Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Quem conhece a fábula de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, sabe que ali a lógica é justamente a inversão da realidade. Na política de Pernambuco, parece que estamos diante de algo parecido.
A governadora Raquel Lyra anunciou hoje 20 pontos de um novo programa de governo. O problema é que, depois de quatro anos à frente do Estado, boa parte do que está sendo apresentado como promessa para os próximos anos deveria, na verdade, ser apresentada como resultado do governo que termina.
Leia maisÉ uma situação politicamente curiosa: pela primeira vez, um governo parece reconhecer, ainda que indiretamente, que aquilo que prometeu não foi entregue. E, em vez de apresentar resultados concretos, anuncia que pretende fazer no futuro aquilo que não conseguiu fazer no presente.
Depois de quatro anos governando Pernambuco, o objetivo central deveria ser outro: apresentar resultados, prestar contas do que foi realizado e mostrar uma perspectiva de futuro a partir das conquistas já alcançadas. Não se governa um Estado apenas com intenções. Governo se mede por entregas.
Por isso, anunciar agora 20 compromissos para os próximos anos, sem que eles estejam sustentados por resultados equivalentes nos quatro anos anteriores, acaba produzindo uma pergunta inevitável: se não foi feito até agora, por que o pernambucano deveria acreditar que será feito depois?
É aí que a política encontra a fantasia. Em Alice no País das Maravilhas, as coisas podem acontecer ao contrário da lógica. Na vida real, especialmente na administração pública, não.
Depois de quatro anos, não basta dizer o que se pretende fazer. É preciso mostrar o que foi feito. Pernambuco não precisa de novas promessas para o futuro. Precisa saber por que tantas promessas do passado ainda não viraram realidade.
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Pesquisa Datafolha sobre as eleições de 2026 no Ceará mostra empate técnico na intenções de voto para o Senado Federal entre os candidatos Cid Gomes (PSB), da base governista, e Capitão Wagner (União Brasil), da oposição. O ex-governador alcança 26% dos votos consolidados, enquanto o ex-deputado federal tem 22%.
A distância entre eles está dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Na sequência, entre os melhores desempenhos, aparecem Luizianne Lins (Rede), com 14%, seguida de Alcides Fernandes (PL), que alcança 7%. As informações são do jornal O Povo.
Leia maisAssim, as quatro melhores colocações na preferência do eleitorado se dividem entre apoio ao governo de Elmano de Freitas, com o ex-governador e a ex-prefeita, e oposição de Wagner e Alcides, filho do deputado federal André Fernandes (PL).
A pesquisa é o primeiro levantamento do instituto após as convenções partidárias, realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto. A divulgação dos números ocorre poucos dias antes de finalizar o prazo para o registro formal das candidaturas junto à Justiça Eleitoral, em 15 de agosto. A campanha eleitoral começa no dia seguinte, 16.
Pesquisa Estimulada
Se a eleição para senador do estado do Ceará fosse hoje e os candidatos fossem estes, em qual candidato você votaria para a primeira vaga? E em qual você votaria para a segunda vaga? Os resultados foram:
Cid Gomes (PSB): 26%; Capitão Wagner: 22%; Luizianne Lins (Rede): 14%; Alcides Fernandes (PL): 7%; Guilherme Teophilo (Novo): 3%; Reginaldo Ferreira (PSTU): 2%; Catarina Matos (UP): 2%; Em branco/nulo/nenhum: 14%; Indecisos: 10%.

O Datafolha entrevistou 1.022 eleitores em todo o Estado do Ceará entre 10 e 12 de agosto, distribuídos por 51 municípios. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.
No cenário da pesquisa estimulada, 69% dos entrevistas escolheu dois candidatos, enquanto 14% disse apenas um e 16% não teve candidato escolhido.
Espontânea
Neste ano também haverá eleição para senador do Ceará. Serão duas vagas para o senado. Em quem você pretende votar para a PRIMEIRA VAGA de senador? E para a SEGUNDA VAGA de senador em quem você pretende votar? Eis os resultados:
Cid Gomes (PSB): 3%; Luizianne Lins (Rede): 3%; Capitão Wagner: 2%; Alcides Fernandes (PL): 1%; Outras respostas: 5%; Em branco/nulo/nenhum: 8%; Indecisos: 79
Desempenho por regiões
No interior do Estado, o candidato à reeleição para o Senado, Cid Gomes, tem 29% das intenções de voto. Wagner aparece com 20% e Luizianne com 12%.
Na Região Metropolitana de Fortaleza, o cenário fica mais acirrado. O candidato do União Brasil lidera numericamente com 24%. Ciro alcança 23% e Luizianne 18%.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) anexou, no início da tarde deste sábado (15), o plano de governo da sua candidatura ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2026. O documento consta na plataforma de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reúne as principais informações dos participantes no pleito deste ano.
Com o nome oficializado desde o dia 5 de agosto, na convenção estadual do PSD Pernambuco, Raquel foi a última entre as oito chapas que disputam a vaga no Palácio do Campo das Princesas a apresentar formalmente as suas propostas. No calendário deste ano, o TSE determinou que o prazo limite para registro de candidaturas seria até às 19h do dia 15 de agosto. As informações são do Diário de Pernambuco.
Leia maisA candidata chegou a ser intimada pela Justiça Eleitoral na última quarta-feira (12), com a cobrança para a inclusão do documento em até três dias. Segundo o processo, a chapa deveria suprir ainda outras irregularidades burocráticas e documentais, sob pena de indeferimento do registro da candidatura.
As propostas da coligação Pernambuco de Coração para reeleger Raquel Lyra e Priscila Krause (PSD) ao Executivo estadual estão divididas em seis eixos: Educação, Ciência e Tecnologia; Saúde e Qualidade de Vida; Segurança, Cidadania e Direitos Humanos; Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura; Meio Ambiente e Cidades; e Gestão, Transparência e Combate à Corrupção.
Entre os pontos principais destaca-se a previsão da construção de 250 novas creches, com um total de 60 mil novas vagas criadas, números que também constavam no plano de governo divulgado em 2022, quando a então candidata chegou a adotar o apelido de “Racreche”. Ao longo da gestão atual, a governadora conseguiu entregar 11 novas creches do total previsto, atendendo a cerca de 300 crianças.
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Em resposta à nota de esclarecimento “O que dizem os números da Polícia Penal de Pernambuco”, de autoria da presidente do Sinpolpen-PE, Márcia Maria de Oliveira Silva, publicada ontem neste blog, o policial penal Nickson Monteiro encaminhou, neste sábado (15), o seguinte artigo:
Resposta aos “esclarecimentos” de Márcia do Sinpolpen-PE
Por Nickson Monteiro*
Primeiro, chama atenção que, em toda a resposta, não há uma única crítica ao Governo Raquel Lyra. E sabe por quê? Porque o SINPOLPEN aceitou essa política salarial praticamente sem resistência, sem mobilização à altura e sem o enfrentamento que a categoria esperava de sua entidade representativa.
Leia maisRaquel Lyra prometeu valorização. O que entregou aos policiais penais foi, na prática, um reajuste pífio diante da defasagem salarial acumulada. E o que mais revolta a categoria é ver o próprio sindicato tentando apresentar esses números como uma grande conquista. Sindicato não existe para explicar por que o Governo não poderia dar mais. Sindicato existe para lutar para que o Governo dê mais.
Quando a direção sindical reproduz o argumento de “limitação orçamentária”, “limite da folha” e “melhor construção possível”, quem está falando: o sindicato ou o Governo? Cadê a cobrança pública? Cadê a mobilização? Cadê o enfrentamento? Cadê a indignação com uma política salarial que manteve nossa categoria profundamente desvalorizada?
E não adianta pegar percentuais e apresentá-los isoladamente. A pergunta que interessa ao policial penal é outra: quanto vale hoje o nosso salário diante da responsabilidade, do risco e da importância da função que exercemos? Como estamos em relação às demais polícias penais do país?
O Governo Raquel Lyra adotou uma política de forte arrocho para o funcionalismo e, para os policiais penais, não entregou a valorização prometida. Na nossa avaliação, foi um dos piores governos para a valorização salarial dos servidores desde a gestão Jarbas Vasconcelos.
E, infelizmente, em vez de reconhecer a insatisfação da base e cobrar mais do Governo, a presidente do SINPOLPEN prefere defender o resultado da negociação.
Márcia, a categoria não precisa de um sindicato para defender o reajuste do Governo. Para isso o Governo já tem seus próprios representantes. Precisamos de um sindicato que defenda os Policiais Penais.
O que queremos agora são explicações convincentes e, principalmente, mudança de postura. Porque o sentimento de muitos policiais penais é de abandono e de falta de representatividade.
Menos justificativas para o Governo. Mais luta pela categoria.
*Policial penal
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Marcada para a tarde deste sábado (15), último dia para o registro de candidaturas, a executiva nacional do PSOL se reuniria para discutir a estratégia eleitoral da legenda no país e definir o futuro do projeto do ex-vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), ao Governo de Pernambuco.
Nos bastidores, o comando nacional do PSB pressiona pela retirada do projeto local, diante da disputa apertada pelo Governo do Estado entre João Campos (PSB) e a governadora Raquel Lyra (PSD). No entanto, a reunião não aconteceu por falta de quórum, o que representa uma vitória momentânea para Ivan, que, por enquanto, mantém sua candidatura no páreo. As informações são do blog Cenário.
As campanhas eleitorais de 2026 começam, oficialmente, neste domingo (16), ainda com indefinição sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa a nomes que efetivam registro de candidatura. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar neste segundo semestre mudanças na legislação que alteraram a contagem do tempo em que uma pessoa fica proibida de se candidatar às eleições — a chamada inelegibilidade.
Entre nomes diretamente interessados no julgamento do STF estão o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PSD) e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos). O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) também tinha esperança de ser beneficiado, mas foi enquadrado em nova condenação. As informações são do jornal O Tempo.
Leia maisPela nova regra aprovada pelo Congresso, o período de inelegibilidade começa a ser contado a partir da condenação, e não mais após o cumprimento da pena, o que diminui o período longe das urnas. A proposta foi inserida em projeto de minirreforma eleitoral por emenda da deputada Dani Cunha (PL-RJ), filha de Eduardo Cunha, um dos beneficiados.
A norma foi questionada pelo partido Rede Sustentabilidade no fim do ano passado. A legenda alega que as alterações promovidas pelos parlamentares à Lei da Ficha Limpa “desfiguraram” regras que protegiam a probidade e a moralidade administrativa. O partido pediu que os efeitos da lei sejam suspensos cautelarmente e que a norma seja invalidada.
Os ministros Cármen Lúcia e Luiz Fux já votaram contra a flexibilização, mas o julgamento no plenário virtual foi interrompido por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Os partidos têm até 15 de agosto para registrar os candidatos escolhidos no sistema da Justiça Eleitoral. A partir deste domingo (16), a propaganda eleitoral está liberada.
Candidaturas ainda serão aprovadas
Mesmo após o registro, as candidaturas ainda precisam ser aprovadas. Partidos, federações, coligações, candidatos, cidadãos e o Ministério Público Eleitoral têm cinco dias para apresentar impugnações. A decisão final cabe ao tribunal eleitoral, que pode deferir ou rejeitar o registro da candidatura.
Quem recorrer de uma decisão desfavorável e permanecer com o registro sub judice pode, em regra, continuar em campanha, participar do horário eleitoral e ter nome e número na urna. A validade dos votos fica condicionada ao resultado definitivo do julgamento.
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Entre uma taça de vinho e outra, o humorista Tom Cavalcante dá voz a alguns dos personagens do cenário político nacional e internacional em vídeo publicado em suas redes sociais. O humorista não deixou escapar personagens como o ministro do STF Gilmar Mendes; o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o ex-presidente Jair Bolsonaro; o candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes; o candidato ao Governo do Paraná, Sérgio Moro; e os candidatos à Presidência da República Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
Inelegível, o ex-governador do Distrito Federal (DF), José Roberto Arruda (PSD), declarou R$ 830,1 mil em bens ao TSE neste sábado (15), último dia de registro de candidaturas. O patrimônio informado inclui quatro imóveis, participação em empresa, um carro e aplicações financeiras.
Segundo a declaração entregue à Justiça Eleitoral, o maior patrimônio está em uma participação no capital social de uma empresa, avaliada em R$ 198 mil. Entre os imóveis, Arruda declarou um apartamento em Brasília, avaliado em R$ 195 mil, e uma casa em Itajubá (MG), sua cidade natal, de R$ 194 mil. Também aparecem dois apartamentos no município mineiro, avaliados em R$ 66,9 mil e R$ 19,4 mil. O único veículo informado é um Volkswagen Gol 2010/2011, declarado por R$ 30.990. As informações são do jornal Brasília Capital.
Nos ativos financeiros, o ex-governador declarou R$ 30.355,97 em conta corrente, R$ 49.459,20 e R$ 4.730,58 em duas cadernetas de poupança, além de R$ 40 mil em “crédito em empresa”.
Arruda está inelegível após condenações decorrentes da Operação Caixa de Pandora, que relevou um esquema de corrupção e pagamento de propinas na gestão do ex-governador. Apesar do registro formal, a situação dele será analisada pela Justiça Eleitoral, que poderá apreciar eventual pedido de impugnação por descumprir critérios da Lei da Ficha Limpa.
Em Serra Talhada, os irmãos Ednaldo Ferreira e Nivaldo Ferreira morreram hoje após um episódio de violência que chocou Serra Talhada. As informações são do blog do Nill Júnior.
A princípio, a informação é de que eles teriam sido vítimas de uma ação criminosa praticada por um homem armado, que chegou atirando na loja de Ednaldo, na Rua Joaquim Conrado de Lorena e Sá. Um dos irmãos, Nivaldo, teria reagido em legítima defesa e os dois acabaram alvejados. Um morreu no local e outro no Hospam. O atirador também foi morto.
O caso gerou uma onda de comoção na cidade. Por conta da ExpoSerra, vários políticos tinham atos programados na cidade, como o grupo de Sebastião e Waldemar Oliveira, de Luciano e Miguel Duque e o candidato ao Governo João Campos, com a prefeita Márcia Conrado. Todos cancelaram os atos em solidariedade.
A própria ExpoSerra está com suas atividades em xeque. As vítimas são irmãs do presidente da CDL, Gilvanilson Ferreira da Silva, conhecido como Maninho Ferreira.
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito (Republicanos), escolhido para assumir a coordenação regional da campanha governista, está no centro de mais um episódio que chama atenção para os cuidados elementares exigidos pela legislação eleitoral às vésperas da abertura oficial das campanhas. A escolha da governadora Raquel Lyra (PSD) para coordenar sua campanha à reeleição no Pajeú já produz questionamentos antes mesmo do início oficial da propaganda eleitoral, marcado para amanhã (16).
Neste sábado (15), um carro de som circula pelas ruas de São José do Egito divulgando a chamada “Caravana da Esperança”. A vinheta atribui expressamente o convite ao prefeito, vereadores e lideranças políticas e convoca a população para o evento.
Leia maisO que significa dizer que, em São José do Egito, a campanha governista teria queimado a largada na corrida eleitoral. A legislação admite diversos atos de pré-campanha, inclusive menção a pretensas candidaturas, encontros políticos e divulgação de posicionamentos. Há, contudo, limites para a forma como essa comunicação pode ocorrer. No episódio de São José do Egito, um elemento chama especialmente a atenção: o carro de som.
A legislação eleitoral restringe a utilização de carros de som e minitrios. Mesmo durante o período oficial de propaganda, esses equipamentos não estão simplesmente liberados para circular isoladamente pelas cidades veiculando propaganda eleitoral. Seu uso é admitido em situações específicas, como carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões e comícios. Na pré-campanha, não é apenas o conteúdo da mensagem que importa: o meio usado para divulgá-la também pode ser considerado irregular. Assim, mesmo sem pedido explícito de voto, o uso de um meio proibido pode caracterizar propaganda eleitoral antecipada. Eventual irregularidade deverá ser analisada pela Justiça Eleitoral.
“CASA DE MAINHA”
O episódio deste sábado (15) não é o primeiro a chamar atenção em São José do Egito às vésperas da campanha. Dias antes, a fachada da chamada “Casa de Mainha”, espaço ligado ao grupo político de Fredson Brito, apareceu pintada com referências visuais a Pernambuco e, em grandes caracteres, o número 55.
A repercussão foi registrada pelo comunicador Cláudio Viana, conhecido na região pelo estilo irreverente e sarcástico no jornalismo e no radialismo. Nas redes sociais, ele publicou uma montagem com fotografias do antes e depois da fachada. Na primeira imagem, aparecia a inscrição “Casa de mainha 55”. Na segunda, o número já havia sido apagado. Viana ironizou a mudança ao se autointitular, em tom de brincadeira, “juiz eleitoral Dr. Cláudio Viana” e agradecer à “turma do coração roxo” por ter “atendido” a ele e retirado o número.

A publicação foi uma sátira do comunicador, e não resultado de qualquer decisão ou intervenção da Justiça Eleitoral. O Judiciário não foi provocado e não houve determinação judicial para a retirada do número.
Coordenar uma campanha para o Governo de Pernambuco não significa apenas reunir prefeitos, vereadores e lideranças, organizar agendas ou montar palanques. Também exige atenção à legislação eleitoral, orientação dos aliados e cuidado com a comunicação política, para evitar que a candidatura que se pretende fortalecer seja exposta a questionamentos desnecessários.
Por isso, a pergunta também precisa ser dirigida à governadora: que critério Raquel Lyra utilizou para entregar a coordenação de sua campanha no Pajeú a uma liderança que, antes mesmo do primeiro dia oficial de propaganda, já aparece envolvida em dois episódios de repercussão no terreno eleitoral?
Por fim, Fredson Brito está longe de ser um estreante em eleições. Disputou a Prefeitura de São José do Egito, venceu o pleito e hoje exerce o mandato de prefeito. Agora, assume uma responsabilidade ainda maior: coordenar regionalmente uma campanha para o Governo do Estado. A função exige, portanto, o mesmo cuidado que se espera de quem está à frente de uma operação política dessa dimensão.
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O podcast ‘Direto de Brasília’ da próxima semana será excepcionalmente na quarta-feira, ao invés da terça, por causa da concorrida agenda do jornalista e escritor Xico Sá. O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Xico vai falar da sua mais recente obra, o livro ‘O Tesoureiro: o esquema de corrupção, a fuga espetacular e a morte de PC Farias’. A obra mistura perfil, reportagem e memórias que revisitam a trajetória de Paulo César Farias, o PC Farias, tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello.
Leia maisNa época em que o escândalo envolvendo PC Farias estourou, Xico Sá já trabalhava como repórter de política da Folha de S.Paulo e foi o primeiro jornalista a revelar o paradeiro internacional do tesoureiro, após ele ter a prisão decretada e fugir do País.
O livro foca também nos bastidores da investigação da fuga cinematográfica de PC Farias Paraguai, Caribe e Europa, além de revisitar o assassinato dele e de sua namorada Suzana Marcolino em junho de 1996, na praia de Guaxuma, em Maceió, crime cercado de mistérios e sem culpados formalmente apontados pela Justiça.
Francisco Reginaldo de Sá Menezes, o Xico Sá, é natural do Crato, no Ceará, e já ganhou importantes prêmios do jornalismo, como o Esso, Folha, Abril e Comunique-se. Começou a carreira no Recife e foi colunista do jornal Folha de S.Paulo, no qual mantinha um blog diário em seu site até 2014.
Fez parte da bancada do programa esportivo Cartão Verde da TV Cultura, junto com o jornalista Victor Birner, o apresentador Vladir Lemos e o ex-futebolista Sócrates. Integrou também parte da bancada do Saia Justa, programa exibido pelo canal a cabo GNT e capitaneado por Mônica Waldvogel. Também participou do programa Amor e Sexo da Rede Globo.
Faz parte do programa Papo de Segunda, no GNT, com Marcelo Tas, João Vicente de Castro e Leo Jaime, além de contribuir semanalmente com uma coluna na edição brasileira do jornal El Pais. Desde 2021, tem uma coluna no Diário do Nordeste. Desde maio de 2022 é comentarista e apresentador eventual do programa jornalístico independente ICL Notícias, dividiu a bancada com a jornalista Vivian Mesquita e com o economista Eduardo Moreira.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O jornalista Francisco José relembrou a demissão da Globo, em 2021, durante participação no Canapé Podcast. Aos 77 anos à época, e com 46 de emissora, o repórter contou detalhes da conversa com a direção que antecedeu seu desligamento. “Você tem consciência de que o seu salário é irreal, não é?”, ouviu. Francisco José respondeu que tinha consciência de que suas reportagens davam audiência e lembrou o tempo de casa. “Agora, tenho consciência também de que um ator trabalhar numa novela e depois ficar dois anos sem pisar aqui não é real”, afirmou.
