Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), tem intensificado o diálogo com a atual direção do BRB (Banco de Brasília) em meio à grave crise desencadeada pela investigação sobre a compra de ativos fraudulentos do Banco Master. A apuração é dos analistas de Política da CNN Matheus Teixeira e Larissa Rodrigues.
A estratégia de Ibaneis tem sido se desvincular da antiga direção do BRB, comandada por Paulo Henrique Costa, que operacionalizou a compra dos títulos fraudulentos que geraram um rombo estimado em R$ 12 bilhões. Ele justifica que delegou total liberdade aos seus auxiliares e que não é um governador centralizador, tentando assim afastar sua responsabilidade sobre o caso. As informações são da CNN Brasil.
Leia maisAproximação com a nova gestão
Enquanto busca se distanciar da administração anterior, Ibaneis tem se aproximado da atual gestão do BRB, agora liderada por Nelson Souza, um agente do mercado financeiro reconhecido que assumiu após o afastamento de Paulo Henrique Costa. Segundo Matheus Teixeira, o principal objetivo dessa aproximação é evitar que o governo do Distrito Federal precise injetar recursos públicos para salvar o banco.
Segundo Larissa Rodrigues, o governador e o comando do BRB estão trabalhando juntos para comprovar que “o banco está de pé e continuará de pé sem dinheiro do contribuinte”. A pressão sobre Ibaneis aumentará consideravelmente caso seja necessário um aporte de dinheiro público, especialmente considerando que a situação das contas do governo do Distrito Federal não é favorável.
Busca por soluções financeiras
Para contornar a crise, o atual presidente do BRB esteve em São Paulo tentando vender ativos que o próprio banco adquiriu do Banco Master. Outras alternativas em análise incluem a obtenção de empréstimos junto ao fundo garantidor que protege pequenos investidores, a venda de imóveis do banco ou do governo do DF, e até mesmo a negociação com outras instituições financeiras.
Larissa destaca que prazo para que o BRB apresente ao Banco Central um plano detalhando como conseguirá recuperar a liquidez necessária para honrar seus compromissos termina nesta sexta-feira (6). O banco precisa demonstrar como obterá cerca de R$ 5 bilhões em um prazo de seis meses. A apresentação desse cronograma é crucial para o futuro da instituição financeira e para a gestão de Ibaneis Rocha.
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O projeto de reeleição do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, e a pré-candidatura de Gabriel Porto para deputado federal receberam, neste sábado (7), impulso expressivo no Agreste, com a declaração de apoio do ex-deputado e ex-prefeito de Caruaru Tony Gel e do empresário Tonynho, que foi candidato a vice-prefeito do município em 2024. Os dois lideram grupo político representativo na capital do forró, maior colégio eleitoral do interior e quarto do estado.
“É uma honra receber o apoio de nomes como Tony Gel e Tonynho, referências na política de Caruaru e de Pernambuco. Nosso projeto se amplia, fortalece os laços com o Agreste, e cresce em responsabilidade e compromisso com os caruaruenses e com toda a região”, avalia Álvaro Porto.
Para Gabriel, receber o aval de Tony e Tonynho é a certeza de que a construção da sua pré-candidatura está no caminho certo. “Só temos a agradecer a confiança e o apoio de quem tem tanta história e uma extensa folha de serviços prestados a Caruaru e ao estado. Nosso compromisso é de muita dedicação e trabalho para representar da melhor forma possível Caruaru e todo o Agreste em Brasília”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar a pressão dos Estados Unidos sobre Cuba e defendeu uma solução interna para a situação da Venezuela, que foi alvo de uma intervenção norte-americana no mês passado.
Lula ainda reforçou o discurso da soberania nacional, algo que tem repetido ao longo das agendas públicas desde o ano passado, e se disse orgulhoso da parceria do país com a China. As informações são do portal g1.
Leia mais“O nosso país é um país soberano. A gente quer trabalhar com todo mundo, mas a gente não quer dono, não quer voltar a ser colonizado. O nosso país é solidário ao povo cubano, que é vítima de um massacre de especulação dos Estados Unidos contra eles. E que nós temos que encontrar, enquanto partido, um jeito de ajudar”, afirmou.
“Nós temos que dizer em alto e bom som que o problema da Venezuela tem que ser resolvido pelo povo da Venezuela e não pelos Estados Unidos ou pelo [Donald] Trump”, prosseguiu.
Após a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela em 3 de janeiro deste ano, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado junto com sua esposa, Cilia Flores, e levado para Nova York para ser julgado por tráfico de drogas.
O comando do país passou para Delcy Rodríguez, então vice-presidente. Sob pressão, ela conduz mudanças exigidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao mesmo tempo em que mantém o discurso chavista.
Terras raras
Em seu discurso, Lula ainda citou participar de reuniões que tratam sobre terras raras, alvo de disputa entre EUA e China. “E, agora, embaixador, toda a conversa, toda a reunião é para evitar que os países vendam terras raras, minerais críticos para a China. É uma briga meio escondida, mas tudo é para a China, contra a China. E eu quero dizer que eu sou muito grato, muito grato à parceria que o Brasil tem com a China”, frisou o presidente.
A disputa entre Estados Unidos e China pelo controle das terras raras — minerais essenciais para celulares, carros elétricos, painéis solares, turbinas eólicas e armamentos — voltou a se intensificar neste início de 2026.
A declaração foi dada durante o encerramento do evento de comemoração de aniversário dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), em Salvador, na Bahia.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (7) que a política “apodreceu” e está “muito mercantilizada”. Na ocasião, o presidente criticou ainda o custo eleitoral.
A declaração foi dada durante o encerramento do evento de comemoração de aniversário dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), em Salvador, na Bahia. “Os nossos deputados são testemunhas que a política apodreceu. A política apodreceu. Vocês que são candidatos sabem como é que está o mercado eleitoral nesse país. Vocês sabem quanto custa um cabo eleitoral. Vocês sabem quanto custa o vereador. Vocês sabem quanto custa o preço de cada candidatura nesse país. O que é uma vergonha”, disse. As informações são do portal g1.
Leia maisLula mencionou ainda ter saudades do tempo em que fazia comícios e precisava levantar dinheiro, por exemplo, vendendo camisetas, para custear as campanhas. “Agora, é dinheiro rolando para tudo quanto é lado, não é possível”, criticou.
Em outro momento do discurso, o presidente fez um alerta aos aliados para que se prepararem e fiquem atentos com relação à corrida eleitoral. Em seguida, mencionou o objetivo de trazer mais partidos para a base do governo.
“E essa campanha agora, se preparem, porque vocês, os nossos aliados, PSB, PCdoB, PDT e quem mais a gente conseguir trazer, sabe, quem mais a gente conseguir trazer…”, reforçou.
Lula tem intensificado movimentos que marcam a largada de seu projeto de reeleição em 2026. Nos bastidores, o governo tem articulado apoio no Congresso e buscado alinhar propostas consideradas populares, como o fim da escala 6×1 e a regulação do trabalho por aplicativo, em um esforço para fortalecer sua base e pavimentar a agenda eleitoral do ano.
Em meio a esse cenário, a presença de Lula no evento partidário ocorre logo após um jantar de aproximação com líderes da Câmara — iniciativa vista pelo Planalto como parte da estratégia para ampliar alianças e dar impulso às pautas que o PT pretende transformar em marca da campanha deste ciclo eleitoral.
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Uma fala da governadora de Raquel Lyra (PSDB) durante o show do cantor João Gomes, ontem, no Recife, gerou forte repercussão negativa, especialmente entre moradores do Sertão. Ao lado do artista, natural de Serrita, a governadora afirmou: “Todo mundo quer ser vizinho dele agora. Eu queria ver quando ele morava lá, no Sertão. Se tinha alguém que queria”.
A declaração foi vista como um desrespeito às origens do cantor e como uma demonstração de preconceito contra os sertanejos. Comentários publicados nas redes sociais e grupos de conversa expressam indignação com a postura da gestora. “A governadora ironiza o Sertão e desqualifica João Gomes dizendo que, quando ele era do Sertão, ninguém falava com ele”, diz uma das mensagens que circulam.
Outro comentário afirma: “Os maiores músicos e empresários desse país nasceram no Sertão e ainda hoje surgem vários talentos nordestinos com raízes nessa terra tão valiosa. A governadora foi muito infeliz e não cabe a uma gestora tratar o povo sertanejo com tanto preconceito e desdém”.
Até o momento, a governadora Raquel Lyra não se pronunciou sobre o ocorrido.
O advogado Paulo André Rabêlo assumiu o cargo de presidente da Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe). Ao assumir a Presidência, o gestor destacou a importância de assumir o desafio.
“Assumo a Jucepe com profundo respeito à sua missão institucional e com o compromisso de fortalecer ainda mais a segurança jurídica, a eficiência dos serviços e o ambiente de negócios em Pernambuco”, afirmou. Segundo ele, a Junta tem papel estratégico no desenvolvimento econômico e na modernização do Estado. As informações são do Blog da Folha.
O novo presidente também ressaltou que sua gestão será pautada pela transparência e pelo zelo com a coisa pública. “Nosso trabalho será guiado pelo diálogo, pela técnica e pela responsabilidade, sempre buscando facilitar a vida de quem empreende e gerar a impactos positivos para a economia pernambucana”, pontuou. A nomeação consolida um perfil técnico e experiente à frente da Jucepe, alinhado às demandas atuais do setor produtivo e da sociedade.
Trajetória
Advogado e professor universitário, Paulo André Rabêlo construiu uma trajetória na gestão pública e em entidades estratégicas. Ao longo de sua carreira, atuou como Assessor Especial do prefeito Roberto Magalhães e Chefe de Gabinete do deputado Roberto Magalhães, Gerente Jurídico da Secretaria de Trabalho, Assessor Jurídico da Secretaria de Cultura, Chefe de Gabinete do ex-deputado Jorge Corte Real, Vice-Presidente do DETRAN e Gerente Jurídico do Sistema FIEPE (SESI, SENAI e IEL). Desde março de 2023, vinha exercendo a função de Vice-Presidente da JUCEPE, cargo ocupado por mais de dois anos.
O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, aproveita o fim de semana para fortalecer alianças. Na Bahia, em Salvador, onde participa das comemorações pelos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o gestor utiliza o calendário partidário para estreitar os laços com a legenda aliada.
Em foto divulgada há pouco nas redes sociais, João Campos aparece ao lado de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin, acompanhada da legenda: “Ao lado dessa dupla que tanto tem feito bem ao Brasil”. Na mesma publicação, o deputado federal Pedro Campos (PSB) comentou: “Cara de chapa”.
Na última quinta-feira (5), Lula admitiu pela primeira vez a possibilidade de trocar o companheiro de chapa com o objetivo de fortalecer o palanque no maior colégio eleitoral do país. No PSB, partido do vice-presidente, a manutenção de Alckmin é considerada estratégica, posição que deverá ser apresentada ao Palácio do Planalto em reunião prevista para a próxima semana entre João Campos, na condição de presidente nacional da sigla, e o presidente Lula
Em nota, o ex-deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), considerado o decano da Câmara dos Deputados, afirmou que vai se envolver diretamente nas eleições deste ano, apoiando candidatos a deputado estadual da Frente Popular em diferentes regiões de Pernambuco.
No comunicado, Patriota declara apoio à pré-candidatura de Josimara Cavalcanti e a outros nomes da Frente Popular. Em Petrolina, o apoio é destinado ao deputado estadual Rodrigo Farias; em Araripina, à deputada Roberta Arraes. A nota também menciona apoios a candidatos da Frente Popular em Salgueiro e Afogados da Ingazeira.
Em Itapetim, o ex-parlamentar afirmou apoiar Romerinho Jatobá, enquanto em Sertânia declarou apoio a Diogo Moraes. Ao justificar as escolhas, Patriota destaca os “excelentes trabalhos prestados” pelos parlamentares na Assembleia Legislativa de Pernambuco e afirma que, após mais de 40 anos de atuação política, não poderia “ficar distante destes importantes apoios”.
Na minha Arcoverde, dei uma passadinha na loja de conveniência do posto Cruzeiro para renovar o estoque do meu livro Os Leões do Norte. A gerente Célia Caetano, na foto ao meu lado, informou que todos os livros do restaurante do posto também foram vendidos. Que bom! Aliás, aqui e no posto Cruzeiro de Itacaimbó são os pontos mais recordistas de demanda da obra.
O crescimento nas vendas ocorre em meio ao aumento do interesse por obras voltadas à história pernambucana, especialmente após o anúncio da governadora Raquel Lyra sobre a criação de uma disciplina obrigatória de História de Pernambuco na rede estadual de ensino. O livro reúne 22 minibiografias de ex-governadores do Estado e vem sendo procurado como material de consulta por leitores e educadores.
Aos que me perguntam onde encontrar Os Leões do Norte: além da Livraria Leitura do Shopping Caruaru, o livro está disponível em qualquer unidade da Rede Imperatriz, nas livrarias Jaqueira (Praça da Jaqueira e Paço Alfândega) e na Leitura do Riomar, no Recife. No interior, também pode ser adquirido nos postos Cruzeiro de Tacaimbó e Arcoverde, na livraria do Shopping Serra, em Serra Talhada, e na Gráfica Zap, em Afogados da Ingazeira.
Quem preferir comprar pela internet pode adquirir diretamente no site da Editora Eu Escrevo, pelo link: https://www.euescrevoeditora.com/os-le%C3%B5es-do-norte.
Do jornal O Globo
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), tem indicado a aliados que não deseja disputar cargos eletivos por São Paulo, estado que governou por quatro mandatos, se for descartado da chapa de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na quinta-feira, o petista admitiu pela primeira vez que pode trocar seu companheiro de chapa para ter um palanque mais forte no maior colégio eleitoral do país. No partido do vice, a manutenção no posto é considerada estratégica, e a posição será levada ao Palácio do Planalto em reunião marcada para a semana que vem entre o presidente nacional da sigla, João Campos, e Lula.
O entorno de Alckmin vê uma pressão de um núcleo do PT para que ele dispute alguma vaga majoritária em São Paulo. Esse grupo pontua que o vice-presidente não está disposto a encarar o desafio. Quem conversou com ele nos últimos dias argumenta que é mais fácil o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ser convencido a disputar o Palácio dos Bandeirantes, embora tenha dito reiteradas vezes que não deseja concorrer, do que Alckmin ser persuadido a abrir mão da vice-presidência.
Leia maisRelação de confiança
Ex-adversários que viraram aliados políticos na campanha de 2022, quando o ex-tucano foi peça central da estratégia petista para ampliar as alianças e derrotar Jair Bolsonaro (PL), Lula e Alckmin construíram uma relação de lealdade, com diálogo que dispensa intermediários, ao longo do mandato. É por isso que, ainda que o vice resista a disputar eleições em São Paulo, aliados ressaltam que ele não deixará de ouvir o presidente sobre o assunto.
A permanência de Alckmin na chapa voltou a ser questionada na quinta-feira, quando Lula admitiu pela primeira vez a possibilidade de excluir o aliado da disputa à Presidência. O movimento ocorre no momento em que o PT busca atrair o MDB para fazer uma dobradinha na tentativa de se manter no Palácio do Planalto. Em entrevista ao Portal UOL, Lula disse que tanto Alckmin quanto Haddad, ou a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), podem ser candidatos em São Paulo.
“Nós temos muito voto em São Paulo e temos condições de ganhar as eleições em São Paulo. Eu ainda não conversei com o Haddad, ainda não conversei com o Alckmin, mas eles sabem que têm um papel para cumprir em São Paulo. Eles sabem. A Simone (Tebet) também tem um papel para cumprir, também não conversei com ela”, afirmou.
No PSB, o discurso é de que o vice, que também é ministro de Indústria e Comércio, mostrou ao longo do governo sua importância. O partido vê o posto como de peso simbólico, mas com componente estratégico a partir do eventual novo mandato, já que a sucessão passaria a ser mais discutida. Com a vice mantida, a sigla teria maior poder de barganha em negociações futuras para o pós-Lula.
Lula e João Campos vão se encontrar brevemente neste fim de semana em Salvador, onde acontece a celebração de aniversário do PT. A conversa privada entre o presidente e o prefeito do Recife, que dirige o PSB, contudo, será apenas na semana que vem. Interlocutores indicam que Campos vai ouvir Alckmin com atenção antes de formular o discurso, mas é fato que a manutenção da chapa será defendida ao petista.
Para a cúpula do PT, Haddad segue como único plano do partido para o governo de São Paulo. Pessoas próximas a Lula afirmam que o presidente citou Alckmin para “não deixar Haddad sozinho” diante de pressões reiteradas que o ministro vem sofrendo de colegas de Esplanada. Nos últimos dias, Camilo Santana (Educação), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Simone Tebet (Planejamento) fizeram coro por Haddad.
No início do evento de aniversário do PT, na Bahia, quem também defendeu a candidatura do chefe da Fazenda e a continuidade de Alckmin na vice foi o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, petista histórico que tende a tentar um retorno à Câmara dos Deputados nas próximas eleições. Para ele, a chapa formada em 2022 representou um “pacto” que deveria ser mantido.
“Eu defendo há muito tempo que ele (Haddad) seja o nosso candidato, já que o Geraldo Alckmin, no meu entendimento, deve continuar como vice-presidente. Porque isso foi um pacto político, uma espécie de um contrato que nós assinamos com a sociedade brasileira, que a aliança entre o Lula e o Alckmin criaria as condições para nós vencermos a eleição”, afirmou.
Parte dos aliados de Lula afirma que apostam que Alckmin seguirá onde está, e que uma mudança na vice só ocorreria na hipótese de alteração significativa do cenário nacional que envolvesse a ida formal de legendas como MDB, PSD ou Republicanos para a chapa — o que não está no horizonte neste momento. Esses petistas também pontuam que Alckmin poderia cumprir papel sendo o coordenador principal da campanha de Lula em São Paulo, sem necessariamente concorrer.
Geraldo Alckmin realizou o sonho de estar no Palácio do Planalto como vice de Lula e ministro da Indústria e Comércio, na avaliação de pessoas que convivem com ele. No cargo, manteve boa relação com o PIB, empresários, entidades e prefeitos. Cumpriu ainda missões estratégicas ao país, como a negociação da crise do tarifaço dos Estados Unidos.
Aliados do ex-governador entendem que o estado de São Paulo mudou desde que o político deixou o Palácio Bandeirantes, em 2018. Além do enfraquecimento do PSDB, o interior paulista, antes tucano e território por onde Alckmin sempre navegou com desenvoltura, se aproximou do bolsonarismo e mantém resistência da gestão petista.
Palanque forte
A pressão de Lula e do PT por um nome de peso na disputa paulista reside mais na importância do maior estado do país para a eleição presidencial do que na eventual esperança de conquistar o governo local — que o partido nunca conseguiu ganhar, mesmo no auge de popularidade do presidente no passado. Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, larga com favoritismo, diante da gestão bem avaliada nas pesquisas, e petistas querem ao menos garantir a Lula um palanque robusto por lá.
Em 2022, por exemplo, a presença de Haddad no segundo turno contra Tarcísio foi considerada decisiva para a campanha de Lula. O então presidenciável venceu Bolsonaro na capital por boa vantagem e perdeu no estado por uma diferença tida como aceitável — foi possível, enfim, reduzir os danos num local conservador e com muito voto. Percentualmente, o resultado das duas eleições foi praticamente idêntico em São Paulo, com pouco mais de 55% para Tarcísio e Bolsonaro e pouco menos de 45% para Haddad e Lula.
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Arcoverde, a 250 km do Recife, terá, enfim, um candidato a deputado estadual da terra como alternativa aos eleitores que torcem o nariz aos candidatos invasores, sem identidade com o município. Trata-se do farmacêutico Olavo Bandeira, filho do saudoso médico Rui Bandeira, muitíssimo conceituado, querido e com relevantes serviços prestados à região.
Filiado ao PSDB, fará dobradinha e com o candidato a deputado federal Gabriel Porto, filho do presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto. Olavo tem forte inserção na sua categoria.
Com uma carreira consolidada no serviço público e na representação de classe, Olavo chega à pré-disputa estadual com forte ligação com o Sertão do Moxotó e reconhecimento em diferentes áreas. Atualmente, ele ocupa os cargos de Conselheiro Federal de Farmácia de Pernambuco e Presidente da Associação Farmacêutica do Estado de Pernambuco, representando a categoria em nível estadual e nacional.
Ao longo de sua trajetória, também acumulou experiências relevantes na gestão pública e no esporte. Já atuou como Diretor de Esportes de Arcoverde, Diretor da UPA de Vitória de Santo Antão, Diretor do Laboratório Municipal da Prefeitura de Buíque e Presidente do Flamengo de Arcoverde, funções que reforçam seu perfil técnico e administrativo.
Em meio às movimentações recentes do cenário político de Manari, o ex-candidato a prefeito em 2012, 2016 e 2020 e ex-candidato a vice-prefeito em 2024, Cícero do Sindicato, reafirmou o posicionamento da oposição no município. Segundo ele, o grupo que historicamente apoiou o ex-deputado estadual Rodrigo Novaes mantém o apoio ao pré-candidato a deputado estadual Bruno Marques, filho do prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques, aliança construída com base na confiança e em ações concretas, como o apoio na área da saúde que viabilizou cirurgias eletivas e de média complexidade para mais de 100 famílias carentes de Manari.
Cícero também criticou o rompimento unilateral de compromissos por parte de um ex-candidato a prefeito anteriormente apoiado pelo grupo e afirmou que a decisão não representa a oposição organizada. “Meu apoio a Bruno Marques não é circunstancial, é fruto de compromisso, de palavra dada e de um projeto construído com diálogo e respeito. Em política, acordo não é algo descartável; é um pacto de confiança com as pessoas e com o futuro do município”, afirmou, destacando ainda que Bruno “sempre esteve presente” e ressaltando seu apoio a Carlos Costa, pré-candidato a deputado federal.
