Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
O deputado federal Felipe Carreras (PSB) participou, nesta terça-feira (16), de uma reunião com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabrício de Oliveira, para apresentar a proposta de implantação de uma área de escape na descida da Serra das Russas, na BR-232, no município de Pombos. A solicitação foi levada ao órgão a partir de um pleito apresentado por Rosinaldo Manoel Veras, conhecido como “Já Morreu”, liderança política de Arcoverde.
A Serra das Russas é um dos trechos de maior inclinação da malha rodoviária pernambucana e concentra intenso fluxo de caminhões, ônibus e veículos de passeio. Ao longo dos anos, o local registrou acidentes envolvendo, principalmente, veículos pesados com problemas mecânicos ou falhas no sistema de frenagem.
As áreas de escape são estruturas utilizadas em descidas acentuadas para reduzir a velocidade de veículos em situações de emergência. Segundo Felipe Carreras, a pauta seguirá sendo acompanhada junto ao DNIT para avaliar a viabilidade da implantação do equipamento na rodovia.
A Câmara Municipal de Floresta, no Sertão de Pernambuco, aprovou na noite desta terça-feira (16) o Projeto de Decreto Legislativo que rejeita as contas da prefeita Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz, a Rorró Maniçoba, referentes ao exercício financeiro de 2023. As informações são do Blog do Elvis.

Por: Redação Fonte: Blog do Elvis
16/06/2026 às 20h13 Atualizada em 16/06/2026 às 20h36

A Câmara Municipal de Floresta, no Sertão de Pernambuco, aprovou na noite desta terça-feira (16) o Projeto de Decreto Legislativo que rejeita as contas da prefeita Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz, a Rorró Maniçoba, referentes ao exercício financeiro de 2023.
A votação ocorreu durante sessão realizada no plenário da Casa Benício Ferraz e teve como base o parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), que recomendou a rejeição das contas da gestora.
Um dos fatos que chamou atenção durante a sessão foi a ausência da prefeita. Rorró Maniçoba não compareceu ao plenário e também não enviou representante legal para apresentar defesa oral em relação à prestação de contas analisada pelos vereadores.
Leia maisO decreto legislativo foi aprovado por 8 votos a 5.
Votaram a favor da aprovação do decreto que rejeita as contas os vereadores André Ferraz, Kiel do Pipa, Chichico Ferraz, Túlio Laranjeira, Lenilda Belo, Peu Vilarim, Victor Laert e Gilberto Quirino.
Já os vereadores Beijinha Puça, Tiago Maniçoba, Talles Cruz, Lenilton do Detran e Péricles Ferraz votaram contra o decreto e defenderam posição divergente da maioria da Casa.
Para afastar a recomendação do TCE-PE e aprovar as contas da gestora seriam necessários os votos de dois terços dos membros da Câmara, o equivalente a nove dos treze vereadores. Como esse número não foi alcançado, prevaleceu o entendimento pela rejeição das contas de 2023.
O resultado representa uma derrota política para a prefeita e mantém o parecer do Tribunal de Contas sobre a gestão fiscal e administrativa do exercício de 2023.
Com a aprovação do decreto legislativo, a Câmara Municipal conclui sua análise sobre as contas do referido exercício, cabendo agora os desdobramentos legais e eleitorais que possam decorrer da decisão.
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O senador Cid Gomes (PSB) subiu o tom ao rebater declarações recentes do pré-candidato ao governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB). Rompidos desde 2022, eles ocupam palanques opostos neste ciclo eleitoral. Em evento do PSB em Sobral, berço político da família Ferreira Gomes, o parlamentar criticou a fala do tucano de que, quando Cid disputou a eleição para governador, era conhecido como “irmão de Ciro”.
— Me perdoe! Mas, eu tinha sido prefeito de Sobral, durante oito anos. Durante oito anos, esse povo faz lá esse troféu de melhor prefeito, fui primeiro lugar nos oito anos como prefeito de Sobral. O esforço aqui na educação já era conhecido internacionalmente e é referência até hoje — disse Cid no sábado. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO senador também criticou o irmão por pedir desculpas ao ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), cotado para disputar o Senado na chapa de Ciro.
Em abril, Cid disse ao GLOBO ser “muito constrangimento ter um irmão e não votar nele”. Enquanto o senador é aliado do governador Elmano de Freitas (PT) e articula a presença do PSB na chapa majoritária petista, Ciro é o principal nome da oposição na disputa pelo governo estadual.
Cid e Ciro estão afastados há cerca de três anos, quando discordaram sobre quem deveria ser o candidato do PDT no pleito estadual de 2022. O parlamentar defendia a continuidade da então governadora Izolda Cela, que assumiu após Camilo deixar o cargo, à medida que Ciro bancou a candidatura do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio.
O objetivo de Ciro era ter um palanque no estado em sua campanha à Presidência, o que poderia ter resistências da então governadora em meio ao apoio a Lula. O PT, que defendia ter o palanque de Izolda, rompeu com o PDT após o escolhido ser Roberto Cláudio e lançou Elmano, que terminou eleito com 54,02% dos votos, contra 31,72% de Wagner e 14,14% do ex-prefeito de Fortaleza.
Um ano depois, em novembro de 2023, Cid saiu do PDT e migrou para o PSB junto a outros dois irmãos, isolando ainda mais Ciro. Junto com eles, debandaram cerca de 50 prefeitos de municípios cearenses, além de deputados estaduais e federais.
O governo Elmano é bem avaliado pela população, mas a ascensão de Ciro nas pesquisas de intenção de voto ao governo reforçou no PT a busca pelo fortalecimento da chapa majoritária. Tanto Camilo quanto Lula defendem que a composição deve privilegiar nomes que ajudem a expandir a base governista no estado.
Cid deseja que o deputado federal Júnior Mano seja o nome do PSB ao Senado na chapa de Elmano. Mas, há pressão de correligionários e membros do governo petista para que Cid dispute a reeleição.
O senador afirma que o compromisso com Júnior Mano já foi assumido e destaca a quantidade de apoio angariado pelo deputado entre prefeitos. A estimativa é a de que 40 chefes do Executivo municipal já se comprometeram a atuar na campanha do parlamentar.
Além dos nomes do PSB, também são cotados pelo PT o deputado federal Eunício Oliveira (MDB) e o ex-senador Chiquinho Feitosa (Republicanos). Do lado da oposição, o ex-deputado federal Capitão Wagner (União) e o deputado estadual André Fernandes (PL) são os favoritos para integrar a chapa de Ciro.
Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada na semana passada mostra favoritismo de Cid na disputa por uma cadeira na Casa. Em um cenário com Eunício como segundo nome da chapa petista, o irmão de Ciro alcança 49% das intenções de voto, enquanto Wagner aparece em seguida com 42%.
Nos outros dois cenários, onde Junior Mano é testado, o deputado varia entre 12% e 15%, aparecendo atrás de Wagner (43%-45%) e Eunício (30%-32%).
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Os prefeitos e prefeitas de Pernambuco se reuniram nesta terça-feira (16), no Recife, em Assembleia Extraordinária promovida pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). O encontro tratou de alternativas para a regularização de débitos municipais junto à Compesa, da destinação dos recursos provenientes da concessão dos serviços da companhia e de orientações do Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre prevenção de acidentes em obras e serviços públicos.
O ponto central da reunião foi a apresentação de um programa de negociação de débitos, construído pela Amupe em parceria com a Compesa e o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). A proposta garante desconto de até 50% aos municípios que optarem pelo pagamento à vista, além da possibilidade de parcelamento em até 120 meses, com correção pelo IPCA. As informações são do JC.
Leia maisO programa também prevê o encontro de contas entre débitos municipais e créditos que as prefeituras eventualmente tenham junto à companhia, como valores referentes à recomposição de pavimentação após intervenções da Compesa na rede.
O presidente da companhia, Douglas Nóbrega, destacou o caráter conciliatório da iniciativa. “Conseguimos apresentar um plano excepcional de quitação de débitos, de acordo e de parceria, naquele espírito de conciliação entre a Compesa, os municípios, o Governo do Estado e o Tribunal de Justiça”, afirmou.
Já o diretor comercial e de tecnologia da Compesa, Cleber Coelho Paz, explicou que a proposta foi estruturada com apoio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do TJPE. “Estamos oferecendo as melhores condições de pagamento, com prazo elástico e também a possibilidade de os municípios apresentarem eventuais créditos para realizar a conciliação”, disse, acrescentando que o objetivo é evitar a judicialização e buscar soluções pelo diálogo.
O presidente da Amupe e prefeito de Aliança, Pedro Freitas (PP), afirmou que “a Amupe lança uma alternativa para os municípios que estão inadimplentes poderem regularizar suas dívidas”, e destacou que a assembleia também trouxe orientações importantes sobre o uso dos recursos da concessão e sobre prevenção de acidentes em serviços de iluminação pública.
Freitas informou que Aliança não possui dívidas com a Compesa e que os recursos da concessão – mais de R$ 6 milhões, dos quais 60% já foram repassados – serão usados em obras de infraestrutura.
Durante o encontro, o prefeito de Buenos Aires, Henrique Queiroz (PP), pediu mais transparência da Compesa quanto aos valores pagos pela recomposição de pavimentação após intervenções da companhia. “Quando eles fazem a medição, consideram uma área muito menor do que aquela que efetivamente precisa ser recuperada”, afirmou.
Para o gestor, parte do problema decorre da idade avançada da rede de abastecimento, que exige reparos constantes para conter vazamentos: “a rede é muito antiga e muitos canos já não têm mais condições adequadas de funcionamento”, disse. Buenos Aires deve receber cerca de R$ 5,6 milhões da concessão, dos quais R$ 3,1 milhões já foram repassados.
Já o prefeito de Camaragibe, Diego Cabral (Republicanos), avaliou que “o momento da assembleia foi importante para deixar os prefeitos seguros sobre como utilizar os recursos oriundos da concessão da Compesa”.
O município deve receber cerca de R$ 16 milhões, com 60% do valor já transferido, recursos que, segundo o prefeito, serão aplicados principalmente em pavimentação asfáltica e obras de contenção de encostas – investimentos que devem beneficiar diretamente a população.
A assembleia contou ainda com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que apresentou orientações sobre prevenção de acidentes em serviços de iluminação pública e na execução de obras públicas.
Simone Holmes, médica do trabalho, sanitarista e chefe do setor responsável pelas políticas de saúde ocupacional na Superintendência Regional do Trabalho, chamou atenção para a subnotificação de acidentes de trabalho no país: trabalhadores informais, do setor público e de atividades fora do regime da CLT geralmente não entram nas estatísticas oficiais, o que distorce a real dimensão do problema mesmo quando os números já são considerados altos.
Segundo Simone Holmes, uma das principais frentes de atuação do órgão é a análise das causas dos acidentes de trabalho, com o objetivo de preveni-los, já que, na maioria dos casos, não há uma causa única, mas um conjunto de fatores que se acumulam até o acidente ocorrer.
Esse trabalho de investigação abrange diversos setores, da construção civil à área rural, passando pela pecuária e pela saúde. Nos últimos dois ou três anos, o foco tem se voltado especialmente para o setor elétrico, já que o choque elétrico está entre as principais causas de acidentes de trabalho e atinge não apenas a construção civil, mas também o comércio, a manutenção de redes elétricas e o setor de telecomunicações.
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A pauta do Congresso Nacional dos últimos dias vem gerando desespero para os gestores municipais. Com uma série de reajustes salariais em aprovação, as contas públicas estariam sendo postas em segundo plano, justamente em ano eleitoral, quando os congressistas buscam agradar a diversas categorias profissionais – todas formadas por eleitores em potencial. Para o prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra (PSB), os parlamentares precisam agir com responsabilidade nesse momento.
“São aprovados os novos projetos e quem paga essa conta são os municípios. O que estamos fazendo, através da Frente Nacional dos Prefeitos, é entrar nessas discussões. De onde vão vir esses recursos? Os municípios já não aguentam mais. Estamos trazendo também a questão do transporte público, que hoje praticamente os municípios vêm custeando, e não é justo. Tem que ser governo federal, governo estadual e os municípios fazendo esses custeios”, disparou Léo Bezerra, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“Não adianta fazer leis e botar a responsabilidade para os municípios. Tem que fazer a lei e dizer de onde vão vir os recursos. Médicos, dentistas, enfermeiros, psicólogos, todas as categorias estão procurando o Congresso Nacional e aprovando algumas leis. Em breve vai chegar também o transporte, que já é custeado pelos municípios. A gente está cobrando que o governo federal e o governo estadual também possam ajudar os municípios. Não é só fazer leis, e sim dizer como esses recursos vão chegar aos municípios. Essa é a maior preocupação de todos os prefeitos, e em todas as rodas de conversa de que eu participo, não só na Paraíba, mas no Brasil. O assunto é um só: até onde vamos chegar? Isso vai quebrar as prefeituras. Não é justo. Antes de aprovar essas leis, as prefeituras têm que ser consultadas”, completou.
O pastor Gilvan Costa anunciou sua pré-candidatura ao Senado Federal por Pernambuco pelo Partido Democrata. Ex-vereador de Jaboatão dos Guararapes e ex-deputado estadual, ele afirma que pretende representar no Congresso Nacional pautas ligadas ao segmento evangélico e ao campo conservador.
Gilvan Costa iniciou sua trajetória política com atuação voltada à representação de igrejas evangélicas e à defesa da liberdade religiosa. Ao longo da vida pública, também participou de ações sociais e eventos religiosos realizados em diferentes municípios pernambucanos.
Segundo o pré-candidato, sua candidatura busca ampliar a representação de eleitores identificados com pautas relacionadas à fé, à família e aos valores conservadores.
O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), está desconfortável no partido. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele descreveu em detalhes a tensa relação, que afirma não conseguir entender. O gestor assumiu o comando da capital paraibana em abril, após o ex-prefeito Cícero Lucena (PP) se desincompatibilizar para disputar o Governo do Estado. Mesmo sendo aliado do ex-governador e presidente estadual do PSB, João Azevêdo, em quem votará para o Senado, Bezerra se vê às voltas com vereadores do próprio partido que lhe fazem oposição.
“Estou um pouco incomodado dentro do PSB. Recentemente, dois dos três vereadores do partido estão fazendo oposição a um prefeito que é do PSB. Não estou conseguindo entender. Primeiro, eu sou pedido para sair da presidência do partido, depois os vereadores começam a fazer oposição à nossa gestão, mesmo eu sendo do PSB. Meu nome é tratado como oposição. Só espero que eu não seja expulso mais uma vez desse partido. Já fui expulso uma vez do PSB e foram dias traumáticos, e para voltar fui convencido pelo ex-governador João Azevêdo e voltei com ele. Eu saí com ele para o Cidadania e voltei com ele para o PSB. E agora confesso que estou me sentindo escanteado. O PSB quer meu voto para senador com João Azevêdo, mas não quer me dar o apoio em João Pessoa”, desabafou Leo Bezerra.
Leia maisApesar da situação, o prefeito de João Pessoa diz que não planeja levar a questão para o presidente nacional da sigla, o ex-prefeito do Recife, João Campos. “Não levei, estou esperando uma conversa com o ex-governador João Azevêdo, que é um amigo, e tenho certeza de que ele vai me ouvir, e aí vamos tomar a melhor decisão”, afirmou Leo Bezerra. “O partido tem o prefeito, mas é oposição ao prefeito e quer o voto desse prefeito para o candidato a senador. Ninguém consegue entender isso”, resumiu.
“Estou aguentando tudo isso em respeito a João Azevêdo. Tenho que dizer muita coisa a ele, e sei que tenho muita coisa para ouvir dele. Sei de tudo que ele fez por mim, mas não está sendo justo o que estou passando nos últimos dias. Não recebi uma ligação de ninguém do partido me dando apoio em momento algum, pelo contrário. Estou desconfortável dentro do meu partido e estou aguentando tudo isso não em respeito ao partido, mas em respeito a João. Estou esperando essa conversa para, de maneira madura, a gente chegar a um denominador comum, se dá certo partirmos juntos ou se não dá certo. Agora, nossa amizade é inabalável”, concluiu o prefeito.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um pronunciamento, no plenário da Casa legislativa nesta terça-feira (16), no qual negou ter recebido US$ 30 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Master.
Alcolumbre fez o discurso após a Revista Veja veicular, na última quinta-feira (11), uma reportagem que afirma que Vorcaro teria dito às autoridades que transferiu a quantia para uma conta no exterior e que o dinheiro seria para o parlamentar do Amapá. As informações são do g1.
Leia maisA transferência teria sido feita como contrapartida a uma atuação de Alcolumbre em favor de interesses do Master.
Conforme a reportagem de Veja, Vorcaro teria feito as afirmações durante as tratativas com autoridades para fechar um acordo de delação premiada.
Preso em Brasília, o ex-banqueiro tenta um acordo de colaboração, mas já teve duas propostas rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Eu repudio, com toda a firmeza, e com toda a indignação o conteúdo desta matéria. Jamais recebi aqueles valores ou outros quaisquer, no Brasil ou no exterior, por qualquer motivo que seja”, disse o senador do Amapá.
“São alegações falsas, com a única e aparente intenção de arrastar o meu nome para lama. É espantoso e revoltante que uma acusação dessa gravidade seja publicada sem qualquer prova, sem qualquer evidência, contra um chefe de Poder”, completou Alcolumbre.
O presidente do Senado disse ainda que, caso a afirmação tenha mesmo partido de Vorcaro, provará que a narrativa é falsa. Por outro lado, disse que se não as declarações não constarem dos documentos “estaremos diante de uma invenção”.
“Se esse fato sequer constar de um acordo de colaboração, se não tiver sido dito pelo colaborador, por sua defesa ou pela autoridade responsável pela condução desse procedimento, então estaremos diante de uma situação muito mais grave. Porque não estaremos diante apenas de uma acusação falsa contra o presidente do Senado Federal. Estaremos diante da invenção de um fato inexistente e da tentativa de atribuir esse fato a um procedimento oficial para lhe conferir aparência de verdade”, disse.
“A quem interessa caluniar o presidente do Congresso Nacional? Quem se beneficia de tentar usar a imprensa para intimidar o chefe do Poder Legislativo?”, completou o senador.
Após a fala de Davi Alcolumbre, senadores de todos os espectros políticos, do PT ao PL, saíram em defesa do presidente do Senado.
O ato começou com o parceiro político de longa data, senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), que criticou as denúncias, passou pelo líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PL-AP), e incluiu senadores da oposição, como Espiridião Amin (PL-SC).
“A indignação que vossa excelência expressa aqui é uma indignação que eu acho que deve ser assinalada por todo o Congresso Nacional […] Qualquer acusação, seja de quem for ela tem que ter um lastro probatório mínimo, sobretudo quando essa acusação vai contra uma figura pública e sobretudo ao presidente do Congresso Nacional”, disse Randolfe Rodrigues.
Já o ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, seguiu a mesma a linha do que foi dito por Alcolumbre e chamou de “mafioso” e “gangsterismo” as afirmações apresentadas, caso elas sejam falsas.
“Se nós estamos eventualmente diante de um fato […] que não tenha sido alegada pelo colaborador por seu advogado, que não tenha sido alegada pelas autoridades responsáveis pelo processo de investigação, seja policial, seja o Ministério Público, que não existe num mundo jurídico e nem num mundo real, é um fato inventado e levado a uma imprensa de grande circulação para que o Brasil todo ouça esse fato inverídico, esse fato criado, aí, de fato, essa segunda hipótese nós estamos diante de um fato muito grave. Aí constitui uma ofensa, uma coação, um constrangimento, a busca de uma criminalização de um chefe do poder, de um presidente do Senado, que por algum motivo está sendo coagido a partir de um expediente mafioso, de gangueterismo, de alguém que inventa um fato e que constrange uma instituição inteira, constrange a figura de um senador”, concluiu.
Por outro lado, o senador Esperidião Amin (PP-SC), afirmou que as acusações foram ataques contra o Congresso Nacional, sob a gerência do Poder Judiciário.
“Não saiu de uma CPI. Saiu do que? Quem é que negocia uma delação? É a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, sob os auspícios do Judiciário. São aqueles compartimentos de onde vem as maiores críticas ao desempenho do Congresso Brasileiro numa CPI. Foi de lá que brotou esta também, que não foi a primeira afirmação contra um parlamentar. Ou seja, não sai dessa delação nada a respeito de juiz. Não sai nada a respeito de empresário, o alvo é o Congresso”, finalizou.
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A figura do presidente Lula (PT) não seria imprescindível na disputa para o Governo da Paraíba. Essa é a avaliação do prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), aliado do ex-prefeito Cícero Lucena (MDB), atual pré-candidato ao Executivo estadual. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o socialista lembrou que Lula não teve uma grande vantagem de votos na capital paraibana em 2022, o que não colocaria seu apoio como decisivo para uma eleição tão embolada quanto a daquele estado.
“Eu não poderia dizer que é imprescindível. Isso vai depender do PT. O ex-prefeito Cícero Lucena já colocou o seu nome. Independentemente de ter ou não o apoio do PT, a campanha dele já está na rua. Então fica difícil mensurar”, afirmou Leo. “Em João Pessoa, o presidente Lula ganhou a última eleição por cerca de mil votos. E aí o peso vai depender das ações do governo federal, dos investimentos que ele vem fazendo em toda a Paraíba. Nos resta aguardar a decisão do presidente e de seu partido”, completou.
Leia maisA declaração do gestor veio um dia após o presidente gravar um vídeo declarando apoio ao ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, pré-candidato ao Governo de Pernambuco. Na Paraíba, Lula declarou apoio apenas ao senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que concorrerá à reeleição.
“Estamos aguardando a decisão do PT. São coisas do cenário político mesmo. Eu vi um vídeo nos últimos dias do presidente Lula falando do seu apoio ao senador Veneziano. Estamos aguardando qual vai ser a decisão nacional, respeitando cada partido. Mas a pré-campanha do prefeito Cícero já está nas ruas, não só em João Pessoa, mas por toda a Paraíba”, concluiu Leo Bezerra.
Além de Cícero, estão no páreo o governador Lucas Ribeiro (PP), que disputará a reeleição, e o senador Efraim Filho (PL). Ribeiro era o vice do ex-governador João Azevêdo (PSB), que se desincompatibilizou em abril para concorrer ao Senado Federal. O prefeito de João Pessoa apoia o correligionário para a Casa Alta, mas não a reeleição do atual governador.
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HERON CID – MAIS PB
O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), rebateu, nesta terça-feira (16), em entrevista ao podcast Direto de Brasília, parceiro da Rede Mais, a análise do ecólogo sergipano, Genebaldo Freire, que avaliou a Capital como “caótica, poluída e violenta”, e convidou o especialista e os turistas brasileiros a conhecerem a cidade. “Vocês vão ver, verdadeiramente, se o que ele está falando é verdade ou mentira”, provocou o gestor.
“Primeiro, eu não quis responder a esse estudioso. Não quis responder para não dar Ibope ao que ele estava falando de João Pessoa. E a resposta que eu tenho para dar é: venha conhecer nossa cidade. Venha conhecer nossa orla, venha conhecer nosso centro, venha viver o dia a dia de João Pessoa, que vocês vão ver verdadeiramente se o que ele está falando é verdade ou é mentira”, citou o prefeito.
Leia maisEm resposta ao jornalista Heron Cid, da Rede Mais, Leo garantiu que o ecólogo sairá satisfeito com a visita à capital paraibana.
“O desenvolvimento aqui é coordenado, é organizado, nós temos uma prefeitura, nós temos um Governo do Estado, nós temos um governo federal que trabalha ativamente no nosso município e nós não estamos aqui para entrar nessa seara”, concluiu Leo Bezerra.
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O ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro, do Banco Master, pagou diárias de um hotel de luxo em Lisboa para o presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), em 2024.
A conclusão é da Polícia Federal (PF) e consta de documentos enviados pelos investigadores ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do g1.
O relatório é parte do material produzido na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis fraudes realizadas pela instituição financeira.
Leia maisO documento menciona conversas entre Vorcaro e um auxiliar em que o então banqueiro afirma que precisaria de dois quartos na cidade para “Ciro e Hugo”.
Ciro, no caso, é o senador Ciro Nogueira (PP-PI), segundo a PF, a quem Vorcaro daria – nas palavras dos investigadores – “tratamento privilegiado”, incluindo o pagamento de viagens internacionais, hospedagem e refeição em hotéis de luxo para o parlamentar.
Questionado nesta terça-feira (16) sobre as informações, Motta disse apenas que está tranquilo, que as investigações e órgãos estão trabalhando e que defende a investigação isenta e imparcial. Ciro Nogueira ainda não se manifestou sobre o tema.
Poucos dias depois das conversas sobre Lisboa, o auxiliar de Vorcaro informa que haveria duas suítes no hotel Four Seasons. Durante a conversa, o auxiliar pede que Vorcaro informe “a lista dos homens”, ao que o banqueiro respondeu com uma lista de nomes que incluía Ciro Nogueira e Hugo Motta.
Os investigadores destacam que, na mesma conversa, Vorcaro enviou um áudio ao auxiliar pedindo cuidado com a privacidade e segurança.
“Leo, preciso muito que você dê uma atenção na questão de segurança. Cidade está lotada, eu tive lá no lugar agora. Tive uma reunião lá no clube. Tem que ter certeza que o lugar em frente ao restaurante também esteja privatizado porque senão dá pra ver tudo lá dentro. Tem que ter alguém lá embaixo, quando você sai do elevador já dá para ver tudo, quem tá, o que está acontecendo”, diz Vorcaro no áudio. O auxiliar responde com “Ok”.
A PF cruzou as informações das mensagens com documentos obtidos nos e-mails de Vorcaro, incluindo uma fatura que fazia menção a uma viagem realizada a Lisboa em junho de 2024 – para a PF, a mesma das mensagens.
“O confronto dessas informações com as conversas mantidas no mesmo período, já mencionadas, permite identificar elementos coincidentes que reforçam a conclusão de que determinados pagamentos se referem à hospedagem de Ciro Nogueira e Hugo Motta”, diz o relatório. Segundo a PF, as diárias neste caso custaram EUR 3.155,71 – na cotação à época, cerca de R$ 18.256,21.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o novo prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!