Clique no vídeo e veja meu editorial de hoje no Frente a Frente sobre a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos, após a derrota na eleição presidencial. O Frente a Frente é transmitido pela Rede Nordeste de Rádio para mais de 40 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia.
Como ficou a composição do Congresso? Quais os partidos que elegeram maior número de senadores e deputados? Nos Estados, quais os partidos que emplacaram o maior número de governadores? Lula governa com o novo Congresso, de perfil extremamente conservador e de centro direita?
Tudo isso e muito mais vão dar o molho da minha palestra, seguida de um bom e saudável debate, daqui a pouco, a partir das 20 horas, no plenário da Câmara de Olinda, atendendo a um convite do presidente da Casa, Saulo Holanda (MDB).
“O País foi às ruas para garantir a democracia”, diz Saulo, adiantando que, independentemente de qualquer resultado, já tinha amadurecido a ideia da palestra-debate, que é aberta ao público em geral.
A Prefeitura do Recife entregou, hoje, a requalificação da Escola Profissionalizante Bidu Krause, localizada no bairro do Totó, na Zona Oeste da cidade. Após oito meses de obras, a unidade recebeu um investimento de R$ 392 mil, destinado à renovação dos ambientes, à ampliação da acessibilidade e à melhoria das condições para a realização dos cursos de qualificação profissional.
A solenidade também foi marcada pela entrega da maior honraria da PCR, a Medalha da Ordem do Mérito Capibaribe, à secretária de Trabalho e Qualificação Profissional do Recife, Isabella de Roldão, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição para a vida pública.
“Estamos aqui em um momento simbólico, realizando a requalificação de um equipamento tão importante. Mais do que números, o que importa são as histórias de pessoas que têm suas vidas transformadas por ações como essa. Também não poderia deixar de falar sobre Isabella. Tive a alegria de acompanhar a sua trajetória de perto, uma mulher gentil, responsável e comprometida com a gestão pública. Ao longo de sua atuação, contribuiu com pautas importantes para o Recife e fortaleceu as políticas de emprego e qualificação profissional. Entrego essa medalha com muito orgulho, em reconhecimento aos serviços prestados à nossa população. Sei que ela deixa esse ciclo com o coração apertado, mas tenho certeza de que continuará ajudando as pessoas, especialmente as crianças. Muito obrigado por tudo, Bela”, falou o prefeito do Recife, Victor Marques.
Onze pessoas foram presas pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (Ficco/PE), hoje. Elas são suspeitas de integrar uma quadrilha envolvida em crimes como homicídios, tráfico de drogas em larga escala, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas de fogo de grosso calibre.
Segundo a Polícia Federal (PF), as prisões ocorreram no âmbito da Operação Frequência Zero, que também cumpriu 15 mandados de busca e apreensão. Todas as ações aconteceram no Recife e Região Metropolitana. As informações são do portal G1.
Leia maisOs alvos dos mandados de prisão preventiva são apontados como integrantes do núcleo de liderança ou gerência da organização. Os nomes deles não foram divulgados. As investigações identificaram a atuação do grupo em áreas estratégicas do Recife, de Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Olinda e Cabo de Santo Agostinho.
Na capital pernambucana, foram identificados pontos de atuação nos bairros do Ibura e Boa Viagem, na Zona Sul, e em Casa Amarela, na Zona Norte. Em Jaboatão dos Guararapes, os locais apontados ficam nos bairros de Cavaleiro e UR-2. As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Criminal da Comarca do Recife, após representação da polícia.
Investigação começou a partir de outras operações
De acordo com a PF, a Operação Frequência Zero é resultado da análise de informações compartilhadas no âmbito de três investigações anteriores: Manguezais, La Catedral e Sintonia Fina.
Na Operação Manguezais, foram presos 30 suspeitos de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, em seis estados. A ação também apreendeu carros de luxo, moto e armas durante as diligências.
Já na Operação La Catedral, a polícia descobriu um esquema de corrupção e tráfico de drogas dentro do Presídio de Igarassu, no Grande Recife. Entre os suspeitos estão André de Araújo Albuquerque, ex-secretário executivo de administração penal de Pernambuco, filmado recebendo propina dentro da unidade prisional. Ele foi preso em abril de 2025 e, desde dezembro, está em prisão domiciliar.
Na Sintonia Fina, o alvo foi uma quadrilha ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) que atuava no Grande Recife e no interior de Pernambuco. Dezoito pessoas foram presas e, segundo a PF, o grupo movimentou R$ 328 milhões.
A partir da análise dos elementos reunidos nessas operações, os investigadores avançaram na apuração sobre a estrutura e a atuação da organização criminosa.
As apurações apontam que a organização movimentou grandes quantias de dinheiro nos últimos anos. Segundo a Ficco, o grupo utilizava empresas de fachada e contas bancárias de terceiros para ocultar e dissimular a origem e a movimentação dos recursos, além da propriedade de bens e valores.
Entre as corporações envolvidas na Operação Frequência Zero, estão forças integradas de combate ao crime organizado do Rio de Janeiro e da Paraíba, além de equipes do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) e do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil de Pernambuco.
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Poder360
Um laudo pericial encomendado pela defesa do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobre os dados extraídos de seu celular em poder do Supremo Tribunal Federal (STF) pode vir a beneficiar não só o ex-banqueiro, mas também o ministro Alexandre de Moraes.
A perícia afirma ter identificado inconsistências nos dados. Entre elas, 657 arquivos com registros de modificação em 18 de novembro de 2025, dia da prisão de Vorcaro, e 999 arquivos com registros de modificação depois dessa data. Há ainda 94 imagens com registro de criação depois da prisão.
Leia maisSe comprovada, a alteração dos dados extraídos do celular de Vorcaro pode abrir caminho para a anulação dessas provas. Isso seria bem-vindo para Moraes – que tem sua relação com o ex-banqueiro sob escrutínio público e é alvo de um pedido de investigação feito pelo ministro André Mendonça, relator do caso do Master no STF.
Segundo a Polícia Federal, Moraes recebeu ao menos 52 mensagens de Vorcaro enquanto o escritório da sua mulher, Viviane Barci de Moraes, tinha um contrato de até R$ 131 milhões com o Banco Master e outro de R$ 50 milhões envolvendo o uso de aeronaves. Clique aqui e confira a matéria completa.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), conduzia a sessão no plenário da Casa quando recebeu, ontem, a notícia da carta golpista divulgada pelo senador e candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). As informações são do portal Metrópoles.
A reação de Alcolumbre foi ignorar o documento. Segundo auxiliares, a estratégia do presidente do Senado é manter o silêncio sobre o tema para evitar dar palco à iniciativa de Flávio e, assim, não ampliar a repercussão dentro da Casa.
Leia maisA estratégia de Alcolumbre, neste momento, é acompanhar os próximos passos de Flávio nos Estados Unidos. O chefe do Senado só pretende se manifestar caso avalie que a situação escalou e passou a exigir uma resposta institucional.
Um interlocutor descreveu Alcolumbre como um “defensor das prerrogativas parlamentares”. Por isso, considera improvável que ele adote, neste momento, alguma medida contra Flávio, cujo mandato de senador termina em janeiro de 2027.
Essa disposição, porém, pode mudar caso o primogênito de Jair Bolsonaro eleve o tom nos Estados Unidos e passe a adotar iniciativas que, na avaliação do atual comandante do Senado, sejam consideradas uma atuação contra o país.
Mandato à distância
Na sessão semipresencial de quarta-feira, Flávio não registrou presença. Segundo auxiliares de Alcolumbre, o senador do PL também não comunicou oficialmente ao Senado que deixaria o Brasil rumo aos Estados Unidos, onde desembarcou ontem.
Em viagens internacionais como missão oficial, senadores dispõem de um aparelho que permite registrar presença e participar de votações mesmo fora do país. O Senado ainda não sabe se Flávio levou o equipamento para os Estados Unidos.
Como a situação é considerada sem precedentes, equipes técnicas do Senado estão analisando o regimento interno e outras normas da Casa para definir quais procedimentos poderão ser adotados caso Flávio tente exercer o mandato à distância.
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fugiu do Brasil após a derrota na eleição presidencial do último domingo com ajuda de Donald Trump, de acordo com o The New York Times. Segundo a publicação, o jato usado pelo ex-candidado e sua família foi providenciado por um funcionário da Casa Branca. Flávio voou na noite de terça-feira da Argentina para o Equador para reabastecimento e, em seguida, viajou para Miami. O uso da aeronave particular foi organizado por Jason Miller, funcionário de comunicações da Casa Branca, informou o jornal americano.
O plano de fuga foi posto em prática na segunda-feira, depois que o Flávio Bolsonaro foi informado de que deveria entregar seus passaportes. A medida cautelar havia sido dada na véspera pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o NYT, Eduardo Bolsonaro manteve contato com Miller assim que o irmão foi intimado a entregar os documentos. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisUma fonte do governo disse ao NYT que Flávio Bolsonaro é aguardado para solicitar o status de residente permanente nos Estados Unidos, conhecido como green card. O procedimento normalmente acontece após o recebimento de um visto de imigrante. O pedido de green card de Bolsonaro seria processado rapidamente, de forma semelhante ao que foi concedido a Eduardo Bolsonaro, segundo o mesmo funcionário.
Nesta quinta-feira, o Trump afirmou que as eleições presidenciais no Brasil foram uma “vergonha”.
— Acompanhei as eleições. Não tomei partido, mas vi o que estava acontecendo no Brasil, foi uma vergonha. O mercado falou isso. Olha como o mercado reagiu — declarou Trump a jornalistas antes de partir para um comício eleitoral.
Ao ser perguntado se buscará o presidente Lula para parabeniza-lo, Trump respondeu que sim, embora tenha qualificado o processo eleitoral como “uma vergonha”. O presidente acrescentou que não tomou partido nas eleições “a pedido de Lula”.
PF apura ajuda de empresários
A Polícia Federal investiga qual foi a rota de fuga usada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a derrota na eleição presidencial do último domingo. Os investigadores apuram como ele saiu de Brasília e chegou a Foz do Iguaçu (PR), na fronteira com a Argentina, e investigam se ele teve a ajuda de empresários e aliados políticos.
O trajeto de Flávio após chegar ao país vizinho já é conhecido, mas ainda há lacunas no caminho feito da capital federal até lá. Uma das possibilidades é que ele tenha feito o trajeto por via terrestre, o que levaria cerca de 20 horas. Na noite de segunda-feira, por volta das 19h50, o comboio usado pelo senador em seus deslocamentos por Brasília deixou o condomínio onde ele mora, mas não há informações sobre os passageiros dos veículos.
Outra hipótese é que um jato privado tenha decolado de algum aeródromo ou pista de pouso em propriedades rurais de Brasília e do entorno rumo a Foz do Iguaçu. Também é analisada a chance de Flávio ter feito parte da viagem de carro e parte de avião.
Dentro desse braço da apuração, investigadores também estão checando se houve auxílio logístico e financeiro de empresários e aliados políticos da família Bolsonaro. A PF suspeita ainda da participação do governo argentino, sob o comando de Javier Milei, na fuga.
Flávio é alvo de um inquérito em que a PF busca aprofundar as investigações que recaem sobre o senador por lavagem de dinheiro. Ele é alvo de um inquérito que atinge também o advogado e seu amigo Willer Tomaz, que desde agosto está nos Estados Unidos.
O senador é apenas investigado. Por isso, a polícia não o trata como foragido. A investigação sobre a fuga se dá pelo fato de ele ter descumprido ordem judicial de entregar os passaportes e se ausentar do país.
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Tive a honra de ser convidado pelo comandante militar do Nordeste, general de Exército Francisco Carlos Machado Silva, para a solenidade alusiva ao Dia da Bandeira Nacional, marcada para o dia 19 de novembro, às 11h30, no Comando Militar do Nordeste, no Recife. A cerimônia tem como propósito homenagear a Bandeira Nacional, estimular o respeito aos símbolos e às tradições do País e fortalecer o civismo e o espírito de corpo entre os integrantes da Força Terrestre e a sociedade civil.
Por Luciano Lins*
O resgate da história é, muitas vezes, o único farol capaz de iluminar os descaminhos do presente. Ao amanhecer do dia seguinte à eleição, o novo governante brasileiro recebe um troféu pesado: um país cindido por uma forte dicotomia política, social e econômica, onde a metade que perdeu não se enxerga no projeto vencedor e a metade que ganhou herda um tecido social em frangalhos. Governar apenas para os seus, sob a soberba das urnas, é a receita célere para a ingovernabilidade. A única alternativa viável para a sobrevivência do pacto democrático e a preservação do bem social não está no aprofundamento do racha, mas no resgate urgente do congraçamento por meio da União Nacional.
O Espelho do Passado e o Legado de Pernambuco
Para compreender a gravidade do agora, precisamos olhar pelo retrovisor da República. Em 1954, o Brasil sangrava e tateava no escuro após o trágico fim de Getúlio Vargas. A polarização extrema entre o getulismo e o antigetulismo ameaçava rasgar a Constituição. Foi naquele cenário de terra arrasada que o então governador de Pernambuco, Etelvino Lins — cujo legado político e retidão moral trago no sangue como um orgulho familiar —, teve a lucidez de perceber que o isolamento e o radicalismo seriam fatais. Ele levantou, de forma pioneira, a bandeira da “União Nacional”.
Leia maisSua tese não era um mero exercício de retórica, mas um plano concreto de concertação de forças ao centro. Aquela articulação, que ficou conhecida como o “Esquema Etelvino”, culminou no lançamento memorável de sua candidatura à Presidência da República em abril de 1955. Quem percorre as páginas de suas memórias no livro Um Depoimento Político, de sua própria autoria, consegue reviver o espetáculo que se sucedeu no Palácio Tiradentes. As galerias tomadas e o plenário vibrante testemunharam o lançamento de sua candidatura presidencial ser saudado por milhares de lenços brancos — os mesmos lenços históricos que outrora haviam acenado com fervor pelos eleitores do brigadeiro Eduardo Gomes. A partir daquele gesto simbólico e da firmeza de propósitos, o respeito à sua postura foi gradativamente reconquistado e consolidado junto aos meios dirigentes e aos principais formadores da opinião pública da época.
Para viabilizar essa grande frente de pacificação, obteve a interlocução e o apoio de gigantes da política nacional de oposição e de centro. Dialogou e angariou a simpatia de Carlos Lacerda e do influente Clube da Lanterna; articulou com Afonso Arinos, uma das mentes jurídicas e políticas mais brilhantes da UDN; e uniu setores dissidentes do próprio PSD que mais tarde convergiram para o marechal Juarez Távora. Embora Etelvino tenha abdicado da candidatura para viabilizar composições ainda mais amplas em favor de Távora, o fato é que o presidente eleito, Juscelino Kubitschek, só conseguiu governar e entregar a estabilidade dos “Anos Dourados” porque herdou e aplicou, na prática, o espírito daquela aliança costurada por meu tio: a conciliação como base de sustentação.
A Crise Institucional e o Gargalo Jurídico
Hoje, a história não se repete, mas rima de forma assustadora. Contudo, nossa crise atual guarda uma diferença crucial em relação aos anos 50: se no passado o gargalo era majoritariamente militar e partidário, hoje o epicentro da instabilidade reside no coração do Judiciário. O congraçamento político e a atração de investimentos econômicos tornam-se impossíveis enquanto o país viver sob a sombra da mais profunda insegurança jurídica. É preciso coragem para apontar os atropelos constitucionais vindos de alas do Supremo Tribunal Federal (STF), que rotineiramente extrapolam suas funções, invadem competências do Poder Legislativo e agem como atores políticos em um jogo que deveria ser de estrita neutralidade.
Essa disfunção institucional cobra um preço altíssimo do bolso de cada cidadão brasileiro. Assistimos, estarrecidos, a reinterpretações casuísticas da Constituição e de leis consolidadas, criando um emaranhado de normas que se contradizem e anulam decisões que já deveriam ser definitivas. A relativização da coisa julgada destrói o princípio da previsibilidade, que é o pilar de qualquer economia saudável. Quando as regras do jogo mudam no meio da partida por pura conveniência política de seus intérpretes, o capital produtivo foge. Os grandes investidores, nacionais e internacionais, simplesmente engatam a marcha à ré. Projetos de infraestrutura de longo prazo são cancelados e bilhões de dólares deixam de entrar no país porque ninguém arrisca construir sobre a areia movediça de um tribunal ativista. O resultado direto é a estagnação econômica, a perda de competitividade nacional e a destruição de postos de trabalho.
O Chamado à Razão e o Freio de Arrumação
O novo líder político precisa compreender que pacificar o Brasil exige o protagonismo de liderar um pacto institucional para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes. É imperativo promover um verdadeiro freio de arrumação na Suprema Corte. O STF precisa voltar a ser o guardião silencioso, técnico e previsível da Carta Magna, e não a origem das surpresas processuais e das tensões que afugentam o capital e acirram os ânimos nas ruas.
Conjurar o novo governante ao congraçamento não é um apelo romântico à paz; é uma exigência pragmática de sobrevivência nacional. O legado de Etelvino Lins ecoa através das décadas para lembrar ao novo mandatário que os grandes estadistas não se medem pela força com que esmagam e perseguem seus opositores, mas pela capacidade e grandeza de sentar-se à mesa com eles em prol da pátria. É hora de desarmar de vez os palanques, estancar os excessos jurídicos e arrumar a casa. Sem isso, não haverá governo, não haverá economia e, pior, não haverá nação.
Sobrinho do ex-governador Etelvino Lins*
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A médica Patrícia Lima tomou posse como ginecologista e obstetra concursada da Prefeitura do Recife na mesma maternidade onde sua mãe trabalha há 23 anos como auxiliar de serviços gerais. Em publicação nas redes sociais, ela contou que foi com o trabalho na unidade que a mãe, que criou sozinha as duas filhas, garantiu o sustento da família.
Patrícia destacou que ela e a irmã tiveram acesso ao ensino superior e ressaltou a importância de políticas públicas como o sistema de cotas, a universidade pública e o Sistema Único de Saúde (SUS) em sua formação. “Hoje, volto a esse lugar em outra função. Não esqueço de onde vim, quem abriu os caminhos e o quanto as políticas públicas foram fundamentais para que chegássemos até aqui”, escreveu.
No relato, a médica prestou uma homenagem à mãe, a quem atribuiu papel central na realização. “Hoje, minha conquista também é da minha mãe. E de todas as mulheres que lutam para que suas filhas possam ir mais longe”, declarou. Com informações do Jatobá Oficial.
O Senado aprovou, na noite da quarta-feira (28), em sessão plenária, o projeto que concede apoio financeiro aos produtores independentes de cana-de-açúcar do Nordeste. Relator da proposta no Congresso Nacional, o senador por Pernambuco Fernando Dueire (PSD-PE) conduziu a análise da matéria, que agora segue para sanção presidencial.
“Estamos falando de uma atividade que gera emprego, renda e movimenta a economia de muitos municípios nordestinos. Os produtores enfrentaram dificuldades climáticas e comerciais, e essa medida busca dar suporte para que possam manter sua produção e proteger as famílias que dependem desse setor”, afirmou. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisA medida autoriza uma subvenção de R$ 12,00 por tonelada de cana produzida e entregue na safra 2025/2026, com impacto estimado em R$ 270 milhões, para amenizar os prejuízos provocados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras e por eventos climáticos extremos.
A proposta, aprovada anteriormente pela Câmara dos Deputados, também reúne medidas de financiamento para outros setores estratégicos. Entre elas, estão a autorização de até R$ 14,5 bilhões em linhas de crédito para a renovação da frota de transporte de cargas e passageiros e de até R$ 10 bilhões para projetos de inovação tecnológica na agricultura, com foco em equipamentos de fabricação nacional.
“Cuidar da produção é também cuidar dos empregos e da economia dos municípios. Precisamos garantir condições para que os produtores rurais e os setores estratégicos continuem trabalhando, investindo e gerando oportunidades”, acrescentou.
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A Quinta Cultural de Afogados da Ingazeira terá uma edição dedicada à seresta nesta quinta-feira (29). A programação, promovida pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Esportes, comandada pelo meu irmão Augusto Martins, começa às 19h, com concentração no letreiro da cidade e caminhada em direção ao Beco do Hidrante. No local, haverá apresentações do Pentagrama e do Quarteto da Seresta.
