Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Em menos de dois meses, sem recorrer a Mounjaro, já perdi quase 9 quilos, exatamente 8.460 kg. Qual o segredo? Fechar a boca conta massa, doces e bebidas nas horas das refeições. Tem um complemento imprescindível: atividade física. Corro 8 km diariamente.
Não consegui este feito sozinho. Estou sendo acompanhado pela doutora Camylla Mergulhão, que possui uma clínica de emagrecimento e saúde em Arcoverde. Abaixo, deixo os dados da sua clínica para quem ficar interessado:
Clínica Camylla Mergulhão
Arcoverde – Pernambuco
FONE: (87) 9.9629-0368
Poder360
Os Estados Unidos e o Irã trocaram propostas para a suspensão das atividades nucleares iranianas durante negociações realizadas no sábado (11.abr.2026), em Islamabad (Paquistão). No entanto, autoridades dos dois países afirmaram que ainda estão longe de chegar a um acordo.
O Irã afirmou, ontem, que poderia suspender o enriquecimento de urânio por até cinco anos – oferta rejeitada pelo governo norte-americano. O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), teria defendido uma suspensão de 20 anos, segundo duas autoridades iranianas e uma norte-americana ouvidas pelo jornal.
Os iranianos já haviam apresentado proposta semelhante em fevereiro, durante uma rodada de negociações em Genebra, que convenceu Trump de que era o momento de entrar em guerra. Dias depois, o presidente ordenou um ataque ao Irã.
Autoridades iranianas e norte-americanas também afirmaram ao jornal que discutem a possibilidade de uma segunda rodada de conversas presenciais, mas não deram detalhes.
O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pede o indiciamento de três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet.
O texto, que será votado hoje, pede o indiciamento dos ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. As informações são do portal G1.
Este texto não é o final da CPI, já que o documento ainda precisa ser votado pela comissão, que vai decidir se aprova ou não as propostas de indiciamentos e recomendações feitas pelo relator. A votação ocorre ainda nesta terça, data prevista para a conclusão dos trabalhos.
Segundo o senador, o documento já foi protocolado nos registros da CPI.
No relatório, ele afirma que a CPI foi alvo de “flagrante limitação de recursos”, agravada pelas “enormes barreiras políticas e institucionais levantadas na medida em que as informações sobre fatos relacionados a figuras imponentes da República” começaram a ser investigadas.
Por isso, entre os motivos de indiciamento, “é razoável que a decisão se concentre naqueles fatos e indivíduos que estão fora do alcance dos meios usuais de persecução e que podem ser sujeitos ativos de crime de responsabilidade”.
Wolney revigorado e com autonomia
Em nova fase no Ministério da Previdência, logo após renunciar à tentativa de voltar ao Congresso como deputado, o ministro Wolney Queiroz emplacou, ontem, a presidente do INSS, em uma afirmação da sua autonomia e prestígio com o presidente Lula (PT). Embora servidora de carreira, Ana Cristina Silveira, a nova dama de ferro do INSS, integra o grupo de Wolney.
Desde que substituiu Carlos Lupi, afastado por envolvimento no escândalo do INSS, Wolney não havia nomeado alguém da sua cota.
A escolha de Ana revela que ele passou a ter uma grande autonomia e o mesmo respaldo do presidente da República, já que o INSS é o principal instrumento de fomento e realização das políticas previdenciárias. O principal foco da nova gestão do INSS passa a ser a redução da fila de benefícios e a reorganização interna do órgão.
A saída do ex-presidente Gilberto Waller foi influenciada tanto por conflitos com o ministro quanto pela avaliação de que sua gestão não conseguiu enfrentar de forma eficaz o histórico e desgastante problema da fila de concessão de benefícios, considerada um dos principais gargalos da Previdência.
Além das mudanças no comando do INSS, a nova gestão de Wolney passa a ser marcada por ações voltadas ao aumento da produtividade e à redução da fila de benefícios, principal meta estabelecida pelo governo federal para a área. Dados recentes indicam que o estoque de pedidos em análise caiu de 3,1 milhões para 2,7 milhões em março, resultado atribuído a medidas de reforço operacional, como mutirões, ampliação de atendimentos e reorganização de fluxos internos.
Wolney tem defendido a necessidade de “mudar o ritmo” da autarquia, com foco em eficiência e melhoria do atendimento ao cidadão, consolidando uma agenda centrada na entrega de resultados concretos na Previdência Social. Com as mudanças, ele reforça sua influência na condução da pasta e busca consolidar uma gestão focada em resultados administrativos mais eficientes e duradouros.
ROTA DE COLISÃO – Demitido sumariamente ontem pelo presidente Lula, Gilberto Waller estava no cargo há 11 meses. Ele assumiu o posto no ano passado como resposta às investigações sobre descontos indevidos em aposentadorias e pensões, mas se desgastou por conta do tamanho da fila de requerimentos no instituto, que chegou a 2,7 milhões em março. O Palácio do Planalto teme o impacto disso nas eleições deste ano. Seu afastamento foi anunciado pelo ministro da Previdência, Wolney Queiroz, que estava em rota de colisão com Waller desde o ano passado. Um dos principais focos de tensão era o tamanho da fila de requerimentos do órgão.

Filas enormes, a razão – Ao comentar a queda do presidente do INSS, o ministro Wolney Queiroz alegou ineficiência por parte do ex-dirigente (foto ao lado). “A gota d’água (para a demissão) teve só uma mudança de momento. Ele fez um bom trabalho, melhorou fluxos e processos no período atribulado. Só que ele não atacou o problema central da fila. A fila estava escalando, estava aumentando, sem controle”, afirmou. O ministro diz que o Governo já superou a crise do INSS com os descontos indevidos dos aposentados e que agora seu foco será melhorar a gestão para reduzir a fila de benefícios.
Briga judicial – O Tribunal de Justiça concedeu, ontem, liminar favorável à deputada Débora Almeida (PSD) e suspendeu a tramitação do Projeto de Lei Ordinária 3694/2026 sob o rito especial adotado pela Presidência da Assembleia Legislativa. A decisão é do desembargador Eduardo Guilliod Maranhão. O PL 3694, de 2026, enviado pela governadora Raquel Lyra em dezembro, altera o percentual de remanejamento da Lei Orçamentária Anual de 2026. A proposta do Executivo busca preservar o patamar de 20% para remanejamento, após a oposição reduzir o índice a 0% na LOA aprovada.
Sem engessamento – O presidente da Casa, Álvaro Porto (MDB), criticou o envio, pelo Governo do Estado, de um projeto de crédito suplementar de R$ 155 milhões destinado ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Segundo o parlamentar, a iniciativa contraria o discurso do Executivo de que o orçamento estaria “engessado” por responsabilidade da Assembleia.
“O governo, que tanto fala em falta de recursos, encaminhou hoje a esta Casa um projeto para remanejar R$ 155 milhões para o Tribunal de Justiça. Questiona-se, então, por que não enviar projeto similar para beneficiar o setor sucroalcooleiro?”, afirmou Porto durante sessão plenária. Ele acrescentou que, caso o governo envie proposta nesse sentido, o texto poderá ser votado rapidamente.

Estado condenado – O Governo do Estado foi condenado a indenizar em R$ 300 mil dois filhos de uma vítima de feminicídio morta pelo seu ex-companheiro. Ele havia fugido da prisão no mesmo dia do crime, em agosto de 2018. O assassinato aconteceu em Serra Talhada. A informação é do Tribunal de Justiça de Pernambuco. À época do crime, a filha mais velha do casal tinha 9 anos. O filho mais novo não teve a idade revelada. Eles receberão, ainda, uma pensão mensal no valor de 2/3 do salário-mínimo até que completem 25 anos de idade, segundo o TJ. A decisão é da Primeira Câmara de Direito Público do TJPE, que reconheceu, de forma unânime, a responsabilidade civil objetiva do Poder Público no caso. Ainda cabe recurso.
CURTAS
O CASO – A vítima foi morta a facadas pelo ex-companheiro em 17 de agosto de 2018. O crime foi cometido após a fuga do agressor da Cadeia Pública de Serra Talhada. Após o ocorrido, o agressor cometeu suicídio na frente da filha mais velha do casal. O ex-companheiro estava preso preventivamente desde o dia 20 de maio de 2018, para evitar novos episódios de violência doméstica.
INSTITUCIONAL – O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), voltou a defender uma relação com o governo Raquel Lyra (PSD) baseada no equilíbrio institucional. “Reafirmo a minha posição, acho que a gente precisa sempre tratar com muita institucionalidade, até porque as discussões ficam. A gente passa, políticos vão passar, mas as discussões ficam”, afirmou.
DÍVIDAS – O Ministério da Fazenda trabalha com um prazo de três meses para a renegociação de dívidas de brasileiros inadimplentes no novo programa que está sendo preparado pelo governo. O governo corre contra o tempo para fechar o desenho nas próximas semanas para anunciar a benesse até o fim de abril, com o objetivo de valer já em maio, com a marca simbólica do dia do Trabalhador.
Perguntar não ofende: Qual prazo a nova presidente do INSS terá para reduzir as filas?
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Um documento do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos mostra que o ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que foi preso nesta segunda-feira (13), em Orlando, estava com visto expirado e está sujeito a deportação.
A informação foi publicada primeiramente pelo portal Metrópoles e confirmada pela Folha. O documento é chamado NTA (sigla para Notificação de Comparecimento, em inglês), que fornece ao tribunal de imigração a motivação para eventual deportação do território americano. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisNa notificação, o departamento descreve que Ramagem teve a entrada admitida nos EUA, mas é considerado “passível de deportação” porque o visto que ele possuía era o chamado B2, para turistas, e que permitiria a permanência apenas até 10 de março.
“É alegado que você está sujeito à deportação dos Estados Unidos de acordo com as seguintes disposições da lei: Seção 237(a)(1)(B) da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA), conforme alterada, por ter permanecido nos Estados Unidos por mais tempo do que o permitido, em violação da lei de imigração dos Estados Unidos”, afirma o documento.
A prisão de Ramagem foi confirmada pela Polícia Federal. Em nota, a PF afirma que o ex-deputado foi preso pelo ICE e atribui a detenção em decorrência de uma cooperação policial internacional junto a autoridades dos EUA.
“O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, de golpe de Estado e de tentativa de abolição violenta do Estado de Direito”, diz a PF.
Em nota nas redes sociais, o empresário e blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo critica a postura das autoridades brasileiras e argumenta que a prisão não tem relação com o pedido de extradição de Ramagem, que tramita por outro órgão, o Departamento de Estado, e não o de Segurança Interna, que é responsável pelo ICE.
Segundo ele, o documento NTA demonstra que “o ICE entendeu, de forma padrão em casos migratórios, que Ramagem estaria sujeito à deportação por permanência além do prazo autorizado”. “Não há absolutamente nada sobre cooperação com autoridades brasileiras, nem qualquer menção a crimes no Brasil”, diz ele.
Próximo da família Bolsonaro, Ramagem é considerado foragido da Justiça brasileira, após ter saído do Brasil e permanecido nos Estados Unidos, sob o governo Donald Trump, desde o ano passado.
O ex-parlamentar foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) à perda de mandato e a 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado no final do governo de Jair Bolsonaro (PL).
A prisão, porém, não tem relação com a condenação pelo STF, pela qual é considerado foragido da Justiça. O nome de Ramagem aparece no site da agência como “sob custódia do ICE”.
Ramagem teria se mudado em setembro para um condomínio de luxo na Flórida, enquanto gravava vídeos e votava à distância nas sessões da Câmara, amparado por um atestado médico.
Nesta segunda, o líder da oposição deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) afirmou em coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados que a oposição apresentou quatro solicitações a a em resposta à prisão de Ramagem.
A principal delas, direcionada à Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, pediu que seja considerada “a análise do contexto político e institucional brasileiro, especialmente no que tange à alegada perseguição a opositores políticos” na análise do caso de Ramagem.
O texto foi assinado pelo senador Jorge Seif (PL-SC) e pede ainda a concessão de asilo político para Ramagem e sua família. De acordo com ele, o processo já tramita nos Estados Unidos. O senador afirmou à imprensa que espera que o pedido resulte na priorização do caso de Ramagem.
Além disso, a oposição disse ter solicitado ao STF que revise a condenação do ex-parlamentar, e ao MJ (Ministério da Justiça) que forneça informações sobre a atuação do governo brasileiro no caso. “Eles estão querendo deportar o deputado”, disse Gilberto Silva.
Os parlamentares também disseram que solicitarão ao presidente do Congresso Nacional Davi Alcolumbre (União-AP) que “reveja a posição com relação à omissão desse poder”, explicou o líder da oposição.
O deputado argumentou que Ramagem teria sido cassado de forma “ilegal” e que a Câmara havia votado pela suspensão da ação penal contra o deputado em maio de 2025, o que foi barrado pelo STF.
Em dezembro, o ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura do processo de extradição de Ramagem.
A condenação definitiva do núcleo central da trama golpista, do qual o parlamentar fazia parte, foi decretada por Moraes em 25 de novembro.
Já em dezembro Ramagem prestou depoimento ao STF após Moraes reabrir o processo que poderia aumentar a pena do ex-parlamentar.
O julgamento de alguns dos crimes da trama golpista ocorridos após a diplomação de Ramagem havia sido suspenso pela Câmara enquanto ele ainda era deputado federal.
Trata-se dos tipos penais ligados ao 8 de Janeiro: dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.
Em dezembro, a Mesa Diretora da Câmara cassou Ramagem, o que abriu caminho para a decisão de Moraes de reabrir o processo contra ele.
A Câmara dos Deputados também cancelou os passaportes diplomáticos de Ramagem e do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que assim como o ex-diretor da Abin teve seu mandato cassado e está nos Estados Unidos.
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A governadora Raquel Lyra marcou presença, nesta segunda-feira (13), na missa solene que encerrou as festividades em homenagem a Nossa Senhora dos Prazeres. O evento ocorreu no histórico Monte dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, reunindo fiéis e autoridades para celebrar uma das tradições religiosas históricas da Região Metropolitana do Recife. Acompanhada pela vice-governadora Priscila Krause, a chefe do Executivo estadual aproveitou a ocasião para enfatizar o valor espiritual e a relevância da festividade.
Em seu pronunciamento, Raquel Lyra conectou a tradição religiosa ao compromisso com o desenvolvimento social. “No alto do Monte dos Guararapes, onde nasceu a pátria, nós temos a reafirmação da fé de um povo que acredita sempre na luta pela justiça social. Esse é um lugar belíssimo, que por muito tempo não foi enxergado. Nós, em parceria com o Exército e com a prefeitura, já estamos fazendo projetos para restaurar esse espaço, garantir a realização de eventos e permitir que a população o ocupe. Estou muito feliz de poder celebrar Nossa Senhora dos Prazeres. Que a gente continue pedindo sempre sabedoria para que possamos tomar as decisões certas e servir ao próximo”, declarou a governadora. As informações são do JC.
Leia maisPRESENÇA EM JABOATÃO
O prefeito de Jaboatão, Mano Medeiros, reforçou a importância da cooperação institucional entre o município e o estado para viabilizar a estrutura do evento, que teve início no dia 5 de abril. Segundo o gestor, a harmonia entre as esferas de governo foi fundamental para o sucesso dos nove dias de programação, expressando gratidão pelo apoio recebido do Governo de Pernambuco.
A celebração final foi conduzida por Dom Fernando Saburido, Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Olinda e Recife. O religioso destacou que a imagem de Nossa Senhora dos Prazeres remete à alegria da ressurreição, sendo um momento propício para a comunhão e a caridade. A cerimônia contou ainda com comitiva política, incluindo o senador Fernando Dueire, deputados federais e estaduais, além de lideranças locais que acompanharam o ato litúrgico com Raquel.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve almoçar com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), na terça-feira (14) para explicar as razões de ter decidido pelo envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho.
Segundo assessoria do presidente da Câmara, o encontro será após a posse do novo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), no Palácio do Planalto. As informações são do g1.
Nesta segunda-feira (13), o presidente Lula confirmou que enviará o projeto para análise dos deputados nesta semana.
Leia mais“A questão da jornada de trabalho, não tem mais sentido com o avanço tecnológico que o mundo teve a gente ainda só tem um dia para descansar no final de semana”, disse Lula durante um evento no Planalto.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), um dos articuladores do tema dentro do governo, afirmou que o texto está pronto e só depende da conversa entra Lula e Motta para ser enviado ao Congresso.
Na semana passada, Motta disse à imprensa que o então líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), havia informado a desistência do Palácio do Planalto de propor um novo texto. Logo depois, o governo contradisse a declaração de Motta e negou.
“Tema está pacificado no governo. Tem a decisão do presidente. Os ministros podem ter sua opinião, líder de governo pode ter sua opinião. Há uma definição, quem teve voto para isso é o presidente. Presidente Lula tomou e anunciou a decisão de que vai mandar o projeto de lei com regime de urgência”, disse Boulos.
O projeto de lei do governo deve ser enviado em regime de urgência, o que obriga a Câmara e o Senado Federal a analisarem a proposta. Caso contrário, a pauta de votação fica trancada até o texto em urgência ser analisado.
Projetos com urgência de autoria do presidente da República trancam a pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado.
Motta defende votar a PEC que tramita na Câmara. No começo do ano, ele determinou que sejam analisadas juntas uma proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) que acaba com a escala 6×1 e outra apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
Segundo Motta, a PEC deverá ser votada nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e até o fim de maio em plenário.
A possibilidade de Lula vetar pontos do projeto de lei que não agradem também é levada em consideração. A PEC não passa pelo crivo do presidente após ser aprovada pelos parlamentares e é promulgada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), cumpriu agenda nesta segunda-feira (13) no município de Agrestina, no Agreste. Recebido pelo prefeito Josué Mendes (PSB), ele percorreu ruas do centro da cidade, conversou com comerciantes e concedeu entrevista a uma rádio local. Durante a visita, defendeu que o Estado adote um ritmo de gestão semelhante ao observado em outros estados do Nordeste e no Recife, capital que administrou nos últimos anos.
Na entrevista, João Campos afirmou que a disputa eleitoral deve envolver a comparação entre gestões e projetos. “Eu sei fazer um compromisso e sei concretizar e tirar do papel esse compromisso. Eu tripliquei as vagas de creche no Recife, enquanto o Governo do Estado só fez três creches. Então, o que a gente vai colocar à disposição é a comparação”, disse. Ainda em Agrestina, ele visitou a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e destacou a importância da ampliação de serviços públicos voltados a pessoas com deficiência.
Leia maisJ

á em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, João Campos participou, à noite, da inauguração do Diretório Municipal do PSB. O ato contou com a presença do prefeito Paulo Roberto (MDB), do deputado estadual Sileno Guedes, da deputada federal Isa Arruda e de Túlio Arruda, que assumiu a presidência da legenda no município. Durante o evento, lideranças locais destacaram a importância da reorganização partidária.
Em seu discurso, João Campos afirmou que a iniciativa faz parte do processo de fortalecimento do partido no estado. “A gente vem fortalecer o nosso partido na cidade e no estado, agora com um novo diretório municipal, liderado por Túlio Arruda, junto com o prefeito Paulo Roberto”, disse. Ele também relembrou a trajetória do PSB e a relação histórica com o MDB, ao citar nomes como Miguel Arraes e Eduardo Campos.
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O novo líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou nesta segunda-feira (13) que o projeto do Executivo para o fim da escala 6×1 será encaminhado em regime de urgência, tratado como prioridade no Congresso ainda neste semestre e será uma de suas principais tarefas à frente da liderança.
“É um dos projetos prioritários da minha tarefa aqui como líder do governo, viabilizar o diálogo com os demais líderes da casa, estabelecer um processo ágil, na medida que ele virá em regime de urgência, para que nós possamos votar ainda no primeiro semestre”, disse. As informações são da CNN.
Leia maisSegundo Pimenta, o presidente Lula deve conversar com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos PB) sobre o tema. A expectativa do governo é que, após esse alinhamento, o texto seja formalizado para tramitação na Casa.
“Eu tenho certeza que nesse diálogo entre o presidente da Casa e o presidente da República, eles vão chegar aí no entendimento sobre a melhor forma da tramitação dessa matéria”, disse.
O líder reconheceu que ainda não iniciou formalmente as tratativas sobre a pauta e disse que não tem reuniões marcadas neste momento, mas que pretende abrir diálogo com Motta, líderes partidários e representantes do setor produtivo para viabilizar a tramitação.
Pimenta também minimizou a possibilidade de atritos com a Câmara diante da intenção do Planalto de acelerar a análise da proposta e afirmou que a construção será feita com base no diálogo. Para ele, o objetivo é garantir a aprovação do projeto ainda no primeiro semestre, antes da redução do ritmo legislativo em função do calendário eleitoral.
Paulo Pimenta está no sexto mandato como deputado federal. Já foi líder do PT na Câmara, em 2018 e 2019. No atual governo, foi ministro da Secretaria de Comunicação Social. Também esteve à frente da pasta criada para apoiar na Reconstrução do Rio Grande do Sul após as tragédias climáticas no estado.
Mais recentemente, participou da CPMI que investiga fraudes no INSS. A nomeação de Pimenta, assim como a de José Guimarães na articulação política, devem ser oficializadas em edição extra do Diário Oficial da União, conforme indicação do presidente Lula.
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CORREIO BRAZILIENSE
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a construção de uma liderança capaz de substituir o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “não é simples” no atual cenário político. A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band.
Na entrevista, Edinho defendeu a reeleição de Lula para o quarto mandato nas eleições presidenciais de 2026. “Precisamos reeleger o presidente Lula para que a gente tenha segurança de um Brasil que seja conduzido com segurança diante da estabilidade política e econômica que estamos vivenciando. O risco é o Brasil ter retrocesso, vivenciar uma situação de autoritarismo e desmanche.”
Leia maisSegundo Edinho, Lula concentra hoje um capital político relevante, o que dificulta a definição de um sucessor imediato dentro do campo democrático.
O dirigente ressaltou que a complexidade do cenário político e econômico amplia o desafio de formação de novas lideranças com capacidade de manter a mesma articulação e apoio.
“Evidente que uma liderança para substituir o presidente Lula não é simples, porque ele é hoje o maior líder político do mundo. Não é simples substituir o presidente Lula”, afirmou Edinho Silva.
O presidente do PT afirmou que novas lideranças tendem a surgir ao longo do tempo, desde que haja conexão com as demandas da sociedade.
Para ele, o processo de renovação política ocorre de forma gradual e depende da consolidação de projetos e agendas no País.
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Caso o Congresso Nacional derrube o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, presos condenados por crimes hediondos, como tráfico de drogas, estupro e feminicídio, poderão ficar menos tempo na cadeia. Um parecer da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados indica que a medida reduziria o tempo mínimo exigido para a progressão do regime fechado. A votação do veto está marcada para o dia 30 deste mês.
O estudo foi elaborado pelo consultor Lucas de Oliveira Jaques e compara as regras de progressão de pena após a aprovação da “Lei Antifacção”, ou Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, (Lei 15.358/2026) com o cenário em caso de derrubada do veto ao PL da Dosimetria. As informações são do Estadão.
Leia maisO parecer conclui que a derrubada do veto manteria as regras atuais para crimes menos graves, mas tornaria mais rápida a progressão de regime para condenados por tráfico, estupro, homicídio qualificado e feminicídio, além de líderes de organizações criminosas e milícias. Na prática, a queda do veto reverteria o endurecimento das penas promovido pela “Lei Antifacção”.
“Ressalta-se que a Lei 15.358/2026 entrou em vigor dia 25 de março de 2026, e foi aprovada com grande apelo popular ao recrudescer o tratamento penal aos criminosos”, diz o autor do estudo.
Segundo o comparativo, em crimes hediondos, o tempo mínimo de cumprimento da pena em regime fechado para progressão cairia de 70% para 40% no caso de réus primários. Nos crimes hediondos com resultado de morte, o percentual seria reduzido de 75% para 50%.
No caso de feminicídio, a exigência passaria de 75% para 55% para condenados primários, enquanto, para reincidentes, cairia de 85% para 70%.
A derrubada do veto também beneficiaria condenados por atuação em organizações criminosas e milícias, com redução do tempo mínimo de cumprimento de pena de 75% para 50% em regime fechado.
O objetivo do PL da Dosimetria, é reduzir as penas impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a outros réus condenados pela tentativa de golpe de Estado e pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.
Com o projeto, Bolsonaro teria a pena reduzida para 20 anos, com diminuição do tempo de regime fechado para dois anos e quatro meses. O texto foi aprovado pelo Congresso, mas em 8 de janeiro deste ano, três anos após os atos de vandalismo em Brasília, Lula assinou um veto integral ao projeto.
Agora, os parlamentares vão discutir a derrubada do veto presidencial, no próximo dia 30 de abril. A votação foi pautada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Como mostrou o Estadão, caso o veto seja derrubado, o projeto da dosimetria vai aliviar o tempo de cadeia para Bolsonaro, mas junto, vai beneficiar bandidos como Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, e André de Oliveira Macedo, o André do Rap. Isso porque ele reduz o tempo que esse tipo de criminoso deve permanecer na cadeia, em regime fechado, antes de passar para o regime semiaberto.
O gabinete do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também elaborou um estudo técnico baseado no parecer da Consultoria Legislativa. Segundo nota do parlamentar, “a derrubada do veto implicará diminuição substancial do tempo efetivo de cumprimento de pena em regime fechado para crimes extremamente graves, fragilizando a resposta estatal, comprometendo a prevenção geral e especial, e transmitindo à sociedade uma mensagem de tolerância incompatível com a gravidade dessas condutas”.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta segunda-feira (13) o deputado Paulo Pimenta como novo líder do governo na Câmara.
Pimenta vai substituir, na função, o deputado José Guimarães (PT-CE), que assume a Secretaria de Relações Institucionais, responsável pela articulação entre o governo e o Congresso Nacional.
Nas redes sociais, o presidente Lula afirmou que a articulação política do governo “tem sido fundamental para várias conquistas do povo”. As informações são do g1.
Leia mais“Com Guimarães e Pimenta em seus novos postos, [a articulação] seguirá sendo muito bem conduzida”, disse.
Paulo Pimenta foi ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência no início do terceiro mandato do governo Lula, mas foi substituído por Sidônio Palmeira no começo do ano passado.
Pimenta está em seu sexto mandato como deputado federal. Já liderou a bancada petista por dois anos consecutivos, em 2018 e 2019, e ocupou cargos de destaque no Congresso, como a presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHM). Mais recentemente, esteve à frente da bancada do governo na CPMI do INSS.
Articulação
José Guimarães foi anunciado novo ministro da SRI no fim de semana. A pasta estava sem titular após a saída da ministra Gleisi Hoffmann, no último sábado (4), em função do fim do prazo de desincompatibilização.
Este é o período em que ministros devem deixar os cargos no governo até seis meses antes das eleições, caso queiram concorrer ao pleito.
O novo ministro vai tomar posse nesta terça-feira (14). Segundo Guimarães, a previsão é que ele permaneça no comando da pasta até o final deste ano. Em caso de reeleição de Lula, o líder afirma que “o futuro a Deus pertence”.
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