Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Por Estadão Conteúdo
Um dia após o conservador Abelardo de la Espriella tomar posse como presidente da Colômbia, um ataque com explosivos foi registrado no sudoeste do país, no primeiro incidente deste tipo ocorrido durante seu governo. A informação foi divulgada pelo exército colombiano neste sábado (8).
De La Espriella tomou posse no sudeste do país, ontem (7), na cidade de Cali. Na cerimônia, ele delineou sua política de segurança e advertiu os grupos ilegais que “têm dois caminhos: submeter-se ao império da lei ou enfrentar a força pública”.
Leia maisA explosão ocorreu no pedágio de Mandiva, localizado na rodovia Panamericana, a principal via do sudoeste do país. O exército detalhou que dois vigilantes que cuidavam da infraestrutura sofreram ferimentos leves. O relatório acrescentou que, segundo um dos vigilantes, tratou-se da detonação de um veículo que foi abandonado por uma pessoa que depois fugiu em uma motocicleta.
De acordo com informações preliminares do exército, o ataque teria sido perpetrado pelas facções Dagoberto Ramos e Jaime Martínez das dissidências da extinta guerrilha Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que não aderiu ao acordo de paz assinado há uma década com o Estado. Enquanto isso, militares protegem a área onde, junto com cães treinados, percorrem a região para descartar a presença de outros artefatos explosivos, indicou o exército em sua conta no X.
A ministra dos Transportes, Elsa Noguera, condenou o “atentado terrorista” e assegurou no X que “a Colômbia não vai se ajoelhar diante da violência nem permitir que destruam as obras que conectam nossas regiões”. Acrescentou que estão trabalhando para restabelecer a mobilidade na área.
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O Jornal Terra da Gente, de Surubim, completa 30 anos na próxima segunda (10). Para marcar a data, a presidente da publicação, Maluma Marques, escreveu um texto sobre a trajetória do veículo, que acompanha há três décadas acontecimentos de Surubim, do Agreste e de Pernambuco. Confira:
“30 anos de jornal Terra da Gente
No dia 10 de agosto, o Jornal Terra da Gente completa 30 anos de uma caminhada construída com trabalho, dedicação e, acima de tudo, compromisso com a nossa gente.
São três décadas acompanhando de perto a transformação de Surubim, do Agreste e de Pernambuco. Trinta anos registrando acontecimentos, contando histórias, valorizando pessoas, empresas, cultura, tradição e tudo aquilo que faz parte da identidade do nosso povo.
Leia maisCada edição publicada representa um pedaço da nossa memória. São milhares de páginas que guardam momentos, personagens, conquistas, desafios e acontecimentos que ajudaram a construir a história do Terra da Gente. Chegar aos 30 anos é olhar para trás com orgulho, mas também para frente com a certeza de que ainda temos muitas histórias para contar.
E essa história não seria possível sem cada leitor que nos acompanha, cada anunciante que acredita no nosso trabalho, cada parceiro, colaborador e personagem que confiou ao Terra da Gente o privilégio de registrar sua trajetória. A todos que fizeram e fazem parte desses 30 anos, o nosso mais sincero agradecimento.
30 anos de história. 30 anos de compromisso. 30 anos ao lado da nossa gente.
Com carinho e gratidão,
Maluma Marques – Presidente do Jornal Terra da Gente.
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O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) condenou, ontem (7), o deputado Ricardo Salles (Novo) por propaganda eleitoral antecipada e pelo impulsionamento ilícito de conteúdo negativo contra o deputado André do Prado (PL). Ambos devem disputar o Senado Federal por São Paulo.
A decisão foi tomada após Salles publicar e impulsionar no Instagram um vídeo em que se apresenta como pré-candidato ao Senado e afirma que André “nunca foi, não é e nunca será um candidato de direita”. A Justiça Eleitoral aplicou duas multas de R$ 5 mil, totalizando R$ 10 mil. A decisão ainda pode ser objeto de recurso. As informações são da CNN Brasil.
Leia maisSegundo a medida, a autopromoção de Salles no vídeo ocorria apenas por contraste, a partir da desqualificação do adversário, e o núcleo da mensagem era predominantemente negativo.
“A peça audiovisual não se restringe à exposição verbal de divergências ideológicas ou à crítica da trajetória político-partidária de André Luís do Prado. O vídeo intercala trechos de entrevista com imagens fabricadas ou digitalmente manipuladas, nas quais o atingido é artificialmente associado a outros agentes políticos, retratado em situações inexistentes de proximidade e apresentado, em determinado quadro, como marionete controlada por dirigente partidário”, escreveu a juíza Claudia Fonseca Fanucchi.
Outro ponto destacado pela magistrada foi o impulsionamento pago. A legislação eleitoral permite publicidade paga na internet para promover candidatos ou partidos, mas não para ampliar artificialmente ataques contra adversários. A juíza ressaltou que a liberdade de crítica política não autoriza o financiamento da distribuição direcionada de propaganda eleitoral negativa.
“A utilização de impulsionamento oneroso para amplificar a crítica dirigida a André Luís do Prado configura, assim, meio proscrito no período oficial de campanha, circunstância suficiente para caracterizar propaganda eleitoral antecipada irregular, independentemente da existência de pedido literal de não voto e da veracidade dos fatos históricos empregados na construção da mensagem.”
A decisão também considerou irregular o uso de imagens produzidas ou manipuladas digitalmente sem a advertência exigida pelas regras eleitorais. Para a magistrada, as imagens não tinham caráter meramente humorístico ou ornamental, mas integravam a estratégia de desqualificação de André.
Salles informou no processo que retirou o conteúdo e interrompeu o impulsionamento em 17 de julho. O TRE-SP, no entanto, manteve a proibição de restabelecimento da mesma publicação ou de versão substancialmente idêntica nas condições consideradas ilegais.
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Do Correio Braziliense
A Polícia Federal encontrou uma foto de deputados e senadores dentro de uma piscina com investigados pela operação que apura fraudes no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Entre os integrantes da foto, estão o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP), os deputados Elmar Nascimento (União), Paulo Azi (Uniã0), o deputado cassado Alexandre Ramagem (PL), e o senador Ângelo Coronel (Republicanos). Eles posam ao lado do advogado Willer Tomaz e do senador Weverton Rocha (PDT), ambos alvos de investigação.
Na imagem também aparece o deputado estadual Marcinho Oliveira (PDT). As investigações apontam que o encontro ocorreu na piscina do “Rancho Tomaz”, uma propriedade de luxo em Planaltina-DF, que pertencente a Willer. A existência da foto foi revelada pela Revista Piauí e confirmada pelo Correio junto a fontes na corporação. O arquivo estava no histórico de mensagens do celular de Weverton, que foi apreendido nesta semana.
Leia maisEm um aplicativo de conversas, os investigadores encontraram o arquivo, que estava em uma pasta chamada de “Grupo Seleto”. A suspeita é de que Willer Tomaz lavava dinheiro para Weverton Rocha. A origem dos recursos seria dos desvios dos benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
Em nota, a defesa do advogado e empresário Willer Tomaz afirmou que ele não foi alvo da fase desta semana da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os advogados dizem que o cliente não é investigado pela corporação.
Na decisão que autorizou buscas e apreensões no âmbito da Sem Desconto, Tomaz é descrito pelo ministro André Mendonça como responsável pela estrutura de apoio da organização, reunindo empresas, imóveis, aeronaves, pilotos, funcionários, operadores financeiros e interlocutores políticos.
Em parecer encaminhado ao Supremo, a pedido de Mendonça, o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, opinou pelo indeferimento das buscas contra o advogado Willer Tomaz e outras oito pessoas físicas, entre elas familiares do senador Weverton Rocha (PDT-MA). Segundo o representante do MPF, a investigação ainda não reunia elementos suficientes para justificar diligências de maior impacto.
Apesar da manifestação do Ministério Público, atendeu pedido da Polícia Federal e autorizou a realização de buscas.
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A mudança do polo principal do São João de Arcoverde não conquistou a maioria dos moradores, apesar da avaliação positiva do evento. Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisas Científicas de Pernambuco (IPEC), 57% dos entrevistados preferem que a principal estrutura da festa permaneça no Bandeirante. Apenas 27% optam pelo novo local, em frente à Escola Antônio Japiassu.
A avaliação do São João, no entanto, é majoritariamente positiva. Entre os entrevistados que participaram ativamente da programação, 71% classificaram o evento como excelente ou bom. O evento, portanto, mantém aprovação elevada, mas sem o mesmo nível de adesão na escolha do novo endereço.
A pesquisa também indica que saúde, pavimentação e educação estão entre as ações mais lembradas da administração do prefeito Zeca Cavalcanti, mas 40% dos entrevistados não souberam apontar espontaneamente uma obra, trabalho ou ação do governo. Outros 10% responderam “nada” ou “nenhuma”.
O levantamento foi realizado entre 25 e 27 de julho, com 304 eleitores das áreas urbana e rural de Arcoverde. A margem de erro é de 5,62 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O ex-governador João Lyra Neto, pai da governadora Raquel Lyra (PSD), passou por uma longa e delicada cirurgia, ontem, em São Paulo, para extrair um tumor benigno no pâncreas. O procedimento foi um sucesso, segundo familiares. Lyra tem 79 anos e já se submeteu a outra cirurgia, há dez anos, no coração.
Do jornal O Globo
A disputa pelo governo de Pernambuco ganhou uma frente paralela nos tribunais, com as campanhas do ex-prefeito João Campos (PSB) e da atual governadora Raquel Lyra (PSD) recorrendo à Justiça Eleitoral falando em atuação irregular nas redes sociais, com acusações de desinformação, uso de inteligência artificial, vídeos negativos e suspeitas de atuação coordenada de perfis.
No fim de julho, a campanha de Lyra apresentou ação apontando eventual coordenação e custeio de rede de perfis anônimos que estariam, de forma articulada, atacando a governadora e promovendo Campos, seu principal adversário na disputa, e pediu, de maneira cautelar, que fossem preservados dados desses perfis. O Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-PE) decidiu favoravelmente ao pedido e determinou que fossem preservados os dados.
Leia mais“Não se trata de crítica política isolada — legítima e protegida —, mas de um comportamento digital homogêneo, com ocultação de autoria, replicação sincronizada e escalada artificial de alcance, cuja existência já se acha documentada em ao menos trinta representações eleitorais em curso perante este tribunal”, diz a ação apresentada por Lyra.
Nela, os advogados afirmam que há um modus operandi com substituição sucessiva de perfis, mesmo após ordens judiciais de remoção, para garantir a circulação do mesmo conteúdo, além da identificação de “perfis inautênticos, disparo coordenado, escalada artificial de alcance e ocultação de autoria”.
Agora, a campanha de Lyra prepara uma nova representação apontando suposto uso de robôs para atacar a sua gestão e celebrar João Campos, que deverá ser apresentado à Justiça na próxima semana. O grupo diz ter elaborado um relatório que identificou a criação de 301 perfis num único dia (28 de maio deste ano). O grupo também afirma que mapeou um padrão de sincronia das mensagens com publicação de frases idênticas, o que levanta a suspeita de um uso desses robôs. A campanha também diz que há identificação de erros (como uso da palavra “the” em vez de artigos “o/a”) que apontam para um suposto uso de sistema automatizado.
Além disso, afirma ter identificado 186 perfis que estariam dedicados a enaltecer a candidatura de seu adversário na eleição e outros 33 voltados a atacar a gestão da governadora, que teriam sido criados para criticar o governo por causa de enchentes que atingiram o estado.
A campanha de João Campos, por sua vez, entrou com representação ontem (7) na justiça apontando a existência de um suposto gabinete de ódio financiado com recursos públicos do governo estadual. Os advogados também pedem que sejam preservados, de forma cautelar, dados de perfis que estariam atuando de forma coordenada nesse sentido.
A campanha do ex-prefeito do Recife diz que essas acusações já foram levadas à Polícia Federal em outubro do ano passado por meio de uma denúncia apresentada por deputados estaduais, que está sendo analisada, e que foi alvo de uma CPI na assembleia do estado. Na ação, os advogados dizem que a denúncia se baseou em três pontos: “estrutura profissional de comunicação, possível sustentação econômica e utilização coordenada de perfis digitais aparentemente independentes.”
Ainda no documento, os advogados falam de séries criadas para atacar o ex-prefeito, com mensagens continuadas, identidade visual e estrutura narrativa semelhantes e a distribuição delas por meio de contas distintas. Eles descrevem esse suposto gabinete como uma “estrutura na qual a produção, a edição, a distribuição e a amplificação dos conteúdos são fragmentadas entre diferentes contas, de modo a ocultar a origem comum, dificultar a responsabilização e conferir verniz de espontaneidade àquilo que foi previamente organizado”.
A campanha de Campos afirma também que foi monitorado que perfis que antes exploravam “humor, gastronomia, notícias locais ou conteúdo de bairro” teriam passado a concentrar sua atividade em ataques contra o ex-prefeito e seus aliados. “Depois de diversas ações individuais, dezenas de perfis, produções seriadas, publicações colaborativas, replicações sucessivas, conteúdos sintéticos e investigações institucionais anteriores, já não é razoável continuar chamando tudo de coincidência. Coincidência é um episódio. Repetição organizada, com personagens, roteiros, calendário, páginas de distribuição e contas de reserva, possui outro nome”, diz a ação.
Procurada, a campanha de Lyra diz que a ação protocolada pelo PSB “não acusa nem comprova qualquer irregularidade”, que serão prestados todos os esclarecimentos que forem solicitados e que “participação política não pode ser confundida com irregularidade”. “Recebemos a iniciativa com absoluta tranquilidade. Não nos opomos à preservação de dados e confiamos plenamente na Justiça Eleitoral. O que não se pode fazer é tentar transformar uma medida técnica em fato político para confundir o eleitor pernambucano, atribuindo a ela um significado que não possui.”
Procurada, a campanha de Campos afirma que a representação reúne elementos que apontam a atuação de um gabinete de ódio que teria participação de ocupantes de cargos lotados no governo estadual e que não se trata de uma “denúncia recente ou criada no contexto eleitoral”. Diz também que aliados dele têm sido vítima de ataques distribuídos por essa mesma rede e que é preciso que as autoridades competentes esclareçam os fatos. “Tentar sustentar agora a narrativa de que a candidatura da governadora estaria sendo alvo de uma ofensiva política é uma tentativa de inverter a cronologia dos fatos e construir uma realidade que não corresponde ao histórico das denúncias”, diz a nota.
Além das disputas no meio digital, as duas campanhas têm atuado para buscar apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição. O próprio petista já declarou apoio público a Campos, mas aliados do presidente não descartam gestos para a governadora, diante da avaliação que a eleição à Presidência será acirrada e Lula não pode prescindir de apoios. Hoje, Lyra aparece numericamente à frente de Campos nas pesquisas de intenção de voto.
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Após uma série de agendas no Sertão de Pernambuco, o candidato ao Governo do Estado, João Campos, chegou à Região Metropolitana neste sábado (8) para cumprir compromissos em Olinda. O candidato visitou a tradicional Feira de Rio Doce, onde foi recebido por diversos apoiadores e lideranças, conversou com feirantes, comerciantes e moradores e ouviu demandas da população.
A agenda reuniu a senadora Teresa Leitão (PT), a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos (PCdoB), o deputado federal e candidato à reeleição Pedro Campos (PSB), a deputada federal e candidata a deputada estadual Maria Arraes (PSB), o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), o presidente da Câmara Municipal de Olinda, Saulo Holanda, Vini Castelo (PCdoB), além de outras lideranças e apoiadores.
Na sequência, João participou de entrevista à Rádio Marim e afirmou que, se eleito governador, vai atuar em parceria com o município para enfrentar problemas de infraestrutura, limpeza e manutenção. “Olinda está com muito problema de buraco, de limpeza, de manutenção e de controle urbano. Então, como governador, eu vou me colocar à disposição para ajudar Olinda, para ajudar o povo de Olinda. Eu vou dar solução a isso”, afirmou.
O candidato também defendeu uma relação de diálogo entre o Estado e os municípios, sem distinção partidária. “Quem governa de verdade, como o presidente Lula governa, trata com todo mundo, recebe, respeita. Agora, tem um objetivo: cuidar do povo”, disse.
Do UOL
O PT registrou na noite de ontem (7) a chapa de Lula e Geraldo Alckmin (PSB) à Presidência da República. Com o nome “Brasil pronto pra mais”, a coligação ingressou com o registro às 23h20 na Justiça Eleitoral. É a única candidatura que apresentou uma coligação para a eleição nacional deste ano, reunindo sete partidos (PDT, PSB, PT/ PCdoB/ PV, PSOL/ REDE). O programa de governo apresentado à Justiça tem como foco a defesa da soberania nacional, o que já vem sendo colocado à frente dos discursos de Lula e dos petistas nos últimos meses, com a escalada da crise com os Estados Unidos a partir do tarifaço.
A palavra “soberania” aparece em 21 das 84 páginas do programa de governo. “Faremos firme oposição a qualquer tentativa de subordinar o Brasil a interesses estrangeiros ou de reduzir nosso país a uma posição de dependência geopolítica”, afirma o texto, que coloca ainda uma crítica velada ao bolsonarismo: “Rejeitamos a visão daqueles que aceitam, com servilismo, a renúncia à soberania nacional em nome de alinhamentos automáticos e ideologias fracassadas”.
Leia maisNo programa de governo, Lula e Alckmin defendem o aprofundamento das relações com o Sul global e uma política externa voltada ao multilateralismo. É o oposto da visão de Donald Trump. O texto não cita os Estados Unidos.
Outros pontos do documento
O texto trata também sobre ações com foco estratégico em inovação, inteligência artificial, minerais críticos — e cita especificamente as terras raras, tópico que nos últimos dois anos passou a ser central nas discussões relacionadas à expansão da economia dos Estados Unidos.
A chapa Lula-Alckmin se propõe a enfrentar o sistema de emendas parlamentares. Já entre as propostas para políticas públicas está a de uma Política Nacional de Letramento Digital, voltada para educar a população a navegar na internet e se proteger de fraudes, além da criação de um Conselho Nacional pela Soberania Digital.
Tema espinhoso para o PT, a segurança pública apresenta algumas novidades, além da afirmação de que será, de fato, criado o Ministério da Segurança Pública. Um dos pontos é fortalecer o sistema penitenciário federal com a criação de um “protocolo nacional de classificação e transferência de presos de alta periculosidade”. O capítulo fala ainda de reforçar o combate às organizações criminosas, minando seus recursos financeiros.
A chapa faz um aceno à ex-presidente Dilma Rousseff e uma crítica à gestão Jair Bolsonaro (PL), mencionado apenas uma vez: “O golpe contra a presidenta Dilma e a reforma previdenciária do governo Bolsonaro promoveram uma desorganização que ainda estamos enfrentando.”
O programa de governo tem 13 tópicos: fortalecer a democracia; combate à desigualdade; segurança pública; educação; saúde; cultura e esporte; espaços; uso do espaço urbano; economia sustentável e digital; segurança alimentar e produção agrícola; segurança energética e transição para economia de baixo carbono; sustentabilidade ambiental e climática; trabalho; defender a soberania nacional e o protagonismo internacional do Brasil.
O texto faz um longo preâmbulo de como o governo Lula 3 recebeu a Presidência. Os petistas chamam no programa de governo o legado de Jair Bolsonaro de “herança maldita”.
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O Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior de Pernambuco (SEPEX-PE) empossou, ontem (7), sua nova diretoria durante cerimônia realizada em Recife. O evento reuniu empresários do setor de diferentes regiões do Estado.
A nova diretoria da entidade será presidida por Durval Costa Neto, sócio da Trend Mídia. Nando Carvalho, da Videoporto, assume a vice-presidência. Completam a diretoria Luciana Meira, como tesoureira, e Walter Lins Jr., como primeiro-secretário.
Segundo Durval, a nova gestão pretende ampliar a participação de empresas do setor no sindicato e fortalecer o diálogo com o poder público, agências e anunciantes. “A nossa missão é ampliar a representatividade, integrando novas empresas de mídia exterior da capital, Região Metropolitana, Agreste e Sertão”, afirmou.
O SEPEX-PE representa empresas de publicidade exterior em Pernambuco e atua na organização e regulamentação do setor.
O prefeito de Timbaúba Marinaldo Rosendo (PP) reforçou apoio à candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco durante a mobilização do projeto Chega Junto Pernambuco, realizada neste sábado (8), na Mata Norte do Estado.
Durante o evento, Marinaldo destacou a gestão de João à frente da Prefeitura do Recife e afirmou que o pessebista está preparado para assumir o comando do Estado. “Foi um grande gestor com aprovação máxima na cidade do Recife e, sem sombra de dúvidas, representará na esfera estadual. João, estou contigo”, declarou.
Os prefeitos Josafá Almeida (PRD), de São Caetano; Sandra Paes (Republicanos), de Canhotinho; Erivaldo Chagas (Republicanos), de Lajedo; Duda Lira (PSDB), de Cupira e César Freitas (PC do B), de Sanharó, decidiram retirar, neste sábado (8), o apoio à pré-candidatura de Marília Arraes (PDT) ao Senado. Os gestores acompanham a decisão liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB), e pelo candidato a deputado federal Gabriel Porto (PSB), após os recentes acontecimentos e diante do não cumprimento de compromissos políticos anteriormente assumidos.
O movimento também reúne importantes lideranças de diferentes regiões de Pernambuco. Em Olinda, acompanha a decisão o presidente da Câmara de Vereadores, Saulo Holanda (MDB). Em Quipapá, retiram o apoio o vice-prefeito João Batista (PSB) e os vereadores Ronaldo Fenômeno (PSB), Rodrigo Correia (Republicanos) e Sandro da Vila (PT). Em Catende, aderem ao movimento o vice-prefeito Rinaldo Barros (PV) e os vereadores Jorge da Internet (União), Marcílio da Saúde (PSDB), César Barros (PV), Jonas Alves (PSDB), Fernando Enfermeiro (Podemos), Boréu (PV) e Monalisa Carvalho (União).
Leia maisEm Caruaru, o grupo liderado pelo ex-deputado e ex-prefeito Tony Gel e por Tonynho também retira o apoio; em Água Preta, acompanham a decisão os vereadores Lu do Una City (PSDB) e Bella de Nikollas (PRD). Em Capoeiras, o mesmo posicionamento é adotado pelos ex-prefeitos Neide Reino e Neném. Em Palmares, o grupo liderado por Dgerson Melo e Bernardo Filho passa a integrar o movimento.
Também aderem à decisão o vereador Duda Mulato (Avante), de Exu; os vereadores Klecia do Moinho (PSB) e Clécio do Moinho (PSB), além do ex-candidato a prefeito Maninho, de Lagoa de Itaenga; o vereador Niltinho (União), de Sertânia; o empresário Boró e o vereador Neto Morais (SD), de Lagoa dos Gatos; o vereador Fabiano Paz (PSB), de Paulista; e, em Panelas, o ex-vice-prefeito Genilson Lucena, os vereadores Joelmo do Alfaiate (PSDB) e Zé Júlio (MDB) e os ex-vereadores Mica e Ezequias.
A decisão é resultado de uma avaliação conjunta e reafirma que qualquer construção política precisa estar baseada em confiança, lealdade, diálogo e, acima de tudo, no cumprimento da palavra empenhada.
O grupo ressalta, entretanto, que a decisão em relação à candidatura ao Senado não altera a aliança política com o ex-prefeito do Recife e candidato a governador João Campos (PSB). Os prefeitos, Álvaro Porto, Gabriel Porto e as demais lideranças seguem unidos e comprometidos com o projeto liderado por João para Pernambuco.
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