Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
Resultado de 23,05% das seções totalizadas até o momento para a presidência da República. Bolsonaro com 51,36% e Lula com 48,64%.
A funcionária pública Mery Moura denunciou, nas redes sociais, que sua mãe, de 77 anos, teve atendimento negado no Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, na última segunda-feira (13). De acordo com o relato, a idosa aguardava há mais de um ano por uma consulta e, ao chegar à unidade, o médico Frederico Fernando Laurindo de Araújo teria se recusado a atendê-la, sem apresentar uma justificativa. Mery afirmou que o episódio provocou “tristeza, revolta e um sentimento de desamparo” e pediu a apuração do caso pelos órgãos competentes.
Nesta sexta-feira (17), Mery voltou ao hospital acompanhada de uma advogada para entregar uma nota de repúdio e pedir esclarecimentos à direção da unidade. Segundo ela, o documento não foi recebido e a direção também se recusou a atendê-las. “A Direção do hospital recusou-se a receber o documento, impedindo o protocolo oficial da Nota de Repúdio e deixando de acolher formalmente a manifestação da família sobre o ocorrido”, escreveu. Em vídeo, ela afirmou que aguardou cerca de três horas por atendimento.
Após deixar o hospital, Mery e a advogada registraram um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia. Segundo a funcionária pública, a medida foi adotada depois da tentativa frustrada de resolver o caso administrativamente. Na publicação, ela também marcou a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB), cobrando providências sobre o caso.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), manteve, nesta sexta-feira (17) a proibição de visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, por 90 dias. Na mesma decisão, vetou contatos políticos até as eleições de outubro e a divulgação de novos manifestos.
A prisão domiciliar do ex-presidente está mantida.
Na decisão, Moraes suspendeu o direito de visita de familiares por 30 dias. Segundo o ministro, apenas advogados, médicos e fisioterapeutas podem ir à casa do ex-presidente. Anteriormente, ele tinha autorização para receber outros filhos além de Flávio, como Carlos e Jair Renan. As informaç~eos são da Folha de S. Paulo.
Leia maisNa casa onde está em Brasília, ele mora com a mulher, Michelle, uma filha e uma enteada, que não estão sujeitas a essas restrições.
A medida de Moraes foi tomada pouco depois da manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) de que a leitura da carta do ex-presidente pelo filho e pré-candidato à Presidência violou regras da domiciliar.
“Os benefícios de sua prisão domiciliar humanitária não podem acarretar odiosos privilégios contrários à legislação e autorizar flagrante desobediência às decisões judiciais, inclusive por seus advogados”, disse Moraes.
Flávio Bolsonaro está inscrito no processo como advogado do pai e, portanto, tinha acesso livre a ele.
Ao relator, a defesa afirma que o ex-presidente não buscou terceiros para contornar as restrições e permanece fiel às cautelares desde o início do regime domiciliar.
“A circunstância de a carta ter sido posteriormente divulgada em redes sociais decorreu de decisão adotada sem que houvesse prévia ciência do peticionário”, afirmaram.
O texto do ex-presidente tem como título “Carta aos brasileiros” e começa com “saudoso do contato com o povo ao qual devo lealdade. Escrevo num momento de decisão para todos nós”.
Flávio, antes de ler a carta do pai, afirmou que se tratava de um “recado muito importante que ele quer dar a toda a nação”.
Na segunda-feira (13), Moraes proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias após entender que o senador descumpriu a medida cautelar que veta o ex-presidente de usar redes sociais, diretamente ou por terceiros, ao divulgar uma carta de Bolsonaro no fim de semana.
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Por Mauro Souza*
A expressão “a corrupção mata o amanhã” não é apenas um dito de cunho moral; ela traduz um mecanismo econômico, social e político que destrói as bases de desenvolvimento de uma nação.
Eu concordo plenamente com os laureados do Prêmio Nobel de Economia de 2025 — Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt quando atestam que a corrupção não é apenas uma infração ética ou administrativa. Ela se constitui como mecanismo de bloqueio institucional, que desativa os motores do crescimento econômico. Quando ela se enraíza, a exemplo do que vemos sistematizado em nosso país, ela deixa de ser apenas o desvio de um recurso público e passa a comprometer a viabilidade do porvir.
O custo advindo da corrupção tem total correlação com o chamado “Custo Brasil”. Investidores internacionais e fundos de capital de risco fogem de mercados onde as regras mudam conforme o suborno pago, ou onde o sistema regulatório é parcial. Sem previsibilidade, o capital vai para outro lugar, e o dinheiro que deveria financiar a infraestrutura do país se vê consumido pelo superfaturamento.
Leia maisA erosão ocasionada por um sistema corrompido abre espaço para o ceticismo frente às instituições democráticas, gerando ciclos de instabilidade e ceifando qualquer planejamento de longo prazo. Nesse cenário, setores estratégicos como a transição energética, a exploração de recursos minerais (como as terras raras) ou a regulação da infraestrutura de portos, aeroportos e da economia digital passam a atender a interesses escusos, em vez de metas de soberania e sustentabilidade nacional.
Na minha avaliação, uma sociedade só prospera se tiver instituições que protejam a inovação e impeçam que os vencedores de ontem usem a corrupção ou a regulação do Estado para impedir o florescimento dos vencedores de amanhã.
O comitê do Nobel destacou que o trabalho dos laureados em 2025 se faz essencial para entender os desafios atuais da IA, que se configura como força de criação de riqueza e prosperidade para alguns países… exatamente aqueles que se mostrem efetivos na proteção da inovação, diante da sanha da cleptocracia.
A IA tem potencial para atuar como antídoto contra a corrupção e a burocracia, na medida em que apoia a transformação de cadeias produtivas inteiras, maximiza, cruza massivamente dados para detectar anomalias e substitui a “subjetividade humana” por rastreabilidade digital.
Neste diapasão, eu vejo com bons olhos o PL 704/2026. Trata-se de uma proposta legislativa recente, que foca em direcionar parte dos esforços em desenvolvimento tecnológico para o combate à corrupção.
Diferente de projetos que buscam apenas mitigar danos ou estabelecer barreiras de segurança (como o PL 2.338/2023), o PL 704/2026 propõe uma postura ativa: o Estado deve priorizar e incentivar o desenvolvimento de IAs (em especial regulatórias), que atuem diretamente na integridade pública.
A prosperidade não é um estado natural, mas uma conquista moral. Ela depende da preservação de um ambiente onde as regras sejam claras e o sucesso seja determinado pela superioridade da inovação. Usar a IA como instrumento de combate à corrupção pode ser o último baluarte, antecessor da barbárie e da completa degradação social. Vamos em frente, pois temos um compromisso para com as gerações futuras.
*Engenheiro elétrico com pós-graduação em robótica e mestrado em telecomunicações.
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O deputado federal e pré-candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) realizou, nesta sexta-feira (17), mais uma edição do evento Papo Que Transforma, em Moreno, na Região Metropolitana do Recife. O encontro reuniu o deputado federal Lula da Fonte, o prefeito de Moreno, Edmilson Cupertino, o pré-candidato a deputado estadual Thierry Copertino, além de prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diferentes municípios pernambucanos. Durante o evento, foram discutidas propostas para Pernambuco e temas relacionados ao desenvolvimento da Região Metropolitana.
Segundo a assessoria do parlamentar, o mandato de Eduardo da Fonte já destinou mais de R$ 174,5 milhões para municípios da Região Metropolitana do Recife, incluindo investimentos em saúde, infraestrutura, mobilidade urbana e desenvolvimento regional. Apenas para Moreno, foram destinados mais de R$ 44,3 milhões. “O Papo Que Transforma nasceu para ouvir as pessoas, construir soluções e transformar diálogo em investimentos. Moreno mostra como essa parceria gera resultados”, afirmou o deputado.
A pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) recebeu, nesta sexta-feira (17), o título de cidadã de Itaquitinga, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. A homenagem foi concedida pela Câmara Municipal por iniciativa dos vereadores Aderito Guarda e André da Kombi. Na mesma solenidade, o pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), também recebeu a honraria. O evento contou ainda com a presença do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e da senadora Teresa Leitão (PT).
Ao agradecer a homenagem, Marília destacou investimentos do governo federal na Mata Norte, como a Hemobrás e o polo automotivo da Stellantis, em Goiana, e defendeu a continuidade de obras previstas no Novo PAC, a exemplo do Arco Metropolitano. “Recebo esse título com muita gratidão e, acima de tudo, com um sentimento ainda maior de responsabilidade. Quero estar no Senado para defender Pernambuco, a Mata Norte, e fortalecer os investimentos federais e trabalhar por mais desenvolvimento, geração de oportunidades e qualidade de vida para toda a região e para o nosso estado como um todo”, afirmou.
O cantor Juarez foi confirmado como uma das atrações do Palco Cultural da 26ª ExpoSerra e fará apresentação no dia 15 de agosto. A feira será realizada entre os dias 13 e 15 de agosto, no Armazém Social do Sesc, em Serra Talhada, reunindo atividades voltadas a negócios, inovação, empreendedorismo, cultura e entretenimento.
O show de Juarez integra a programação cultural do evento, que será realizada paralelamente às atividades empresariais. Segundo a organização, a programação completa da 26ª ExpoSerra será divulgada nos canais oficiais da feira.
A ex-prefeita de Casinhas e pré-candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil) visitou, na última quarta-feira (15), a 26ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), realizada no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Acompanhada do prefeito de Surubim, Cleber Chaparral (União Brasil), ela percorreu estandes de diversos municípios pernambucanos, incluindo Casinhas, Surubim, Orobó, Passira, Machados, Lagoa do Carro, Tracunhaém e Bezerros. Durante a visita, Juliana passou pelo estande de Casinhas, onde acompanhou a exposição do queijo de manteiga produzido no município, além de conhecer trabalhos de artesãos, como os da surubinense Cristiana Souto Maior, selecionada para expor no Espaço Economia Criativa do Sebrae.
Juliana também visitou espaços dedicados ao frivolité de Orobó, à renda renascença de Poção, aos bordados de Passira, às peças produzidas com palha de banana em Machados e a estandes de produtos da gastronomia pernambucana. “Na Fenearte tem arte, cultura, tradição e sabores que representam o melhor de Pernambuco e, entre tantas riquezas, tem um destaque que enche Casinhas de orgulho: o nosso queijo de manteiga”, afirmou. Cleber Chaparral destacou a participação dos artesãos na feira. “Passamos por diversos estandes, com destaque para Surubim, Orobó, representando o nosso frivolité, Passira e tantas outras cidades que mantêm viva a riqueza do artesanato pernambucano”, disse.
O arcebispo emérito de Maceió, Dom Antônio Muniz Fernandes, divulgou nesta sexta-feira (17) uma nota pública para esclarecer declarações feitas durante a celebração da Solenidade de Nossa Senhora do Carmo, que ganharam repercussão após serem interpretadas como uma crítica à Prefeitura do Recife. No texto, o religioso afirma que sua manifestação foi desvirtuada e ressalta que suas palavras ocorreram “em tom de bom humor e fraternidade”, sem qualquer intenção de censurar a atuação da gestão municipal.
Na nota, Dom Antônio Muniz destaca que acompanha de perto o processo de requalificação da Basílica de Nossa Senhora do Carmo e afirma ter testemunhado uma postura “respeitosa e colaborativa” da Prefeitura do Recife. Segundo ele, a administração municipal tem empreendido todos os esforços necessários para viabilizar a obra, que exige o cumprimento de etapas técnicas e legais rigorosas, além da participação de diversos órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio histórico.
Leia maisO religioso também fez questão de reafirmar a boa relação institucional entre a Arquidiocese, a Ordem Carmelita e a Prefeitura do Recife. De acordo com Dom Antônio, a parceria é marcada pelo diálogo, pelo respeito mútuo e pelo compromisso comum de preservar um dos principais patrimônios religiosos, históricos e culturais da capital pernambucana.
Ao concluir a nota, Dom Antônio Muniz manifestou confiança de que, mantendo esse espírito de cooperação, a restauração da Basílica seguirá seu cronograma e será concluída, permitindo que o templo seja devolvido plenamente restaurado aos fiéis e à população do Recife. O documento foi assinado na própria capital pernambucana e datado de 17 de julho de 2026.
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Se o leitor não conseguiu acompanhar o tributo ao cantor e compositor Waldick Soriano no quadro “Sextou”, do programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique aqui e confira. Está incrível!
A Fundação de Comércio Exterior e Relações Internacionais, FUNCEX, e a JX IA Regulatória, plataforma de inteligência regulatória que consolida fontes normativas primárias, como leis, regulações, decisões, processos e atos normativos das agências reguladoras brasileiras, firmaram uma aliança estratégica para ampliar o uso da inteligência artificial aplicada à área regulatória no Brasil. A iniciativa é voltada para reduzir riscos, organizar informações normativas e apoiar decisões empresariais em setores relevantes da economia.
Segundo fontes, a parceria coloca a FUNCEX no centro de uma agenda ligada à modernização do ambiente de negócios brasileiro. Criada em 1976, a Fundação acumula uma trajetória ligada ao comércio exterior, às relações internacionais, à inteligência econômica e à formulação de estudos e propostas para o fortalecimento da competitividade do Brasil. Com essa nova frente, a instituição amplia sua atuação ao aproximar conhecimento técnico, inovação e regulação.
Leia mais“A aliança procura responder a um dos principais entraves enfrentados por empresas e investidores no país: a complexidade das informações produzidas pelas agências reguladoras”, afirmou Antonio Carlos da Silveira Pinheiro, presidente da FUNCEX.
De acordo com a Associação Brasileira de Agências Reguladoras, ABAR, cerca de 70% do PIB brasileiro passa, direta ou indiretamente, pela fiscalização desses órgãos, o que reforça a importância de instrumentos capazes de tornar normas, decisões e processos mais acessíveis.
Conforme apuração, a JX desenvolveu uma plataforma que organiza e analisa normas, regulamentos, decisões e processos das agências reguladoras, transformando dados dispersos em informação estratégica. A FUNCEX, por sua vez, pretende agregar a esse processo sua experiência institucional e técnica, contribuindo para que a inteligência regulatória seja aplicada de forma alinhada às necessidades do comércio exterior, dos investimentos e da economia produtiva.
A iniciativa, cujo “head” da operação pelo lado da Funcex é Mauro Souza, visa “contribuir para ampliar a previsibilidade regulatória e apoiar setores como infraestrutura, energia, logística, mineração, saneamento e telecomunicações”.
Ao aproximar inteligência artificial, regulação e análise econômica, a FUNCEX poderá reforçar sua posição como instituição de referência no debate sobre competitividade, ambiente de negócios e integração do Brasil às cadeias internacionais de valor.
“Num país ainda marcado pelo chamado Custo Brasil, a capacidade de transformar complexidade em clareza pode ser determinante para atrair capital, estimular investimentos, gerar empregos e fortalecer a competitividade nacional. A aliança entre FUNCEX e JX surge, assim, como uma resposta prática a um desafio estrutural da economia brasileira”, defendeu Antonio Carlos da Silveira Pinheiro.
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Em encontro com representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife), nesta sexta-feira (17), o pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), apresentou propostas voltadas à revitalização do Centro do Recife e ao desenvolvimento da Região Metropolitana. A reunião contou com a participação do presidente da entidade, Frederico Leal, de empresários e do pré-candidato a vice-governador, Carlos Costa.
Entre os principais temas discutidos estiveram a mobilidade urbana, a política habitacional, a integração entre os municípios da Região Metropolitana, a requalificação do Centro da capital e o fortalecimento da parceria entre o poder público e a iniciativa privada para estimular o desenvolvimento econômico. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisDurante o encontro, João Campos afirmou que pretende ampliar, em nível estadual, iniciativas que já vêm sendo desenvolvidas pela Prefeitura do Recife, incorporando essas experiências ao seu projeto de governo. Segundo ele, o objetivo é fortalecer a atuação do Estado na recuperação urbana e acelerar a transformação do Centro da cidade.
“Agora eu vou querer juntar essas agendas. Vou pegar o que a gente fez e colocar na plataforma do projeto do Estado o que a gente pode fazer enquanto Governo para acelerar isso”, afirmou.
O pré-candidato destacou que o governo de Pernambuco pode assumir um papel estratégico na requalificação da área central, ampliando investimentos em habitação e contribuindo diretamente para a recuperação urbana.
“A Prefeitura fez a parte dela. O Estado pode ser um construtor disso, um dos investidores dessa reabilitação do Centro. A partir do momento que a gente fizer essa revitalização, tudo vai ficar mais fácil”, declarou.
João Campos também defendeu uma atuação mais integrada entre os municípios da Região Metropolitana, argumentando que a cooperação regional é fundamental para melhorar a mobilidade, fortalecer a economia e tornar as políticas públicas mais eficientes.
A CDL Recife reúne representantes dos setores de comércio e serviços da capital e atua na defesa dos interesses do segmento e no fortalecimento do ambiente de negócios.
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O Sextou de hoje traz um emocionante tributo ao cantor e compositor Waldick Soriano, um dos maiores ícones da música romântica popular brasileira. Ex-garimpeiro e caminhoneiro, notabilizou-se pelo visual de terno preto e óculos escuros, compondo clássicos como “Eu Não Sou Cachorro, Não” e “Tortura de Amor”.
Quem vai falar sobre a trajetória do cantor baiano de Caetité é o gabaritado escritor Paulo César de Araújo, autor do livro “Eu não sou cachorro não”, uma profunda e estimulante pesquisa sobre a carreira do artista. Um dos mais importantes escritores da temática MPB, Paulo César de Araújo também é autor de outras obras, como a biografia não autorizada, e depois liberada, do rei Roberto Carlos.
Leia maisO Sextou vai ao ar logo mais, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
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