O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram acusações sobre a liberação das apostas on-line no Brasil, as chamadas bets, durante o debate promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23/10).
O candidato do PL afirmou que a gestão atual criou e liberou os cassinos digitais e chamou o adversário de “pai do tigrinho”. O atual mandatário rebateu a acusação e afirmou que as bets foram criadas em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Cinismo chega a uma coisa absurda aqui. O tigrinho foi criado por vocês em 2022. Não só o seu pai é o pai do tigrinho, como você é o irmão. É filho do mesmo DNA”, disse Lula.
A discussão ocorreu durante um trecho do debate em que os dois falavam sobre endividamento da população. Lula afirmou que uma das razões para as dívidas das famílias é a liberação das bets. Desde o início de outubro, as plataformas estão proibidas de atuar no país.
Os sites de aposta on-line foram legalizados em 2018, durante a gestão de Michel Temer (MDB) e passaram todo o governo Bolsonaro operando sem regulamentação. Em 2023, o governo Lula regulamentou as empresas.
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No debate da TV Globo da noite desta sexta-feira (23), o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relembrou o caso da menina Ana Clara, morta em 2021 por uma bala perdida em Niterói, no Rio de Janeiro.
O suspeito de ter feito o disparo é Bruno Dias Delarolli, cabo da Polícia Militar do estado. A campanha de Lula tem afirmado que o senador Flávio Bolsonaro (PL) atuou como advogado do policial. As informações são da CNN.
Leia maisNa ocasião, Lula questionou por que o candidato do PL (Partido Liberal) teria advogado em defesa do policial.
“Por que um senador evita que um policial assassino, que era para ser julgado, não fosse julgado? O que leva um senador a defender um policial que deu tiro de fuzil numa menina de 5 anos?”, perguntou o petista.
Flávio, no entanto, disse que a morte da menina ocorreu durante uma “troca de tiros” e que também deseja saber quem foi o autor do disparo, pois acredita que não tenha vindo do PM.
“Quero prestar minha solidariedade, foi uma tragédia, não consigo imaginar o que é perder uma filha de 5 anos”, disse Flávio.
“Quero ajudar a senhora [mãe de Ana Clara] a descobrir quem foi autor desse disparo, porque acredito que não tenha sido esse policial”, completou.
O debate desta sexta é o último entre os candidatos antes do segundo turno das eleições 2026, marcado para o próximo domingo (25).
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou que Flavio Bolsonaro (PL) ficou “lambendo” o presidente americano Donald Trump para taxar o Brasil, enquanto seu governo abriu 700 novos mercados. A declaração ocorreu nesta sexta-feira, 23, no primeiro bloco do debate da TV Globo, durante discussão sobre o agronegócio.
“Se o Trump não quer comprar do Brasil, eu vou vender a outros lugares”, disse Lula. O petista reagiu a acusação de Flavio de que trata o setor com arrogância e petulância. O senador afirmou que produtores estão endividados e enfrentam credito caro e burocracia. As informações são do UOL.
Lula disse que os investimentos no agronegócio e na agricultura familiar superam os do governo Jair Bolsonaro. Também disse que o adversário “estuda para decorar e não para saber” e pediu aos espectadores que pesquisassem suas afirmações no Google.
Leia maisFlavio defendeu sua experiencia e afirmou ter passado quatro anos tomando decisões, direta ou indiretamente, com o pai. “Eu sei como administrar o Brasil”, declarou.
O senador prometeu impedir o contingenciamento de recursos do seguro rural e garantir reajustes acima da inflação as aposentadorias
rurais. Também propôs usar tecnologia para facilitar o acesso ao benefício.
Na treplica, Lula afirmou que o credito agrícola tem juros subsidiados e não segue a taxa Selic. Acusou os adversários de se incomodarem com
a ascensão social dos mais pobres. “Eles se incomodam com pobre na universidade”, disse.
O debate ocorre em meio ao empate no Datafolha divulgado na quinta-feira, 22: Lula e Flavio tem 50% dos votos válidos cada. A margem de
erro e de dois pontos porcentuais.
Durante o primeiro bloco do debate na TV Globo nesta sexta-feira, 23, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) questionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre quem governa o Brasil. Isso porque, o petista citou ao menos três vezes para o telespectador pesquisar no Google sobre investimentos e feitos sobre sua gestão em diversos temas. “Procure no Google”, disse mais de uma vez o petista.
“Quem governa o Brasil, você (Lula) ou o Google?”, questionou o senador do PL, que afirmou na sequência que Lula não responde aos questionamentos e pede para o eleitor pesquisar na internet. O debate na ocasião era sobre saneamento básico (tema escolhido por Flávio). As informações são da Revista Veja.
Flávio questionou Lula sobre investimento em saneamento básico na Região Norte do Brasil e perguntou “por que vocês são contra levar água e esgoto tratados para os mais pobres?”. Lula demonstrou não ter gostado do questionamento e afirmou que o senador “não conhece o Brasil”. De acordo com o petista, há diversos investimentos na área feitos, por exemplo, no Amazonas, sem citar nenhum diretamente. “Ele (Flávio) só conhece (Amazonas) porque o pai dele (Jair Bolsonaro) riu das pessoas morrendo por falta de oxigênio”, rebateu
Lula.
O presidente Lula (PT) disse que seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), conhece Manaus, porque seu pai, Jair Bolsonaro, imitou uma pessoa morrendo asfixiada durante a pandemia da covid-19. Eles participam hoje do último debate presidencial antes do segundo turno.
“Acho que ele só ouviu falar de Manaus e da região Norte, quando o pai dele apareceu na televisão rindo e imitando uma pessoa morrendo asfixiada, porque não tinha oxigênio. Talvez a única imagem que ele tenha do estado do Amazonas é essa. É o pai dele rindo das pessoas morrendo por falta de oxigênio”, disse Lula. As informações são do UOL.
Flávio rebateu o petista e disse que seu pai estava “suspirando”. O senador argumentou que “dez segundos antes e dez segundos depois” é possível ver exatamente o contrário. “O presidente Bolsonaro estava criticando que na época se defendia que as pessoas precisavam esperar sentir falta de ar para depois irem ao hospital”, afirmou.
Leia maisDurante sua live semanal, Bolsonaro defendia o “tratamento precoce” ou inicial para covid-19 e falava sobre a pessoa chegar ao hospital com falta de ar, quando imitou um paciente asfixiando. Ele não suspirou. Na ocasião, ele criticava as medidas que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta tentou tomar para frear o avanço da doença. Esse caso ocorreu em março de 2021.
Depois, em maio do mesmo ano, o então presidente repetiu a imitação durante uma live. “Mandetta é aquele cara que condena a cloroquina e fala aquela coisa para você. Fica em casa e quanto estiver sentido falta de ar… [imita pessoa com falta de ar] você vai para o hospital para fazer o que, para tomar o quê? Se não tem remédio com comprovação científica? Para ser entubado”, disse.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) trocaram acusações sobre os investimentos no Nordeste e o avanço do crime organizado na região durante o último debate presidencial antes do segundo turno, realizado nesta sexta-feira (23), pela TV Globo.
Ao questionar o adversário, Lula destacou obras de infraestrutura e investimentos em educação realizados durante os governos petistas, citando a transposição do Rio São Francisco, a Ferrovia Transnordestina e a expansão das universidades e dos institutos federais. As informações são da CNN.
“O Nordeste, no nosso governo, ganhou cidadania, ganhou respeito”, afirmou o presidente, que também questionou quais seriam as propostas de Flávio para a região.
Leia mais“Eu queria saber o que você vai fazer no Nordeste, já que você não gosta do Nordeste. A impressão que eu tenho é que você não gosta do Nordeste”, declarou Lula.
Em resposta, Flávio rejeitou a afirmação do adversário e disse que pretende governar em parceria com os estados nordestinos, independentemente da orientação política dos governadores.
“O Nordeste não é problema, o Nordeste é solução. Eu vou ser o carioca mais nordestino que vocês já viram na face da Terra”, afirmou.
Na sequência, o candidato do PL acusou o governo Lula de permitir a expansão do crime organizado na região, citando a atuação da facção Comando Vermelho.
“Agora, Lula, o que você levou para o Nordeste foi o Comando Vermelho”, declarou Flávio. “Por que você deixou o Comando Vermelho se proliferar pelo Nordeste junto com os governadores que são seus apoiadores?”, questionou.
Lula não respondeu diretamente à acusação e voltou a destacar investimentos realizados na região. O presidente mencionou a instalação de indústrias, a construção de hospitais e a expansão do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) para o Ceará.
“Eu quero que o Nordeste seja tratado em igualdade com qualquer outra região desse país. Porque nós merecemos respeito”, afirmou.
Na réplica, Flávio voltou a defender uma atuação conjunta com os governadores nordestinos e citou a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), como exemplo de possível parceria no combate ao crime organizado.
O senador também contestou as declarações de Lula sobre a transposição do Rio São Francisco, atribuindo ao governo de Jair Bolsonaro a conclusão de etapas do projeto.
“Sabe quem levou, quem concluiu as obras e fez finalmente chegar água até o Nordeste? Jair Messias Bolsonaro”, afirmou. Flávio ainda prometeu reajustes no Bolsa Família e a manutenção temporária do benefício para pessoas que conseguirem emprego formal ou abrirem o próprio negócio.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perguntou ao senador Flávio Bolsonaro (PL), durante o debate da TV Globo nesta sexta-feira (23), por que ele chamou o Bolsa Família de “bolsa-farelo”. Flávio não respondeu à pergunta sobre o termo, usado por ele em publicações antigas nas redes sociais.
Em novembro de 2011, quando era deputado estadual, Flávio afirmou ter sido o único voto contra, na Assembleia Legislativa do Rio, ao Renda Melhor, programa estadual que pagava um complemento de até R$ 300 a famílias que já recebiam o Bolsa Família. Na ocasião, ele disse ter chamado a iniciativa de “bolsa-farelo” por considerá-la clientelista e eleitoreira, e defendeu limitar a dois anos o tempo de recebimento. Em junho de 2013, voltou a usar o termo ao acusar o PT de perpetuar a pobreza para manter votos. As informações são do Metrópoles.
Leia maisAs publicações foram apagadas da conta do senador no X. A exclusão só pôde ser confirmada porque o Estadão havia baixado, em junho, todas as postagens de Flávio na rede. A campanha não comentou o motivo da remoção.
O tema ganhou força na reta final da campanha depois que a coordenadora econômica de Flávio, Daniella Marques, disse que um eventual governo do PL criaria uma regra de transição de dois anos para beneficiários do programa. Após a repercussão, ela afirmou que sua fala foi distorcida. Flávio gravou vídeo dizendo que o benefício está garantido, acusou a esquerda de espalhar mentiras e afirmou que, em seu governo, famílias que conseguirem emprego com carteira assinada continuarão recebendo o Bolsa Família por dois anos, e não por um, como na regra atual.
O debate, ainda em andamento, é o último entre os candidatos antes do segundo turno, marcado para domingo (25).
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O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que errou ao ter votado, enquanto deputado estadual do Rio de Janeiro, contra o aumento da licença maternidade em 2009.
O candidato afirmou ter votado contra por achar que a mudança dificultaria que mulheres conseguissem emprego. As informações são da Folha de S. Paulo.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu manter a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação, caso seja eleito. Durante debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23/10), o senador criticou o nível de endividamento da população brasileira e prometeu reajustes, inclusive para aposentados.
“Eu vou reajustar o salário mínimo acima da inflação para combater a sua fake news. Eu não vou deixar, não vou fazer economia em cima dos mais pobres, mas vou organizar essa economia para devolver o seu poder de compra. Você vai voltar a ter dinheiro no bolso”, garantiu o presidenciável. As informações são do Metrópoles.
Leia maisDurante o embate, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o congelamento do salário mínimo durante os governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, se não fossem os reajustes concedidos pelos governos do PT, o salário mínimo hoje estaria em R$ 900.
“Se não fosse os governos do PT aumentar o salário mínimo acima da inflação, colocando o PIB no orçamento, o salário mínimo seria apenas R$ 900. É isso que eles querem para o Brasil”, afirmou o candidato à reeleição.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23/10), ao afirmar que o governo concede benefícios aos brasileiros, mas retira parte dos recursos por meio de impostos.
“Não adianta nada o salário mínimo de R$ 1,6 mil se você dá com uma mão e tira com os nove dedos”, disse o candidato.
A declaração se deu depois que Lula questionou o adversário sobre a proposta de tarifa zero no transporte público aos fins de semana. As informações são do Metrópoles.
Leia maisFlávio afirmou ser favorável à medida, apesar de ter criticado anteriormente a iniciativa do governo. “Eu sou a favor da tarifa zero para os ônibus nos finais de semana. Sou super a favor disso”, respondeu.
O senador também responsabilizou a política econômica do governo pelo custo de vida e afirmou que os brasileiros perderam poder de compra. Segundo ele, os R$ 600 do Bolsa Família permitiam adquirir mais alimentos durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL).
“Hoje, os R$ 600 não enchem mais o carrinho. Você sabe por que não enche? Por causa desse governo”, declarou.
Flávio ainda citou a redução da quantidade de produtos em embalagens, como chocolates e sabão em pó, para reforçar as críticas. O candidato atribuiu o fenômeno à inflação e aos impostos, embora não tenha apresentado dados que comprovassem uma relação direta entre essas mudanças e as medidas do atual governo.
“Quando você consegue comprar, você está levando menos para a sua casa”, afirmou.
Apesar das críticas ao salário mínimo, Flávio prometeu manter reajustes acima da inflação, política retomada pelo governo Lula em 2023. O piso nacional está em R$ 1.621 neste ano, com aumento real previsto na regra vigente.
“Não vou fazer economia em cima dos mais pobres, mas vou organizar essa economia para devolver o seu poder de compra”, disse o senador.
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Flávio Bolsonaro (PL), candidato a Presidência da Republica, disse hoje (23) ser a favor de implementar tarifa zero no transporte publico
aos fins de semana. Na semana passada, o senador ironizou durante live a proposta de Lula (PT) e afirmou que “a picanha esta vindo de
ônibus”.
No debate da TV Globo, o último antes da eleição, o presidente questionou se o adversário era favorável ao projeto. “Eu sou a favor da
tarifa zero para os ônibus nos finais de semana. Sou super a favor disso. Eu acho que o trabalhador merece sim ter o transporte gratuito”,
respondeu. As informações são do UOL.
Em seguida, Flávio acrescentou que Lula impôs a maior carga tributária da história. “Não adianta nada, Lula, se você da com uma mão e tira
com os nove dedos”, disse.
No dia 15, logo após o presidente anunciar a proposta de tarifa zero, Flávio falou do assunto em uma live. “Ele tá prometendo tudo que ele
não vai entregar. Agora ele perdeu a linha de novo, tá prometendo ônibus de graça que não vai entregar também. Será que tem gente que
acredita nisso?”, disse.
“Hoje o Lula prometeu que vai dar ônibus de graça ai, ne? E agora a gente descobriu por que e que a picanha ainda não chegou. Porque a
picanha tá vindo de ônibus”, acrescentou.
Entenda a proposta
No dia 15, Lula anunciou que enviaria uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) ao Congresso para implementar passe livre no
transporte publico aos fins de semana. O presidente vinculou o anúncio ao fim da escala 6×1 e afirmou que os trabalhadores terão dois dias
para descansar e “passear com a família” com passagens gratuitas.
“Porque o trabalhador e a trabalhadora merecem mais do que tempo para descansar. Merecem tempo para passear, levar os filhos ao parque, visitar os amigos, conhecer a cidade e aproveitar a vida ao lado de quem amam. Menos tempo trabalhando, mais tempo vivendo com a família”, disse em publicação nas redes sociais.
Lula afirmou que os recursos para a implementação da tarifa zero viriam das emendas parlamentares. “Onde vamos arrumar o dinheiro? Aí nos vamos compartilhar com as emendas parlamentares para a gente poder garantir que o povo vai passear. O povo vai ficar feliz, os deputados estão dando utilidade as suas emendas e a gente vai garantir que valeu a pena o fim da escala 6×1”, disse.
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O presidente Lula (PT) afirmou nesta sexta-feira 23, durante o debate promovido pela TV Globo, que Flávio Bolsonaro (PL) “consegue decorar, mas não consegue aprender”. A ofensiva do petista foi após o candidato do PL perguntar sobre a infraestrutura e questionar as ações do governo na área.
“Parece aqueles alunos que se preparam para o vestibular, consegue decorar, mas não consegue aprender. Se ele olhasse com atenção o que
está acontecendo no Brasil, perceberia que nós estamos fazendo uma rodovia muito importante que ninguém teve coragem de fazer, que liga
Porto Velho a Manaus, que é a BR-319. Nós estamos fazendo a Transnordestina e a Fico [Ferrovia de Integração Centro-Oeste]. Não é que vamos fazer, estamos fazendo”, disse. As informações são da Carta Capital.
O debate desta sexta, que é o último antes do segundo turno, conta com uma dinâmica diferente do embate anterior. Nos três primeiros blocos,
quem está com a palavra pode circular pelo cenário, enquanto o adversário deverá permanecer junto ao púlpito.
A regra impede que Flávio fique atrás de Lula durante as falas do presidente, como ocorreu na Band. No quarto bloco, de tema livre, os candidatos poderão se movimentar dentro de seus respectivos lados do palco.
Com a disputa apertada e a votação marcada para domingo, as campanhas esperam que o último confronto televisivo ajude a conquistar indecisos e consolidar apoios na reta final.
Convidados
O presidente Lula (PT) levou Cristiane Gomes da Silva, mãe da menina Ana Clara, para acompanhar na plateia o debate da TV Globo. A criança,
de 5 anos, morreu em 2021, após ser atingida por um disparo durante uma ação policial em Niterói (RJ).
O caso voltou ao centro da campanha após Lula questionar Flávio Bolsonaro sobre sua atuação como advogado do policial acusado pela
morte da menina.
Já do lado de Flávio, o candidato do PL levou aos Estúdios Globo a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), ex-esposa de André Janones (Rede-MG), que tem uma medida protetiva contra o deputado e criador do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.
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