Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
A advogada e pesquisadora Marina Jucá Maciel lança, na próxima quinta-feira (6), o livro ‘Ser Tão Artista – Direitos Humanos Achados na Arte’, obra que reúne reflexões sobre o papel transformador da arte na promoção dos direitos humanos. O evento será realizado das 17h às 19h, na Livraria Jaqueira do Recife Antigo, localizada na Rua Madre de Deus, nº 110, e contará com sessão de autógrafos.
Publicado pela Editora Lumen Juris, o livro nasce de uma pesquisa desenvolvida com artistas das cinco regiões do Brasil, que também passou por espaços de destaque, como a Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, a Cúpula do G20, no Rio de Janeiro, e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Na obra, Marina apresenta o Manifesto dos Direitos Humanos Achados na Arte, defendendo que a criação artística é capaz de romper fronteiras, questionar estruturas e apontar caminhos para a reparação histórica. Inspirado nas experiências e aprendizados compartilhados por artistas brasileiras, o livro propõe um novo olhar sobre os direitos humanos, reconhecendo a arte como espaço de criação de novos direitos, como o direito ao sonho, à espiritualidade e à liberdade, em um convite para enxergar o “sertão” como um território de potência criativa, resistência e transformação.
O nome do deputado federal Mendonça Filho (PL) como candidato da direita de Pernambuco para o Senado tem a articulação interna de Gilson Machado, ex-ministro e candidato a uma vaga na Câmara Federal.
Fora do PL e filiado ao Podemos, Gilson tem ligação direta e forte com a família Bolsonaro. Uma fonte disse ao Blog que a articulação com o nome de Mendonça foi feita por Gilson em conversa particular com Flavio Bolsonaro (PL).
Em entrevistas recentes, Gilson declarou a admiração pela capacidade política de Mendonça Filho e deixou claro que não adiantava a direita vir com “candidatura olímpica nem candidato fantoche”.
Por Bruno Brennand*
O envio ao TRE-PE da lista com 133 prefeitos e 1.690 gestores que tiveram contas rejeitadas causa um impacto imediato: para a opinião pública, todos parecem antecipadamente condenados. Juridicamente, porém, essa conclusão é falsa.
A relação do TCE-PE não é uma lista de “fichas-sujas”. É apenas um instrumento informativo destinado a auxiliar a Justiça Eleitoral na análise dos registros de candidatura de 2026. O próprio Tribunal de Contas reconhece que a presença do nome não produz inelegibilidade automática.
Leia maisO TSE já decidiu que “a mera inclusão do nome do administrador público na lista remetida à Justiça Eleitoral por tribunal ou conselho de contas não gera inelegibilidade, por se tratar de procedimento meramente informativo” (REspe nº 34.627, julgado em 12/12/2008).
A diferença entre estar na lista e ficar fora da eleição é profunda.
A inelegibilidade do artigo 1º, I, “g”, da LC nº 64/1990 exige, cumulativamente, decisão irrecorrível do órgão competente, irregularidade insanável, ato doloso de improbidade administrativa, dolo específico, incidência dentro do prazo de oito anos e ausência de decisão judicial que suspenda ou anule a rejeição. A jurisprudência atual também atribui especial relevância à imputação de débito, não bastando a aplicação exclusiva de multa.
Nos casos de prefeitos, existe outro filtro fundamental. O parecer prévio do TCE pode ser superado pela Câmara Municipal mediante voto de pelo menos dois terços de seus membros. Se a Câmara aprovar as contas pelo quórum constitucional, o parecer desfavorável não poderá, isoladamente, sustentar a inelegibilidade.
A lista também pode não refletir acontecimentos posteriores: aprovação das contas pelo Legislativo, suspensão judicial, recurso administrativo pendente, decurso do prazo de oito anos, falecimento do gestor, erro de identificação ou outra alteração jurídica relevante.
Por isso, o Ministério Público não deveria apresentar impugnação apenas porque encontrou o nome do candidato na relação. Antes, deve examinar o acórdão, a certidão de trânsito, a natureza da irregularidade, a existência de débito, o elemento doloso, a competência do órgão julgador e eventual decisão da Câmara Municipal.
Nas eleições gerais de 2026, o TRE-PE deverá decidir cada situação individualmente. Não haverá uma inelegibilidade coletiva decretada por planilha.
Para quem pretende concorrer, a defesa da elegibilidade não deve começar depois da impugnação. O caminho prudente é realizar, antes do registro, uma auditoria completa do processo de contas, reunir as decisões posteriores e demonstrar, documentalmente, quais requisitos legais estão ausentes.
A lista lança a suspeita sobre 1.823 nomes. Mas somente o exame jurídico de cada caso poderá separar quem efetivamente está inelegível de quem apenas foi indevidamente aprisionado por um cadastro administrativo.
*Advogado
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Na saída para o aeroporto de Congonhas, de volta para o Recife, acabei de ser vítima de uma brutal violência: três garotos de rua, integrantes de quadrilhas que atuam na Zona Norte, quebraram o vidro traseiro do táxi para roubar meu celular, mas felizmente não conseguiram. O susto foi grande, mas graças a Deus só houve um pequeno ferimento na minha mão esquerda.

O candidato à Presidência da República pelo PSD e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, criticou, em entrevista ao canal MyNews, o adversário Flávio Bolsonaro (PL), disputando com ele o espaço de “candidato do agro” e questionando a legitimidade do rival para representar o setor. As informações são do portal G1.
Perguntado sobre por que parte do agronegócio apoia Flávio, Caiado disse: “Eu sou a raiz, eu não sou sabor agro.” O ex-governador listou o currículo dele no tema e disse que o rival “não entende” do assunto para um debate. “Onde você tem agricultura investindo e abrindo fronteira, a renda per capita, a saúde, a escolaridade e a condição de vida das pessoas são melhores”, afirmou, citando o Matopiba, Goiás e Mato Grosso como exemplos.
Leia maisCaiado criticou o que chamou de desmonte de políticas estruturantes para o setor sob governos do PT, incluindo a Embrapa, e disse que o agronegócio “não aguenta produzir” com a taxa de juros atual – um problema que, segundo ele, o governo Lula não resolveu.
Questionado sobre por que não consegue converter esse discurso em votos do setor, hoje mais alinhado a Flávio, respondeu que seu eleitorado do agro “ainda não acordou” e defendeu que fatores como estrutura de campanha explicam a diferença: lembrou não ter tido partido até receber o apoio de Gilberto Kassab, presidente do PSD, enquanto Flávio conta com organização política montada há mais de oito anos.
Ao ser questionado se seu maior desafio é vencer Lula ou vencer Flávio, Caiado disse que precisa estar à frente do candidato do PL no primeiro turno porque a candidatura de Flávio seria o “peru de Natal” que Lula deseja enfrentar no segundo turno. Nas palavras do candidato do PSD, Flávio no segundo turno seria um “presente” para o petista, já que Flávio chegaria à etapa final “tendo que ficar se explicando” de denúncias”.
Caiado ainda questionou a capacidade de gestão do rival, dizendo que “não se aprende a governar na Presidência da República” e que a experiência em cargos públicos que ele diz ter e o adversário não seria o que separa quem apenas vence uma eleição de quem consegue entregar resultados ao cidadão.
Ao ser questionado sobre milícias, disse que quem usa uma estrutura de proteção para praticar crime é “mais bandido ainda” e que não existe diferença entre bandidos “de direita” ou “de esquerda”.
Na entrevista, Caiado também abordou segurança pública, citando o trabalho dele como governador de Goiás; defendeu medidas mais duras contra feminicídio, incluindo confisco de bens de agressores; criticou o crédito extraordinário liberado pelo governo Lula como causa dos juros altos; e disse que fará anistia “ampla, geral e irrestrita” a condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro no primeiro dia de mandato, caso eleito.
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Por Cláudio Soares*
O episódio envolvendo a jornalista Rachel Sheherazade e um motorista de aplicativo despertou um debate importante: até onde vai o direito de um passageiro pedir para trocar a sintonia do rádio ou reclamar de uma prestação de serviço e onde começa o direito do motorista à honra, à imagem e ao devido processo legal?
Independentemente de quem tenha razão no caso concreto, é fundamental que os fatos sejam apurados com base em provas, e não apenas por versões divulgadas nas redes sociais. Se houver gravações da corrida, elas poderão esclarecer o que realmente aconteceu e servirão como importante elemento para a Justiça.
Leia maisMotoristas de aplicativo não abrem mão de seus direitos fundamentais ao iniciar uma corrida. Eles têm direito ao respeito, à dignidade, à integridade física, à honra e à preservação de sua imagem. Da mesma forma, passageiros também têm o direito de registrar reclamações quando entenderem que foram vítimas de condutas inadequadas.
No entanto, em tempos de redes sociais, a exposição pública precipitada pode produzir consequências irreversíveis. Uma acusação divulgada para milhões de pessoas, antes da conclusão de qualquer investigação, pode comprometer a reputação e a fonte de renda de um trabalhador.
Caso a versão do motorista seja confirmada pelas provas, especialmente pelas gravações da corrida, ele poderá avaliar, com assistência jurídica, a adoção de medidas nas esferas cível e criminal. Na área cível, poderá buscar indenização por danos morais e, se houver prejuízos financeiros decorrentes da exposição, também por danos materiais. Na esfera criminal, a depender do conteúdo das acusações e da forma como foram divulgadas, poderá ser analisada a propositura de queixa-crime por eventuais crimes contra a honra.
Se a frase atribuída à jornalista – “eu vou acabar com sua vida profissional na rede social” – realmente tiver sido pronunciada e estiver registrada nas gravações, esse elemento poderá ser considerado na análise do conjunto probatório, assim como eventual divulgação da identidade do motorista que tenha resultado em ataques, perda de renda ou danos à sua reputação. Da mesma forma, as imagens da câmera veicular, o comparecimento espontâneo do motorista à delegacia e os depoimentos de testemunhas poderão contribuir para o esclarecimento dos fatos.
A orientação aos motoristas é agir sempre com equilíbrio. Havendo situação de conflito, o mais prudente é encerrar a viagem em local seguro, comunicar imediatamente a plataforma, registrar a ocorrência às autoridades competentes e preservar todas as provas, especialmente gravações da corrida, publicações em redes sociais e demais registros que possam ser úteis em eventual processo judicial.
O Estado Democrático de Direito exige que ninguém seja condenado pela pressão da opinião pública. A verdade deve ser construída por meio da prova, assegurando o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal. A Justiça não pode ser substituída pelo tribunal das redes sociais, e a reputação de qualquer cidadão merece a mesma proteção garantida pela Constituição Federal.
*Advogado criminalista e jornalista
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A 26ª ExpoSerra, maior feira de negócios do interior de Pernambuco, preparou uma programação especial de palestras voltada para empresários, empreendedores, profissionais, estudantes e pessoas interessadas em aprimorar conhecimentos nas áreas de comunicação, marketing, inovação, inteligência artificial e relacionamento com clientes.
As atividades acontecerão nos dias 14 e 15 de agosto, no Auditório da ExpoSerra, reunindo especialistas com ampla experiência no mercado para compartilhar estratégias e tendências capazes de impulsionar negócios em um cenário cada vez mais competitivo.
Por José Adalbertovsky Ribeiro*
MONTANHAS DA JAQUEIRA – O continente latino-americano está contaminado por ideologias malsãs. O epicentro da metástase foi a ilha-presidio de Cuba na década de 1960. A partir de então o energúmeno Fidel Castro exportava contêineres de serpentes comunistas, piolhos, gafanhotos, charutos fedorentos, lombrigas e Streptococcus marxistas para todo o continente.
O psicopata Ernesto Guevara assassinava pessoalmente gays (maricones) e campesinos “reacionários” em nome da limpeza ideológica. Os gays de hoje tão nem aí.
Leia maisO Brazil exportou, de graça, centenas de milhões de dólares para construir o porto de Mariel em Cuba e o metrô de Caracas na Venezuela.
Devido ao impulso da idade, jovens são propensos a contrair alguma doença venérea ideológica. O tempo às vezes cura. Se não cura, vira fanatismo, uma doença incurável. O genial Roberto Campos falava numa espécie de gonorreia ideológica na juventude. Muitos sujeitos barbados ainda hoje são portadores de infecção crônica desse tipo de bactéria. Não tem inseticida que dê jeito.
O cowboy Donald Tramp decretou guerra, Urbi et Orbi, contra a cultura Woke, o globalismo, comunismo camuflado ou não, ideologia de gênero, os lobisomens e serpentes comunistas. O galego tem milhões de defeitos e uma virtude seminal, é anticomunista de nascença. Por esta singela razão é odiado pelos devotos das seitas vermelhas em todas as latitudes do globo terrestre e até em Marte, o planeta vermelho.
Eu sou pequenininho do tamanho de um pé de coentro, mas também renego a ideologia da caterva comunista com todas as proteínas da minha alma. Estou com o cowboy Tramp e não abro nem para o trovão azul.
As eleições presidenciais deste ano serão Trans — trans americanas, transoceânicas, transcontinentais. O comissário Dirceu havia avisado que não haverá eleições sem a presença dos ianques, a saber, sem a presença do cowboy Donald Tramp. Aliás, os americanos sempre estiveram presentes nos embates geopolíticos continentais. Lembrai-vos do contragolpe de 1964, como diz o chavão. As esquerdas bem conhecem esta realidade.
Em 2022, na era globalista de Joe Biden, a CIA e a USAID atuaram nos bastidores para favorecer as esquerdas latino-americanas, a começar pelo Brazil.
Jair agora está preso em sua caverna, proibido de usar rádio, televisão, celular, micro ondas, de falar com os filhos. Há suspeitas de que esteja tentando se comunicar por telepatia com Marco Rubio, por isso também está impedido de fazer meditação. Foi proibido de morrer até as eleições sob o argumento de que seria um defunto falante. Depois, poderá morrer à vontade, e se quiser pode até fazer haraquiri.
Um dia eu perguntei a um papangu da caterva vermelha, ali na Jaqueira: Qual é a tua, bicho? Ele respondeu: Eu defendo a democracia. Eu disse A tua democracia não é a minha democracia. Daí eu mordi a orelha dele, a la Mike Tyson. Ele desmaiou. Eu chamei o Samu. O cara do Samu disse que eu cometi um atentado antidemocrático. Eu desmaiei, emocionado. Depois, acordei. Agora estou dormindo de olhos acesos. Hasta la vista, meninas e meninos!
*Periodista, escritor e quase poeta
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Aos que não acreditam ainda na hipótese da candidatura de Mendonça Filho (PL) ao Senado: tão logo acabou a convenção, ontem, que homologou Raquel Lyra (PSD) à reeleição, ele foi visto almoçando com a cúpula do Podemos no Estado, entre eles o ex-deputado Ricardo Teobaldo, candidato a federal, que goza de prestígio com a presidente nacional da legenda, Renata Abreu.
Durante o encontro, o Podemos garantiu apoio oficial a Mendonça na disputa ao Senado. Ex-governador e atualmente no exercício de mandato federal na Câmara, Mendonça articula nos bastidores o apoio de outros partidos.
Agora filiado ao PL, depois de miliar no DEM e União Brasil, Mendonça acredita que tem condições de se eleger senador numa candidatura avulsa, sem cabeça de chapa (Raquel tem o seu apoio), atraindo o voto dos bolsonaristas e de eleitores que não se mostram entusiasmados com os nomes postos para representar o Estado na chamada Casa Alta do Congresso.
Com o objetivo de orientar os municípios pernambucanos sobre os impactos da legislação eleitoral na administração pública, a Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) promove, amanhã, das 9h às 13h, em sua sede, a capacitação “Condutas Vedadas 2026: Os Limites da Gestão Pública Municipal nas Eleições Gerais”.
A iniciativa é uma propositura do presidente da AMUPE, Pedro Ermírio, reafirmando o compromisso da entidade em oferecer suporte técnico aos municípios pernambucanos e contribuir para que prefeitos, gestores e servidores públicos atuem com segurança jurídica durante o período eleitoral.
Leia maisEmbora as Eleições de 2026 sejam destinadas à escolha de presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais, a legislação eleitoral impõe uma série de restrições à atuação da administração pública municipal. O desconhecimento dessas normas pode acarretar graves consequências para agentes públicos e para os próprios municípios.
A capacitação terá caráter prático, abordando as principais situações enfrentadas pelas administrações municipais e apresentando orientações para prevenir irregularidades, assegurar o cumprimento da legislação e garantir uma atuação administrativa pautada pela legalidade, impessoalidade e transparência.
O evento é direcionado a prefeitos, vice-prefeitos, procuradores municipais, assessores jurídicos, controladores internos, secretários municipais, dirigentes de autarquias e fundações, além de servidores públicos que atuam diretamente na gestão administrativa dos municípios. Entre os temas que serão abordados estão:
A programação contará com a participação de especialistas em Direito Eleitoral e Administração Pública, proporcionando uma visão técnica e atualizada sobre os principais desafios enfrentados pelos municípios durante o período eleitoral. Os palestrantes serão: Diana Câmara, Giorgio Gonzalez, João Batista, Marcílio Cumaru, Marcus Alencar e Vadson Almeida.
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O ex-governador de Pernambuco e atual presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, partiu para o ataque, hoje, e rebateu as críticas recorrentes feitas pela governadora Raquel Lyra à situação financeira do Estado quando assumiu a gestão.
Em entrevista à Folha de Pernambuco, Paulo Câmara afirmou que a governadora deveria reconhecer que recebeu Pernambuco em condições de governabilidade e com capacidade de investimento, sustentando que a realidade encontrada por ela foi completamente diferente daquela que ele enfrentou ao assumir o Palácio do Campo das Princesas, em 2015.
Leia maisSegundo o ex-governador, quem recebeu um Estado efetivamente quebrado foi ele, após a gestão de João Lyra Neto. De acordo com Paulo, Pernambuco passou praticamente um ano funcionando como um “departamento de contabilidade”, concentrando esforços apenas no pagamento de fornecedores, com projetos e investimentos paralisados e sem qualquer capacidade de planejamento. “Um ano parado é muita coisa. Um ano só pagando contas é muita coisa”, ressaltou.
Paulo Câmara também contestou a narrativa de que Raquel Lyra promoveu uma grande recuperação financeira do Estado. Para ele, essa versão não resiste aos fatos. O ex-governador argumentou que nenhum Estado considerado quebrado teria condições de mobilizar mais de R$ 10 bilhões para investimentos, o que, segundo ele, demonstra que as finanças públicas já estavam organizadas ao final de sua administração.
Na avaliação do ex-governador, o problema enfrentado pela atual gestão não foi falta de recursos, mas de continuidade administrativa. Segundo ele, havia recursos disponíveis e projetos estruturados, mas muitos deles deixaram de ser executados por decisão do novo governo.
Paulo Câmara afirmou ainda que tem a consciência tranquila sobre sua gestão. Lembrou que assumiu Pernambuco em meio a dificuldades financeiras, reorganizou as contas públicas, foi reeleito ainda no primeiro turno e entregou o Estado em condições de seguir avançando.
Por fim, afirmou que o debate político será decidido pela população. Segundo ele, caberá aos pernambucanos avaliar, nas urnas, se as críticas feitas por Raquel Lyra correspondem à realidade ou se os resultados apresentados por sua gestão falam por si.
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O ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), pai do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), rifado por Raquel Lyra (PSD) na chapa dela para o Senado, ainda não se manifestou sobre o convite para ser suplente de Marília Arraes (PDT) porque a família trabalha com outro cenário.
Segundo apurei, os Coelho estão nas tratativas para o deputado Mendonça Filho (PL) disputar o Senado em faixa própria e com o apoio do grupo em Petrolina e Miguel sair candidato a deputado federal herdando as bases de Mendonça.
O jogo seria esse!
