Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
O presidente do Avante em Pernambuco, Sebastião Oliveira, garantiu ontem (4) que o partido contará com chapas para a disputa no Legislativo estadual e federal e garantiu que o partido está fortalecido. As informações são do Blog da Folha.
“Quero reafirmar aqui a nossa pré-candidatura a deputado estadual, a pré-candidatura a reeleição do meu irmão Valdemar Oliveira, deputado federal, dizer que nós continuamos firmes e fortes no Avante. Teremos muitas novidades de quem vai chegar aqui no partido ainda hoje no último prazo de filiação dia 4 de abril. Vocês verão as novidades, o Avante está fortalecido e vai partir esse ano para uma chapa entre três e quatro deputados estaduais e entre dois e três deputados federais”, assegurou.
Sebastião ainda aproveitou a oportunidade para alfinetar os adversários políticos que consideraram que o partido poderia estar enfraquecido. “Quem achava que nós estávamos enfraquecidos e que íamos migrar para outro partido, tenham tenham certeza de que o Avante está mais fortalecido do que nunca em Pernambuco e no Brasil. Ficamos fortes em Minas Gerais, na Bahia, no Maranhão, no Amazonas, em São Paulo, no Rio de Janeiro. O Avante vai crescer em Pernambuco e no Brasil”, afirmou.
Por AFP
O papa Leão 14 fez um apelo neste domingo (5) para que se “escolha a paz” e denunciou a “indiferença” às guerras na primeira mensagem de Páscoa do seu pontificado, marcada pelo conflito no Oriente Médio.
Do Timor Leste à Espanha, e de Jerusalém ao Líbano, católicos de todo o mundo celebram a festa que comemora a ressurreição de Cristo, em meio à guerra desencadeada pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã e suas repercussões regionais, inclusive para os cristãos.
Leia maisNo Vaticano, na Praça de São Pedro adornada com milhares de flores, Leão 14 celebrou a missa de Páscoa pela primeira vez desde sua eleição em maio de 2025, em um ambiente festivo, acompanhado por trombetas e cânticos litúrgicos.
Durante a tradicional bênção Urbi et Orbi (à cidade e ao mundo), o pontífice denunciou a “indiferença” à guerra. “Estamos nos acostumando com a violência, resignados a ela e indiferentes. Indiferentes à morte de milhares de pessoas. Indiferentes às consequências do ódio e da divisão semeados pelos conflitos”, bem como às suas “consequências econômicas e sociais”, declarou.
Rompendo com a tradição seguida durante anos por seus antecessores, ele não mencionou nenhum país ou região em crise no mundo. Ele também anunciou uma vigília de oração pela paz, a ser realizada em 11 de abril na Praça de São Pedro. Da sacada central da Basílica de São Pedro, ele desejou à multidão uma “Feliz Páscoa” em dez idiomas, incluindo português, espanhol, árabe, chinês e polonês, antes do toque dos sinos.
Ao longo da Semana Santa, a sombra do conflito no Oriente Médio pairou sobre as celebrações. Na noite de ontem, durante a Vigília Pascal, o chefe da Igreja Católica denunciou as divisões criadas pela “guerra, injustiça e isolamento entre povos e nações”. Em Roma, a Páscoa também reacende a memória do papa Francisco: em 2025, o jesuíta argentino fez sua última aparição pública em uma reunião final na Praça de São Pedro, no Domingo de Páscoa, poucas horas antes de sua morte.
Nos últimos dias, o papa nascido em Chicago, que também possui cidadania peruana, intensificou seus apelos diplomáticos, chegando a se dirigir a Donald Trump, a quem convidou a “encontrar uma saída” para o conflito.
Em Jerusalém, as celebrações litúrgicas na igreja do Santo Sepulcro, construída no local onde, segundo a tradição, Jesus foi crucificado e ressuscitou, foram realizadas a portas fechadas devido às restrições de segurança impostas por Israel desde o início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro.
No último domingo, a polícia israelense controlou o acesso dos poucos fiéis autorizados a se aproximar. “É muito difícil para todos nós, porque é o nosso dia de festa… É muito difícil querer rezar, vir aqui e não encontrar nada. Tudo está fechado”, lamentou Christina Toderas, 44, da Romênia, com lágrimas nos olhos. “O silêncio é quase absoluto, apenas perturbado à distância pela devastação que a guerra continua a causar nesta terra sagrada e dilacerada”, declarou o Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa, hoje. A polícia israelense o impediu de entrar na basílica, no último domingo, um incidente que provocou protestos internacionais.
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Três homens foram presos na tarde de ontem (4), suspeitos de tráfico de drogas na praia de Porto de Galinhas, em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. A ação foi registrada por volta das 13h e, segundo testemunhas, houve tiros, correria e pânico entre turistas e moradores durante a abordagem policial.
Em nota, a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), por meio do 18º BPM, informou que recebeu denúncias de tráfico de entorpecentes no acesso à faixa de areia da praia. Ao chegarem ao local, os policiais identificaram quatro homens em atitude suspeita, que tentaram fugir. Três foram alcançados, mas o quarto conseguiu escapar. Durante a abordagem, segundo a PMPE, houve resistência por parte dos suspeitos, com luta corporal contra os policiais. Um dos militares sofreu escoriações e torção em membro inferior após ser empurrado. As informações são do Jornal do Commercio.
Leia maisAinda de acordo com a PMPE, populares tentaram intervir, arremessando objetos e tentando impedir a ação policial, inclusive com tentativa de retirada dos detidos e subtração de armamento.
Disparos teriam partido dos policiais
Testemunhas afirmaram que os tiros teriam sido disparados pelos policiais. Em nota, a corporação informou que houve uso de força proporcional e de agente químico para dispersão e que não há registro de feridos.
Ao todo, foram apreendidas 45 porções de substância análoga à maconha. Os envolvidos, juntamente com o material, foram encaminhados à delegacia para a adoção das medidas cabíveis.
Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) informou, por meio da 43ª Delegacia de Porto de Galinhas, que autuou em flagrante três homens, de 19, 24 e 28 anos, por tráfico de drogas. “Após os procedimentos administrativos, os suspeitos foram encaminhados à audiência de custódia, onde permanecem à disposição da Justiça”.
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Integrantes do PT no Tocantins pediram à direção nacional do partido ontem (4) que a filiação da ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu seja invalidada. A solicitação foi feita por um grupo minoritário do partido, a Articulação de Esquerda. Segundo interlocutores, no entanto, a direção nacional não deve acolher o pedido e a filiação tende a ser confirmada.
Kátia Abreu foi ministra da Agricultura da ex-presidente Dilma Rousseff e oficializou a filiação ao PT no Tocantins ontem. Antes, ela estava no PP. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela disse que o convite para a mudança de partido foi reforçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As informações são do jornal O Globo.
Leia mais“E agradecer ao presidente Lula, que também reforça esse convite para que eu me filie ao PT do Tocantins. Estaremos juntos nessa luta pela democracia e pela reeleição do presidente Lula”, disse Kátia Abreu, ao lado dos presidentes da sigla no Tocantins, Nile William, e em Palmas, Rosimar Mendes.
De acordo com documento obtido pelo O Globo, a solicitação de integrantes da Articulação de Esquerda cita que o diretório estadual do PT no Tocantins não se reuniram para deliberar sobre a filiação e que a prática política de Abreu “não demonstra compromisso” com artigos do estatuto do partido.
“O Partido dos Trabalhadores (PT) é uma associação voluntária de cidadãos e cidadãs que se propõem a lutar por democracia, pluralidade, solidariedade, transformações políticas, sociais, institucionais, econômicas, jurídicas e culturais, destinadas a eliminar a exploração, a dominação, a opressão, a desigualdade, a injustiça e a miséria, com o objetivo de construir o socialismo democrático”, diz um trecho do estatuto citado no pedido.
A solicitação, realizada por Fabiano Kenji Nohama, Heloísa Lias da Silva, Hílton Faria da Silva, Jozafá Ribeiro Maciel e Maria da Penha da Silva, diz ainda que Kátia Abreu “sempre foi representante dos latifundiários e das multinacionais do agronegócio”, posicionando-se contra a reforma agrária e as organizações dos trabalhadores rurais.
“Viemos, por meio deste, impugnar a filiação de Kátia Regina Abreu ao PT pelos motivos acima expostos. O PT não é o partido do latifúndio, do trabalho escravo e nem da burguesia”, argumentam. “O PT é o partido da classe trabalhadora que luta por uma sociedade de igualdade e justiça, pela reforma agrária e reforma urbana, pela liberdade de organização dos trabalhadores e trabalhadoras, pelo socialismo”, completam.
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Por Josias de Souza
Do UOL
Protagonistas da polarização que que dá à sucessão de 2026 uma aparência de tira-teima de 2022, Lula e Flávio Bolsonaro transformaram Donald Trump em sujeito oculto da campanha presidencial brasileira.
Coube ao filho de Bolsonaro o primeiro movimento. Discursando numa conferência conservadora de viés trumpista, no Texas, Flávio dirigiu um “apelo” aos Estados Unidos no último final de semana: “Observem a eleição do Brasil com enorme atenção”, disse Flávio. “Aprendam e entendam nosso processo. Monitorem a liberdade de expressão do nosso povo. E apliquem ‘pressão diplomática’ para que nossas instituições funcionem adequadamente”.
Leia maisNa última quarta-feira, documento divulgado pela Casa Branca retomou uma pregação iniciada no ano passado contra o Pix. Anotou que o sistema brasileiro de pagamento eletrônico instantâneo “distorce o comércio internacional”, prejudicando os negócios da Visa e do Mastercard, gigantes norte-americanas do mercado de cartões de crédito.
Um dia depois, de passagem por Salvador, Lula reeditou a retórica da defesa da soberania, que havia ensaiado no ano passado. Orientado pelo ministro do marketing do Planalto, Sidônio Palmeira, Lula disse que “o Pix é do Brasil” e “ninguém vai fazer a gente mudar o Pix”.
Ulysses Guimarães, uma das mais felpudas raposas da política brasileira no século passado, dizia que “o Itamaraty só dá ou tira voto no Burundi”, uma minúscula república africana. Flávio Bolsonaro e Lula, protagonistas de uma batalha que se prenuncia como acirrada e que definirá os rumos da política no Brasil no século 21, testam na prática a eficácia do ensinamento de Ulysses.
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Pré-candidato à reeleição, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem apostado, nos últimos meses, em políticas voltadas aos motociclistas e entregadores de aplicativo, de olho em um grupo que ganhou destaque no passado recente. Já na esquerda, medidas do governo federal direcionadas ao segmento devem ser reverberadas na campanha de Fernando Haddad (PT), que deixou o Ministério da Fazenda para disputar o Palácio dos Bandeirantes.
No final de dezembro, Tarcísio sancionou a isenção do IPVA para motos de até 180 cilindradas, as mais usadas por quem trabalha com entregas e transporte de passageiros. Na semana passada, o governador anunciou um pacote de medidas batizado de “Mão na roda”, que inclui a isenção de custos para emissão da CNH Digital para motofretistas e mototaxistas. As informações são do jornal O Globo.
Leia maisO conjunto de bondades prevê ainda a gratuidade do curso de especialização para quem usa a moto para atividades remuneradas. A medida, porém, só veio após protestos de motociclistas contra o anúncio pelo Detran, no início do mês passado, da obrigatoriedade da formação e da prova. Essa formação para motofretistas já é prevista em lei federal desde 2022, mas na prática não vinha sendo cobrada.
Em março, agentes da PM e da Guarda Civil Metropolitana passaram a checar se os condutores estavam com o curso em dia. Sob pressão, Tarcísio suspendeu punições e anunciou a isenção nos cursos e exames de capacitação no trânsito, uma economia de R$ 390 para cada beneficiado. Só na cidade de São Paulo são mais de 1,3 milhão de motocicletas.
Em 2024, na disputa pela prefeitura paulistana, o discurso de coach de Pablo Marçal (à época no PRTB, hoje no União Brasil), centrado no empreendedorismo e na “prosperidade”, reverberou, indicaram pesquisas, entre entregadores e motoristas de app. Não demorou para que seus principais adversários no pleito — o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o agora ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos (PSOL) — também propusessem políticas direcionadas, entre elas a isenção de motoristas de aplicativo no rodízio de veículos em São Paulo e a criação de pontos de apoio para motoboys.
Neste ano, políticos próximos tanto a Tarcísio quanto a Haddad projetam que o tema deve ganhar espaço na campanha, sobretudo na capital. Na eleição de 2022, Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceram na cidade, enquanto Tarcísio ganhou, por margem maior, no interior. O petista ainda não finalizou seu plano de governo, alinhavado pelo deputado estadual Emídio de Souza (PT), mas correligionários apontam que a categoria, “sem dúvidas”, será contemplada com propostas específicas.
Lula vem encampando a regulamentação do trabalho dos entregadores. Os pontos de apoio, com espaços para descanso, que incluem banheiro e bebedouros, por exemplo, devem ser enfatizados na esfera estadual.
Na semana passada, Boulos apresentou o relatório final do grupo de trabalho sobre o tema, propondo taxa mínima de R$ 10 por entrega e adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado em corridas a partir de 4km. A proposta, contudo, enfrenta resistência dos próprios entregadores, das empresas de aplicativo e do setor de alimentação, bebidas e varejo.
Gilberto Almeida dos Santos, presidente do Sindimoto-SP, que às vésperas do segundo turno de 2022 fez uma motociata pró-Lula na Avenida Paulista, critica, no entanto, a proposta de regulamentação dos entregadores defendida pelo governo federal. Em também a gestão Tarcísio, pelas autuações a motoboys que não tinham o curso, quando ele detectou “falta de diálogo com a categoria”, ao mesmo tempo em que elogia a isenção do IPVA, demanda antiga da categoria.
“Ambos erram ao escolher o período eleitoral para discutir um tema tão complexo e espinhoso. O governo federal teve quatro anos para fazer a regulamentação, e não o fez”, diz. “No estado, mesmo aplaudindo a medida do IPVA, ele (Tarcísio) errou na condução do Detran, feita à revelia da categoria e anunciada sem discussão.”
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Por Américo Lopes, o Zé da Coruja*
Para Eduardo de Queiroz Monteiro, o poeta das mercadorias, cuja filha caçula e menina dos seus olhos, a Folha de Pernambuco, completou 28 anos.
Meu querido Magno Martins:
Muito lindo e culto, algo como um beijo na mulher amada quando há a reciprocidade. Refiro-me à sua crônica deste domingo, 5 de abril de 2026.
Você cita com conhecimento de causa tantos: Drummond, Rosa, Raquel, Pessoa, Cecília, Neruda e os seus extraordinários cantos do mar e insere todos eles maravilhosamente na sua belíssima crônica. Você foi superlativo.
Leia maisSabe a impressão que fica? Que você é um nerd selvagem e que devorou todos os grandes autores do mundo e visitou todos os grandes museus em Afogados da Ingazeira. E boa parte disso na infância e adolescência no seu rincão querido, aí o milagre ganha dimensão pelo seu determinismo geográfico.
Tiveste tempo para um namorinho? Alguma deusa de tua rua acelerou teu coração de poeta que ficou para sempre descompassado, louco de paixão? E a filha do homem valente, namoraste?
Acho que sobre isso você pode lembrar e contar vantagens feito um “caba pabo”, besta, do “Pajeú das Flor”, que todos nós daquela terra santa somos assim. Penso que você pode falar tudo, a sua administração não estava com Nayla. Com Nayla e nenhuma mulher se brinca, nossas mãos já foram por demais queimadas no fogo e na água viva da fonte.
Como você hoje fez literatura do mais alto nível, lembrei de um querido amigo, Wilson Araújo de Sousa, que disse, escreveu e registrou para a posteridade: “Descobrindo o Brasil às machadadas de assis, entre ramos e rosa”.
Aqui ele se refere aos grandes escritores brasileiros. E brasileiros em sua cidadania, Machado de Assis, Graciliano Ramos e João Guimarães Rosa. Escrito em minúsculas, ele também fala de machados afiados, de ramos e de rosas dos campos nacionais/brasileiros.
Seu amigo,
Zé da Coruja
*Diretor operacional da Folha de Pernambuco
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Sair de Porto de Galinhas, nesse feriadão, está um verdadeiro estresse. Para pegar a via pedagiada, tem que aguentar ficar parado no engarrafamento sem sair do trecho durante mais de 30 minutos. Haja paciência!
A ex-senadora Kátia abreu anunciou ontem (4) a sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), visando a disputa eleitoral do segundo semestre deste ano. Católica, com um passado político na direita e representante dos grandes proprietários rurais, a política que é cotada para disputar o governo do estado prometeu participar da “luta pela democracia e pela reeleição do presidente Lula”.
Kátia Abreu chegou a ser oposição ao PT durante o 1º mandato de Lula, entre os anos 2003-2006, mas despois se aproximou da esquerda e foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no segundo governo Dilma Rousseff, entre 2015 e 2016. As informações são do jornal O Globo.
Leia maisApós Lula assumir seu terceiro mandato, em 2023, o nome de Kátia Abreu surgiu para uma eventual indicação ao cargo de vice-presidência do Banco do Brasil, como uma forma de aceno do petista ao setor do agro. No entanto, a movimentação não foi pra frente porque o governo avaliou que Kátia estava impedida pela lei das estatais para assumir o cargo, já que não poderiam ter o posto pessoas com parentes de até terceiro grau em cargos executivos ou de direção de partido político e ela é mãe do senador Irajá Abreu (PSD-TO).
A ida de Kátia para o PT foi anunciada nas redes sociais do partido. No post, o grupo político ressalta que a política amplia a capacidade de diálogo com diferentes setores.
“O PT Tocantins recebe hoje a senadora Kátia Abreu, um reforço de peso para consolidar o projeto de transformação do Presidente Lula em nosso estado. A recepção, conduzida pelo nosso presidente estadual, Nile William, e pela presidenta do PT Palmas, Rosimar Mendes, marca o início de uma nova etapa de diálogo e ação. A chegada de Kátia amplia nossa capacidade de articulação e reafirma o compromisso do PT com o desenvolvimento inclusivo e a justiça social”, escreveu o partido.
Embora o nome da ex-senadora venha sendo ventilado para a disputa do governo de Tocantins, o presidente estadual do PT, Nile William, desconversou quando perguntado sobre o tema. À coluna do jornalista Cleber Toledo, que cobre a política local, defendeu que a nova petista chega para “ser uma das soldadas do presidente Lula onde ela se propuser a somar”.
“Katia tem essa compreensão muito forte, de que nós temos que fazer o que for necessário para poder garantir um palanque sólido para o presidente Lula aqui no nosso estado”, completou.
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Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, anunciou ontem (4) que ficará na Rede Sustentabilidade e que disputará vaga no Senado por São Paulo, confirmando especulações que já corriam nos bastidores.
Anúncio aconteceu no começo da noite. Em nota divulgada à imprensa, Marina afirmou que decidiu ficar na Rede para reafirmar seu “compromisso com a construção de um campo democrático plural, diverso e dedicado a criar um novo ciclo de prosperidade, que seja capaz de promover justiça social, respeito à diversidade, à democracia e à sustentabilidade”. As informações são do UOL.
Leia maisEx-ministra era disputada por, pelo menos, oito partidos. Além da Rede, PCdoB, PDT, PSB, PSD, PSOL, PT e PV manifestaram interesse em ter Marina como candidata ao Senado em 2026. Ontem, a Folha antecipou que ela deveria ficar mesmo na Rede e disputar o Senado, juntamente com Simone Tebet (PSB) — no palanque para a reeleição do presidente Lula.
“A permanência na Rede, portanto, é uma decisão política que reafirma o compromisso pela reeleição do Presidente Lula e pela vitória importante para São Paulo de Fernando Haddad, e projeta uma atuação cada vez mais ativa no fortalecimento do imprescindível bioma democrático brasileiro”, disse Marina, em nota enviada à imprensa.
Apoio a Lula foi decisivo para escolha. Fator era apontado por aliados da ex-ministra como prioritário para decisão. Em março, o PSOL se negou a formar federação com PT, mas manteve sua federação com a Rede (que também aprovou a manutenção do arranjo por unanimidade) e confirmou apoio a Lula (PT).
Com decisão, Marina deixa de ser nome possível para vice de Haddad (PT). No grupo político dela, a possibilidade não era bem vista, em função da grande chance de derrota da chapa. O ex-ministro da Fazenda foi destacado por Lula para concorrer ao Palácio Bandeirantes contra Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Marina já foi filiada ao PT e ao PSB. No PT, ela foi senadora pelo Acre e ministra do Meio Ambiente durante os dois primeiros mandatos de Lula, entre 2003 e 2010. Em 2014, já no PSB, Marina substituiu Eduardo Campos após sua morte e ficou em 3º lugar na disputa pela presidência, quando o registro da Rede estava em andamento.
Reflexos paulistas
Em São Paulo, aliadas de Marina trocaram Rede por PSB. Após a deputada estadual Marina Helou ter feito a mudança em março, a vereadora Marina Bragante anunciou o movimento hoje. Elas tiveram atritos na Rede, após o comando do partido ter sido assumido por grupo ligado a deputada federal Heloísa Helena.
“Essa decisão é fruto de uma reflexão responsável sobre o momento político e, principalmente, sobre o que ainda precisa ser feito”, disse Marina Bragante.
Marinas devem ser candidatas em 2026. Enquanto a atual vereadora deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo, a deputada estadual tentará uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Marina Silva deixou o Ministério do Meio Ambiente na última quarta (1). No lugar da ambientalista, ficou João Paulo Capobianco, ex-secretário executivo da pasta. Ao sair do cargo, ela não confirmou se seria ou não candidata ao Senado por São Paulo.
Ministra deixa Brasília com impasse sobre Margem Equatorial. Marina enfrentou desentendimentos com colegas do governo federal sobre estudos de exploração de petróleo na Margem Equatorial, que envolve cinco bacias sedimentares entre o Norte e Nordeste do país.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou o nome de Márcio Elias como o novo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A cerimônia de posse deve ocorrer amanhã (6).
Elias foi secretário-executivo do ex-ministro Geraldo Alckmin, que se descompatibilizou da pasta para concorrer a eleição como vice-presidente na chapa de Lula. O nome dele era o mais cotado para assumir o cargo, tendo em vista o destaque que Elias teve na coordenação de projetos importantes. As informações são do portal Metrópoles.
Leia maisA expectativa é de que o novo ministro assuma o posto e dê continuidade ao trabalho e aos programas implementados pela pasta nos últimos três anos. “O vice-presidente teve uma atuação que eu classifico como histórica à frente do MDIC. Sob seu comando, não só reconstruímos um ministério extremamente importante para o país, e que havia sido extinto no governo anterior, como colocamos a política industrial no centro do debate”, afirmou o ministro.
Saiba quem é Márcio Elias
Natural de Ibiúna, interior de São Paulo, Márcio tem 63 anos e é formado pela Instituição Toledo de Ensino (SP) de Bauru. Tornou-se mestre e doutor em direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Foi procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo por dois mandatos e secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania de SP. Além disso, exerceu o magistério nas áreas de direito administrativo e tutela coletiva e foi membro do Ministério Público de São Paulo, onde atuou como promotor de Justiça de Direitos Difusos e Coletivos, além de promotor de Justiça e Cidadania.
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O secretário-executivo da Prefeitura do Recife Vinicius Castello (PCdoB) anunciou ontem (4) a sua saída da pasta de Integração Metropolitana da gestão municipal, onde atuava desde janeiro de 2025.
Pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB, Castello pontuou a importância de ter trabalhado pela capital pernambucana e agradeceu a confiança da gestão municipal. As informações são do Blog da Folha.
“Fizemos um trabalho importante dentro da Prefeitura do Recife visando integrar as agendas políticas e de desenvolvimento urbano entre o Recife e suas cidades vizinhas, a exemplo de Olinda e Jaboatão. Foi um período de aprendizado, sem dúvida, mas de dedicação para apontarmos diagnósticos e executarmos ações que atingissem a todos os recifenses. Tivemos articulações em Brasília, além de parcerias com outras pastas da gestão municipal e órgãos do judiciário, tudo buscando um desenvolvimento social e urbano unificado. Sou muito grato a João e a Victor pela oportunidade de colaborar com o Recife”, afirmou.
Ex-vereador de Olinda e candidato à Prefeitura da cidade alta em 2024, Vinicius falou sobre sua vontade de trabalhar pelo povo pernambucano na Assembleia Legislativa. “Agora vamos para um novo desafio, buscando assumir uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco. E é com o mesmo compromisso que tenho com Olinda e Recife que coloco meu nome à disposição de Pernambuco. Quero ser uma voz firme na Alepe, que defenda quem mais precisa e ajude a transformar desenvolvimento em oportunidades reais na vida do nosso povo. Pernambuco pode mais e eu estou pronto para lutar por isso todos os dias”, concluiu.
