Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
O novo presidente do Partido Liberal (PL) em Petrolina, Carlos Britto, realizou a primeira reunião oficial do diretório municipal após assumir o comando da legenda. O encontro reuniu a vice-presidente Lara Cavalcanti, o tesoureiro Pedro Rolim, o secretário Messias do Gênesis e os vogais Patrick Vileneuve Alves Silva, José Lino da Silva Filho e Bruno Carvalho. Na pauta, foram discutidas estratégias de organização e fortalecimento do partido no município e no Sertão pernambucano, com foco nas eleições de 2026.
Segundo Britto, a prioridade será ampliar a base de filiados e estruturar novos diretórios na região. “Assumimos o PL com a responsabilidade de fortalecer o partido em Petrolina e em todo o Sertão. Vamos trabalhar para ampliar nossas bases, dialogar com a população e construir um projeto político sólido para 2026”, afirmou. A vice-presidente Lara Cavalcanti também destacou o planejamento interno da legenda. “Estamos estruturando o partido com planejamento e unidade. Nosso objetivo é crescer com responsabilidade e consolidar o PL como uma força ativa”, declarou.
Por Anthony Santana – Blog da Folha
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), anunciou uma mudança no primeiro escalão da gestão da capital pernambucana. O secretário de Direitos Humanos e Juventude, Marco Aurélio Filho (PV), deixa o cargo e o então secretário executivo da pasta, Danilo Stanley, assume a titularidade.
Marco estava licenciado do cargo de vereador e deve retornar à Câmara Municipal do Recife. A mudança também afeta o vereador Osmar Ricardo (PT), presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores no Recife, que voltará a suplência.
A Guarda Revolucionária do Irã anunciou nesta segunda-feira que fechou o estreito de Hormuz para navegação, e ameaçou incendiar qualquer navio que tentar passar pelo trecho que separa o país persa da península Arábica.
A decisão, se cumprida, ameaça parar de vez o fluxo de petroleiros e embarcações que transportam por lá 20% do óleo e do gás natural liquefeito consumidos diariamente pelo mundo. A largura do estreito é de meros 40 km em seu ponto mais apertado. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisSites de monitoramento de tráfego marítimo já mostravam uma queda acentuada no movimento, com mais de 350 navios lançando âncora de um lado ou do outro estreito. Desde os EUA e Israel atacaram Irã no sábado (28), disparando a nova guerra na região, ao menos quatro petroleiros foram atingidos por drones da teocracia.
“O estreito de Hormuz está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha incendiarão esses navios”, disse Ebrahim Jabari, assessor do comandante da principal unidade militar do país —que ganhou um novo chefe após a morte de Mohamad Pakpour no ataque de sábado.
A área em si é bastante exposta. A faixa de tráfego em águas internacional por lá é de 3 km, e no ponto mais estreito apenas 33 km separam a costa do Irã da de Omã.
Contra a retórica há o fato de que as forças navais de Teerã estão sob forte ataque, principalmente de aviões americanos. Imagens de satélite mostraram o principal porto do estreito, Bandar Abbas, em chamas no sábado. É lá que fica o princial QG da Guarda.
Há pouca informação, mas militares israelenses relatam que os EUA estão bombardeando as 16 instalações conhecidas de Teerã na região, inclusive as bases de mísseis antinavio do país, que têm alcance de até 300 km, pode cobrir parte do golfo de Omã.
Lá os EUA já disseram ter afundado todos os 11 navios operados por Teerã, algo que o Irã não comenta.
Hormuz foi um dos palcos da chamada Guerra dos Petroleiros (1981-88), parte da Guerra Irã-Iraque (1980-88) em que ambos os lados atacaram navios mercantes na região. Teerã foi responsabilizada po 168 ataques, e Bagdá, por 263.
O potencial desruptivo nessas áreas é enorme, como a operação dos rebeldes houthis em apoio ao Hamas na guerra com Israel (2023-2025) mostrou. Disparando mísseis e drones contra navios mercantes e militares, o comércio no mar Vermelho foi seriamente afetado, com novas rotas obrigando o aumento do frete marítimo em até cinco vezes.
Até este momento, os houthis não participaram de forma ativa da guerra atual, embora digam estar prontos para isso. Assim como o Hamas, Hezbollah e outros, eles são apoiados pelo Irã.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou a integrar nesta segunda-feira (2) a equipe de advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Papuda, em meio à pré-campanha à Presidência da República.
Ao compor formalmente a defesa do pai, Flávio garante acesso livre à unidade prisional durante os preparativos para a disputa presidencial. Da prisão, Bolsonaro tem traçado estratégias tanto para o Planalto quanto para a composição de alianças nos estados. As informações são da CNN.
Como filho, o senador teria direito a visitas apenas duas vezes por semana: às quartas-feiras e aos sábados.
Leia maisA estratégia repete movimento adotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2018, quando o hoje ministro da Fazenda, Fernando Haddad, resgatou sua inscrição na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para atuar como advogado de Lula, então preso na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Curitiba, durante a pré-campanha presidencial.
Na ocasião, Lula se lançou candidato ao Planalto mesmo detido, tendo Haddad como vice. Posteriormente, Haddad assumiu a cabeça da chapa, que passou a ter como vice a ex-deputada Manuela D’Ávila, então no PCdoB.
Flávio é formado em direito pela Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. Ele obteve a carteira da OAB em julho de 2006.
Antes de Flávio, o ex-ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida já havia sido substabelecido como advogado de Bolsonaro, também com o objetivo de auxiliar na articulação política.
A defesa do ex-presidente é composta pelos advogados Celso Vilardi, Paulo Cunha Bueno e João Henrique Nascimento Freitas.
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Os municípios de Jataúba, no Agreste, e Santa Cruz, no Sertão de Pernambuco, registram fortes chuvas nesta segunda-feira (2), em meio a alertas vermelho, laranja e amarelo emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso mais grave, de grande perigo por acumulado de chuva, inclui as duas cidades e segue válido até as 23h59. Segundo o órgão, o alerta vermelho prevê precipitações superiores a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros por dia, com risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos.
Em Jataúba, moradores enviaram vídeos ao blog mostrando a intensidade da chuva em diferentes pontos da cidade. Em uma das gravações, um morador comemora: “Ô riqueza, muita chuva em Jataúba”. A previsão indica tempo nublado, com pancadas de chuva ao longo do dia e possibilidade de continuidade das precipitações durante a semana.
Leia maisEm Santa Cruz, no Sertão, um motociclista foi arrastado pela correnteza durante o sangramento do Açude da Venerada, após o transbordamento provocado pelas chuvas. Imagens mostram o momento em que ele tenta atravessar uma área alagada e é puxado pela força da água. Populares conseguiram retirá-lo, e não há registro de feridos. O Inmet orienta que, em caso de emergência, a população acione a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
A ex-deputada federal Marília Arraes comunicou à presidência nacional do Solidariedade na sexta-feira que deixará a sigla para disputar o Senado em Pernambuco pelo PDT. A filiação dela na nova sigla está prevista para o dia 12 de março. Líder nas pesquisas, Marília afirmou que a candidatura à Casa Legislativa “não tem volta”. A movimentação ocorre em meio a uma disputa na esquerda pela composição da chapa apoiada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado.
— Hoje assumo a responsabilidade. Não tem volta atrás. Eu não tenho direito de fazer isso com mais de 40% da população que quer que a gente esteja no Senado — disse a ex-deputada, que referencia o resultado mais recente da pesquisa Datafolha.
Nas redes sociais, Marília também reforçou o apoio a Lula e ao prefeito de Recife, João Campos (PSB), que é pré-candidato ao governo estadual. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA composição da chapa petista opõe a ex-deputada ao ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), e lideranças do Centrão no estado, como Miguel Coelho (União Brasil) e Eduardo da Fonte (PP). A única definição dentro do diretório estadual petista é a candidatura à reeleição do senador Humberto Costa (PT), enquanto a escolha de quem assumirá a segunda vaga permanece em negociação.
Aliados de Marília acreditam que a “conjuntura” de liderança nas pesquisas torna praticamente “insustentável” uma chapa lulista sem a presença dela, que é ex-petista.
O PSB foi aliado de primeira hora de Lula na eleição de 2022 e cobra apoio exclusivo de Lula a Campos, que é presidente nacional do partido. Nesse cenário, é esperado que o presidente debata a segunda vaga da chapa com o aliado. Não está descartado, porém, que Lula tenha um palanque duplo no estado. A atual governadora, Raquel Lyra, migrou do PSDB para o PSD para se aproximar do petista. Apesar de comandar três ministérios no governo Lula, o partido de Gilberto Kassab tem três pré-candidatos à Presidência: os governadores Ratinho Júnior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grando do Sul).
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O deputado federal Felipe Carreras encaminhou, nesta segunda-feira (2), ofícios a quatro ministros do Governo Federal solicitando apoio emergencial aos municípios do Agreste Meridional de Pernambuco afetados pelas fortes chuvas. Os documentos foram enviados a Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Jader Barbalho Filho (Cidades), José Múcio Monteiro (Defesa) e Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome).
Nos ofícios, o parlamentar solicita atuação integrada para garantir assistência humanitária, apoio à Defesa Civil, liberação de recursos para ações emergenciais e suporte às famílias atingidas. As demandas destacam os municípios de Jupi, Jucati, Calçado, Lajedo e Garanhuns, com atenção ao distrito de São Pedro, apontado como uma das áreas mais afetadas.
Além do envio dos documentos, Carreras solicitou agenda com os ministros para tratar do tema em Brasília ainda nesta semana, com o objetivo de discutir as providências necessárias.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (2) que a Casa está pronta para votar o Projeto de Lei que prevê incentivos ao setor sucroalcooleiro no estado. A declaração foi feita durante reunião com representantes do segmento e parlamentares, na qual Porto destacou que, assim que o texto for encaminhado pelo Governo do Estado, seguirá para análise nas comissões e posterior votação em plenário. “Estamos solidários aos pleitos do setor e dispostos a construir soluções que permitam a superação dos prejuízos e a retomada do crescimento da produção”, disse.
O setor reivindica apoio diante de perdas provocadas pela estiagem, pela queda no valor da tonelada da cana-de-açúcar e pelo impacto de medidas comerciais internacionais sobre o açúcar. Segundo Porto, os incentivos podem gerar efeitos positivos em uma cadeia produtiva que reúne mais de 70 mil empregos diretos e cerca de 200 mil indiretos, distribuídos em mais de 60 municípios pernambucanos.
“A Assembleia tem plena consciência da crise que põe em risco um setor que é estratégico para Pernambuco na geração de divisa e empregos. Exatamente por isso, necessitamos de medidas que solucionem esta crise com urgência. Estamos no aguardo do Projeto de Lei do Executivo para dar encaminhamento e garantir os incentivos esperados pelos produtores”, afirmou o presidente da Alepe. Participaram do encontro representantes de entidades do setor e deputados estaduais de diferentes partidos.
Por Houldine Nascimento – Poder 360
O assessor especial da Presidência da República e principal conselheiro de política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Celso Amorim, disse que o Irã não deve se submeter a uma grande potência depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel que atingiram a capital iraniana, Teerã, no sábado (28). A ação resultou na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
“O Irã não vai desaparecer, nem vai se render, nem se prestará a ter um regime que seja títere de qualquer outra grande potência. Agora, exatamente como as coisas vão se passar, eu não sei. Não sei se já havia algum entendimento com alguém da guarda revolucionária. Eu sei que o Irã é um país importante, com personalidade, e eu acho que ele vai reagir a qualquer tentativa de dominação absoluta”, declarou em entrevista ao Poder360 no domingo (1º).
Leia maisAmorim fez um comparativo com a situação envolvendo o Iraque, em 2003, com a captura do então presidente, Saddam Hussein:
“É natural que a morte de um líder sempre signifique uma crise de um regime ou de um sistema político, mas também tem que pensar nas consequências. No caso do Iraque, por exemplo, a derrota de Saddam Hussein. O Iraque é um país muito menor, muito menos significativo do que o Irã. A morte de Saddam Hussein acabou, a vitória lá acabou gerando um radicalismo, um extremismo, até favorecendo o nascimento do Estado Islâmico. Acho que não vai acontecer a mesma coisa no Irã, porque, ao contrário do que se diz, o Irã é um país mais estruturado”.
O ex-ministro também disse não saber a consequência a longo prazo da morte de Khamenei, mas que há um potencial de escalada em várias frentes. “É muita rivalidade entre os países árabes, entre xiitas e sunitas. O que aconteceu agora vai atiçar um pouco essas rivalidades, o que não é bom. Certamente, quando você fala nisso, ao mesmo tempo, fala-se em grande Israel como se fosse uma expansão, também é outra complicação. O grau de risco de uma guerra global subiu um ponto. Se isso é bom ou mal, cada um julgará”, declarou.
IRÃ AGRADECE BRASIL
O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam, agradeceu nesta 2ª feira (2.mar) ao governo Lula pelo posicionamento depois dos ataques dos Estados Unidos contra o país do Oriente Médio –que começaram na madrugada do sábado (28.fev). Em entrevista a jornalistas, afirmou que a ação do Brasil em condenar a incursão é “valorosa”.
Em nota divulgada pelo Itamaraty no mesmo dia do ataque, o governo brasileiro manifestou apoio a Teerã e solicitou que os países resolvessem o conflito por vias diplomáticas e evitassem a escalada no conflito. No entanto, em nota posterior, também condenou a retaliação iraniana contra Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Jordânia.
O governo brasileiro disse ainda que pediu para que “todas as partes respeitem o Direito Internacional”. Ao ser questionado, Nekounam não comentou a 2ª declaração do Itamaraty, mas disse que o país tem o “direito” de responder “na mesma altura”.
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Acabou há pouco, em Agrestina, a tarde de autógrafos do meu livro “Os Leões do Norte”, pela editora Eu Escrevo. A programação, voltada especialmente para alunos e professores da rede municipal, aconteceu na Escola Municipal Leonila de Souza Ribeiro, com apoio da Prefeitura. O destaque foi a participação dos estudantes, que acompanharam a palestra, fizeram perguntas e relacionaram o conteúdo histórico da obra ao aprendizado em sala de aula.

Marcaram presença o prefeito Josué Mendes (PSB); a secretária de Assistência Social, Gigislaine França; o presidente da Câmara, Zito da Barra; o secretário de Cultura e Turismo, Josenildo Santos; a secretária adjunta de Cultura e Turismo, Anayran Santos; o secretário de Esportes, Dário; o secretário especial, Maycon Santos; e o secretário de Recursos Hídricos, Edson Romão. Também participou a gestora da escola, Elisângela Cláudia.


A agenda segue ao longo da semana. Passarei pelos municípios de Altinho, Camocim de São Félix, Panelas, Cupira, Passira e Cumaru. Em todos esses municípios, o evento é direcionado aos alunos e professores da rede municipal de ensino, porque meu objetivo é levar a obra a todas as escolas do Estado.




“Os Leões do Norte” reúne 22 minibiografias de ex-governadores de Pernambuco (1930–2022), fruto de extensa pesquisa jornalística e historiográfica. A obra resgata a memória política e institucional do Estado e propõe uma reflexão sobre os legados, contradições e impactos das gestões ao longo de quase um século.
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O partido Avante anunciou a filiação de Rildo Braz, que passa a integrar o grupo de pré-candidatos da sigla à Câmara dos Deputados. Ex-deputado estadual de Pernambuco, ex-prefeito de Catende e quatro vezes vereador do município, ele tem atuação política consolidada na Zona da Mata Sul.
Segundo o presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira, a chegada de Braz fortalece o projeto político do partido no estado. “Sua filiação qualifica ainda mais os quadros do Avante e reforça nosso compromisso de apresentar nomes preparados para defender os interesses do povo pernambucano em Brasília”, afirmou.
Rildo Braz destacou que assume o novo desafio com foco nas eleições de 2026. “Chego ao Avante com muita responsabilidade e entusiasmo. Coloco meu nome à disposição como pré-candidato a deputado federal com o compromisso de trabalhar por mais desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida para o povo de Catende e de Pernambuco”, declarou.
A oposição na Câmara Municipal do Recife reuniu as 13 assinaturas necessárias — maioria mínima exigida — e protocolou, nesta segunda-feira (2), o pedido de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso conhecido como “fura-fila” no concurso da Procuradoria do Município. O requerimento, registrado como Processo Administrativo nº 612/2026, prevê a investigação de possíveis irregularidades no certame.
A CPI tem como foco a apuração de eventual favorecimento e possíveis irregularidades, incluindo a reclassificação de um candidato para a lista de pessoas com deficiência (PCD) após a homologação do concurso. O pedido foi formalizado com a entrega do documento ao presidente da Casa e transmitido ao vivo nas redes sociais do parlamentar. Com o número mínimo de assinaturas alcançado, a tramitação segue para leitura em plenário e adoção das providências regimentais para instalação da comissão.
