Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
A força-tarefa de saúde realizada pela Prefeitura de Brejo da Madre de Deus, em parceria com o Instituto Santa Bárbara, vai além de uma ação pontual. Com centenas de consultas e exames sendo ofertados em especialidades como Neurologia, Oftalmologia, Dermatologia, Cardiologia, Otorrinolaringologia, entre outras, a iniciativa também evidencia um dos pilares que marcam a trajetória política do prefeito Roberto Asfora.
Ao longo de sua carreira, o gestor consolidou sua imagem junto ao eleitorado por meio de ações de impacto direto na vida da população. O atual mutirão, considerado por muitos como uma iniciativa inédita pela abrangência e quantidade de atendimentos especializados, reforça essa característica de sua gestão. As informações são do portal Brejo Atualizado.
Leia maisNa política, a permanência de um gestor no comando de um município por cinco mandatos costuma refletir uma combinação de fatores, entre eles a capacidade de manter apoio popular ao longo dos anos. No caso de Roberto Asfora, iniciativas voltadas para a prestação de serviços públicos e para o atendimento das demandas da população têm sido apontadas pelos moradores do município como um dos elementos que explicam essa longevidade política.
A atual ação na saúde pode ser interpretada como mais um exemplo desse modelo de gestão. Independentemente das posições políticas, a mobilização desta semana deixa uma mensagem para as futuras gerações de gestores: a construção de uma trajetória duradoura na vida pública passa, em grande medida, pela capacidade de colocar o cidadão como prioridade da administração pública.
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O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’, de hoje, em parceria com a Folha de Pernambuco, será o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, que também já foi ministro e senador. Na pauta, o cenário nacional e o lançamento do seu novo livro autobiográfico, marcado para o próximo mês, “O Parnaíba Tem Feitiço (A Vida de um Piauiense)”.
A obra reúne memórias pessoais e políticas do autor, que construiu uma trajetória marcante na vida pública brasileira, narrando episódios de sua infância, formação e das décadas dedicadas ao serviço público.
Leia maisNascido em Portland, nos Estados Unidos, Napoleão é advogado. Foi duas vezes senador, três vezes deputado federal, três vezes ministro de Estado e, por dois mandatos alternados, governador do Piauí. Atualmente, ele é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e pertence à Academia Piauiense de Letras (APL).
Napoleão iniciou sua carreira profissional com um estágio na Procuradoria-geral de Justiça da Guanabara, passando depois à condição de assessor jurídico do Banco Denasa de Investimentos S/A (1968) e a membro do Escritório de Advocacia Nunes Leal (1971) interrompendo sua trajetória profissional em razão de seu ingresso na política.
Em 1980, ingressou no PDS e foi eleito governador do Piauí em 1982, o primeiro escolhido por sufrágio popular após vinte anos, tendo como adversário o senador Alberto Silva (PMDB). Em 14 de maio de 1986 renunciou ao cargo em favor de Bona Medeiros. Em novembro daquele ano foi eleito senador pelo Piauí chegando ao posto de presidente nacional do Partido da Frente Liberal (PFL) alguns anos mais tarde.
Entre outubro de 1987 e janeiro de 1989 sua vaga no Senado Federal foi ocupada pelo escritor Álvaro Pacheco, visto que fora nomeado ministro da Educação pelo presidente José Sarney acumulando por um breve período o cargo de ministro da Cultura. Em 1994 foi reeleito senador e tornou-se o primeiro político piauiense a romper a marca do meio milhão de votos. Nesse novo mandato foi escolhido por seus pares líder do PFL no Senado Federal.
Em 1998 foi candidato a governador pela coligação Avança Piauí, mas foi derrotado pelo médico Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa. Mesmo vencido, impetrou uma ação de impugnação de mandato eletivo contra seu adversário por abuso de poder econômico, tese afinal aceita pelo Tribunal Superior Eleitoral que cassou Mão Santa em 6 de novembro de 2001, com base na denúncia formulada por sua coligação. Em 2002, saiu candidato á reeleição, mas foi derrotado por Wellington Dias.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Poder360
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em pelo menos 62 oportunidades desde o início de seu 3º mandato – em 1º de janeiro de 2023.
A 1ª vez que mencionou negativamente o norte-americano no período foi em 18 de janeiro de 2023. O presidente dos EUA à época era Joe Biden (Partido Democrata) e Trump ainda não havia retornado à Presidência. “A gente não pode voltar à anormalidade que o Trump criou nos EUA”, disse Lula em entrevista à GloboNews.
Leia maisA relação entre os líderes é marcada por altos e baixos. A tensão se instaurou em 2025, no 1º ano do 2º mandato de Trump. Se deu depois de o governo dos Estados Unidos anunciar o tarifaço contra produtos brasileiros. No ano passado, Lula criticou Trump publicamente ao menos 15 vezes.
Depois de um período de tranquilidade entre os 2, a relação voltou a ficar estremecida em 2026. Em maio, o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações “terroristas”. As duas facções receberam as designações de “terroristas globais especialmente designados” e foram enquadradas como “organizações terroristas estrangeiras”.
Um mês depois, em junho, o USTR (United States Trade Representative) sugeriu que os EUA apliquem uma taxa adicional ao Brasil. A decisão final é de Trump e deve ser anunciada na 4ª feira (15.jul.2026).
Lula intensificou as críticas a Trump com os novos imbróglios. Falou mal do presidente norte-americano em 42 situações só nos 6 primeiros meses de 2026. A mais recente foi na 2ª feira (13.jul.2026), quando chamou a taxa cobrada pelos Estados Unidos para embarcações que navegam no estreito de Ormuz de “pirataria”. Eis o que declarou:
“Hoje, tem um tweet de Trump dizendo que vai desobstruir o estreito de Ormuz, dizendo que vai desobstruir, mas cada navio o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. […] Antigamente, isso se chamava pirataria, um Estado importante como os EUA, por muito tempo combateu a pirataria, não volte agora a virar pirata. Não tem que cobrar, é da responsabilidade deles, não estava fechado, não foi o Brasil que inventou a guerra, foi ele [Trump] que inventou a guerra. […] É muito delicado a gente perceber que os EUA provocam uma guerra e, agora, começam a cobrar pelo navio que vai atravessar pela segurança dele. Não é comum, normal, democrático. É anormal ganhar dinheiro em cima da desgraça”, declarou o presidente.
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Pesquisa do Instituto Conecta, divulgada hoje, mostra que, com apoio de Lula (PT), o pré-candidato a governador João Campos (PSB) tem vantagem de pelo menos dez pontos sobre Raquel Lyra (PSD) na corrida eleitoral deste ano. Em um cenário em que a governadora é associada ao presidenciável Ronaldo Caiado, de seu partido, o ex-prefeito do Recife aparece com 45,1%, e ela, com 35,8%.
Já quando Raquel é relacionada a Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL, partido recentemente acolhido com cargos no Governo de Pernambuco, o cenário eleitoral é ainda mais desfavorável à governadora. Nesse caso, João Campos abre 13 pontos de diferença, chegando a 47,5% das intenções de voto, contra 34,1% dela. No primeiro cenário, brancos e nulos foram 10,6%, e não souberam ou não responderam, 8,5%. Já no segundo cenário, 10,5% disseram que votariam nulo ou em branco, e 7,9% não souberam ou não responderam.
Leia maisNo cenário estimulado, em que os nomes dos pré-candidatos são mostrados aos eleitores sem relação com apoios, Raquel e João aparecem tecnicamente empatados, com 42,4% para a governadora e 40,4% para o ex-prefeito do Recife. Já Renan Hallais (Missão) teve 0,7%, e Ivan Moraes (PSOL), 0,4%. Brancos e nulos somaram 8,7%, e não souberam ou não responderam, 7,4%.
O levantamento foi feito entre os dias 8 e 11 de julho e contou com 2,1 mil entrevistas em 53 municípios pernambucanos. A margem de erro é de 2,14 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número 04263/2026.
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Portal O Informante
Uma onda de denúncias por parte de pais tem colocado sob análise a qualidade do atendimento no Hospital da Criança Odorico Amaral de Matos, em São Luís. Relatos de óbitos e supostas falhas na assistência médica levaram o Ministério Público do Maranhão (MPMA) a instaurar um inquérito para investigar a gestão da unidade e a contratação da empresa responsável pelo serviço.
Histórico de casos e indignação das famílias
O inquérito busca apurar denúncias sobre os óbitos ocorridos nas UTIs e as condições de atendimento. Entre os casos investigados estão:
Leia maisO caso dos gêmeos Bento e Bernardo: Internados com suspeita de bronquiolite, ambos os irmãos faleceram com poucos dias de diferença após agravamento de seus quadros de saúde. O atestado de óbito aponta diversas complicações, incluindo choque séptico.
O caso de Otto: O menino, que fazia tratamento de comorbidades, faleceu após 17 dias de internação por uma infecção intestinal. Os pais relatam falta de exames básicos e assistência adequada, sendo a causa da morte também apontada como choque séptico.
As famílias das vítimas expressam revolta e a sensação de descaso, citando a falta de pediatras e de protocolos essenciais, como a realização de exames solicitados por profissionais da equipe.
Medidas do Ministério Público
O órgão ministerial confirmou a instauração de inquérito policial e já iniciou as oitivas com as famílias dos pacientes. O objetivo é determinar, em um prazo de 30 dias, se houve negligência por parte da administração do hospital e, caso confirmado, indiciar os responsáveis pelos óbitos.
A situação no Hospital da Criança não é isolada; há relatos de que, desde o último ano, outras mães têm utilizado as redes sociais para denunciar falhas semelhantes no atendimento oferecido pela unidade pública.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13) aponta para uma situação de estabilidade na trajetória eleitoral do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro. O levantamento mostra que Flávio parou de cair: ele manteve o mesmo percentual de 34% das intenções de voto no primeiro turno que tinha na rodada anterior.
Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) experimentou uma queda de dois pontos: de 42% para 40%. Na simulação de segundo turno, os dois aparecem em empate técnico dentro da margem de erro: Lula com 47% e Flávio com 44%. Apesar dessa situação, a Hold Assessoria Legislativa, empresa que tem como sócios o cientista político André Cesar e o advogado Alvaro Maimoni, enxergou, em comentário feito para seus clientes, um risco de que Flávio esteja sendo “cristianizado” por alguns de seus aliados.
Leia maisNa ciência política, diz-se que um candidato é cristianizado quando ele é abandonado na prática por seus aliados que passam a mirar outras opções. O termo remete ao que aconteceu nas eleições de 1950. O candidato oficial do PSD era o ex-prefeito de Belo Horizonte Cristiano Machado. Mas o partido resolveu abandoná-lo e, veladamente, apoiou a candidatura de Getúlio Vargas, do PTB, que acabou sendo eleito. O episódio levou à criação do termo “cristianização”.
Desde então, candidatos que são abandonados por seus partidos são “cristianizados”. Os episódios dos últimos dias, desde os problemas que Flávio Bolsonaro teve após sua crise com o Banco Master, após a divulgação das conversas em que o candidato do PL pede ao banqueiro Daniel Vorcaro dinheiro para financiar a cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro, levaram a Hold a apontar para o risco. A situação agravou-se após a madrasta de Flávio, Michelle, divulgar vídeos em que afirma ter sido atacada e humilhada por Flávio.
Na sequência, Michelle Bolsonaro foi tirada da presidência do PL Mulher. Em vez de ceder, ela divulgou na semana passada a criação do grupo que batizou de “Imparáveis”, apontando para a hipótese de manter sua trajetória política independentemente de seu enteado e do PL. Na mesma semana, dois partidos que tendiam a apoiar Flávio, PP e União Brasil, anunciaram que ficarão neutros na campanha.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que vinha atuando na elaboração do plano de governo de Flávio na área de direitos humanos, anunciou a sua retirada da equipe. Damares é amiga de Michelle, e solidarizou-se com ela nos ataques que ela sofreu de Flávio, e especialmente depois, com os ataques desferidos por Paulo Figueiredo.
A Hold aponta ainda a operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro que prendeu o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella. Ele era o nome indicado por Flávio para o Senado no Rio. A indefinição quanto à chapa de Flávio no Rio para o Senado leva alguns a interpretarem que Flávio possa estar guardando lugar para ele próprio, num plano B.
“Não podemos deixar de anotar todas essas situações”, disse André Cesar ao Correio Político. Mas o mesmo André Cesar aponta que é cedo para cravar que algo assim irá mesmo acontecer. “O grande problema é: qual é a alternativa que o campo conservador tem?”, complementa o cientista político, diante da falta de tração das demais opções.
O grande problema é que falta agora pouco mais de duas semanas para a convenção partidária que deve oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro para o PL. E há ainda uma série de questões em aberto para a formação da chapa. As principais estão relacionadas à amplitude da aliança e à escolha do candidato a vice-presidente.
Sem PP e União, o PL pode ir para a eleição sozinho. O Novo, com o qual o PL se aliou em Santa Catarina, tem seu próprio candidato à Presidência no momento, Romeu Zema. Assim como o PSD, com Ronaldo Caiado. O MDB também deve assumir uma posição de neutralidade na disputa eleitoral. Resta como hipótese o Republicanos.
Flávio quer uma mulher como vice. Se já estava difícil, a neutralidade do PP elimina como hipótese de vice a senadora Tereza Cristina (PP-MS). Uma possibilidade que cresce é a ex-presidente da Caixa Daniella Marques, filiada ao Republicanos. Ela hoje ajuda na elaboração do plano econômico de Flávio. Mas praticamente não agregaria votos.
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Convidado pela direção da Rádio Independente FM 93,7, do Grupo Siqueira, de Arcoverde, participo, no próximo sábado, a partir das 10 horas, do programa “Independente Eleições”, ancorado pelo meu amigo Darcio Rabelo, uma boa sacada de antecipação do debate envolvendo as eleições 2026.
Também na bancada, a líder do Governo Zeca Cavalcanti (Podemos), Célia Galindo (Podemos), a decana na Câmara Municipal da terra do Cardeal e da minha Nayla também.
As sucessivas ondas de calor registradas em diferentes regiões do planeta, especialmente no Hemisfério Norte, acompanhadas pelo aumento das internações, da mortalidade e dos prejuízos econômicos, consolidaram a climatização como um tema estratégico de saúde pública.
Diante desse cenário, governos, universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo intensificaram o debate sobre a ampliação do acesso aos sistemas de climatização, ao mesmo tempo em que aceleram o desenvolvimento de tecnologias voltadas à eficiência energética e à redução dos impactos ambientais.
Leia maisEmbora o consenso sobre a gravidade do problema seja crescente, ainda existem divergências quanto ao papel do ar-condicionado diante das mudanças climáticas. De um lado, especialistas defendem políticas públicas que ampliem o acesso à climatização em residências, escolas, hospitais e ambientes de trabalho, especialmente para proteger idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. De outro, críticos alertam para o aumento da demanda por energia e impactos ambientais decorrentes desses aparelhos.
Pesquisadores destacam, entretanto, que a discussão não deve ser limitada ao consumo de energia. A prioridade deve ser preservar vidas por meio da adoção de soluções cada vez mais eficientes, sustentáveis e tecnologicamente avançadas.
Qualidade do ar passa a ocupar posição central
Para a Sociedade Brasileira de Meio Ambiente e Controle da Qualidade do Ar de Interiores (Brasindoor) — sociedade científica sem fins lucrativos cujo objetivo é promover estudos, pesquisas e o desenvolvimento de políticas públicas e normas técnicas relacionadas à qualidade do ar em ambientes fechados — os desafios impostos pelo calor extremo vão além do conforto térmico. A qualidade do ar interior tornou-se um fator determinante para a saúde coletiva, sobretudo porque a população permanece aproximadamente 90% do tempo em ambientes fechados.
Considerando que um adulto respira mais de 10 mil litros de ar diariamente, a renovação adequada do ar e a correta filtragem de contaminantes deixam de representar apenas requisitos de conforto para se transformarem em medidas essenciais de prevenção de doenças respiratórias, aumento da produtividade e promoção do bem-estar.
Segundo a entidade, sistemas de climatização projetados conforme as normas técnicas vigentes, associados à renovação mecânica do ar, à filtragem eficiente e à manutenção periódica dos equipamentos, contribuem significativamente para reduzir a concentração de partículas, microrganismos e poluentes presentes nos ambientes internos.
A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) também ressalta que, durante períodos de baixa umidade relativa do ar, a utilização criteriosa de umidificadores pode contribuir para o conforto respiratório, desde que os equipamentos sejam higienizados regularmente e utilizados conforme as orientações dos fabricantes.
Evolução tecnológica mudou o conceito de eficiência energética
Para o presidente do Departamento Nacional de Ar-Condicionado (DNAC) da ABRAVA, o engenheiro João Manuel Aureliano, especialista em engenharia de climatização, a percepção de que o ar-condicionado representa necessariamente um grande consumidor de energia já não corresponde à realidade tecnológica do setor.
Segundo ele, a ampla adoção da tecnologia inverter marcou uma transformação significativa na eficiência dos equipamentos. “Os modernos sistemas de climatização utilizam compressores e motores acionados por inversores de frequência, que ajustam continuamente sua capacidade conforme a carga térmica do ambiente. Isso elimina ciclos constantes de liga e desliga, reduz expressivamente o consumo de energia elétrica e proporciona maior estabilidade operacional”, explicou.
Aureliano destacou que essa evolução foi acompanhada por avanços importantes na engenharia dos equipamentos. “Compressores de alta precisão, novas geometrias de trocadores de calor, ventiladores mais eficientes, controles eletrônicos sofisticados e fluidos refrigerantes com menor impacto ambiental elevaram significativamente o desempenho energético dos sistemas atuais”.
Complementando, ele acentuou que a inteligência artificial representa a mais recente etapa dessa transformação tecnológica. “Sensores inteligentes monitoram continuamente temperatura, umidade, qualidade do ar, ocupação dos ambientes e padrões de utilização. Essas informações permitem ajustes automáticos capazes de maximizar o conforto térmico, reduzir o consumo energético e aumentar a vida útil dos equipamentos.”
O diretor acrescentou que os sistemas de climatização deixaram de operar de forma isolada. “A climatização passou a integrar o ecossistema energético das edificações. Hoje, os equipamentos se comunicam com sistemas prediais inteligentes, redes elétricas e plataformas de automação, contribuindo para uma gestão energética mais eficiente e sustentável.”
Para o especialista, o antigo estigma de que o ar-condicionado é um dos grandes vilões da conta de energia vem sendo progressivamente superado pela inovação tecnológica e pela evolução dos critérios de eficiência energética.
Calor extremo exige respostas imediatas
O aumento da frequência e da intensidade das ondas de calor levou diversos países a tratarem a climatização como infraestrutura essencial para a proteção da saúde pública. Na França, autoridades sanitárias vêm alertando para o crescimento das mortes registradas durante episódios de calor extremo, sobretudo entre idosos e pessoas em situação de maior vulnerabilidade que permanecem em residências sem climatização adequada.
Situação semelhante também vem sendo observada na Itália, na Alemanha, no Reino Unido e em outros países europeus, que discutem medidas para ampliar o acesso à climatização em escolas, hospitais, instituições de longa permanência e moradias populares.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que os eventos climáticos extremos tendem a se tornar cada vez mais frequentes, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à adaptação das cidades, à proteção das populações vulneráveis e à melhoria da infraestrutura urbana.
Brasil também acelera ações
No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou a elaboração de um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos impactos provocados pelas mudanças climáticas, incluindo investimentos previstos de R$ 9,8 bilhões. Entre as medidas estudadas estão protocolos específicos para enfrentamento das ondas de calor, ampliação das ações preventivas e fortalecimento das orientações destinadas à população.
A preocupação é justificada pelos resultados de estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Universidade Federal da Bahia, que estimou que mais de 120 mil mortes ocorridas entre 2000 e 2019 estiveram associadas às ondas de calor no país. Segundo a pesquisadora Beatriz Oliveira, da Fiocruz, o trabalho inovou ao integrar, em escala nacional, a frequência, a intensidade e a duração das ondas de calor com análises detalhadas sobre seus impactos nas internações hospitalares e na mortalidade.
Os resultados reforçam evidências científicas já consolidadas e demonstram que o calor extremo deixou de representar apenas um desafio climático para se tornar uma das principais questões de saúde pública deste século.
Nesse contexto, investir em climatização eficiente, qualidade do ar interior, inovação tecnológica e infraestrutura resiliente significa, acima de tudo, investir na preservação da vida. Motivo pelo qual o Brasil também tem seu Plano Nacional de Qualidade do Ar Interior – o PNQAI.
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A deputada federal Maria Arraes (PSB), que disputará uma vaga na Assembleia Legislativa em 2026, conquistou um importante aliado em Olinda: o ex-vereador André Avelar, liderança de destaque na cidade.
André, que presidiu a Câmara Municipal da Marim dos Caetés, consolidou sua relevância política nas eleições de 2024, quando concorreu a vice-prefeito, na chapa que recebeu cerca de 52 mil votos.
Com essa nova aliança, Maria Arraes fortalece sua base política no município, estruturando um grupo competitivo para viabilizar seu projeto rumo ao legislativo estadual.
Folha de Pernambuco
A Vita Sertão, nova concessionária de água e esgoto do Sertão de Pernambuco, abriu mais de 150 vagas de emprego para os setores administrativo e de gestão da empresa, enquanto se prepara para assumir a operação plena dos serviços na região a partir do fim de setembro. Ao todo, a companhia deve gerar cerca de 500 empregos diretos e um impacto estimado de outras mil vagas indiretas ao longo dos 35 anos de concessão.
A contratação ocorre durante o período de transição de 180 dias previsto no contrato assinado em abril com o governo do estado, que se encerra no fim de setembro. A concessão abrange 24 municípios e prevê investimentos da ordem de R$ 3,4 bilhões, além do pagamento de uma outorga de R$ 805,8 milhões ao estado.
Leia maisEm entrevista à Folha de Pernambuco, o CEO da Vita Sertão, Eduardo Dantas, detalhou o processo seletivo, o modelo da concessão, as prioridades da empresa para os próximos meses e o que muda para os moradores da região a partir da operação plena.
Vagas
O processo seletivo contempla cargos que vão de assistentes a coordenadores, em áreas como Operação e Manutenção, Comercial e Relacionamento com o Cliente, Engenharia, Recursos Humanos, Jurídico e Tecnologia da Informação, entre outras. As oportunidades são para atuação presencial e em horário integral, com início imediato, e fazem parte da estruturação das três bases regionais da empresa: Petrolina, Salgueiro e Ouricuri.
Entre os benefícios oferecidos estão plano de saúde nacional 100% custeado, telemedicina 24 horas extensiva aos dependentes, participação nos lucros e resultados (PLR) para todos os cargos, vale alimentação/refeição, vale transporte, telepsicologia, telenutrição e pagamento do salário ainda dentro do mês trabalhado.
As inscrições são feitas online, pela plataforma Gupy ou pela página da empresa no LinkedIn.
“Esta é uma oportunidade para quem deseja construir uma carreira com propósito. Estamos formando um time que ajudará a escrever um novo capítulo do saneamento no Sertão. Buscamos profissionais comprometidos, que queiram crescer junto com a empresa e com a região. A Vita Sertão chega com um contrato de concessão de 35 anos, uma operação estruturada e o compromisso de investir tanto em infraestrutura quanto no desenvolvimento das pessoas”, afirma Eduardo Dantas.
Prioridades
Até o final de setembro de 2026, a Vita Sertão permanece em fase de operação assistida, período em que a Compesa segue como única responsável pelo atendimento e fornecimento de água na região. A partir do início da operação plena, o modelo passa a funcionar de forma integrada: a Compesa mantém a captação e o tratamento da água, enquanto a Vita Sertão assume a distribuição, o esgotamento sanitário e todo o atendimento direto ao cliente.
Segundo o CEO, o primeiro ano de operação será dedicado sobretudo ao levantamento da situação atual: cadastro da rede de água e esgoto, atualização do cadastro comercial herdado da Compesa e diagnóstico das estações de tratamento de esgoto, para definir onde investir em reforma ou construção de novas unidades. É a partir desse mapeamento que a empresa vai revisar o plano de investimentos inicialmente traçado durante o processo de leilão.
Ainda assim, Dantas afirma que já estão sendo identificadas obras de curtíssimo prazo capazes de gerar melhorias imediatas, além de um foco declarado em segurança operacional – garantir que bombas reservas e equipamentos estejam de fato funcionando, algo que hoje nem sempre ocorre na estrutura herdada. Outra prioridade é o atendimento ao cliente, combinando canais digitais, como aplicativo e WhatsApp, com estrutura física presencial para quem não tem acesso à tecnologia.
Questionado sobre o temor de reajustes tarifários associados a concessões, Dantas afirmou que a empresa seguirá integralmente o que está previsto em contrato – incluindo uma redução inicial de 5% na tarifa, bem como as regras de tarifa social e para consumidores vulneráveis.
Modelo
Segundo ele, o modelo adotado em Pernambuco segue uma lógica evolutiva em relação a concessões anteriores, como a do Rio de Janeiro, concedida em 2021 e também liderada por Dantas à época. “Pernambuco fez uma boa estruturação na medida em que pegou experiências passadas, viu o que tinha de oportunidade e trabalhou para evoluir a partir dali”, diz o CEO.
Para o Dantas, o objetivo da Vita Sertão é impulsionar o desenvolvimento da região entregando, com excelência e transparência, um direito básico: o acesso à água e ao esgotamento sanitário. “Não queremos só fazer um bom serviço, mas ser reconhecidos como uma empresa que está de fato na região”, afirmou.
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O diretório estadual do Republicanos em Pernambuco confirmou a realização da convenção estadual da legenda para as eleições de 2026. O encontro acontecerá no próximo dia 21 de julho, no Flat Metropolis, localizado na Ilha do Leite, no Recife, das 14h às 17h.
Durante a convenção, o partido irá oficializar os candidatos e candidatas que disputarão os cargos de deputado federal e deputado estadual, além de deliberar sobre a proposta de coligação para a eleição majoritária.
Leia maisOutro ponto de destaque da pauta será a oficialização da indicação do advogado Carlos Costa para compor a chapa da Frente Popular como candidato a vice-governador.
A convenção reunirá filiados, dirigentes e lideranças da legenda, marcando mais uma etapa do calendário eleitoral e consolidando a estratégia do Republicanos para o pleito deste ano.
O partido aposta numa chapa competitiva, qualificada e diversificada por todas as regiões do estado para crescer nessas eleições. A expectativa é de eleger de três a quatro deputados federais, além de uma bancada estadual de três a quatro parlamentares estaduais.
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