Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Da CNN
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está avaliando uma série de possíveis opções militares no Irã após protestos violentos tomarem o país, disseram dois funcionários americanos à CNN. Ele considera cumprir suas recentes ameaças de atacar o país caso este use força letal contra o povo iraniano.
Trump foi informado nos últimos dias sobre diferentes planos de intervenção, disseram os funcionários à CNN, visto que a violência no país já resultou em centenas de mortes e milhares de prisões. Algumas das discussões também incluíram opções que não envolvem o uso direto da força militar americana, informou uma das autoridades.
Leia maisO presidente ainda não tomou uma decisão final sobre a intervenção, disseram as autoridades, mas está considerando seriamente a possibilidade de agir, visto que o número de mortos no Irã continua a aumentar.
A agência de notícias HRANA (Human Rights Activists News Agency), sediada nos Estados Unidos, relata que 466 pessoas foram mortas desde que protestos eclodiram nas 31 províncias do país, há duas semanas.
Permanece incerto se a contagem da HRANA reflete totalmente a dimensão das vítimas, dado o bloqueio nacional do acesso à internet e das linhas telefônicas imposto pelas autoridades.
“O Irã está vislumbrando a LIBERDADE, talvez como nunca antes”, publicou Trump nas redes sociais ontem (10). “Os EUA estão prontos para ajudar!!!”
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O Ministério dos Direitos Humanos afirmou, ontem, que a ministra Macaé Evaristo assinou na última sexta-feira (9) portarias que concedem anistia política a Ivo e André Herzog, filhos do jornalista Vladimir Herzog, assassinado em 1975 por agentes da ditadura militar. As portarias devem ser publicadas no Diário Oficial da União amanhã.
Em março de 2025, o próprio Herzog foi reconhecido como anistiado político, após 50 anos de sua morte. As informações são da CNN Brasil.
Leia maisCaso Herzog
O assassinato de Vladimir Herzog é considerado por muitos historiadores um dos principais marcos na luta contra a ditadura militar no Brasil.
Em 1975, enquanto dirigia o departamento de jornalismo da TV Cultura, Herzog foi convocado pelo Exército para prestar depoimento sobre supostas ligações com o PCB (Partido Comunista Brasileiro), contrário à ditadura militar e que atuava ilegalmente na época.
Detido no DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações — Centro de Operações de Defesa Interna), órgão de repressão do regime, Herzog foi torturado e morto. A versão oficial divulgada na época alegava suicídio, mas essa tese foi desmontada posteriormente. Fotos forjadas foram divulgadas para sustentar a versão do regime, mas, em 1978, a Justiça responsabilizou a União pelo crime.
Nascido na Croácia em 1937, Herzog emigrou com a família para o Brasil em 1942, naturalizou-se brasileiro e iniciou sua carreira jornalística em 1959. Trabalhou no jornal O Estado de S. Paulo, na BBC de Londres e na TV Cultura.
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Uma professora foi assassinada a tiros na manhã deste domingo (11) no município de Ibimirim, no Sertão de Pernambuco. A vítima fatal foi identificada como Rosane Alves. No mesmo ataque, outra mulher ficou ferida após ser atingida por um disparo na perna. As informações são do Blog do Elvis.
Segundo fontes da reportagem, as vítimas estavam dentro de casa quando foram surpreendidas pelos assassinos, que efetuaram vários disparos de arma de fogo e fugiram em seguida, tomando destino desconhecido. A mulher ferida era companheira de Rosane, morava com a professora e estava no local no momento do crime. Ela foi socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde não divulgada, por questões de segurança.
Até o momento, as motivações do crime são desconhecidas. A Polícia Civil investiga o caso e realiza diligências para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do homicídio.
Em nota, o prefeito Welliton Siqueira lamentou o falecimento da professora e manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Rosane Alves.
A ex-candidata a vereadora do Recife pelo PL, Cabo Aênia, publicou hoje um vídeo rebatendo declarações do deputado estadual Joel da Harpa (PL), que negou o fechamento do Hospital da Polícia Militar, e acusou o governo de Pernambuco de inviabilizar a unidade ao exonerar o coronel Renato e não autorizar o pagamento de fornecedores, além de retirar recursos do orçamento da saúde da PM.
Por AFP
O filho do presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro assegurou que seu pai está “bem” nos Estados Unidos, onde está preso e responde a um processo por narcotráfico, segundo um vídeo divulgado ontem por um dirigente de seu partido.
“Os advogados nos disseram que ele está forte. Disse para não ficarmos tristes, que ‘nós estamos bem, somos lutadores'”, disse Nicolás Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, ao citar seu pai.
“Um homem que não puderam vencer por nenhum meio e tiveram que usar uma força desproporcional, mas não o venceram. Ele é forte”, acrescentou.
O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB) publicou, nas redes sociais, um relato sobre sua aproximação com o ex-governador Eduardo Campos e o papel de Miguel Arraes em um momento de crise interna do PSB no Distrito Federal.
No depoimento, Rollemberg conta que, à época presidente do partido no DF, procurou Eduardo Campos em meio a um processo de intervenção na legenda. “Eu conheci Eduardo Campos na porta do Carpe Diem. Tinha um processo de intervenção no PSB do Distrito Federal, eu era presidente. E o PSB tinha o Garotinho como candidato”, relatou. Segundo ele, Campos orientou que a questão fosse tratada diretamente com Miguel Arraes. “Ele falou assim: não adianta você pedir isso a mim, você tem que falar com o Miguel Arraes. Ele me deu o telefone, me deu o endereço do Miguel Arraes em Pernambuco. Vá, abra seu coração e conte tudo para o Miguel Arraes”, afirmou.
Rollemberg diz que viajou ao Recife no dia seguinte e expôs a situação ao então líder socialista, incluindo o rompimento com o candidato Anthony Garotinho e o apoio a Lula no fim da campanha. De acordo com o parlamentar, Arraes acolheu o diálogo e optou por não avançar com a intervenção no DF, diferentemente do que ocorreu em outros estados. O deputado conclui afirmando que, a partir daquele episódio, construiu uma amizade enorme com o Eduardo Campos e com o Miguel Arraes.
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), celebrou hoje o casamento com a deputada federal Tabata Amaral (PSB) em publicação no Instagram. Em vídeo, João voltou a falar sobre a união e afirmou estar “muito feliz”, destacando que a cerimônia será um momento íntimo, reservado à família. “Chegou a hora de casar, tô muito feliz. Tô com o amor da minha vida e poder fazer esse casamento é um momento especial. Lógico, vai ser uma coisa muito particular, né? Enfim, pra família, uma coisa muito pequena”, disse.
Na postagem, o prefeito também comentou as expectativas para 2026 e incluiu o casamento entre os marcos do próximo ano. “Eu dizia, né, e reafirmo, que 2026 vai ser um grande ano. Então, que seja um ano de conquistas, de vitórias, e um ano de casamento”, afirmou, em tom descontraído, ao incentivar seguidores a também oficializarem suas uniões.
A cerimônia está marcada para o dia 21 de fevereiro, o primeiro sábado após o carnaval de 2026. O noivado do casal já havia sido anunciado em 29 de novembro, também pelas redes sociais. João Campos e Tabata Amaral têm a mesma idade, 32 anos, e estão juntos há sete anos.
O deputado federal Waldemar Oliveira (Avante) esteve ontem em Goiana ao lado do presidente da Câmara Municipal e ex-prefeito Eduardo Batista, quando o Avante oficializou a pré-candidatura de Batista a deputado estadual, em agenda que também contou com a presença do presidente estadual da legenda, Sebastião Oliveira, e marcou a consolidação da parceria política entre os dois para o ciclo eleitoral de 2026.
Por Estadão Conteúdo
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República abriu um processo contra o general Augusto Heleno, de forma preliminar. O procedimento antecede a possível instauração de um Processo de Apuração Ética (PAE).
Segundo informações do Ministério da Casa Civil, o processo ocorrerá de acordo com o decreto que institui o Sistema de Gestão Ética do Poder Executivo Federal. O decreto prevê dez dias para o investigado se manifestar.
Leia maisA Casa Civil, porém, não informou a data de instauração do processo nem motivo para a abertura. Informações divulgadas na imprensa, porém, indicam que o objeto do processo está relacionado a falas do ex-ministro durante reunião ministerial em 5 de julho de 2022. Na ocasião, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) cobrou dos auxiliares reação e um “plano B” diante da alegada fraude no sistema eleitoral.
Então chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Heleno pregou uma ação antes da disputa eleitoral. “Nós vamos ter que agir. Agir contra determinadas instituições e contra determinadas pessoas”, disse o general. “Não vai ter revisão do VAR. Então, o que tiver que ser feito tem que ser feito antes das eleições. Se tiver que dar soco na mesa é antes das eleições. Se tiver que virar a mesa é antes das eleições.”
Além de Heleno, estavam na reunião os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Walter Braga Netto (candidato a vice de Bolsonaro em 2022).
Após a instrução processual, será proferida a decisão conclusiva, com a possível recomendação de abertura de procedimento administrativo.
Heleno foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 21 anos de prisão por envolvimento no núcleo crucial da tentativa de golpe de Estado para manter Bolsonaro no governo. O militar se encontra atualmente em prisão domiciliar após apresentar laudos que comprovam seu quadro de demência causado pelo Alzheimer.
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Mudei a rota e fui, hoje, por mera curiosidade, correr meus 8 km diários no Recife Antigo. E encontrei um cenário deslumbrante, com ruas repletas de ciclistas, corredores e caminhantes. Me deparei até com pagodeiros, num barzinho, que pareciam ter varado a madrugada.
Passei sobre a Ponte Giratória, recentemente restaurada. Ficou sensacional! Depois, fui ao Marco Zero e encontrei muita gente. Parecia dia de festa. O Recife Antigo voltou a ser abraçado pelos recifenses e turistas pela manhã para prática de esportes.

Falta agora renascer para a noite, para a boemia. Revigorado dentro de um projeto na gestão do então prefeito Jarbas Vasconcelos, o Recife Antigo morreu para noitadas, com exceção do Marco Zero, local de grandes eventos.
Uma pena! É um bairro histórico, zona portuária de Recife, berço da cidade, conhecido por sua rica arquitetura colonial, ruas de paralelepípedos, e vibrante vida cultural, com atrações como o Marco Zero, Paço do Frevo, Cais do Sertão, Rua do Bom Jesus (com a Sinagoga Kahal Zur Israel) e o Parque das Esculturas de Brennand.
Caminhar ou correr, como faço, pelo Recife Antigo é como abrir um livro de história, onde cada rua e cada esquina contam um capítulo diferente da alma pernambucana. Entre casarões coloridos, calçadas de pedra e até o trilho de quando ainda havia bondinho circulando por ali, tudo remete a um passado cheio de saudosismo.

E pra embelezar ainda mais esse lugar, que é o coração da cidade, há o Rio Capibaribe, que corta vários bairros. Mas nem só de passado vive o Recife Antigo, ele conta com o Porto Digital, intervenções que inspiram música, cultura e tecnologia. Inclusive, ganhou recentemente a opção de você circular pelas ruas de carrinho elétrico, que são gratuitos e estão disponíveis de quinta a sábado.
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Por Bernardo Mello Franco
Do jornal O Globo
A cada 15 anos, o Brasil esquece o que aconteceu nos últimos 15 anos. A frase foi cunhada por Ivan Lessa antes do surgimento da internet. Na era das redes sociais, há quem precise de apenas 15 minutos para perder a memória.
Na semana em que o 8 de janeiro completou três anos, parte da elite dirigente fez uma opção pela amnésia. Os presidentes da Câmara e do Senado ignoraram a data. A oposição só se manifestou para pedir impunidade aos golpistas. No Supremo, o ministro Edson Fachin marcou um ato com exposição e rodas de debate. Dos dez juízes em atividade na Corte, foi o único a comparecer.
Leia maisRelembrar os ataques à democracia brasileira é o mote de “O golpe bateu na trave”, do cientista político Leonardo Avritzer. Lançado no fim de 2025, o livro sustenta que a legalidade foi salva por pouco. E discute os fatores que mantêm o extremismo vivo entre nós.
Professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, Avritzer argumenta que a redemocratização do país não eliminou os “bolsões autoritários” na sociedade e nas Forças Armadas. Eles produziram Jair Bolsonaro, que ascendeu como porta-voz de militares inconformados com o fim da ditadura.
A sucessão de crises políticas a partir de 2013 abriu espaço ao discurso radical do capitão. Ele se apropriou da revolta com o establishment e investiu na imagem de homem simples, que defenderia o povo de um sistema corrompido.
Avritzer lembra que o ex-presidente entrou em conflito com o Supremo desde o início do governo. “Bolsonaro identificou que era essa a instituição que ameaçava o seu projeto de poder e tentou desconstruí-la”, afirma.
O cientista político diverge da visão, repetida por alguns de seus colegas, de que o capitão teria sido um “bobo da corte” porque terceirizou a gestão econômica e a negociação com o Congresso. “Ele achava mais importante controlar a Abin e a Polícia Federal do que o Ministério da Economia”, observa.
Avritzer afirma que as investigações comprovaram o que ele descreve como quatro elementos de uma tentativa de golpe: planejamento, designação de pessoal e recursos, intenção de romper a ordem legal e organização de ações violentas. Para ele, o plano fracassou porque os militares se dividiram e a sociedade formou a “coalizão antigolpista” que faltou em 1964.
O professor descreve o 8 de janeiro como “a ruptura mais radical” com a concepção de ordem e desordem que orientou a cultura política brasileira por um século. Ele diz que os extremistas foram inflamados pelo discurso de Bolsonaro contra a urna eletrônica e se viam como protagonistas de uma “insurreição de baixo para cima”. “Aquelas pessoas julgavam que estavam destruindo as instituições políticas brasileiras ao invadi-las, quebrar seus móveis e vandalizar suas obras”, constata.
O livro tropeça em erros factuais, como dizer que Bolsonaro foi expulso do Exército e que Fernando Henrique Cardoso teria pedido desfiliação do PSDB, o que nunca ocorreu. Mas faz um alerta importante ao sustentar que a condenação do capitão e dos generais golpistas não eliminou a ameaça do extremismo. “A democracia segue sendo um projeto contencioso no Brasil”, conclui o autor.
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Quem nunca se debruçou numa janela e instantaneamente teve leves pensamentos, uma reflexão meteórica sobre a vida, que atire a primeira pedra! A janela é um filtro para a alma, como definiu Mário Quintana, na sua genialidade prosaica.
Cronista refinado das montanhas mineiras, Paulo Mendes Campos ganhou o coração dos cariocas, no Rio das suas paixões, quando fez uma declaração de amor do alto de uma janela. “A janela é ponto de partida de amores impossíveis”, atestou, contemplando o Largo da Carioca da sua inseparável janela.
Leia mais“Quando eu era menino, nunca olhei pela janela, mas fazia parte da paisagem dum quintal, doce e áspero a um só tempo, com seus mamoeiros bicados pelos passarinhos, as galinhas neuróticas em assembleia permanente, o canto intermitente do tanque e o azul sem morte”, diz um trecho da sua crônica “Janelas”, uma das mais conhecidas. Paulo Mendes Campos nasceu em Belo Horizonte, filho do médico e escritor Mário Mendes Campos.
Criado com nove irmãos em ambiente familiar de poliglotas e anglófonos, foi a mãe Maria José Lima Campos quem despertou nele o gosto pela poesia. Em geral, as pessoas possuidoras de muitos automóveis se recordam de todos eles, do romântico fusquinha ao mais sofisticado BMW. Paulo Mendes Campos foi uma linha fora da curva. Sua paixão era a janela.
“Eu possuí janelas e ajuntei para as lembranças um sortido patrimônio de paisagens”, confessou. Quando se mudava de uma casa para outra no Rio, Paulo Mendes observava logo se havia janelas nos quartos. “Minha primeira providência em casa nova é instalar meus instrumentos de trabalho ao lado duma janela”, escreveu. “A janela também faz parte do equipamento profissional do escritor”, declarou numa entrevista.
Sem janelas, segundo ele, a literatura seria “irremediavelmente hermética, feita de incompressíveis pedaços de vida, lágrimas e risos loucos, fúrias e penas”. Que lindo! Já tive minhas janelas também, mas sem essa paixão alucinada de Paulo Mendes. Fiquei encantado por janelas ouvindo uma canção de Roberto Carlos. “Da janela o horizonte/ A liberdade de uma estrada eu posso ver/ O meu pensamento voa livre em sonhos/ Pra longe de onde estou”.
De uma janela, já presenciei o conviver nem sempre harmônico de famílias, um pouco de brigas, traições, separações, sexo, choros e várias e diferentes formas humanas de se amar e de odiar. A privacidade de uma janela é o esconderijo onde os seres humanos dispõem suas máscaras e revelam suas verdadeiras faces.
É também um lugar de poesia e melancolia, capturando a beleza fugaz do mundo. A janela pode ser o ponto de partida para um amor impossível ou a metáfora de um relacionamento que se vive à distância. Observar o mundo pela janela quebra a monotonia, oferecendo pequenas “fugas” diárias e a percepção de uma vida plena fora das obrigações.
A janela é também um palco onde se assiste à vida dos outros (vizinhos, rua) sem participar, gerando reflexões sobre intimidade, solidão e a natureza humana. Numa crônica, Rubem Braga disse que a janela aberta ou fechada simboliza a receptividade, a consciência, a memória e os sentimentos, sendo um convite à contemplação e aos devaneios.
Crônicas sobre janelas exploram o olhar para o mundo, a reflexão, a intimidade, a passagem do tempo e a vida cotidiana. Da janela, nasce a moldura para a existência observando a rua, a natureza, a si mesmo ou o vizinho.
O ordinário se transforma em poesia, metáforas de abertura, saudade ou desejo. Escrever de uma janela é um convite à desaceleração e à experiência consciente da vida. A janela é o limite entre o interior e o exterior, o conhecido e o desconhecido, a rotina e o sonho.
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