Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Por Alex Fonseca
Do Blog da Folha
O candidato ao Senado pelo PL, o deputado federal Mendonça Filho, e apoiadores do candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, se encontraram neste sábado (5), no Mercado da Encruzilhada, Zona Norte do Recife, e trocaram provocações.
Em um vídeo publicado no Instagram do parlamentar, ele aparece com uma camiseta roxa exibindo as inscrições “Raquel Lyra Futebol Clube” e o número “55”, padrão criado pela equipe dele em referência à governadora e candidata à reeleição pelo PSD, Raquel Lyra.
Leia maisJá os apoiadores de Campos, que vestiam roupas amarelas e portavam bandeiras com imagens do ex-prefeito do Recife, começaram a cantar jingle da campanha e o adversário reagiu fazendo coração e soltando beijo. Aliados do liberal recomendaram que ele deixasse o espaço.
Na legenda da publicação, Mendonça prega tolerância entre diferentes campos políticos. “A gente disputa ideias, projetos e caminhos para Pernambuco. Sempre com respeito, alegria e olhando para frente”, escreveu, pedindo votos para a ele, Raquel e para o candidato a presidente pelo PL, Flávio Bolsonaro.
Apesar de não integrar oficialmente a chapa governista, Mendonça Filho tem sido presença constante nos atos de campanha da candidata à reeleição, que tem como candidatos ao Senado os deputados federais Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).
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Além de reunir um baixo número de apoiadores, a caminhada promovida pela campanha de Raquel Lyra (PSD), neste sábado (5), em Garanhuns, foi marcada pela forte associação entre a imagem dela e a de Flávio Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo PL. Em todo o percurso, uma bandeira com as fotos dos dois esteve em evidência bem perto do carro em que a governadora desfilou junto a lideranças como os deputados estaduais Izaias Régis (PSD) e Débora Almeida (PSD).
Vídeos mostram que, antes do ato político, toalhas e outros itens em que Raquel e Flávio aparecem abraçados chegaram a ter um ponto de venda montado em frente ao espaço de apoio da campanha da governadora em Garanhuns, sem aparente protesto de auxiliares dela. A associação visual entre os dois candidatos permaneceu durante toda a caminhada.
O caso chama atenção porque, em 13 de agosto, a Justiça Eleitoral determinou, a pedido da própria coligação da governadora, que postagens da mesma foto fossem apagadas das redes sociais. No último fim de semana, Raquel e Flávio também apareceram juntos em cartazes apócrifos afixados em ruas do Bairro do Recife, o que levou apoiadores a atribuírem o caso a opositores. Essa combatividade, contudo, não tem se repetido em eventos nas ruas, inclusive na convenção da governadora, em 2 de agosto, que também contou com camisas, toalhas e outros itens com fotos dela junto à de Flávio.
Por Houldine Nascimento
Do Poder360
O coordenador do programa de governo da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, Sergio Gabrielli, disse ontem (4) que o Supremo Tribunal Federal passa por uma “crise profunda” e que defende uma modernização do sistema Judiciário. Ao Poder360, o ex-presidente da Petrobras também fez uma ressalva ao declarar que isso não é algo que deve constar no plano.
“Estamos vivendo uma crise profunda na cúpula do STF. Então, é necessário também que haja um tratamento dessas questões, mas isso não é objeto de um programa de governo para o Executivo”, declarou.
Leia maisGabrielli também endossou a necessidade de uma “pacificação” entre Poderes. Criticou a forma atual de distribuição de emendas. Além disso, afirmou haver uma “indústria de precatórios”. “Queremos um Poder Judiciário que seja um Poder Judiciário eficiente, com maior participação social. Precisamos fazer um pacto em algumas coisas importantes entre o Poder Judiciário, o Legislativo e o Executivo. Por exemplo, as emendas parlamentares precisam ser discutidas. O custo com precatórios e a indústria dos precatórios precisam ser discutidos”, afirmou.
Lula tem defendido “reformas profundas” no Poder Judiciário. Ontem, declarou que o governo fará, no próximo ano, “uma discussão profunda no sistema Judiciário para que o povo possa continuar acreditando na Justiça”. Na quinta-feira (3), Lula gravou um vídeo para se pronunciar sobre a crise no STF envolvendo o Banco Master. Defendeu investigações “doa a quem doer”.
Seu programa de governo, entretanto, não estabelece nenhuma proposta mais definitiva para caso seja reeleito. “Propomos a continuidade do diálogo permanente com os atores do Judiciário, respeitada a autonomia dos Poderes, para estimular o aperfeiçoamento do sistema de Justiça”, lê-se no documento.
Segundo Gabrielli, o plano de governo traz “princípios gerais” do sistema Judiciário. “A Fundação Perseu Abramo fez um longo seminário sobre sistema Judiciário. Discutimos vários detalhes. Agora, temos que considerar que não é competência do Poder Executivo discutir a reforma do Judiciário. Consequentemente, não compete ao programa de governo para o Executivo ter propostas detalhadas sobre o Judiciário”, declarou.
O economista também avalia que não cabe a Lula fazer essas mudanças: “O presidente é candidato a presidente da República, ao Poder Executivo. Ele não é candidato a presidente do Supremo Tribunal Federal. Os Poderes no Brasil são independentes. É preciso ter uma articulação desses poderes.”
Gabrielli defende algumas medidas. “É preciso enfrentar, por exemplo, uma série de temas no âmbito da reforma política que precisa ser feita, que envolve o Legislativo. Há uma série de questões referentes aos processos, ao Direito Processual, ao mecanismo de estrutura das diversas instâncias do Judiciário que precisam ser tratadas. Isso não é competência do Executivo”, declarou.
Assim como Lula, ele faz críticas ao que considera vazamentos seletivos: “O princípio básico da justiça democrática é a presunção da inocência e o direito de defesa das pessoas. Agora, quem tem que investigar, tem que tirar essa história de vazamentos seletivos. Investigar as formas de funcionamento do Judiciário. Precisamos modernizar o Judiciário. Agora, insisto: não compete ao Poder Executivo fazer essa proposta”.
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Por Estadão Conteúdo
O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou, neste sábado (5), que o Brasil não quer depender da China ou dos Estados Unidos no desenvolvimento de inteligência artificial e defendeu uma tecnologia produzida em português.
Durante comício em São José do Rio Preto (SP), Lula também destacou o uso do gov.br e afirmou que 178 milhões de pessoas se conectam ao governo pela plataforma.
Leia maisO petista vinculou esse avanço à estratégia de ampliar a infraestrutura tecnológica no País. Segundo ele, a aprovação do Redata pelo Senado abre possibilidade de atrair R$ 500 bilhões em investimentos para data centers no Brasil.
“Quem vier produzir aqui data center vai ter que produzir sua própria energia”, afirmou. Ele disse ainda que o objetivo é aproveitar a disponibilidade de energia barata no País para atrair novos projetos e ampliar a capacidade tecnológica brasileira.
‘Pensar o futuro é aumentar o salário mínimo acima da inflação’
Lula também afirmou neste sábado que “pensar o futuro” passa por aumentar o salário mínimo acima da inflação e rebateu críticas do adversário Flávio Bolsonaro sobre o custo de vida no País. “Pensar no futuro é acabar com a fila do INSS. Pensar no futuro é ter o menor índice de desemprego na história desse país”, complementou Lula durante comício em São José do Rio Preto (SP).
O petista afirmou que a inflação de alimentos foi de 56,17% nos quatro anos do governo anterior, ante 13,6% durante os quatro anos de sua gestão. O IPCA, índice oficial de inflação do País, acumulava alta de 4,64% em 12 meses até junho de 2026. No mês, o grupo Alimentação e Bebidas recuou 0,24%, segundo o IBGE.
Lula também afirmou que não pretende entrar em uma disputa eleitoral baseada apenas em acusações. “Se a gente for entrar na briga política das mentiras, ficar acusando, a gente vai se igualar a eles”, disse.
As declarações ocorreram durante comício, ao lado do candidato a governador de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, e das candidatas ao Senado Federal pela chapa governista, Marina Silva e Simone Tebet.
Após o ato, Lula realiza uma visita ao campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no município. Mais cedo, o candidato esteve no Hospital de Amor de Barretos (SP). No fim da tarde, o petista volta a Brasília.
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O prefeito de Brejão, Saulo Maruim (PP), afirmou que o candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) será o “senador da saúde” de Pernambuco. A declaração ocorreu durante a inauguração do Comitê do Povo, em Brejão, no Agreste, que também contou com a presença do deputado estadual Álvaro Porto (MDB), candidato à reeleição, e da prefeita de Canhotinho, Sandra Paes (Republicanos).
Durante o evento, Saulo destacou recursos destinados por Eduardo da Fonte à saúde de Brejão. Segundo o prefeito, cerca de R$ 10,2 milhões foram destinados ao município para investimentos na área, além de aproximadamente R$ 1,38 milhão para obras de calçamento. “Não olhem apenas para as postagens da campanha. Olhem para trás e vejam o que Eduardo tem investido na saúde de Pernambuco para fazer o bem a quem mais precisa. Eduardo é merecedor de ir para o Senado Federal para defender Pernambuco. Se Deus quiser, ele vai ser senador para que possa fazer muito mais por Brejão”, afirmou.
Eduardo da Fonte agradeceu o apoio e reforçou que a saúde será uma das prioridades de sua atuação no Senado. O candidato defendeu a descentralização do atendimento especializado e oncológico no Estado e citou iniciativas como o Hospital de Amor, em Garanhuns, e a implantação de uma unidade de tratamento de câncer em Araripina, no Sertão. “Foi muito trabalho, trazendo investimentos importantes para transformar a vida das pessoas e melhorar a saúde pública. Queremos continuar levando esses cuidados para todas as regiões de Pernambuco”, declarou.
Durante o ato, Eduardo também afirmou que pretende trabalhar pela implantação de uma Casa Azul em Brejão, voltada ao atendimento de crianças autistas e ao acolhimento de suas famílias. No município, Saulo Maruim apoia, além de Eduardo da Fonte para o Senado e Álvaro Porto para a Alepe, Gabriel Porto (PSB) para deputado federal. Sandra Paes participou da inauguração e representou Gabriel Porto no evento.
Blog do Valdo Cruz – do g1
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, sinalizou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que pretende levar ao plenário da Corte os desdobramentos da crise envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça.
A avaliação é que as acusações e questionamentos que vieram à tona nos últimos dias precisam ser analisados pelo conjunto dos ministros, e não apenas por meio de decisões individuais. Fachin também demonstrou incômodo com a forma como os dois lados vêm conduzindo o embate.
Leia maisEm discurso ontem (4), o presidente do STF afirmou que nenhuma autoridade está acima da Constituição e que resposta a fatos “graves” será “firme”. Ele também afirmou que a “gravidade” dos acontecimentos tornados públicos nesta semana – que envolvem relações do banqueiro Daniel Vorcaro com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e a atuação de magistrados – “não autoriza atalhos”.
A intenção, segundo relatos, é aguardar as respostas e manifestações de Moraes e Mendonça sobre os episódios que deram origem à crise antes de definir o encaminhamento. Em seguida, submeter aos demais integrantes do tribunal para uma discussão e, posteriormente, levar a um debate em plenário. A expectativa é que tanto Moraes quanto Mendonça sejam chamados a se declarar impedidos a votar nos julgamentos.
Fachin não teria indicado qual será sua posição sobre o mérito das acusações ou qual resultado considera mais provável. O encaminhamento defendido, neste momento, é ouvir os envolvidos, reunir os elementos necessários e, depois, levar a discussão ao plenário do STF.
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O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE) promove, na próxima quinta-feira (10), um debate com candidatos ao Governo de Pernambuco para discutir propostas para a Segurança Pública e para o futuro da Polícia Civil no Estado. O encontro será realizado às 9h, na sede da entidade, na Rua Frei Cassimiro, 179, no bairro de Santo Amaro, no Recife.
Segundo o sindicato, o debate será um espaço para que os policiais civis apresentem pautas, demandas e reivindicações da categoria, enquanto os candidatos poderão expor propostas e compromissos para o próximo ciclo de governo. A discussão terá como foco a área de Segurança Pública e a atuação da Polícia Civil de Pernambuco.
Foram convidados os candidatos que registraram mais de 5% das intenções de voto nas pesquisas nacionais mais recentes dos institutos Real Time Big Data, Quaest e Datafolha. O SINPOL afirma que a iniciativa busca ampliar o diálogo sobre a valorização dos policiais civis e o fortalecimento da Segurança Pública no Estado.
Por Estadão Conteúdo
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula, afirmou, em nota divulgada na noite de ontem (4), que o relatório de inteligência da Polícia Federal que cita direcionamento na atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e da própria PF corroboram as suspeitas de irregularidades apontadas anteriormente pela defesa e devem resultar no arquivamento das investigações contra Lulinha.
“Essa contaminação já era objeto de questionamento pela defesa e foi agora corroborada pelos relatórios de inteligência da Polícia Federal publicizados ontem, contendo apontamentos sobre ilegitimidade, limites e direcionamento de inquéritos, registrados pela própria estrutura investigativa”, afirmou em nota o advogado Guilherme Suguimori.
Leia maisOs relatórios foram divulgados pelo ministro Alexandre de Moraes e usados para incluir Mendonça no inquérito das Fake News sob acusação de conduzir irregularmente as investigações do caso Master e da Operação Sem Desconto. A ação acirrou a tensão no STF e foi uma reação ao fato de Mendonça ter divulgado relatório da PF com diálogos entre o banqueiro Daniel Vorcaro e Moraes.
Como mostrou o Estadão, os relatórios de inteligência divulgados são apócrifos, sem cabeçalho, e se definem como “sem valor probatório”. As informações contidas nele não são acompanhados de elementos de corroboração e são seguidas de comentários indicando a “baixa ou moderada” confiabilidade dos relatos. Os relatórios também dizem que eles não podem ser usados para imputar infração penal ou disciplinar, que foi exatamente a utilização dada por Moraes.
Mesmo com todas essas ressalvas, os relatórios devem servir para que as defesas dos alvos das duas operações solicitem a anulação das investigações.
No trecho em que fala de Lulinha, o relatório de inteligência faz uma crítica à atuação da própria equipe de investigação por ter produzido relatórios com menções ao filho do presidente e aponta uma “ausência de lastro” para colocá-lo como investigado.
Com base nisso, a defesa aponta que as informações demandam o arquivamento da investigação contra ele. “Fábio Luís Lula da Silva permanece à disposição das autoridades e provará sua inocência nos autos, mas mantém a confiança de que o poder judiciário não fechará os olhos para ilegalidades, parcialidades e direcionamento político que, sendo confirmados, exigem o arquivamento definitivo das investigações”, diz a nota da defesa.
Lulinha se tornou alvo das investigações depois que a Polícia Federal identificou que ele manteve relação com o empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, suspeito de liderar o esquema de desvios. A PF também descobriu que o Careca do INSS fez pagamentos à lobista Roberta Luchsinger, que é amiga de Lulinha, com o objetivo de obter a intermediação de negócios no governo federal.
Essa investigação foi o principal ponto de tensão entre a PF e o gabinete de André Mendonça. As menções a Lulinha foram identificadas em dezembro do ano passado, mas não houve providências concretas sobre esses fatos até julho deste ano. Por isso, Mendonça pediu à PF o envio do material bruto com as informações encontradas nos celulares e quebras de sigilo e passou a desconfiar de uma blindagem ao filho do presidente.
Investigadores, porém, vinham dizendo que a equipe policial estava priorizando a conclusão dos inquéritos que tinham alvos presos, para permitir o oferecimento de denúncias pelo Ministério Público. Diante dessas cobranças, a PF pediu abertura de três inquéritos para apurar suspeitas de tráfico de influência e outros crimes de Lulinha no governo federal, a partir de conversas encontradas no celular de Roberta Luchsinger sobre a intermediação de negócios no Ministério da Saúde, Dataprev e outros órgãos do governo.
Os pedidos de investigação, porém, também geraram atritos porque foram apresentados sem conexão direta com o gabinete do ministro André Mendonça, o que permitiu a distribuição dos inquéritos por sorteio no STF. Isso gerou uma desconfiança do gabinete de que houve uma manobra da PF para tentar tirar André Mendonça das investigações de Lulinha. Dois inquéritos acabaram sendo distribuídos por sorteio para o próprio André Mendonça e um terceiro foi enviado para o ministro Flávio Dino.
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Localizado na Estação da Luz, em São Paulo, o Museu é um espaço para descobrir que uma língua é muito mais do que um conjunto de palavras e regras. Ela guarda histórias, aproxima pessoas, revela diferenças, cria identidades e acompanha as mudanças da sociedade.
Nas exposições, o português ganha sons, imagens, movimentos e outras formas de expressão. Experiências interativas, recursos audiovisuais, instalações artísticas e diferentes linguagens estimulam a participar, brincar, ouvir, descobrir e olhar para a língua de um jeito novo.


O português é plural, feito de muitos os sotaques, vocabulários e modos de falar. Palavras de diferentes origens se encontram e se transformam. Novas expressões aparecem. Outras deixam de ser usadas. A língua muda porque as pessoas mudam — e porque nunca paramos de inventar maneiras de dizer o mundo.
Por isso, o Museu não é um lugar que “guarda” a língua. O acervo é imaterial e está sempre em movimento. O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos.
Pesquisa Quaest divulgada ontem (4) aponta Cid Gomes (PSB) e Capitão Wagner (União) na liderança da disputa pelas duas vagas do Ceará no Senado nas eleições deste ano. Cid aparece com 23% das intenções de voto, seguido por Capitão Wagner, com 20%. Luizianne Lins (Rede) ocupa a terceira posição, com 13%.
Na sequência, Alcides Fernandes (PL) registra 5%, enquanto Catarina Matos (UP), Reginaldo (PSTU) e Guilherme Theophilo (Novo) têm 1% cada. Lino Alves (PCO) não pontuou. O levantamento mostra ainda 19% de eleitores indecisos e 17% que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos.
A pesquisa foi realizada entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro com 900 eleitores em todo o Ceará. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número CE-01149/2026.
Raquel Lyra esteve ontem (4) no Assentamento Normandia, em Caruaru, uma das principais referências do MST em Pernambuco e no Brasil. Foi recebida por integrantes do movimento, participou do ato e até assinou um termo de compromisso com pautas da agricultura familiar e da reforma agrária.
A visita, porém, ficou fora das redes da governadora. Os vídeos publicados pelo Blog Cenário mostram Raquel cercada por militantes, recebendo produtos do assentamento e participando do encerramento ao som de seu próprio jingle de campanha. Nada disso apareceu, até a manhã deste sábado (5), nos canais usados pela candidata para divulgar sua agenda.
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Raquel tenta manter distância da polarização nacional, embora hoje tenha ao seu lado nomes importantes da direita e do bolsonarismo em Pernambuco. Nos últimos dias, Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro, declarou apoio à governadora e disse que ela representa a melhor opção para “derrotar o PT e o PSB” no Estado. Gilson Machado, Clarissa Tércio e Mendonça Filho também estão no campo de apoio à sua reeleição.
No Normandia, o cenário era outro. Raquel foi recebida por Jaime Amorim, da coordenação nacional do MST e pai da deputada Rosa Amorim (PT), hoje no palanque adversário. Assinou compromisso com o movimento e ouviu seu jingle tocar no encerramento.
A agenda aconteceu. Foi registrada. Teve foto, vídeo e ato público. Só não entrou nas redes de Raquel.
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Pesquisa Quaest divulgada ontem (4) mostra como está a disputa para o governo do Ceará. Na pesquisa estimulada, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o governador Elmano de Freitas (PT) aparece com 34%. O levantamento foi encomendado pela TV Verdes Mares.
A pesquisa estimulada é aquela em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores. A diferença de Ciro para Elmano é de 11 pontos percentuais, portanto, acima da margem da erro — que é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. As informações são do g1.
Leia maisNa pesquisa estimulada para o primeiro turno, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 45% das intenções de voto, seguido por Elmano de Freitas (PT), com 34%. Delegado Huggo (Missão) tem 1%, enquanto Danilo Soares (Democrata), Vera Lúcia (Novo), Ieri Braga (PCO), Zé Batista (PSTU) e Serley Leal (UP) não pontuaram. Entre os entrevistados, 12% estão indecisos e 8% declararam voto em branco, nulo ou que não pretendem votar.
O levantamento foi encomendado pela TV Verdes Mares e ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número CE-01149/2026.
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores e a escolha é feita de forma livre, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 24% das intenções de voto, seguido por Elmano de Freitas (PT), com 19%. Outros nomes somam 1%. Entre os entrevistados, 53% estão indecisos e 3% declararam voto em branco, nulo ou que não pretendem votar.
Intenção de voto para o 2º turno
A Quaest também testou um cenário de segundo turno entre Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT). Ciro aparece com 49% das intenções de voto, ante 48% na rodada anterior, enquanto Elmano tem 36%, contra 35% anteriormente. Os indecisos somam 7%, diante de 10% na pesquisa anterior. Já 8% dos entrevistados declararam voto em branco, nulo ou que não pretendem votar, ante 7% anteriormente.
Rumos do governo estadual
Sobre os rumos do governo estadual, 22% dos eleitores disseram que o governador eleito deve continuar o trabalho que vem sendo feito. Outros 39% defendem que é preciso mudar apenas o que não está bom, enquanto 35% consideram necessária uma mudança total. Outros 4% não souberam ou não quiseram responder.
Aliados políticos
A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre o perfil político que preferem para o próximo governador. Para 46%, o governador eleito deve ser aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outros 36% preferem um governador independente, enquanto 15% optam por um aliado de Flávio Bolsonaro. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.
Apoio de Lula
A Quaest perguntou ainda se o apoio de Lula a um candidato, acompanhado de um pedido de voto, aumentaria, diminuiria ou não alteraria a chance de o eleitor votar nele. Para 37%, o apoio do presidente aumentaria a chance de voto, enquanto 38% disseram que não mudaria nada. Outros 22% afirmaram que o apoio diminuiria a chance de votar no candidato, e 3% não souberam ou não quiseram responder.
Apoio de Flávio Bolsonaro
Em relação a Flávio Bolsonaro, 14% dos entrevistados disseram que o apoio do senador a um candidato aumentaria a chance de votar nele. Para 41%, o apoio não mudaria nada, enquanto 42% afirmaram que diminuiria a chance de voto. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.
Principais problemas do Ceará
A violência aparece como o principal problema do Ceará na avaliação dos eleitores, sendo citada por 54% dos entrevistados. A saúde vem em seguida, com 15%, enquanto corrupção, desemprego e economia registram 4% cada. Pobreza e desigualdade foram mencionadas por 3%, e educação, por 2%. Infraestrutura foi citada por 1%, enquanto enchentes não chegaram a 1%. Outros problemas somaram 2%, 1% respondeu que não há nenhum problema e 10% não souberam ou não quiseram responder.
Índices de rejeição dos candidatos
Na avaliação de conhecimento e intenção de voto, Elmano de Freitas (PT) aparece com a maior rejeição, com 42% dos eleitores afirmando conhecê-lo, mas não votariam nele. Ciro Gomes (PSDB) vem em seguida, com 35%. Por outro lado, 46% dizem conhecer e votar em Elmano, enquanto Ciro tem 59% nesse quesito.
Entre os demais candidatos, a rejeição varia de 3% a 10%, mas a maioria ainda é desconhecida pelos eleitores. Zé Batista (PSTU) tem o maior índice de desconhecimento entre eles, com 89% — e 10% dizem conhecê-lo, mas não votariam nele. Delegado Huggo (Missão) é desconhecido por 90%; Danilo Soares (Democrata), por 93%; Vera Lúcia (Novo), por 91%; Ieri Braga (PCO), por 96%; e Serley Leal (UP), por 95%.
Aprovação e avaliação do governo
A aprovação do governo Elmano de Freitas é de 49%, ante 52% em julho, enquanto a desaprovação subiu de 33% para 38%. Na avaliação da gestão, 34% a consideram positiva, 36% regular e 25% negativa. Sobre a possibilidade de reeleição, 50% dizem que Elmano merece continuar no cargo, enquanto 42% afirmam que ele não merece.
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