Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Por Gastão Cerquinha Neto*
Você deve se lembrar ou já ter ouvido falar de alguma área da sua cidade onde antes havia uma vegetação verde e exuberante, acompanhada de um riacho, uma lagoa ou um terreno alagadiço. Com o passar dos anos, porém, essa paisagem foi sendo degradada, aterrada e ocupada para dar lugar a algum tipo de empreendimento, possivelmente um novo condomínio, um loteamento, um shopping center, uma avenida ou uma instalação industrial.
Esse processo ajuda a compreender como a urbanização transforma não apenas a paisagem, mas também o funcionamento natural da água dentro das cidades. Antes da ocupação, esse terreno geralmente apresenta solo permeável e cobertura vegetal. Parte da chuva é interceptada pelas folhas, outra parte infiltra no solo e apenas uma parcela escoa superficialmente. Para a implantação do empreendimento, entretanto, a vegetação é removida e o terreno começa a ser modificado. Muitas vezes são realizadas obras de terraplenagem, com cortes e aterros que alteram a topografia original e, consequentemente, os caminhos naturais percorridos pela água.
Em seguida, surgem ruas, estacionamentos, telhados, calçadas, edificações e outras superfícies impermeáveis. Pouco a pouco, aquela área que anteriormente conseguia absorver e armazenar parte significativa da chuva perde essa capacidade. Quando esse processo se repete em diferentes pontos de uma mesma bacia hidrográfica, seus efeitos se acumulam e passam a modificar profundamente o comportamento da drenagem urbana.
Quais são os impactos para o sistema de drenagem?
À medida que a cidade se urbaniza, ela se torna progressivamente mais impermeável. Isso significa que uma parcela maior da chuva se transforma em escoamento superficial e chega mais rapidamente aos canais, galerias e cursos d’água. Como consequência, há aumento dos volumes escoados e dos picos de vazão, além da redução do tempo necessário para que essas vazões cheguem aos pontos mais baixos da bacia. O sistema de drenagem passa, portanto, a receber uma quantidade maior de água em um intervalo de tempo menor.
É por essa razão que o controle da impermeabilização deve fazer parte do planejamento urbano. Não basta simplesmente construir sistemas de drenagem cada vez maiores para transportar a água para frente. É necessário também atuar na origem do problema, reduzindo a quantidade e a velocidade da água que deixa cada lote ou empreendimento. Uma das estratégias é estabelecer limites para a impermeabilização e exigir que novos empreendimentos adotem medidas capazes de compensar o aumento do escoamento superficial provocado pela urbanização.
Entre essas medidas estão os telhados verdes, jardins de chuva, áreas vegetadas, pavimentos permeáveis e reservatórios de detenção ou retenção no próprio lote. Esses dispositivos ajudam a armazenar temporariamente a água da chuva, favorecer sua infiltração quando as condições do solo permitem e retardar sua chegada ao sistema público de drenagem.
O que acontece com os rios e riachos durante a urbanização?
Os cursos d’água também são profundamente afetados pelo crescimento das cidades. À medida que a ocupação urbana avança, as construções frequentemente se aproximam das margens dos rios e riachos e, em muitos casos, ocupam suas próprias planícies de inundação. Essas áreas fazem parte naturalmente do funcionamento dos rios: durante eventos de cheia, a água ultrapassa a calha principal e ocupa temporariamente as áreas adjacentes. Quando essas planícies são ocupadas, a população e as edificações passam a ficar diretamente expostas às inundações.
Ao mesmo tempo, ocorre a retirada da mata ciliar, a impermeabilização das margens, a retificação dos canais e, em situações mais extremas, até mesmo a cobertura completa dos cursos d’água. Rios e riachos naturais passam então a ser tratados simplesmente como estruturas de drenagem. Em muitos casos, o lançamento clandestino de esgoto e resíduos contribui ainda mais para que a população deixe de reconhecê-los como elementos naturais da paisagem.
Esse processo pode chegar a tal ponto que muitas pessoas sequer sabem que determinados canais existentes em suas cidades foram, originalmente, rios ou riachos naturais, cercados por vegetação e capazes de sustentar diferentes formas de vida.
Por isso, quando você observar um canal revestido de concreto atravessando sua cidade, vale fazer uma pergunta: como esse riacho deveria ser? Em muitos casos, aquele canal é um curso d’água que, ao longo das décadas, foi retificado, impermeabilizado e artificializado para se adequar ao processo de urbanização.
Os rios escondidos das cidades
A cidade de São Paulo é um dos exemplos mais conhecidos desse processo. Durante décadas, diversos rios e córregos foram canalizados, cobertos e incorporados ao sistema de drenagem subterrânea. Muitos deles continuam correndo sob ruas, avenidas, praças e edificações, praticamente invisíveis para quem circula pela cidade.
Ao esconder esses cursos d’água, perde-se também parte das funções ambientais, paisagísticas e sociais que eles poderiam desempenhar no espaço urbano. Nos últimos anos, iniciativas de reconhecimento como o Projeto Rios e Ruas têm ajudado a população a redescobrir os caminhos naturais da água dentro das cidades. Esse movimento contribui para mudar a maneira como enxergamos a natureza no ambiente urbano: em vez de considerar os rios obstáculos ao desenvolvimento, podemos reconhecê-los como parte da infraestrutura ambiental da própria cidade.
Em alguns locais, inclusive, a retirada de estruturas de concreto, a recuperação das margens e da vegetação e a reabertura dos cursos d’água podem transformar espaços degradados em áreas ambientalmente mais qualificadas. Essas intervenções também podem criar espaços de lazer e convivência. A população passa a se aproximar novamente da água por meio da contemplação da paisagem, da vegetação, da biodiversidade e do contato com a natureza dentro da própria cidade.
Quando a cidade perde a capacidade de lidar com a água
Quando os cursos d’água não são preservados, aumentam-se as condições favoráveis à ocorrência de desastres hidrológicos, como alagamentos, enxurradas e inundações. Por isso, o manejo das águas pluviais precisa considerar a cidade a partir de suas bacias hidrográficas.
A água não reconhece os limites administrativos de bairros, lotes ou municípios. Ela segue a topografia. Compreender como a água entra, infiltra, escoa, se acumula e deixa cada bacia é fundamental para identificar as causas dos problemas e definir intervenções capazes de reduzir a exposição da população aos riscos de alagamentos, enxurradas e inundações.
Recuperar a capacidade de armazenar água
É nesse contexto que ganha força o conceito de cidade-esponja. A ideia parte de um princípio relativamente simples: em vez de tentar retirar a água da chuva da cidade o mais rapidamente possível, devemos criar condições para que parte dessa água seja retida, armazenada, infiltrada e liberada de maneira mais lenta e controlada.
Isso pode ser feito por meio da ampliação das áreas verdes, recuperação de rios e riachos, preservação de áreas alagáveis, implantação de parques inundáveis, jardins de chuva, telhados verdes, pavimentos permeáveis, reservatórios de detenção e outras soluções baseadas na natureza.
Talvez essa seja uma das principais mudanças de perspectiva necessárias para as cidades contemporâneas: a água da chuva não deve ser vista apenas como algo que precisa ser eliminado rapidamente, mas como um elemento natural cujo espaço precisa ser respeitado e incorporado ao planejamento urbano. Construir cidades mais resilientes às inundações passa, portanto, por uma ideia fundamental: é preciso devolver espaço para a água dentro da cidade.
*Engenheiro civil, doutor em Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atualmente, é tecnologista do Cemaden (MCTI) em São José dos Campos (SP).
Tão logo cheguei, ontem, em Caruaru, para um compromisso profissional e aproveitar para comemorar o meu niver ao lado da minha Nayla, passei um sufoco por causa de uma dor dentária insuportável. Mas, graças a Deus, muitos amigos me ajudaram a localizar um consultório aberto, com profissionais extremamente competentes, entre eles Tony Gel, que foi super prestativo.
Fui atendido por um trio de odontólogos sensacionais: Marcella Furtunato, Elian Cabral e sua esposa Luiza Basante. Cada um teve um papel competente no procedimento, que me deixou, enfim, aliviado e feliz.
Os três atuam no consultório da cirurgiã dentista Marcella Furtunato, na Avenida Agamenon Magalhães, 1493, em Caruaru, com o seguinte endereço no Instagram: @dramarcellafurtunato
Um agradecimento especial ao ex-prefeito e ex-deputado Tony Gel e seu filho Toninho, que não apenas localizaram a doutora Marcella já por volta das 20 horas, como me deram atenção especial ao longo de todo o tempo do procedimento cirúrgico.
Caruaru é, sem dúvida, um grande centro de saúde, com profissionais competentes em todas as áreas. Na Odontologia, comprovei isso mais uma vez, nas mãos santas de Marcella, Luiza e Elian.
Lula ainda resiste ao desgaste familiar
A nova pesquisa Datafolha, divulgada ontem, mostra que o presidente Lula (PT) chega ao início efetivo da campanha presidencial ainda ocupando uma posição de vantagem na corrida pelo Palácio do Planalto. No primeiro turno, o presidente aparece com 39% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário no levantamento. Embora a distância tenha diminuído em relação à pesquisa anterior, quando era de oito pontos, Lula continua à frente e preserva uma margem relevante para o segundo colocado.
O dado mais significativo, porém, está na capacidade de resistência eleitoral do presidente diante do ambiente político adverso. A pesquisa foi realizada entre 18 e 20 de agosto, já depois do início oficial da campanha, e revela que Lula não sofreu uma queda expressiva mesmo diante dos episódios negativos que atingiram seu entorno político e familiar, incluindo as controvérsias envolvendo seu filho. O resultado sugere que, até aqui, esse desgaste não foi suficiente para provocar uma migração relevante do eleitorado lulista.
Leia maisNo segundo turno, a vantagem também permanece. Lula aparece à frente de Flávio Bolsonaro por 47% a 43%, embora a diferença seja menor que a registrada anteriormente, quando o placar era de 48% a 43%. Ou seja, o presidente perdeu pouco, mas o adversário ganhou terreno, indicando que a disputa está mais apertada do que estava meses atrás. Ainda assim, Lula permanece numericamente na frente e dentro da margem de segurança que lhe permite iniciar a campanha como favorito.
Politicamente, o levantamento reforça uma característica importante da eleição de 2026: Lula continua sendo o principal polo de votos da disputa, enquanto seus adversários ainda buscam transformar o desgaste do governo e os episódios envolvendo a família presidencial em uma vantagem eleitoral concreta. A redução da distância para Flávio Bolsonaro mostra que existe espaço para crescimento da oposição, mas, por enquanto, não há sinal de desidratação da candidatura petista.
MP Eleitoral pede retirada do PSDB-Cidadania da coligação de Raquel – A Procuradoria Regional Eleitoral de Pernambuco (PRE-PE) defendeu, ontem, a exclusão da federação PSDB-Cidadania da coligação Pernambuco de Coração, que apoia a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). O parecer foi apresentado em uma ação da Frente Popular, que questiona a validade da convenção estadual que aprovou a aliança. Segundo a Procuradoria, a direção estadual que realizou a convenção já havia sido destituída pela cúpula nacional da federação no dia anterior. Além disso, qualquer aliança para a disputa ao Governo precisava do aval da direção nacional. “O órgão estadual, portanto, não cumpriu as regras da Federação acerca das deliberações das coligações”, afirmou o procurador Werton Magalhães Costa. A decisão final caberá ao TRE-PE.

Cenário embolado para o Senado – Na disputa para as duas vagas no Senado, o cenário aparece embolado no Estado. Na pesquisa estimulada, Marília Arraes (PDT) aparece como o nome mais lembrado, com 15% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa (PT), com 14%, Mendonça Filho (PL), com 12%, e Eduardo da Fonte (PP), com 11%. Considerando especificamente a primeira vaga, Marília amplia a vantagem e chega a 17%, contra 16% de Humberto e 14% de Mendonça. Na segunda vaga, Marília Arraes aparece novamente entre os nomes mais citados, com 12%, empatada com Eduardo da Fonte e Humberto Costa. O levantamento, o primeiro realizado após o início oficial da campanha, revela ainda um cenário de elevada indefinição: 72% dos eleitores não apontaram candidato na pesquisa espontânea.
João diz que Priscila deve explicações – O ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou, ontem, no Recife, que a vice-governadora Priscila Krause (PSD) deve responder às acusações que motivaram o pedido de impeachment apresentado pelos deputados estaduais Sileno Guedes, Rodrigo Farias e Romero Albuquerque, todos do PSB. A oposição alega que, nos períodos em que assumiu interinamente o Governo de Pernambuco, Priscila autorizou repasses e nomeou servidores para cargos-chave na Secretaria de Saúde, beneficiando um hospital administrado pelo marido, Jorge Branco, em Garanhuns. “Quem deve explicações não sou eu. É a própria vice-governadora, é a gestão estadual que tem que falar sobre isso”, declarou João. O candidato também rebateu Raquel Lyra (PSD), que o acusou de tentar ganhar a eleição “no tapetão”, e afirmou que não discutiu previamente o pedido com os deputados. Segundo ele, os parlamentares exerceram sua função de fiscalização.
Labanca acusa Raquel de intimidação – O prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca (PSB), acusou, ontem, Raquel Lyra (PSD) de usar politicamente a Polícia Militar para intimidá-lo. A denúncia foi feita após viaturas recém-enviadas ao 20º Batalhão estacionarem, com as sirenes ligadas, em frente à Prefeitura durante o expediente. Segundo Labanca, não havia ocorrência policial que justificasse a movimentação. “É lógico que essa intimidação visa claramente tentar me calar ou me diminuir”, afirmou. O prefeito cobrou explicações sobre quem teria determinado a presença das viaturas no local e pediu o afastamento do responsável. “Quem deu a ordem tem que ser afastado e demitido imediatamente”, declarou.

João terá mais tempo de tela que Raquel – João Campos (PSB) terá vantagem sobre a governadora Raquel Lyra (PSD) no tempo destinado ao Guia Eleitoral, que começa na próxima sexta-feira (28). A Frente Popular contará com 4 minutos e 21 segundos por programa, 18 segundos a mais que a coligação Pernambuco de Coração, que terá 4 minutos e 3 segundos. Essa divisão ainda considera os 21,23 segundos da federação PSDB-Cidadania na chapa de Raquel, embora a permanência das duas legendas na aliança seja julgada pelo TRE-PE na próxima quarta-feira (26). Ivan Moraes (PSOL) terá 35 segundos. João também ficará à frente nas inserções distribuídas ao longo da programação: serão 473 da Frente Popular, contra 441 da coligação governista e 64 da federação PSOL-Rede.
CURTAS
MICHELLE LIDERA NO DF – A pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra Michelle Bolsonaro (PL), com 19%, e Leila do Vôlei (PDT), com 16%, à frente na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal. As duas estão tecnicamente empatadas, considerando a margem de erro de três pontos percentuais. Erika Kokay (PT) aparece com 12% e Bia Kicis (PL), com 11%. Na pesquisa espontânea, 67% dos eleitores ainda não indicaram candidato ao Senado.
FLÁVIO SUPERA LULA EM REJEIÇÃO – O Datafolha trouxe um sinal de alerta para Flávio Bolsonaro (PL): 46% dos eleitores afirmam que não votariam nele de jeito nenhum, contra 45% que rejeitam Lula (PT). Os dois estão tecnicamente empatados no indicador, mas Flávio aparece numericamente à frente justamente quando sua campanha aposta na rejeição ao presidente Lula como um dos caminhos para crescer na disputa.
LULA E FLÁVIO DEVEM FALTAR A DEBATE – Lula (PT) decidiu não participar do primeiro debate presidencial, promovido pela Band neste domingo (23). A campanha avalia que o presidente seria o principal alvo dos adversários no palco. Flávio Bolsonaro (PL), que aguardava a definição do petista, também tende a faltar. Aliados entendem que, sem Lula, o senador passaria a concentrar os ataques dos demais candidatos. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) confirmaram presença.
Perguntar não ofende: Com a saída do PSDB-Cidadania, quanto tempo Raquel perderá no guia eleitoral?
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Leila do Vôlei (PDT) lideram a disputa por duas vagas ao Senado Federal pelo Distrito Federal, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21).
A mulher de Bolsonaro tem 19% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto a senadora Leila apresenta 16%. A diferença se dá na margem de erro, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, quadro considerado como empate técnico. As informações são da Folha de S. Paulo.
O levantamento também mostra que a candidata do PDT está tecnicamente empatada com Erika Kokay (PT), que recebeu 12% das menções, e Bia Kicis (PL), que tem 11%.
Leia maisA pesquisa também mostra que 67% dos votos para a eleição do Senado ainda não foram decididos pelos eleitores, segundo a pergunta espontânea sobre as vagas em disputa.
Em um patamar mais abaixo aparecem Sebastião Coelho (Novo), com 3%. Ronaldo Fonseca (PSD), Tiago (Agir) e Professor Guilherme Amorim (UP) têm 2% cada. Já Guto Felício dos Santos (PSDB), Zanata (PSTU), David Horn (PCO), Avenir Rosa (Democrata) e Marley (Avante) aparecem com 1% das intenções cada.
O instituto ouviu 910 eleitores em 28 regiões administrativas do Distrito Federal de terça-feira (18) a esta sexta (21). O levantamento está registrado com os códigos DF-07561/2026 e BR-02094/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e foi encomendado pela Folha e TV Globo.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Trata-se da primeira pesquisa do Datafolha após a conclusão do registro das candidaturas e o início oficial da campanha. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Sem a apresentação dos nomes dos candidatos, Michelle apresenta 8% das intenções de voto, em empate técnico com Leila, com 5%, e Kokay e Kicis , que têm 4% das menções cada. O nome de Sebastião Coelho (Novo) foi citado por 1%, outros nomes não atingiram 1%. Há ainda 8% de indicações para branco ou nulos nesse cenário da pesquisa.
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A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, com um quadro de estabilidade em relação ao levantamento de julho, trouxe alívio para a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que temia sofrer impacto nas intenções de voto por causa das notícias sobre o avanço das investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, e contra o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) avalia que o desgaste ainda vai atingir o petista e aposta no início do horário eleitoral, na próxima sexta-feira, para ampliar a exposição do tema. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNa campanha de Lula, houve comemoração por causa do resultado.
— Penso que a pesquisa mostra um quadro de estabilidade, com o presidente liderando todos os cenários e, assim, segue como favorito. Para nós, não há surpresa pois entendemos que a sociedade brasileira aprova o governo do PT e enxerga no presidente o líder capaz de conduzir o Brasil em um cenário internacional tão desafiador. O Brasil busca confiança, não instabilidade; busca verdade, nunca mentira; a sociedade brasileira quer respostas concretas, certezas, e não aventuras — afirmou Èden Valadares, secretário de comunicação do PT e membro da coordenação de campanha.
O Datafolha divulgado nesta sexta-feira mostra Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% de Flávio. No cenário com Pablo Marçal (PRTB), o petista mantém os 39%, enquanto o senador aparece com 32%. No segundo turno, Lula tem 47%, ante 43% de Flávio.
O resultado provocou uma avaliação mista entre integrantes do entorno de Flávio. Parte da equipe considerou os números positivos, enquanto outros esperavam números melhores. A estratégia para as próximas é, além da exploração do tema Lulinha, concentrar a comunicação em segurança e economia, com uma tentativa de aproximar o candidato de problemas concretos do cotidiano dos eleitores.
Nas últimas semanas, Flávio passou a publicar uma sequência de vídeos voltados a questões econômicas e ao impacto da situação do país na vida das pessoas. A comunicação tem explorado, por exemplo, o aumento do custo de produtos e serviços e dificuldades enfrentadas por empresas, com referências a casos como o da Casas Bahia. A intenção é associar a discussão econômica a situações reconhecíveis pelo eleitor e apresentar Flávio como uma alternativa à gestão petista.
A aposta no horário eleitoral ocorre em um momento em que 72% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha afirmam estar totalmente decididos sobre o voto, enquanto 27% dizem que ainda podem mudar de escolha. Para a campanha de Flávio, a televisão será uma oportunidade de ampliar o alcance de mensagens que hoje circulam principalmente nas redes sociais e tentar alterar a percepção sobre Lula entre os eleitores que ainda podem rever sua decisão.
A situação de Pablo Marçal também faz parte do cálculo eleitoral. O empresário aparece com 2% no cenário em que é incluído, enquanto Renan Santos (Missão) tem 4%, Ronaldo Caiado (PSD) marca 5% e Romeu Zema (Novo), 3%. O entorno de Flávio avalia que a presença de Marçal pode limitar o espaço de crescimento de adversários da direita. Caso a candidatura do empresário seja barrada pela Justiça Eleitoral, aliados do senador trabalham para tentar levá-lo ao palanque de Flávio.
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BLOG DA JÚLIA DUAILIBI – G1
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, afirmou, nesta sexta-feira (21) que Brasil e Estados Unidos devem retomar, na próxima semana, as negociações técnicas sobre o tarifaço americano. A movimentação ocorreu logo após a conversa por telefone entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.
Segundo Elias Rosa, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, entrou em contato com ele logo após a conversa nesta sexta-feira para propor uma reunião.
Elias Rosa e Greer combinaram de voltar a se falar na segunda-feira para acertar a reunião. Segundo o ministro, o contato do representante americano ocorreu depois do fim da conversa entre Lula e Trump.
Leia maisO movimento representa um primeiro desdobramento concreto do telefonema entre os dois presidentes e abre caminho para a retomada das discussões técnicas sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros.
As delegações dos dois países já haviam mantido conversas anteriormente, mas sem chegar a um entendimento.
Agora, a intenção é organizar os próximos passos e definir uma agenda para as negociações, segundo o ministro.
No telefonema de 1 hora e 20 minutos, Lula e Trump discutiram principalmente as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Lula contestou as justificativas apresentadas pelo governo americano e defendeu a retomada das negociações.
Segundo o Planalto, Trump concordou com a necessidade de preservar as relações comerciais e propôs que as equipes técnicas dos dois países voltassem a se reunir o mais rápido possível. Os presidentes também trataram da cooperação no combate ao crime organizado e de conflitos internacionais, como as guerras na Ucrânia e as tensões envolvendo o Irã.
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Candidato ao Senado pela chapa da governadora Raquel Lyra (PSD), Túlio Gadêlha (PSD) reforçou, nesta sexta-feira (21), o apoio à reeleição da governadora e defendeu uma atuação política baseada no diálogo entre diferentes forças. Em sabatina na Rádio Cultura do Nordeste, em Caruaru, o candidato também classificou a gestão estadual como “mais progressista do que conservadora” e apresentou a federalização da educação básica como uma de suas principais propostas.
Ao avaliar o governo Raquel, Gadêlha citou ações nas áreas de habitação, combate à pobreza e segurança alimentar. Segundo ele, a entrega de unidades habitacionais, a redução da extrema pobreza e a expansão das cozinhas comunitárias demonstram uma política voltada à população mais vulnerável. As informações são do JC.
Leia maisNa educação, o candidato defendeu ampliar a participação do governo federal no financiamento da educação básica. A ideia, segundo ele, é reduzir as desigualdades entre municípios e estados com diferentes capacidades de investimento e garantir melhores condições para estudantes e profissionais. Gadêlha também mencionou sua atuação no Congresso em defesa do magistério e do piso salarial nacional.
O candidato ainda criticou a transformação do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em promessa eleitoral. Para Túlio, eventuais processos devem ser baseados na apuração de possíveis crimes e respeitar a independência entre os Poderes.
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BLOG DO VALDO CRUZ – G1
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, Otto Alencar (PSD-BA), acertou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), os dois relatores das PECs do Fim da Escala 6×1 e da Segurança Pública na comissão.
O relator da PEC do fim da escala 6×1 será o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já o senador Rogério Carvalho (PT-SE) será o relator da PEC da Segurança Pública.
Leia maisAs propostas foram encaminhadas nesta sexta-feira (21) para a CCJ. As duas medidas são consideradas estratégicas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em sua campanha eleitoral.
Otto Alencar disse ao blog que definiu hoje com Alcolumbre os relatores e agora vai aguardar o cronograma de trabalhos dos dois senadores para checar se será possível aprovar as propostas no próximo esforço concentrado do Senado, no final de agosto e início de setembro.
Ao blog, Omar Aziz não entrou em detalhes sobre como será a tramitação da PEC e disse que na próxima semana vai conversar com líderes partidários para encontrar uma solução para a proposta, que estava desde maio à espera de Alcolumbre despachar a matéria.
Aziz também comentou que um de seus objetivos é achar uma maneira para “equilibrar” a rotina do brasileiro, que trabalha 44 horas por semana, mas passa ainda mais tempo fora de casa, em função do trabalho.
“É um debate que a sociedade tem que ter e deixando claro que o trabalhador não fica 44 horas dentro do serviço. Ele passa mais de 60, 70% fora de casa no dia. Se você for analisar, o cara que começa a trabalhar 8 horas da manhã não sai 8 horas pro trabalho, sai 6 horas da manhã porque enfrenta trânsito e ainda tem pessoas que vão para a faculdade à noite”, comentou.
A PEC reduz jornada para 40 horas e prevê dois dias de folga por semana. O texto aprovado pela Câmara estabelece transição de até 14 meses, sem redução de salários.
Pelas regras aprovadas pelos deputados, a jornada continuará limitada a oito horas diárias.
Além de reduzir de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal, a proposta garante aos trabalhadores pelo menos dois dias de descanso remunerado por semana, um deles preferencialmente aos domingos.
Nos primeiros dois meses, a jornada máxima cairá para 42 horas semanais. Depois desse período, as empresas terão mais 12 meses para reduzir o limite para 40 horas. A mudança será aplicada sem redução nominal ou proporcional dos salários.
O fim da escala 6×1, com a garantia de pelo menos duas folgas semanais, deverá começar a valer 60 dias depois da promulgação. Os dias de descanso não precisarão ser consecutivos, mas um deles deverá ocorrer preferencialmente aos domingos.
A PEC não impede que empresas mantenham atividades durante todos os dias da semana. A mudança é voltada à jornada de cada trabalhador.
Assim, estabelecimentos que funcionam aos sábados, domingos e feriados poderão organizar escalas diferentes entre seus funcionários, desde que respeitem o limite semanal e os dois dias de descanso.
A PEC amplia atuação federal contra o crime organizado. O texto aprovado pela Câmara divide responsabilidades entre União, estados e municípios, amplia atribuições da PF e da PRF e inclui fundos da segurança na Constituição.
O texto aprovado pelos deputados inclui na Constituição Federal um sistema único de segurança pública, com atuação descentralizada e responsabilidades compartilhadas entre os diferentes níveis de governo.
O modelo busca estabelecer diretrizes nacionais e ampliar a integração entre forças federais, estaduais e municipais. A proposta, no entanto, mantém as polícias civis, militares e penais e os corpos de bombeiros subordinados aos governadores.
A PF passará a ter atribuição constitucional expressa para combater organizações criminosas e milícias privadas com atuação interestadual ou internacional. O objetivo é reforçar a participação federal em investigações que ultrapassem as fronteiras de um estado ou envolvam grupos criminosos com atuação em diferentes regiões do país.
A Polícia Rodoviária Federal também terá sua área de atuação ampliada. Além das rodovias federais, a corporação poderá atuar em ferrovias e hidrovias.
A proposta também coloca na Constituição o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional. O objetivo é assegurar a existência dos fundos e estabelecer uma base permanente para o financiamento das políticas de segurança e do sistema prisional.
O texto aprovado prevê ainda mecanismos voltados ao combate a organizações criminosas consideradas de alta periculosidade e inclui na Constituição instrumentos para fortalecer a atuação estatal contra facções e milícias.
Uma versão apresentada durante a tramitação previa a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes cometidos com violência ou grave ameaça. O trecho, porém, foi retirado antes da votação final.
O relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), decidiu separar o assunto depois de pedidos do governo e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Com isso, a redução da maioridade penal não faz parte da PEC da Segurança aprovada pelos deputados e deverá ser discutida em outra proposta.
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Por Larissa Aguiar – JC
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou nesta sexta-feira (21) que não cabe a ele explicar o pedido de impeachment apresentado por três deputados estaduais do PSB contra a vice-governadora Priscila Krause (PSD).
A declaração ocorreu após a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmar, durante caminhada no bairro da Várzea, no Recife, que seu principal opositor estaria tentando chegar ao Palácio do Campo das Princesas “no tapetão”.
Leia maisJoão evitou rebater a crítica e disse que os questionamentos devem ser respondidos pela própria vice-governadora e pela gestão estadual. “Quem deve explicações a isso não sou eu, é a própria vice-governadora”, afirmou.
Segundo ele, o pedido apresentado pelos parlamentares trata de “apontamentos muito graves” relacionados à execução de serviços de saúde, incluindo procedimentos de hemodiálise e tratamento de câncer, além da devolução de recursos considerados elevados.
João também defendeu a iniciativa dos deputados e classificou a fiscalização do Executivo como uma obrigação do mandato parlamentar. “Eles têm uma atuação na área de saúde, já tinham feito várias ações nessa área e, repito, é papel de um parlamentar fiscalizar”, declarou.
Para o ex-prefeito, seria “estranho” que um deputado deixasse de exercer a função de fiscalização e de cobrar informações e dados da administração pública. “Você não pode condenar um deputado que está fazendo o papel dele. Quem deve explicação é quem está sendo questionado nesse momento”, acrescentou.
Questionado sobre qual será a linha de sua campanha, de críticas ao governo ou mais de propostas, João afirmou que pretende manter um discurso voltado à apresentação de propostas, ao diálogo com a população e à crítica de problemas que, segundo ele, precisam ser enfrentados pelo Estado.
“O nosso tom é o tom de compromisso com o povo, de ouvir as pessoas, de dialogar, de poder construir as melhores propostas, de fazer isso com um sentimento de muito futuro e dizendo a verdade”, afirmou.
Ao citar a situação da saúde pública, o João voltou a fazer críticas à administração de Raquel Lyra. Ele mencionou episódios como a queda de parte do teto do Hospital da Restauração, a existência de leitos fechados e a redução de recursos destinados à área. “Quando a gente vê um teto caindo numa pessoa num hospital, 400 leitos fechados, mais de meio bilhão de reais retirados da saúde por ano no Estado de Pernambuco, isso penaliza, isso mata pessoas na ponta. Isso precisa ser dito”, declarou.
Apesar do tom crítico, João afirmou que pretende preservar o respeito aos adversários durante a disputa. “Eu sempre vou fazer isso com respeito aos adversários. Eu não estou falando mal das pessoas, eu estou aqui falando dos problemas”, afirmou.
Impeachment
O pedido de impeachment contra Priscila Krause foi apresentado por três deputados estaduais do PSB e aumentou o embate entre o grupo de João Campos e a gestão Raquel Lyra em meio às eleições de 2026.
Rodrigo Farias, Sileno Guedes e Romero Albuquerque foram os deputados que protocolaram na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) o pedido de impeachment contra Priscila Krause e a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.
Os parlamentares apontam irregularidades e um suposto prejuízo aos cofres públicos apontados em uma auditoria do DenaSUS (Departamento Nacional de Auditoria do SUS). O foco da denúncia é a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, gerida por Jorge Branco, marido da vice-governadora.
A oposição alega que Priscila teria autorizado repasses e nomeado servidores de cargos-chave na Secretaria de Saúde durante períodos em que assumiu o governo interinamente, beneficiando a unidade de saúde.
O Governo de Pernambuco reagiu por meio de nota oficial classificando a investida dos deputados como uma ação de puro caráter político-eleitoral em plena campanha, afirmando que as acusações não correspondem aos fatos.
A gestão ressaltou que Priscila Krause não faz parte do quadro societário do hospital, que presta serviços ao SUS há 55 anos, tendo atendido a gestões de 16 governadores diferentes. O Estado apontou, ainda, que o relatório tratou de inconsistências documentais de apenas 1,4% do montante e lembrou que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) já analisou o caso em 2024, afastando ilegalidades nas contratações do hospital.
Leia menosPor Luciano Bivar*
A partir do século XV, onde se deu origem ao que se criou no século XII para perseguir opositores políticos, a Igreja juntou-se aos absolutistas, hoje transfigurados em ditadores e golpistas como se fossemos cátaros ou valdenses. O Bolsonarismo apropriou-se da bandeira do Brasil como se patriotas fossem e paradoxalmente estendem uma bandeira americana em plena luz do dia na Avenida Paulista.
Dizem preservar as empresas privadas e confiscam mais de seis bilhões do DPVAT (um seguro social) e estatizaram, já que na verdade eram administrados por empresas privadas, e agora têm milhões de acidentados e famílias que perderam seu provedor, sem um tostão sequer para indenizá-los.
Leia maisO populista e antigo presidente torrou tudo em campanha, mas os desígnios do além não permitiram a sua reeleição. Nomeou um auxiliar terrivelmente evangélico, começa por aí, um homem que em seu poder vaza o que quer, seleciona os males dos outros e se diz imparcial, enquanto até hoje não olhou fatos que correm na Polícia Federal, assunto da mais alta excrescência do mundo republicano. Chora e se ajoelha a um bezerro de ouro e jura que jamais o faltará.
Suas amigas quando criança afirmam que viram Jesus numa goiabeira e a outra recebe 20 mil do antigo Queirós, chefe de gabinete montado pra “rachadinhas” no Rio de Janeiro, e até hoje o assunto adormece nos poderes judicantes protegido pelos indicados.
Tenho na religião o maior respeito, seus objetivos sociais transpassam mentes e matéria, viver disso é um sacerdócio, mas a desvirtualidade hoje é flagrante aos princípios básicos da servidão humana.
Os espertalhões usam Deus e o Diabo para adquirir vantagens de toda espécie. Ideias contrárias a seus objetivos (dogmas) são tidas como pecados. Não respeitam ideologias outras, discriminam desvios fisiológicos ao natural e tem aquilo como heresia e os condenam. Um homem desse em uma Corte não deixa de ser uma ameaça a sociedade, razão essa que aliados outros se dirigem e acusam um a um para criar seu castelo de cartas só com os seus.
A estatização das verbas públicas de campanha foi distorcida de sua ideia inicial em criar igualdade de oportunidades para os competidores. Entretanto, dois partidos se juntaram, criaram uma musculatura política, porque cabe a eles ajudar e comprar quem quiserem e formaram uma quadrilha dentro do próprio Congresso Nacional para venderem facilidade a grupos econômicos em troca de propinas e extorquirem governos, quer seja de direita ou esquerda.
Voltando ao título do artigo, não acredito que transformar a crença espiritual em um produto de consumo e que gera manipulação financeira de fiéis, promovem uma teologia da prosperidade, condenam jogo e álcool para sobrar mais dízimos para eles, mas ao fim do tudo, comprometem a credibilidade ética das instituições religiosas perante a sociedade.
Usando o seu líder maior da Igreja há mais de dois mil anos já dizia: “daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Por isso, não tenho medo das fogueiras inquisidoras. Sei que o mundo está repleto de crédulos e, pior ainda, de idiotas, que permeiam por toda a parte. Desconhecem princípios básicos do verdadeiro humanismo.
Alguns estudiosos até falam que seremos dirigidos por idiotas, não que sejam mais inteligentes, mas porque são a maioria. Todavia, discordo dessa assertiva, como já perceberam não sou um homem religioso, mas, paradoxalmente, tenho uma profunda fé. Me basta saber que têm mais mérito aqueles que fazem o bem em meio a dúvida do que aqueles que o fazem sob a luz brilhante da fé.
*Deputado federal
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A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) aparece com 15% das intenções de voto e lidera a disputa por uma das duas vagas de Pernambuco, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21). Na sequência estão Humberto Costa (PT), com 14%; Mendonça Filho (PL), com 12%; Eduardo da Fonte (PP), com 11%; e Túlio Gadêlha (PSD), com 5%. Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os quatro primeiros colocados estão tecnicamente empatados.
Na rodada anterior do Datafolha, divulgada em 31 de julho, Marília também aparecia na primeira colocação, com 18% nos dois cenários testados pelo instituto. No levantamento desta sexta, votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 23%, enquanto 14% dos entrevistados estão indecisos. Como Pernambuco elege dois senadores neste ano, os eleitores poderão votar em dois candidatos para o cargo.
Contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, a pesquisa ouviu 1.204 eleitores e tem nível de confiança de 95%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-01528/2026.
O prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca (PSB), usou as redes sociais, nesta sexta-feira (21), para acusar o Governo Raquel Lyra (PSD) de uma suposta tentativa de intimidação após viaturas da Polícia Militar pararem, com as sirenes ligadas, em frente à sede da Prefeitura durante o horário de expediente.
No vídeo, o gestor afirma que os veículos fazem parte do grupo de 20 novas viaturas enviadas ao 20º Batalhão e diz que não havia ocorrência policial que justificasse a movimentação no local. “É lógico que essa intimidação visa claramente tentar me calar ou me diminuir. […] E quem deu a ordem para que eles parassem na frente da Prefeitura e fizessem essa operação?”, questionou. Assista:
