da cultura nacional. A proposta é de autoria do deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE) e teve parecer favorável do deputado Carlos Veras (PT-PE), primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, que relatou a matéria em plenário. O texto foi aprovado por unanimidade, com orientação favorável de todos os partidos.
Durante a votação, Carlos Veras destacou o papel da tradição poética da região na formação cultural do Sertão. “No Pajeú, ser poeta é um título de nobreza civil. A poesia eleva a autoestima do ser sertanejo, permitindo que cada pessoa se veja como protagonista criativo e intelectual”, afirmou o parlamentar.
Conhecida pela tradição da poesia popular, do repente e da cantoria, a região do Pajeú revelou diversos nomes da cultura nordestina e consolidou o Sertão como espaço de forte produção poética. Com a aprovação na Câmara, o projeto segue agora para análise do Senado Federal.
O deputado federal Felipe Carreras se reuniu, nesta terça-feira (3), em Brasília, com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, para tratar dos impactos das fortes chuvas em municípios do Agreste de Pernambuco. Durante o encontro, o parlamentar apresentou a situação enfrentada por cidades como Garanhuns — especialmente o distrito de São Pedro —, Lajedo, Jupi, Jucati, Calçado, Cachoeirinha e Bonito.
Segundo o ministro, o Governo Federal acompanha a situação e já possui recursos destinados para ações de apoio. “Fica a minha palavra, em nome do presidente Lula, que não faltará apoio do Governo Federal. Já temos, inclusive, recursos destinados. Estamos 24 horas à disposição para servir o povo de Pernambuco”, afirmou Waldez Góes.
Felipe Carreras destacou a importância da articulação com o governo federal diante dos danos provocados pelas chuvas. “A palavra do ministro nos dá segurança. Não vai faltar ajuda humanitária, nem estrutura para socorrer e amenizar o sofrimento do nosso povo”, disse o deputado, ao defender medidas emergenciais e apoio às prefeituras para ampliar a assistência às famílias afetadas.
Mesmo envolvendo altos figurões da República, o escândalo do Banco Master precisa ser desvendado. É o que avalia o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele defendeu que a apuração resista às pressões e que haja punições com rigor. Ainda defendeu a liquidação do Banco de Brasília (BRB), em caso correlacionado ao escândalo.
“O Banco Master é um grande escândalo, de proporção enorme e que tem raízes no Banco Central. Hoje o Banco Central tem 170 bancos, mas nós já tivemos mais de 300, mais que o dobro. Com essa quantidade atual de bancos, a fiscalização melhorou muito com a eletrônica. Por que que então não acompanhou, não fiscalizou? De quem que é essa responsabilidade? É do Congresso? Não é. Nem é do Executivo. É do Banco Central mesmo, e da própria estrutura bancária do país. A Febraban e as entidades bancárias têm a responsabilidade de apontar e fazer a autolimpeza do sistema. Eles toleraram, e chegou num ponto em que, do nada, em poucos anos, é um banco de R$ 80 bilhões em ativo e passivo”, afirmou Hauly.
Leia maisPor isso, a investigação tem que andar. Há envolvimento direto e indireto, e a maioria é indireta, por aplicações de dinheiro. Agora, tem que haver essa sinalização do Banco Central, para falar que é preciso ter cuidado com determinado banco, colocar em alerta. Por muito menos, o Banco Central interveio no Paraná, na década de 80, em um dos nossos bancos. O Badep, que era um banco de desenvolvimento, não era um comercial. Anos depois, foi feita a liquidação extrajudicial do Banestado. Eu acompanhei muito essa época. Então parece que o Banco Central de antigamente, que não tinha autonomia, era muito melhor do que o de hoje”, disparou.
Para Hauly, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), deve ser um dos principais afetados caso as investigações prosperem. “Ele entrou de cabeça. Minha recomendação, como técnico e político, é a liquidação do BRB. O BRB tem que ser liquidado. O que não pode é ele pegar imóveis do Distrito Federal e colocar para garantia. É um crime maior ainda que está sendo cometido. Não precisamos do BRB. Há bancos privados suficientes no Brasil, já tem os bancos públicos, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica. Não é da competência do Estado, ele tem que cuidar da educação, da saúde, da segurança, da assistência social, da limpeza. E o Distrito Federal é um estado e um município, então tem que cuidar de tudo isso. Na minha modesta opinião, o BRB deve ser liquidado, e a Justiça e o Congresso têm que aprofundar a CPI, doa a quem doer. Quem tiver responsabilidade tem que pagar”, concluiu o deputado.
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Na tarde de hoje, o município de Panelas, no Agreste, sediou a tarde de autógrafos do meu livro “Os Leões do Norte”, pela editora Eu Escrevo. A programação, organizada pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Educação, reuniu alunos e professores da rede municipal em um grande encontro voltado à difusão da obra nas escolas do município.

O destaque foi a presença de estudantes das escolas Joaquim Nabuco, Rui Barbosa e José Felizardo, que acompanharam a palestra, fizeram perguntas e relacionaram o conteúdo histórico do livro ao aprendizado em sala de aula.
Leia maisParticiparam da programação o prefeito Ruben Lima (PSB), acompanhado da primeira-dama Juana D’Arc Sales Barbosa; o vice-prefeito Manoel Saraiva (REPUBLICANOS); e a secretária de Educação Maria Rosângela Chaves Gomes.


Também prestigiaram o evento os vereadores Everaldo de Cruzes (PSB), Denival Melo (REPUBLICANOS), Deço de São Lázaro (REPUBLICANOS), André Muniz (PSB), Wellington Filho (REPUBLICANOS), Alejandra de Dr. Alejandro (PSB), Orlando do Alfaiate (REPUBLICANOS) e Tácito de Mazé (REPUBLICANOS).

Do secretariado municipal, estiveram presentes Kasse Jhones (Finanças), Girlene Lucena Correia Gomes (adjunta de Finanças), Sarah Kimmerilly Correia de Melo Oliveira (Saúde), José Maria Júnior (Infraestrutura), Jeisiane Isabella da Silva Alexandre (Chefe de Gabinete) e André Igor da Silva (Planejamento e Gestão).


A agenda segue ao longo da semana pelo interior do Estado. Passarei ainda pelos municípios de Cupira, Passira e Cumaru, mantendo o foco nos estudantes e professores da rede municipal de ensino, com o objetivo de levar a obra a todas as escolas de Pernambuco.



“Os Leões do Norte” reúne 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco (1930–2022), fruto de extensa pesquisa jornalística e historiográfica. A obra resgata a memória política e institucional do Estado e propõe reflexão sobre os legados, contradições e impactos das gestões ao longo de quase um século.
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O deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) afirmou que seu partido não deverá subir no palanque do presidente Lula (PT) nem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o parlamentar disse que “é hora de mudança política”, mas que a decisão ainda será oficializada. Todavia, o paranaense percebe uma maior inclinação de seus correligionários para uma candidatura alternativa, citando o governador de seu estado, Ratinho Júnior (PSD), como o nome mais cotado.
“Eu vejo que é hora de mudança política. Só a democracia conserta isso, com alternância de poder. Os quadros políticos desses últimos 30 anos se esgotaram. É hora de mudança. A nação precisa de uma nova liderança para oxigenar o poder. O poder está totalmente tomado por incompetência, ideologias falidas, isso vale para todos os governantes desse século XXI. Acredito na força da democracia, no povo, na alternância de poder e jogo todo meu cacife político nisso”, apontou Hauly.
Leia mais“Onde que está o bom senso? No centro ampliado. No centro, centro-direita e centro-esquerda. Com quem se fez a abertura política com os militares entre 1984 e 1985? Com os moderados, como Tancredo Neves e Marco Maciel, ali que foi construída a Nova República. Isso foi há 40 anos. Já passou da hora de encerrar esse assunto, do Lula, dos extremistas políticos de esquerda e direita. Tem novos políticos, governadores que estão encerrando mandato. Olho com bons olhos essa mudança positiva. Estou acreditando muito no crescimento do Ratinho Júnior. O Tarcísio (de Freitas, governador de São Paulo) está mais propenso a ficar no governo. Temos ali o (governador) Eduardo Leite no Rio Grande do Sul, tem o Romeu Zema em Minas Gerais. Então é nessas pessoas que dá para sair três ou quatro candidatos, ou um só. Eu não gostaria de ter bipolarizado”, completou.
Hauly avalia que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, mesmo subindo nas pesquisas estimula que o centro siga por outro caminho. “Não há compatibilidade de alguns partidos com o PL. Inclusive isso está sendo manifestado nos estados”, observou. “O Podemos ainda não se definiu, mas ele ou fica mais com o governador de São Paulo ou o do Paraná. Está mais próximo desses dois. Mas ainda tem muita água. Acho que essas decisões que saem do colete não são boas, não gosto”, concluiu Hauly.
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Cumprindo seu oitavo mandato como deputado federal, Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) se notabilizou como um dos maiores especialistas em reforma tributária no Congresso Nacional. Teve participação direta na Emenda Constitucional 132/2023, que estabeleceu a reforma tributária que está em implementação no Brasil, com as primeiras obrigações iniciando agora. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o parlamentar afirmou que a mudança na legislação é “uma revolução econômica” e criticou o governo Lula (PT) por não tê-la apoiado.
“A reforma tributária do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) é uma revolução econômica. Nem o próprio governo atual entendeu a reforma, que será extremamente benigna. Se tivesse entendido, já teria implementado desde 2023, quando aprovamos a Emenda Constitucional, e já teria entrado em funcionamento em 2024. Estamos indo para 2027, então é uma perda de tempo não implantar o IVA 5.0 no Brasil até agora”, disparou Hauly.
Leia maisAs mudanças, promulgadas em dezembro de 2023, se baseiam na unificação de cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), além da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), calcada na simplificação e no uso do IVA.
“O IVA vai desonerar as famílias, vai desonerar os preços, vai reduzir as alíquotas atuais de 40% para uma média de 25%, podendo chegar no máximo a 28%. Teremos milhares de produtos com zero percentual, com todo tipo de comida a zero, todo tipo de medicamento a zero. A saúde, de uma forma geral, além de zero nos medicamentos, os remédios vão ter 60% de redução. Por isso a alíquota superior sobe um pouquinho. Portanto, a reforma é benigna para a sociedade, por isso que ela foi feita dentro do Congresso Nacional, que ela é suprapartidária, é de interesse da indústria, do comércio, dos serviços, da agricultura e dos trabalhadores. Tivemos todo o apoio dos trabalhadores, através dos auditores fiscais e de inúmeras entidades de trabalhadores do país”, completou o parlamentar.
Ainda segundo Hauly, existirão duas regras de ouro: não aumentar a carga tributária e manter a partilha com estados e municípios. “Além de não aumentar a carga tributária, vai eliminar as gorduras e, com isso, teremos sobre o preço de hoje uma diminuição de alíquota. Vai favorecer preços menores ao consumidor e manter a arrecadação. Então o consumidor vai ganhar, vai aumentar seu poder aquisitivo, vai aumentar a empregabilidade, porque vai otimizar as empresas. Melhorando o desempenho das empresas brasileiras, elas vão girar mais com menos inadimplência, menos problemas e vão ganhar mais e empregar mais. E para os municípios e estados, a partilha está mantida. Não vai aumentar a carga e vai manter a partilha por 20 anos”, elencou.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR), idealizador da Reforma Tributária, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
Especialista em matérias econômicas e patrono da Reforma Tributária, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) é o meu convidado para o podcast Direto de Brasília, em parceria com a Folha de Pernambuco e transmissão para 165 emissoras do Nordeste, de hoje.
Economista, no Paraná o deputado foi prefeito da sua cidade natal e secretário de Fazenda por duas vezes. O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além da TV LW, de Arcoverde. Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O PT, partido do presidente Lula, definiu ao menos 27 candidaturas ao Senado Federal que pretende apoiar nas eleições de outubro. As informações constam em um mapeamento sobre os palanques estaduais da legenda, ao qual a coluna teve acesso.
A pedido do chefe do Palácio do Planalto, a sigla, comandada por Edinho Silva, busca formar uma ampla base de apoio na Casa Alta. As informações são do Metrópoles.
Leia maisEntre os nomes da própria legenda, o PT já bateu o martelo e deve apoiar pelo menos 14 candidatos. São eles:
Já entre os partidos aliados, o PT definiu apoio a nomes de candidatos que integram partidos da base, como MDB, PSD e PDT.
Mesmo com mais de 900 desabrigados e desalojados pelas chuvas em municípios do interior, a lei do silêncio é o que vem imperando para a governadora Raquel Lyra (PSD). Nas redes sociais dela e do Governo de Pernambuco, não há menção ao drama vivenciado pelas famílias afetadas. O fato é ainda mais grave considerando que Raquel cumpriu agenda perto de algumas localidades prejudicadas, constatou que estava chovendo, mas preferiu fazer apenas falas para se autopromover.
O caso inusitado ocorreu na tarde da segunda-feira (2), durante visita a Maraial, na Mata Sul, para a autorização de um processo licitatório voltado à pavimentação da PE-125. No Instagram, a equipe de comunicação da governadora postou a chegada dela ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD), dos deputados Clodoaldo Magalhães (PV) e France Hacker (PSB) e do prefeito Marlos Henrique (PSD). O texto faz menção ao fato de ela estar lá “faça chuva ou faça sol” e parou por aí. Depois, só falas em tom festivo sobre a agenda e aplausos à exaustão puxados por servidores comissionados.
Leia maisNo mesmo horário, cidades como Altinho, Cachoeirinha e Gravatá, no Agreste Central, se acabavam em água. Mais de 100 milímetros chegaram a ser registrados em apenas três horas na região, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Ainda mais perto de Maraial, a apenas 88 quilômetros, Palmeirina, no Agreste Meridional, também poderia ter recebido uma visita de Raquel para conferir de perto os estragos. Jupi, Jucati e Calçado, na mesma região, completam a lista.
Conforme a Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil estadual, 923 pessoas estão desabrigadas ou desalojadas em parte desses municípios. Com exceção de Altinho e Jupi, essas cidades têm à frente prefeitos aliados da governadora, o que, nem assim, foi suficiente para levar Raquel a se pronunciar nas últimas horas. Nesta terça (3), quando o silêncio da governadora segue imperando, municípios da Mata Sul também estão em alerta, como Primavera, cortado pelo Rio Ipojuca.
Em vez de ficar sabendo sobre ações concretas da chefe do Executivo estadual, tem restado para os moradores desses municípios assistir vídeos em que Raquel aparece alegre ou falando sobre amenidades. No fim de semana, por exemplo, quando Garanhuns e outras cidades do Agreste Meridional já sofriam com as chuvas, a comunicação de Raquel teve a proeza de publicá-la com cara lavada perguntando se os seguidores tinham o hábito de comer fatias de pizza do dia anterior.
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A presidente da Associação dos Secretários de Turismo de Pernambuco (Astur/PE), Anayran Santos, visitou nesta terça-feira (3) a sede da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no Recife. O encontro teve como pauta o fortalecimento da parceria institucional entre as duas entidades.
Durante a reunião, foram discutidos pontos relacionados à participação da Astur no 9º Congresso Pernambucano de Municípios, que será realizado pela Amupe nos dias 27 e 28 de abril, no Recife Expo Center. Também foram tratados aspectos organizacionais e alinhamentos institucionais sobre o evento.
Participaram do encontro, pela Astur, a vice-presidente Leilane Alves e a assessora jurídica Lidiane Alves. A comitiva foi recebida pela secretária executiva da Amupe, Gorette Aquino, e pela analista de monitoramento de informações da entidade, Cintya Karollyna.
O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), os Projetos de Lei nº 2586/2024 e nº 2587/2024, de autoria do deputado federal Felipe Carreras, que reconhecem o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) e o Encantos do Natal de Garanhuns como manifestações da cultura nacional. Com a aprovação pelo Congresso Nacional, as propostas seguem agora para sanção presidencial.
Realizado há mais de três décadas, o Festival de Inverno de Garanhuns reúne artistas e público de diferentes regiões do país e apresenta programação com música, teatro, dança, literatura e artes visuais. O Encantos do Natal, promovido há mais de 20 anos, ocorre no período natalino e inclui cerca de 60 dias de programação cultural e turística na cidade.
Os dois eventos fazem parte do calendário cultural de Garanhuns e atraem visitantes para o município durante suas realizações. Com a eventual sanção presidencial, o FIG e o Encantos do Natal passarão a integrar oficialmente o rol de manifestações da cultura nacional.
