Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
Resultado de 18,19% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco. Raquel com 55,72% e Marília com 44,28%.
O candidato ao Senado e deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) apresentou a interiorização da saúde pública como uma de suas prioridades durante o debate promovido pelo g1 Pernambuco, nesta quarta-feira (2). O parlamentar defendeu a ampliação dos serviços especializados fora da Região Metropolitana do Recife e citou a destinação de recursos para hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Entre as ações mencionadas, Eduardo da Fonte citou a destinação de R$ 6,4 milhões em emenda parlamentar para a aquisição de um PET Scan para o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), no Recife, e a atuação para transformar o Instituto do Câncer Infantil do Agreste (Icia), em Caruaru, no Hospital Infantil do Agreste. “Minha prioridade é cuidar das pessoas e fazer com que a saúde pública esteja cada vez mais perto de quem precisa. Estamos trabalhando para levar equipamentos de última geração para o SUS, fortalecer os hospitais e interiorizar o atendimento”, afirmou.
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, informou, na terça-feira (1°), que cumprirá agenda em Pernambuco no dia 16 deste mês. O anúncio foi feito em um vídeo gravado ao lado do deputado federal e candidato ao Senado Mendonça Filho (PL).
“Meus amigos de Pernambuco, estou ao lado de Mendonça Filho, nosso candidato ao Senado, e temos uma boa notícia para vocês: vamos estar juntos em Pernambuco no dia 16 deste mês. […] A gente está aí para abraçar o povo pernambucano junto com ‘Mendoncinha'”, disse Flávio no vídeo. As informações são do Blog da Folha.
Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) se reuniram nesta quarta-feira (2) para a primeira sessão plenária da Corte desde a divulgação de mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes. Apesar da repercussão do relatório da Polícia Federal e da tensão provocada pelo caso nos bastidores do Supremo, nenhum dos ministros fez referência ao episódio.
Em um movimento pouco usual, parte dos ministros, entre eles Moraes, entrou pela porta da frente do STF. Normalmente, eles chegam ao tribunal pela garagem privativa. Moraes entrou sorrindo, acenou para a imprensa, mas não falou com os jornalistas. Já André Mendonça chegou pela garagem e também acenou para a imprensa, mas não fez comentários. As informações são da CNN.
Quase todos os ministros participaram da sessão, com exceção de Cármen Lúcia, que acompanhou os trabalhos por videoconferência.
Leia maisDurante a sessão, Moraes e Mendonça ficaram sentados lado a lado, como ocorre normalmente por causa da ordem de antiguidade da Corte. Os dois não conversaram.
O decano do STF, ministro Gilmar Mendes, que costuma fazer intervenções em momentos de tensão envolvendo a Corte, também não se manifestou sobre o caso. Na terça, porém, o ministro se reuniu com o presidente Lula (PT) para tratar da crise no Supremo.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, também não fez qualquer comentário sobre o episódio no início da sessão. Ele abriu os trabalhos normalmente, chamou o primeiro item da pauta e deu início às sustentações orais, seguindo o rito habitual.
Ao longo da sessão, os ministros analisaram temas como a imunidade de ITBI para empresas do setor imobiliário na transferência de imóveis para integralização de capital social e a incidência de PIS/Cofins sobre rendimentos de aplicações financeiras das reservas técnicas de seguradoras. Os trabalhos foram encerrados por volta das 18h.
O primeiro pronunciamento de Fachin sobre o caso ocorreu mais cedo nesta quarta (2), durante um evento no STF sobre direito público internacional. Nenhum outro ministro participou do encontro.
O presidente da Corte afirmou que as revelações sobre a relação entre Moraes e Vorcaro configuram um momento de “especial gravidade”. Segundo Fachin, “medidas cabíveis” serão anunciadas nos próximos dias.
Conforme mostrou a CNN, Fachin iniciou consultas aos demais ministros para decidir sobre o pedido de investigação envolvendo Moraes. O presidente da Corte tem conversado individualmente com seus colegas e deve também ter encontros reservados com André Mendonça e Alexandre de Moraes.
A expectativa é de que Fachin tome uma decisão apenas na semana que vem. Ele deve aguardar a repercussão do episódio para avaliar se levará a questão a plenário.
Quebra de sigilo
Mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes vieram a público nesta terça-feira (1º) após o ministro André Mendonça retirar o sigilo da ação que trata do conteúdo das conversas.
A decisão ocorreu pouco depois de o Estadão revelar conversas nas quais o banqueiro pedia ao magistrado que atuasse junto ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para conter o avanço das investigações sobre o banco.
Diante das informações, Mendonça pediu manifestação da PGR sobre uma possível abertura de investigação. Em resposta, Gonet afirmou que Mendonça ultrapassou limites da atuação como juiz e pediu a nulidade das provas contra Moraes e o arquivamento da ação.
Segundo o procurador-geral, não cabe a Mendonça “acusar”, tampouco “realizar investigações pré-processuais”. Para Gonet, o ministro deveria ter levado o caso diretamente ao plenário, já que sabia haver, entre os investigados, pessoas com foro por prerrogativa de função, em referência a Moraes.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para uma conversa no Palácio do Planalto na tarde desta terça-feira (1º) para tratar da crise institucional instalada após as revelações de que o ministro Alexandre de Moraes mantinha contato frequente com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
De acordo com relatos de interlocutores, o presidente demonstrou preocupação que essas revelações tragam danos à imagem institucional da Suprema Corte. O petista teria afirmado que é preciso evitar desgastes ao tribunal. O encontro entre as duas autoridades não aparece na agenda oficial da Presidência divulgada diariamente. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) foi procurada, mas não comentou. O ministro Gilmar Mendes não respondeu. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisMensagens tornadas públicas nesta terça-feira por ordem do ministro André Mendonça indicam que Vorcaro era orientado por Moraes durante o auge da crise na instituição, no fim do ano passado. Em uma delas, Vorcaro perguntou a Moraes se tinha que deixar o país. O texto, em posse da Polícia Federal (PF), foi enviado em 15 de novembro de 2025, dois dias antes de Vorcaro ser preso pela primeira vez diante das suspeitas de fraudes. A ideia de Mendonça é levar o tema para ser discutido no plenário do Supremo.
As revelações viraram munição para a oposição atacar Moraes e o próprio presidente Lula. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula nas eleições, fez duro discurso em plenário na terça, cobrando que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), coloque para ser discutido um pedido de impeachment do ministro do STF. Essa possibilidade, no entanto, é descartada por ora por Alcolumbre.
A avaliação do entorno do petista é que apesar de o governo não ter relação com as investigações tampouco com o Supremo, esses fatos poderão trazer desgastes à imagem do presidente, uma vez que ele é próximo de ministros do STF. O receio é que isso contamine o ambiente às vésperas das eleições, impulsionando um discurso mais extremista de candidatos. Aliados de Lula dizem ainda, sob reserva, ver com desconfiança esse movimento de Mendonça, falando em seletividade.
Governistas usarão a queda do sigilo para pressionar que o ministro do STF também retire o sigilo da investigação sobre o Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro, que teve recursos pagos por Vorcaro. Áudios revelados neste ano mostraram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro para custear a produção.
Lula ainda está em silêncio e não se posicionou publicamente sobre os fatos que foram revelados. Como o GLOBO mostrou, aliados defendem que o presidente trate do assunto. A expectativa é que ele adote a mesma linha das manifestações feitas em relação às suspeitas envolvendo seu filho mais velho, o empresário Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, e defender tanto as investigações como o direito de o magistrado apresentar sua defesa.
As revelações também têm potencial de gerar maior ruído interno no Supremo, que hoje é dividido em duas alas: uma mais alinhada a Moraes e outra, a Mendonça. Um ministro diz, sob reserva, que o clima hoje é “tenso”.
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Um dos idealizadores do site Bastidor.PE, o primeiro a publicar a foto de um panfleto contra a honra de Raquel Lyra (PSD) no domingo (30), trabalha na campanha eleitoral da governadora. Jornalista e fotógrafo, Léo Malafaia teve cargo no Governo de Pernambuco entre 1º de novembro de 2025 e o último dia 4 de agosto, quando foi exonerado para atuar como videomaker no projeto de reeleição da candidata do PSD. O nome dele aparece em uma notícia-crime apresentada à Justiça Eleitoral como peça-chave que pode levar a polícia a identificar os autores dos materiais gráficos com ataques contra a governadora.
Na publicação de estreia do Bastidor.PE, em 1º de outubro de 2025, Malafaia é elencado como um dos três idealizadores do site, junto com o jornalista Fillipe Vilar e o estrategista político Rodrigo Ambrosio. Embora não tenha textos ou fotos de sua autoria na página, ele segue como um incentivador frequente do projeto. Desde 14 de agosto, compartilhou em suas redes sociais três publicações do Bastidor.PE, todas negativas contra João Campos (PSB), adversário de Raquel nas eleições.
Leia maisMalafaia, Vilar e Ambrosio têm em comum a relação com a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco no período em que Daniel Coelho (PSD), hoje candidato a deputado federal, assumiu a pasta, em janeiro de 2023. Vilar chefiou a comunicação da secretaria até outubro de 2025, tendo como subordinados Ambrosio, até maio de 2025, e Anna Tenório, esposa de Malafaia, até agosto do mesmo ano, mês em que ela se transferiu para a Casa Civil, onde permanece. Em novembro de 2025, foi o marido dela que ganhou um cargo comissionado na pasta, de onde só saiu para integrar a campanha de Raquel.
Malafaia é um dos assessores mais próximos da governadora. Em 20 de agosto, por exemplo, a assessoria dela divulgou fotos e vídeos captados por ele durante uma caminhada em Paulista, no Grande Recife. Na última segunda-feira (31), dia seguinte à divulgação dos panfletos apócrifos, ele fez a cobertura de vídeo de uma sabatina com a participação dela.
Malafaia, Vilar e Ambrosio foram listados em uma notícia-crime na Justiça Eleitoral depois que os panfletos apócrifos vieram à tona, no domingo (30). O Bastidor.PE foi o primeiro site a publicar fotos do material, às 11h02, usando como capa da postagem um cartaz com o texto “Ela matou o marido para ganhar a eleição”. Apesar disso, nenhum exemplar desse material foi achado nas ruas por autoridades ou populares. No dia seguinte, postagem assinada por Fillipe Vilar apontou a localização de vários folhetos, exceto a do que mais repercutiu, embora a própria governadora o tenha usado em um vídeo sobre o tema.
Por se tratar de uma notícia-crime, a peça jurídica que está em poder da Justiça Eleitoral não tem caráter acusatório, mas elenca o videomaker de Raquel e os outros idealizadores do Bastidor.PE como peças-chave para que a polícia identifique a localização do cartaz que mais gerou comoção em torno da governadora, já que o próprio site indica que recebeu fotos e se prontificou a registrar outros flagrantes em ruas do Bairro do Recife.
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1.
A votação foi simbólica, em que os votos não são contados nominalmente. Os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Tereza Cristina (PP-MS) pediram para que fosse registrado que votaram contra a proposta, todos em meio de mandato como senadores. As informações são do g1.
Leia maisDurante a votação na CCJ, o líder do MDB, Eduardo Braga (MDB-AM), anunciou que vai apresentar uma PEC paralela à 6×1 para mitigar possíveis impactos econômicos da mudança de jornada. O movimento do parlamentar fez o senador Rogério Marinho, líder da oposição, retirar dois destaques ao texto, o que faria a comissão analisar dois trechos da proposta de forma separada.
“…Garantindo que este Congresso e que esta CCJ possa, por exemplo, tratar do trabalho presencial e do funcionamento contínuo, como no comércio, na gastronomia, na logística, na saúde e nos serviços. E a transição pura exige mais contratações, o que pode elevar, sem dúvida, o custo da folha de pagamento”, disse Braga.
“Para viabilizar essas mudanças, nós podemos implementar, através de uma PEC autônoma, a transição gradual, a implementação escalada, a descentralização por negociação, sim, coletiva — como aconteceu, inclusive, no Chile, país citado aqui neste debate —, a ampliação do banco de horas e compensação anual, a modernização do trabalho parcial e por turnos, desoneração da folha de pagamentos”, continuou o senador.
Apesar do pedido, ainda não há previsão de quando a PEC será pautada no plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não deu garantias aos senadores de votar ainda nesta quarta-feira, como é o desejo de aliados do governo.
O relatório do senador Omar Aziz (PSD-MA) manteve o texto aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados como uma estratégia para agilizar a aprovação final.
Isso porque caso o parecer de Aziz seja aprovado pelo plenário do Senado, o texto não precisará retornar para a Câmara, já que não terá sofrido modificações. Dessa forma, poderá ser promulgado pelo Congresso.
O fim da escala de trabalho 6×1 é uma defesa do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Aziz é aliado do petista e candidato ao governo do Amazonas.
Aziz rejeitou todas as mudanças pedidas por senadores, incluindo o retorno das 44 horas semanais, defendido por integrantes da bancada do PL.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, lamentou que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, não incorporou a PEC alternativa de sua autoria, que prevê um regime de livre negociação entre empregador e trabalhador com remuneração por hora trabalhada.
Para ele, o projeto do governo tem um caráter eleitoreiro.
“De fato o regimento foi descumprido, não foi por vossa excelência [Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ], foi pelo presidente da Casa na hora em que não anuiu, pelo fato de ser lá conexa e análoga, a questão de serem apensadas as matérias para que pudesse discutir as duas formas de trabalhar”, afirmou o senador.
“E não há, no nosso projeto, nenhuma agressão a nenhum direito trabalhista porque eles estão todos preservados no artigo 7º da Constituição Brasileira. Então essa narrativa não cabe. Isso é uma narrativa. O governo está preocupado com esse projeto agora apenas por um motivo. Ele quer se reconectar com a sociedade, porque o desgaste está grande e vai perder as eleições”, prosseguiu Marinho.
Líder do governo na Casa, a senadora Teresa Leitão (PT-PE) afirmou que a proposta só avançou no Congresso pelo forte apelo popular e desafiou parlamentares candidatos a se posicionarem contra o fim da 6×1.
“Se chegou nesta hora [próxima da eleição], que seja discutida com essa perspectiva de projeto. Eleição não é só jogo de acusação e defesa. Não é só jogo de mostrar quem é e de suas biografias, boas ou más. Eleição também é defesa de projeto de sociedade. E aprovar esta PEC tem relação sim com o projeto de sociedade que nós queremos. Que avance nas relações sociais e no respeito”, afirmou a senadora.
“Se chegou nessa hora, prestes a vivermos uma eleição, que seja debatida nessa perspectiva. Quem é a favor do fim da jornada 6×1, candidatos, que o digam. Quem é contra o fim da jornada 6×1, que assuma”, afirmou.
A estratégia da oposição foi pedir vistas coletivas para tentar protelar a deliberação. Normalmente, o período de vistas adia a votação para a próxima reunião, mas, para garantir a votação, o presidente da CCJ, Otto Alencar, aliado histórico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como Aziz, concedeu vista pelo período de uma hora.
Senadores aliados de Lula pressionam Alcolumbre para que a votação em plenário em dois turnos seja ainda nesta semana. O presidente do Senado, no entanto, evitou se comprometer com uma data para a análise.
A PEC do fim da 6×1 foi destravada no Congresso depois de quase três meses parada no Senado com a reaproximação de Lula e Alcolumbre.
Os dois políticos se afastaram depois da indicação do presidente e subsequente negativa do Senado ao nome de Jorge Messias para uma vaga no STF. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde 1894.
Foi só em agosto, na véspera da campanha eleitoral, que eles retomaram o diálogo. E o acordo veio em seguida: Alcolumbre enviou a PEC para análise na CCJ e garantiu a votação na comissão durante essa semana, a última de votações antes da eleição.
Agora, aliados de Lula querem a votação final ainda nesta semana. Caso o parecer de Aziz seja o aprovado pelo plenário do Senado, o texto não precisará retornar para a Câmara, já que não terá sofrido modificações. Dessa forma, poderá ser promulgado pelo Congresso.
Uma PEC precisa ser aprovada na CCJ e depois seguir para votação em dois turnos no plenário do Senado. Após a votação em primeiro turno, deve-se esperar cinco dias úteis para a votação em segundo turno.
No entanto, aliados de Lula argumentam que, se houver vontade política, uma PEC não precisa cumprir os prazos regimentais para ser aprovada. Os senadores citam outros momentos em que propostas tiveram as votações em dois turnos feitas uma seguida da outra.
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CNN
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi ouvido na semana passada pelo juiz assessor de André Mendonça sem a presença da PF (Polícia Federal).
A CNN apurou que, no depoimento, não foi tratado sobre o eventual envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro.
O foco foi a atuação da Polícia Federal no caso e, em especial, do diretor-geral Andrei Rodrigues.
Leia maisFoi tratado também do que o entorno de Vorcaro considera resistência da Polícia Federal em avançar com uma delação premiada.
Nesta terça-feira, a CNN revelou que a defesa de Vorcaro aguarda há 20 dias uma posição da Polícia Federal sobre uma terceira delação premiada.
Em junho, quando a segunda delação premiada foi recusada, a CNN mostrou que o entorno de Vorcaro entendia que a PF nunca quis fazer uma colaboração premiada com o ex-banqueiro.
Procurado, o advogado de Vorcaro, Daniel Bialsky, disse que a defesa não vai se manifestar.
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Marília Arraes (PDT) participou, nesta quarta-feira (2), do primeiro debate entre os candidatos ao Senado por Pernambuco, promovido pelo g1 Pernambuco e pela TV Globo. Única mulher entre os postulantes, a candidata apresentou propostas nas áreas de saúde, enfrentamento à violência contra a mulher, mudanças climáticas e transparência no uso de emendas parlamentares, além de reafirmar a parceria política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao tratar da violência de gênero, Marília propôs o funcionamento 24 horas das Delegacias da Mulher, a ampliação dessas unidades e a implantação de salas lilás de acolhimento nos municípios. Também apresentou medidas de qualificação profissional, acesso ao crédito e geração de renda para mulheres vítimas de violência. “Nenhuma mulher pode buscar o Estado e encontrar a porta fechada”, afirmou.
Na saúde, a candidata colocou entre as prioridades a interiorização dos serviços de média e alta complexidade, a atenção às mulheres no climatério e o acesso pelo SUS a tratamentos contra a obesidade. Em outro momento, afirmou que o Senado precisa exercer seu papel constitucional com “maturidade e temperança” e se posicionou contra iniciativas que, na sua avaliação, enfraqueçam as instituições democráticas.
Marília também se posicionou a favor da transparência na destinação de emendas parlamentares e disse que, se eleita, pretende manter diálogo com todos os municípios, independentemente das disputas políticas locais. Sobre mudanças climáticas, defendeu recursos federais para a conclusão das cinco barragens previstas para a Mata Sul e para obras de contenção de alagamentos no Recife. Nas considerações finais, reiterou a parceria com Lula e destacou a importância da representação feminina no Senado.
O neodireitista Túlio Gadêlha foi ao debate do g1 entre os candidatos ao Senado por Pernambuco e acabou transformando sua participação em uma espécie de defesa do governo Raquel Lyra.
Mais do que apresentar uma agenda própria para o Senado, Túlio passou boa parte do debate reforçando aquele que parece ser o principal papel que assumiu nesta eleição: o de aproximar campos políticos diferentes em torno da candidatura da governadora.
A estratégia ficou evidente nas suas falas. Túlio se apresentou como alguém capaz de construir pontes e aproximar posições, numa clara sinalização de que pretende cumprir o papel de interlocutor entre setores da direita e Raquel Lyra.
No fim das contas, o candidato que se apresenta como independente acabou reforçando a imagem de aliado estratégico da governadora — quase como um personagem escalado para cumprir uma missão específica dentro da campanha: ajudar a aproximar Raquel do eleitorado e dos setores da direita que ainda não estão completamente integrados ao seu projeto.
O processo trabalhista foi o termo mais pesquisado entre as categorias analisadas no Google Brasil, segundo o volume médio mensal de buscas registrado entre agosto de 2025 e julho de 2026. No período, a expressão alcançou 81.375 buscas mensais, bem acima de outros termos relacionados ao sistema judicial.
Na sequência, aparecem “processo civil”, com média de 9.908 pesquisas por mês, e “processo administrativo”, com 7.750. Já “processar empresa” registrou 603 buscas, enquanto “processo eleitoral” teve média de 512 consultas mensais.
Leia maisA distribuição regional dessas pesquisas também ajuda a compreender como o tema desperta interesse no país.
As regiões com maior volume de buscas por “processo trabalhista” concentram grande parte da população, da atividade econômica e dos vínculos formais de emprego. Estados do Sudeste, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, tendem a apresentar participação relevante nas consultas, acompanhados por unidades do Sul e do Nordeste.
A análise regional, porém, deve considerar o tamanho da população e o acesso à internet. Um estado pode registrar mais buscas em números absolutos por ter mais habitantes, enquanto outro pode se destacar proporcionalmente, mesmo com um volume total menor.
Além disso, fatores como concentração industrial, presença de grandes empregadores e quantidade de trabalhadores formais podem influenciar o interesse pelo assunto.
As buscas também podem aumentar em períodos de mudanças na legislação, divulgação de decisões judiciais ou debates sobre direitos trabalhistas. É importante ressaltar que os dados indicam apenas o comportamento de pesquisa no Google, sem permitir concluir que determinada região tenha mais processos ajuizados ou maior número de conflitos trabalhistas registrados oficialmente.
O levantamento, portanto, serve para mostrar onde há maior procura por informações sobre o tema, mas não substitui estatísticas oficiais dos tribunais do país. Para compreender a quantidade real de ações trabalhistas, é necessário consultar dados públicos da Justiça do Trabalho, organizados por estado, tribunal e período.
Os números indicam o interesse dos brasileiros em compreender ou localizar informações sobre esses assuntos na internet. Eles não representam a quantidade de processos existentes, distribuídos ou julgados pela Justiça.
O destaque do processo trabalhista pode estar relacionado à busca por informações sobre direitos, relações de trabalho e funcionamento da Justiça do Trabalho. A pesquisa on-line, nesse contexto, pode ser uma porta de entrada para quem procura compreender termos e procedimentos jurídicos.
O que diferencia os principais tipos de processos?
As diferentes categorias de processo judicial correspondem, em linhas gerais, à natureza da questão submetida ao sistema judicial ou, em determinados casos, à atuação administrativa ou eleitoral.
O processo trabalhista está relacionado a conflitos e questões decorrentes das relações de trabalho, envolvendo temas como vínculos empregatícios, remuneração e direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e em outras normas trabalhistas.
O processo civil abrange uma variedade ampla de relações entre pessoas físicas, empresas e outras organizações. Questões contratuais, indenizações, cobranças e disputas patrimoniais podem estar entre os assuntos tratados nessa área.
Já o processo administrativo ocorre no âmbito da Administração Pública e envolve procedimentos destinados à análise e decisão de questões administrativas. Nem todo procedimento administrativo é um processo judicial.
O processo eleitoral, por sua vez, está relacionado às regras e à organização das eleições, incluindo questões submetidas à Justiça Eleitoral.
Entre os termos pesquisados, “processar empresa” também demonstra interesse em entender quando uma demanda pode ser levada à Justiça. Entretanto, a possibilidade de processar alguém ou uma organização depende das circunstâncias e das regras aplicáveis a cada situação.
Como acompanhar informações de um processo?
Ao longo da tramitação de uma ação, o acesso às informações processuais permite acompanhar as movimentações registradas pela Justiça.
Os tribunais disponibilizam sistemas eletrônicos para esse fim, nos quais é possível realizar uma consulta ao processo de acordo com os dados exigidos por cada plataforma.
Em geral, a pesquisa pode utilizar informações como número do processo, nome das partes ou outros dados autorizados pelo tribunal. A disponibilidade das informações varia conforme o órgão, o tipo de ação e eventuais restrições legais.
O acompanhamento processual faz parte do acesso a informações públicas do sistema judicial, embora determinados processos possam tramitar sob sigilo. Nesses casos, o acesso é limitado às pessoas autorizadas.
Assim, os dados de buscas ajudam a identificar quais assuntos despertam maior curiosidade entre os brasileiros, mas não devem ser confundidos com estatísticas oficiais sobre o volume de ações.
O processo trabalhista, especificamente, aparece como o principal termo entre os analisados, revelando uma diferença expressiva de interesse nas pesquisas do Google Brasil.
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A Associação do Ministério Público de Pernambuco (AMPPE) realiza, amanhã, às 18h, a cerimônia de posse da nova Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal e Consultivo da entidade para o biênio 2026-2028. O evento, que será realizado no casarão sede da AMPPE, na Rua Benfica, 810, na Madalena, no Recife, marca a recondução da promotora de Justiça Helena Martins Gomes à presidência da Associação, após sua reeleição no pleito realizado em junho.
À frente da chapa Somos AMPPE: união para avançar, Helena foi reeleita em uma eleição que registrou participação de 96,22% dos membros aptos. A nova gestão estará à frente da Associação pelos próximos dois anos, dando continuidade ao trabalho desenvolvido em defesa dos interesses da carreira e do fortalecimento do Ministério Público.
Leia maisA cerimônia de posse reunirá membros do Ministério Público de Pernambuco e representantes do Ministério Público de outros estados, além de presidentes de associações estaduais e nacionais. Também são esperadas autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo parlamentares, magistrados e representantes de instituições parceiras.
A programação será realizada em dois momentos. A solenidade terá início com a sessão solene de posse da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal e Consultivo, seguida de uma celebração festiva para marcar o início do novo mandato e reunir associados, autoridades e convidados.
Nova gestão
Além de Helena Martins Gomes na presidência, a Diretoria Executiva da AMPPE para o biênio 2026-2028 será composta por Ana Maria Moura Maranhão da Fonte, 1ª vice-presidenta; Daniel Cezar, 2º vice-presidente; Oswaldo Evaristo da Cruz Gouveia Filho, 1º secretário; Henriqueta de Belli, 2ª secretária; Sueldo de Vasconcelos Cavalcanti Melo, 1º financeiro; e Clóvis Sodré da Motta, 2º financeiro.
Para o Conselho Fiscal e Consultivo, foram eleitos Rinaldo Jorge da Silva, Fernanda Henriques Nóbrega, Ricardo Lapenda Figueiroa, Alda Virgínia de Moura e André Múcio Rabelo de Vasconcelos.
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O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, confirmou, há pouco, sua presença no podcast ‘Direto de Brasília’ da próxima terça-feira. Na pauta, os 40 anos da histórica eleição de 1986, na qual perdeu a disputa para o Governo de Pernambuco para Miguel Arraes. O ministro, com apenas 38 anos na época, tinha sido vice-prefeito de Rio Formoso e depois fora eleito prefeito, mas optou por presidir a Celpe e na gestão de Roberto Magalhães foi secretário de Transporte entre 1982 e 1985.
Franco favorito, Arraes, então com 70 anos de idade, era tido como o novo, foi o candidato dos jovens e da esquerda na época, enquanto Múcio era tido como o candidato dos velhos. Essa inversão de valores mostrava o quanto Miguel Arraes era uma figura icônica e porquê ele cravou seu nome na história de Pernambuco.
Leia maisA campanha, de alto nível, vale salientar, não teve muitas surpresas para o governo, uma vez que Arraes confirmou seu favoritismo, enquanto Múcio entrou para a história como o derrotado mais vitorioso da história de Pernambuco. A partir dali, ele viria a ser cinco vezes deputado federal, ministro das Relações Institucionais de Lula, presidente do Tribunal de Contas da União e agora ministro da Defesa.
Engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de Pernambuco, José Múcio cumpriu mandatos eletivos como prefeito de Rio Formoso (1982 a 1983) e deputado federal (1991 a 2011). Entre as principais atividades parlamentares, foi presidente nacional do PFL (1992 a 1993); líder do PTB na Câmara dos Deputados; e líder do Governo, de 7 de março de 2007 a 30 de novembro de 2007.
Na carreira pública, ele foi presidente da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), secretário dos Transportes, Comunicações e Energia do Estado de Pernambuco, secretário municipal de Planejamento, Urbanismo e Meio Ambiente de Recife, ministro de Estado Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, ministro do Tribunal de Contas da União e presidente do TCU.
O ‘Direto de Brasília’ vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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