Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta quarta-feira que o Supremo Tribunal Federal (STF) mantenha o ex-presidente Jair Bolsonaro no atual regime de cumprimento de pena e concluiu que a apreensão de uma pistola de sua propriedade, encontrada no carro de um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), não configura falta disciplinar capaz de agravar sua situação na execução penal.
“A conclusão da autoridade policial, no que se refere a Jair Bolsonaro, tem, efetivamente, bom suporte nas circunstâncias apuradas do episódio. Não há imputar ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena”, afirmou o procurador-geral da República, Paulo Gonet, na manifestação. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA posição da PGR foi encaminhada ao STF após determinação do ministro Alexandre de Moraes, que pediu a opinião do órgão após a Polícia Civil afirmar que ele não cometeu crime ao ter uma arma em casa durante o regime de prisão domiciliar.
Gonet acompanhou as conclusões da investigação da Polícia Civil do Distrito Federal e afirmou que não há elementos para responsabilizar criminalmente o ex-presidente pelo episódio. A manifestação ocorre após a conclusão do inquérito instaurado para apurar as circunstâncias da apreensão da arma.
A arma, uma pistola Glock calibre 9 mm com um carregador sobressalente, foi apreendida na noite de 15 de junho dentro de um veículo conduzido por Estácio Leite da Silva Filho, servidor do GSI. O armamento pertence a Bolsonaro, que atualmente cumpre pena em prisão domiciliar por determinação do STF.
Segundo Gonet, o relatório final da investigação concluiu pelo indiciamento de Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, mas afastou a existência de materialidade e de dolo para imputar qualquer crime a Bolsonaro. A autoridade policial destacou que o ex-presidente possuía registro válido da arma e que não havia restrições conhecidas para que ela permanecesse regularmente registrada em sua residência.
No parecer, o procurador-geral afirma que essa conclusão “tem bom suporte nas circunstâncias apuradas do episódio” e sustenta que “não há imputar ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena”. Com isso, a PGR afasta a possibilidade de o episódio servir como fundamento para endurecer as condições impostas ao ex-presidente na execução da pena.
Apesar disso, Gonet ressalta que a atual condição jurídica de Bolsonaro é incompatível com a posse de arma de fogo. Segundo o parecer, a legislação exige, entre outros requisitos, a comprovação de idoneidade por meio de certidões negativas que demonstrem que o proprietário não responde a inquéritos policiais ou processos criminais. A perda superveniente desses requisitos, afirma o procurador-geral, pode ensejar inclusive a cassação administrativa do Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF).
A Polícia Civil do Distrito Federal afirmou que Bolsonaro não cometeu crime ao ter uma arma em casa, mesmo estando em prisão domiciliar. O órgão concluiu o inquérito sobre a apreensão da pistola com um militar em uma blitz e disse que ex-chefe do Executivo tinha registro válido da arma, sem restrições conhecidas para que ficasse com ela em sua residência.
“Não vislumbro materialidade e conduta dolosa de eventual crime de ilegal de arma de fogo de uso restrito”, escreveu o delegado Thiago Boeing da Silva no relatório final da investigação. Segundo ele, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa de Bolsonaro e a arma não foi recolhida nem foi lançada restrição em seu registro.
Apesar de não ver crime de Bolsonaro no caso, a Polícia Civil indiciou o sargento Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
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Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira (1º), o pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), trouxe o tema da violência contra a mulher e criticou os indicadores da gestão estadual na área de segurança pública.
Na gravação, João Campos afirma que os dados oficiais contradizem o discurso do Governo de Pernambuco. Segundo ele, o estado ocupa a segunda posição no Nordeste e a quinta no Brasil em número de feminicídios, conforme levantamento da Folha de S.Paulo. Ainda de acordo com o pré-candidato, Pernambuco registrou 88 casos de feminicídio em 2025, um aumento de quase 16% em relação ao ano anterior. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“O feminicídio não acontece de repente. Antes da morte vem ameaça, vem agressão. Vem um pedido de ajuda. E sabe o que aconteceu com a violência doméstica em Pernambuco? Também aumentou quase 43 mil vítimas em um único ano. Nas cidades do interior, o crescimento passou de 50%”, disse.
O pré-candidato também questionou a efetividade das medidas de proteção às mulheres. “Mais de 26 mil medidas protetivas foram concedidas no estado, mas apenas cerca de 7 mil dispositivos de alerta de aproximação do agressor estão ativos. A conta fecha para você? Porque para mim não fecha”, afirmou, acrescentando que cerca de 19 mil mulheres em situação de risco teriam apenas a proteção prevista no papel.
Outro ponto criticado por João Campos foi o funcionamento das Delegacias da Mulher. Segundo ele, muitas unidades encerram o atendimento no início da noite durante os dias úteis e permanecem fechadas nos fins de semana, apesar de a violência ocorrer em qualquer horário. “Inclusive, está descumprindo uma lei federal criada pelo presidente Lula que determina o funcionamento ininterrupto das delegacias especializadas da mulher. Não é falta de diagnóstico. Isso é falta de prioridade, é falta de ação.”, destacou.
Ao apresentar propostas, João Campos citou ações implementadas durante sua gestão na Prefeitura do Recife. Segundo ele, o Centro Clarice Lispector passou a funcionar 24 horas por dia, todos os dias da semana, e a rede municipal de proteção, acolhimento e formação para mulheres vítimas de violência foi ampliada em oito vezes.
O socialista também afirmou que não há registro de feminicídio entre as mulheres acompanhadas pela rede municipal de proteção. Como propostas para o estado, defendeu o funcionamento das Delegacias da Mulher em regime de 24 horas, atendimento em salas reservadas por policiais mulheres, monitoramento efetivo dos agressores, resposta rápida ao descumprimento de medidas protetivas e o fortalecimento da rede de acolhimento às vítimas.
Ao encerrar o vídeo, João Campos afirmou que “quando uma mulher é vítima de feminicídio, o estado falhou”.
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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) disse nesta quarta-feira (1º) que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ainda não se decidiu sobre pré-candidatura ao Senado pelo Distrito Federal.
“Não decidiu nem que sim, nem que não”, disse a senadora. As informações são do g1.
A crise na família Bolsonaro levou a ex-primeira dama a deixar a direção do PL Mulher na última terça (30). Mas a nota nada dizia sobre a possível campanha. A candidatura dela é considerada estratégica pelo PL.
Leia mais“Mais perto do período da convenção ela vai decidir. Nós estamos tentando convencê-la a se candidatar”, disse Damares.
Em nota oficial, Michelle Bolsonaro disse que deixou a direção do PL Mulher para se dedicar ao marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em prisão domiciliar e sofre de diversos problemas de saúde.
Damares Alves confirmou que a dúvida sobre a candidatura se deve a esse motivo. Aliadas têm defendido a candidatura de Michelle. Entre elas, Damares e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), pré-candidata à reeleição.
Outra ala do partido prefere o nome do atual senador Izalci Lucas (PL-DF) para a vaga.
A senadora disse ainda que Michelle só depende do PL para ter uma legenda como candidata.
“Ela só precisa da legenda do PL. De resto ela não precisa de mais ninguém, porque ela tem carisma e tem voto […] ela me disse que não tem medo de recomeçar. Ela tinha um emprego no PL, mas, se precisar, volta a trabalhar em supermercado, como era antes”, afirmou Damares.
Segundo Damares, o Senado vai perder importantes representantes das pautas de defesa das pessoas vulneráveis, das pessoas com deficiência e dos portadores de doenças raras com a saída dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Mara Gabrili (PSD-SP).
Paim vai se aposentar e Gabrilli é pré-candidata à deputada estadual. Michelle Bolsonaro, se eleita, teria importante papel na defesa desses temas.
“A Casa precisa de gente que defenda essas pautas. Se ela for candidata, não será por causa de ninguém, mas sim das causas que ela acredita”, afirmou.
Nas últimas semanas, a crise na família Bolsonaro escalou após um vídeo divulgado na quarta (24) em que Michelle se disse ofendida com a postura do enteado e pré-candidato. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, chegou a pedir desculpas publicamente à madrasta.
Na segunda-feira (29), um dos aliados do senador, o influenciador Paulo Figueiredo, radicado nos Estados Unidos, afirmou que “mulher não sabe votar”. A fala foi rejeitada por Flávio Bolsonaro em encontro com mulheres nesta quarta.
Damares foi uma das principais críticas da fala de Paulo Figueiredo. Perguntada se fará campanha para Flávio Bolsonaro, a senadora afirmou: “Vamos ver. Se precisarem de mim, vou ajudar. Meu candidato é o Flávio”.
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O avanço da investigação da Polícia Federal sobre o suposto desvio de cota parlamentar pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), deve inviabilizar a possibilidade de uma candidatura ao Senado, avaliam integrantes do partido.
O parlamentar não foi alvo direto da operação desta manhã, mas a PF apura se os R$ 468 mil em dinheiro vivo apreendidos em um endereço dele em dezembro de 2025 são fruto de desvios. Sóstenes alegou na ocasião que o montante era resultado da venda de um apartamento, mas a PF aponta contradições nesta versão. As informações são do jornal O GLOBO.
Há pouco mais de um mês, após o então governador Cláudio Castro desistir da disputa pelo Senado em meio a operações da Polícia Federal, Sóstenes passou a ser visto por aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o principal favorito para herdar a vaga na chapa.
Leia maisÀ época, interlocutores da legenda apontavam como trunfos do deputado sua forte ligação com o eleitorado evangélico, a influência junto a prefeitos do interior do estado e a proximidade com o núcleo mais fiel do bolsonarismo.
Publicamente, porém, Sóstenes evitava tratar a candidatura como um projeto pessoal. Na época, o líder do PL afirmava a interlocutores que era um “soldado do partido” e que cumpriria a missão que lhe fosse atribuída pela legenda, negando que estivesse trabalhando para conquistar a vaga ao Senado. Aliados próximos ao parlamentar, contudo, afirmam que esse não era o caso e que Sóstenes estaria interessado, sim, na vaga.
Com a saída de Castro após o ex-governador também ser alvo da PF em outra operação e sob suspeitas de relação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, abriu-se uma disputa interna pela indicação. Além de Sóstenes, passaram a ser considerados o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) e o senador Carlos Portinho (PL-RJ).
Jordy também foi alvo da PF junto com Sóstenes no fim do ano passado, mas interlocutores do partido afirmam que o novo avanço das apurações acabou pesando de forma mais intensa sobre o nome de Sóstenes.
O novo desdobramento da investigação é considerado especialmente sensível porque a PF passou a apurar se houve tentativa de dar aparência de legalidade ao quase meio milhão de reais apreendidos no fim do ano passado. Nesta quarta-feira, a operação teve como alvos pessoas ligadas ao deputado, entre elas o comprador do imóvel cuja venda foi apresentada por Sóstenes como justificativa para a origem do dinheiro.
A investigação também apura suspeitas de fraude processual, além de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
O deputado do PL foi alvo no ano passado de uma operação da PF que apurava desvio de cotas parlamentares. Na época, a corporação apreendeu R$ 468 mil dentro de um saco de lixo no armário de um flat alugado por ele em Brasília. Segundo o deputado, o montante vinha da venda de um imóvel e que não teria sido depositado por conta da “correria”.
—O valor encontrado é oriundo de contrato limpo, venda de um imóvel. Quem quer viver de dinheiro de corrupção não mantém dinheiro lacrado. É dinheiro lícito — disse Sóstenes à época. — Eu vendi um imóvel e recebi em dinheiro lacrado, é declarado em meu Imposto de Renda. Eu recebi o dinheiro recentemente e, com a correria do trabalho, acabei não fazendo o depósito.
Em manifestação horas após a operação desta manhã, Sóstenes negou irregularidades e afirmou que nenhum de seus advogados foi alvo:
— Uma dessas pessoas foi o comprador do imóvel (ao qual atribuo a origem do dinheiro em espécie). Nenhum dos alvos é meu advogado. Podem fazer operação à vontade, quem não deve não teme — afirmou.
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BLOG DA FOLHA
O presidente nacional do PSD e agora pré-candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado (PSD), Gilberto Kassab, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), não deve subir no palanque puro-sangue da sigla. O anúncio aconteceu durante lançamento da pré-candidatura dos dois, em Brasília.
Além dela, o pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), também não esteve presente.
Leia mais“Precisamos ter a sabedoria de respeitar os projetos locais”, disse Kassab.
Ele confirmou que nem a governadora e nem Paes “devem estar presentes” nos comícios de Caiado nos respectivos estados.
Ainda de acordo com o presidente nacional do PSD, uma chapa própria do PSD não é um impeditivo para eventuais alianças, caso necessário. “Nesta eleição, não buscamos nenhuma aliança. Romeu Zema (Novo), desde o primeiro momento, deixou claro para nós que a candidatura dele iria até o final por causa da cláusula de desempenho”, continou Kassab.
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O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, anunciou que realizará, na próxima quinta-feira (2), uma coletiva de imprensa para apresentar o balanço oficial do São João 2026. Segundo a prefeitura, serão divulgados dados sobre o impacto econômico, a movimentação turística, a geração de renda, a estrutura da festa e os resultados da pesquisa de avaliação realizada pelo Instituto Múltipla. De acordo com a gestão, o levantamento apontou 95% de aprovação do evento entre as pessoas entrevistadas.
O prefeito informou, ainda, que a Prefeitura de Arcoverde efetuou nesta terça-feira (30) o pagamento da folha salarial de junho dos servidores efetivos, contratados, comissionados e aposentados, além de funcionários das autarquias e prestadoras de serviços. Segundo a administração municipal, a folha representa a injeção de quase R$ 17 milhões na economia local. “Encerramos uma edição histórica do São João de Arcoverde com a satisfação de ter realizado uma festa aprovada pela população e, ao mesmo tempo, mantendo o compromisso com os servidores”, afirmou Zeca Cavalcanti.
A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE), Ingrid Zanella, recebeu, na tarde desta quarta-feira (1º), o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Francisco Bandeira de Mello. O encontro marcou a entrega oficial do ofício que comunica a abertura da vaga destinada à advocacia no TJPE. O presidente da Comissão Eleitoral do Quinto Constitucional da OAB-PE, Bruno Baptista, também participou da reunião.
A vacância decorre da aposentadoria do desembargador Eduardo Sertório e marca o início do processo de escolha do novo representante da advocacia pernambucana no TJPE, por meio do Quinto Constitucional. No documento, o Tribunal de Justiça solicita a formação e o envio da lista sêxtupla. Após essa etapa, o TJPE definirá a lista tríplice a ser submetida ao Governo do Estado, responsável pela nomeação do(a) novo(a) desembargador(a). As informações são da OAB-PE.
Leia maisPara a presidente da OAB-PE, Ingrid Zanella, o início do processo representa um momento de grande importância para a advocacia pernambucana e para o fortalecimento das instituições democráticas. “O Quinto Constitucional é um dos mais importantes instrumentos de participação da advocacia na composição do Poder Judiciário. A OAB Pernambuco conduzirá esse processo com absoluta transparência, respeito às normas e compromisso com a valorização da advocacia e da democracia”, destacou.
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A pré-candidata a deputada federal Priscila Ferraz comentou a decisão da Prefeitura do Recife de equiparar os salários dos auxiliares de enfermagem aos dos técnicos da categoria. A medida beneficiará cerca de 700 servidores da rede municipal, com reajuste superior a 40%, segundo informações divulgadas pela gestão. “Essa é uma conquista que faz justiça a profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado com as pessoas. Valorizar a enfermagem é fortalecer a saúde pública e reconhecer a importância de quem está na linha de frente todos os dias”, afirmou Priscila, que também parabenizou o prefeito Victor Marques pela iniciativa.
O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou nesta quarta-feira (1º) a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro por republicar nas redes sociais um vídeo sobre festas promovidas por Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo o senador, a ex-primeira-dama estava “completamente desinformada”.
“Quando ela pega um vídeo do Garotinho — quem é do Rio de Janeiro conhece o Garotinho —, bota na rede social dela insinuando que eu posso estar na festa de Vorcaro, ela está completamente desinformada”, disse Flávio.
Leia maisNo Instagram, Michelle repostou um vídeo do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (Republicanos), em que ele falava de possíveis festas patrocinadas pelo então dono do Banco Master.
Michelle escreveu no stories de seu Instagram “a verdade de Jesus Cristo vai prevalecer”, acompanhado de vídeo em que o ex-governador afirmava que Vorcaro fazia festas com “mulheres peladas”.
De acordo com Flávio Bolsonaro, sua única relação com Vorcaro foi para pedir financiamento ao filme Black Horse, que trata da história de Jair Bolsonaro (PL).
“Eu quero garantir a todas vocês aqui: a única relação que eu tenho com o Vorcaro é sobre o filme do meu pai. É a única. Qualquer reunião que eu tenha tido, qualquer conversa que eu tenha tido, qualquer diálogo meu foi sobre o filme de Jair Bolsonaro”, disse.
No mesmo evento, Flávio Bolsonaro repudiou falas sobre o voto feminino feitas pelo youtuber Paulo Figueiredo, aliado de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos. No dia 25 de junho, Figueiredo disse que “mulher vota muito mal” e fez ataques à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro por conta o vídeo com críticas ao filho de Jair Bolsonaro.
“Quero repudiar veementemente a fala do Paulo Figueiredo sobre as mulheres. Foi completamente equivocado. Ele não faz parte da nossa campanha”, disse Flávio, segundo a assessoria do pré-candidato.
As republicações de Michelle em sua rede social acontece depois de a ex-primeira-dama publicou um depoimento em suas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como candidato à Presidência nas eleições de outubro.
Em dois vídeos, Michelle expõe uma briga com Flávio e diz que eles não se falam desde o fim de 2025. A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido tentou se aliar com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) — apoio criticado por Michelle.
Ela relatou uma ligação de Flávio, à época.
“Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço”, continuou.
Nesta semana, Michelle Bolsonaro decidiu se afastar do comando do PL Mulher. Ela alegou que vai priorizar a família e cuidar do marido e disse que a saída foi acertada com Valdemar Costa Neto, presidente do partido.
O PL pretende lançar Michelle como candidata ao Senado no Distrito Federal. Na nota que divulgou nesta terça, ela não cita planos para as eleições deste ano.
Valdemar buscava reduzir a tensão entre Michelle e Flávio após a divulgação de um vídeo em que a ex-primeira-dama diz ter sido maltratada e humilhada pelo enteado durante um telefonema após divergências sobre alianças do partido na eleição do Ceará.
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A ex-prefeita de Itaíba e pré-candidata a deputada estadual Regina da Saúde publicou um vídeo nesta terça-feira em homenagem aos 117 anos de emancipação política de Petrolândia. Na mensagem, ela destaca a trajetória do município, a força do povo sertanejo e a importância do Rio São Francisco para a história e o desenvolvimento da cidade. “Parabéns, Petrolândia, pelos seus 117 anos. Que Deus continue abençoando essa terra e o seu povo, que nunca nos falte motivo para acreditar em um futuro melhor”, afirmou.
A ex-ministra e pré-candidata ao Senado por São Paulo pelo PSB, Simone Tebet (PSB), solidarizou-se com a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro (PL), em função dos atritos com o enteado e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). Em entrevista gravada, há pouco, para o podcast Direto de Brasília, a socialista afirmou que a polêmica na família Bolsonaro não a surpreende, mas, apesar de serem “de correntes absolutamente antagônicas”, se solidarizava com a ex-primeira-dama.
“Isso só mostra que a violência contra a mulher não escolhe cor, classe social, raça nem ideologia. Mas não me surpreende que seja dentro da própria casa, porque o que eles fazem com as mulheres brasileiras é público e notório há muito tempo”, afirmou.
E acrescentou: “Nunca apoiei Bolsonaro, é bom deixar claro. Logo de cara no mandato dele (em 2019), como senadora comecei a fazer oposição por conta dessa misoginia. E isso tudo só mostra que, se eles fazem e propõem medidas retrógradas para as mulheres brasileiras sem estarem sentados na cadeira, o que estarão propondo quando sentarem?”.
A ex-ministra avalia que, embora “horrorosa”, a “lavagem de roupa suja” dentro do clã deve interferir no resultado da eleição. “É como se o Brasil não tivesse tantos problemas em tantas áreas para serem resolvidos, mas já sinalizando que eles advogam uma linha de que a mulher vota mal e a mulher solteira vota pior. O que não é verdade. Nós, mulheres, ouvimos nossos companheiros e nossos companheiros nos ouvem”, afirmou.
“Na cabeça deles, não. O que eles querem é um voto por família, e que seja sempre o do homem. Inclusive em relação aos filhos. Esse é o nível de retrocesso. Mas são tiros no pé. Tudo me leva a crer que está cada vez mais próxima a percepção de que podemos estar próximos de uma decisão resolvida no primeiro turno dessas eleições”, completou Tebet.
O podcast Direto de Brasília vai ao ar na próxima terça-feira, das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
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O pré-candidato a governador João Campos (PSB) avaliou, hoje, que o apoio de lideranças a um projeto político só é efetivo se tiver uma conexão com o sentimento real do povo. O líder da Frente Popular disse que, como político que governou a capital do estado nos últimos cinco anos, respeita a importância do posicionamento de prefeitos e prefeitas nas eleições de 2026, mas destacou que está construindo a maior frente de oposição que já disputou um pleito estadual, unindo, inclusive, adversários locais que conquistaram mais votos que as forças políticas que hoje administram alguns municípios.
“Eu tenho muito respeito aos prefeitos, até porque eu fui prefeito, mas a gente sabe que não é isso que define a eleição. A própria governadora ganhou a eleição tendo o apoio de oito prefeitos em todo o estado de Pernambuco. Quando o meu pai foi candidato lá atrás e ganhou as eleições, eu acho que ele tinha algo em torno de 13 ou 15 prefeitos e, desses, oito eu acho que eram do Pajeú. Ele praticamente não tinha prefeito fora do Pajeú e ganhou a eleição. E hoje a gente tem a maior frente de oposição que já disputou uma eleição. Eu não tenho nenhuma dúvida que a gente vai construir uma caminhada vitoriosa nessa eleição”, declarou, durante visita a São José do Egito, no Sertão do Pajeú.
Leia maisEm uma região que concentra prefeitos, ex-prefeitos e outros quadros orgânicos do PSB, João Campos disse que valoriza a qualidade e a coerência histórica das lideranças que acreditam no projeto da Frente Popular e elencou como ativos a identificação popular que governos como o de Miguel Arraes e Eduardo Campos têm até hoje e a percepção positiva sobre a gestão exitosa que ele próprio teve à frente da Prefeitura do Recife. “A gente está diante de pessoas que têm lado, que têm coerência e que estão nessa caminhada há algum tempo, sempre defendendo o interesse do povo. Ao mesmo tempo, você tem um desafio populacional. O eleitorado do Recife é do tamanho do de outras 113 cidades somadas”, argumentou.
Ao lembrar que o Pajeú já foi uma das regiões mais bem-sucedidas em índices educacionais durante os governos do PSB, João Campos destacou a necessidade de retomar um tempo de avanços, avaliando que, em outubro, o povo saberá colocar na balança os feitos de um grupo político que elevou Pernambuco à condição de estado que mais cresceu no ensino técnico e em tempo integral em contraponto ao atual governo, que não entregou nenhuma escola técnica.
“A eleição é um ambiente de comparação. A gente vai poder debater o passado, poder discutir o presente, mas tem quatro anos pela frente. Quem é que pode fazer mais por Pernambuco? Quem é que vai ter mais força política? Quem é que tem capacidade de gestão? Quem é que vai conseguir tirar do papel? Quem é que vai ter aliança com o presidente Lula? Quem é que vai conseguir se sentar à mesa nacionalmente? Porque não é o que está acontecendo hoje. As grandes coisas estão acontecendo no Brasil, mas elas não estão vindo para Pernambuco”, afirmou.
Acompanharam a visita de João Campos a São José do Egito o ex-prefeito Evandro Valadares, o ex-candidato a prefeito Dr. George Borja, o deputado Diogo Moraes (PSB) e outras lideranças. Na Terra da Poesia, o pré-candidato a governador ainda visitou o Sebo Cultural e o Instituto Lourival Batista, ocasiões em que reafirmou propostas como a da criação dos Jogos Escolares da Cultura de Pernambuco.
OUTROS MUNICÍPIOS – O giro de João Campos pelo Pajeú iniciou na terça (30). Em Afogados da Ingazeira, ele foi recebido pelo prefeito Sandrinho Palmeira (PSB), deu entrevista a uma rádio local e almoçou com lideranças. Já em Solidão, ao lado do prefeito Mayco da Farmácia (PSB) e do ex-prefeito Djalma da Padaria (PSB), o pré-candidato a governador participou da entrega de um micro-ônibus escolar, de veículos para a saúde e outros equipamentos viabilizados pelo Governo do Brasil.
O destino seguinte foi Brejinho. Na cidade, ele participou de um encontro político promovido pelo ex-prefeito Vanderlei e pelo ex-candidato a prefeito Dr. Túlio. Por fim, João Campos esteve na festa de São Pedro, em Itapetim. Juntamente com a prefeita Aline Karina (PSB) e o ex-prefeito Adelmo Moura (PSB), ele percorreu a principal praça da cidade, onde ocorreram os shows, e recebeu manifestações de apoio da população.
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