Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), é o convidado do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, da próxima terça-feira. Empossado no cargo após a renúncia de Cícero Lucena (MDB), que deixou a Prefeitura para disputar o Governo da Paraíba, Bezerra vai falar sobre os desafios da nova gestão, os avanços da capital paraibana e as prioridades para os próximos anos.
Natural de João Pessoa, Leo Bezerra é formado em Gestão Pública e bacharel em Direito. Iniciou sua trajetória política como vereador da capital paraibana, tornando-se o mais votado da cidade nas eleições de 2016. Em 2020, foi eleito vice-prefeito na chapa de Cícero Lucena e reeleito para a mesma função em 2024, assumindo agora o comando da Prefeitura para concluir o mandato até 2028.
Leia maisDesde que assumiu a gestão municipal, Leo Bezerra tem defendido a continuidade das ações iniciadas em 2021 e prometido acelerar projetos nas áreas de infraestrutura, educação, saúde e inclusão social. Em seu discurso de posse, afirmou que pretende manter o ritmo de crescimento da capital paraibana e trabalhar para fazer “a melhor gestão da história de João Pessoa”. Também destacou como prioridades a atenção às pessoas com deficiência e a ampliação de políticas de acolhimento social.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Meu amigo Elaque, múltiplo artista e instrumentista, herdeiro de Beto no comando da Super Oara, deu, mais uma vez, como na festa dos 18 anos do blog no Recife, há dois anos, uma aula de harmonia, reviveu grandes sucessos da orquestra e ainda deu suporte no acompanhamento dos shows dos artistas convidados, como Silvério Pessoa, Paulinho Leite e Sebá Rossi.
Conhecida como “A Orquestra do Brasil”, a Super Oara é um dos conjuntos musicais mais tradicionais e renomados do País. Criada em 1958 em Arcoverde pelo Maestro Beto, pai de Elaque, a banda se destaca pela versatilidade em ritmos, repertório atualizado, qualidade sonora e apresentação profissional.
Conta com estrutura própria de som, iluminação e transporte, apresentando-se em eventos de diversos portes em todo o território nacional. Especialista em grandes bailes, casamentos, formaturas, festas juninas e eventos corporativos, oferece um show de alta qualidade. Atualmente, a Super Oara & Elaque Amaral (o/a oficial) mantém sua tradição, com o contato direto realizado por Elaque Amaral (WhatsApp: (87) 99991-1488).
Por Agência Brasil
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, defendeu neste fim de semana o futebol como espaço de mobilização social e exaltou o ex-jogador brasileiro Sócrates e a Democracia Corinthiana, movimento contra ditadura militar no Brasil que envolveu membros do clube paulista.
Mamdani publicou vídeo nas redes sociais, ontem (13), antes do jogo Brasil e Marrocos, pela Copa do Mundo nos Estados Unidos. “O futebol criou movimentos, ajudou a derrubar ditadores e, por 90 minutos, não só nos permitiu esquecer nossos problemas, como também encontrar maneiras de superá-los. Que jogo lindo”, ressaltou o prefeito.
Leia mais“Enquanto nos preparamos para celebrar a Copa do Mundo aqui em Nova York, estamos criando e comemorando algo muito maior do que gols marcados e desarmes realizados. Estamos celebrando um esporte que deu a milhões de pessoas, em todo o mundo, tantas delas pobres e esquecidas, um senso de pertencimento, uma conexão com o próximo, um sentimento de solidariedade”, disse Mamdani.
Democracia Corinthiana
A Democracia Corinthiana foi um movimento que fez história no futebol brasileiro e visava a maior participação dos jogadores e demais empregados nas decisões do clube. Por voto, eles ganharam o direito de escolher coisas como horário dos treinos e detalhes da concentração. Em 1982, Waldemar Pires foi eleito presidente do Corinthians e passou a fazer esse diálogo com os jogadores do elenco profissional.
Entre esses atletas, estavam Sócrates, Wladimir, Casagrande, Biro-Biro, Zé Maria e Zenon, lideranças politizadas que ganharam espaço como vozes do grupo. A influência da equipe não se restringiu ao futebol e, naquele período, o Corinthians estampou em suas camisas frases de cunho político como “Diretas Já”, em uma época em que movimentos sociais se articulavam para lutar pela volta da democracia ao país.
A Democracia Corinthiana durou alguns anos e começou a perder força em 1984, quando Casagrande foi para o São Paulo e Sócrates se transferiu para a Fiorentina. No período, o time venceu o Campeonato Paulista três vezes (1982, 1983 e 1988) e, em 1990, venceria o Campeonato Brasileiro pela primeira vez em sua história.
No vídeo, o prefeito Zohran Mamdani, lembrou da atuação de Sócrates como meio-campo brasileiro nas décadas de 1970 e 80, incluindo a Copa do Mundo de 1982, quando foi capitão da equipe.
“Foram anos difíceis para o Brasil. Uma ditadura militar repressiva governava o país, impondo seu domínio pela força. No Corinthians, clube que capitaneou, Sócrates e seus companheiros participaram do que todo brasileiro comum sonhava: democracia. Eles iniciaram um experimento de autogoverno chamado Democracia Corintiana. Independentemente de ser o craque do ataque ou o funcionário da lavanderia, todos tinham o mesmo voto”, exaltou.
“E, enquanto a ditadura militar torturava e assassinava seus cidadãos, Sócrates liderava os jogadores em campo, vestindo jaquetas com os dizeres ‘Quero votar no meu presidente’”, lembrou Mamdani.
O Brasil estreou contra o Marrocos na Copa do Mundo, ontem, em jogo no MetLife Stadium, em Nova Jersey, cidade que é uma das sedes do campeonato junto com Nova York. A partida pelo Grupo C terminou em empate, em 1 a 1.
O democrata Zohran Mamdani, de 34 anos, tomou posse em janeiro deste ano como prefeito de umas das cidades mais importantes dos Estados Unidos. Ele é o primeiro muçulmano a comandar a cidade e o mais jovem a ocupar o posto desde 1892.
O prefeito novaiorquino é descendente de imigrantes, se considera socialista, é crítico ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump e é favorável à causa palestina.
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Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, o advogado Luciano Pacheco (MDB) também exibiu sua veia musical. Subiu ao palco durante o show da banda Sebá Rossi e cantou “Garçom”, o maior sucesso do saudoso Reginaldo Rossi.
O 1º Forró do Magno, em Arcoverde, que deve entrar para o calendário junino pelo seu extraordinário sucesso de estreia, ontem, valorizou a cultura local, começando ao meio-dia com o grupo musical do Maestro Zezinho do Acordeon.
O mestre tocou sanfona por muitos anos na banda de Maciel Melo. É de Arcoverde e difunde a história do Sertão com foco na tradição da cultura nordestina. Integra o seu grupo, que toca de tudo que é bom, Antônio Germano, Jô, Topo Gigio, Lenildo e sua filha Allana Carla, vocalista de voz aveludada.
Outra super atração do 1º Forró do Magno, ontem, em Arcoverde, foi o cantor e compositor Paulinho Leite, que está de volta aos palcos com o projeto audiovisual “Atravessando o Tempo”, marcando seu retorno após um período de pausa, com 15 faixas autorais e participações de nomes como Santanna, André Rio, Nando Cordel e Maciel Melo.
O trabalho foca nos ritmos nordestinos como forró, baião e xaxado. Na festa, Paulinho também cantou sucessos anteriores e foi muito aplaudido.
Grande atração do 1º Forró do Magno, ontem, em Arcoverde, o cantor e compositor Silvério Pessoa encheu os olhos da plateia cantando grandes sucessos do paraibano Jackson do Pandeiro. Foi aplaudidíssimo também pela espetacular performance em palco.
Silvério se apresentou com a orquestra Super Oara, ao lado do talentoso Elaque, múltiplo artista e instrumentista. Pela manhã, também cantou na feira do Cecora, num programa ao vivo da rádio Itapuama FM sob o comando da jornalista Zalxijoane Ferreira e do irmão João Ferreira Filho.
Artista popular, extremamente identificado com os valores da terra e a cultura regional, Silvério Pessoa adorou ter cantado na feira. Mais do que isso, aplaudiu as escolhas que fiz para subir ao palco na minha festa.
“O seu forró, Magno, vai dar certo porque você encontrou uma forma de valorizar o artista local, as nossas raízes e a nossa história musical. Adorei ver no palco o maestro Zezinho do Acordeon, com mais de 20 anos de história levando a tradição da cultura nordestina, junto aos amigos Antônio Germano, Jô, Topo Gigio, Lenildo e sua filha Allana Carla”, afirmou.
E acrescentou: “Também adorei ver no palco a super Oara, que é a cara de Arcoverde, sob a batuta do grande Elaque, assim como o Paulinho Leite, extremamente talentoso e propagador da nossa cultura”.
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Há muito, sabia e conhecia o vozeirão do ex-deputado federal Sebastião Oliveira, hoje presidente estadual do Avante e candidato a deputado estadual. Só não tinha dimensão da sua projeção na música nordestina com a sua banda Sebá Rossi, cover do rei Reginaldo Rossi.
Ele roubou a cena, ontem, no meu forró, em Arcoverde, interpretando os grandes sucessos do rei do brega. Sua banda é sensacional! O público adorou, vibrou e dançou de rosto coladinho.
Parabéns, amigo Sebá! E obrigado por ter aberto a sua agenda junina para o meu evento num dia tão concorrido, inclusive com estreia do Brasil na Copa.
O jornalista Dárcio Rabêlo, da Rádio Independente de Arcoverde, esteve presente no 1º Forró do Magno fazendo uma ampla cobertura. Em breve entrevista, falei a Dárcio sobre o pioneirismo do blog no Nordeste, Brasília como escola e etapa da minha consolidação no jornalismo político, e também sobre a ideia de levar o Forró do Magno para Arcoverde, terra da minha Nayla, a fim de prestigiar nossos leitores e ouvintes do interior.
Assista!
