Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (6) a criação de uma comissão especial para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Na prática, o presidente da Câmara decidiu dar andamento ao texto na Casa. Apesar de a comissão especial ser uma das etapas de tramitação de uma PEC, ele não é obrigado a criar o colegiado. As informações são do g1.
Leia maisMotta já sinalizou que não pretende concluir a análise do tema antes das eleições de outubro. A redução da maioridade penal chegou a ser incluída na PEC da Segurança Pública, aprovada no início do ano.
Mas Motta pediu ao relator, deputado Mendonça Filho (PL-PE), que a alteração na maioridade penal fosse retirada do texto e discutida separadamente, após apelos da base do governo, que chamou a medida de “populismo eleitoral”.
A PEC já havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa em junho, que analisou apenas a constitucionalidade da matéria, decidindo que, ao não ferir a Constituição, poderia continuar sendo analisada.
A proposta altera o artigo 228 da Constituição para estabelecer que a maioridade é atingida aos 16 anos, idade a partir da qual a pessoa é considerada penalmente imputável.
Atualmente, o mesmo artigo diz que os menores de 18 anos são inimputáveis e sujeitos às normas da legislação especial.
Governistas argumentam que a PEC desfigura um dos direitos e garantias fundamentais da Constituição, trecho que não poderia ser alterado por emenda por ser considerado cláusula pétrea. Já deputados da oposição afirmam que a PEC não afronta a Constituição e tratados internacionais ratificados pelo Brasil.
Após a criação da comissão especial e a indicação dos seus integrantes pelos líderes dos partidos, o colegiado terá um prazo inicial de 10 sessões do plenário para que os parlamentares apresentem emendas ao texto.
Ao final desse período, o parecer do relator já pode ser votado no colegiado. O prazo máximo de funcionamento da comissão especial é de 40 sessões do plenário.
Se a proposta não for analisada, o presidente da Câmara pode decidir levar o texto diretamente ao plenário.
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POR TEREZINHA NUNES – JC
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, está ajudando a governadora Raquel Lyra nas negociações para escolha do nome da Federação União Progressista que vai compor a vaga para o Senado na sua chapa. Este blog confirmou, através de duas fontes, que Kassab ligou para o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP e copresidente da Federação, para saber qual o posicionamento final do colegiado sobre o nome do representante do grupo na composição para o Senado. Ciro teria, segundo essas fontes, reafirmado que a Federação não abre mão da escolha da executiva estadual que optou pelo deputado federal Eduardo da Fonte.
Esse telefonema indica que, mesmo após a votação local, ainda haveria dúvidas no Palácio do Campo das Princesas a respeito do desfecho do imbróglio criado entre o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, presidente estadual do União Brasil e Eduardo da Fonte, presidente estadual do PP e da própria Federação, que uniu o PP e União Brasil . Miguel, mesmo não tendo votos suficientes para derrotar Eduardo da Fonte na executiva, se absteve de votar e obteve do presidente nacional Antonio Rueda, que é do seu partido, uma nota oficial informando, antes do encontro, que a decisão local só teria validade com a aquiescência da nacional.
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Isso não impediu que o próprio Ciro também publicasse nota oficial, após a decisão a executiva pernambucana, referendando o resultado de 5 a 2 pró-Eduardo da Fonte e que, pelo estatuto da Federação, só poderá ser derrubado se o próprio Ciro e Rueda concordarem pois cada um tem 50% de poder sobre as decisões nacionais. Miguel Coelho tem insistido que cabe à governadora definir a sua chapa e não os partidos. Também culpa Eduardo da Fonte de não ter colocado na convocação oficial do encontro que seria deliberado sobre a escolha do nome para o Senado. O deputado federal Lula da Fonte respondeu que em toda reunião há sempre assuntos gerais, como ocorreu no encontro da executiva, e que nesses assuntos gerais cabe aos membros presentes apoiar ou não o que for proposto e que Miguel não se contrapôs a isso. Apenas se absteve o que entende como uma participação.
Essa discussão tem dia e hora para terminar. A Convenção que oficializará a governadora Raquel Lyra como candidata à reeleição está marcada para o dia 02 de agosto e os nomes dos demais componentes da chapa precisam ser escolhidos alguns dias antes para dar tempo à preparação do Clube Português, onde ela vai ocorrer, para o encontro. Já se tem como certo que a governadora tem nome em seu próprio partido para ocupar esta vaga que é o senador Fernando Dueire, e na sua cabeça deve estar definido até quando ela vai esperar uma conciliação entre Eduardo da Fonte e Miguel Coelho.
Na verdade, tanto Miguel Coelho quanto Eduardo da Fonte contrariariam a governadora durante o processo político da eleição de 2026 iniciado pelo prefeito João Campos no final de 2024, logo após ser reeleito prefeito com 78% dos votos dos recifenses. Miguel Coelho, que tinha ficado contrariado por não ter garantido espaços no Governo Raquel, após ter apoiado a governadora no segundo turno de 2022, se afastou da mesma, fez acordo com João Campos indicando o irmão deputado estadual Antonio Coelho para secretário de Turismo do Recife e passou a posar para fotos com o prefeito como pré-candidato ao Senado. Só se afastou quando sentiu que João iria optar por Humberto Costa e Marília Arraes. Nesse período, a governadora foi à Federação União Progressista propor que Eduardo da Fonte e Miguel compusessem a sua chapa para o Senado. Miguel aceitou mas Dudu não, o que começou a cravar o seu afastamento da governadora. Posteriormente ela tomou conhecimento que Eduardo tinha conversado com João Campos para ser candidato ao Senado no lugar de Marília Arraes, o que azedou ainda mais a convivência entre os dois.
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O ex-ministro do Turismo e da Cultura e pré-candidato a deputado federal, Gilson Machado (PL), entregou nesta segunda-feira, em Washington, um documento da Associação de Exportadores de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco (VALEXPORT) ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos.
No documento, a entidade solicita que alguns produtos brasileiros, entre eles as uvas de mesa produzidas em Pernambuco e na Bahia e exportadas para o mercado americano, sejam excluídos da aplicação da tarifa de 25% prevista na Seção 301. A VALEXPORT convidou Gilson Machado para representar os produtores nessa pauta junto às autoridades norte-americanas.
Leia maisNa terça-feira (07/07), o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, participará de uma audiência pública sobre o chamado “tarifaço”. Antes do encontro, Gilson Machado apresentou ao senador os principais pontos relacionados à importância econômica da viticultura no Vale do São Francisco.
“A viticultura emprega atualmente entre 28 mil e 30 mil trabalhadores formais apenas na cultura da uva no Vale do São Francisco. Nossa uva não concorre com a produção americana, pois abastece o mercado dos Estados Unidos justamente durante a entressafra deles. Além disso, nossa produção é reconhecida pela qualidade, e os americanos sabem disso”, afirmou Gilson Machado.
Empresário e produtor de coco, Gilson Machado destacou que sua atuação na defesa dos interesses do Vale do São Francisco vai além das disputas políticas.
“Isso é muito mais do que política. Estamos defendendo a economia de Pernambuco, os empregos e a competitividade dos nossos produtores”, reforçou.
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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) agradeceu, na noite de domingo, a mensagem de solidariedade da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) após a aliada de Michelle Bolsonaro (PL) relatar ter sofrido ataques misóginos. Damares afirma ter se emocionado com a publicação de Marina, a quem se refere como “irmã em Cristo”.
“Deputada, suas palavras me emocionaram e aqueceram meu coração. Estamos hoje em lados opostos na política, mas todos sabem que no passado já estivemos do mesmo lado, juntas, lutando por um Brasil melhor e todos também sabem que tenho carinho e admiração pela senhora e que somos irmãs em Cristo”, escreveu Damares, que assim como Marina segue a religião evangélica. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNo sábado, Marina publicou um texto endereçado a Damares no qual criticou a misoginia.
“O debate político pode e deve ser firme, mas jamais pode abrir mão da civilidade, da verdade e do respeito. Quando uma mulher na vida pública é alvo de agressões e tentativas de silenciamento, todas nós somos atingidas. Que Deus e o bom ambiente democrático nos iluminem a escapar dessa onda inaceitável que nada têm a ver com o que deveria ser o debate público”, escreveu Marina.
Na quarta-feira, Damares revelou ter sido alvo de uma onda de ataques nas redes sociais. As declarações foram feitas durante reunião da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, presidida pela própria parlamentar, um dia depois de Michelle Bolsonaro anunciar que deixaria a presidência do PL Mulher em meio à crise com o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Segundo Damares, os ataques ultrapassaram as críticas políticas e passaram a atingir sua vida pessoal e sua família.
— Essa semana eu tenho sido vítima dos mais terríveis ataques (…) Disseram que vão matar minha filha. Inclusive eles fazem imagens de como vão matar a minha filha. A minha filha é uma menina indígena. Eu sou mãe de uma menina indígena. E eles simulam imagens que estão empalando a minha filha, que estão decapitando ela. É uma violência política que a gente não consegue imaginar.
Após o discurso, Damares afirmou ao GLOBO que a bancada feminina do Senado pretende discutir medidas institucionais diante dos episódios recentes de violência política contra mulheres, independentemente de uma manifestação formal das vítimas.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarcou nos Estados Unidos no último domingo (5) para participar na próxima terça-feira (7) de uma audiência pública para discutir a imposição de uma tarifa extra de 25% sobre produtos brasileiros. A previsão é que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro discurse por cinco minutos.
A audiência é organizada pelo USTR, sigla em inglês para Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos, órgão que conduz a investigação comercial declarada contra o Brasil. As informações são da CNN.
O senador deverá utilizar seus cinco minutos para defender a não aplicação da sobretaxa e pedir que os dois países busquem uma solução através do diálogo.
Leia maisA manifestação de Flávio está marcada para as 10h, no horário de Washington (11h, em Brasília), e será um dos expositores no segundo e último dia de debates organizados pelo escritório. A fala antecede a decisão definitiva do governo americano, que deve ser anunciada até 15 de julho.
Segundo a avaliação do pré-candidato a presidente pelo PL, a tarifa traria prejuízos para exportadores e consumidores brasileiros e fortaleceria o presidente Lula (PT) em sua pré-campanha à reeleição.
Para participar do debate, Flávio encaminhou um documento de 86 páginas às autoridades americanas. No relatório, o senador solicitou a suspensão do tarifaço anunciado pelo EUA e que o país não incluísse o Pix na disputa comercial com o Brasil.
Flávio argumenta na justificativa do documento que a adoção desta medida terá o efeito contrário ao desejado pela Casa Branca, respaldando o governo Lula.
A audiência tomou como base a investigação instaurada com base na Seção 301 da legislação comercial americana, analisando se as políticas adotadas pelo país nas áreas de comércio digital, propriedade intelecutal, meios eletrônicos de pagamento, acesso ao mercado de etanol, tarifas preferenciais, combate à corrupção e enfrentamento ao desmatamento ilegal representam prejuízo aos interesses comerciais dos Estados Unidos.
Apesar da investigação, o governo Trump abriu um período para o envio de manifestações escritads e realização de audiências públicas antes de definir eventuais medidas contra o Brasil.
Nesta fase colaboram empresas, entidades representativas, especialistas e organizações dos dois países. Além de Flávio Bolsonaro, também participará do painel Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), que falará em nome da CNI (Confederação Nacional da Indústria), da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).
Apesar do esforço, as chances de o Brasil reverter a decisão dos EUA são baixas, segundo Azevêdo em entrevista à CNN.
“Estive recentemente no Departamento de Estado e no USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), e a mensagem que recebi foi muito clara: os impostos e as taxas serão implementados. Acho muito difícil que, nesta altura, consigamos reverter essa decisão”, afirmou.
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Por Bela Megale – O GLOBO
Uma aliada de primeira hora de Michelle Bolsonaro tem se movimentado para construir uma trégua entre a ex-primeira-dama e o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Em conversas com integrantes do PL, essa intermediária tem feito apelos para que Flávio se aproxime da madrasta durante as visitas que faz a Jair Bolsonaro. Ela destaca a necessidade do senador pedir desculpas a Michelle.
Na cúpula do PL, o movimento pela reconciliação também ganha força. A ideia é gravar um vídeo com Flávio e Michelle lado a lado, declarando que “toda família briga, mas que estarão juntos para derrotar Lula”. A gravação ainda não aconteceu, mas o plano é que esse registro ocorra até o dia 25 de julho, data da convenção do PL que oficializará Flávio como candidato à Presidência.
Leia maisO problema é que, para essa equação funcionar, é preciso o consentimento de Michelle. Assessores da ex-primeira-dama garantem que ela continua resistente a participar da campanha presidencial de Flávio. Na conversa com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na semana passada, a ex-primeira-dama deixou claro que não está disposta a colaborar com a campanha do enteado.
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O Ministério das Relações Exteriores enviou um documento à Câmara em que cita, por duas vezes, o risco de uma ação militar dos Estados Unidos no Brasil após autoridades norte-americanas classificarem o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
A mensagem é assinada pelo chanceler Mauro Vieira em resposta a um pedido de informações do deputado Evair de Melo (PP-ES) sobre a medida do governo de Donald Trump. As informações são do g1.
No texto, o ministro afirma que há possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos contra o território brasileiro. A manifestação foi protocolada em 2 de julho e noticiada pelo portal Metrópoles. O g1 também teve acesso ao conteúdo do documento nesta segunda (6).
Leia mais“A designação pode servir para que autoridades estadunidenses apliquem medidas administrativas e judiciais de caráter unilateral e extraterritorial contra pessoas, empresas ou organizações brasileiras, inclusive contra aquelas sem vínculos diretos com os EUA ou cuja ligação com os grupos designados seja indireta ou meramente involuntária”, escreveu o chanceler.
“Adicionalmente, tal aplicação pode ocorrer com amplo grau de discricionariedade, dada a amplitude dos termos adotados na legislação de contraterrorismo daquela país, com sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiros, migratórios e penal. Finalmente, há a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”, completou Mauro Vieira.
Em outro momento do texto, o ministro volta a mencionar possíveis consequências da medida do governo norte-americano.
“A referida classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal. Há, ademais, o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional”, diz o ministro.
Em junho, o Departamento de Estado dos EUA classificou o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, contrariando os pedidos do governo federal. A determinação abre espaço para ações mais duras e unilaterais dos Estados Unidos, como sanção de cidadãos e empresas brasileiras e, em último caso, intervenção direta no território nacional.
O chanceler também afirma que “não houve comunicação formal dos Estados Unidos ao Brasil sobre a intenção de designar de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas estrangeiras” e que “o governo brasileiro tem externado sua oposição a essa medida”.
“A designação de organizações criminosas como terroristas não trará benefícios”, diz o ministro. Nesse contexto, Mauro Vieira afirma ainda que a medida “representa riscos concretos à soberania nacional”.
Na semana passada, o governo Trump fez a primeira rodada de sanções econômicas contra alvos suspeitos de ter ligação com a facção brasileira após ter classificado o PCC e o CV como grupos terroristas internacionais.
Os EUA anunciaram sanções contra dois brasileiros, três empresas baseadas no Brasil e uma empresa portuguesa por suposta ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). As sanções foram formalizadas pelo Departamento do Tesouro norte-americano.
Brasileiros sancionados:
Empresas sancionadas:
Com as sanções, os bens, nos Estados Unidos, dos alvos são bloqueados, entre outras medidas.
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A Prefeitura do Brejo da Madre de Deus, por meio da Secretaria de Educação, Esportes e Juventude, abriu inscrições para novos cadastros e recadastramento dos estudantes já beneficiados pelo programa Auxílio Transporte Universitário. A iniciativa tem como objetivo garantir apoio no deslocamento de estudantes dos ensinos superior e técnico do município.
O período para entrega da documentação será de 13 a 29 de julho. Para facilitar o atendimento, os estudantes poderão realizar o cadastro nos seguintes locais:
Para solicitar o benefício, é necessário apresentar os seguintes documentos atualizados:
Por Elias Gomes*
O técnico Carlo Ancelotti, em um dos momentos da sua chegada ao Brasil: “É 100% certo de que não sou um gênio e também é 100% certo de que não sou um tonto”. É importante cairmos na real e olharmos um pouco para trás e enxergarmos a precariedade resultante da politicagem que tem presidido o nosso órgão máximo do futebol – CBF, que vive à sombra da falta de transparência e do cartolismo arraigado e maléfico.
Para chegarmos ao atual técnico, tivemos outros 3 treinadores nesta fase de preparação, sendo dois deles interinos como Ramon Menezes e Fernando Diniz para chegarmos a Dorival Júnior que teve uma breve passagem. Esta sucessão de técnicos, demonstra instabilidade e de falta de planejamento por parte do órgão responsável pela nossa seleção, o que ajuda-nos a compreender o porquê do nosso insucesso nesta disputa da copa, pois não há lugar para improvisos ou amadorismo numa competição do porte de uma copa do mundo.
Leia maisVeja-se o exemplo de países emergentes no futebol, como o Japão e as seleções de países africanos que têm os seus treinadores à frente das suas seleções há bastante tempo, no caso do país oriental, há oito anos treinando a equipe japonesa, só para ficar neste exemplo.
Nosso caso não é falta de talento dos nossos jogadores, pois eles estão brilhando nas maiores equipes de futebol do mundo. A questão é de uma estratégia clara, estabilidade no comando da nossa equipe e fatores extracampo.
O futebol e a nossa seleção são patrimônios nacional e isto não tem haver apenas com a Confederação Brasileira de Futebol – CBF, e isto requer uma atitude mais proativa por parte da nação brasileira, nesse sentido o governo nacional, deveria despachar o seu ministro dos esportes para chegar junto aos nossos dirigentes desportivos e chamar o feito à ordem, firmando um pacto com a CBF, visando renovar e arejar as Diretrizes para a nossa seleção principal e as Diretrizes para o futebol brasileiro, visando corrigir as conhecidas debilidades e construir um robusto conjunto de Diretrizes para a nossa seleção, patrimônio nacional e dos nossos clubes profissionais.
Não se trata de ingerência do governo nos órgãos dirigentes de futebol, mas de uma atitude, no momento em que todo o povo brasileiro vive a frustração por repetidos fracassos da sua seleção mais vencedora do mundo, “afinal somos os únicos penta campeões do mundo” e alguém tem que chamar o feito à ordem – repito.
Como o próprio Ancelotti falou que é certo de que ele não é gênio, não é razoável que diante de tanta improvisação e cartolagem, um técnico que chegou apenas há um ano de antecedência para a copa, viesse fazer milagres!
*Ex-prefeito do Cabo e de Jaboatão, ex-secretário de Justiça e Direitos Humanos de PE
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Os empresários e irmãos Edvaldo Salviano, de 41 anos, e Bio Salviano, de 48, foram encontrados mortos, ontem, na Serra do Exu, zona rural do município de Exu. Segundo a Polícia, os homens foram sequestrados, no município de Ouricuri, no Sertão de Pernambuco, na manhã do domingo. As informações são do Diário de Pernambuco.
De acordo com informações repassadas à Polícia, os corpos estavam dentro de um veículo às margens da rodovia estadual PE-122 e apresentavam marcas de tiros. Equipes da Polícia Militar de Pernambuco realizaram o isolamento da área para os trabalhos de perícia do Instituto de Criminalística. Em seguida, os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML).
Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que o caso foi registrado pela 202ª Delegacia de Exu como duplo homicídio consumado. Durante as diligências, um homem de 49 anos foi preso e autuado em flagrante por envolvimento no crime. “Após a aplicação das medidas administrativas, ele foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça”, destacou a PCPE.
O deputado federal Pedro Campos (PSB) anunciou, no último sábado, que fará uma dobradinha na eleição deste ano com o gestor governamental Ednaldo Moura, o ex-superintendente do Patrimônio da União em Pernambuco que concorrerá a uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Natural de Camaragibe, Ednaldo Moura é servidor de carreira do governo do estado e tem uma ligação muito forte com o PSB. Trabalhou na Controladoria Geral do Estado no governo Eduardo Campos e foi secretário-executivo de educação no primeiro mandato de João Campos na Prefeitura do Recife.
“Na eleição de 2026 eu terei outros apoios em Camaragibe, mas só vou pedir voto para um único candidato a deputado estadual no município e este candidato é Ednaldo Moura”, disse Pedro Campos ao participar de uma reunião com Ednaldo e membro da coordenação de campanha do pré-candidato.
Prestes a completar 100 partos e 1.000 pré-natais realizados, o Centro de Parto Normal (CPN) de Serra Talhada acaba de alcançar um importante reconhecimento nacional. O Ministério da Saúde publicou no dia 03 de julho, a Portaria GM/MS nº 11.903, que habilita oficialmente a unidade como Centro de Parto Normal Perihospitalar (CPNp), garantindo um investimento anual de R$ 1,56 milhão para o custeio dos serviços.
Para a prefeita Márcia Conrado a conquista fortalece a assistência materno-infantil no município e consolida o equipamento como referência na oferta de um atendimento humanizado, seguro e qualificado às gestantes. “Essa habilitação representa o reconhecimento de um trabalho sério, planejado e feito com muito cuidado com as mulheres de Serra Talhada e de toda a nossa região. Desde o início da nossa gestão, investimos para oferecer uma estrutura moderna, acolhedora e preparada para garantir um parto mais humanizado. Agora, além desse reconhecimento, conquistamos um recurso permanente que assegura a continuidade e o fortalecimento desse serviço tão importante para as famílias”, afirmou.
Leia maisCom a publicação da portaria, o Centro de Parto Normal passa a integrar oficialmente a rede habilitada pelo Ministério da Saúde na modalidade de Centro de Parto Normal Perihospitalar com cinco leitos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto). Os recursos serão incorporados ao teto de Média e Alta Complexidade (MAC) do município e transferidos regularmente pelo Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Municipal de Saúde de Serra Talhada, garantindo o financiamento contínuo da unidade.
A secretária municipal de Saúde, Lisbeth Rosa, ressaltou que a habilitação confirma a qualidade da assistência ofertada. “Essa conquista demonstra que Serra Talhada atende aos critérios técnicos exigidos pelo Ministério da Saúde e reafirma nosso compromisso com uma assistência baseada na segurança, no acolhimento e na humanização do cuidado às gestantes e aos recém-nascidos”, destacou.
Para o gestor do Centro de Parto Normal, João Antônio, a habilitação representa um marco para a equipe e para toda a rede municipal de saúde. “Recebemos essa notícia com muita alegria porque ela reconhece o empenho diário de todos os profissionais que fazem parte do Centro de Parto Normal. Esse investimento fortalece ainda mais o nosso trabalho e amplia as condições para continuarmos oferecendo um atendimento de excelência às mães e aos bebês, sempre com foco na humanização e na qualidade da assistência”, concluiu.
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