Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste sábado (28) um pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) de revisão de condições impostas e concessão de “livre acesso” dos filhos do ex-presidente à residência onde ele cumpre prisão domiciliar temporária.
Ontem, Bolsonaro deixou o Hospital DF Star em Brasília e seguiu para a casa, no Jardim Botânico, após decisão de Moraes que autorizou o regime domiciliar de cumprimento de pena por 90 dias, em razão das condições de saúde do ex-presidente. As informações são do portal g1.
Leia maisNo ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe. Antes de ir para casa, ele estava detido na Papudinha, na capital federal.
Moraes já havia autorizado visitas dos filhos do ex-presidente que não moram na casa em que Bolsonaro está preso em regime domiciliar. No entanto, as visitas devem seguir horários restritos de visitação, em conformidade com as regras de visitas em estabelecimentos prisionais. Essa restrição foi mantida pelo magistrado. As visitas deles devem ocorrer às quartas-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.
Os advogados do ex-presidente haviam pedido a Moraes a flexibilização dessas condições. “A decisão [anterior de Moraes] estabelece tratamento diferenciado entre os filhos do custodiado (não residentes) e os demais familiares que possuem livre acesso à residência, ao prever, para aqueles, horários restritos de visitação”, disse a defesa.
Ao negar o pedido da defesa, Moraes afirmou que a solicitação dos advogados “carece de qualquer viabilidade jurídica”.
Atualmente, não moram na casa em que Bolsonaro está preso e têm autorização permanente para visitas os filhos Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é senador e pré-candidato à Presidência da República; Carlos Bolsonaro; e Jair Renan (PL), que é vereador em Balneário Camboriú (SC). Eduardo Bolsonaro, ex-deputado que mora nos Estados Unidos e é alvo de processo judicial no Brasil, não tem autorização para visita.
Flávio Bolsonaro já foi listado com um dos oito advogados do ex-presidente, o que permite a ele ter maior acesso ao pai.
Médicos e fisioterapeuta
Os advogados também comunicaram os quatro integrantes da equipe médica que prestará assistência a Bolsonaro na prisão domiciliar:
A lista dos enfermeiros e técnicos de enfermagem que vão acompanhar Bolsonaro ainda está em definição, segundo a defesa. A relação será informada nos próximos dias.
Leia menos
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a condenação do ex-governador do Rio de Janeiro e ex-prefeito de Campo dos Goytacazes, Anthony Garotinho, em decisão tomada ontem (27). Garotinho havia sido condenado pela Justiça eleitoral a 13 anos e nove meses de prisão, no âmbito da “Operação Chequinho”, acusado de um esquema de compra de votos nas eleições municipais de Campos dos Goytacazes de 2016, em troca do benefício social do programa Cheque Cidadão.
Ao analisar um habeas corpus apresentado pela defesa de Garotinho, o ministro Zanin considerou que as provas que levaram à condenação do ex-governador eram ilícitas, pois teriam sido obtidas a partir da extração de dados de computadores da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social de Campos dos Goytacazes, sem a devida preservação da cadeia de custódia e sem perícia técnica. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Não se trata de questão marginal ou irrelevante, mas de conteúdo eletrônico ilegal que serviu de suporte à condenação”, escreveu Zanin na decisão, ao citar a extração de dados.
O ministro se baseou em um precedente do Supremo de 2022, que anulou a condenação do ex-vereador de Campos dos Goytacazes, Thiago Ferrugem — reconhecendo que as provas obtidas da extração dos computadores da secretaria municipal eram ilícitas. À época, o relator do caso era Ricardo Lewandowski.
Zanin estendeu a anulação a outros cinco réus condenados a partir da “Operação Chequinho”: Thiago Virgílio Teixeira de Souza; Kellenson Ayres Kellinho; Figueiredo de Souza; Lindamara da Silva e Jorge Ribeiro Rangel.
Nas redes sociais, o ex-governador comemorou a decisão. “Para mim, foi uma vitória com sabor especial, porque foi concedida por um ministro da mais alta Corte do país com o qual nunca tive qualquer relação”, disse Garotinho em vídeo publicado neste sábado (28).
Leia menos
Ibaneis Rocha (MDB) renunciou ao cargo de governador do Distrito Federal neste sábado (28). O emedebista assinou a mensagem de renúncia durante o evento do aniversário de 55 anos de Ceilândia, a maior região administrativa do DF, com 287.113 moradores.
Ibaneis deixa o Governo do DF para concorrer ao Senado nas eleições de outubro deste ano. A legislação eleitoral exige a chamada desincompatibilização seis meses antes do pleito, prazo que encerra na próxima sexta-feira. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Deixo um legado de muito trabalho, dedicação e cuidado com as pessoas que mais precisam”, declarou à imprensa. Durante o discurso no aniversário de Ceilândia, disse que, durante os sete anos e três meses de governo, fez “realizações firmes em todas as áreas de governo”.
“O governo anterior achava que pobre só comia de segunda a sábado e não precisava comer no domingo. Hoje, os restaurantes comunitários servem três refeições diárias, R$ 50 o café da manhã, R$ 1 o almoço e R$ 50 o jantar”, citou.
A renúncia de Ibaneis será encaminhada à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A vice-governadora, Celina Leão (PP), assume interinamente o cargo.
Na segunda-feira (30), Celina tomará posse como governadora do Distrito Federal. A transmissão do cargo será efetivada em sessão solene, às 9h, na CLDF.
Leia menos
Do Poder360
O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou ao Poder360, ontem (27), que o PT apresentou um relatório alternativo à CPMI do INSS com o objetivo de substituir o parecer oficial. Um dos 201 indiciados é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.
Correia disse que a bancada rejeitará o relatório do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) por considerar que tem caráter “político-eleitoral” e não responsabiliza todos os envolvidos no esquema. O petista criticou a exclusão de nomes como o de Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Leia mais“Por que eles não colocaram? É porque o Zettel tem ligações com Bolsonaro. Ele deu R$ 3 milhões para a campanha de Bolsonaro, R$ 2 milhões para a campanha de Tarcísio e depois destinou R$ 40 milhões para a Igreja da Lagoinha”, declarou.
O deputado também afirmou que o relatório oficial deixou de tratar adequadamente irregularidades em empréstimos consignados. Segundo ele, cerca de 240 mil contratos foram desfeitos por inconsistências e prejuízos a aposentados.
De acordo com Correia, o relatório do PT terá cerca de 270 indiciados e pedirá à PF (Polícia Federal) o aprofundamento das investigações sobre aproximadamente 50 pessoas. O documento tem mais de 2.000 páginas e será disponibilizado ao público.
Indiciamento de Flávio Bolsonaro
O deputado afirmou que a inclusão de Flávio no relatório alternativo se deve a indícios de ligação entre a administradora de seu escritório, Letícia Caetano dos Reis, e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, investigado no caso.
Correia disse haver indícios de repasses ao escritório ligado ao senador, como a compra de uma mansão em Brasília por cerca de R$ 6 milhões, inicialmente atribuída a receitas de uma loja de chocolates e, depois, a ganhos de um escritório que, segundo ele, teve crescimento acelerado. O deputado afirmou que não há comprovação definitiva, pois não houve quebra de sigilo.
O parlamentar também mencionou outra frente de investigação. Disse que aliados do senador teriam influenciado o governo do Rio de Janeiro, comandado por Cláudio Castro (PL), a realizar aporte de R$ 1 bilhão para “salvar o Banco Master da falência”, junto com o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). “Foi o projeto de salvação do Banco Master e de Vorcaro”, afirmou.
Leia menos
Por Tiberio Canuto*
Há momentos em que o homem público é intimado pela história. Ele pode se agigantar ou se apequenar, a depender como se comporte. Kassab vive um momento desses. Dele depende se teremos uma eleição prisioneira da mesmice, como repeteco da mediocridade de 2018 e 2022.
Sobre as costas de Kassab cai a responsabilidade de ofertar ao Brasil um projeto de nação e uma candidatura que prepare o país a ingressar definitivamente na era da Inteligência Artificial, das cadeias produtivas globais e do nos levar a superar a divisão política que está nos condenando ao atraso. Os brasileiros precisam se livrar dessa bola de ferro presa aos seus calcanhares.
Leia maisSó assim poderemos resgatar um traço que marcou a nossa formação histórica e cultural. A conciliação, a capacidade de realizar mudanças estruturais sem rupturas institucionais. Foi assim que superamos a longa noite de 21 anos de ditadura. Foi pela via da conciliação que Juscelino criou o ambiente que fez o Brasil ingressar no futuro, com a construção de um parque industrial de bens de consumo duráveis. E foi pela conciliação, pela moderação que Ulysses navegou até nos levar, em parceria com Tancredo, ao porto seguro da democracia.
Também foi sem rupturas institucionais que Fernando Henrique uniu os brasileiros para modernizar o Estado e estabilizar nossa moeda. O Plano Real foi uma obra da moderação, de explicar e convencer os brasileiros que só com união nos prepararíamos para ingressar no século vinte um. Voltamos a viver novo momento crucial para o destino de nosso povo. Se seremos capazes de recuperar o terreno perdido para países que até os anos 80 estavam atrás de nós do ponto de vista do desenvolvimento e nos ultrapassaram. Sim, fomos passados para trás pela China, Coreia do Sul, Índia, Vietnã e Irlanda. Todos esses países tiveram um projeto de nação conectado com a economia mundial.
Não estamos diante de uma eleição presidencial qualquer. O destino de nossos filhos — de nossos netos, como é o caso de quem é da minha geração, dependerá se o Brasil terá um presidente a altura desse desafio ou se continuaremos nos dilacerando em um campeonato de mediocridade.
Os dois polos que lideram as pesquisas, por enquanto, não estão à altura dos desafios. Alimentam-se por rejeições recíprocas sem nada despertar em termos de esperança e de futuro. Eles são mais do mesmo, mais rejeição, mais xingatório, mais barulho e pouca ou quase nenhuma ideia que nos leve à economia da inovação e da Inteligência Artificial.
Confesso a vocês que estava, até o início desta semana, cético quanto à possibilidade de sairmos do ciclo vicioso e tenebroso da mediocridade. Aos oitenta anos, cheguei a pensar se não seria o caso de me poupar desta vez.
Mas Eduardo Leite me convenceu que vale a pena lutar, desde que a causa não seja pequena. E a bandeira que ele empunhou e acena para os brasileiros é grandiosa. Tancredo pregava “não vamos nos dispersar”. Leite proclama “Vamos nos unir!”
Sim, é possível unir o eleitor preocupado com a segurança e a desestruturação familiar com o eleitor que valoriza os programas sociais como ferramenta da promoção da equidade, caminho necessário para a igualdade. Sim, podemos unir o país para retomar parte do nosso território sob o controle do crime organizado. Sim, podemos unir os brasileiros em torno de uma educação que não só prepare nossos jovens para o mercado de trabalho do século vinte e um mas que promova a cidadania plena.
Essas bandeiras não são propriedade privada de uma direita tacanha e mesquinha e nem de uma esquerda populista sem responsabilidade fiscal. Eduardo Leite pode unir quem deve ser unido e está preparado para responder aos desafios deste século
É aqui que a história pôs nas mãos de Kassab uma enorme realidade. Ele pode corresponder ao anseio de milhões de brasileiros, como eu, cansados da disputa histérica e estéril que tem pautado a vida política nacional. Mas também pode se apequenar, se escolher um candidato que não está a altura desses desafios e que desempenhará, objetivamente, o papel de linha auxiliar do bolsonarismo, independentemente de suas intenções.
A hora da verdade chegou para Kassab. Na segunda feira, saberemos se ele está à altura do momento histórico e se seu partido se qualificou para desempenhar o papel de artesão da unidade dos brasileiros e de sua conciliação, como o MDB e o PSDB um dia desempenharam.
*Jornalista
Leia menos
O pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo participou, neste sábado (28), do ato político do Partido dos Trabalhadores (PT) que oficializou o apoio à chapa encabeçada pelo prefeito João Campos ao Governo de Pernambuco e consolidou o nome de Humberto Costa como candidato ao Senado. O evento reuniu lideranças políticas de diversas regiões do estado e marcou mais um passo na articulação para as eleições deste ano.
Recém-filiado ao PT, Breno destacou o significado do momento como um reforço à construção coletiva do projeto político no estado. “Hoje foi dia de reafirmar um projeto político construído com diálogo, união e compromisso com Pernambuco. A oficialização do apoio do PT a João Campos e à chapa fortalece esse caminho e mostra que seguimos do lado de quem quer fazer o estado avançar”, afirmou. Breno participou do ato ao lado de sua esposa, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado. “Esse é um momento de união em torno de um projeto que olha para o futuro de Pernambuco”, destacou a gestora.
A grande maioria do Diretório Estadual do PT garantiu a aliança com João Campos (PSB), porém 12 integrantes representaram a ala insatisfeita com a decisão. Ex-presidente estadual do partido, Fernando Ferro avalia que não é bom para o presidente Lula ter apenas um palanque em Pernambuco. Essa era uma defesa dos deputados estaduais João Paulo, Rosa Amorim e Doriel Barros, que não compareceram à reunião do PT neste sábado (28). As informações são do Blog Dantas Barreto.
“Fui voto vencido, sim. Eu defendo a tese de que as candidaturas de Lula e Humberto Costa são prioritárias e que a gente precisa somar, aglutinar forças que contribuam para essa vitória, porque vai ser uma eleição muito difícil. Nós apresentamos um emenda que reconhecia a posição majoritária de apoio prioritário a João Campos, porém estabelecia e reconhecia a importância de outros campos políticos serem ouvidos e participarem dessa construção de apoio a Lula. Cito explicitamente o Psol e a governadora Raquel Lyra”, disse Fernando Ferro ao Blog Dantas Barreto. Ele também se referiu ao pré-candidato a governador pelo PSOL, Ivan Moraes.
Leia maisO ex-deputado ressaltou que os 12 votos contrários à resolução aprovada representaram um número maior de filiados. “Três deputados estaduais não vieram aqui hoje. E prefeitos do interior com os quais eu converso já estão engajados na campanha de Raquel. Então, tomar uma decisão política que desconheça essa realidade me parece que é uma coisa um pouco irreal. O próprio processo da campanha vai mostrar a importância de ampliar para Lula”, alertou.
De acordo com Ferro, na reunião online que aconteceu ontem, “o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse que provavelmente em Pernambuco Lula caminha para ter dois palanques”. “Eu não diria dois, mas para ter três. E eu só lamento que a gente não pode ter quatro porque eu defendi o palanque do PT também nessa disputa”, acrescentou.
Crítica a Marília
Outro alvo das críticas de Fernando Ferro é a pré-candidata ao Senado pelo PDT, Marília Arraes. Além de recear que prejudique a campanha de Humberto Costa, o ex-dirigente não engole o fato de ela também ter conversado com Raquel Lyra sobre vaga na chapa governista.
“Marília fez um péssimo movimento para entrar nessa chapa ao divulgar uma foto num dia com Raquel e no outro voltar para cá. Caracteriza aquela visão política de que não tinha diferença dos palanques e em qualquer um deles poderia estar. Isso em política é muito ruim. A gente tem que ter lado e ela demonstrou, nesse caso, que não tinha”, disparou Ferro.
Servidores
Contrário à aliança com o prefeito João Campos, o presidente do PT Recife, Osmar Ricardo, comemorou que o Diretório Estadual aprovou moção de apoio aos servidores da Prefeitura. Ele também é presidente do sindicato da categoria e vem liderando um movimento que cobra abertura de negociação.
“Foi aprovada a Moção de Apoio à campanha salarial do SINDSEPRE, que culminou em greve e em apoio à reabertura dos canais diretos de negociação das mesas setoriais para a devida valorização dos trabalhadores e trabalhadoras que efetivam diariamente os serviços da Prefeitura à população recifense”, ressaltou Osmar Ricardo.
Leia menos
O historiador e youtuber Jones Manoel vai se filiar ao PSOL para concorrer a deputado federal por Pernambuco. A executiva nacional do partido aprovou sua filiação após ele concordar com os termos apresentados pela sigla, entre eles o alinhamento com a tática eleitoral do PSOL e o apoio à candidatura de Lula desde o primeiro turno.
O acordo também prevê a preservação das figuras públicas e da imagem da legenda e não concede direitos de participação e decisão nos espaços partidários. A aposta da presidente do PSOL, Paula Coradi, é tentar eleger a maior bancada federal da história da sigla. Com informações do Blog da Folha e do jornal O Globo.
A expectativa é que Jones, que tem cerca de 2 milhões de seguidores só no Instagram, seja o primeiro deputado federal eleito pelo partido no Nordeste. O ato de filiação deve ocorrer nas próximas semanas, com a presença de Ivan Moraes, pré-candidato ao governo de Pernambuco pelo PSOL, além de lideranças políticas da esquerda brasileira e pernambucana.
Para Ivan, Jones traz o debate profundo sobre a realidade brasileira e uma grande capacidade de comunicação. O ex-vereador tem buscado fortalecer a chapa proporcional do partido para disputar as eleições. “O PSOL é um aglutinador de vários setores da esquerda brasileira. É um grande instrumento de unidade eleitoral de todo um campo político. Tenho feito um esforço de articular a construção de uma chapa forte, para combater a extrema-direita, defender nosso projeto ousado e levar nossa mensagem para toda a sociedade”, afirmou.
Para fortalecer a aviação regional, sobretudo, interligando o Sertão com a capital pernambucana, o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou, neste sábado (28), a criação de um voo regular entre Petrolina e Recife. A nova rota tem como objetivo ampliar a conectividade aérea no estado e facilitar o deslocamento de passageiros entre o interior e o litoral. A operação será realizada pela companhia aérea Latam e conta com três frequências semanais no trecho Petrolina – Recife – Petrolina.
A iniciativa, que começa a operar a partir de 2 de setembro, ampliará a oferta de voos e conexões entre o Sertão pernambucano e a capital, beneficiando moradores, turistas e o setor produtivo da região. As passagens começam a ser vendidas a partir de 4 de abril.
Leia maisNa avaliação de Silvio Costa Filho a nova ligação aérea segue a estratégia de fortalecimento da aviação regional no país, permitindo que passageiros do interior tenham mais facilidade de acesso a conexões nacionais e internacionais a partir do Aeroporto do Recife. Segundo o ministro, a ampliação das rotas aéreas é fundamental para impulsionar o desenvolvimento regional.
“Estamos trabalhando para ampliar a oferta de voos e fortalecer a aviação regional no Brasil. Essa nova ligação entre Recife e Petrolina vai beneficiar o turismo de negócios e de lazer, aproximando ainda mais o Sertão da capital. É um compromisso do governo do presidente Lula ampliar as conexões aéreas e fortalecer cada vez mais a aviação brasileira”, afirmou o ministro lembrando que essa era uma demanda da região.
No final de 2024, o Ministério de Portos e Aeroportos também entregou a requalificação do Aeroporto de Petrolina, resultado de um contrato de concessão firmado entre a União e a Motiva. O investimento foi na ordem de R$ 56 milhões, realizado pela concessionária CCR Aeroportos. As obras incluíram a ampliação do terminal de passageiros, a expansão do pátio para seis posições de aeronaves e novas instalações operacionais.
Leia menos
Por Estadão Conteúdo
Em votação realizada na madrugada deste sábado (28), a CPI do INSS rejeitou o relatório final elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL). O texto pedia o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, do senador Weverton Rocha (PDT-MA), do deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG), da deputada Gorete Pereira (MDB-CE) e de mais 211 pessoas em seu parecer final.
Após a votação, o presidente da Comissão, senador Carlos Viana, se recusou a submeter à apreciação o pedido dos governistas para um texto alternativo. Viana encerrou a reunião sem nova análise e a CPI do INSS foi finalizada sem a apresentação de um relatório final.
Leia maisO documento propunha ainda a prisão preventiva de Lulinha, que hoje vive na Espanha, sob alegação de risco de fuga. Deixou de fora o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, com quem o banqueiro articulou operações financeiras por meio de fundos de investimentos.
A base do Palácio do Planalto se opôs à aprovação do documento e apresentou uma versão alternativa com o pedido de 170 indiciamentos, inclusive o de Jair Bolsonaro por organização criminosa, improbidade administrativa e furto qualificado contra idosos. A versão sequer chegou a ser apreciada pela comissão.
Parar barrar o relatório de Gaspar, o governo mobilizou aliados. O senador Jacques Wagner (PT-BA) pegou um avião às 11h de Salvador para Brasília para participar da votação. O ministro da Agricultura Carlos Fávaro foi exonerado para assumir sua cadeira no senado e participar da votação. Sua suplente, Margareth Buzetti, faz parte da oposição a Lula.
O relatório final da CPI foi lido ontem (27), após o Supremo Tribunal Federal (STF) barrar a prorrogação dos trabalhos do colegiado. O texto tem 4.340 páginas e levou oito horas para ser lido. Gaspar recomendou em seu relatório que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli fossem investigados por possíveis crimes, como tráfico de influência, nas relações que mantinham com Vorcaro.
O documento apontou uma rede de 41 empresas que teriam sido usadas para pagamento de propinas e lavagem de dinheiro de diferentes esquemas. Esse conglomerado teria movimentado pelo menos R$ 39 bilhões entre 2018 e 2025. O texto afirma que “a quase totalidade” dessas empresas tem característica de ser de fachada, com indícios de que eram usadas para passagem de dinheiro em curtos intervalos de tempo.
Relator também pedia indiciamento de ex-ministros da Previdência de Lula e Bolsonaro e de ex-assessor de Alcolumbre
Gaspar também pediu indiciamento de dois ex-ministros da Previdência: o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que comandou a pasta no governo Lula, e José Carlos Oliveira, que chefiou o ministério no governo Bolsonaro.
Ao ex-ministro de Lula foram imputados os crimes de prevaricação, fraude eletrônica, furto eletrônico, condescendência criminosa e crime de responsabilidade.
Já Oliveira, que foi ministro no governo Bolsonaro, teve pedido de indiciamento pelos crimes de prevaricação, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, inserção de dados falsos em sistema de informática, fraude eletrônica, furto eletrônico e crime de responsabilidade.
Veja os pedidos de indiciamento no relatório rejeitado pela CPI do INSS:
1. Abraão Lincoln Ferreira da Cruz
2. Adeilson Silveira Hora
3. Adelino Rodrigues Júnior
4. Ademir Fratric Bacic
5. Adroaldo da Cunha Portal
6. Alan do Nascimento Santos
7. Aldo Luiz Ferreira
8. Aleano de Souza Guardachoni
9. Alessandro Antônio Stefanutto
10. Alexandre Caetano dos Reis
11. Alexandre Eduardo Ferreira Lopes
12. Alexandre Guimarães
13. Alexandre Moreira da Silva
14. Alexsandro Prado Santos
15. Américo Monte
16. Américo Monte Júnior
17. Anderson Cordeiro de Vasconcelos
18. Anderson Ladeira Viana
19. Anderson Pomini
20. André Luís Alves Guimarães
21. André Luiz Martins Dias
22. André Paulo Félix Fidelis
23. Andrei José Braga Mendes
24. Anne Carolline Willians Vieira Rodrigues
25. Antenor de Sousa Neto
26. Antônio Araújo da Gama
27. Antonio Carlos Camilo Antunes
28. Antônio Lúcio Caetano Margarido
29. Aristides Veras dos Santos
30. Brenda Aguiar Soares
31. Bruna Braz de Souza Santos
32. Carlos Afonso Galleti Júnior
33. Carlos Alexandre Alvarenga
34. Carlos Henrique da Rocha Gonçalves
35. Carlos Roberto Lupi
36. Carlos Roberto Ferreira Lopes
37. Cecília Montalvão Simões
38. Cecília Rodrigues Mota
39. Cecílio Barbosa Cintra Galvão
40. Celso Steremberg
41. Charles Góes Freitas
42. Cícero Vasconcelos
43. Cicero Marcelino de Souza Santos
44. Cleber Oliveira Medeiros
45. Cristiana Alcântara Alves Zago
46. Daniel Dirani
47. Daniel Gerber
48. Daniel Simas
49. Daniel Orsini de Azevedo
50. Danielle Miranda Fonteles
51. Danilo Berndt Trento
52. Daugliesi Giacomasi Souza
53. Davi de Vasconcelos
54. Dennys Bergkamp Pontes de Sousa Alves
55. Diego Luiz Nobre Barros
56. Dogival José dos Santos
57. Domingos Sávio de Castro
58. Durval Natário Tosta IV
59. Eduardo Silva Portal
60. Edson Akio Yamada
61. Edson Cunha de Araújo
62. Eduardo Freire Delmont
63. Elano Gil Carvalho Xavier
64. Emanuel Pinheiro da Silva
65. Eric Douglas Martins Fidelis
66. Euclydes Marcos Pettersen Neto
67. Fábio Luís Lula da Silva
68. Felipe Macedo Gomes
69. Felipe Vasconcelos Pereira
70. Fernando Pereira dos Santos
71. Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti
72. Francisco Roumes Rodrigues de Aguiar
73. Francisco Wesley Nascimento dos Santos
74. Giovani Batista Fassarella Spiecker
75. Giovanini Cardoso
76. Gilmar Stelo
77. Glauco André Fonseca Wamburg
78. Glauco Daniel Ribas Santos
79. Guilherme Gastaldello Pinheiro Serrano
80. Gustavo Marques Gaspar
81. Gutemberg Tito de Sousa
82. Hamilton Souza
83. Haran Santhiago Girão Sampaio
84. Heitor Souza Cunha
85. Hélio Marcelino Loreno
86. Helionay Rodrigues de Sousa
87. Herbert Kristensson Menocchi
88. Higor Dalle Vedove Lourenção
89. Igor Dias Delecrode
90. Igor Oliveira Freitas
91. Ina Maria Lima da Silva
92. Ingrid Ambrózio Camilo
93. Ingrid Pikinskeni Morais Santos
94. Ivaldo Carvalho Silveira
95. Ivânio da Rocha Oliveira
96. Janete Pereira Lima
97. Jerônimo Arlindo da Silva Júnior
98. Joab Félix de Medeiros
99. Joana Gonçalves Vargas
100. João Carlos Camargo Júnior
101. João Milton Carneiro Neto
102. Jobson de Paiva Silveira Sales
103. Jonathan de Souza Almeida
104. José Arnaldo Bezerra Guimarães
105. José Branco Garcia
106. José Carlos Oliveira (Ahmed Mohamad Oliveira Andrade)
107. José Cordeiro de Vasconcelos
108. José Fernando Costa dos Santos
109. José Laudenor da Silva
110. José Lins de Alencar Neto
111. José Silva Miguel Júnior
112. José Sarney Filho
113. Jucimar Fonseca da Silva
114. Leandro Fagner da Fonseca Alves
115. Leonardo Cerquinho Monteiro
116. Leonardo Rolim
117. Lucas Fonseca da Silva
118. Lucineide dos Santos Oliveira
119. Luís Lima Martins
120. Marci Eustáquio Teodoro
121. Márcio Alaor de Araújo
122. Marco Aurélio Gomes Júnior
123. Marcos Brito Campos Júnior
124. Marcos dos Santos Monte
125. Marcus Vinicius Paranhos Faleiro
126. Maria Eudenes dos Santos
127. Maria Eunice Ribas
128. Maria das Graças Ferraz
129. Maria Gorete Pereira
130. Maria Luzimar Rocha Lopes
131. Maria Paula Xavier da Fonseca Oliveira
132. Maria do Socorro Veras dos Santos
133. Mauricio Camisotti
134. Mauro Palombo Concílio
135. Micael Ferrone Alves Pereira
136. Milton Baptista de Souza Filho
137. Milton Salvador de Almeida Júnior
138. Mônica Ribeiro Santos
139. Natal Leo
140. Natal Leo Júnior
141. Natjo de Lima Pinheiro
142. Nelmar de Castro Batista
143. Nelson Wilians Fratoni Rodrigues
144. Nilton Claudio Carvalho Belsarena
145. Nivaldo de Farias
146. Paulo Afonso Aguiar Regadas Neto
147. Paulo Augusto de Araujo Boudens
148. Paulo Otávio Montalvão Camisotti
149. Paulo Cesar Roxo Ramos
150. Paulo Gabriel Negreiros
151. Pedro Alves Corrêa Neto
152. Pedro Lettieri Neto
153. Pedro Lucas Felix Canuto
154. Pedro Oliveira de Queiroz
155. Philipe Roters Coutinho
156. Philippe André Lemos Szymanowski
157. Rafael Emrich Candelot
158. Raphael Maciel Snoeck
159. Rayama Belmonte Riella
160. Reinaldo Carlos Barroso de Almeida
161. Renan Assunção Siqueira
162. Renata Martins Costa de Siqueira
163. Ricardo Bimbo Troccoli
164. Ricardo Vinícius Campelo de Sá
165. Roberta Moreira Luchsinger
166. Roberto Marinho Luiz da Rocha
167. Rodrigo Alves de França
168. Rodrigo Ortiz D´Avila Assumpção
169. Rodrigo Moraes
170. Rogério Soares de Souza
171. Romeu Carvalho Antunes
172. Ronaldo Ribeiro Santos
173. Ronaldo de Souza Estrella
174. Rubens Oliveira Costa
175. Samuel Chrisóstomo do Bomfim Júnior
176. Sandra Helena Lima do Nascimento
177. Sandro Temer De Oliveira
178. Sebastião Faustino de Paula
179. Sérgio Cheque Bernardo
180. Silas Bezerra de Alencar
181. Silas da Costa Vaz
182. Silvanete de Jesus Ribeiro
183. Sílvio Roberto Machado Feitoza
184. Suelen Ribeiro dos Santos
185. Taline Nunes Campos Neves
186. Tânia Carvalho dos Santos
187. Teresa Raquel Barbosa
188. Thaisa Hoffmann Jonasson
189. Thayse Daniela Silva Carvalho do Nascimento
190. Thamiris Januário Mattos Snoeck
191. Thamyrez Maia de Oliveira Ramos
192. Thiago Henrique Paranhos Carvalho
193. Thiago Rocha Guimarães
194. Tiago Abraão Ferreira Lopes
195. Tiago Schettini Batista
196. Tônia Andrea Inocentini Galleti
197. Vanderlei Barbosa dos Santos
198. Vanessa Barramacher Tocantins
199. Victor Infante Aiello
200. Vinicius Faleiros Martins
201. Vinícius Ramos da Cruz
202. Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho
203. Vitor Luís Spilla Antevere
204. Vladimir Augusto de Oliveira Formiga
205. Wagner Ferreira Moita
206. Waldemar Monte Neto
207. Walton Cardoso Lima Júnior
208. Weverton Rocha Marques de Souza, senador
209. Wilson Alexandre Sartin Panacione
210. Wilson de Morais Gaby
211. Yasmin Ahmed Hatheyer Oliveira
212. Zacarias Canuto Sobrinho
213. Artur Ildefonso Brotto Azevedo
214. Daniel Vorcaro
215. Augusto Lima
216. Eduardo Chedid
Leia menos
Por Melissa Duarte
Da coluna do Tácio Lorran, do Metrópoles
Documentos obtidos pelo Metrópoles mostram que o presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Instituto Nacional do Seguro Social (CPMI do INSS), Carlos Viana (Podemos-MG), desembolsou R$ 1,5 milhão para comprar um avião por meio da Fazenda Salto Grande Ltda, da qual é sócio-administrador.
A cifra chama a atenção, uma vez que salta 4,5 vezes em relação aos R$ 330 mil pagos pelo proprietário anterior, três anos antes.

Viana adquiriu a aeronave EMB-810D (Seneca III), prefixo PTR-VD, em abril de 2025 e a quitou seis meses depois. Trata-se de um modelo bimotor, produzido em 1984 e registrado para voos privados e para transporte de pequeno porte.
A Fazenda Salto Grande fica em Verdelândia, no norte de Minas Gerais. O capital social da propriedade registrado na Receita Federal é de R$ 400 mil. Em 2024, Carlos Viana declarou patrimônio de R$ 3,5 milhões.
Confira o histórico do avião pertencente ao presidente da CPMI do INSS:
• Outubro de 1984: começa a vida útil do avião;
• Novembro de 1987: vendida por 7,1 milhões de cruzados;
• Outubro de 1993: comprada por 6,5 milhões de cruzeiros reais;
• Dezembro de 1994: transferida 93.150 cruzeiros reais;
• Janeiro de 1996: vendida por R$ 80 mil;
• Novembro de 1996: adquirida por por R$ 60 mil;
• Maio de 1997: vendida por R$ 156,6 mil;
• Novembro de 1998: comprada por R$ 114 mil para ser alugada por R$ 29.988,90 por mês;
• Junho de 2000: empresa assumiu a propriedade definitiva após o fim do contrato com o pagamento simbólico de R$ 1 e vendeu por R$ 150 mil;
• Março de 2002: transferida por R$ 150 mil;
• Abril de 2007: vendida por R$ 130 mil;
• Novembro de 2011: comprada por R$ 150 mil;
• De 2012 a 2019: contrato de aluguel;
• Setembro de 2022: vendida por R$ 330 mil;
• Abril de 2025: Viana compra a aeronave por R$ 1,5 milhão em nome da fazenda.
A certidão de inteiro teor não esclarece as razões técnicas ou comerciais para que o preço da aeronave mais que quadruplicasse em três anos. Há o histórico jurídico e os valores declarados nas transações, sem detalhes sobre o estado de conservação ou eventuais melhorias.
À coluna, o piloto Antonio Tadeu da Silva, que vendeu a aeronave para o presidente da CPMI do INSS, atribuiu a valorização à realização de revisões gerais que estariam pendentes há anos, período em que o avião teria ficado parado por falta de manutenção. Também afirmou que a transação ocorreu por meio de empresas homologadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e dentro do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), com intermédio de um site de compra e venda e de um corretor.
“Comprei praticamente uma sucata, que virou novamente um avião”, assinalou o piloto, que é sócio-administrador que uma empresa que aluga aeronaves.
Segundo Antonio Tadeu, a revitalização incluiu a compra de peças, a troca de pneus e do painel de instrumentos e a revisão geral dos motores e das hélices, entre outros. “No final, [a manutenção] custou mais do que o valor final vendido.” O piloto disse que o pagamento ocorreu por meio de um depósito bancário e da transferência de um avião monomotor. Quando questionado, não deu detalhes.
O que diz o presidente da CPMI do INSS
Leia a íntegra da nota de Viana:
“A aeronave mencionada foi adquirida de forma regular por pessoa jurídica legalmente constituída, da qual o senador é sócio-administrador. A Fazenda Salto Grande Ltda. é uma empresa do setor agropecuário, constituída em 2022, com atividades privadas e regulares. As quotas da empresa estão devidamente declaradas no Imposto de Renda.
É importante esclarecer que a comparação com a remuneração parlamentar desconsidera rendimentos oriundos de atividades empresariais privadas. A utilização da aeronave está vinculada à atividade privada e à logística operacional da empresa.
Quanto aos valores mencionados sobre custos de manutenção, tratam-se de estimativas genéricas que não refletem a realidade operacional da aeronave. Seguimos à disposição para esclarecimentos adicionais.”
Leia menos
Soube, há pouco, da morte da jornalista Tereza Rozowykwiat, aos 74 anos, eximia repórter, pesquisadora, autora de um livro sobre Miguel Arraes. Tereza atuou como repórter de Diário de Pernambuco durante décadas, cobrindo os principais acontecimentos da vida política estadual. Quando ingressei no DP, no início dos anos 80, ela já era uma das mais brilhantes jornalistas da geração dela.
Teresa estava na luta contra o câncer. Sua última aparição pública foi na terça-feira passada, participando da abertura da exposição Sem Conexões, de sua mãe, Tereza Costa Rêgo (também falecida), em cartaz na Caixa Cultural. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.
