Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta sexta-feira (31), que a extrema direita não voltará a governar o Brasil enquanto ele estiver vivo e minimizou a atuação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do presidente argentino, Javier Milei, para apoiar candidatos da oposição na disputa para a Presidência da República. A fala do presidente foi feita durante a convenção partidária estadual do PT no Ceará, que confirmou Elmano de Freitas como candidato a governador do estado.
“Enquanto eu viver, a extrema-direita não voltará a governar este país. E vou dizer mais, vou dizer que venha ajudá-los quem quiser. Se quiser vir o Trump, que venha. Se quiser vir o Milei, que venha. Venha quem quiser. Eu não quero ajuda de fora. A única ajuda que eu quero é a ajuda do povo brasileiro para que a gente possa manter a democracia desse país”, afirmou. As informações são do g1.
Leia maisNo evento, realizado em Fortaleza na noite desta sexta-feira (31), Lula também demonstrou apoio às candidaturas de Cid Gomes (PSB) como senador e Gabriella Aguiar (PSD) como vice-governadora. Também nesta sexta-feira (31), o presidente visitou o Hospital Universitário do Ceará, em Fortaleza.
Durante o discurso, o petista citou, ainda, que precisará de candidatos para o Senado nas eleições de 2026 porque a Casa “tem metade apodrecida e nós precisamos fazer o Senado fazer as coisas corretas”.
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Por Yuri Costa – Blog da Folha
Lideranças pernambucanas do Partido dos Trabalhadores (PT) se manifestaram, nesta sexta-feira (31), sobre a possível ausência do presidente Lula (PT) dos debates eleitoras do primeiro turno. Nessa quinta (30), o chefe do Executivo nacional afirmou, em entrevista ao podcast Inteligência Ltda, que vai analisar o quadro eleitoral antes da decisão de ir ou não aos compromissos.
Para a senadora Teresa Leitão (PT), a possibilidade terá que ser avaliada a depender do rumo da campanha. A petista, no entanto, se posicionou favorável à participação de Lula nos debates.
Leia mais“Eu acho que isso é muito conjuntural. É uma análise que se faz dependendo do rumo da campanha. Não é uma posição definida. Acho que é sempre bom debater, e Lula é muito bom de debate, vai ter muito o que mostrar do seu governo para garantir uma quarta possibilidade de governar o Brasil”, argumentou.
O senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT) reforçou que será necessária uma análise de Lula sobre a participação ou não nos compromissos. O legislador, no entanto, se mostrou pessimista com o nível dos debates no primeiro turno.
“Eu acredito que não (vai prejudicar). Uma coisa era o debate do passado, quando se debatia com Fernando Henrique Cardoso, Ulisses Guimarães, com gente assim. Outra coisa é o debate com pessoas que trabalham o tempo inteiro com deboches e com agressão. O presidente vai ter que avaliar. No segundo turno, eu acho que é outra realidade, e eu sou mais favorável que ele participe do debate”, avaliou.
Já o presidente estadual do PT, deputado federal Carlos Veras (PT), não há adversários qualificados para debater com o presidente. O líder da sigla, no entanto, reiterou que a ida de Lula aos compromissos será avaliada pela coordenação nacional do partido na campanha.
“Essa escolha vai ser feita pela coordenação nacional do partido na campanha. Ainda falta um tempo para iniciar os debates. Quando eu olho para o outro lado, eu não vejo candidato qualificado para fazer um debate com o presidente Lula. Não tem proposta, não tem conteúdo e a gente viu o que eles fizeram nesse país. A principal obra do governo Bolsonaro foi 700 mil covas para a população brasileira (durante a pandemia de Covid-19)”, opinou.
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As coincidências boas da vida: o jornalista Houldine Nascimento, que já atuou no meu blog e hoje está no Poder360 cobrindo o Palácio do Planalto e o PT, também veio a São Paulo para acompanhar a convenção do PT, no próximo domingo, que homologa a candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição. Acabamos de jantar num restaurante nos Jardins.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) deve confirmar sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal em convenção do partido marcada para domingo (2), às 17h, com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nesta sexta-feira (31), Michelle afirmou que ainda não decidiu se será candidata e que fará esse anúncio na convenção —a tendência, porém, é que ela aceite disputar a eleição. O principal empecilho é seu papel de cuidadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar e tem problemas de saúde. As informações são da Folha de S. Paulo.
“Tudo que eu gosto eu gosto de fazer bem feito, por isso vou definir com ele [Bolsonaro]. Eu estou cuidando dele. A realidade é que não tem ninguém. Eu não posso contar com ninguém nesse momento. Mas é uma expectativa também do [ex-]presidente. Há uma expectativa também do nosso grupo, do nosso movimento de mulheres”, disse ela, que foi presidente nacional do PL Mulher até mês passado.
Leia maisMichelle falou com jornalistas após ter se reunido, durante a tarde, com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e a presidente do PL-DF, deputada federal Bia Kicis. Valdemar, por sua vez, declarou que Michelle vai resolver com o marido se será candidata. “Quem vai decidir é o Bolsonaro se ela sai de candidata ou não”, disse.
A ex-primeira-dama confirmou que Flávio vai participar da convenção no domingo e disse que ainda não se encontrou com ele. Após a recente conciliação entre o presidenciável e sua madrasta, esse deve ser o primeiro evento eleitoral em que os membros do clã Bolsonaro vão dividir o palanque.
Na convenção nacional do último sábado (25), Flávio mencionou Michelle em seu discurso, e a ex-primeira-dama enviou um vídeo para ser exibido no evento em São Paulo. Ela disse que não poderia participar presencialmente porque isso demandaria muitas horas longe de Bolsonaro.
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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (31) uma nova investigação da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por eventual tráfico de influência na Dataprev, empresa pública responsável pela gestão de dados sociais do governo federal, em especial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As informações são do g1.
Na quinta-feira (30), Mendonça já havia autorizado a abertura de outro inquérito para investigar Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ministro foi sorteado para ser o relator da investigação.
Na investigação tornada pública na quinta, a Polícia Federal pediu ao STF a abertura de um inquérito para apurar se Lulinha cometeu os crimes de tráfico de influência e corrupção ao atuar para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes em negócios com o Ministério da Saúde e no gabinete presidencial.
Leia maisCamilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, é apontado como um dos principais responsáveis por desvios de aposentadorias e pensões, conforme as investigações da PF na Operação Sem Desconto.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atua na defesa de Lulinha, chamou a decisão de “lamentável” e afirmou que não há nenhum fato que justifique a abertura do inquérito.
“A Polícia Federal segue empreendendo esforços na perspectiva de tentar interferir no processo eleitoral. É absolutamente lamentável. Não há qualquer fato que justifique a abertura de qualquer tipo inquérito contra o Fábio Luis. Nós vamos comprovar que não qualquer tipo de relação, nem direta, nem indiretacom qualquer tipo de irregularidade”, disse.
“É mais do mesmo, tentativa e erro. É a velha estratégia de criar um factóide. Ao que parece, a Polícia Federal está procurando uma espécie de melhor de três, não achei aqui, vou procurar ali. Isso é fishing expedition, pesca probatória, e nos remete ao que houve de pior no nosso sistema de justiça”, afirmou.
Investigações contra Lulinha
No inquérito sobre a atuação no Ministério da Saúde, a PF suspeita que Lulinha e o Careca tenham tido negócios na área de cannabis medicinal.
Como o g1 noticiou em janeiro, o lobista tentou fechar um contrato milionário com o Ministério da Saúde em 2024 e 2025 para vender medicamentos de canabidiol ao governo. O contrato não foi fechado.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atua na defesa de Lulinha, afirmou considerar que a PF pediu o inquérito sobre atuação na área da saúde porque não encontrou nenhuma irregularidade envolvendo o filho do presidente na investigação das fraudes do INSS.
“Lulinha já demonstrou que não tem relação direta ou indireta com o INSS e não tem relação com os negócios da Roberta. A PF não achou nada no INSS e vai procurar em outro lugar. Isso é pesca probatória. Isso é grave”, afirmou Carvalho.
O Ministério da Saúde afirmou que não tem nem nunca teve contrato com a World Cannabis ou com acionistas citados. “Dessa maneira, nunca fez nenhum repasse de recursos públicos a eles”, disse a pasta.
Lulinha é suspeito de ter atuado para que o Careca fosse recebido no ministério.
O lobista havia contratado a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, para prospectar negócios de cannabis medicinal com o governo federal em favor da empresa World Cannabis, que pertencia ao Careca.
A defesa de Roberta nega irregularidades em seu contrato com o Careca e afirma que jamais repassou qualquer valor a Lulinha.
No início de 2025, o Careca do INSS foi recebido no Ministério da Saúde por Swedenberger Barbosa, o Berger, que era secretário-executivo — o número 2 da pasta.
Depois de sair do ministério, em 2025, Berger virou chefe do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente da República.
A PF investiga possível tráfico de influência tanto no Ministério da Saúde como no gabinete presidencial.
Berger afirmou ao g1, em nota, que “a agenda [com o Careca] ocorreu conforme as atribuições da sua função à época, sem que tenha havido qualquer tipo de ‘orientação’ para a sua realização”.
“Como não houve interesse do ministério em adquirir qualquer produto ou serviço da empresa, o encontro não teve nenhum desdobramento, o que evidencia sua condução técnica e afasta a tese de qualquer tipo de influência política”, disse Berger em janeiro deste ano.
Em março passado, a defesa de Lulinha confirmou, em entrevista à GloboNews, que ele viajou para Portugal com o Careca do INSS em novembro de 2024.
A viagem foi para visitar uma fábrica de medicamentos de canabidiol, mas, segundo a defesa, não resultou em nenhum negócio entre Lulinha e o lobista.
“Fábio viajou com o Antônio Camilo, a convite do Antônio Camilo, então um empresário de sucesso no ramo farmacêutico, que ele conheceu através da sua amiga Roberta Luchsinger, a empresária Roberta. Nunca trabalhou com Antônio Camilo e essa viagem não rendeu, qualquer que tenha sido, contrato de forma direta ou indireta. Ele foi conhecer a extração de canabidiol, demonstrou uma curiosidade, foi convidado e aceitou o convite e viajou para Portugal”, disse Carvalho.
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Por Bela Megale – O GLOBO
Não é só no cenário nacional que PP e União Brasil não estarão com o PL e seu candidato, Flávio Bolsonaro. A federação formada pelos dois partidos negou os apelos do presidente Valdemar Costa Neto para coligarem com o PL em Roraima.
Nos últimos dias, Valdemar Costa Neto ligou para o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, tentando reverter a decisão, mas sem sucesso. Ele ofereceu à federação a indicação do candidato a vice-governador de Artur Henrique.
Leia maisO principal motivo da negativa foi a chapa montada pelo partido de Flávio Bolsonaro, na qual os dois candidatos ao Senado — os deputados Helio Negão e Nicoletti — são do PL.
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Dona Júlia comemorou 126 anos de idade em Tibagi, no interior do Paraná. Nascida em 1900, ela viveu parte da vida em situação de rua e só teve a documentação regularizada aos 100 anos.
Hoje, acolhida por uma família local, a idosa chama a atenção pela saúde, pois não possui doenças crônicas nem faz uso contínuo de medicamentos. A data foi celebrada com festa, música e homenagens de familiares e amigos.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o cantor e compositor Maciel Melo falou sobre o processo criativo de “Uma Canção Atemporal”, sua nova composição. Segundo o artista, a música foi inspirada pelo atual momento histórico, marcado por guerras, violência e desumanidade. “Toda vez que eu vou compor, embora eu queira fazer uma música alegre, por trás sempre tem uma pitadazinha de melancolia. Eu queria fazer uma música falando sobre esse momento atual”, afirmou. Confira:
O ex-senador e possível candidato a deputado federal Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso entendeu que uma doação de R$ 150 mil para o Diretório Estadual do MDB de Roraima era, na verdade, propina pela atuação do então senador, Romero Jucá, em favor da construtora Odebrecht. A decisão é da quarta-feira passada (22). As informações são do Metrópoles.
Leia maisO recurso foi transferido do diretório partidário à campanha de Rodrigo Jucá, filho de Romero, e candidato a vice-governador de Roraima em 2014.
O Ministério Público Federal (MPF) chegou à constatação de que o dinheiro recebido pela campanha de Rodrigo Jucá era propina por meio de delação de Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato.
Segundo o empresário, em troca do dinheiro Jucá atuou a favor dos interesses da construtora ao menos na tramitação das medidas provisórias n. 651/2014 e n. 656/2014, que se tornaram as leis 13.043/2014 e 13.097/2015, respectivamente.
Os dois textos legislam sobre o Regime Especial de Tributação (RET) para incorporações imobiliárias, sendo que a segunda lei, de 2015, refere-se especificamente a empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida.
Ou seja, o juiz alega que Romero Jucá atuou para conquistar benefícios fiscais às construtoras, renunciando parte da arrecadação da União.
Recurso do MPF
Romero Jucá já havia sido absolvido em uma primeira decisão, mas o MPF recorreu. Agora, o entendimento foi revertido, condenando Jucá. Procurado, o ex-parlamentar afirmou que sua defesa já entrou com embargo.
A defesa sustenta que o caso já estava prescrito porque Jucá já tem mais de 70 anos. De acordo com o senador, o advogado procurou os desembargadores titulares, que disseram que não poderiam julgar o caso pois seria de jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF). O senador afirma que, após os desembargadores titulares entrarem em férias, um juiz substituto assumiu o processo. Segundo ele, esse juiz desconsiderou tanto a alegação de prescrição quanto o entendimento de que o recurso deveria ser enviado ao STF.
Jucá descarta que ficará inelegível porque vai recorrer da decisão, embora as hipóteses previstas na Lei da Ficha Limpa vedem a candidatura de condenados por um órgão colegiado. O ex-senador, no entanto, demonstrou um certo desânimo com a candidatura.
“Estou avaliando sair deputado federal. A convenção é no dia 5. É tanta confusão, tanta briga. Tem hora que eu me animo para ajudar a resolver esse problema do país, tem hora que eu desanimo porque o nível está muito baixo”, revelou ao Metrópoles.
O que diz a defesa
Em nota, a defesa de Jucá disse que “não há uma mísera prova” contra a atuação de seu cliente como senador, mas que o ex-parlamentar, na posição de líder político que exerceu, recebia “proposições advindas de empresas interessadas nos assuntos econômicos, não sendo possível inferir disso que tenha beneficiado ilicitamente alguém ou alguma empresa”. Os advogados e Jucá ainda condenam o rito processual adotado no caso.
“Por isso, sua indignação com a decisão do TRF da 1ª Região que, contrariando nova orientação do STF, segundo a qual o foro por prerrogativa de função subsiste, mesmo após o afastamento do cargo, em relação aos crimes praticados durante o seu exercício e em razão das funções, entendeu por julgar a apelação do MPF e contrariar a sentença absolutória, com processo prescrito e sem qualquer lastro probatório. Confia que essa decisão desarrazoada e injusta será revertida e sua inocência mantida. Registre-se, ainda, o absurdo jurídico dessa decisão do Tribunal ao condená-lo por corrupção e ao mesmo tempo manter a absolvição do delator que havia sido denunciado por corrupção. O Tribunal entendeu não haver prova da corrupção para o delator, mas, ainda assim, mudou a sentença de absolvição para condenar o ex-Senador.”
Disputa política em RR
Pesquisa Datafolha/Rede Tribuna mediu o cenário de intenção de voto para senador de Pernambuco entre eleitores com 16 anos ou mais
O Datafolha testou dois possíveis cenários e, em todos eles, a liderança é de Marília Arraes (PDT), seguida sempre por Humberto Costa (PT). Na eleição deste ano, há duas vagas em disputa para o Senado em cada estado.
No primeiro cenário, com dez pré-candidatos testados, Marília Arraes alcança 18% das intenções de voto, empatada tecnicamente com Humberto Costa (PT), com 15%. Na sequência, empatados, aparecem Mendonça Filho (PL), com 10%, Miguel Coelho (União), com 9%, e Pastor Wellington Carneiro (Mobiliza), com 2%. O nome de Sílvio Nascimento (Mobiliza) é indicado por 3%, Carlos Sant’Anna (Novo), por 2%, Paulo Rubem Santiago (Rede), por 1%, e Fernando Dueire (PSD), por 1%. Há 21% que votariam em branco e 9% estão indecisos.
No segundo cenário, em que o senador Fernando Dueire (PSD) é substituído por Túlio Gadêlha (PSD), Marília Arraes mantém a liderança, com 18%, em patamar semelhante ao de Humberto Costa, com 14%. Mendonça Filho aparece com 10%, e Miguel Coelho, com 9%. Eduardo da Fonte aparece com 7%, e Sílvio Nascimento e Carlos Sant’Anna, com 3%. O nome de Túlio Gadêlha é citado por 3%.
36% dos eleitores pernambucanos declararam que votariam com certeza no candidato apoiado pelo petista
Na pesquisa encomendada pela Rede Tribuna ao Instituto Datafolha e divulgada nesta sexta-feira (31), os nomes de três candidatos à Presidência da República foram testados como cabos eleitorais para a eleição de governador de Pernambuco. O nome mais forte para conquistar eleitores foi o do presidente Lula (PT), seguido de Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD), influência que, em Pernambuco, pode favorecer a eleição de João Campos (PSB), candidato apoiado pelo petista.
Pelo levantamento, se Lula apoiar um candidato ao governo, 36% dos eleitores pesquisados declararam que votariam com certeza nesse candidato. 20% talvez votassem, 40% não votariam de jeito nenhum e 2% não opinaram.
No caso de Flávio Bolsonaro apoiar um candidato a governador, 16% dos eleitores entrevistados disseram que votariam com certeza nesse candidato. 12% talvez votassem, 67% não votariam de jeito nenhum e 2% não opinaram.
Ainda segundo o Datafolha, o apoio de Ronaldo Caiado (PSD) levaria 6% dos eleitores entrevistados a votar no candidato apoiado por ele. 17% talvez votassem, e 67% não votariam de jeito nenhum.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (31) pela TV Tribuna/Band mostra que Raquel Lyra (PSD) perdeu dois pontos e João Campos (PSB) ganhou um em um eventual segundo turno na disputa pelo Governo de Pernambuco. A atual governadora passou de 51% das intenções de voto, em maio, para 49%, no levantamento mais recente. Já o ex-prefeito do Recife tinha 44% e subiu para 45%.
A diferença entre os dois concorrentes é de quatro pontos, o que configura um empate técnico dentro da margem de erro. Brancos e nulos seriam 4%, e os que não sabem, 2%.
O cenário também é de empate técnico no primeiro turno. Nesse caso, Raquel tem 48% das intenções de voto, e João, 42%, em um retrato praticamente estável em relação ao medido em maio. Ivan Moraes (PSOL) e Camila Falcão (UP) têm 1%, e Renan Hallais (Missão) não pontuou. Brancos e nulos foram 5%, e os que não souberam responder, 2%.
O Datafolha ouviu 1.022 eleitores entre os dias 28 e 30 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-04519/2026.
