Resultado de 1,16% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 56,68% e Lula com 43,32%
Resultado de 1,16% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 56,68% e Lula com 43,32%
A ex-deputada Marília Arraes, que largou o Solidariedade e vai se filiar ao PDT para disputar o Senado, está em Brasília buscando apoios. Soube que esteve com a governadora Raquel Lyra (PSD), de quem recebeu convite formal para disputar o Senado na chapa governista.
Num encontro ontem com a senadora Teresa Leitão (PT), Marília recebeu um alerta: na chapa de Raquel passaria a campanha se explicando e isso seria avassalador para um postulante majoritário. Até porque, há quatro anos, Raquel impôs uma derrota a Marília numa campanha que as feridas ainda estão abertas.
O presidente nacional do PDT vai, amanhã, ao Recife, anunciar aos jornalistas que Marília será candidata ao Senado pelo PDT, provavelmente na chapa de Raquel.
CNN
O pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, senador Flávio Bolsonaro (PL), subiu nas intenções de voto e apresentou um empate técnico em eventual segundo turno para as eleições presidenciais de 2026 contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dados são da pesquisa Genial/Quaest, divulgada hoje. O levantamento simulou sete cenários do segundo pleito. Confira os resultados:
Cenário 1
Em um primeiro quadro, Lula e Flávio empatam com 41% das intenções de voto. Os brancos, nulos ou os que não vão votar somam 16%. Os indecisos são 2%. Na última aferição da Quaest, realizada em fevereiro, o petista estava à frente do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula aparecia com 43% e Flávio, 38%.
Leia maisCenário 2
Na segunda simulação, o chefe do Executivo aparece com 42% e o governador do paraná, Ratinho Junior (PSD), com 33%. São 22% os que votam branco, nulo, ou que não irão votar. Os indecisos são 3%.
Cenário 3
No terceiro quadro, Lula vence o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com uma diferença de dez pontos. O petista marca 44% ante a 34% do mineiro. Os votos em branco, nulos ou os que não vão votar são 19%. Indecisos somam 3%.
Cenário 4
No quarto cenário, o petista vence o atual governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), por uma diferença de 12 pontos. Lula aparece com 44% e Caiado com 32%. Os brancos, nulos ou os que não vão votar são 21%, enquanto os indecisos somam 3%.
Cenário 5
Na disputa entre Lula e Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, o nordestino alcança 42%, enquanto o gaúcho marca 26%. São 29% os votos em branco, nulo ou os que não vão votar. Os indecisos são 3%.
Cenário 6
Em um sexto cenário, o atual presidente vence o segundo turno contra o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), por uma diferença de 21 pontos. O petista aparece com 44%, enquanto Rebelo tem 23%. Os brancos, nulos ou que não irão votar somam 30%. Os indecisos somam 3%.
Cenário 7
Na última simulação, Lula ganha do coordenador do MBL, Renan Santos (Missão), com uma diferença de 19 pontos. O mandatário marca 43% e Santos aparece com 24%. Os brancos, nulos ou que não irão votar também somam 30%, enquanto os indecisos são 3%.
Metodologia
A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 6 e 9 de março, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05809/2026.
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O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) tem se consolidado como uma das principais lideranças do partido em Brasília, resultado de sua forte capacidade de articulação política e do prestígio que conquistou dentro da legenda. Com bom trânsito entre parlamentares e lideranças nacionais, o deputado tem ampliado sua influência e atuado na construção de pontes políticas que fortalecem o projeto do PSD em Pernambuco.
Essa articulação também se reflete na relação próxima com a governadora Raquel Lyra (PSD). Sempre que a gestora cumpre agendas em Brasília, Fernando Monteiro participa das articulações políticas e institucionais em defesa dos interesses de Pernambuco. A sintonia entre os dois tem reforçado a construção de um projeto político conjunto no estado, baseado no diálogo e na união de forças dentro do partido.
Leia maisPara Fernando Monteiro, o trabalho político da governadora tem consolidado sua liderança em Pernambuco e fortalecido o PSD no estado. “Raquel vem conduzindo um trabalho sério, com compromisso com Pernambuco e com a população. Acredito que esse caminho que ela vem construindo fortalece sua liderança e credencia a governadora para continuar esse projeto, porque quem ganha com isso é o povo pernambucano”, afirmou o deputado.
Além da parceria com a governadora, Fernando também tem fortalecido sua atuação política em Caruaru, ao lado do prefeito Rodrigo Pinheiro (PSD). A cidade, onde Raquel Lyra já foi prefeita e mantém forte influência política, é considerada estratégica para o grupo. A aliança entre as lideranças do PSD reforça a construção de um projeto político sólido no estado, com base na unidade do partido e no fortalecimento de suas lideranças.
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O Departamento de Estado norte-americano disse, hoje, que considera as facções criminosas brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como “ameaças significativas à segurança regional”. As informações são do portal Poder360.
No domingo, o portal UOL afirmou que o governo do presidente norte-americano, Donald Trump (Partido Republicano), deve anunciar o PCC e o CV como Organizações Terroristas Estrangeiras nos próximos dias. A documentação que categoriza os grupos com essa designação já teria sido finalizada.
Leia maisAo Poder360, o Departamento de Estado dos EUA disse que não divulga antecipadamente “possíveis designações de grupos terroristas nem deliberações a respeito dessas designações”.
Essa possível decisão dos EUA vai contra o que já defendeu o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em maio de 2025, o então secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, declarou que as facções não poderiam ser enquadradas como “terroristas” porque “não atuam em defesa de uma causa ou ideologia”.
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou um requerimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando alteração na data prevista para a visita de Darren Beattie, assessor sênior do governo Donald Trump para políticas relacionadas ao Brasil.
No requerimento feito a Moraes, a defesa de Bolsonaro pediu que, de maneira excepcional, a visita do norte-americano fosse autorizada no dia 16 de março, uma segunda-feira, ou no dia 17, uma terça-feira. As visitas ao ex-presidente, geralmente, são agendadas para quartas e sábados.
Leia maisMoraes, no entanto, determinou que a visita deverá acontecer no dia 18 de março, das 8h às 10h. Na decisão, o ministro afirma que não há previsão legal para realizar alteração específica de dia de visitação, “uma vez que os visitantes devem ser adequar ao regime legal do estabelecimento prisional e não o contrário, no sentido de resguardar a organização administrativa e a segurança”.
Bolsonaro está preso na Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. As visitas ao ex-presidente precisam receber o aval de Moraes, relator do processo que levou Bolsonaro à cadeia.
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O publicitário Renato Pereira, conhecido nacionalmente por ter sido marqueteiro do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, deve assumir o comando da comunicação da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). O nome dele passou a circular com força no Palácio do Campo das Princesas após a saída de Raimundo Luedy e depois que profissionais ligados à antiga agência Leiaute, do ministro Sidônio Palmeira, recusaram o convite para assumir a área.
A movimentação expõe mais uma troca em um dos setores mais sensíveis do governo estadual e reforça a percepção, nos bastidores políticos, de dificuldade da governadora em manter estabilidade na equipe responsável pela estratégia de comunicação. Caso seja confirmado, Renato Pereira será o quarto nome a ocupar, ou ao menos ser cotado com força para ocupar, o posto de responsável pelo marketing do governo em menos de quatro anos de gestão.
Leia maisAntes dele, passaram pela função Igor Paulin e André Schaer. Mais recentemente, Raimundo Luedy chegou a integrar a equipe da governadora, mas sua passagem foi breve. Segundo relatos recorrentes nos bastidores do governo, Luedy enfrentou dificuldades de relacionamento com Raquel Lyra, fator que teria precipitado sua saída antes mesmo de consolidar uma estratégia de comunicação para a segunda metade do mandato.
A tentativa inicial do governo foi buscar quadros ligados à antiga agência Leiaute, criada por Sidônio Palmeira, numa tentativa de recompor o comando da comunicação com profissionais considerados mais próximos do campo político da gestão. A resposta, porém, foi negativa, o que acabou levando o governo a buscar alternativas fora desse círculo.
Foi nesse contexto que surgiu o nome de Renato Pereira. Experiente no marketing político, ele ganhou projeção nacional ao atuar em campanhas no Rio de Janeiro, especialmente ao lado de Sérgio Cabral, ex-governador que posteriormente se tornaria um dos principais símbolos dos escândalos de corrupção revelados pela Operação Lava Jato.
A eventual chegada de Pereira é vista por aliados da governadora como uma tentativa de profissionalizar e estabilizar a comunicação do governo num momento em que a gestão começa a entrar em uma fase mais política do mandato. Ao mesmo tempo, a escolha também carrega riscos, tanto pela associação histórica com Cabral quanto pelo histórico recente de rotatividade na área.
Nos bastidores do Palácio do Campo das Princesas, interlocutores admitem que o cargo se tornou um dos mais delicados da estrutura do governo. A dificuldade de alinhamento entre a governadora e os responsáveis pela comunicação tem provocado trocas frequentes e interrompido processos de planejamento de médio prazo.
Se confirmado no posto, Renato Pereira chegará com a missão de reorganizar a estratégia de comunicação do governo e, sobretudo, tentar quebrar o ciclo de desgaste interno que tem marcado o setor desde o início da gestão Raquel Lyra.
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Em postagem nas redes sociais, há pouco, o ex-prefeito de Petrolina e presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, reafirmou a sua pré-candidatura ao Senado. Segundo Miguel, não existe nenhuma outra articulação envolvendo seu grupo político e a federação União-Progressista ainda não foi homologada para que tome decisões em conjunto. Confira:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone, hoje, com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, sobre o combate ao crime organizado na região. A conversa ocorreu no Palácio da Alvorada, nesta manhã, e contou com a presença do embaixador Celso Amorim, assessor especial da Presidência. O Planalto ainda não divulgou uma nota oficial sobre o telefonema.
Lula tem intensificado a agenda diplomática com países da América Latina em meio a articulações do governo brasileiro para evitar que os Estados Unidos classifiquem o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Leia maisSegundo fontes do governo, Lula está muito preocupado com a questão, e tem conversado com líderes de outros países que também passaram por casos semelhantes. Ou seja, que tiveram organizações criminosas classificadas como organizações terroristas estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês).
Hoje, Lula conversou com o colombiano Gustavo Petro. Na última segunda-feira (9), conversou com a presidente do México, Claudia Sheinbaum. O México enfrenta há anos uma crise ligada à atuação de poderosos cartéis do narcotráfico.
Em ligação com Marco Rubio, no domingo (8), o chanceler Mauro Vieira tentou barrar a classificação de facções como Organizações Terroristas Estrangeiras. O pedido é que os EUA esperem o encontro entre Trump e Lula para avançarem com o tema.
O debate no governo americano sobre designar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas não é novo. Mas, ganhou novas nuances após o ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela, em janeiro deste ano.
Conforme a legislação norte-americana, o governo dos Estados Unidos possui mecanismos legais e políticas ativas que permitem intervenção, incluindo o uso de força militar e operações unilaterais, contra organizações designadas como terroristas estrangeiras.
O chanceler pediu que Rubio aguarde o encontro já que o governo brasileiro quer mostrar, na reunião, como tem atuado no combate ao crime organizado no país.
Lula pretende fazer uma visita oficial à Casa Branca, para se reunir com o presidente Donald Trump. A ideia inicial era que o encontro ocorresse neste mês de março, mas diante da dificuldade de agendas, uma data ainda não foi acertada.
Nos EUA, o conceito de organização terrorista é mais genérico, e o presidente tem mais poder para aplicar esta definição. Um dos critérios é “representar ameaça à segurança de cidadãos ou à segurança nacional dos EUA”.
Trump se aproveitou disso para declarar como organizações terroristas, por exemplo, o grupo criminoso venezuelano Tren de Aragua e seis cartéis mexicanos.
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Em meio à divisão interna da Federação União Progressista em Pernambuco, o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE) solicitou à direção nacional da federação que decida qual candidatura ao Governo do Estado será apoiada nas eleições de 2026: a da governadora Raquel Lyra (PSD), que tentará a reeleição, ou a do prefeito do Recife, João Campos (PSB). O pedido foi encaminhado, por meio de ofício, aos presidentes do União Brasil, Antônio Rueda, e do Progressistas, Ciro Nogueira.
“Sempre pautei minha atuação pela transparência e pela clareza de posicionamentos políticos. Aprendi com meu pai que em política a gente tem que ter lado. Por isso, defendo que a Federação tem que assumir uma posição, em respeito aos seus filiados, aos deputados, prefeitos e aos candidatos ao Governo, afirmou.
Leia maisMembro da executiva nacional e vice-presidente estadual do União Brasil em Pernambuco, Mendonça argumenta que a indefinição da federação no estado ocorre em um momento decisivo do calendário eleitoral. Segundo ele, o cenário exige urgência nas decisões, porque o país atravessa o período da janela partidária – etapa em que são definidas filiações, alianças e composições de chapas para as eleições. “A aproximadamente quatro meses das convenções partidárias, a ausência de uma definição clara da Federação em Pernambuco gera insegurança política e compromete a organização do processo eleitoral”, afirmou.
Aliado da governadora Raquel Lyra e defensor do apoio da Federação à sua reeleição, Mendonça sustenta que o Estatuto da Federação União Progressista prevê que, em caso de divergências nos estados, a decisão deve ser tomada pelas direções nacionais dos partidos que compõem a federação. O artigo 27, parágrafo primeiro, do Estatuto da Federação determina que esses impasses devem ser submetidos à deliberação das instâncias nacionais.
“Se há uma divisão na estadual, nada melhor do que cumprir o estatuto. A decisão da direção nacional ajudará a dar “clareza política e estratégica” à atuação da federação em Pernambuco e permitirá melhor organização do processo eleitoral no estado”
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O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) apresentou, junto com o deputado Lula da Fonte (PP), um projeto de lei que torna obrigatória a utilização de monitoração eletrônica por agressores em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher quando houver medida protetiva concedida pela Justiça. A proposta altera a Lei Maria da Penha para ampliar a proteção às vítimas.
O projeto determina que o juiz estabeleça o uso de tornozeleira eletrônica sempre que conceder medida protetiva. O sistema permitirá o acompanhamento em tempo real da localização do agressor e o cruzamento dessas informações com áreas de proteção definidas para a vítima, como residência, trabalho, local de estudo e outros espaços indicados na decisão judicial.
Leia maisCaso o agressor descumpra a medida ou se aproxime da vítima, o sistema enviará alerta imediato à central de monitoramento, que comunicará a polícia para atuação rápida no local. O texto também prevê consequências mais rigorosas em caso de violação, como decretação de prisão preventiva e comunicação ao Ministério Público. A proposta ainda autoriza a União, estados e municípios a firmarem convênios para aquisição e operação dos equipamentos de monitoramento e para integração dos sistemas de informação das forças de segurança.
Segundo Eduardo da Fonte, a medida busca garantir que as decisões judiciais tenham efetividade na proteção das mulheres. “Muitas vítimas continuam expostas mesmo após conseguirem medidas protetivas. A tornozeleira eletrônica permite monitoramento em tempo real e dá mais segurança para evitar novas agressões”, afirmou o parlamentar.
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Como ocorre em todos os períodos eleitorais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou a página das Eleições 2026. No espaço digital, é possível consultar as resoluções que regerão o pleito deste ano, incluindo a do calendário eleitoral, além de outras informações voltadas a eleitoras e eleitores, partidos políticos, futuras candidatas e candidatos, entre outros interessados.
No espaço, é possível ter acesso rápido aos serviços mais procurados pela população na época das eleições. Entre eles: consultar o local de votação; consultar a situação eleitoral; imprimir o título eleitoral; consultar o número do título eleitoral; imprimir o formulário de justificativa eleitoral; quitar multa eleitoral.
A página reúne as gravações das três audiências públicas, realizadas de 3 a 5 de fevereiro no TSE, para debater o aprimoramento das resoluções e disponibiliza as contribuições feitas pela sociedade. Há também espaços destinados a informações sobre contas eleitorais, divulgação de candidaturas (DivulgaCandContas), Teste Público da Urna (TPU), partidos registrados no TSE, federações partidárias existentes, contas partidárias, entre outros assuntos.
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), negou, há pouco, ao blog, que o seu grupo tenha fechado a indicação do vice de João Campos, que seria Antônio Coelho, seu irmão, deputado estadual. Também disse desconhecer que o deputado Eduardo da Fonte tenha fechado acordo para ser candidato a senador na chapa de João.
“Só se ele (Dudu) for candidato avulso, porque não terá a minha assinatura como presidente do União Brasil, que integra a federação com o PP”, disse. Miguel negou também que tenha aberto negociações para ser candidato a senador na chapa de Raquel.
“A única pessoa com quem tratei de Senado foi com João Campos e estou esperando uma definição. Não tratamos de vice, que não nos interessa”, afirmou.
