Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) voltou ao Litoral Norte em mais um dia de agendas em espaços de grande circulação popular. Neste sábado (4), em Igarassu, ao lado do deputado estadual e ex-prefeito Mário Ricardo (Podemos), ele visitou a feira livre, conversou com comerciantes e frequentadores e deu entrevistas a rádios locais. Já em Itapissuma, João prestigiou o lançamento de um memorial em homenagem ao ex-prefeito e pré-candidato a deputado federal Yves Ribeiro (MDB) e apreciou a caldeirada que é símbolo da cidade.
Durante as agendas, João se comprometeu a destravar demandas históricas da região, como a mobilidade urbana. “A BR-101 é o principal corredor de mobilidade da Região Metropolitana e é fundamental desafogá-la. A construção do Arco Metropolitano é decisiva não apenas para o trecho sul, mas principalmente para o trecho norte, que é o maior gargalo. Se for mais ao norte, é mais rápido sair de João Pessoa para Goiana do que sair do Recife, por conta do trânsito urbano na BR. Nós vamos fazer o trecho norte. A gente não pode titubear. Vocês têm o meu compromisso. Vamos chamar todo mundo e buscar um consenso”, prometeu.
Leia maisAcompanharam a agenda o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), a deputada federal Maria Arraes (PSB), a deputada estadual Dani Portela (PT), a vereadora do Recife e pré-candidata a deputada federal Liana Cirne (PT) e outras lideranças com atuação política em Igarassu.
Em seguida, já em Itapissuma, João Campos participou do lançamento da pedra fundamental do Memorial Yves Ribeiro. O espaço reúne fotos, quadros, documentos e outros registros dos mais de 50 anos de vida pública do político, que é recordista brasileiro pelos sete mandatos que teve à frente da prefeitura daquele município e também de Igarassu e Paulista, na mesma região. O ato também foi prestigiado pelos prefeitos Flávio Gadelha (PSB), de Abreu e Lima, e Paulo Roberto Arruda (MDB), de Vitória de Santo Antão, pelos ex-prefeitos Mário Ricardo (Igarassu) e Paulo Batista (Itamaracá) e pelo presidente estadual do MDB, Raul Henry.
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Por Luiz Queiroz – Capital Digital
Depois de quase quatro anos dedicados à reconstrução das políticas públicas de ciência, tecnologia, inovação e indústria, um eventual quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende inaugurar uma nova etapa do desenvolvimento brasileiro.
Se o terceiro mandato foi marcado pela recuperação da capacidade de planejamento do Estado, pela recomposição dos instrumentos de financiamento e pela retomada da política industrial, as diretrizes reunidas no documento “Plano Participativo pelo Brasil pelos Brasileiros – Diretrizes para o Plano de Governo 2027-2030” mostram que a estratégia para um eventual quarto mandato amplia significativamente essa agenda.
Leia maisO texto, que o blog obteve com exclusividade, propõe transformar a soberania científica, tecnológica, digital e industrial em eixo estruturante da política econômica brasileira, amplia o papel do Estado na coordenação das cadeias produtivas, cria novos instrumentos permanentes de financiamento e defesa da indústria nacional e aproxima a política econômica dos conceitos de segurança nacional hoje adotados por diversas potências industriais. Em cinco capítulos o blog fará um diagnóstico do que o PT e os demais partidos aliados esperam de um eventual quarto mandato de Lula.
Temas como cibersegurança, infraestrutura de redes e inclusão digital não estão detalhados no plano. O que não quer dizer que não possam estar inseridos em outros documentos que tragam propostas para um quarto mandato de Lula. Porém, é curioso que não estejam claramente definidas as metas futuras para esses setores, já que na questão do incremento das redes de comunicação e a inclusão digital o Governo Lula 3 resgatou uma dívida histórica com as áreas menos favorecidas do país, praticamente permitindo a excursão de milhões de brasileiros que habitam em áreas remotas.
O documento não apresenta, por exemplo, uma política específica para o setor de telecomunicações, tampouco discute temas regulatórios como concessões, espectro, 5G ou o papel da Anatel. Em vez disso, as redes de comunicação aparecem como infraestrutura indispensável para sustentar a soberania digital, a transformação produtiva e a inclusão social. Já a cibersegurança é citada apenas como um componente da estratégia de soberania tecnológica e de defesa nacional. E não como um capítulo autônomo com um conjunto detalhado de políticas.
O documento ainda poderá sofrer alterações, à medida que ele for apresentado para as diversas instâncias do governo e dos partidos que compõem a frente de apoio à reeleição do presidente Lula. Ele foi elaborado pelo “Grupo de Trabalho Brasil Moderno”, que contou com os seguintes integrantes: Nelson Akio Fujimoto (coordenador do GT), Daniela Carvalho (coordenadora do GT), Luiz Antonio Elias (relatoria), Renata Mielli (relatoria), James Görgen (relatoria), Lucas Mazoti (relatoria), Joao Cassino (relatoria), Felipe Machado (relatoria), Mauro Borges, Andreia Michele, Handerson Leite, Neide Freitas, Ricardo Bimbo, Tica Moreno, Iago Montalvão, Gabriel Medina, Ana Paula Bernardes, Jorge Bittar, Miriam Chaves, Rodrigo Assumpção, Uallace Moreira Lima, Beatriz Vasconcelos, Marcelo Lopes e Júlia Cruz.
Mais do que uma atualização do programa de governo apresentado em 2022, o documento representa uma mudança de patamar. Em vez de concentrar esforços na reconstrução institucional promovida desde o início do atual mandato, a proposta parte do pressuposto de que essa etapa foi concluída e que o país reúne condições para avançar para um novo ciclo de desenvolvimento. Ao longo de suas 15 páginas, praticamente todas as políticas públicas voltadas para ciência, tecnologia, inovação, infraestrutura digital, mineração, indústria, comércio exterior, defesa, saúde e energia passam a ser organizadas em torno de um conceito central: soberania nacional. Essa soberania, entretanto, deixa de ser entendida apenas como controle político do território ou da economia e passa a incorporar dimensões científicas, tecnológicas, digitais e industriais consideradas indispensáveis para a competitividade brasileira nas próximas décadas.
A lógica do documento difere daquela que orientou o terceiro mandato de Lula. Em 2023, o governo alegou que encontrou um conjunto de instituições fragilizadas, fundos públicos contingenciados, programas industriais descontinuados e forte redução da capacidade de investimento do Estado em ciência e inovação. A resposta foi a reconstrução dessas estruturas. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços voltou a existir, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial foi reativado, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) voltou a operar plenamente, programas de inovação foram retomados e uma nova política industrial passou a orientar a atuação dos bancos públicos e das agências de fomento BNDES e Finep. O documento considera que essa etapa foi bem-sucedida e a utiliza como ponto de partida para propor uma ampliação do papel do Estado na economia.
O texto faz questão de registrar os principais resultados alcançados desde 2023. Um dos exemplos destacados é a liberação integral dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Segundo o documento, a decisão permitiu realizar aproximadamente R$ 30 bilhões em investimentos ao longo de três anos, configurando o maior ciclo recente de financiamento público à ciência brasileira. Os autores sustentam que a recomposição do fundo restabeleceu a capacidade do Estado de financiar projetos estruturantes em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, interrompendo um período marcado por contingenciamentos e cortes orçamentários.
Também recebe destaque o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O documento informa que R$ 12,1 bilhões foram destinados à infraestrutura científica, contemplando projetos considerados estratégicos para a capacidade tecnológica nacional. Entre eles estão o Projeto Orion, responsável pela construção do laboratório NB4 de máxima contenção biológica, a expansão da fonte de luz síncrotron Sirius, o Reator Multipropósito Brasileiro, voltado à produção de radioisótopos e pesquisas nucleares, e a aquisição do supercomputador que servirá de base para a infraestrutura computacional do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial. Esses investimentos são apresentados como exemplos da retomada do planejamento estatal em áreas de alta complexidade tecnológica.
Na área da formação de recursos humanos, o documento destaca a recomposição das bolsas de pesquisa. Os reajustes concedidos às bolsas de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado variaram entre 40% e 75%, acompanhados da ampliação do número de bolsas financiadas pelo governo federal. Segundo os autores, a medida buscou enfrentar o processo de desvalorização da carreira científica ocorrido nos anos anteriores e recuperar a capacidade de formação de pesquisadores em áreas estratégicas para o desenvolvimento nacional.
Outro ponto considerado fundamental foi a expansão da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. O documento afirma que a RNP ampliou significativamente sua presença nas regiões Norte e Nordeste, alcançando cerca de 1.700 unidades acadêmicas. Essa expansão é apresentada não apenas como política de conectividade, mas como parte da infraestrutura nacional de ciência, educação superior e transformação digital, reforçando o papel das redes acadêmicas como elemento estruturante do desenvolvimento tecnológico brasileiro.
No campo industrial, o balanço do Governo Lula 3 é igualmente utilizado como fundamento para as novas propostas. A recriação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e a reativação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial aparecem como símbolos da retomada da política industrial brasileira. Segundo o documento, essas decisões permitiram construir de forma participativa a Nova Indústria Brasil, apresentada como a principal política de desenvolvimento produtivo do país. Diferentemente das estratégias industriais tradicionais, concentradas apenas em determinados segmentos econômicos, a NIB foi organizada em torno de grandes missões nacionais relacionadas à saúde, segurança alimentar, transformação digital, sustentabilidade ambiental, infraestrutura, defesa e aumento da produtividade.
Para financiar essa estratégia, o governo reorganizou a atuação dos bancos públicos. O Plano Mais Produção tornou-se o principal braço financeiro da Nova Indústria Brasil e, segundo o documento, deverá mobilizar R$ 713 bilhões até o final de 2026. Os recursos são provenientes de diferentes instituições financeiras públicas e destinam-se ao financiamento de investimentos privados alinhados às prioridades da política industrial. Ao mesmo tempo, o governo criou novos instrumentos de financiamento, como a Letra de Crédito do Desenvolvimento, fortaleceu o Fundo Clima, retomou a atuação do BNDESPar em fundos de participação e passou a utilizar a Taxa Referencial (TR) em linhas específicas destinadas à inovação e à transformação digital das empresas brasileiras.
O documento também apresenta um amplo inventário dos programas setoriais implantados ou retomados durante o terceiro mandato. Entre eles estão o Programa Mobilidade Verde e Inovação, com previsão de R$ 19,3 bilhões, a renovação do Regime Especial da Indústria Química, estimada em R$ 7,2 bilhões, o Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química, de R$ 15 bilhões, a renovação da Lei de Informática e do PADIS/Brasil Semicon, com aproximadamente R$ 35 bilhões, além do Marco Legal do Hidrogênio de Baixo Carbono, que prevê R$ 18,3 bilhões em incentivos. Também são lembrados os Planos Brasil Soberano 1 e 2, voltados ao apoio de empresas exportadoras diante das instabilidades internacionais, que somam R$ 45 bilhões em crédito.
Na área digital, o documento informa a consolidação do GOV.BR, hoje com mais de 175 milhões de usuários e cerca de 4.600 serviços públicos integrados, que é apresentada como demonstração da capacidade do Estado brasileiro de operar grandes plataformas digitais. O mesmo ocorre com o PIX, descrito como exemplo internacional de infraestrutura pública de pagamentos desenvolvida sob coordenação estatal. Essas experiências servem de base para justificar uma ampliação da presença do Estado na economia digital durante o próximo ciclo de governo.
Outro marco destacado é a transformação da antiga Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial. O documento registra que o PBIA reúne R$ 23 bilhões em investimentos distribuídos ao longo de quatro anos e prevê a construção de infraestrutura computacional soberana, aquisição de supercomputadores, desenvolvimento de modelos de linguagem em português treinados com bases nacionais e implantação de uma arquitetura nacional de processamento de dados. Ao citar essas iniciativas, o texto deixa claro que considera encerrada a fase de formulação das políticas públicas para inteligência artificial e propõe avançar para uma etapa voltada à consolidação da autonomia tecnológica brasileira.
É justamente nesse ponto que surge a principal diferença entre o Lula 3 e o plano elaborado para 2027-2030. Ao longo do terceiro mandato, o governo concentrou esforços na reconstrução das capacidades do Estado. Recuperou ministérios, reativou conselhos, recompôs fundos públicos, reorganizou linhas de crédito, fortaleceu bancos de desenvolvimento, ampliou investimentos em pesquisa e voltou a utilizar a política industrial como instrumento de desenvolvimento. O documento parte desse diagnóstico para defender uma mudança de escala. Em vez de continuar apenas reconstruindo instituições, propõe utilizar essa arquitetura para reorganizar a economia brasileira em torno de setores considerados estratégicos para a soberania nacional.
Essa mudança fica evidente na própria concepção do Estado. Durante o Lula 3, o governo atuou principalmente como financiador, articulador institucional e indutor do investimento privado. No plano para um eventual Lula 4, essas funções permanecem, mas passam a ser acompanhadas de novas atribuições.
O Estado assume explicitamente o papel de coordenador das cadeias produtivas, planejador de longo prazo, formulador de políticas industriais permanentes, organizador da infraestrutura digital nacional e, em alguns setores específicos, potencial operador direto da atividade econômica. É essa transformação que orientará todas as propostas apresentadas nos capítulos seguintes do documento, dedicados à política industrial, aos minerais críticos, à soberania digital, à inteligência artificial, à ciência e ao comércio exterior.
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Diário de Pernambuco
Entre janeiro e junho deste ano, a Região Metropolitana do Recife registrou o maior crescimento no número de pessoas baleadas durante assaltos, de acordo com o levantamento do Instituto Fogo Cruzado, publicado ontem.
Conforme o Instituto, foram 52 vítimas de disparos de arma de fogo, o equivalente a uma média de 8,6 pessoas baleadas por mês, praticamente nove vítimas mensais ou cerca de duas por semana.
Leia maisDo total de baleados, 24 morreram e 28 ficaram feridos. Em comparação com o primeiro semestre de 2025, quando foram contabilizadas 28 vítimas, sendo nove mortas e 19 feridas. Pernambuco apresentou um aumento de quase 86% dos casos, o maior percentual entre os estados acompanhados pelo instituto.
Entre as vítimas está o motorista de aplicativo João Valdemir da Silva, de 57 anos, que foi baleado e morto durante uma tentativa de assalto em maio deste ano. O caso aconteceu no bairro do Bongi, na Zona Oeste do Recife.
O crime aconteceu quando o motorista aguardava uma passageira. Nesse momento, o suspeito, que estava de bicicleta, se aproximou do carro e ao anunciar o assalto o motorista por aplicativo tentou fugir, arrancando com o carro. Mas, o assaltante segue o veículo e atira contra João Valdemir, que acabou batendo o carro mais à frente.
No dia seguinte, o criminoso foi localizado e preso pela Polícia Civil de Pernambuco. O caso de João Valdemir foi o décimo envolvendo mortes de motoristas por aplicativo em 2026.
Os dados sobre assaltos fazem parte de um levantamento do Instituto Fogo Cruzado sobre a violência nas regiões metropolitanas do Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Belém.
No conjunto das quatro localidades, 259 pessoas foram baleadas entre janeiro e junho de 2026, o equivalente a quase dez vítimas por semana. Desse total, 123 morreram e 136 sobreviveram aos ferimentos. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 240 baleados, houve aumento de 8%.
Embora a Região Metropolitana do Rio de Janeiro concentre o maior número absoluto de vítimas, com 147 baleados no semestre, foi Pernambuco quem apresentou a maior aceleração nos registros. Enquanto o Rio teve alta de 40%, Salvador e região metropolitana registraram redução de 51% nos casos, e a Região Metropolitana de Belém apresentou queda de 32%.
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O futuro da medicina reprodutiva se encontrará no Recife com o 30º Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida (CBRA), o maior evento do segmento da América Latina, que acontecerá na capital pernambucana entre os dias 9 e 12 de setembro.
O Brasil, como se sabe, não possui uma lei específica aprovada pelo Congresso Nacional que regulamente a reprodução assistida. A prática é orientada por resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) – atualmente, a Resolução CFM nº 2.320/2022 – e por normas da Anvisa. Embora existam projetos de lei em tramitação, o Código de Ética Médica preenche a lacuna regulatória existente.
Leia maisQuestões como quem pode utilizar a reprodução assistida, idade-limite para os procedimentos, gestação, doação de gametas, “barriga solidária”, destino e descarte de embriões, entre outras, geram polêmicas e dilemas, inclusive de natureza religiosa. É para aprofundar essas discussões e promover a troca de conhecimentos sobre os avanços científicos que o CBRA 2026 reunirá palestras, debates, painéis, cursos, workshops, apresentações de trabalhos científicos e mesas-redondas com renomados especialistas brasileiros, além de um grupo de 13 palestrantes de diversos países da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina, já confirmados para compartilhar experiências e conhecimentos.
Na programação, destaca-se uma parceria para cursos exclusivos sobre infertilidade masculina, com Gilberto Almodin. O médico paraense fez história ao ampliar seus estudos após o nascimento do primeiro bebê de proveta, em 1978. Em 1986, obteve sua primeira gestação por fertilização in vitro com uma equipe totalmente brasileira. Também é o criador de uma técnica inédita no mundo, capaz de devolver a fertilidade a mulheres jovens que se tornaram estéreis após tratamentos oncológicos.
“Teremos essas referências mundiais do segmento para enriquecer o debate sobre o que há de mais avançado na fronteira da ciência. A programação acompanha a evolução da medicina reprodutiva nas últimas décadas e dialoga com a medicina dos quatro ‘P’: preditiva, preventiva, personalizada e participativa, em que o cuidado reprodutivo passa a considerar o paciente de forma integral”, explica a médica pernambucana Altina Castelo Branco, referência na área e presidente do congresso.
Segundo Altina Castelo Branco, a escolha do Recife como sede do congresso reforça o protagonismo de Pernambuco na medicina reprodutiva das regiões Norte e Nordeste. O Estado concentra grande parte da infraestrutura especializada da região e abriga clínicas de referência nacional, consolidando-se como um importante polo de atendimento em reprodução assistida. Ao mesmo tempo, especialistas destacam que o acesso aos tratamentos de alta complexidade ainda representa um grande desafio no país. A maior parte dos serviços de reprodução assistida está concentrada na rede privada, enquanto a oferta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) permanece limitada a poucos centros especializados.
As inscrições para o CBRA podem ser realizadas por meio do site oficial do evento.
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Pesquisa eleitoral divulgada ontem, pelo instituto Brasmarket, sobre as intenções de voto para governador do Rio Grande do Sul mostrou o deputado federal Luciano Zucco (PL) à frente da ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT) nos cenários de 1º e 2º turno.
No cenário estimulado, quando uma lista de possíveis candidatos é apresentada aos entrevistados, Zucco tem 39% no 1º turno, contra 20,4% de Juliana. As informações são do portal R7 Notícias. Veja:
Leia maisA pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 3 de julho, com as entrevistas de 1.200 pessoas. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 2,84 pontos percentuais. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número RS-09741/2026.
Cenários de 2º turno
O instituto fez três cenários de 2º turno. Veja a seguir.
Zucco x Juliana Brizola
Zucco x Gabriel Souza
Juliana Brizola x Gabriel Souza
Senado
O Brasmarket também mediu as intenções de voto para o Senado. Veja os números:
O Senado Federal pode votar, na próxima semana, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, considerada uma “pauta-bomba” pelo Executivo.
Apesar do gesto feito ao governo de adiar a votação da proposta na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve o tema em pauta e pelo cronograma, o assunto deve estar pronto para votação na próxima semana, antes do início do recesso legislativo, que começa em 18 de julho.
Na prática, uma pauta-bomba é um projeto de lei ou uma proposta legislativa que cria despesas elevadas para o governo, pressionando os cofres públicos ou reduzindo a arrecadação.
A proposta precisa passar por cinco sessões de debate antes de ser votada.
A proposta também determina a regularização do vínculo funcional desses agentes, proibindo contratações temporárias ou terceirizadas, exceto em situações de emergência em saúde pública. Uma projeção da Previdência Social indica impacto fiscal de R$ 30 bilhões em dez anos.
Alcolumbre anunciou, na terça-feira passada (30), em plenário, que a tramitação da PEC respeitará o rito constitucional com o prazo de cinco sessões antes da deliberação do texto em primeiro turno. Até então, era ventilada a possibilidade de aceleração no trâmite com a votação na semana passada.
“Estou deixando claro o rito processual que vou adotar: primeiro, não vou tirar a proposta de deliberação; segundo, não vou votar o calendário especial para a gente quebrar o interstício. Não vou fazer isso. Eu vou ouvir cinco sessões; quando eu ouvir cinco sessões, vou botar em votação o requerimento do calendário especial para a gente suprimir as outras três, fazer a votação do segundo turno e marcar a sessão de promulgação”, declarou Alcolumbre, garantindo que após o prazo o tema será votado.
De acordo com o regimento interno do Senado Federal, que norteia as diretrizes das tramitações da casa, uma PEC deve ser votada, em primeiro turno, após cinco sessões deliberativas de debate. A primeira delas aconteceu na última terça-feira (30).
Assim, de acordo com o cronograma informado pelo Senado, existem sessões agendadas para esta terça (7), quarta (8) e quinta (9), cada uma com uma sessão para debate sobre o tema.
Concluída essa semana, restará apenas mais uma sessão para que o assunto seja votado em primeiro turno, o que pode acontecer na próxima terça-feira (14).
A corridinha diária de 8 km, hoje, foi no lindo, espaçoso e maravilhoso calçadão da praia de Iracema, em Fortaleza, onde gravo, daqui a pouco, o podcast ‘Direto de Brasília’ com o governador Elmano de Freitas (PT), no seu gabinete, no Palácio da Abolição, sede oficial do Governo do Estado do Ceará.
Inaugurado em 1970 e projetado por Sérgio Bernardes, o complexo abriga o Palácio, a residência oficial e a Galeria da Liberdade, espaço cultural inaugurado para destacar a história, a arte e a resistência negra. Fica localizado na Av. Barão de Studart, no quadrilátero com as ruas Silva Paulet, Tenente Benévolo e Deputado Moreira da Rocha.
A nova orla de Fortaleza ficou fantástica. Tem 125 mil m² de área modernizada e virou o principal cartão-postal da capital cearense. O projeto conta com calçadão ampliado, ciclovia contínua, uma faixa de areia expandida (engorda), quiosques padronizados, quadras esportivas, pista de cooper, o Skate Park, o Jardim Japonês e a Feirinha de Artesanato.
Pesquisa Datafolha, divulgada ontem, mostra Marina Silva (Rede) numericamente à frente, mas em empate técnico com Simone Tebet (PSB), que também empata tecnicamente com Ricardo Salles (Novo), na disputa pelo Senado em São Paulo. Marina tem 18% das intenções de voto, Tebet, 16%, e Salles, 13%.
O levantamento foi realizado de 1º a 3 de julho. O Datafolha entrevistou 1.608 pessoas com 16 anos ou mais em 71 municípios paulistas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. As informações são do portal Poder360.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob os números SP-01703/2026 e BR-06481/2026. Custou R$ 185.706,64 e foi paga com recursos próprios. Eis os resultados:
· Marina Silva (Rede) – 18%;
· Simone Tebet (PSB) – 16%;
· Ricardo Salles (Novo) – 13%;
· André do Prado (PL) – 11%;
· Guilherme Derrite (PP) – 10%;
· Paulinho da Força (Solidariedade) – 8
· brancos/nulos – 17%;
· não sabe – 7%.
Não há explicação para Raquel seguir usando avião UTI
Não há argumento capaz de apagar o fato central dessa história: um avião comprado com dinheiro público para salvar vidas passou a ser utilizado pela governadora Raquel Lyra (PSD) em seus deslocamentos. E, agora, para manter essa prática sem comprometer completamente o atendimento aeromédico do Estado, o Governo tenta contratar, sem licitação, um serviço que poderá custar até R$ 10,7 milhões aos cofres públicos.
A própria iniciativa do governo acaba sendo uma admissão de que a utilização da aeronave para transportar a governadora cria um problema para a rede estadual de saúde. Se fosse possível conciliar as duas finalidades sem prejuízo ao atendimento, simplesmente não haveria necessidade de uma contratação milionária para suprir a ausência da aeronave.
Leia maisO gasto extra nasce justamente porque o avião que deveria estar disponível para pacientes deixa de cumprir integralmente sua missão.
Por mais que o Palácio do Campo das Princesas tente construir justificativas administrativas, existe uma realidade impossível de ser contornada.
Uma UTI aérea não é um avião executivo. Ela foi adquirida para transportar pacientes em estado grave, equipes médicas e órgãos destinados a transplantes. Em situações como essas, minutos fazem a diferença entre a vida e a morte.
Destinar esse equipamento a viagens da governadora significa reduzir a disponibilidade de um recurso essencial justamente quando ele pode ser mais necessário.
EFEITO PERVERSO – O aspecto mais grave é que essa escolha ainda produz um efeito perverso: além de retirar da população um equipamento estratégico da saúde, obriga o Estado a gastar milhões de reais adicionais para recompor um serviço que já deveria estar garantido pela própria estrutura pública. Em vez de preservar a finalidade da aeronave adquirida para salvar vidas, a solução encontrada foi aumentar a despesa do contribuinte.

A população paga caro – A discussão, portanto, vai muito além do uso de um avião oficial. Trata-se de uma decisão administrativa que inverte prioridades. Enquanto pacientes dependem de uma resposta rápida do sistema de saúde, o governo opta por adaptar toda a estrutura pública para acomodar o uso de uma UTI aérea como transporte da governadora. É uma escolha que, por sua própria natureza, não encontra explicação convincente. Quando um equipamento criado para salvar vidas deixa de cumprir exclusivamente essa missão, quem assume o risco é a população.
Condenada e sem Fies – Ex-primeira-dama de Tamandaré, Sari Corte Real, condenada pela morte do menino Miguel Otávio, teve negado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) pedido para receber crédito estudantil integral pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Ela alegou que cumpria os requisitos previstos na lei e nas regulamentações do programa, como renda familiar bruta per capita inferior a três salários mínimos e desempenho acadêmico mínimo exigido pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O acórdão, que de forma unânime negou o pedido de Sari para acessar o financiamento, foi assinado no último dia 25 de junho.
Pagamentos ilegais – Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do STF, determinaram, ontem, que sete Tribunais de Justiça expliquem, em até 48 horas, pagamentos feitos a magistrados após a decisão da Corte que restringiu os chamados “penduricalhos”. Em despachos praticamente idênticos, os ministros exigem o envio das folhas de pagamento dos últimos quatro meses e alertam que eventual descumprimento das determinações do Supremo poderá resultar no afastamento dos presidentes dos tribunais, além da responsabilização penal, civil e disciplinar.

PIX em pauta nos EUA – O PIX entrou, ontem, no centro da audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre a proposta de tarifa de 25% contra produtos brasileiros. Representantes do Tesouro americano questionaram especialistas convidados sobre como o sistema de pagamentos instantâneos pode beneficiar empresas dos EUA e quais possibilidades de cooperação poderiam ser estabelecidas. Enquanto os participantes defenderam uma eventual integração entre o PIX e o sistema americano FedNow, o governo Lula (PT) mantém a posição de que a ferramenta é inegociável e deixou o tema de fora das propostas apresentadas a Washington para tentar evitar o tarifaço.
CURTAS
Flávio adia agenda no Recife – O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cancelou a agenda que cumpriria no Recife na próxima quinta-feira (9). Segundo o presidente do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira (PL), o parlamentar precisará permanecer por mais tempo nos Estados Unidos. A legenda informou que uma nova data será anunciada em breve. Entre os compromissos previstos estavam um encontro com pastores e o lançamento da pré-candidatura de Silvio Nascimento (PL) ao Senado.
Zema nega bolsonarismo – O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou que é anti-PT, mas rejeitou ser identificado como bolsonarista. Em entrevista à CNN, disse que apoiou Jair Bolsonaro (PL) em 2022 apenas por oposição ao PT e destacou divergências, especialmente na condução da pandemia. Zema também defendeu um novo julgamento sobre a anistia do ex-presidente e reafirmou confiar nas urnas eletrônicas, embora defenda um mecanismo impresso para auditoria.
Tebet no Direto de Brasília – A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) é a convidada desta terça-feira do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília. Recém-filiada ao PSB e pré-candidata ao Senado por São Paulo, ela falará sobre o cenário político de 2026, sua passagem pelo governo Lula (PT), a disputa eleitoral e os rumos do centro político. O programa será transmitido das 18h às 19h pelo YouTube da Folha, pelo blog e por cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Perguntar não ofende: Quem paga a conta de transformar uma UTI aérea em avião oficial?
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POR MÍRIAM LEITÃO – O GLOBO
O dossiê, de 86 páginas, enviado por Flávio Bolsonaro ao governo dos Estados Unidos, no qual pede a suspensão por 180 dias das tarifas sobre produtos brasileiros — até depois das eleições — teve repercussão negativa entre os chamados eleitores pendulares, aqueles que alternam o voto entre candidatos da esquerda e da direita.
A conclusão é da oitava rodada da pesquisa qualitativa do Instituto Democracia em Xeque, que vem acompanhando de perto esse grupo de eleitores considerado decisivo para uma disputa presidencial que promete ser novamente polarizada e acirrada. Segundo Beto Vasques, diretor de Relações Institucionais da instituição, o pré-candidato do PL à Presidência não está apenas perdendo confiança entre esse segmento do eleitorado, mas também autonomia narrativa.
Leia maisSegundo o levantamento, os entrevistados avaliam que Flávio Bolsonaro demonstrou maior preocupação com o custo eleitoral das tarifas do que com a defesa dos interesses das empresas brasileiras afetadas pela medida. A referência ao Pix na carta enviada ao presidente Donald Trump também foi mal recebida, sendo interpretada por parte dos participantes como um gesto em defesa das empresas americanas de cartões de crédito, em detrimento de uma inovação brasileira amplamente utilizada pela população. Flávio Bolsonaro está inscrito para falar, nesta terça-feira, na na Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), em Washington.
De acordo com a pesquisa, pela terceira semana consecutiva a agenda do senador é dominada por polêmicas, explicações consideradas insuficientes e pela percepção de que há fatos sendo omitidos.
— A carta a Trump, o ruído com Michelle Bolsonaro, a fala de Paulo Figueiredo sobre o voto feminino, a sequência de polêmicas fazem o senador deixar de ser visto como um candidato autônomo para ser percebido como uma extensão de uma família em conflito permanente, envolvida em sucessivas controvérsias, subordinada aos Estados Unidos e pouco preocupada com os interesses da população — afirma Vasques.
Nesse cenário, a pesquisa qualitativa aponta avanço do presidente Lula entre os eleitores pendulares. Segundo Vasques, embora Lula não desperte entusiasmo nesse segmento, ele é percebido como mais associado às políticas sociais e mais alinhado à defesa dos interesses do Brasil.
O levantamento indica que esse eleitorado distingue uma boa relação com os Estados Unidos de uma postura de submissão aos interesses norte-americanos. A defesa do Brasil feita por Lula é vista de forma positiva, embora persistam críticas ao que alguns entrevistados classificam como um discurso “antiamericanista” do presidente. Já o impacto do envolvimento de Jaques Wagner, ex-líder do governo no Senado, continua presente, mas perdeu força, avalia Vasques.
— O afastamento do senador da liderança do governo foi bem recebido. Por outro lado, o abraço de Lula em Jaques Wagner reabriu suspeitas de proteção a aliados, criando um ruído no campo moral — afirma o diretor do Instituto Democracia em Xeque.
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Durante sabatina nesta segunda-feira (6), o pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) se assumiu como anti-PT, mas descartou ser bolsonarista e disse que as associações entre ele e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acontecem porque ambos foram eleitos juntos em 2018.
“O PT destruiu meu estado. Onde o PT estiver disputando uma eleição eu vou lá estar do outro lado, mesmo sendo o Bolsonaro”, disse Zema, em entrevista ao canal Derrubando Muros. As informações são do Blog da Folha.
O candidato do Novo à Presidência disse também que só apoiou Bolsonaro na corrida eleitoral de 2022 para fazer oposição ao PT, mas se distanciou do posicionamento do ex-presidente na pandemia da covid-19, dois anos antes: “Eu apoio a ciência”.
Leia maisDurante a sabatina, Zema foi questionado sobre outras questões que tangem a família Bolsonaro como a anistia do ex-presidente.
“Sobre anistia de Bolsonaro: sim. Primeiro eu nunca estive no mesmo partido do Bolsonaro, ele nunca fez campanha para mim. (…) Talvez por eu ser de direita, por eu ter sido eleito junto com ele em 2018 e ser anti-PT criou-se essa imagem.”
Para o ex-governador mineiro, um mnovo julgamento seria o ideal para “avaliar” o mérito da anistia.
“Vamos colocar em pauta novamente, aprofundar com pessoas mais isentas. Acredito nas urnas eletrônicas, acho que deveria ter um mecanismo impresso para poder fazer uma confirmação aleatório, uma auditoria, todo mecanismo de melhoria é bem vindo, mas confio.”
Apesar do distanciamento tomado por Zema durante a entrevista, a CNN Brasil mostrou que o ex-presidente Jair Bolsonaro já defendeu o nome do ex-governador mineiro como vice ideal para compor chapa com seu filho e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL).
Mesmo com as sondagens, entretanto, Zema sempre resistiu à ideia, até romper suas relações com a família Bolsonaro após a divulgação de que Flávio teria negociado valores com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”.
Esse rompimento, feito por meio de críticas públicas ao senador do PL, gerou um desentendimento entre os diretórios do Partido Novo no sul do país, resultando, por exemplo, no cancelamento de um convite feito a Zema para que ele comparecesse ao Encontro Estadual do Novo SC.
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Por Yuri Costa – Blog da Folha
A agenda que o pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) cumpriria no Recife, nesta quinta-feira (9), foi cancelada. A informação foi divulgada de forma exclusiva à Folha de Pernambuco pelo presidente do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, nesta segunda-feira (6).
Segundo o líder da sigla, o senador precisará estender a agenda nos Estados Unidos e deve gravar um vídeo explicando mais detalhes em breve.
“Como é de conhecimento público, o senador e pré-candidato à Presidência da República encontra-se nos Estados Unidos e permanecerá no país por mais um dia, o que inviabiliza sua presença no Recife na data prevista”, disse o PL em nota.
Leia maisAinda segundo o comunicado do partido, uma nova data para a agenda de Flávio no Recife deverá ser divulgada em breve.
“O PL Pernambuco agradece a compreensão de todos e informa que uma nova data será divulgada em breve”, concluiu a sigla.
Flávio Bolsonaro tinha duas agendas previstas no Recife. A primeira seria um encontro com pastores no Mar Hotel, em Boa Viagem, às 17h. Já a segunda seria o lançamento da pré-candidatura do vereador de Caruaru Silvio Nascimento (PL) ao Senado, que ocorreria no Recife Expo Center, no Centro do Recife, às 19h.
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