Resultado de 90,67% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Lula com 50,54% e Bolsonaro com 49,46%.
Resultado de 90,67% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Lula com 50,54% e Bolsonaro com 49,46%.
Ação ocorre nos dias 24 e 25 de janeiro e adianta atendimentos agendados entre 28 e 30, período em que as agências estarão fechadas para manutenção dos sistemas
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promove, neste fim de semana, dias 24 e 25 de janeiro, mutirões que irão antecipar 1.124 perícias médicas (realizadas por peritos do Ministério da Previdência Social – MPS) em cidades de Pernambuco. A mobilização atende segurados com agendamento previsto para o período de 28 a 30 de janeiro, quando as Agências da Previdência Social (APS) estarão fechadas em razão da manutenção dos sistemas previdenciários.
As ações ocorrem em Recife, Caruaru, Petrolina e Serra Talhada e são direcionadas exclusivamente aos segurados que já possuíam agendamento para os dias de paralisação. Não haverá abertura de novas vagas para o público externo.
Leia maisRecife
Na capital pernambucana, estão previstos 584 atendimentos, sendo 328 no sábado (24) e 256 no domingo (25). O atendimento começa a partir das 7h e segue até a conclusão da demanda em cada dia.
Durante o mutirão, serão realizadas apenas perícias médicas, sem avaliações sociais. No sábado, atuarão 12 peritos do MPS, e no domingo, 11 peritos do MPS.
Como não houve abertura de vagas no sistema, os segurados foram convocados previamente por telefone ou mensagem, com confirmação direta junto aos gerentes das unidades. No dia do atendimento, o segurado deve comparecer com documentos pessoais e laudos médicos, informar o nome e, constando na lista de antecipação, seguirá para triagem e perícia.
Caruaru
Em Caruaru, o mutirão foi organizado para absorver a demanda gerada pela paralisação e prevê a realização de 300 perícias médicas (do MPS), sendo 150 no sábado e 150 no domingo.
Os segurados convocados tinham agendamento previsto para o período de 28 a 30 de janeiro e foram chamados exclusivamente por mensagem. Não haverá abertura de agenda para outros públicos. Aqueles que não comparecerem ao mutirão terão o atendimento remarcado para a semana seguinte.
Petrolina e Serra Talhada
No Sertão, o mutirão acontece no sábado (24) nas APS de Petrolina e Serra Talhada. Em cada unidade, estão previstos 120 atendimentos, totalizando 240 perícias médicas (do MPS).
Assim como nas demais cidades, apenas segurados com agendamento original entre 28 e 30 de janeiro estão sendo convocados para antecipação.
Atendimento direcionado
O INSS reforça que os mutirões têm caráter excepcional e direcionado, com foco na redução de impactos aos segurados já agendados, garantindo a continuidade dos atendimentos mesmo diante da necessidade de modernização dos sistemas previdenciários.
Não caia em golpes!
Toda a comunicação do INSS é feita pelos canais oficiais: aplicativo Meu INSS, pelo site gov.br/inss, pela Central 135 e pelas agências dos Correios.
Leia menos
A Fundação Celestin realiza, entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, a VI ArtChão – Feira de Arte, Cultura, Literatura e Desenvolvimento Sustentável, no distrito de Riacho Pequeno, em Belém do São Francisco. A programação se estende por três dias e reúne atividades culturais, artísticas e de incentivo à economia criativa, com participação de artesãos e produtores da comunidade local e de regiões vizinhas.
Durante o evento, o público poderá visitar estandes de artesanato em geral, confecções, artigos de decoração em pedra, madeira e barro, produtos em couro, bordados, crochê e materiais reciclados, além de itens da agricultura familiar e comidas típicas da gastronomia regional.
Leia maisA agenda inclui oficinas empreendedoras, espaço de publicações da Fundação Celestin e da Academia de Letras Celestin, atividades voltadas ao público infantil, como cinema e oficina de pintura, além de roda de ciranda. Dentro da programação, no dia 31 de janeiro, a partir das 20h, será realizada a V Serenata da Saudade, e a feira também marcará a inauguração da Brinquedoteca Celestin.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (21) que o governo norte-americano e a Otan estabeleceram a estrutura de um futuro acordo envolvendo a Groenlândia e, de forma mais ampla, a região do Ártico. A declaração foi feita após uma reunião com o secretário-geral da aliança militar, Mark Rutte.
Segundo Trump, o acordo atende aos interesses dos Estados Unidos e de todos os países membros da Otan. Ele não detalhou os termos, mas indicou que as negociações envolvem questões estratégicas de segurança e presença no Ártico. As informações são do g1.
Leia maisComo parte desse entendimento preliminar, Trump disse que não irá impor tarifas que estavam previstas para entrar em vigor em 1º de fevereiro. No domingo, ele disse que iria impor taxas contra países europeus que estavam contrariando os interesses dos EUA na Groenlândia.
O presidente também afirmou que há discussões adicionais em andamento sobre o chamado “Domo de Ouro” em relação à Groenlândia, sem fornecer mais informações sobre o projeto.
O Domo de Ouro é uma estrutura militar planejada pelos EUA para interceptar mísseis lançados contra o território norte-americano.
“O vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff e outros, conforme necessário, serão responsáveis pelas negociações — e se reportarão diretamente a mim”, afirmou.
As declarações ocorrem em meio ao aumento da relevância geopolítica do Ártico, região estratégica tanto por razões militares quanto econômicas, e que tem sido alvo de crescente disputa entre potências globais.
Uso de força
Mais cedo, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Trump disse que não faria “uso da força” para tomar a Groenlândia, embora tenha voltado a defender a proposta de adquirir o território e elevado o tom contra a Europa e a Otan.
“Eu não preciso usar a força. Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força. Tudo o que os Estados Unidos estão pedindo é um lugar chamado Groenlândia”, disse.
Ainda no discurso, o presidente americano chamou a Dinamarca de “ingrata” e afirmou que “a Europa não está indo na direção correta”. Ele também se referiu à Groenlândia várias vezes como “um pedaço de gelo”.
Trump afirmou ainda que a ilha deveria ter passado ao controle americano ao fim da Segunda Guerra Mundial, quando tropas dos EUA ocuparam a ilha para protegê-la de forças alemãs.
Após o discurso, o governo dinamarquês reiterou que não há negociações em curso para a venda do território.
Leia menos
Merendeiras da rede estadual de ensino de Pernambuco denunciam atraso no pagamento de salário e benefícios. Segundo informações enviadas hoje (21) a este blog, as trabalhadoras ainda não receberam o salário de dezembro de 2025, nem vale-alimentação e vale-transporte.
O Estado também fornece cestas básicas para as profissionais, mas a última foi entregue pela metade e sem previsão de quando a outra metade será ofertada. “Eu estou indo, desde 19 de novembro, trabalhar com meu próprio dinheiro”, relatou uma das merendeiras.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ter uma nova conversa com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) antes de enviar ao Legislativo a indicação formal de Jorge Messias para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
A expectativa é que o encontro aconteça antes do início do ano Legislativo, no dia 2 de fevereiro. Alcolumbre mostrou, no ano passado, resistência ao nome de Messias e defendia que o indicado fosse o seu antecessor no comando do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisLula e Alcolumbre já se encontraram em dezembro, perto do Natal, no Palácio da Alvorada para discutir o assunto. Mas integrantes do governo dizem que o presidente da República pretende ter uma nova conversa com o presidente do Senado antes de enviar formalmente a indicação do atual advogado-geral da União.
A indicação de Messias para a vaga de Luís Roberto Barroso no STF foi anunciada por Lula no dia 20 de novembro. Alcolumbre chegou a marcar a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa para 10 de dezembro, mas o governo acabou segurando o envio da mensagem presidencial formal de indicação diante da resistência dos senadores ao advogado-geral da União em razão da preferência majoritária na Casa por Pacheco. Depois de aprovado na comissão, o nome do indicado ao Supremo ainda precisa ser submetido à votação no plenário.
O presidente do Senado decidiu no dia 2 de dezembro desmarcar a sabatina, mas criticou o governo. “Essa omissão, de responsabilidade exclusiva do Poder Executivo, é grave e sem precedentes. É uma interferência no cronograma da sabatina, prerrogativa do Poder Legislativo”, disse o presidente do Senado, em nota enviada aos senadores na ocasião.
Alcolumbre enfrentou um novo desconforto com o Planalto no começo de janeiro quando a escolha de Otto Lobo para o comando da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foi atribuída a ele.
Um ministro chegou a procurar o presidente do Senado para saber se a informação era verdade, mas Alcolumbe afirmou que não havia negociado o posto com Lula. Nos bastidores, assessores do governo dizem que a indicação de Otto Lobo teve apoio do empresário Joesley Batista, um dos controladores do Grupo J&F. A empresa negou que Joesley tenha feito a indicação.
O trâmite prevê que o indicado para presidir a CVM seja sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e depois passe por uma votação no plenário da Casa.
Leia menos
Por Flávio Chaves*
Algumas ausências não fazem barulho, não derrubam portas, não acendem sirenes. Ainda assim, atravessam a casa como um vento que ninguém vê, mas que move, com delicadeza cruel, as cortinas daquilo que se acreditava estar arrumado. Não é a falta gritante de quem partiu ontem, com as malas ainda quentes de pressa. É outra espécie de desaparecimento: mais antigo, mais lento, uma retirada que já se instalou no cotidiano como uma lei invisível. Mesmo assim, continua doendo. Porque quando o coração aprende um corpo, uma voz, um modo de olhar o mundo, não desaprende com facilidade. Apenas se adapta, como quem passa a andar com um peso no bolso e um sorriso ensaiado no rosto.
Certas memórias preferem o abrigo do indizível. Como residência, caminham no mistério. Nomear seria dissolver a bruma que as protege. Há amores que não cabem em palavras porque nasceram para ser respirados em silêncio. Quando a lembrança é funda, o que a sustenta não é a fala, mas a permanência.
Leia maisA saudade, porém, não é um incêndio. E talvez por isso seja mais perigosa. O fogo ao menos consome e termina. Vira cinza, deixa escombros, dá lugar a uma paz provisória. Já essa febre é constante. Uma temperatura que não explode, mas também não cede. Uma chama morna, que simula cura, mas só ensina a conviver.
Em certas manhãs, tudo parece ordenado. A luz entra, os pássaros repetem seu ofício, a rua oferece sua pressa. O corpo se levanta, cumpre o ritual do café, da água, do espelho. Mas basta um detalhe, um som de talheres, um perfume breve, um gesto visto de relance, e a febre reaparece na pele como um aviso sem voz. Não é dor que sangra. É presença na ausência. Um convívio com aquilo que permanece sem estar.
A saudade tem uma inteligência sutil. Sabe a hora exata em que a casa silencia, em que os ruídos se dissolvem, em que ninguém chama. Entra sem pedir, com passos limpos. Senta-se ao lado do livro aberto e transforma a frase em lembrança, a lembrança em rosto, o rosto em voz. Tudo silencioso, tudo intacto, como se o tempo fosse uma sala onde nada desaparece, apenas muda de lugar.
Muito se aconselha: preencher a ausência com viagens, com paisagens novas, com outras presenças. Como se o coração fosse um espaço que se reorganiza trocando os móveis. Mas o que fica não é espaço, é marca. E marca não se move. Aprende-se, quando muito, a conviver com ela. Como quem perde um idioma que falava sem saber e passa os dias traduzindo o mundo com vocabulários emprestados.
Existe uma fidelidade que não depende de promessa. Que nasce do que foi inteiro. Um amor verdadeiro não precisa continuar para permanecer. Ele se transforma em estrutura. Torna-se parte invisível da ossatura da vida. Dentro de cada gesto, há um espaço que não se fecha, não se amplia. Apenas existe. É ali que mora a febre.
Talvez os grandes amores não terminem. Apenas mudem de estado. Como a água, que deixa de ser líquida e se espalha como vapor. Invisível, mas presente. O que partiu, seja por destino, silêncio ou desencontro, não se tornou menos real por ter ido. Tornou-se mais etéreo. Mais delicado. Mais profundo. Queima sem chama, aquece sem fogo. E isso é a febre. A doença branda que não mata, mas também não cura.
Não se espera retorno. Esperar seria negociar com o que já foi decidido. Resta apenas a consciência: aquilo existiu. E segue existindo, mesmo quando não se fala. Há dias em que a saudade é um lenço dobrado no bolso. Quase não pesa, mas acompanha. E há noites em que se torna um cobertor úmido, e o espaço da cama parece maior do que deveria. Ainda assim, há beleza nessa febre. Porque ela prova que houve amor o suficiente para deixar marca.
Certos amores pertencem à linguagem do indizível. Vivem num ponto onde a palavra recua, onde o silêncio se ajoelha. Quando a linguagem tenta alcançar, se dilui. Melhor deixar que permaneçam onde sempre estiveram: intocados, mas presentes. Como brisa que passa e muda tudo sem ser vista.
Talvez por isso a saudade de um grande amor nunca ceda. Porque não foi feita para passar. Foi feita para iluminar por dentro, como uma lâmpada escondida atrás da parede, acesa no coração da memória.
*Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras
Leia menos
A Festa de Janeiro em Manari encerrou sua mais recente edição com um balanço amplamente positivo, consolidando-se como um dos eventos mais bem-sucedidos do calendário festivo da região. Por trás do brilho dos palcos, da organização impecável e da tranquilidade vivida pelo público, esteve a atuação estratégica de Leonardo Martins, responsável por articular, planejar e executar cada etapa do evento nos bastidores.
Reconhecido pela capacidade de gestão e pelo olhar técnico apurado, Leonardo Martins foi o grande elo entre a estrutura de entretenimento, a logística do evento e a integração das equipes envolvidas. Seu trabalho garantiu que a festa alcançasse um alto padrão de organização, refletido na satisfação do público e no impacto positivo gerado para o município.
Leia maisPara o prefeito Júnior de Audálio, a contribuição de Leonardo foi fundamental para o êxito da festividade. Segundo o gestor, a visão estratégica e a experiência de Leonardo permitiram equilibrar uma grande estrutura de shows com segurança, acolhimento e eficiência operacional.
Além do aspecto cultural, o prefeito destacou os reflexos diretos da festa na economia local. O evento movimentou o comércio, gerou emprego e renda e impulsionou setores como alimentação, hospedagem e serviços. Outro ponto ressaltado foi o forte esquema de segurança integrada, que garantiu um ambiente seguro e familiar durante todos os dias de programação.
“Assim como ocorreu nas gestões do ex-prefeito Otaviano, Leonardo Martins foi mais uma vez decisivo para que tudo funcionasse com excelência nos bastidores. Ele transformou planejamento em resultados concretos, promovendo alegria, desenvolvimento e orgulho para o povo de Manari”, afirmou Júnior de Audálio.
Com uma atuação discreta, porém determinante, Leonardo Martins reafirma seu papel como peça-chave na realização de grandes eventos no município, contribuindo para fortalecer a imagem de Manari como referência em organização, segurança e valorização cultural.
Leia menos
O deputado estadual Cayo Albino levantou questões críticas sobre a prática da governadora Raquel Lyra de demitir presidentes de órgãos e secretários apenas a pedido. Hoje, o Diário Oficial trouxe a exoneração do agora ex-presidente da Empresa Pernambucana de Transportes Intermunicipais (EPTI), Antônio Carlos Reinaux, o que expõe preocupações sobre a governança do atual governo.
Cayo Albino questionou se a governadora está evitando assumir a responsabilidade pela demissão de um auxiliar cujo órgão, durante três anos, falhou em fiscalizar a empresa de ônibus Logo Caruarusense, pertencente ao pai da governadora, João Lyra Neto, e à sua família. Além disso, Albino cobra explicações sobre a designação do advogado Yuri Coriolano para a EPTI, homem de confiança de Raquel, o que levanta suspeitas sobre possíveis tentativas de encobrimento de irregularidades.
Leia mais“Será que isso é verdade ou a governadora não quer assumir a crise e confirmar que demitiu um auxiliar cujo órgão público que comandava deixou de fiscalizar, por três anos — justamente o período do atual governo — a empresa de ônibus Logo Caruarusense, da família da governadora? E por que a governadora mandou para lá uma pessoa da sua extrema confiança? Foi para esconder algo?”, indagou Cayo.
O deputado expressou preocupação com o fato de Raquel Lyra ter optado por judicializar questões internas da Assembleia Legislativa, enquanto sua família opera fora da lei. A empresa de ônibus em questão não apenas está sem as vistorias obrigatórias, mas também acumula uma dívida superior a R$ 1 milhão em impostos.
“A governadora tomará medidas legais contra a EPTI pela omissão na fiscalização da empresa de seu pai? E qual será o destino do agora ex-presidente da EPTI? Ele também será processado?”, encerrou Albino, exigindo uma resposta clara da governadora e enfatizando a necessidade de transparência e responsabilidade no serviço público.
Leia menos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou o uso da força em sua tentativa de controlar a Groenlândia, nesta quarta-feira (21), mas afirmou em um discurso em Davos que nenhum outro país pode garantir a segurança do território dinamarquês.
“As pessoas pensaram que eu usaria a força, mas eu não preciso usar a força”, declarou Trump na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, na Suíça. “Eu não quero usar a força. Eu não usarei a força.”
Trump fez os comentários em um discurso econômico que foi ofuscado pelo desgaste das relações transatlânticas e pelas tensões com a Europa devido à sua pressão para adquirir a Groenlândia. As informações são da CNN.
Leia maisEle minimizou a questão, chamando-a de um “pedido pequeno” por um “pedaço de gelo” e afirmando que a aquisição não representaria uma ameaça à aliança da Otan, que inclui a Dinamarca e os Estados Unidos.
“Nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da Groenlândia, a não ser os Estados Unidos”, afirmou ele, acrescentando: “Estou buscando negociações imediatas para discutir novamente a aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos.”
Trump, que completou na terça-feira (20) um primeiro ano turbulento no cargo, deverá ofuscar a agenda do Fórum Econômico Mundial, onde as elites globais debatem tendências econômicas e políticas.
Ele minimizou a questão, chamando-a de um “pedido pequeno” por um “pedaço de gelo” e afirmando que a aquisição não representaria uma ameaça à aliança da Otan, que inclui a Dinamarca e os Estados Unidos.
“Nenhuma nação ou grupo de nações está em posição de garantir a segurança da Groenlândia, a não ser os Estados Unidos”, afirmou ele, acrescentando: “Estou buscando negociações imediatas para discutir novamente a aquisição da Groenlândia pelos Estados Unidos.”
Trump, que completou na terça-feira (20) um primeiro ano turbulento no cargo, deverá ofuscar a agenda do Fórum Econômico Mundial, onde as elites globais debatem tendências econômicas e políticas.
Leia menos
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (25), que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6×1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.
Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%. “Estão reduzindo mesmo sem a legislação”, destacou. As informações são da Agência Brasil.
Leia mais“E por que aumenta a produtividade? Com seis dias de trabalho, um de descanso – e às vezes esse um, principalmente para as mulheres, é para fazer serviço de cuidado em casa – quando essa pessoa chega ao trabalho, ela já está cansada. Quando esse trabalhador ou trabalhadora está mais descansado, o resultado é que ele vai trabalhar melhor. Então, o que a gente sustenta é baseado em dados”, afirmou.
O ministro contou ainda que a empresa Microsoft, no Japão, adotou a escala 4 por 3 e teve aumentou de 40% na produtividade individual do trabalhador. Boulos também deu exemplo de outros países.
“A Islândia em 2023 reduziu para 35 horas [semanais], com jornada 4 por 3. Sabe o que aconteceu? A economia da Islândia cresceu 5% e a produtividade do trabalho aumentou 1,5%. Nos Estados Unidos, houve uma redução média de 35 minutos de trabalho por dia nos últimos três anos. Não foi uma lei, isso aconteceu pela própria dinâmica do mercado e aumentou em média 2% da produtividade”, disse.
Segundo Boulos, a baixa produtividade da economia é um dos argumentos de quem é contra a mudança na escala de trabalho.
“Se a produtividade é baixa e você não quer deixar um tempo para o trabalhador fazer um curso de qualificação, como é que vai aumentar a produtividade?”, questionou.
“Aliás, uma parte importante de uma produtividade menor que a média no Brasil não é responsabilidade do trabalhador, é do setor privado que não investe em inovação e tecnologia. Quase todo o investimento em inovação, tecnologia e pesquisa no Brasil é do setor público. O setor privado brasileiro é um dos que menos investe, proporcionalmente aos países no mesmo patamar”, argumentou.
A proposta defendida pelo governo é a redução das atuais 44 horas semanais de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, em um regime de, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de folga (6×1). A medida deve incluir ainda um período de transição e compensações para micro e pequenas empresas.
“Essa é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos, destacando que há um avanço na discussão com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.
Em fevereiro do ano passado, foi protocolada na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/2025 que acaba com a escala 6×1. A PEC estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana, mas há outras propostas no Congresso que tratam da redução de jornada.
Juros
O projeto sofre resistência de setores empresariais que também alegam que a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas com a contratação de mais trabalhadores. Para Boulos, há um super dimensionamento do custo da redução de escala de trabalho, mas que para os pequenos será discutido um modelo de adaptação.
O ministro da Secretaria-Geral criticou os juros altos no Brasil e afirmou que isso pressiona mais o setor produtivo.
“Muitas vezes, esses pequenos negócios estão endividados por essa taxa de juro escorchante [abusiva], de agiotagem, que a gente tem no Brasil”, afirmou.
Uns dos instrumentos para controlar a inflação é a taxa básica de juros (a Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.
Mesmo com o recuo dos preços, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.
“Já passou da hora de reduzir essa taxa de juros, porque 15% de juros nenhum trabalhador aguenta e nenhum empresário aguenta. Como é que você vai aumentar o investimento? Como é que você vai arrumar capital de giro com esse custo do dinheiro? Não tem o menor cabimento. Então, parte do problema que vai aliviar os pequenos, os médios e, nesse caso, até os grandes empresários do Brasil é a redução da taxa de juros escorchante e injustificável”, argumentou.
A próxima reunião do Copom ocorre em 27 e 28 de janeiro. Em comunicado, na última reunião em dezembro, o colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. O BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.
Leia menos
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), foi vaiado, ontem, enquanto participava de uma cerimônia de anúncio de investimentos do governo federal na indústria naval brasileira, em Rio Grande (RS). Ele estava ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Enquanto discursava, o governador foi hostilizado pela plateia, composta majoritariamente por trabalhadores do Estaleiro Ecovix e da Petrobras. O investimento, de R$ 2,8 bilhões, será feito por meio do programa Mar Aberto, da estatal. Em resposta, ele pediu respeito dos presentes. As informações são do portal Metrópoles.
Leia mais“Pessoal, este é o amor que venceu o medo? Não né, então vamos respeitar, por favor. Eu estou aqui cumprindo meu dever institucional, em respeito ao cargo que exerço, em nome do povo do Rio Grande do Sul, com respeito ao presidente da República. Todos nós aqui, eu e o presidente, fomos eleitos pelo mesmo povo”, declarou Leite.
O governador gaúcho ainda afirmou que a hostilização de quem pensa diferente “não leva a lugar nenhum”. “Se vocês desejam união e reconstrução, não simplesmente hostilizem quem pensa diferente. Isso não leva a lugar nenhum. A efetiva união que a gente quer para o nosso país envolve respeito. Respeito às funções, às pessoas, aos ambientes”, disse.
“Aqui é um ambiente institucional, é o presidente da República, não é um comício eleitoral. É o governador do estado, eleito pela mesma população que elegeu o presidente”, continuou Leite.
Na ocasião, foram assinados contratos da Petrobras para a construção de cinco navios gaseiros, 18 empurradores e 18 barcaças. As embarcações serão operadas pela Transpetro e construídas em estaleiros no Rio Grande do Sul, no Amazonas e em Santa Catarina. De acordo com o governo brasileiro, há potencial de geração de mais de 9 mil empregos diretos e indiretos.
Durante a fala, o governador do Rio Grande do Sul agradeceu o investimento no estado, mas cobrou mais atenção do governo federal. Segundo ele, as ações da União no estado ainda são inferiores ao que é investido na Região Nordeste, por exemplo.
“Eu insisto, nós agradecemos o esforço do investimento, nós agradecemos a atenção que aqui está sendo dada, mas nós também pedimos sim a melhor atenção por parte do governo federal para reequilibrar esta condição federativa e permitir ao estado do Rio Grande do Sul melhores condições de atração de investimentos. Esta é a nossa demanda, esta é a nossa requisição”, pleiteou Leite.
Em maio de 2025, o governador gaúcho chegou a confirmar pré-candidatura à Presidência da República, mas deve mudar os planos para disputar o Senado ou permanecer no cargo até o fim do mandato. Leite ocupa o Palácio Piratini desde 2019, quando foi eleito pela primeira vez.
Leia menos
A Prefeitura de Olinda e o Governo de Pernambuco conseguiram um importante passo para a garantia da requalificação da Estrada do Passarinho. O processo licitatório que viabiliza a realização da obra será lançado, amanhã, no Diário Oficial.
A ação de requalificação será feita por meio da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), com acompanhamento da Secretaria de Obras do município. Após a conclusão do processo de licitação, será dada a ordem de serviço para início imediato da obra.
A requalificação da Estrada do Passarinho é prioridade para as gestões municipal e estadual. A previsão é que o serviço seja concluído ainda no primeiro semestre deste ano.
