Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Otaviano Pivetta, do Republicanos, foi reeleito governador de Mato Grosso neste domingo (4). Com mais de 60% dos votos válidos, que corresponderam a mais de 1 milhão de votos, a vitória de Pivetta foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral pouco depois das 18h, no horário local.
Logo após o resultado, Pivetta destacou o compromisso com o estado e agradeceu a confiança do eleitorado.
“Agradecer a Deus por ter nos trazido até aqui e agradecer ao povo de Mato Grosso que nos confiou essa importante missão. Eu tenho agora o meu compromisso renovado com o povo de Mato Grosso, e eu quero muito, nesses próximos quatro anos, fazer Mato Grosso ficar cada vez melhor para toda a nossa população, proporcionar a prosperidade para todos. O povo vota muito pelo futuro, vota pela expectativa, e eu represento, graças a Deus e graças à confiança da população, eu represento esse futuro que nós vamos construir”. As informações são da Agência Brasil.
Leia maisNa disputa pelo Senado Federal, Mato Grosso definiu os seus dois novos representantes. Mauro Mendes, do União Brasil, garantiu a vaga com mais de 33% dos votos, ao lado de José Medeiros, do PL, que conquistou pouco mais de 27% da preferência dos eleitores.
Ao todo, a eleição mobilizou pouco mais de 2 milhões de eleitores em 142 municípios, registrando uma abstenção de mais de meio milhão de pessoas que deixaram de comparecer às urnas. Os votos brancos somaram 4% e os nulos, 5%.
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Abaixo, a lista dos 25 deputados estaduais federais eleitos para a próxima legislatura na Câmara dos Deputados.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), 70, foi reeleito nas eleições deste domingo (4).
Com mais de 99% das urnas apuradas, Jorginho tinha 68,98% dos votos válidos ante 15,65% do candidato Gelson Merísio (PSB) —que concorreu com o apoio do PT— e 13,35% do candidato João Rodrigues (PSD). O resultado foi confirmado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisEm discurso após o pleito, o governador disse que a vitória foi resultado do trabalho no estado, com entregas de obras públicas e melhorias nos serviços à população. Ele prometeu continuar investindo em projetos de infraestrutura, como de rodovias, no próximo mandato.
“Santa Catarina é um estado de direita, é um estado de gente que trabalha, é um estado conservador”, afirmou ele sobre outro elemento para o êxito nas urnas.
Ao longo dos próximos quatro anos, Jorginho será acompanhado pelo ex-prefeito de Joinville Adriano Silva (Novo), eleito vice-governador. A companheira de chapa de 2022, Marilisa Boehm (PL), ficou de fora da disputa neste ano.
O governador reeleito nasceu em Ibicaré, na região central do estado. Foi vereador em uma cidade próxima, Herval d’Oeste, por um mandato, no final da década de 1970. Em 1994, conquistou sua cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, onde permaneceu até janeiro de 2011. Foi eleito duas vezes deputado federal logo na sequência, nos pleitos de 2010 e 2014. Em 2018, ganhou uma cadeira no Senado.
Na campanha deste ano, Jorginho liderou todas as pesquisas de intenção de voto feitas pela Quaest desde agosto. É a terceira eleição consecutiva em que os catarinenses elegem ao governo o candidato que carrega o mesmo número do presidenciável bolsonarista.
Em 2018, Carlos Moisés, então no PSL, mesmo partido de Jair Bolsonaro, surpreendeu ao derrotar Gelson Merísio no segundo turno. À época no PSD, Merísio era apoiado pelo incumbente Raimundo Colombo, e representava a centro-direita tradicional.
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Os candidatos Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) vão disputar o 2° turno para governador do Amazonas. A definição ocorreu às 20h07, deste domingo (4), quando 98,03% das seções estavam apuradas.
Naquele momento, Omar tinha 40,34% dos votos válidos, e Maria do Carmo, 24,78%. O 2º turno será realizado no dia 25 de outubro. As informações são do g1.
A segunda rodada da disputa ocorrerá após pesquisas de intenção de voto da Quaest/Rede Amazônica indicar que mudança nas posições da Professora Maria do Carmo e do governador e candidato à reeleição, Roberto Cidade (União), que ficou em terceiro lugar na disputa.
Leia maisA campanha eleitoral no primeiro turno foi marcada por discussões sobre temas como saúde, educação e meio ambiente, além de debates sobre a ampliação da exploração de minérios em cidades do interior.
Omar José Abdel Aziz, de 68 anos, é formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Natural do município de Garça, no interior de São Paulo, Omar construiu sua trajetória política no Amazonas.
A primeira vez que ele ocupou um cargo público foi em 1990, quando assumiu como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Entre 1997 e 2002 assumiu como vice-prefeito de Manaus.
Na eleição de 2002, disputou o cargo de vice-governador na chapa do candidato Eduardo Braga, sendo reeleito em 2006. Quatro anos depois, em 2010, Omar assumiu o cago de governador após a renúncia de Braga para disputar o Senado. Ele foi reeleito e ficou no cargo até abril de 2014.
Desde 2015, o governador eleito do Amazonas ocupava o cargo de senador pelo Amazonas, após ser eleito em 2014 e reeleito em 2022. Em 2018, ele já havia tentado voltar ao Governo do Amazonas, mas ficou em terceiro lugar na disputa. Ele é aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A candidata Professora Maria do Carmo é mestre e doutora em Direito, professora e atua como gestora de instituições de ensino no estado. É a primeira vez que ela disputa o cargo de governadora.
Ao lado do marido, o empresário Wellington Lins, ela participou da fundação de faculdades e também administra empreendimentos nas áreas educacional e empresarial.
Atualmente filiada ao partido Liberal, Maria do Carmo participou de duas eleições. Em 2022, concorreu ao cargo de suplente de senador na chapa do candidato Arthur Neto (PSDB). Ela era filiada ao Partido Novo.
Dois anos depois, em 2024, foi candidata à vice-prefeita de Manaus na chapa do deputado federal Capitão Alberto Neto, também pelo Partido Novo. A chapa chegou ao 2° turno, mas foi derrotada pelo então candidato à reeleição, David Almeida (Avante).
O 1° turno da eleição foi marcado por, além de discussão de propostas, críticas e ataques entre adversários sobre as gestões anteriores. Ao longo de 45 dias, os principais nomes que disputam a vaga de governador participaram de entrevistas, sabatinas e atos públicos com apoiadores.
Os candidatos também levaram para os debates e atos de campanha temas que atingem diretamente a população, como saúde, educação, segurança pública, queimadas, fumaça, cheias e secas. Mudanças na legislação para permitir a exploração mineral no estado também esteve no centro das discussões.
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Allyson (União) e Cadu de Lula (PT) vão disputar o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Norte. Os dois candidatos foram os mais votados no primeiro turno, realizado neste domingo (4), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os dados da apuração apontam Allyson em primeiro lugar, com 36,69% dos votos válidos, ou 685.289 votos. Cadu de Lula ficou em segundo, com 36,31%, equivalente a 690.969 votos. As informações são da Agência Brasil.
Até as 20h49, 94,33% das urnas haviam sido totalizadas.
Leia maisComo nenhum dos candidatos obteve mais da metade dos votos válidos, a eleição para governador do Rio Grande do Norte será decidida em segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Os demais candidatos obtiveram:
O ex-prefeito de São Luís (MA) Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador do Maranhão no primeiro turno das eleições de 2026.
O postulante atingiu a maioria dos votos válidos segundo divulgação parcial da apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na noite deste domingo (4).
Orleans Brandão (MDB) ficou na segunda colocação no pleito. Com 98,01% das urnas apuradas, Braide tem 54,14% e Brandão, 34,64% dos votos válidos. As informações são da CNN.
Leia maisEduardo Salim Braide, 56 anos, deixou a Prefeitura de São Luís para se lançar na disputa pelo governo do Maranhão nas eleições de 2026 com Elaine Carneiro (PSD) como vice na chapa. Nascido na capital do estado, o candidato eleito é formado em Direito pela UFMA (Universidade Federal do Maranhão).
Braide disputou sua primeira eleição em 2006, quando concorreu a deputado federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), mas não foi eleito. Dois anos depois, foi candidato a vereador na Câmara Municipal de São Luís e ficou como suplente. A primeira vitória nas urnas ocorreu em 2010, foi eleito deputado estadual e se reelegeu, deixando o cargo em 2021 quando assumiu a prefeitura.
Antes de conquistar o primeiro mandato eletivo, Braide ocupou cargos na administração pública. Entre 2005 e 2006 presidiu a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema). Já entre 2009 e 2010, foi secretário municipal de Orçamento Participativo de São Luís.
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Abaixo, a lista dos 49 deputados estaduais eleitos para a próxima legislatura na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Dani Portela (PT);
Gilson Machado Filho (Podemos);
André Ferreira (PL);
Lara Santana (PV);
Gustavo Gouveia (Podemos);
Leia maisFrancismar (PSB);
Rodrigo Farias (PSB);
João Paulo do PT (PT);
Eriberto Filho (PSB);
Maria Arraes (PSB);
Pastor Júnior Tércio (PP);
Batista Cabral (PSB);
Joaozinho Tenório (PSD);
Antônio Coelho (União Brasil);
Janjão (PSD);
Bruno Marques (PSB);
Jobson Almeida (Republicanos);
João de Nadegi (PV);
Débora Almeida (PSD);
Glêide Angelo (PP);
Professora Ivete Caetano (PT);
Romerinho Jatobá (PSB);
Aglaison Victor (PSD);
Cayo Albino (PSB);
Sileno Guedes (PSB);
France Hacker (PP);
Coronel Feitosa (PL);
Dannilo Godoy (PP);
Kaio Maniçoba (PP);
Fábio Aragão (PSD);
João Paulo Costa (PT);
Alvaro Porto (MDB);
Adalto Santos (PP);
Joaquim Lira (PV);
Abimael Santos (PL);
Jarbas Filho (PSD);
Vinicius Castello (PCdoB);
Luciano Duque (Podemos);
Andréa Medeiros (PSD);
Emerson Freitas (MDB);
Breno Araújo (PT);
Roberta Arraes (PP);
Zé de Irmã Teca (PSD);
Fabrizio Ferraz (Podemos);
Sebastião Oliveira (AVANTE);
Wanderson Florencio (Podemos);
Jeferson Timoteo (Podemos);
Renato Antunes (Novo)
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Por Jameson – Repórter do Blog
A governadora Raquel Lyra (PDT) afirmou, durante coletiva de imprensa realizada na noite deste domingo (4), que o seu adversário na disputa pelo Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), ligou para parabenizá-la pela vitória nas urnas e pela renovação do mandato. Segundo Raquel, o gesto ocorreu após a confirmação do resultado eleitoral.
Durante a conversa com a imprensa, a governadora destacou o tom respeitoso da ligação e agradeceu o reconhecimento do adversário pelo resultado das urnas. A vitória garante a Raquel mais quatro anos à frente do Governo de Pernambuco.
Com a reeleição, Raquel Lyra terá pela frente um novo ciclo de governo e afirmou que pretende fazer um segundo mandato ainda melhor do que o primeiro, ampliando as ações e entregas realizadas durante os últimos quatro anos e dando continuidade aos projetos considerados prioritários para o estado.
Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD, vão disputar o governo do Rio de Janeiro no segundo turno das eleições 2026. O resultado foi matematicamente confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 21h01 deste domingo, 4, e nenhum dos candidatos obteve votos válidos suficientes para decidir a eleição no primeiro turno.
Com 100% das urnas apuradas, às 21h01, Douglas Ruas recebeu 4.271.199 votos, o que representa 49,27% dos votos válidos. E Eduardo Paes conquistou 3.706.984 votos, o que representa 42,76%. As informações são do Estadão.
Leia maisA eleição no Estado teve 23,33% de abstenção, 5,09% de votos brancos e 6,86% de votos nulos.
Este material foi produzido e publicado de maneira automática e supervisionado pela equipe do Estadão. O conteúdo é atualizado automaticamente com informações transmitidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na cobertura das eleições de 2026 no Estadão é possível conferir os resultados da votação em todas as cidades do País.
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), 44, foi eleito neste domingo (4) governador de Minas Gerais.
Com 99,87% das urnas apuradas, ele tinha 55,4% dos votos válidos. O deputado federal Patrus Ananias (PT), 74, aparecia em segundo lugar, com 26,34%. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia mais“Eu quero ser o governador que vai trazer a pacificação para esse país”, disse Cleitinho em pronunciamento na sua cidade natal, Divinópolis (MG), também transmitido em suas redes sociais. “Minas Gerais vai ser exemplo, porque nós somos um só povo e eu tenho que cuidar de todos vocês.”
Emocionado, o senador disse que a vitória é dedicada a Deus, a seu irmão, Matheus Augusto Ramalhão Azevedo, morto em julho, e a seu pai, também falecido.
Ele votou no início da tarde deste domingo (4) com uma camisa estampada com o rosto dos dois familiares. Junto à família e apoiadores, Cleitinho cantou o refrão da música gospel “Deus de Obras Completas”, da cantora Kemilly Santos.
Ele afirmou que sua vitória é pelos trabalhadores, pelas mulheres e pelo povo mineiro. O primeiro turno da eleição terminou também com vitórias de seu irmão gêmeo, Gleidson Azevedo (Republicanos), eleito deputado federal, e seu outro irmão, Eduardo Azevedo (PL), como deputado estadual.
Cleitinho liderou com folga as pesquisas do começo ao fim do período eleitoral do primeiro turno. Seu nome figurava na liderança das simulações mesmo durante a pré-campanha, marcada pelas idas e vindas da candidatura do senador.
No início de agosto, ele chegou a publicar um vídeo afirmando que não iria concorrer e justificou a decisão citando o luto pela morte do irmão.
No dia seguinte, o senador interrompeu uma convenção nacional do Republicanos para tentar salvar a candidatura e o presidente da sigla o repreendeu publicamente. O partido recuou e acabou oficializando chapa na disputa no prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral. Segundo a avaliação de especialistas, esse vaivém colaborou para amplificar o alcance digital massivo que o candidato já apresentava.
Pouco depois de ter sua vitória confirmada neste domingo, Cleitinho fez uma publicação em suas redes sociais comemorando o resultado. “De verdureiro a governador. Só Deus e vocês para fazerem isso acontecer”, escreveu. “Agora a eleição acabou. Vou governar para todos, para quem votou em mim e para quem não votou”.
Durante a campanha, Cleitinho concentrou agendas no interior de Minas Gerais e apostou na mobilização digital a partir da transmissão de lives nas redes sociais e de vídeos amplificados pelo engajamento massivo do candidato nas plataformas.
Apesar de não compor oficialmente o palanque de Flávio Bolsonaro (PL) no estado —a indefinição fez com que o PL lançasse o empresário Flávio Roscoe ao pleito—, Cleitinho declarou publicamente seu apoio ao presidenciável em mais de uma ocasião.
Como a Folha mostrou, a campanha de Flávio Bolsonaro conta com campeões de votos eleitos neste domingo para impulsioná-lo no segundo turno contra Lula. Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, é um desses pontos focais. Cleitinho e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), recordista de votação, devem ter papel importante na campanha de Flávio para a segunda etapa da votação.
Ainda que o governador eleito não seja o maior entusiasta de Flávio, correligionários do presidenciável afirmam que a situação de Minas reflete o quadro geral do país, com uma disputa polarizada entre bolsonarismo e petismo.
Em debates, contudo, Cleitinho reforçou um tom conciliador, afirmando que pretende governar para acabar com a polarização. “Eu sou de direita, mas meu coração é para todos”, disse em encontro realizado pela Globo na última terça-feira (29).
Cleitinho foi eleito senador por Minas Gerais em 2022, com 41,52% dos votos válidos. Antes de entrar para a política, ele atuou como verdureiro e músico. Na última semana, ele fez campanha em Belo Horizonte, em encontros com eleitores eventualmente transmitidos em suas redes sociais.
Na última segunda-feira (28), na capital mineira, o candidato visitou o Ceasa Minas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais S.A.). Segundo Cleitinho, foi ali que ele iniciou sua história de trabalho, atuando no comércio de hortifrúti ao lado do pai e dos irmãos.
A origem humilde e o discurso antissistema, de “menos Estado e mais povo”, como costuma dizer, marcaram a retórica de campanha.
Candidato de última hora, por sua vez, o nome de Patrus foi apresentado como uma opção consensual para o pleito após sucessivas recusas em torno da formação do palanque do presidente Lula (PT) em Minas.
No fim de maio, Rodrigo Pacheco (PSB), então favorito ao pleito, anunciou que não concorreria. Já em junho, Marília Campos, a ex-prefeita de Contagem também cotada, demonstrou resistência ao convite do PT e fez críticas a uma candidatura própria do partido, mantendo seu nome na corrida ao Senado.
Na campanha, Patrus frequentemente ressaltou sua experiência de gestão à frente da Prefeitura de Belo Horizonte na década de 1990 e no comando do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, durante o primeiro mandato de Lula.
Na reta final de campanha, candidatos alinhados à direita, como o atual governador, Mateus Simões (PSD), e Roscoe apostaram em estratégias semelhantes para tentar conquistar uma vaga num eventual segundo turno, que não acontecerá.
Eles ora recorreram ao antipetismo simbolizado pela rejeição ao ex-governador Fernando Pimentel (PT), acusado de tráfico de influência e lavagem de dinheiro e depois absolvido, ora destacaram a inexperiência do senador do Republicanos em cargos de gestão.
Em entrevista a uma rádio mineira, o candidato do PSD citou a recente crise envolvendo o STF (Supremo Tribunal Federal) e afirmou que Cleitinho deveria voltar ao Senado para colaborar em possível processo de deposição do ministro Alexandre de Moraes.
Também disputaram a eleição Alexandre Kalil (PDT), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB), Ben Mendes (Missão), Rafael Duda (PSTU), Henrique Áreas (PCO) e Indira Xavier (UP).
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Por Jameson Ramos – especial para o Blog
Reeleita governadora de Pernambuco no primeiro turno, Raquel Lyra (PSD) reuniu parte da militância, aliados e apoiadores políticos, na noite de hoje, durante uma coletiva de imprensa realizada em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A governadora agradeceu aos pernambucanos pelos votos recebidos e celebrou a vitória após uma disputa acirrada com o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).
Raquel conquistou 2.737.297 votos, correspondentes a 53,27% dos votos válidos, garantindo mais quatro anos à frente do Governo de Pernambuco. João Campos terminou a disputa em segundo lugar, com 44,78% dos votos válidos.
Leia maisDurante a coletiva, a governadora destacou o resultado das urnas como um reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo do primeiro mandato e afirmou que pretende ampliar as entregas realizadas pelo governo estadual. Raquel também sinalizou que o segundo mandato será marcado pela continuidade de projetos e pela busca por novos avanços em diferentes áreas da administração pública.
A vitória também representa um marco histórico para Pernambuco. Raquel, que em 2022 se tornou a primeira mulher eleita governadora do estado, agora passa a ser a primeira mulher a conquistar a reeleição para o cargo.
Com o resultado, Raquel Lyra seguirá no comando do Palácio do Campo das Princesas até 2030, tendo novamente Priscila Krause (PSD) como vice-governadora. A nova gestão terá pela frente o desafio de transformar a expressiva votação obtida nas urnas em novas entregas e consolidar as principais ações iniciadas durante o primeiro mandato.
Confira o vídeo acima do discurso feito pela governadora!
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O candidato Elmano de Freitas (PT) foi reeleito governador do Ceará no primeiro turno das eleições neste domingo (4). Às 21h02, com 94,36% das urnas apuradas, o candidato tinha 52,83% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Gabriella Aguiar (PSD).
“Vencemos ao lado do povo cearense! Essa vitória é o reconhecimento de um trabalho construído com compromisso, resultados e, acima de tudo, união. Meu agradecimento a todos e todas que caminharam com a gente e fizeram parte dessa conquista. Juntos, vamos fazer muito mais e o Ceará vai seguir avançando”, publicou Elmano em seu perfil no Instagram. As informações são do g1.
Leia maisSegundo colocado na disputa, o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) tinha 46,58% dos votos às 21h02h. Ao todo, foram 5.198.340 votos válidos.
Elmano vai governar o estado por um segundo mandato de quatro anos, com início em janeiro de 2027.
A coligação de Elmano foi a maior entre os candidatos a governador no Brasil, formada pelos partidos PSB, PDT, Podemos, Mobiliza, Republicanos, MDB, Federação Renovação Solidária (dos partidos PRD e Solidariedade), Federação PSOL-Rede e a Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV).
Tanto Elmano quanto Ciro realizaram uma campanha marcada por discussões sobre segurança pública, saúde e geração de empregos, na qual frequentemente os nomes de Lula e Bolsonaro foram invocados – seja para elogios, seja para críticas.
Elmano lançou uma campanha baseada no alinhamento com o governo federal e aliança com o presidente Lula (PT), também candidato à reeleição. A figura de Lula apareceu constantemente no material de divulgação.
A campanha de Elmano teve como mote os bons resultados do governo em áreas como educação e criação de empregos. Elmano também fez promessas relacionadas ao aumento no investimento em segurança e interiorização da saúde.
Nascido em Baturité, a 100 quilômetros de Fortaleza, Elmano de Freitas da Costa se mudou para Fortaleza aos 15 anos para estudar. Ele é formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC).
A sua chegada a Fortaleza coincidiu com a data em que, após anos de ditadura, as capitais puderam voltar a votar para prefeito. Naquela eleição, Maria Luíza Fontenele, então filiada ao PT, seria eleita a primeira mulher a governar Fortaleza, em uma eleição histórica.
Elmano participou da mobilização de campanha de Maria Luíza e, em 1989, se filiou ao PT, partido no qual está até hoje. Formado em Direito, ele passou a advogar para a Rede Nacional de Advogados Populares (Renap) e na defesa jurídica do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Durante anos de militância, acabou por se aproximar de Luizianne Lins, então filiada ao PT, que se tornaria a segunda mulher eleita para governar Fortaleza. Ele foi secretário de Educação de Fortaleza e coordenador do Orçamento Participativo na gestão de Luizianne.
Em seguida, o petista foi candidato à prefeitura de Fortaleza em 2012, mas perdeu para Roberto Cláudio, então no PSB. No ano seguinte, Elmano foi eleito presidente do PT em Fortaleza. Em 2014, ele foi eleito deputado estadual, sendo reeleito em 2018. Em 2020, concorreu a prefeito de Caucaia, município vizinho a Fortaleza, mas não foi eleito.
Nas eleições de 2022, o nome de Elmano foi escolhido para concorrer ao governo por indicação do ex-governador Camilo Santana (PT). O episódio evidenciou o fim da aliança de 16 anos entre PT e PDT no Ceará. Membros do PDT à época, incluindo Ciro Gomes, defendiam a candidatura de Roberto Cláudio.
Ao fim, o PT lançou Elmano como candidato próprio e ele foi eleito governador do Ceará no primeiro turno, obtendo 54,02% dos votos válidos.
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