Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
A polêmica envolvendo o Banco Master tem gerado muitos rumores em Brasília quanto à atuação dos órgãos de controle. O ministro e ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, apontou que a atribuição de fiscalizar é do Banco Central, que por sua vez é fiscalizado pela corte de contas. Mas a liquidação do Banco Master, segundo ele, não cabe ao TCU.
“Vou direto ao ponto. Quem cabe fiscalizar o Banco Master é o Banco Central. E cabe ao Banco Central ser fiscalizado pelo TCU. Se o Banco Central cometeu algum equívoco, o TCU pode penalizá-lo. Cheguei a falar com o ministro Jonatas de Jesus, que é o relator desse caso, para deixar amadurecer um pouco mais. E aí aconteceu toda essa polêmica, o TCU teve a postura de avaliar bem a situação para depois tomar uma decisão. Porque no caso do Banco Master, tem interessados que são muito fortes, envolve inclusive dois ministros do Supremo Tribunal Federal, então é uma situação muito delicada, tem que ir com muito cuidado. O limite do TCU é fiscalizar a parte do Banco Central, se ele deixou de fiscalizar ou não fiscalizou corretamente, para depois definir uma punição para os gestores do Banco Central, respeitando a autonomia do Banco Central”, explicou Nardes, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“Cabe ao Banco Central fazer a liquidação. Ele tem autonomia para isso. Agora, cabe também ao TCU fiscalizar os atos de toda a administração do Banco Central. Se houve legitimidade, se foi feito tudo legal, o TCU não tem que se omitir na matéria. Então é importante que o tribunal faça essa avaliação. Acho que houve por parte do TCU uma falta de explicação, que cabe ao tribunal fazer a fiscalização. Quanto à matéria de fato, a decisão é do Banco Central. Então, se houve algum tipo de irregularidade e for demonstrado que houve irregularidade, nós podemos punir os gestores do Banco Central. É isso que cabe ao tribunal, mas a fiscalização e a liquidação cabem ao Banco Central, dentro das regras legais, mas ele tem autonomia. Não cabe o tribunal fazer a liquidação, mas cabe fiscalizar os atos da administração do Banco Central”, completou o ministro.
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Uma fonte procurou o blog para relatar atrasos no pagamento de trabalhadores terceirizados da empresa Unika, que atuam na Secretaria de Educação de Pernambuco. Segundo a denúncia, os salários estariam atrasados desde a última sexta-feira e sem previsão de quitação.
A fonte afirma ainda que o FGTS não vem sendo depositado há três meses e que também não há contribuição ao INSS no mesmo período. Além disso, funcionários que tiraram férias em dezembro ainda não teriam recebido os valores correspondentes.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participou nesta terça-feira do CEO Conference Brasil 2026, realizado pelo BTG Pactual, e afirmou que o Brasil vive “o maior volume de investimentos do setor portuário na história”. O ministro integrou o painel “As perspectivas para os modais de transporte no Brasil”, ao lado do ministro dos Transportes, Renan Filho, e representantes do mercado financeiro e do setor produtivo.
Durante o encontro, Silvio destacou que o governo federal prevê a realização de mais de 19 leilões portuários ainda em 2026. Entre os projetos citados, ele mencionou o Porto de São Sebastião e o Tecon Santos 10, apontado como o principal destaque do pacote. “Vamos fazer o maior leilão da história, que é o Tecon Santos 10. Esperamos investimentos da ordem de mais de R$ 4 bilhões”, declarou.
O ministro também afirmou que os investimentos previstos para o setor portuário neste ano superam R$ 30 bilhões e ressaltou o crescimento do segmento de contêineres. “Esse ano, temos no Brasil mais de R$ 30 bilhões em investimentos no setor portuário”, disse. Silvio acrescentou que o setor de contêineres “tem crescido mais de 15%” e destacou que o avanço tem atraído capital nacional e estrangeiro. “Estamos muito animados com o volume de investimentos não só de brasileiros investindo em nosso país, mas também com o grande volume de investimentos estrangeiros que estão vindo para o Brasil”, afirmou.
A quarta edição do Alepe Folia, prévia carnavalesca promovida pela Assembleia Legislativa de Pernambuco, reuniu parlamentares, servidores e colaboradores da Casa nesta terça-feira (10), em um trecho da Rua da União, no Centro do Recife. O evento teve formato de “baile” e registrou aumento de público em relação às edições anteriores.
A programação foi conduzida pelo presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, e pelo 1º secretário, deputado Francismar Pontes. A abertura contou com um mini trio-elétrico e apresentações de Almir Rouche, Mayara Dias, Marquinhos Balada e da banda Chama do Brega, que animaram os foliões ao longo da prévia.
Durante o evento, Álvaro Porto afirmou que o Alepe Folia tem como objetivo integrar parlamentares e servidores e celebrar a cultura pernambucana. “A alegria, a musicalidade e a criatividade do povo pernambucano tem a sua expressão máxima no carnaval. E a Assembleia, como já é tradição, promove sua prévia inspirada pela grandeza desta manifestação”, disse. O deputado também destacou o caráter de confraternização do encontro. “Que todos possamos aproveitar bem o espírito festivo e brincar o carnaval num clima de alegria e tranquilidade”, afirmou.
O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tratou da possibilidade de o candidato a vice na chapa à reeleição ser do MDB durante uma conversa com ele e outro parlamentar do partido em um encontro no fim do ano passado, na Granja do Torto.
Lula admitiu publicamente pela primeira vez na semana passada a hipótese de mudar a composição da chapa ao afirmar que o vice Geraldo Alckmin terá um “papel a cumprir” na eleição em São Paulo. Um dos cotados para vice, caso a função caiba ao MDB, é o ministro Renan Filho (Transportes), filho de Renan Calheiros. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisQuestionado se Lula aceitaria ter um vice do MDB, Renan afirmou:
— Quem falou isso foi o Lula, não fomos nós. Ele tratou disso comigo no dia 17 de dezembro, na Granja do Torto — disse Renan.
A declaração reforça a movimentação do Palácio do Planalto para ampliar a aliança governista em direção ao centro político, estratégia vista por aliados como essencial para a disputa presidencial. O MDB é considerado peça-chave nesse desenho por sua capilaridade regional e peso no Congresso, embora a legenda mantenha tradição de decisões autônomas nas convenções partidárias. Procurada, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) não se manifestou.
Renan afirmou que uma eventual indicação do vice dependeria primeiro de um convite formal do presidente e, depois, da disputa interna no partido. Segundo ele, o principal ativo que o MDB poderia oferecer seria o apoio de uma “banda consistente” da legenda, capaz de ampliar a coalizão eleitoral de Lula. O senador citou quadros como a ministra Simone Tebet (Planejamento), o governador do Pará, Helder Barbalho, e o presidente do partido, Baleia Rossi, mas ressaltou que o debate ainda “não está posto”.
A possibilidade de mudança na vice ocorre em meio às incertezas sobre a permanência de Alckmin. Lula tem alternado sinais públicos: ao mesmo tempo em que elogia Alckmin, admite discutir novos arranjos para ampliar alianças e fortalecer a reeleição.
Nos bastidores, dirigentes governistas avaliam que oferecer a vaga ao MDB poderia consolidar apoio de setores do centro e reduzir a margem de crescimento de candidaturas adversárias. A estratégia dialoga com outras iniciativas recentes de aproximação com partidos médios, incluindo conversas com lideranças do PP e do União Brasil para neutralidade ou composição regional no pleito.
Apesar disso, Renan ressaltou que o MDB não pode ser “obrigado” a apoiar qualquer candidatura e que a definição dependerá do calendário formal das convenções, previstas até agosto. Para o senador, a escolha de vice é sempre circunstancial e vinculada à estratégia eleitoral do candidato à Presidência.
A eventual composição entre Lula e MDB, caso avance, tende a redesenhar o equilíbrio político da eleição de 2026, isolando setores mais à direita e ampliando o arco de sustentação do atual presidente.
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Relator das chamadas pedaladas fiscais, que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, nega que houve corrupção por parte da petista naquele episódio. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Nardes reconheceu que a ex-chefe do Executivo nacional não chegou a “botar dinheiro no bolso”, mas sustenta que houve crime de responsabilidade.
“As pedaladas não foram uma corrupção, mas foi desvio daquilo que a lei estabelece. Foi um desvio fiscal nos fundos de pensão, com impacto que faz com que você perca a credibilidade. Nós perdemos 8% do PIB entre 2015 e 2016. Imagina crescer 8% negativo, para baixo”, considerou o ministro do TCU.
Leia mais“Eu diria que a ex-presidente cometeu crime de responsabilidade. Porque ela não podia fazer isso sem autorização do Congresso Nacional, o que se precisa para fazer qualquer mudança no Orçamento. Não vou dizer que ela tenha desviado. Agora, foi um processo também político, mas houve o crime de responsabilidade”, completou Nardes.
Ainda segundo o ministro, que foi deputado federal antes de chegar à corte de contas, apesar da rejeição às contas da petista, a falta de apoio no Congresso foi crucial para o impeachment. “Aí que foi o problema. Ela brigou ainda com o presidente da Câmara dos Deputados da época (Eduardo Cunha). Eu fiz o relatório, foi unânime o relatório, todos os ministros votaram favoravelmente, inclusive ministros mais vinculados à esquerda, que eu não vou citar nomes. Então não foi o meu parecer, foi um parecer coletivo do TCU, e que depois a Câmara aceitou, o Senado aceitou e deu o impeachment da presidente Dilma. Então ela usou o dinheiro de forma ilegal. Eu não vou dizer que ela tenha botado esse dinheiro no bolso dela, que não botou. Mas ajudou ela a ganhar a eleição, porque usou no Bolsa Família, e pegou o dinheiro de fundos que quebraram”, elencou Nardes.
Por fim, o ministro desmentiu a tese de que houve golpe contra a então presidente Dilma Rousseff e ainda ressaltou que houve uma “proposta fora do normal” que não suspendeu os direitos políticos dela por oito anos, como ocorreu com Fernando Collor, o primeiro presidente a sofrer impeachment, em 1992.
“O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que presidiu a sessão foi o Ricardo Lewandowski, então diziam que era golpe, e não foi. Até porque foi presidido, a decisão final foi no Senado, passou pela Câmara. Em um processo de impeachment, você tem que ter uma acusação muito séria, que é levada para a Câmara dos Deputados e depois para o Senado. Ela tinha que fazer um número de 168 votos, mas fez de forma muito minoritária, apenas 142 votos, e com isso o processo continuou. Eu fiz um parecer, mas alertei a Dilma três anos antes. Em 2012, o ex-ministro José Jorge relatou as contas e descobriu que estava sendo feita uma contabilidade criativa. Quando eu fui relatar as contas, aquela maquiagem já estava maior. E aí aconteceu em 2014, quando ela disputou a reeleição, ela aumentou muito dinheiro para o Bolsa Família. Ela pegava dinheiro dos fundos de pensão, e aí quebrou o fundo de pensão dos Correios, o da Petrobras, e vários fundos quebraram, consequência de se usar o dinheiro deles para pagar o Bolsa Família, que aumentou no Nordeste. No segundo turno, isso foi muito importante. E aí que começaram a surgir as chamadas pedaladas fiscais. Porque ela pegava o dinheiro dos fundos, depois ia repor com a arrecação do ano seguinte”, concluiu.
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Em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira, no Palácio do Planalto, o prefeito do Recife e presidente do PSB, João Campos, reforçou ao petista a intenção do partido de manter Geraldo Alckmin como seu vice na disputa eleitoral deste ano. A conversa durou cerca de uma hora, e Campos disse ter saído dela “animado” e “seguro” quando à parceria eleitoral entre os PT e PSB.
— Os dois vão construir isso da melhor forma, há uma relação de carinho e respeito entre eles. Não cabe um interlocutor, não é um presidente de partido que vai tratar disso — afirmou Campos a jornalistas na saída do encontro. Apesar disso, diz ser “importante para o partido a manutenção do vice-presidente Geraldo Alckmin na chapa”. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais— A conversa é muito franca, muito verdadeira e sempre muito amistosa com o presidente Lula. Ele sabe que pro nosso partido é importante essa construção (manter a vice-presidência). É natural que conversas entre um presidente e um vice-presidente ocorram em um ambiente de muita confiança, de muito respeito, principalmente pelo perfil dos dois — disse Campos
O prefeito de Recife, que comanda a sigla de Alckmin, ressaltou que o PSB e o PT têm uma aliança que vale para o país inteiro, inclusive com apoios recíprocos “em candidaturas ao Senado, aos governos estaduais”. Campos pleiteia o apoio de Lula à sua candidatura ao governo de Pernambuco neste ano, mas a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), que vai se candidatar à reeleição e se aproximou do governo Lula nos últimos dois anos, atua para que o presidente se mantenha neutro na disputa e suba nos dois palanques.
Mais cedo, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que Lula tratou da possibilidade de o candidato a vice na chapa à reeleição ser do MDB durante uma conversa com ele e outro parlamentar do partido em um encontro no fim do ano passado, na Granja do Torto.
Lula admitiu publicamente pela primeira vez na semana passada a hipótese de mudar a composição da chapa ao afirmar que o vice Geraldo Alckmin terá um “papel a cumprir” na eleição em São Paulo. Um dos cotados para vice, caso a função caiba ao MDB, é o ministro Renan Filho (Transportes), filho de Renan Calheiros. Outro nome mencionado é o do governador do Pará, Helder Barbalho.
Questionado se Lula aceitaria ter um vice do MDB, Renan afirmou: — Quem falou isso foi o Lula, não fomos nós. Ele tratou disso comigo no dia 17 de dezembro, na Granja do Torto — disse Renan.
Nos bastidores, emedebistas da ala governista dizem que um apoio explícito de Lula a Campos na disputa pelo governo de Pernambuco poderia satisfazer o presidente do PSB e dirimir resistências a uma substituição de vice na chapa. Alckmin, no entanto, já sinalizou a aliados que não pretende ser candidato em São Paulo.
A declaração de Lula sinaliza a movimentação do Palácio do Planalto para ampliar a aliança governista em direção ao centro político, estratégia vista por aliados como essencial para a disputa presidencial. O MDB é considerado peça-chave nesse desenho por sua capilaridade regional e seu peso no Congresso, embora a legenda mantenha a tradição de decisões autônomas nas convenções partidárias. Em entrevista ao GLOBO, Renan Filho disse que vai participar das discussões sobre uma eventual troca de vice e o papel do MDB na chapa presidencial.
Procurada, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) não se manifestou.
Renan Calheiros afirmou que uma eventual indicação do vice dependeria primeiro de um convite formal do presidente e, depois, da disputa interna no partido. Segundo ele, o principal ativo que o MDB poderia oferecer seria o apoio de uma “banda consistente” da legenda, capaz de ampliar a coalizão eleitoral de Lula. O senador citou quadros como a ministra Simone Tebet (Planejamento), o governador do Pará, Helder Barbalho, e o presidente do partido, Baleia Rossi, mas ressaltou que o debate ainda “não está posto”.
Nos bastidores, dirigentes governistas avaliam que oferecer a vaga ao MDB poderia consolidar apoio de setores do centro e reduzir a margem de crescimento de candidaturas adversárias. A estratégia dialoga com outras iniciativas recentes de aproximação com partidos médios, incluindo conversas com lideranças do PP e do União Brasil para que as siglas sigam a neutralidade, ou ainda façam composição regional nas eleições deste ano.
A eventual composição entre Lula e MDB, caso avance, tende a redesenhar o equilíbrio político da eleição de 2026, isolando setores mais à direita e ampliando o arco de sustentação do atual presidente.
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Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União, que ganhou fama nacional como relator das pedaladas da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), resultando no impeachment da sucessora de Lula (PT), é o meu convidado do podcast ‘Direto de Brasília’, programa em parceria com a Folha de Pernambuco, de hoje. Ele vai falar sobre os limites daquela corte nas investigações no Banco Master e o escândalo que envolve políticos graúdos e dois ministros do Supremo Tribunal Federal.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem ainda o programa a Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; a Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; e ainda a Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras, além TV LW, de Arcoverde.
Entram como parceiros na mídia institucional o Grupo Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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A CPS (Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), um projeto que institui o “Programa Minha Primeira Arma”.
De autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS), a ideia é facilitar o acesso à primeira arma de fogo no país com intuito de fortalecer a legítima defesa.
O projeto prevê a isenção de tributos federais como o IPI (Imposto de Importação), PIS e CONFINS para aqueles que adquirirem a primeira arma de fogo de uso permitido. As informações são da CNN.
Leia maisSegundo Pollon, “não há qualquer racionalidade econômica ou social que justifique tamanho peso tributário sobre um instrumento de autodefesa individual, sobretudo quando adquirido por quem cumpre todos os requisitos legais, como avaliação psicológica, comprovação de aptidão técnica, antecedentes criminais negativos e autorização formal da Polícia Federal ou do Exército”.
Conforme o projeto, a execução do programa ficaria sob responsabilidade de um comitê interinstitucional, com representantes dos ministérios da Justiça, Fazenda e Defesa e também de instituições como o Banco do Brasil, Caixa Econômica, Polícia Federal e Exército Brasileiro.
A proposta ainda precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ser apreciada no plenário.
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu nesta terça-feira que o mundo está “sedento” por uma “virada à direita menos ideológica e mais tradicional”. A declaração ocorreu no contexto da repercussão internacional da entrevista do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) à mídia francesa na qual acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“No Oriente Médio virou notícia em hebraico e árabe; na França também está na mídia em francês, inglês e espanhol. O mundo está sedento por uma virada à direita, racional, lógica, menos ideológica e mais tradicional focada naquilo que já deu certo e respeita nossas culturas”, escreveu Eduardo nas redes sociais. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA entrevista de Flávio ao canal francês CNews ocorreu na segunda-feira. Na ocasião, o senador afirmou que o presidente da França, Emmanuel Macron, é de “extrema incompetência” e viaja ao Brasil para “tirar fotos abraçando árvores na Amazônia”.
Com ataques a adversários políticos e ao Supremo Tribunal Federal (STF), o pré-candidatura à Presidência disse que o Brasil “não vive uma democracia plena” e que o pai, Jair Bolsonaro, foi condenado por “inimigos”.
Na entrevista, Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil “precisa ser salvo com propostas modernas”. O senador citou o escândalo de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e tentou vinculá-lo a Lula. Ele também ressaltou esperar que os dois países tenham novos chefes de Estado no próximo ano e chamou Macron de “incompetente”.
— O Brasil não aguenta mais quatro anos de um governo de extrema esquerda. Assim como a França, acredito, não aguenta mais um mandato de um governo de extrema incompetência como o de Emmanuel Macron, que tem feito tanto mal a este país — afirmou o senador, em referência ao pleito francês de 2027, do qual o atual presidente não poderá participar.
A apresentadora Christine Kelly apresentou Flávio como o “favorito” para a eleição presidencial de 2026, mas ressalvou que ele aparece em segundo lugar nas pesquisas. Questionado por duas vezes por que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou o ministro do STF Alexandre de Moraes do rol de sancionados pela Lei Magnitsky, o senador minimizou o recuo.
— O presidente Trump sabe que o Brasil tem uma posição muito estratégica na geopolítica mundial hoje. Por isso, precisa ter boas relações com o Brasil, independente de quem seja o presidente da República — afirmou.
Cobrança de Eduardo
Como mostrou o GLOBO, o ex-deputado cobrou engajamento de bolsonaristas e integrantes do espectro político da direita na pré-candidatura de Flávio. Os filhos de Jair Bolsonaro viajaram ao exterior no começo deste ano para consolidar o nome do senador como uma liderança alinhada à direita conservadora internacional e impulsioná-lo na corrida ao Planalto, em meio a atritos sobre uma possível pulverização de candidaturas da oposição em 2026.
Na semana passada, Eduardo afirmou que ele e o irmão estão “sendo recepcionados com respeito e honra por líderes das Américas e do Oriente Médio” em meio a uma pré-candidatura “para tirar o Brasil do rumo da pobreza com Lula”. O ex-parlamentar criticou pessoas do mesmo campo político que não se alinharam à investida do clã nos últimos dois meses.
Jair Bolsonaro, mesmo preso, segue como ponto de convergência do campo conservador. No PL, Valdemar Costa Neto defende que decisões eleitorais passem pelo crivo do ex-presidente.
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Por Blog da Folha
Joel da Harpa (PL) defende o aumento imediato do monitoramento e a realização de operações preventivas mais intensas durante o Carnaval, com presença reforçada das forças de segurança e ações estratégicas para coibir cobranças ilegais em vias públicas.
Além da denúncia sobre as extorsões, o deputado alertou a possibilidade de integrantes do tráfico de drogas estarem atuando disfarçados de flanelinhas, aproveitando a grande circulação de foliões para ampliar atividades criminosas.
Leia mais“É preciso reforçar a presença do Estado, ampliar o monitoramento e garantir operações preventivas permanentes. Não podemos permitir que o cidadão seja coagido a pagar para estacionar em via pública, nem que o crime organizado se infiltre em áreas turísticas da nossa cidade”, afirmou.
Durante o período carnavalesco, o parlamentar informou que estará nas ruas com o gabinete móvel, dando apoio aos profissionais de segurança que atuarão na festa e acompanhando de perto possíveis casos de extorsão nos principais polos da folia.
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