Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Entre os dias 10 e 15 de agosto, acontecerão os Jogos Escolares do Brejo da Madre de Deus, uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, por meio Departamento de Esportes, em parceria com a Prefeitura.
Os estudantes poderão disputar as competições nas seguintes faixas etárias: Fraldinha, entre 7 e 9 anos; pré-mirim-mirim, entre 9 e 11 anos; e mirim, entre 12 e 14 anos de idade. As modalidades disputadas serão futsal, vôlei, badminton e xadrez.
Os jogos acontecerão em Brejo sede e nos distritos de Fazenda Nova e São Domingos, com premiação em medalhas para os dois primeiros colocados de cada modalidade e categoria. A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva entre os estudantes, promover a integração entre as escolas do município e fortalecer valores como disciplina, respeito, trabalho em equipe e espírito esportivo.
Uma simulação ao vivo da atuação da Polícia Científica em uma cena de crime será realizada nesta sexta-feira (7), a partir das 15h30, durante o Congresso Vox Criminal Recife, no RioMar Eventos. A atividade, realizada com a participação do Sindicato dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal de Pernambuco (SINPOCRIM), será aberta ao público e mostrará, na prática, como o trabalho pericial contribui para a investigação e a produção da prova científica.
A simulação reproduzirá uma cena de morte violenta por disparo de arma de fogo. O público poderá acompanhar procedimentos realizados pelos peritos, como isolamento e preservação do local, cadeia de custódia, identificação e coleta de vestígios biológicos e balísticos, exame perinecroscópico e análise dos elementos que ajudam a estabelecer a dinâmica do crime.
Leia maisA proposta é mostrar como vestígios encontrados em um local de crime são analisados cientificamente e podem se transformar em provas fundamentais para a investigação e para o sistema de Justiça.
Além da atividade prática, o SINPOCRIM também participa da programação científica do Vox Criminal. Na manhã da sexta-feira (7), o presidente da entidade ministra a palestra “O papel da perícia médico-legal na produção da prova técnica”.
A vice-presidente do sindicato, Sandra Santos, apresenta o tema “Da Cena do Crime ao Tribunal: O Papel da Genética Forense na Produção da Prova Científica”, abordando a contribuição da genética forense para a construção da prova científica.
O Congresso Vox Criminal Recife acontece nos dias 7 e 8 de agosto e reúne profissionais e estudantes das áreas de Direito Penal, Perícia Criminal, Segurança Pública e Psicologia Jurídica.
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Médico oftalmologista e neurologista, Silvio Eraldo Gomes coloca sua experiência a serviço de Pernambuco. Com atuação nas regiões do Pajeú, Moxotó e Itaparica e trajetória marcada pela expressiva votação na disputa pela Prefeitura de Ibimirim, em 2012, ele foi convocado para disputar uma vaga na Câmara Federal ao lado da Frente Popular de Pernambuco.
Entre suas principais bandeiras estão o fim das Organizações Sociais (OS) na gestão de hospitais e UPAs, a defesa de uma saúde pública mais eficiente e humanizada, a revitalização do Perímetro Irrigado do Moxotó, a redução do IPVA pela metade e a implantação de creches para idosos em todos os municípios, garantindo mais dignidade e cuidado à população.
O ex-prefeito de Petrolina e presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, anunciará o apoio do seu grupo político à candidatura de Mendonça Filho ao Senado Federal.
O pronunciamento oficial acontecerá, logo mais, às 15h, no escritório da família Coelho, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e marcará a formalização da aliança política entre as duas lideranças.
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Fotos: Blog Ponto de Vista
A convenção do PL, que oficializou a candidatura de Mendonça Filho ao Senado, transformou-se em um grande ato político da direita em Pernambuco. O evento, comandado pelo presidente estadual do partido, Anderson Ferreira, reuniu as principais lideranças da legenda e aliados.

Um aspecto chamou a atenção durante toda a programação: a associação explícita entre o senador Flávio Bolsonaro e a governadora Raquel Lyra. Discursos, manifestações do público e peças de comunicação reforçaram o alinhamento político entre o PL e a governadora, algo que já vinha sendo esperado nos bastidores.
Leia maisNas últimas 24 horas, ficou evidente que as principais lideranças da direita e da extrema direita no Estado, inclusive Gilson Machado, fecharam apoio em torno da candidatura de Mendonça Filho e da aliança com Raquel Lyra.
Com isso, o cenário eleitoral ganha contornos mais definidos. Raquel Lyra passa a disputar a eleição ao lado de dois nomes identificados com a direita, Mendonça Filho e Eduardo da Fonte, além de Túlio Gadelha, que tem adotado posições que seus críticos classificam como de uma nova direita.
No campo adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia deixado clara sua posição ao sinalizar apoio ao palanque formado por João Campos, Humberto Costa e Marília Arraes.
Agora, resta acompanhar os próximos capítulos de uma disputa que tende a ser marcada pela polarização entre os dois projetos políticos.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Veterano na política do Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque foi deputado federal pela última vez até 2015. Dez anos depois, tenta voltar à disputa eleitoral, sempre pelo PSB, novamente candidato a deputado federal. Nessa tentativa, ele se torna um personagem em carne e osso da injustiça política do atual esquema de emendas orçamentárias, com orçamento secreto, emendas Pix e de liderança.
Em conversa com o Correio Político, Beto Albuquerque narrou como a disputa é inglória. “Quem não tem mandato tem uma imensa desvantagem com relação a quem tem”, comenta Beto. “O sistema de distribuição orçamentária deixa todos os prefeitos nas mãos de quem já é deputado federal. Trata-se de um sistema de compra de votos”, denuncia. E conclui que isso precisa mudar de maneira urgente. “A quem interessa distribuição de recursos orçamentários dessa maneira?”
Leia maisBeto Albuquerque responde. “Ao cidadão é que não é”, diz ele. A experiência que o candidato do PSB relata no Rio Grande do Sul é exatamente o que vem alertando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Se não estiverem parando no bolso dos responsáveis, as emendas orçamentárias hoje azeitam um esquema de caixa dois nas campanhas eleitorais. Sem rastreio, esse dinheiro vai parar nos municípios e serve para os parlamentares acertarem com prefeitos os cabos eleitorais em suas bases.
As dificuldades que Beto Albuquerque relata vir sofrendo na tentativa de obter os votos necessários para voltar a ser deputado federal se encaixam na avaliação do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que é “amicus curiae” nas ações sobre orçamento. O termo, traduzido do latim para “amigo da Corte”, designa instituições que fazem parte das ações de forma indireta. Para o MCCE, essas ferramentas que vêm tornando o orçamento menos transparentes acabam por sequestrar o voto do brasileiro.
Segundo o ex-juiz eleitoral Márlon Reis, integrante do MCCE, os partidos conseguem hoje, com uma margem de erro mínima, saber exatamente quem elegerão quando elaboram as suas listas de candidatos. A forma como distribuem os recursos e como montam as listas permite saber exatamente quem será eleito, quem vai puxar votos e quem vai fazer figuração. No caso dos recursos, os legais e os ilegais.
Uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e divulgada no final do mês de julho ajuda a entender um pouco mais o tamanho da encrenca. O TCU analisou 100 repasses de emendas Pix para 73 municípios e dois estados brasileiros. E constatou a existência de irregularidades em nada menos que 82% dessas transferências.
Quanto aos supostos beneficiários, as irregularidades alcançam 82,4% dos beneficiários. Estamos falando de R$ 198 milhões no total e pelos R$ 49 milhões de prejuízo aos cofres públicos. A auditoria do TCU investigou emendas feitas aos orçamentos de 2020 a 2024. E o problema maior é exatamente a caixa preta.
A caixa preta significa não se saber exatamente quem destinou, para quem, para onde e com qual finalidade. Os auditores identificaram diversos outros problemas mesmo onde foi possível identificar. Movimentação de recursos em contas correntes não específicas. Falta de relatórios de gestão. Pagamentos sem a comprovação adequada.
Os problemas seguem. Fraudes em licitações. Obras não concluídas ou parcialmente executadas. Diversas dessas coisas infelizmente fazem parte da rotina de rolos desde o escândalo dos Anões do Orçamento. Ou mesmo antes. O que espanta é que isso cada vez mais venha se tornando regra. Deixa de ser esquema para ser a própria regra.
O resultado prático disso é que a renovação da Câmara dos Deputados torna-se baixíssima. Nas eleições de 2022, mais de 60% dos deputados que disputaram o mandato novamente se reelegeram. O MCCE estima que essa taxa de manutenção dos mandatos chegue em outubro a 80%. Seria menos ruim se a população estivesse satisfeita.
Datafolha em março apontou que 39% consideram o Congresso ruim ou péssimo. Somente 21% o acham ótimo ou bom. Mas os senhores parlamentares lá seguirão. Beto Albuquerque luta para ser um caso de renovação. Com outro dado triste: se ele vier a conseguir ou não, serão poucos os eleitores que mais adiante se lembrarão.
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Blog da Folha
O PL confirmou que o deputado federal Mendonça Filho (PL) será o nome do partido nas eleições para o Senado. O anúncio foi realizado há pouco, durante a convenção da sigla, no Bugan Hotel, em Boa Viagem.
Na ocasião, o deputado federal e presidente do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, afirmou estar animado com o lançamento da candidatura de Mendonça à Casa Alta.
“Estou muito animado. Mendonça tem história, tem legado. Não tenho dúvida nenhuma que vamos ter o primeiro senador de direita de Pernambuco”, afirmou.
Cerca de mil pessoas participaram, na noite de ontem, do XIII ato do movimento ‘Direitos Já’, no auditório do Tuca, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. O deputado federal e candidato a suplente ao Senado, Luciano Bivar (MDB), participou do evento. Em sua fala, ele falou sobre os ataques sistemáticos para enfraquecer o judiciário, a distorção do financiamento público e a situação de congressistas corruptos, entre outros temas. Confira abaixo o seu pronunciamento.
Coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto, o senador Rogério Marinho (PL-RN) deve ser o vice na chapa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, diante do impasse gerado com o veto do PL ao nome da senadora Tereza Cristina (PP-MS) pela cúpula do partido dela. Para a crise não se estender, Marinho já teria aceitado o convite de Flávio, abrindo mão do papel de coordenador.
Por Claudio Soares*
Em um ambiente político marcado pela renovação constante de nomes e discursos, poucas lideranças pernambucanas acumulam uma trajetória tão extensa na vida pública quanto a de Mendonça Filho. Com passagens pelos Poderes Executivo e Legislativo, ele construiu uma carreira marcada pela atuação em diferentes áreas da administração pública, reunindo experiência em funções estratégicas nos âmbitos estadual e federal.
Poucos nomes na política pernambucana reúnem uma trajetória tão consistente quanto a de Mendonça Filho.
Leia maisHomem inteligente, íntegro e experiente, foi governador de Pernambuco, ministro da Educação e construiu uma atuação destacada no Poder Legislativo, acumulando conhecimento sobre os principais desafios do Estado e do Brasil.
Pela experiência, capacidade de diálogo e preparo para o debate nacional, Mendonça Filho representa uma excelente opção para o Senado Federal. Pernambuco precisa de parlamentares com independência, competência e compromisso com o interesse público, qualidades que marcam sua vida pública.
Administrador por formação, Mendonça iniciou sua vida pública ainda jovem, tornando-se deputado estadual aos 20 anos. Posteriormente, exerceu os cargos de secretário de Estado, deputado federal, vice-governador, governador de Pernambuco e ministro da Educação, além de retornar à Câmara dos Deputados em diferentes legislaturas. Essa trajetória lhe proporcionou conhecimento sobre os principais desafios relacionados ao desenvolvimento econômico, à educação, à infraestrutura e à gestão pública.
Durante sua passagem pelo Ministério da Educação, esteve à frente de políticas voltadas para a área educacional e participou de debates nacionais sobre o ensino brasileiro. No Congresso Nacional, teve atuação em comissões e discussões de temas de interesse para Pernambuco e para o país.
Ao longo de sua carreira, Mendonça Filho consolidou uma imagem de político experiente, com capacidade de diálogo e trânsito entre diferentes setores da sociedade e da administração pública. Seu currículo reúne experiências administrativas e legislativas que o colocam entre os nomes mais conhecidos da política pernambucana.
Com as eleições se aproximando, seu nome volta a ser citado nos debates sobre a representação de Pernambuco no Senado Federal. O histórico de cargos exercidos e a experiência acumulada fazem dele um dos protagonistas do cenário político estadual, cabendo ao eleitor avaliar, nas urnas, as propostas e os perfis apresentados pelos diferentes candidatos.
*Advogado criminalista e jornalista
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Por Joel de Hollanda*
Durante décadas, o futebol brasileiro foi tratado como o verdadeiro ópio do povo – uma cortina de fumaça capaz de esconder as mazelas de um país desigual. Hoje, porém, nem essa paixão nacional consegue anestesiar a realidade. O declínio da Seleção Brasileira não é apenas esportivo; tornou-se o retrato de um país que perdeu referências, abandonou valores, planejamento e compromisso com a excelência.
Se outrora a seleção simbolizava a inesquecível “pátria de chuteiras”, hoje parece representar uma “pátria de tornozeleira”, onde criminalidade, impunidade e inversão de valores convivem com a resignação de uma sociedade que já não se surpreende com o absurdo.
Leia maisDentro de campo, falta o espírito de quem carregava o orgulho de representar milhões de brasileiros. Fora dele, prevalece a lógica do mercado. Muitos atletas milionários, acostumados à bolha de riqueza e privilégios da Europa, enxergam a convocação mais como um fardo do que como uma honra nacional. A camisa amarela perdeu a mística construída por gerações que transformaram a ginga, a criatividade, o talento e a garra em patrimônio do futebol mundial.
Há uma inquietante semelhança entre o conformismo da seleção diante das derrotas e a passividade com que o país assiste aos sucessivos escândalos políticos, descalabros econômicos e abusos institucionais. Em ambos os casos, a indignação foi substituída pela indiferença. A perda da identidade da camisa canarinho reflete um Brasil que desaprendeu a planejar o futuro, desprezou o mérito e se acomodou à cultura do improviso. O futebol reproduz o que tantas vezes se observa nas instituições públicas: desfile de vaidades, exibição de poder, ausência de planejamento e falta de compromisso com resultados duradouros.
A CBF, por sua vez, tornou-se símbolo desse modelo. Em vez de priorizar a formação de talentos, a gestão eficiente e o mérito esportivo, frequentemente transmite a imagem de uma estrutura dominada por interesses políticos, corporativos e econômicos. O sucesso beneficia poucos; o fracasso recai sobre milhões de torcedores. Enquanto isso, multiplicam-se vexames diante de seleções antes consideradas tecnicamente inferiores.
Esses resultados extrapolam o esporte. Revelam um país acostumado ao improviso, incapaz de estabelecer objetivos de longo prazo e resistente às reformas estruturais de que tanto necessita. Preferimos soluções imediatas à construção paciente de um futuro sólido.
O Brasil que encantava o mundo pela alegria, criatividade e ousadia do seu futebol perdeu essa essência. A bola murchou porque, antes dela, esvaziaram-se valores como responsabilidade, disciplina, respeito ao mérito e compromisso com o interesse coletivo.
O futebol brasileiro atravessa uma grave crise. O Brasil, porém, enfrenta algo ainda mais profundo: uma crise de identidade. Enquanto não recuperarmos a seriedade, a competência e o senso de responsabilidade na vida pública, continuaremos procurando explicações para as derrotas nos gramados, quando a verdadeira derrota começou muito antes do apito inicial.
*Economista
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