Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
A campanha Pão Solidário Arco-Mix realiza, no dia 20 de outubro, mais uma edição em apoio à Oncologia Pediátrica do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP). Neste ano, os recursos arrecadados serão destinados à compra de equipamentos para o setor, entre eles um extrator de DNA semiautomatizado e um respirador para a UTI pediátrica.
A iniciativa também prevê a doação de pães para mais de 40 instituições de caridade. Segundo a organização, o valor arrecadado será revertido tanto para a aquisição dos equipamentos quanto para a produção dos alimentos distribuídos às entidades participantes.
As doações podem ser feitas diretamente pelo Pix do projeto, pela chave oncologiainfantilnordeste@gmail.com.
Os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida, que representam o Grupo Prerrogativas, acionaram a PF (Polícia Federal) nessa quinta-feira (8) pedindo a investigação sobre uma suposta articulação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, e a campanha do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).
A notícia de fato apresentada à PF se baseia em dois pontos: a divulgação pela imprensa de uma negociação para a realização de entrevista do ex-banqueiro na televisão e informações de que teria sido entregue a terceiros uma gravação de depoimento atribuído a Vorcaro, com menções a adversários de Flávio na disputa e membros do governo federal. As informações são da CNN.
Leia maisOs advogados alegam que “tais imputações não encontrariam respaldo em elementos de prova e teriam sido concebidas para produzir efeito político” às vésperas do segundo turno das eleições. Dizem ainda que não tiveram acesso ao material e “o apresentam apenas como notícia a ser verificada”.
Diante dos elementos narrados, o grupo pede prioridade no processamento da ação e apuração da existência da gravação citada. Também pede a identificação dos interlocutores que estariam negociando a entrevista com emissoras de televisão.
“Caso venham a ser divulgadas nos próximos dias, por qualquer meio, imputações atribuídas direta ou indiretamente ao custodiado contra o Presidente da República ou integrantes do Governo Federal, a verificação prioritária de sua correspondência com o material aqui noticiado e de sua origem, observada a delimitação quanto ao trabalho jornalístico”, complementa o pedido.
Os advogados também pedem que os fatos sejam comunicados ao relator da operação Compliance Zero, que apura o esquema de fraudes envolvendo o Master, e o Procurador-Geral Eleitoral.
Na madrugada desta sexta-feira (9), a revista Veja publicou uma reportagem citando áudio e documentos em que Vorcaro afirma ter liberado dinheiro para a realização do documentário “Lula”, de Oliver Stone, em esquema que teria envolvido ex-tesoureiro do PT (Partido dos Trabalhadores) e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Os advogados relembram também a divulgação de mensagens e áudio que expuseram uma negociação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro pelo repasse de US$ 24 milhões, o equivalente a cerca R$ 134 milhões. Flávio alega que buscava dinheiro para o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Documentos mostram que pelo menos US$ 10,6 milhões, cerca de R$ 61 milhões, foram pagos em diferentes transferências bancárias para financiar o projeto.
Leia menos
O Sextou desta semana, programa musical que ancoro as sextas-feiras, no lugar do Frente a Frente, traz a cantora e compositora Lu Carvalho, sobrinha da icônica sambista Beth Carvalho, que partiu em 2019. De passagem pelo Recife, Lu é a idealizadora do espetáculo “Beth 80 – Pelo Olhar de Lu Carvalho – A Sobrinha da Madrinha”, que conta a trajetória de Beth desde os seus primeiros sucessos.
Filha de Vânia Carvalho, de 87 anos, irmã de Beth, Lu guarda momentos inesquecíveis ao lado da intérprete de “Vou Festejar”, “Andança”, “Coisinha do Pai”, que hoje dão lugar à saudade. “Ela era engraçada, adorava uma piada e não se importava de ouvir a mesma história dez vezes. Gostava de estar perto da família, tinha suas manias e queria brincar até nos momentos mais difíceis”, disse Lu sobre a tia, em entrevista recente.
Leia maisA memória de Beth Carvalho segue sendo preservada por Lu, que também procura transmitir os seus valores. Um deles é a generosidade em dividir espaço com outros artistas e fortalecer a roda do samba. “Minha tia só morre se o samba morrer. E, como o samba não vai morrer nunca, é impossível”, assegura.
O espetáculo em homenagem à Beth Carvalho aconteceu ontem, na CAIXA Cultural Recife, e segue hoje no mesmo endereço. O horário é às 19h30 e os ingressos custam a partir de R$ 15. Eles estão disponíveis na plataforma Sympla.
O Sextou vai ar na próxima sexta-feira, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente em destaque acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
Leia menos
A propaganda eleitoral volta nesta sexta-feira (9) para que candidatos aos cargos em disputa no segundo turno possam apresentar suas campanhas ao eleitorado. Os candidatos que participarem da segunda etapa da eleição poderão fazer propaganda até 23 de outubro, dois dias antes da votação, marcada para 25 de outubro. O intervalo de tempo sem propaganda eleitoral é uma exigência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com o resultado das eleições gerais de 2026, haverá segundo turno da disputa presidencial e em 7 unidades federativas pelo cargo de governador. Na corrida pela Presidência, a briga é entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). Flávio terminou o primeiro turno com 47,7% dos votos, e Lula, com 45,16%. As informações são do g1.
Leia maisOs candidatos devem manter as estratégias adotadas na primeira semana de campanha. Flávio apostará em um tom propositivo em sua primeira aparição na TV, com a apresentação de propostas, enquanto Lula deve defender os programas sociais, prometendo ampliá-los.
Já entre governadores, haverá disputa de segundo turno no Distrito Federal e nos estados do Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
No caso do Rio de Janeiro, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) realizará, no sábado (10), a retotalização dos votos das para governador depois de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com a anulação dos 274.411 votos de Anthony Garotinho, o procedimento abriu caminho para que Douglas Ruas (PL) seja considerado eleito no primeiro turno, sem necessidade de segundo turno contra Eduardo Paes (PSD).
Existe um rodízio de exibição entre os cargos em disputa. A distribuição é a seguinte:
Presidente da República – 10 minutos por bloco (ao todo)
Governador – 10 minutos por bloco (ao todo)
Ou seja, são 40 minutos por dia de propaganda eleitoral de rede, sendo 20 minutos no rádio e 20 minutos na televisão para cada cargo. Já as inserções, exibidas ao longo da programação, são de 25 minutos somados por dia para cada cargo, de segunda a domingo. Podem aparecer de 05 até 24h, com duração de 30 a 60 segundos.
Diferentemente da propaganda eleitoral para o primeiro turno, o tempo de propaganda em rede e por inserções será dividido igualmente entre os candidatos que disputam o segundo turno. Assim, entre os presidenciáveis, cada um terá 10 minutos no rádio e 10 minutos na televisão.
Conforme a Justiça Eleitoral, a ordem de exibição começa pela candidatura que obteve maior votação no primeiro turno, com alternância de ordem a partir de então. Ou seja, Flávio Bolsonaro terá a primeira peça de propaganda eleitoral exibida. A partir de então, a ordem vai alternando entre os dois.
Leia menos
O primeiro levantamento do instituto Vox Brasil sobre a disputa presidencial no segundo turno mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44,2% das intenções de voto, contra 42,7% do senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de 1,5 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,15 pontos, o que configura empate técnico.
Os eleitores indecisos representam 9,7% da amostra, enquanto 3,4% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto. Na apuração dos votos válidos, que exclui essas categorias, Lula aparece com 50,9%, ante 49,1% de Flávio. As informações são da Revista Fórum.
Leia maisPrimeiro turno
O resultado difere do registrado pelo próprio instituto antes do primeiro turno. Na pesquisa realizada entre 29 de setembro e 1º de outubro, Flávio tinha 48,2%, enquanto Lula somava 45,2%. Na comparação entre os dois levantamentos, o senador passou de uma vantagem de três pontos percentuais para uma desvantagem numérica de 1,5 ponto.
Os números, porém, não permitem concluir que houve uma tendência consolidada de crescimento de Lula. Além de se tratar de levantamentos realizados em momentos distintos, a diferença atual está dentro da margem de erro. O percentual de indecisos também supera a distância entre os candidatos, o que torna relevante a definição desses eleitores para o resultado final.
Maioria diz ter voto definido
O levantamento indica que 76,2% dos entrevistados estão totalmente decididos sobre o candidato em quem votarão no segundo turno. Outros 13,4% afirmam já ter escolhido um nome, mas admitem a possibilidade de mudar de opinião.
Os eleitores que ainda não decidiram o voto ou continuam avaliando as opções representam 6,4% dos entrevistados.
A pesquisa também aponta uma disposição elevada para comparecer às urnas: 81,6% dizem que votarão com certeza. Já 5,2% afirmam que provavelmente não irão votar ou que não pretendem comparecer.
Apoios de candidatos do primeiro turno
A maioria dos entrevistados afirma que o apoio de um candidato em quem votou no primeiro turno não alteraria sua escolha na etapa final da eleição. Essa é a posição de 63,4% dos participantes.
Por outro lado, 17,2% dizem que seguiriam a orientação de apoio dada pelo candidato escolhido anteriormente. Para 15,2%, a decisão dependeria de quem recebesse o apoio.
Os dados indicam que as manifestações de apoio de candidaturas eliminadas no primeiro turno não necessariamente se traduzem em transferência automática de votos para os candidatos que permanecem na disputa.
Filas foram a principal dificuldade no primeiro turno
A pesquisa também investigou a experiência dos eleitores na votação do primeiro turno. Segundo o levantamento, 68,2% afirmaram não ter enfrentado dificuldades para votar.
Entre os problemas relatados, o mais citado foi a fila ou o tempo de espera, mencionado por 9,6% dos entrevistados.
A possibilidade de que algum problema afete a participação no segundo turno foi apontada por 7,6% dos participantes.
Metodologia
O instituto Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 potenciais eleitores entre os dias 5 e 7 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 2,15 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O levantamento foi custeado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09623/2026.
O perfil socioeconômico da amostra mostra que 83,9% dos entrevistados declararam renda de até dois salários mínimos. Os que recebem mais de cinco salários mínimos representam 3,7%.
Essa composição deve ser considerada na interpretação dos resultados, especialmente porque a distribuição de renda dos entrevistados pode influenciar a representatividade da amostra em relação ao conjunto do eleitorado.
Leia menos
Na noite desta quinta-feira (8), Eduardo Paes (PSD) reconheceu que não haverá 2º turno na eleição para governador do Rio de Janeiro e afirmou que respeita a decisão da Justiça Eleitoral.
A manifestação ocorreu após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anular os votos de Anthony Garotinho (Republicanos) e depois de o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negar o pedido da coligação de Paes para suspender os efeitos da decisão. As informações são do g1.
Com a exclusão dos votos de Garotinho do cálculo dos votos válidos, Douglas Ruas (PL), que terminou o 1º turno na frente, deve superar a maioria absoluta necessária para vencer a eleição sem 2º turno.
Leia maisO Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) marcou para este sábado (10), às 15h, a retotalização dos votos, etapa que permitirá recalcular os percentuais e encaminhar a proclamação do resultado.
Em publicação nas redes sociais, Paes reconheceu a derrota e disse que respeita a decisão da Justiça.
“A Justiça decidiu que não haverá 2º turno, contrariando a vontade soberana dos eleitores. E decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona a democracia”, escreveu.
O ex-prefeito também agradeceu aos mais de 3,7 milhões de eleitores que votaram nele e afirmou que seu grupo político continuará acompanhando e cobrando os resultados do governo estadual.
Decisões de quinta-feira
No começo do dia, o TSE decidiu, por 5 votos a 2, anular os votos recebidos por Anthony Garotinho na eleição de domingo (4). A Corte manteve o indeferimento do registro de candidatura do ex-governador e determinou a retotalização dos votos para governador, com a exclusão da votação de Garotinho da base de cálculo dos votos válidos. A decisão foi anunciada pelo TRE-RJ.
A decisão abriu caminho para que Ruas seja considerado eleito no primeiro turno, sem a disputa que estava prevista para 25 de outubro entre ele e Paes.
A coligação de Paes tentou reverter esse cenário no STF. O pedido buscava suspender imediatamente os efeitos do julgamento do TSE e preservar a possibilidade de realização do segundo turno.
Zanin negou a medida cautelar. O ministro apontou que o recurso extraordinário contra a decisão do TSE ainda não havia sido apresentado e que não existia análise de admissibilidade pela Justiça Eleitoral.
O ministro também observou que o acórdão do TSE não havia sido anexado ao processo, o que impedia a avaliação da probabilidade de êxito do eventual recurso.
A decisão de Zanin não julgou definitivamente o mérito do argumento de Paes sobre os votos de Garotinho. O ministro negou o pedido cautelar por questões processuais.
Depois da decisão do STF, Paes publicou a mensagem em que reconheceu que não haverá segundo turno e afirmou que respeita a decisão judicial. A declaração representa um reconhecimento público do desfecho da disputa.
Por que os votos de Garotinho foram anulados?
Anthony Garotinho concorreu ao governo do Rio pelo Republicanos, mas teve o registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral. A decisão se baseou na ausência de condições de elegibilidade relacionadas ao pleno exercício dos direitos políticos e à filiação partidária.
O ex-governador recorreu ao TSE para tentar reverter o indeferimento. Como a situação ainda estava em discussão judicial, ele apareceu na urna eletrônica no primeiro turno, realizado no domingo (4).
Depois da votação, Garotinho pediu desistência do recurso apresentado ao TSE. A intenção era encerrar a discussão judicial sobre sua candidatura, mas o pedido não foi aceito pela Corte.
Nesta quinta-feira, os ministros rejeitaram por unanimidade a desistência do recurso. No julgamento do mérito, por cinco votos a dois, mantiveram o indeferimento do registro e determinaram a anulação dos votos recebidos por Garotinho.
A maioria entendeu que a desistência apresentada depois da eleição não poderia ser aceita diante do potencial de interferência no resultado do pleito. Os ministros Ricardo Villas Bôas Cueva e Sebastião Reis Júnior ficaram vencidos e defenderam a preservação dos votos para fins de definição sobre a realização do segundo turno.
Como fica o resultado da eleição?
Na apuração do primeiro turno, Douglas Ruas recebeu 4.271.199 votos, equivalentes a 49,27% dos votos válidos considerados naquele momento. Eduardo Paes teve 3.706.984 votos, ou 42,76%. Anthony Garotinho recebeu 274.411 votos, correspondentes a 3,17%.
Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos. Com a exclusão dos votos de Garotinho, Ruas passa a ter aproximadamente 50,88% dos votos válidos, superando o percentual necessário para a vitória em primeiro turno.
A diferença entre os votos recebidos por Ruas e Paes continua sendo de 564.215. O que muda é a base utilizada para calcular os percentuais. Os votos atribuídos a Garotinho deixam de ser considerados válidos para essa finalidade.
A retotalização não é uma nova votação nem uma recontagem física das urnas. Os votos registrados no domingo permanecem os mesmos. O sistema da Justiça Eleitoral recalcula o resultado de acordo com a decisão judicial sobre quais votos podem ser considerados válidos.
Por que Paes recorreu ao STF?
A coligação de Eduardo Paes argumentou que os votos de Garotinho deveriam ser considerados no cálculo da maioria absoluta porque o candidato estava na urna e recebeu votos dos eleitores.
Para a coligação, excluir os votos depois da eleição desconsidera a vontade expressa nas urnas e impede a realização do segundo turno, inicialmente previsto para 25 de outubro.
O pedido apresentado ao STF era uma medida cautelar para suspender os efeitos da decisão do TSE enquanto a coligação buscava levar a discussão ao Supremo por meio de um recurso extraordinário.
Zanin negou a medida porque, no momento da apresentação do pedido, o recurso extraordinário ainda não havia sido protocolado e o TSE não havia realizado o exame de admissibilidade. O ministro também apontou a ausência do acórdão do TSE nos autos, o que impedia a análise da probabilidade de êxito do eventual recurso.
Assim, a decisão não representa uma rejeição definitiva da tese jurídica defendida por Paes. Ela negou a suspensão imediata dos efeitos do julgamento diante das condições processuais existentes naquele momento.
O que acontece agora?
O TRE-RJ marcou para sábado (10), às 15h, a retotalização dos votos para governador. O procedimento vai recalcular os percentuais com a exclusão dos votos de Garotinho, conforme determinado pelo TSE.
A expectativa é que o resultado seja anunciado após a retotalização, com Ruas superando a maioria absoluta dos votos válidos. A proclamação formal, no entanto, depende da conclusão das etapas previstas pela Justiça Eleitoral.
Após a divulgação do resultado, haverá prazo de três dias para publicidade do ato e, em seguida, prazo de dois dias para eventuais impugnações de partidos, federações e demais partes legitimadas.
Caso sejam apresentados questionamentos, eles serão analisados pelo plenário do TRE-RJ, composto por sete integrantes. A proclamação formal do resultado ocorrerá depois dessa etapa, quando o tribunal pleno se reunir para analisar eventuais impugnações e concluir o procedimento.
O presidente do TRE-RJ, desembargador Cláudio de Mello Tavares, também determinou a suspensão da propaganda eleitoral no rádio e na televisão até a proclamação do resultado final.
A eleição para governador do Rio entra, assim, na fase de definição. Depois do julgamento do TSE, da negativa do pedido cautelar no STF e do reconhecimento público de Paes de que não haverá segundo turno, o próximo marco é a retotalização de sábado.
Se o resultado for confirmado e as etapas legais forem concluídas, Douglas Ruas será formalmente proclamado governador eleito.
Leia menos
Em simulação de segundo turno considerando apenas os votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente na corrida eleitoral, marcando 52,8% das intenções de voto. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,2% da preferência neste formato, segundo dados da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9).
Nos votos totais, Flávio tem 51,1% e Lula, 45,7%. Brancos/ nulos/ não sei são 3,2%.
Flávio e Lula disputam o segundo turno no próximo dia 25 de outubro. Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com 100% das urnas apuradas, Flávio recebeu 47,03%, com 56,1 milhões de votos no primeiro turno. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. As informações são da CNN.
Leia maisO que são votos válidos?
Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.
Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.
Metodologia
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.026 eleitores, entre os dias 3 e 8 de outubro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03663/2026.
Leia menos
Flávio gera mais expectativa de poder
No primeiro turno, as pesquisas eleitorais erraram em vários Estados e na corrida presidencial. No embate Lula (PT) x Flávio (PL), o petista sempre apareceu à frente, mas quando os votos saíram das urnas apareceu em segundo, com o filho de Bolsonaro abrindo dois pontos de vantagem – 47% a 45%. Nas primeiras sondagens, ontem, o que se esperava aconteceu, com o liberal permanecendo na frente.
Pelo Datafolha, entretanto, a vantagem de Flávio é muito pequena, quase dentro da margem de erro, de quatro pontos percentuais – 49% a 44%, enquanto no Datapoder chega a 6 pontos. Quando se computam apenas os votos válidos no Datafolha, Flávio vai a 52% e Lula fica em 48%, a mesma diferença. Um dado chama a atenção: os indecisos representam apenas 1%, enquanto brancos e nulos somam 5%.
Leia maisLula pode virar ainda? Esta é a pergunta mais ouvida. Tudo é possível. O jogo não está decidido, mas eleição é soma. Enquanto Lula ficou perdendo tempo com a lavagem de roupa suja em reuniões com aliados, Flávio foi em busca de apoios. O liberal já agregou apoios importantes, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que disputaram no primeiro turno, além de cinco partidos.
Legendas, aliás, que estão no Governo Lula, como o PSD, Republicanos e União Brasil. Flávio trouxe ainda o Podemos, que cresceu muito e terá uma bancada expressiva na Câmara, em torno de 27 deputados. Quando um partido detém uma fatia de poder numa gestão e passa para o outro lado do balcão sinaliza por mudanças, reflete descrédito na capacidade do presidente em reverter o processo eleitoral adverso.
A campanha de rua de segundo turno começou agora. A propaganda eleitoral no rádio, na TV e nas redes sociais só terá seu start hoje. Vêm pela frente os debates na TV e as estratégias políticas, eleitorais e de marketing. Lula é mais experiente, bom nos debates e tem uma militância muito mais aguerrida.
Mas um fato é indiscutível: na primeira semana pós-eleição de primeiro turno, Flávio criou em torno da sua candidatura um ambiente muito mais favorável do que Lula. Apoios, fatos positivos e campanha para cima geram expectativa de vitória e de poder.
CENÁRIO RUIM PARA LULA – Na pesquisa Datafolha, houve uma redução de dois pontos na rejeição de Flávio Bolsonaro, com 43% das pessoas dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Já a rejeição a Lula cresceu um ponto, de 45% para 46%. Embora os movimentos tenham sido na margem de erro, o aumento de três pontos na distância na guerra de rejeições eleva a dificuldade para a campanha à reeleição do petista nesse segundo turno, que também não teve melhora na avaliação de governo. E governo com baixas taxas de avaliação, como o de Lula, tem extrema dificuldade de emplacar reeleição.

Candidato do PL ganhou maioria dos eleitores de Caiado, Zema e Cury – A primeira pesquisa do Datafolha para o segundo turno da disputa presidencial mostra para onde migraram até o momento os votos dos eleitores de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Segundo o levantamento, 46% foram para Flávio Bolsonaro (PL), enquanto outros 32% passaram a declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda dentro deste grupo, 15% afirmam que votam em branco ou nulo, segundo o Datafolha. Os números confirmam os sinais de que a tendência majoritária da chamada “terceira via” seria para o candidato bolsonarista.
O maior entrave – O alto percentual de eleitores que dizem estar totalmente decididos quanto ao voto (94%) é um entrave à estratégia da campanha de Lula de virar votos. A maior incidência de quem escolhe candidato para derrotar o adversário entre os eleitores de Flávio também é um dado que mostra a limitação do apelo a eleitores de outros candidatos em favor do presidente. Um de cada quatro eleitores que pretendem votar em Bolsonaro o faz para derrotar Lula e apenas 69% porque acreditam que ele é o melhor candidato. No caso de Lula, 83% o acham melhor e 13% votam para derrotar Bolsonaro.
Cury também adere – O escritor Augusto Cury (Avante), que ficou em terceiro lugar na disputa à Presidência, anunciou, ontem, apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Os dois tiveram um encontro pela manhã. Segundo a assessoria do ex-candidato, foi entregue uma carta de compromissos políticos ao candidato do PL. Flávio assinou o documento. “A decisão foi tomada após uma longa conversa entre os dois e a assinatura, por Flávio, de um compromisso público com propostas defendidas por Cury durante sua campanha, voltadas à transformação social, à modernização do país e à pacificação nacional”, informou Cury em nota.

Para tirar do pobre – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou como uma “aberração” o anunciado “tesouraço” de Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário nas eleições, caso ele seja eleito presidente no próximo dia 25. O petista disse que esses cortes vão afetar diretamente as pessoas pobres do país. “Uma aberração do ponto de vista de proposta política que é a ideia do ‘tesouraço’. No Brasil, toda vez que um governo fala em corte, quando faz teto de gastos, quando fala de ajuste fiscal, ele não fala tentando fazer com que os ricos percam alguma coisa. Eles fazem essa proposta para tirar do pobre”, afirmou.
CURTAS
NO DF – A governadora Celina Leão (PP) lidera a disputa de segundo turno no Distrito Federal, com 55% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Datafolha. O candidato do PT, Leandro Grass, tem 37%. Ainda segundo a pesquisa, 3% dos eleitores estão indecisos sobre qual candidato votar, e 5% declararam intenção de votar nulo ou branco. Em votos válidos, excluindo brancos, nulos e abstenções, Celina lidera com 60%, contra 40% de Grass.
INQUÉRITO – A Polícia Federal instaurou um inquérito, ontem, para apurar as causas do incêndio que atingiu um prédio do Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O órgão mantém tratativas com o reitor Alfredo Gomes e o comandante do Corpo de Bombeiros. As chamas atingiram o edifício na noite de quarta-feira e o segundo andar foi destruído.
CRIMINOSO – Os senadores eleitos Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) manifestaram preocupação com a possibilidade de um suposto incêndio criminoso no prédio da UFPE. “Diante dos relatos de ameaças após um ato pró-Lula, é fundamental esclarecer os fatos”, disse a pedetista. Já o senador Humberto divulgou que acionou a Polícia Federal (PF), Controladoria-Geral da União (CGU), a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério Público Federal (MPF) pedindo investigação “imediata e rigorosa”.
Perguntar não ofende: Por que nenhum dos candidatos de primeiro turno declarou apoio a Lula?
Leia menos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Partido Liberal (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não querem assumir o compromisso de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalha 6×1, em discussão no Senado Federal.
“Eu estou sabendo, pelo noticiário da imprensa, que o meu adversário está propondo ao partido dele abstenção. Isso saiu na imprensa de hoje. Ele tá com vergonha de dizer que não vai estar no plenário, mas está pedindo para o partido dele, para o PL se abster, na perspectiva de não assumir compromisso com a redução da jornada de trabalho para o povo trabalhador brasileiro”, disse. As informações são do g1.
Leia maisO presidente, candidato à reeleição, também afirmou que o “tesouraço” nas despesas proposto por Flávio Bolsonaro é uma “aberração” e que herdou orçamento insuficiente do governo de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio.
“E uma outra coisa que eu queria conversar com os nossos senadores, com os nossos parlamentares, e que tem levado a uma aberração, do ponto de vista de proposta política, é a ideia do ”tesouraço'”, disse Lula.
O presidente afirmou que precisou fazer a PEC da Transição em 2022 para corrigir problemas no orçamento de 2023, proposto pelo governo Jair Bolsonaro e aprovado pelo Congresso Nacional.
Lula disse que os pobres são sempre quem mais sofrem com ajuste fiscal e corte de despesas no Brasil.
“Vou dar o que significa ‘tesouraço’ para essa gente: corte de 59% no Farmácia Popular. Foi o que eu encontrei no orçamento para eu começar a trabalhar. Corte de 50,7% para os mais médicos; corte de 45% para a prevenção e controle do câncer; corte de 97% na verba para infraestrutura escolar. Só tinha verba suficiente para comprar um ônibus escolar no orçamento deixado para mim. Nós já compramos 12.000 ônibus”, afirmou.
O presidente também citou:
“Agora eles estão dizendo que vão fazer corte. Eu sei que o corte que eles vão propor, é importante que a sociedade fique atenta”, disse Lula.
Lula rebateu promessa de campanha feita nesta quinta-feira (8) por Flávio de aumentar as aposentadorias da Previdência Social.
“Ele não tem experiência. A não ser nós, desde 2003, não tem presidente que conceda aumento aos aposentados acima da inflação”, afirmou.
O presidente evitou comentar o resultado da pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta que o mostra 4 pontos percentuais atrás de Flávio em votos válidos.
“Eu não avalio pesquisa. Não trabalho assim”, disse. “Tenho 17 dias para isso e minha obrigação é trabalhar para ganhar esses votos”, afirmou.
Leia menos
O escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa ao Planalto, afirmou nesta quinta-feira (8/10) que foi “exigente” antes de declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno e cobrou do candidato o compromisso de governar sem ódio e sem vingança.
Cury disse que apresentou propostas ao senador e condicionou o apoio à assinatura de um documento com compromissos para um eventual governo. Segundo o escritor, não houve negociação por cargos. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Quanto a Flávio Bolsonaro, fui exigente. Afirmei que precisamos de um governo para todos. Sem ódio, sem vingança. Fiz perguntas e apresentei várias propostas. Não pedi cargos”, afirmou.
O ex-presidenciável disse que Flávio aceitou suas condições e ressaltou que o apoio não significa um “cheque em branco”.
“Não é um cheque em branco, é um compromisso com o Brasil. Eu e todo o povo brasileiro vamos cobrar”, declarou.
Augusto Cury também explicou por que decidiu não apoiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O escritor afirmou ser contrário à reeleição e criticou os juros elevados e a condução da economia brasileira.
“Sou radicalmente contra a reeleição. Também sou contra o modelo econômico que vem asfixiando o Brasil com juros altíssimos. Por isso, não posso apoiar Lula. Não é pessoal, é por causa do projeto”, disse.
O Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, mostrou nesta quinta que o escritor tinha decidido apoiar Flávio.
Terceiro
Cury recebeu 3,4 milhões de votos no primeiro turno, o equivalente a 2,89% dos válidos. O escritor havia anunciado, logo após a votação de domingo (4/10), que permaneceria em silêncio sobre a disputa entre Lula e Flávio.
A decisão de apoiar o senador foi tomada após uma conversa por videochamada nesta quinta. Flávio afirmou, durante uma transmissão ao vivo, que concordou com todas as propostas apresentadas pelo escritor e assinou o documento.
O apoio de Cury amplia a lista de antigos adversários que passaram a apoiar Flávio no segundo turno. Os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além de Clariana Barão (DC), também declararam voto no senador.
O candidato do PL também conseguiu atrair cinco partidos desde o primeiro turno. União Brasil, PP, Novo e Republicanos anunciaram apoio nos primeiros dias após a votação. Nesta quinta-feira, o Podemos também anunciou endosso ao senador.
Leia menos
Por Emerson Saboia – Blog da Folha
Com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confira a lista dos parlamentares, suas biografias e patrimônios declarados à Justiça Eleitoral, na ordem dos mais votados:
Leia maisJones Manoel (PSOL) — 249.077 votos
Segundo mais votado do estado para o cargo e primeiro deputado do PSOL eleito no Nordeste, o historiador e doutorando Jones Manoel foi candidato ao governo de Pernambuco em 2022 e agora conquista uma cadeira na Câmara dos Deputados. O comunista ficou conhecido nas redes sociais pelo conteúdo político que produz e pelos debates no estilo “coliseu”, nos quais enfrenta diversos opositores. Seu patrimônio é de R$ 170.790,43.
Anderson Ferreira (PL) — 185.429 votos
Irmão gêmeo do deputado estadual eleito André Ferreira (PL), Anderson foi o candidato de direita mais votado para o cargo no estado. Foi eleito deputado federal em 2010 e reeleito em 2014, mas deixou a Câmara em 2017 para assumir a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Em 2022, disputou o governo de Pernambuco. Seu pai é o pastor da Assembleia de Deus e ex-deputado estadual Manoel Ferreira. Nasceu em 1972, no Recife. Seu patrimônio é de R$ 2.171.207,61.
Marcelo Gouveia (Podemos) — 183.124 votos
Eleito prefeito de Paudalho nas eleições de 2016, Marcelo Gouveia nasceu no Recife, em 1985. É engenheiro de formação, filho e neto de ex-prefeitos de Paudalho. O deputado estadual Gustavo Gouveia (Podemos) é seu irmão. Seu patrimônio é de R$ 2.235.581,59.
Juliana de Chaparral (União) — 183.089 votos
Candidata mais votada para o cargo, Juliana nasceu em 1983, em Orobó, no Agreste do estado, e declara ser professora. Sua carreira política começou em 2018, quando disputou uma vaga de deputada estadual. Em 2020, foi eleita prefeita de Casinhas, no Agreste, e reeleita em 2024. Seu marido, Cleber Chaparral, é prefeito de Surubim, também no Agreste. Seu patrimônio é de R$ 730.000,00.
Gilson Machado (Podemos) — 156.754 votos
Ministro do Turismo no governo de Jair Bolsonaro, foi presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), candidato ao Senado por Pernambuco em 2022 e candidato à Prefeitura do Recife em 2024. Gilson Machado nasceu em 1968, no Recife, é pai do deputado estadual eleito Gilson Machado Filho (Podemos) e declara ser produtor agropecuário como profissão. Seu patrimônio é de R$ 1.772.443,83.
Rosa Amorim (PT) — 144.101 votos
Nascida em 1996, em Caruaru, no Agreste do estado, Rosa foi eleita deputada estadual em 2022. Sua trajetória política teve início no movimento estudantil e em encontros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Tem forte atuação nas redes sociais e milita pela causa LGBTQIAPN+. Rosa não declarou bens.
Gabriel Porto (PSB) — 114.860 votos
Filho do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto, Gabriel disputou uma eleição pela primeira vez. Seu pai está no quarto mandato. O deputado federal eleito nasceu em 1993, no Recife. Seu patrimônio é de R$ 2.084.781,00.
Eduardo Moura (Novo) — 113.482 votos
Jornalista de profissão, Eduardo nasceu em 1980, no Recife. Em 2024, foi eleito vereador da capital. Moura ficou conhecido nas redes por conteúdos em que confronta órgãos públicos do Recife no que chama de fiscalização. Esta é sua primeira eleição para a Câmara Federal. Seu patrimônio é de R$ 600.000,00.
Eliane Soares (PSB) — 102.396 votos
Ex-prefeita de Santa Cruz da Venerada, no Sertão do Araripe, Eliane nasceu em 1975, no município de Ouricuri. Declarou ser empresária como profissão. Seu patrimônio é de R$ 3.887.755,43.
Thiago Medina (PL) — 88.354 votos
Vereador do Recife eleito em 2024, Thiago diz defender os valores cristãos e a liberdade ideológica. Nascido em 2003, em Belo Horizonte, Minas Gerais, é uma liderança jovem da direita e recebeu apoio de parlamentares de projeção nacional. Seu patrimônio é de R$ 17.516,59.
Liana Cirne (PT) — 85.039 votos
Professora da Faculdade de Direito do Recife (FDR), Liana foi eleita vereadora do Recife em 2020 e reeleita em 2024. Nasceu em 1971, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Foi advogada do Movimento Ocupe Estelita. Seu patrimônio é de R$ 682.074,68.
Ricardo Teobaldo (Podemos) — 59.951 votos
Nascido em Limoeiro, no Agreste, em 1965, Ricardo foi prefeito da cidade natal por dois mandatos e eleito deputado federal em 2014 e 2018. Em 2022, não conseguiu se reeleger para a Câmara, mas agora retorna ao Legislativo federal. Também foi deputado estadual entre 2007 e 2010. Seu patrimônio é de R$ 7.255.491,88.
A coligação “Juntos para Mudar, Coragem para Reconstruir” afirmou nesta quinta-feira que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a realização do segundo turno das eleições para o governo do Rio. O grupo político de Eduardo Paes (PSD) contesta a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, pouco antes, decidiu indeferir o registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e determinou a recontagem de votos válidos do primeiro turno, o que abriu caminho para a vitória do presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Douglas Ruas (PL), no primeiro turno.
Em nota, a coligação de Paes cita votos divergentes no TSE, que barrou Garotinho e anulou os votos do ex-governador por maioria, com placar de 5 a 2. A nota cita a defesa do respeito à soberania popular e a “exigência constitucional de maioria absoluta para a eleição de governador”. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais“A coligação entrará com pedido de medida cautelar para garantir a realização do segundo turno da eleição para governador do Estado do Rio de Janeiro, conforme a vontade manifestada pela maioria dos eleitores fluminenses nas urnas no último domingo”, destaca a nota.
Correligionários de Paes disseram ao GLOBO que veem a manobra como uma “última esperança” no pleito. Apesar disso, o desânimo já toma conta das fileiras da coligação.
Garotinho ficou inelegível depois de uma condenação por improbidade administrativa, mas conseguiu se manter na disputa por causa do andamento de recursos. No dia seguinte ao primeiro turno, porém, anunciou que desistiria de tentar reverter o caso na Justiça. O grupo político de Paes passou a alegar que o ex-governador estaria fechado com Ruas e contestar o movimento sob o argumento de que a presença de Garotinho nas urnas, na propaganda eleitoral e em debates televisivos ludibriou o eleitor, que teria achado que a candidatura era para valer. Disse que anular os votos seria “desrespeitar as urnas” e cobrou respeito ao resultado, o que adiaria a decisão final para 25 de outubro.
Após a votação, nesta quinta, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, proclamou o resultado do julgamento determinando uma imediata recontagem dos percentuais dos demais candidatos. Esta recontagem dispensaria segundo turno de Ruas contra Eduardo Paes, o segundo mais votado.
Leia menos