Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde e candidato a deputado federal, Luciano Pacheco (MDB), realizou, nesta quinta-feira (10), uma caminhada de campanha pelas ruas da Cohab 1, em Arcoverde. Antes do ato, o candidato participou de uma ação porta a porta com moradores e comerciantes do bairro. Durante a mobilização, Pacheco defendeu a eleição de um representante do município para a Câmara dos Deputados. “Arcoverde terá a oportunidade de eleger um deputado da terra para chamar de seu”, afirmou.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito para investigar a atuação do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A investigação apura os supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. A apuração sobre o filme era conhecida, mas o foco na participação de Flávio veio à tona com a queda do sigilo do caso Master. O presidenciável nega irregularidades e diz que todos os recursos do filme foram privados. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA decisão foi tomada em julho e veio à tona agora após o STF tornar pública a documentação do caso. O despacho de Mendonça está disponível porque foi incluído no inquérito principal do caso Master, mas a investigação focada em Flávio segue sob sigilo, o que significa que ainda há diligências da PF em curso.
Mensagens reveladas pelo portal ‘Intercept Brasil’ mostram que Flávio pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro R$ 131 milhões para a produção da obra, dos quais R$ 60 milhões foram pagos, de acordo com planilhas apreendidas pela PF.
A investigação sobre Flávio foi pedida pela Polícia Federal (PF) e teve o aval da Procuradoria-Geral da República (PGR)
“A Polícia Federal requer a instauração de PET sigilosa em apartado, vinculada ao INQ 5026, para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos, que teriam sido praticados, em tese, pelo Senador da República Flávio Nantes Bolsonaro, no contexto de financiamento para a produção de obra cinematográfica denominada Dark Horse junto ao Banco Master do banqueiro Daniel Bueno Vorcaro (…) Autorizo, nos termos do artigo 21, inciso XV, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, a instauração de procedimento investigatório vinculado ao INQ 5026 para apuração da hipótese criminal delineada pela autoridade policial”, escreveu Mendonça.
Flávio vem negando qualquer participação em possíveis irregularidades envolvendo o filme, tom que voltou a adotar na quinta-feira, em agenda de campanha em Roraima.
— Não há um centavo de dinheiro público. Pode revirar do avesso — disse Flávio.
A prestação de contas completa do filme nunca foi apresentadas. A produtora responsável apresentou à Justiça os gastos, mas ainda são desconhecidos os detalhes do financiamento, feito por meio do fundo Heavengate, sediado nos Estados Unidos.
Nos documentos que embasaram a operação de quinta-feira consta um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que mostra que o ex-marqueteiro de Flávio, Marcello Lopes, enviou R$ 1 milhão para a Go Up, produtora do filme. O envio dos recursos, de acordo com a PF, ocorreu entre 10 de novembro e 30 de dezembro de 2025, segundo a comunicação das movimentações financeiras da empresa, à qual os investigadores tiveram acesso.
Há no STF apurações distintas sobre o financiamento ao filme. Sob a relatoria de Mendonça está o desdobramento do caso Master, que começou após a revelação de conversas em que Flávio cobra repasses de Vorcaro.
Essa linha de investigação mira o financiamento e analisa se o dinheiro de Vorcaro, envolvido em fraudes milionárias com o Master, foi encaminhado para a produtora do filme, via um fundo sediado nos Estados Unidos. Há ainda a suspeita de que as verbas tenham bancado gastos no exterior do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos.
Nesta semana, Mendonça homologou a delação premiada do operador do mercado financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, o Mineiro. O empresário é dono da Entre Investimentos e Participações, usada para repasses de dinheiro entre o banqueiro Daniel Vorcaro e a produção de “Dark Horse”.
Como mostrou a colunista Malu Gaspar, do GLOBO, ‘Mineiro’ confirmou à PGR ter realizado ao longo do ano passado sete transferências bancárias para o fundo Havengate que totalizam US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 69 milhões no câmbio da época) a pedido de Vorcaro.
Há ainda um outro braço da investigação sobre o ‘Dark Horse’ envolvendo o suposto repasse irregular de emendas parlamentares. Na quinta-feira, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou uma operação que mirou o deputado Mário Frias (PL-SP) e a empresária Karina Gama, da produtora Go Up, responsável pelo filme.
Frias destinou R$ 2 milhões em emendas em 2024 ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina. Os valores foram pagos em fevereiro e outubro de 2025. A suspeita da Polícia Federal é que as emendas, após passar por um circuito de empresas, tenham sido usadas na produção do filme.
A PF afirma que este inquérito aponta a existência de uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados, suspeita de direcionar as verbas recebidas para empresas subcontratadas de forma irregular, “sem comprovação efetiva dos serviços prestados”. O suposto esquema teria ficado em vigor até julho deste ano. A Polícia Federal apura os supostos crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.
“Levantamentos financeiros identificaram, ainda, movimentação da ordem de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado”, escreveu a PF em nota.
Leia menos
Empreendedores que desenvolvem atividades econômicas em Pernambuco poderão contratar até R$ 7,2 bilhões em financiamentos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) em 2027. O valor foi apresentado nesta sexta-feira (11), durante evento realizado na Superintendência Estadual do Banco do Nordeste, com participação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), representantes do setor produtivo e instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal.
A maior parcela dos recursos, R$ 1,7 bilhão, será destinada ao financiamento de atividades de infraestrutura. Comércio e serviços e pecuária terão R$ 1,5 bilhão cada, enquanto a indústria contará com R$ 1,3 bilhão. Agricultura terá R$ 847 milhões, seguida pelo turismo, com R$ 214,6 milhões. Também estão previstos recursos para pessoas físicas (R$ 20 milhões).
Leia maisA distribuição dos recursos considera as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Deliberativo da Sudene e busca compatibilizar a oferta de crédito com as características econômicas e territoriais dos estados que integram a área de atuação da Autarquia. O coordenador-geral de Gestão Institucional da Sudene, Pabllo Brandão, explica que a atuação da Sudene ocorre durante todo o exercício, englobando também o acompanhamento da execução do Fundo e a distribuição dos financiamentos entre diferentes territórios, setores e públicos beneficiários.
O superintendente estadual do Banco do Nordeste, Hugo Queiroz, destacou o papel do FNE como principal instrumento de financiamento voltado ao desenvolvimento regional. Segundo ele, o Fundo prioriza o acesso ao crédito por pequenos empreendedores e reúne diferentes linhas de financiamento para atender setores e perfis diversos de atividades econômicas.
Diretrizes gerais
Em 2027, o FNE terá R$ 61 bilhões para financiar atividades produtivas nos estados da área de atuação da Sudene, valor 16% superior ao programado no ano anterior. Do total, 62% deverão ser direcionados aos empreendedores classificados nos portes prioritários: mini, micro, pequeno e pequeno-médio.
A programação também estabelece limites para a participação de cada estado nos recursos do Fundo, que variam de 5% a 30% do orçamento. O setor de infraestrutura possui orçamento dedicado de 35%.
No Semiárido, a aplicação deverá corresponder a, no mínimo, 50% dos recursos do FNE, conforme as diretrizes estabelecidas para o Fundo.
Leia menos
O candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL) criticou o histórico familiar dos também candidatos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) na política. “Pernambuco não precisa de uma casta de herdeiros”, disparou durante o debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM nesta sexta-feira (11), em Caruaru, no Agreste.
A afirmação foi feita durante a apresentação inicial de Ivan. “A gente tem competindo como principais favoritos a duas candidaturas que vêm do mesmo centro ideológico, duas candidaturas que vêm de famílias tradicionais na política, que estão muito longe daquilo que as pessoas querem para a política”, disse. As informações são do Diario de Pernambuco.
Leia maisNa resposta às provocações iniciais do debate, a respeito da realidade mais preocupante do estado de Pernambuco atualmente, Ivan respondeu que o “revezamento das mesmas famílias” no poder é o ponto latente.
Ele fez referência ao fato de que tanto a governadora Raquel Lyra quanto o ex-prefeito do Recife, João Campos, são filhos de ex-governadores do estado de Pernambuco: João Lyra, que assumiu o posto entre 2014 e 2015, e Eduardo Campos, que foi chefe do executivo estadual entre 2007 e 2014.
Partindo desse ponto, Ivan tem se colocado como diferente dos outros candidatos. “Aqui não tem nenhum fascista, aqui não tem extrema-direita, aqui tem duas candidaturas comuns, e tem uma candidatura diferente das iguais”, acrescentou.
Leia menos
O debate realizado hoje pela Rádio Cidade, em Caruaru, deixou claro o contraste entre os dois principais candidatos: de um lado, João Campos, seguro, apresentando fatos e falando sobre aquilo que fez no Recife. Do outro, Raquel Lyra, recorrendo ao passado para tentar justificar o que não conseguiu entregar no presente.
João mostrou, com exemplos concretos, que é possível fazer mais por Pernambuco e apontou caminhos para enfrentar problemas que continuam sem solução no estado, como segurança pública, abastecimento de água, saúde, infraestrutura e educação.
Raquel, por sua vez, não conseguiu prestar contas de forma convincente sobre os resultados do seu governo. Preferiu atribuir responsabilidades a gestões anteriores, anunciar ordens de serviço e prometer que Pernambuco vai mudar.
O problema é que Pernambuco já deveria ter mudado. Foram quatro anos de governo. E a população quer saber não apenas o que será feito daqui para frente, mas o que foi efetivamente entregue até agora.
João Campos defende que Pernambuco precisa, sim, mudar. Mas mudar de verdade, com trabalho, planejamento, capacidade de execução e resultados concretos, e não apenas com promessas.
No fim, o debate em Caruaru expôs duas realidades bem distintas: de um lado, a verdade dos fatos apresentados por João Campos. Do outro, as mentiras de Raquel Lyra ao esconder a falta de resultados atrás de explicações sobre o passado e promessas para o futuro.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) fugiu de uma pergunta sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro ao ser questionada pelo candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL), durante o debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru. Em vez de responder diretamente sobre sua posição em relação ao governo Bolsonaro, Raquel direcionou a fala para as gestões anteriores do PSB e para a relação de seu governo com o presidente Lula (PT). “O governo do PSB anterior ao nosso brigou com três presidentes da República: brigou com Lula, com Temer, com Bolsonaro, com Dilma. E aí não é uma questão de ideologia, é uma questão de compreender que não se constrói pontes. Nós estamos construindo pontes e construímos com o presidente Lula e com o Governo Federal”, afirmou. Confira:
A provocação feita pelo candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) contra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), durante o debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, levou o blog a apurar a remuneração recebida pela chefe do Executivo estadual. Na tréplica, João chamou Raquel de “fura-teto”, afirmou que ela recebe como procuradora do Estado valor superior ao subsídio de governadora e questionou a constitucionalidade dos pagamentos. “Eu queria fazer um apelo à candidata Raquel, que ela pudesse devolver ao povo de Pernambuco esses mais de um milhão de reais que foram recebidos de forma inconstitucional, furando o teto e afrontando a nossa Constituição”, disparou.
A documentação consultada pelo blog mostra que Raquel continua recebendo pela carreira de procuradora do Estado durante o mandato. Em julho deste ano, o Portal da Transparência registra, em nome de Raquel Teixeira Lyra Lucena e com vínculo de procuradora do Estado, pagamentos de R$ 50.776,20 e R$ 10.155,24, que somam R$ 60.931,44. Levantamento dos pagamentos entre janeiro de 2023 e junho de 2026 aponta um total de R$ 2.211.744,08. O subsídio do cargo de governador de Pernambuco é de R$ 22 mil mensais.

A discussão levantada por João encontra precedente no Supremo Tribunal Federal (STF). No julgamento da ADI 1.381, o plenário decidiu, por unanimidade, que a Constituição não permite estender a qualquer mandato eletivo o direito de o servidor optar pela remuneração do cargo de origem. Segundo o acórdão, o artigo 38 da Constituição assegura essa escolha apenas nas hipóteses de prefeito e, observadas as condições constitucionais, vereador. A Corte considerou inconstitucional norma estadual que permitia a um servidor eleito escolher a fonte de sua remuneração independentemente do mandato exercido.


Raquel mantém vínculo efetivo com a Procuradoria-Geral do Estado, órgão que integra a estrutura administrativa estadual. O precedente do STF, portanto, dá fundamento jurídico ao questionamento sobre a possibilidade de uma governadora receber a remuneração de seu cargo efetivo em vez do subsídio correspondente ao mandato. Isso, porém, não significa que já exista decisão judicial declarando especificamente os pagamentos feitos a Raquel inconstitucionais ou determinando a devolução dos valores.
O tema ganhou espaço no debate depois de João também mencionar a declaração de bens apresentada pela adversária à Justiça Eleitoral. Raquel declarou patrimônio de R$ 359 mil e saldo de R$ 1 em uma das contas bancárias informadas. O socialista explorou o contraste entre esses valores e a remuneração recebida pela governadora e transformou o caso em uma das principais provocações do confronto desta sexta-feira (11), em Caruaru.
Leia menos
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) aproveitou a pergunta dirigida ao candidato ao Governo de Pernambuco Ivan Moraes (PSOL), no segundo bloco do debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, para destacar programas sociais de sua gestão. Antes de perguntar ao adversário sobre suas propostas para reduzir a pobreza, Raquel citou o Mães de Pernambuco, que paga R$ 300 mensais a 100 mil mulheres, e as cozinhas comunitárias e solidárias. Na réplica, voltou aos números do governo, mencionou investimento anual de R$ 350 milhões no programa e destacou a geração de empregos com carteira assinada.
Ivan rebateu a governadora com os indicadores de pobreza e desemprego do Estado. O candidato afirmou que Pernambuco ainda tem quase 5 milhões de pessoas na faixa da pobreza e 1 milhão passando fome e lembrou que as cozinhas solidárias são uma política defendida pelo PSOL e financiada também com recursos do Governo Federal. Na tréplica, contestou o discurso de Raquel sobre geração de empregos: “Se aumentou o emprego e a gente continua sendo o segundo estado do país com o maior índice de desemprego, está difícil”, afirmou.
No início do segundo bloco do debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, os candidatos passaram a fazer perguntas entre si, seguindo ordem definida por sorteio. Primeiro a perguntar, João Campos (PSB) escolheu Raquel Lyra (PSD) e cobrou explicações sobre o fechamento de 1.200 leitos hospitalares durante a atual gestão. O socialista também citou 150 mil cirurgias que teriam deixado de ser realizadas e o fechamento de dois hospitais. Raquel, porém, não respondeu diretamente ao ponto levantado e concentrou a fala em investimentos, reformas e novos equipamentos da rede estadual.
Na réplica, João insistiu no tema e acusou a governadora de não responder à pergunta. “Lamento que a candidata não tenha respondido porque fechou os 1.200 leitos. Isso é um fato, não é uma opinião, dito pelo Ministério da Saúde”, afirmou. Em seguida, comparou os números com sua passagem pela Prefeitura do Recife e disse ter aberto mais de 190 leitos. “Enquanto a candidata Raquel fechou 1.200 leitos, como prefeito, abrimos mais de 190”, declarou.
A justificativa de Raquel só veio na tréplica. “Os leitos fechados eram leitos Covid, e todo mundo sabe que depois da Covid precisava fechar leitos”, disse. A governadora afirmou ainda que sua gestão já entregou 600 leitos e mantém novos hospitais em construção. Antes de encerrar a troca, João voltou a pressionar a adversária e questionou se o governo estadual havia inaugurado alguma UPA.
Três dos oito candidatos ao Governo de Pernambuco participam, nesta sexta-feira (11), dos primeiros debates da campanha, a 23 dias da votação. Daqui a pouco, às 9h, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) se enfrentam no teatro do Shopping Difusora, em Caruaru, em debate promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, com transmissão ao vivo pelo canal da emissora no YouTube.
O primeiro bloco do debate entre candidatos ao Governo de Pernambuco, promovido pela Rádio Cidade 99,7 FM, em Caruaru, foi marcado pelo confronto entre João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) sobre os resultados de suas gestões. Ao apontar a desigualdade social como principal desafio do Estado, João afirmou que Pernambuco precisa de “um governo que funcione, que não trabalhe apenas em ano de eleição” e comparou ações realizadas durante sua passagem pela Prefeitura do Recife com a atual administração estadual. Raquel, por sua vez, disse ter recebido uma “casa desmantelada” e sustentou que, em três anos e meio, seu governo investiu mais em diferentes áreas do que a gestão estadual anterior em oito anos.
João destacou a ampliação das vagas em creches e dos investimentos públicos no Recife e prometeu duplicar o número de escolas técnicas de Pernambuco, ampliar o ensino integral e a assistência especializada em saúde no interior. Também anunciou a construção do Hospital Geral Metropolitano, com mais de 900 leitos, e do Hospital da Criança de Caruaru. “Essa eleição não se trata de um debate entre o presente e o passado. Quem está aqui está para discutir o presente e o futuro”, afirmou o socialista, em crítica ao discurso de Raquel sobre as condições em que encontrou o Estado.
A governadora citou investimentos em estradas, abastecimento de água, segurança e saúde e afirmou que 500 mil pessoas deixaram a extrema pobreza durante sua gestão. Raquel também destacou a entrega do Hospital da Mulher do Agreste e as obras do Hospital Mestre Dominguinhos, além de prometer novos investimentos caso seja reeleita. “Agora é importante saber onde a gente está para saber onde a gente quer chegar”, declarou. Ao defender a continuidade da gestão, a candidata afirmou que pretende governar por mais quatro anos para fazer Pernambuco “crescer sem deixar ninguém para trás”.
O Sextou, programa musical que ancoro as sextas-feiras, no lugar do Frente a Frente, traz hoje a mais nova revelação da MPB, o cantor e compositor ZéVitor. Filho do ator e cantor Jackson Antunes e da atriz Cristiana Britto, desde muito cedo teve contato com a música, o teatro e a literatura.
ZéVitor iniciou sua trajetória profissional ainda jovem e, desde então, vem construindo uma identidade artística própria, transitando por diferentes influências da música brasileira, do pop, do rap e da MPB. Ele é autor e intérprete das músicas “Deixe-me ir”, que gravou com Xande de Pilares, “Versos ardentes”, que gravou com Fagner e “Até me perder”, feita em parceria com a dupla César Menotti e Fabiano.
Leia maisO Sextou vai ao ar pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente acima em destaque ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
Leia menos