Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
A obra de uma creche estadual no bairro do Cruzeiro, em Bezerros, no Agreste de Pernambuco, segue em estágio inicial. Imagens feitas no último fim de semana mostram o terreno cercado por tapumes, com áreas de terra exposta e sem avanços aparentes na construção. Segundo informações de moradores locais, as obras estão nessa fase desde março.
O registro ocorre dois dias após Raquel Lyra (PSD) criticar, em sabatina à Rádio Maranata, o modelo de creches adotado por João Campos (PSB) no Recife. Na ocasião, a governadora afirmou que pretende, se eleita, entregar 250 unidades em Pernambuco até o primeiro semestre de 2027, sendo 100 delas até o fim deste ano.
Por Alex Fonseca
Do Blog da Folha
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de suspender as atividades das casas de apostas on-line, por meio de Medida Provisória assinada ontem (25), repercutiu entre os políticos pernambucanos que disputam os cargos majoritários no estado.
Em vídeo publicado no próprio dia da assinatura, a governadora e candidata à reeleição pelo PSD, Raquel Lyra, elogiou a iniciativa do presidente da República. “Uma notícia boa para Pernambuco e para o Brasil: o presidente Lula acaba de assinar uma medida provisória acabando com as bets no Brasil. E é muito simbólico que ele faça isso no dia em que veio ao Recife, aqui em Pernambuco”, declarou.
Leia maisA chefe do Executivo estadual aproveitou o momento para criticar o principal adversário na disputa, segundo as pesquisas, pelo governo do estado, João Campos (PSB). Raquel voltou a acusar o ex-prefeito do Recife de ter facilitado a atividade dessas empresas na capital pernambucana.
“Reduzindo os impostos de 5% para 2%, ele (Campos) transformou o Recife na capital das bets do Brasil. Todo mundo sabe que as apostas estão adoecendo a população, endividando nosso povo e fortalecendo o crime organizado. Eu estou firme na luta contra as bets”, completou.
Por outro lado, durante a visita do presidente Lula a Pernambuco, ontem, João Campos demonstrou alinhamento com a medida e segurou, ao lado do candidato à reeleição, um cartaz que pedia o fim das apostas on-line.
Também antes da assinatura da medida provisória, o candidato do PSB havia se manifestado favoravelmente à possibilidade de Lula proibir as atividades das bets no país. “Eu tenho uma posição absolutamente contrária a qualquer tipo de jogo de azar ou aposta, que podem, inclusive, gerar vícios. Repito: apoio que sejam tomadas medidas que acabem com essa atividade no Brasil”, disse Campos durante sabatina na Rádio Maranata, na quinta-feira (24).
Senado
O tema também foi abordado pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP), candidato ao Senado na chapa governista. Em material enviado à imprensa, o parlamentar relembrou o Projeto de Lei nº 5.317/2026, do qual é um dos autores, que institui a Política Pública do Jogo Responsável.
A proposta visa ampliar o controle sobre o setor, disciplinar a publicidade e prever ações de prevenção e tratamento do vício em jogos (ludopatia) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Trouxemos esse assunto ao debate porque percebemos que as bets deixaram de ser mero entretenimento e se tornaram um problema social que afeta milhares de famílias. Apresentamos uma proposta concreta no Congresso para aumentar a fiscalização, impor limites e proteger, sobretudo, nossas crianças e jovens. Reafirmo minha posição: se for preciso proibir as bets para proteger as famílias brasileiras, essa medida terá meu total apoio no Senado”, afirmou o deputado.
O candidato ao Senado na chapa da Frente Popular Humberto Costa (PT) classificou a medida provisória assinada ontem como “mais um acerto” de Lula. Em um vídeo publicado no Instagram neste sábado (26), o senador frisou que a atuação das casas de apostas vinha corroendo o poder de compra de parte da população e trazendo consequências psicológicas.
“Como presidente da frente parlamentar contra os jogos de azar, eu acompanho o drama de quem vê o dinheiro da feira, do aluguel e da conta de luz sumir na tela do celular. São famílias inteiras afundando e, junto com a dívida, vem a doença. Como médico, eu vejo o estrago que essas plataformas fazem na saúde mental das pessoas”, afirmou.
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A governadora Raquel Lyra foi a Petrolina neste sábado (26) e passou apenas cerca de cinco horas na cidade. Chegou pela manhã, participou de uma caminhada com presença de protestos e, sem apresentar novos compromissos para a região, deixou o município.
Cinco horas depois, Raquel já estava no Recife para participar de uma caminhada no Centro. A passagem relâmpago pela cidade reforça uma pergunta que os petrolinenses têm o direito de fazer: qual é, de fato, a prioridade do Governo de Pernambuco para Petrolina e para o Sertão do São Francisco?
Enquanto isso, João Campos, durante aniversário de Petrolina, no último dia 21, fez questão de permanecer na cidade, dormir em Petrolina, conceder entrevista coletiva e apresentar uma carta de compromissos com a região.
João transformou a presença em Petrolina em oportunidade para apresentar propostas e assumir compromissos, Raquel chegou, participou de uma caminhada que teve protestos e deixou a cidade poucas horas depois. Petrolina não precisa apenas de visita de campanha. Precisa de presença, compromisso e respostas para os problemas que continuam afetando a população.
A carreata que seria realizada pelo candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, em Tuparetama, no Sertão, foi suspensa após decisão da Justiça Eleitoral local apontar falta de efetivo policial suficiente para garantir a segurança do evento. João respeitou a determinação e criticou a falta de policiamento no interior do Estado.
“Eu não estou aqui para questionar a Justiça, mas sabe qual foi o argumento utilizado? Que não tinha efetivo policial suficiente. Os policiais estão se formando na polícia e estão ficando nos bairros caros e de gente rica do Recife”, afirmou.
Leia maisJoão disse que, se eleito, pretende ampliar o efetivo policial no interior e nas áreas rurais. “Eu vou trabalhar com efetivo policial aqui de Tuparetama. E, se for preciso, a gente triplica o efetivo policial de Tuparetama para garantir segurança para o Sertão, para a zona rural, para todas as cidades de Pernambuco”, afirmou.
O candidato também reforçou que respeitaria a decisão da Justiça Eleitoral. “A gente não vai fazer aqui a nossa carreata em respeito à Justiça Eleitoral, em respeito às instituições brasileiras”, declarou.
Na agenda, João ainda reforçou compromissos para o Sertão, como o IPVA zero para motos, ações para ampliar o acesso à água, a implantação de escola técnica, o Centro de Tratamento de Câncer em Serra Talhada e a duplicação da BR-232, em parceria com o presidente Lula.
A agenda contou ainda com a candidata ao Senado Marília Arraes, o candidato à reeleição para deputado federal Carlos Veras e os candidatos à reeleição para deputado estadual Diogo Moraes e Fabrício Ferraz.
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Do Blog da Folha
Na tarde deste sábado (27), a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), participa do ato Onda 55, que deve percorrer as principais ruas da área central do Recife, maior colégio eleitoral do estado. A mobilização foi incluída de última hora na agenda da gestora.
A campanha da governadora pretende mobilizar apoiadores da Região Metropolitana do Recife (RMR) para que compareçam já na concentração, que começa a partir das 14h30 na Rua da Aurora, no trecho localizado no bairro de Santo Amaro.
Desse ponto, Raquel Lyra, a vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), os candidatos ao Senado e deputados federais, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), e lideranças de segmentos culturais da cidade seguirão até a Praça do Arsenal.
Do Blog da Folha
A agenda deste sábado (26) do candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), conta com uma série de mobilizações pelo Sertão do Pajeú. João iniciou o dia com carreatas em São José do Egito e Itapetim. Nos dois municípios, João foi recebido por apoiadores e lideranças políticas.
Em São José do Egito, João realizou uma mini carreata até a feira no centro do município. Acompanharam o líder da frente popular a candidata ao Senado Marília Arraes, o ex-prefeito Evandro Valadares, os candidatos à reeleição para deputado federal Carlos Veras e Lucas Ramos e o candidato a deputado estadual Diogo Moraes.
Na sequência, João seguiu para Itapetim, onde participou de uma nova carreata. Desta vez, ao lado da prefeita Aline Karina, do ex-prefeito Adelmo Moura e do candidato a deputado estadual Romerinho Jatobá, João percorreu as principais vias do município até a concentração na Praça Rogaciano Leite, no Centro.
Durante o ato, João Campos reforçou propostas voltadas às mulheres, à educação e à saúde e destacou ações realizadas durante sua gestão à frente da Prefeitura do Recife. Entre as medidas citadas, estão a expansão da rede de creches e investimentos em unidades e profissionais de saúde.
“Eu tenho lado e tenho posição. Aprendi isso dentro de casa, com meu pai e com minha mãe. Pernambuco é uma terra que respeita as pessoas, e é por isso que a gente vai abrir mais de 15 novas delegacias para as mulheres. Também vamos ampliar a oferta de creches e cuidar da saúde e da educação. A gente está pronto para comparar resultados e mostrar o que foi feito no Recife e o que pode ser feito em Pernambuco”, afirmou João Campos.
A agenda no Sertão do Pajeú segue ao longo deste sábado com novos compromissos, seguindo para Afogados da Ingazeira, Carnaíba e finalizando e a noite em Serra Talhada.
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No Baixo Império, quando as legiões aclamavam um novo imperador, o rei era levado nos ombros dos soldados. Era um gesto para legitimá-lo antes mesmo da aprovação do Senado. Na Roma Antiga, o ato de carregar generais ou líderes vitoriosos era o triunfo, mas quem os carregavam eram soldados submetidos a todo tipo de humilhação.
Por isso, quando vi, há pouco, o vídeo de Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina, carregando a governadora Raquel Lyra (PSD) nos ombros, num ato político na cidade que ele governou com tamanha competência e se projetou para o Estado, não acreditei. Pensei ser um servo, vassalo.
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Mas não. Era o melhor prefeito de Petrolina submetido a tamanho vexame! Um político que rompeu as fronteiras do Sertão e ganhou admiração e respeito em território urbano, além dos grotões.
Por isso, deu aquele estalo: estamos diante da cena mais patética de toda esta campanha em Pernambuco. Em regiões com histórico de desigualdade socioeconômica, como o Nordeste, a relação entre eleitor e político muitas vezes é pautada pelo clientelismo. O ato físico de carregar um político nos ombros choca, agride.
Nos remete a mais elevada sensação de humilhante e deslavada submissão. Deu náuseas. Miguel não precisava disso. Carregar nos ombros alguém que lhe negou pão e água, até o mínimo respeito, que o traiu, o usou como descartável, não é só humilhante. É repugnante!
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Por Agência Brasil
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar, por 7 votos a 3, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de detenção, mais multa de R$ 80 mil, por ter difamado a deputada Tabata Amaral (PSB-SP). O julgamento foi realizado em plenário virtual, prevalecendo ao final o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes.
O caso está relacionado a publicações nas redes sociais feitas por Eduardo em outubro de 2021, quando ele afirmou que Tábata atendia aos interesses do empresário Jorge Paulo Lehmann, sócio de uma marca de produtos de higiene, ao defender um programa de distribuição de absorventes.
Leia maisMoraes acatou os argumentos dos advogados da deputada, entendendo que as manifestações de Eduardo, feitas quando ele também era deputado, foram além do simples debate político e não poderiam estar protegidas pela imunidade parlamentar, pois feriram a honra de Tabata.
O relator foi acompanhado por Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Ficaram vencidos os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça, que votaram pela absolvição.
Desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro encontra-se nos Estados Unidos, para onde diz ter ido para se proteger do que chama de “perseguição” jurídica no Brasil. O ex-deputado teve concedido um greencard (permissão de residência) pelo governo norte-americano. Ele acabou sendo cassado pela Câmara por excesso de faltas.
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Por Agência O Globo
A medida provisória (MP) que proíbe as bets no país, anunciada ontem (25) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passou a valer ontem mesmo, com a publicação no Diário Oficial da União. Porém, terá um efeito inicialmente temporário, cuja validade é de quatro meses.
Para ter validade permanente é preciso que a medida seja votada em uma comissão mista com deputados e senadores e, depois, pelos plenários da Câmara e do Senado. A cúpula do Congresso ainda não se debruçou sobre o calendário e nem sobre quais parlamentares vão ocupar a relatoria e a presidência da comissão mista.
Leia maisEm meio a campanha eleitoral, o Congresso está esvaziado e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não reuniram líderes partidários para definir os próximos passos da MP. A previsão é que um acordo só seja definido após o primeiro turno das eleições, quando os parlamentares não estarão mais em campanha.
Toda medida provisória tem duração inicial de 60 dias, com a possibilidade de ser renovada por mais 60 dias. É praxe que o presidente do Congresso, cargo que Alcolumbre acumula com o de presidente do Senado, faça essa renovação.
Esse período deixa de ser contado durante o recesso parlamentar, que só acontece após o Congresso votar a proposta orçamentária enviada pelo governo. Caso o orçamento seja aprovado e o Congresso entre oficialmente em recesso, a MP precisará ser votada em fevereiro de 2027. Caso isso não aconteça, o prazo é janeiro do ano que vem.
Lula assinou ontem, em São Paulo, a MP proibindo a atividade das bets no país menos de três anos após o governo ter sancionado, em dezembro de 2023, a chamada Lei das Bets, que regularizou o setor. A medida, considerada radical por alguns especialistas, visa atacar o endividamento das famílias brasileiras.
A partir da assinatura da MP, não serão permitidos novos depósitos nas contas das empresas de apostas. Os sites ficarão disponíveis para as pessoas fazerem resgate do saldo remanescente até às 23h59 de 5 de outubro. No dia 6 de outubro, os sites serão bloqueados. A devolução dos saldos aos apostadores será realizada entre os dias 9 e 14 de outubro pelas instituições financeiras que operam para as casas de apostas, caso o saque não seja feito voluntariamente até o dia 5 de outubro. Também está proibida a contratação de novas publicidades de bets.
Além da MP que proíbe as bets no país, o presidente apresentará ao Congresso projeto de lei para criminalizar as bets e seus operadores, inclusive com pena de prisão que pode ir de dois a seis anos. Diferente da MP, o projeto de lei só entra em vigor após ser avaliado pelos parlamentares.
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O candidato a governador João Campos (PSB) publicou, neste sábado (26), uma mensagem de solidariedade à ex-deputada Roberta Arraes (PP), que registrou boletim de ocorrência após denunciar ter sido vítima de violência física e verbal em Araripina, no Sertão de Pernambuco. Nas redes sociais, João defendeu uma apuração rigorosa do caso e criticou a governadora Raquel Lyra (PSD) por ter ouvido o relato da violência e, mesmo assim, ter seguido em agenda de campanha com um aliado apontado como responsável pela violência contra a ex-parlamentar.
“Me solidarizo com a deputada estadual Roberta Arraes, que registrou boletim de ocorrência após denunciar ter sido vítima de violência física em Araripina. O caso precisa ser rigorosamente apurado pela Polícia Civil. Causa estranheza que, diante do relato, a candidata não tenha tomado nenhuma medida como governadora. Mesmo estando ao lado da vítima, que pediu medida protetiva, preferiu seguir sua agenda com o homem apontado por ela como agressor”, escreveu o candidato.
O caso ocorreu na tarde de ontem (25), dentro do Hospital de Câncer do Sertão, em Araripina. Um vídeo mostra Roberta Arraes abordando Raquel Lyra e dizendo que havia sido agredida pelo ex-prefeito Raimundo Pimentel (PSD). No boletim de ocorrência, segundo informações divulgadas sobre o caso, a ex-deputada relatou que teria sido empurrada com o ombro e posteriormente intimidada com agressões verbais. Ela solicitou medidas protetivas urgentes.
Após o episódio, Raimundo Pimentel confirmou que seguiu para Ouricuri acompanhando a agenda da governadora e classificou a denúncia como “factoide”. A agenda foi cumprida depois do episódio de violência denunciado por Roberta Arraes e relatado à governadora ainda nas dependências do hospital. Raquel não se manifestou publicamente sobre a denúncia.
Durante agenda pelo Sertão do Pajeú, neste sábado (26), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou que, caso eleito, pretende ampliar os investimentos na região a partir do próximo ano. Em entrevista à Rádio Gazeta 95.3 e ao Blog do Marcelo Patriota, o candidato citou diversos investimentos, como Centro de Hemodiálise, Companhia de Polícia e Delegacia da Mulher, além da ampliação do ensino técnico.
Grupo de mulheres de Petrolina participaram neste sábado (26) da caminhada de Raquel Lyra pelas ruas do centro da cidade. Durante o ato, elas distribuíram cópias xerox de mensagens pedindo respeito às mulheres, em uma manifestação que fez referência direta ao episódio que ganhou repercussão nacional após a frase “faz sem ela saber”, dita por Raquel em um vídeo gravado em 2025. A governadora posteriormente pediu desculpas e classificou a fala como equivocada.
A manifestação tem um significado especial porque foi justamente de Petrolina que partiu, na última quinta-feira (24), o pedido formal ao Ministério Público para que o caso seja investigado, protocolado por um grupo de mulheres liderado pelas rendeiras do bairro José e Maria.
A caminhada de Raquel também foi marcada por uma participação abaixo do esperado, segundo relatos e imagens do ato. A governadora chegou ao centro de Petrolina acompanhada por um grupo reduzido de apoiadores e, durante o percurso, teve de conviver com a manifestação das mulheres que cobravam respeito e investigação.
