O Sebrae Nacional, em parceria com o Sebrae Pernambuco e o Sebrae Alagoas, apresentou nesta terça-feira (26) o projeto “Rota dos Corais – Conexão do Litoral Sul de Pernambuco ao Norte de Alagoas”. A iniciativa prevê investimento superior a R$ 3,3 milhões para integrar 14 municípios dos dois estados em uma estratégia de turismo sustentável e regenerativo voltada à preservação ambiental, inclusão produtiva e fortalecimento da cadeia turística regional. Segundo o Sebrae, a expectativa é beneficiar diretamente cerca de mil empreendedores ligados ao setor.
O projeto vai conectar municípios turísticos como Porto de Galinhas, Tamandaré e Maragogi a cidades menos exploradas pelos roteiros tradicionais, como Japaratinga e São José da Coroa Grande. Também integram a rota Barra de Santo Antônio, Paripueira, Passo de Camaragibe, Porto de Pedras e São Miguel dos Milagres, em Alagoas, além de Barreiros, Cabo de Santo Agostinho, Rio Formoso e Sirinhaém, em Pernambuco. A proposta inclui ações voltadas a hotelaria, gastronomia, receptivo turístico, artesanato, pesca artesanal e serviços ligados ao turismo.
Leia maisDe acordo com o Sebrae, os participantes terão acesso a consultorias, oficinas e capacitações voltadas à gestão, qualificação profissional e formalização dos negócios. “Esse projeto surge como uma iniciativa visionária para o turismo sustentável do Nordeste brasileiro”, afirmou o superintendente do Sebrae Pernambuco, Murilo Guerra. O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, destacou que “cerca de 97% das empresas do setor de Turismo são de pequenos negócios”.
A execução do projeto foi dividida em quatro etapas, incluindo diagnóstico territorial, formação de governança turística, capacitação profissional, desenvolvimento de produtos turísticos integrados e promoção comercial. A iniciativa também prevê ações ligadas à regeneração ambiental, com participação de projetos voltados à restauração de corais e valorização da gastronomia regional.
Segundo os organizadores, a expectativa é que o programa contribua para crescimento de 20% no volume de negócios ligados ao turismo até 2028. O Sebrae também projeta aumento da formalização de empreendedores e adoção de práticas sustentáveis e de melhoria na gestão dos negócios participantes.
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O deputado Leo Prates (Republicanos-BA) apresentou o relatório para a PEC do fim da 6×1 nesta segunda-feira (25) propondo uma transição de 14 meses para a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
O relatório propõe que a redução seja feita em duas “parcelas” de 2 horas cada. A primeira será feita 60 dias depois da promulgação do texto. A segunda será feita 12 meses depois, totalizando 14 meses após a promulgação. As informações são da CNN.
Leia maisO texto também estabelece que as convenções coletivas poderão ampliar a duração do trabalho para mais de 8 horas diárias, por um período de 12 meses de transição. A medida seria para respeitar o teto de 42 horas semanais neste momento.
O fim da escala 6×1 e a passagem para dois dias de descanso também seriam feitos 60 dias depois da promulgação do texto.
O texto foi apresentado depois de um atraso no cronograma. Prates pretendia divulgar o relatório na semana passada, mas a disputa entre governo e oposição justamente pelo período de transição fez com que o deputado precisasse de mais tempo para costurar os acordos.
O anúncio do acordo entre o governo, o relator e a cúpula da Câmara foi feito de forma conjunta na Câmara, nesta tarde. Além de Hugo Motta e do relator, também estavam presentes os ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego) e José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais).
O texto também fala da intenção de incluir no parecer uma sugestão, que já tinha sido levantada na semana passada, para trazer mais funcionários para a CLT. Para isso, uma das ferramentas seria flexibilizar a alocação da jornada de trabalho para quem ganha mais de R$ 23 mil e esteja registrado.
A ideia seria ter um teto de 160 horas mensais que poderiam ser alocadas de acordo com a negociação entre o empregador e o funcionário. Segundo Prates, os trabalhadores que recebem acima desse valor e são contratados como PJ (pessoa jurídica) já não são submetidos a escalas de trabalho definidas.
Para o relator, isso tornaria mais atraente a conversão de trabalhadores em regime PJ para o CLT por justamente permitir às empresas que tenham uma flexibilidade parecida entre os trabalhadores que são registrados e os que são informais.
O texto também determina que uma lei complementar poderá estabelecer medidas transitórias para mitigar os impactos para as pequenas e médias empresas. A ideia é que elas possam manter os níveis de trabalho.
Depois da votação na comissão especial, a PEC vai ao plenário. A expectativa do presidente da Câmara é votar ainda nesta semana em dois turnos e encaminhar o texto ao Senado. Tanto o governo quanto Motta querem que a votação na Casa Alta se dê em até 30 dias depois da aprovação na Câmara.
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Por Clara Oliveira – Blog da Folha
O deputado estadual Antônio Moraes (PSD) acredita que a chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD) para as eleições de outubro terá forças políticas equilibradas para transparecer um posicionamento centralizado. Em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM nesta segunda-feira (25), o parlamentar afirmou que o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao governo do estado, João Campos (PSB), tentou associar a imagem da gestora estadual ao campo político da direita na tentativa de afastá-la do eleitorado do interior, que vota majoritariamente em aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Diante desse contexto, Raquel teria decidido estruturar uma chapa mais equilibrada, que agregue nomes da esquerda lulista, como o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD), que concorreria ao Senado.
Leia mais“A força de Lula no interior de Pernambuco é uma coisa impressionante. E o que João tentou fazer nesse mapa político foi jogar Raquel como uma candidata da direita radical. Então, o papel de Túlio (na chapa) é mostrar que ela é uma pessoa de centro, não é de esquerda, mas quer governar, e não quer fazer política por política”, afirmou Antônio Moraes.
Além disso, o deputado reforçou a relação administrativa firmada entre Raquel Lyra e o presidente Lula. Na percepção de Moraes, o fato de a chefe do Executivo estadual não ter pedido votos para o presidente na eelição de 2022, optadando pela neutralidade política, não interfere na parceria construída nos últimos três anos.
“Mesmo não declarando o voto a Lula, Raquel teve a competência de ir no primeiro dia de gestão dela para Brasília procurar o presidente, levar projetos e pedir a ele para que fizesse parcerias com Pernambuco. Então, isso é importante. Política se faz na época da política”, defendeu o deputado estadual.
Eleições 2026
Antônio Moraes analisou o cenário político da eleição para o governo de Pernambuco neste ano. De acordo com o parlamentar, haverá uma disputa acirrada, mas que, possivelmente, será decidida ainda no primeiro turno.
Moraes também comentou que o quadro está polarizado, porém, a governadora Raquel Lyra tem os objetivos centrados no estado, enquanto seu principal adversário, João Campos, já está pensando nas próximas eleições federais.
“Pernambuco sempre teve eleições acirradas. A gente tem uma governadora bem avaliada, que é candidata à reeleição, e temos um candidato que foi prefeito do Recife, mas que a cabeça está na Presidência da República. Era um sonho do pai (Eduardo Campos), e eu acho que ele trabalha muito em cima disso”, concluiu.
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Por Andréia Sadi – G1
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, justificou a visita do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro à casa de Daniel Vorcaro, após a prisão domiciliar do banqueiro, como uma tentativa de obter o restante do dinheiro para o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro.
“Foi visitar depois para ver se conseguia o restante do dinheiro. [Vorcaro] estava sendo investigado, não foi condenado a nada”, afirmou Valdemar em entrevista ao Estúdio i, nesta segunda-feira (25).
O presidente do PL também considerou normal a visita do senador ao banqueiro. “Nós não temos dúvida de que foi uma barbaridade o que o Vorcaro fez no país, mas isso é normal. O que o Flávio fez é a coisa mais natural do mundo”, disse.
Na semana passada, Flávio Bolsonaro afirmou que se reuniu com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após a primeira prisão do banqueiro, no fim de 2025, para “botar um ponto final na questão” do financiamento do filme “Dark Horse” (termo em inglês para “azarão”).
“Eu fui, sim, para o encontro dele, para botar um ponto final nessa história, é dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo, e o filme não correria risco” , disse Flávio a jornalistas.
Valdemar Costa Neto também afirmou que ficou sabendo da relação e da conversa entre Flávio e Vorcaro pela primeira vez pela imprensa.
“Pela imprensa. Nunca soube; ele nunca falou sobre isso. No dia em que estourou, nós fizemos uma reunião para ver como é que ele ia responder, e aí ele [Flávio Bolsonaro] disse que teve [a reunião] porque tinha necessidade de arrecadar dinheiro para o filme do pai”, disse.
Questionado sobre a motivação do empréstimo para o filme “Dark Horse” e se não enxerga nenhum problema no dinheiro de Vorcaro ser usado para a cinebiografia de Jair Bolsonaro, Valdemar pontua que haveria um problema se o senador e pré-candidato tivesse pedido o dinheiro para bancos públicos como a Caixa e o Banco do Brasil.
“Eu fiquei surpreso. Mas acontece que ele estava, ele [Flávio Bolsonaro] queria resolver o caso do banco [Master]. Ele [Daniel Vorcaro] estava devendo, e ele [Flávio] foi falar, não achou problema nenhum em falar com o Vorcaro mesmo nessa situação. Eu acho que se o Flávio tivesse pedido o dinheiro para o Banco do Brasil, para a Caixa Econômica Federal, teria problema, porque seriam órgãos públicos”.
Flávio Bolsonaro ‘candidato pra valer’
Ainda durante a entrevista ao Estúdio i, Valdemar afirmou que as revelações sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro não implicam na pré-candidatura do senador à Presidência da República.
“Ele [Flávio Bolsonaro] é o candidato do [Jair] Bolsonaro e nós vamos até o fim nessa história porque ele vai ganhar as eleições. A Michele está fora de questão. Ela não é candidata à Presidência”, disse.
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A comissão especial que debate o fim da escala de trabalho 6×1 na Câmara dos Deputados reuniu-se nesta segunda-feira (25) para a leitura do parecer do relator, o deputado Leo Prates. O texto, finalizado após intensa negociação, prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas em duas etapas, com a garantia de dois dias de folga por semana para todos os trabalhadores.
De acordo com a repórter Carol Rosito para o CNN 360º, que acompanhou a sessão presencialmente em Brasília, a comissão estava lotada, com representantes de sindicatos, entidades e assessores parlamentares. O relator Leo Prates e o presidente da comissão, o deputado Alencar Santana, chegaram à mesa para iniciar a sessão. As informações são da CNN.
Leia maisReunião define período de transição
Um dos principais pontos de impasse — o período de transição para a entrada em vigor da nova jornada — foi definido após uma reunião a portas fechadas entre Hugo Motta e o presidente Lula (PT), no Palácio do Planalto. Conforme explicou Carol Rosito, o texto do relator prevê uma redução inicial de duas horas já 60 dias após a promulgação da PEC, com as outras duas horas sendo implementadas um ano depois, totalizando a passagem de 44 para 40 horas semanais. “Era exatamente isso que precisava ser definido para que Leo Prates apresentasse o seu parecer nessa segunda-feira”, afirmou a repórter.
A expectativa, segundo Hugo Motta, é que a votação ocorra na comissão entre quarta e quinta-feira, com possibilidade de o plenário da Câmara dos Deputados apreciar o texto ainda nesta semana. Em seguida, a proposta seguirá para o Senado Federal, onde ainda há dúvidas sobre a celeridade das discussões. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, o quórum exigido é mais elevado e o processo, mais complexo.
Pedro Venceslau, analista de Política, destacou também ao programa que a aprovação da PEC não encerra as negociações. Segundo ele, existem 50 setores com legislação própria, mas 12 deles exigem atenção especial do governo neste momento. São eles: bancários, jornalistas, médicos, advogados, aeronautas, técnicos em radiologia, motoristas, engenheiros, profissionais de telemarketing, vigilantes, domésticas e professores.
Essas categorias já possuem jornadas diferentes das 44 horas semanais e precisarão se adaptar à nova regra das duas folgas semanais. Pedro Venceslau explicou que, no caso do telemarketing, por exemplo, a obrigatoriedade de dois dias de folga por semana poderia resultar na necessidade de reunir todos os funcionários no mesmo espaço físico em determinados dias, o que pode ser operacionalmente complicado. “São negociações difíceis e duras para resolver essas categorias com regime especial”, afirmou o analista.
Venceslau alertou ainda que sindicalistas de algumas dessas categorias temem o que chamam de “cavalo de troia”: a possibilidade de que um projeto de lei ordinária do governo, que será utilizado para regulamentar pontos não definidos na PEC, seja usado para alterar regimes hoje considerados favoráveis a esses trabalhadores. A segunda etapa da negociação, portanto, promete ser bastante tensa.
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O Conselho Deliberativo da Sudene (Condel) aprovou, nesta segunda-feira (25), a inclusão de dutovias entre os empreendimentos que poderão contratar financiamentos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Com a decisão, os projetos passam a integrar o escopo do FNE Proinfra, linha voltada a obras estruturadoras. A medida busca estimular investimentos em infraestrutura logística ligada aos setores de gás natural, petróleo, biocombustíveis e hidrogênio. Segundo a Sudene, o programa conta com R$ 6,2 bilhões disponíveis neste exercício.
A linha de crédito prevê prazos de carência entre quatro e oito anos e quitação de até 34 anos, conforme a finalidade do projeto. De acordo com a Sudene, a inclusão acompanha o avanço de cadeias produtivas previstas no Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), especialmente na área de transição energética. O conselho também aprovou mudanças nas operações do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) vinculadas ao FNE, permitindo prazo de carência de até 18 meses para estudantes antes do início do pagamento integral do financiamento.
A reunião do Condel ocorreu em formato híbrido e foi presidida pelo secretário-executivo do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Walder Ribeiro. Participaram do encontro representantes do Banco do Nordeste, entidades classistas e integrantes dos governos estaduais da região. Para o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, as medidas aprovadas ampliam a capacidade de financiamento para setores considerados estratégicos no desenvolvimento regional.
O deputado federal Pedro Campos (PSB) criticou, neste domingo (24), a compra de trens usados para o Metrô do Recife e classificou os equipamentos como “sucata”. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que os veículos foram fabricados em 1982, não possuem ar-condicionado e estavam fora de operação em Belo Horizonte antes de serem negociados para Pernambuco. Pedro também citou denúncias feitas pelo sindicato dos metroviários sobre o processo de compra e cobrou apuração.
Segundo o deputado, os trens chegaram a ser negociados inicialmente como sucata por R$ 4 milhões antes de terem o valor elevado durante o processo de venda. Ele também defendeu investimentos em novos trens, sinalização, trilhos e fornecimento de energia para o sistema metroviário. “A gente vai apoiar a denúncia sim. Principalmente porque foi feita pelos próprios trabalhadores do metrô”, afirmou.
Leia maisNesta segunda-feira (25), após vídeo-resposta publicado pelo deputado estadual Túlio Gadelha (PSD), Pedro Campos voltou a utilizar as redes para abordar o tema e afirmou que o debate deveria estar centrado na qualidade do serviço oferecido à população.
O parlamentar também mencionou investimentos realizados durante o governo Eduardo Campos na integração do metrô com outros modais e rebateu tentativas de transferir a responsabilidade do problema apenas para o Governo Federal. “O nosso objetivo não tem que ser estar protegendo alguém, e sim resolvendo o problema do povo que anda de metrô”, declarou.
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O Grupo Dislub Equador realizou o Dia D, um evento marco que celebrou o avanço das obras do Terminal de Combustíveis no Complexo Industrial e Portuário do Pecém. A data sinaliza a contagem regressiva para a conclusão de um dos maiores investimentos em infraestrutura logística de energia já realizados no Nordeste, com previsão de conclusão quatro meses antes do prazo estipulado.
Com investimento total de R$ 610 milhões, viabilizado com recursos próprios e financiamento do Banco do Nordeste, o empreendimento está em construção desde fevereiro de 2025 e tem previsão de entrar em operação no início de 2027. Quando concluído, o terminal terá capacidade para armazenar 220 mil m³ de produtos, incluindo derivados de petróleo, biocombustíveis e químicos. “A qualidade da mão de obra, dos prestadores de serviço e das autoridades cearenses permitiu a antecipação da obra em 4 meses”, comemorou Marcelo Carrilho, engenheiro responsável pela obra do terminal.
Leia maisO projeto ganhou escala ampliada após a assinatura, em agosto de 2024, de um contrato com a PetroRecôncavo para escoar pelo porto do Pecém o petróleo extraído no Rio Grande do Norte. O acordo prevê a instalação de 40 mil m³ adicionais de capacidade de tancagem dedicada, aproximadamente 250 mil barris de petróleo. Geração de empregos. Durante a fase de construção, o empreendimento deve gerar cerca de 600 empregos diretos e indiretos.
Após a inauguração, o terminal manterá aproximadamente 100 postos de trabalho permanentes nas áreas de operação, logística, manutenção, segurança e administração, além de movimentar indiretamente setores como transporte, fornecimento de insumos e serviços locais. “Quando iniciamos as obras, tínhamos a clareza de que estávamos diante de algo que vai muito além do nosso negócio. Cada emprego gerado, cada litro de combustível que vai escoar por esse terminal representa um compromisso real com o desenvolvimento do Ceará e do Nordeste”, disse Leonardo Cerquinho, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Dislub Equador.
Para o Grupo Dislub Equador, o terminal representa o passo mais ousado de uma visão de longo prazo: transformar o Ceará em um hub logístico de combustíveis capaz de atender tanto o mercado regional quanto às operações interestaduais. A nova estrutura ampliará as alternativas de suprimento da região, reduzirá riscos de desabastecimento e favorecerá maior competitividade no mercado nordestino no médio e longo prazo. Embora o terminal não influencie diretamente a formação de preços dos combustíveis, a nova infraestrutura representa um avanço estrutural relevante para a segurança energética do Nordeste.
Sobre o Grupo Dislub Equador – é uma das principais empresas de abastecimento e logística de energia do Brasil, com atuação estratégica nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Com um ecossistema de marcas que inclui Dislub Energia, Equador Energia e DuraMais+, o grupo atende frotas, indústrias, agronegócios e grandes operações, oferecendo soluções completas que vão da distribuição de combustíveis à inteligência operacional.
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Chegou ao fim, no último sábado (23), a edição 2026 do São João na Roça, em Caruaru, consolidando mais uma vez o sucesso do circuito junino realizado na zona rural do município. Promovida pela Prefeitura de Caruaru, a programação percorreu 13 comunidades desde o mês de abril, levando forró, tradição cultural e movimentação econômica para diversas localidades do campo.
O prefeito de Rodrigo Pinheiro celebrou o balanço positivo do evento e destacou a participação popular durante toda a programação. “Encerramos o São João na Roça 2026 com o coração cheio de gratidão. Meu agradecimento a todos os moradores que nos receberam com tanto carinho e à população que participou das noites de muito forró e tradição, contribuindo para a movimentação da economia e fortalecimento da nossa cultura. Agora, vamos dar início à etapa do São João na cidade”, afirmou.
Leia maisDurante o circuito, o São João na Roça reuniu 68 atrações, entre cantores, bandas, trios pé de serra, bandas de pífanos, quadrilhas juninas e batalhões de bacamarteiros. Um dos destaques dessa edição foi a valorização dos artistas locais: cerca de 75% das atrações regionais contratadas são caruaruenses, fortalecendo a cadeia cultural e criativa do município.
Com o encerramento da etapa na zona rural, Caruaru volta agora as atenções para a programação urbana do Maior e Melhor São João do Mundo. A festa na cidade terá início no próximo dia 28, no Polo Azulão, e no dia 30, no Pátio de Eventos, dando continuidade ao calendário junino que movimenta o turismo, a economia e a cultura da Capital do Forró.
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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou que o pré-candidato do PL à Presidência da República continua sendo o senador Flávio Bolsonaro (PL), mesmo após o áudio expondo a conversa dele com o banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro.
“Ele [Flávio Bolsonaro] é o candidato do [Jair] Bolsonaro e nós vamos até o fim nessa história porque ele vai ganhar as eleições. A Michele está fora de questão. Ela não é candidata à presidência.”, disse em entrevista à GloboNews, hoje.
Leia maisO presidente do partido também afirmou que ficou sabendo da relação e da conversa entre Flávio e Vorcaro pela primeira vez pela imprensa. “Pela imprensa. Nunca soube; ele nunca falou sobre isso. No dia em que estourou, nós fizemos uma reunião para ver como é que ele ia responder, e aí ele [Flávio Bolsonaro] disse que teve [a reunião] porque tinha necessidade de arrecadar dinheiro para o filme do pai”, afirmou.
Questionado sobre a motivação do empréstimo para o filme Dark Horse e se não enxerga nenhum problema no dinheiro de Vorcaro ser usado para a cinebiografia de Jair Bolsonaro, Valdemar pontua que haveria um problema se o senador e pré-candidato tivesse pedido o dinheiro para bancos públicos como a Caixa e o Banco do Brasil.
“Eu fiquei surpreso. Mas acontece que ele estava, ele [Flávio Bolsonaro] queria resolver o caso do banco [Master], ele [Daniel Vorcaro] estava devendo e ele [ Flávio] foi falar, não achou problema nenhum em falar com o Vorcaro mesmo nessa situação. Eu acho que se o Flávio tivesse pedido o dinheiro para o Banco do Brasil, para a Caixa Econômica Federal, teria problema, porque seriam órgãos públicos”.
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, hoje, que a transição da redução da jornada de trabalho levará 1 ano depois da promulgação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) – que ainda precisa ser analisada por deputados e senadores. “Atende ao apelo da classe trabalhadora e também escuta o setor produtivo, com isso vamos garantir essa transição”, afirmou.
Motta disse que a redução se dará da seguinte forma:
Motta se reuniu com o presidente Lula (PT) hoje. Depois, falou a jornalistas no Salão Verde da Câmara dos Deputados. Estava acompanhado dos ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e Luiz Marinho (Trabalho), e do deputado federal Alencar Santana (PT-SP).
Citou 3 pontos “inegociáveis” e convergentes entre governo e Congresso:
O relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) está previsto para ser apresentado nesta 2ª feira (25.mai). Pela manhã, Prates e Motta se reuniram com Lula para discutir as regras de transição da proposta. O governo é favorável ao fim imediato da escala 6×1, mas se mostrou aberto a negociações. A votação em plenário deve ser realizada em 27 de maio.
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O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu o enquadramento das facções criminosas que atuam Amazônia como terroristas. A medida, segundo ele, permitiria maior cooperação internacional e atuação mais ampla das Forças Armadas para combater o avanço do crime organizado na região.
“A Amazônia brasileira é 100% comandada pelo Comando Vermelho e o PCC. Mais de 250 municípios hoje são 100% comandados pelo Comando Vermelho e pelo PCC. Muita gente diz ‘Caiado, você vai implantar a tese do terrorismo?’ Imediatamente”, disse Caiado em debate promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) em São Paulo.
Leia maisCaiado afirmou que, se eleito, vai enviar ao Congresso Nacional uma proposta enquadrando essas organizações como terroristas em seu primeiro dia como presidente, se vencer a eleição. Para ele, essa “é a única maneira” de recuperar o controle do território, onde, segundo ele, não há efetivo de policiais militares para combater facções brasileiras e estrangeiras.
“Ali você não consegue ocupar território se não tiver toda a presença da Aeronáutica e buscar também a Marinha e Exército Brasileiro. Farei parcerias com todos os países, vou buscar parceria com americanos de satélites e imagens, vou buscar o máximo que tem de tecnologia em combate ao crime organizado”, disse ele.
Para justificar a medida, Caiado afirmou que avanço dessas facções pode impactar as exportações brasileiras. “Nós hoje somos criticados duramente pelos americanos e pelos europeus, que colocam em risco e já estão ameaçando utilizar como trava na importação de produtos brasileiros o avanço do CV e do PCC, que passaram a ser as maiores multinacionais do crime com o repasse de cocaína e de drogas a território tanto americano quanto europeu”, disse o pré-candidato.
Ele também defendeu parcerias com países limítrofes da América do Sul e destacou que o Brasil tem cerca de 17 mil quilômetros de fronteiras terrestres, além de extensa costa marítima. “Precisamos evoluir para aquilo que a Europa deu conta de construir, de uma polícia que tem livre trânsito entre os países que compõem esse eixo nosso”, afirmou.
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