Empossado há um mês, o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, apontou que Pernambuco tem sido um dos estados mais beneficiados pelo governo federal nos últimos anos. A pasta, que antes dele foi comandada pelo deputado Sílvio Costa Filho (Republicanos), promoveu investimentos milionários no estado e deverá seguir assim nos próximos meses do mandato do presidente Lula (PT).
“Em Pernambuco, no governo do presidente Lula e sob a liderança do ministro Sílvio Costa Filho, nós fizemos uma entrega de R$ 500 milhões na requalificação e ampliação do Aeroporto do Recife, com o crescimento especialmente no Terminal Internacional, mas também no Terminal Doméstico. E recentemente anunciamos, junto com a Prefeitura do Recife e com a Aena, que administra o aeroporto, os empreendimentos imobiliários no entorno de mais de R$ 500 milhões. E isso significa geração de emprego e renda e oportunidade para o pernambucano. Estamos falando de um conjunto de R$ 1 bilhão de investimentos”, destacou Tomé, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia mais“No ano passado, também sob a liderança do ministro Sílvio, fizemos um investimento de R$ 60 milhões no Aeroporto de Petrolina, requalificando todo o terminal. E, recentemente, investimos na ordem de R$ 80 milhões nos aeroportos de Garanhuns, Serra Talhada e Araripina, através do programa Ampliar, também com a mudança da gestão desses aeroportos pela GRU Airport, que é a maior operadora de aeroportos aqui do Brasil e vai passar a fazer os investimentos e a gestão dos aeroportos regionais de Pernambuco. Portanto, isso é política pública na veia, gerando mais crescimento, oportunidade e desenvolvimento, não só para um dos maiores aeroportos do Brasil, que é o do Recife, mas também para os regionais”, completou.
Tomé ainda citou os investimentos de R$ 200 milhões para a dragagem do Porto de Suape, sendo R$ 100 milhões do governo federal e R$ 100 milhões do Governo de Pernambuco. “Recentemente também demos a ordem de serviço com mais R$ 100 milhões para dragagem do Porto do Recife e outros R$ 15 milhões para defensas, que são instrumentos para proteção do navio quando ele vai ancorar. Portanto, são mais de R$ 200 milhões nos portos de Pernambuco, realizados pelo governo do presidente Lula”, concluiu o ministro.
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O Governo de Pernambuco recebe, nesta quarta-feira (6), o voo inaugural da rota entre Praia, capital de Cabo Verde, e Recife, operado pela Cabo Verde Airlines, marcando a retomada da ligação após seis anos. A chegada está prevista para as 22h05 no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes. Com a nova operação, o estado passa a contar com 13 voos internacionais diretos. “Retomar esse voo após seis anos é resultado de uma política consistente do Governo do Estado de expansão da malha aérea internacional de Pernambuco”, afirmou o presidente da Empetur, Eduardo Loyo.
A rota terá frequência semanal, às quartas-feiras, com duração média de quatro horas por trecho. Segundo a companhia aérea, a conexão permite integração com destinos europeus, especialmente Portugal. “Cabo Verde funciona como uma ponte natural entre a América do Sul e a Europa, e essa rota permite que os viajantes façam um stopover em nosso arquipélago”, disse o CEO da Cabo Verde Airlines, Armindo Sousa.
Para marcar a retomada, o governo estadual organizou uma recepção no aeroporto com apresentação cultural e presença de autoridades. A operação também inclui a realização de um famtour entre os dias 6 e 13 de maio, com cerca de 20 representantes de Cabo Verde, que visitarão o Polo de Confecções do Agreste e destinos turísticos como Recife, Olinda, Gravatá e Porto de Galinhas.
A assessoria da pré-candidata ao Senado, Marília Arraes, informou, em nota, que o procedimento cirúrgico realizado nesta terça-feira (5), para retirada da vesícula, transcorreu sem intercorrências. Segundo o comunicado, ela já se encontra no quarto, em recuperação, sob acompanhamento médico e em bom estado geral.
A previsão é de alta hospitalar na manhã desta quinta-feira (7). Após a liberação médica, Marília deverá permanecer em repouso até o próximo domingo (10), com expectativa de retomada da agenda na próxima semana. A pré-candidata também agradeceu pelas manifestações de apoio recebidas nos últimos dias.
O ano de 2026 deverá manter em alta os aeroportos e portos brasileiros. É o que garante o ministro Tomé Franca, pernambucano que há um mês assumiu a pasta, após a desincompatibilização do deputado federal Sílvio Costa Filho (Republicanos). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Tomé anunciou uma carteira importante de leilões para os próximos meses, incluindo o Porto do Recife nas possíveis movimentações.
“A gente tem uma carteira de leilões importantes para o ano de 2026. Serão cerca de 13 a 15 leilões portuários, incluindo o leilão do Tecon Santos 10, o maior de todos. Estamos trabalhando junto à Autoridade Portuária do Recife para colocarmos o terminal de passageiros do porto do Recife para leilão. É importante a gente ter um terminal mais qualificado e mais confortável para que o turista que chega por meio da temporada de cruzeiros possa ser melhor recebido no Porto do Recife. E temos leilões no Brasil inteiro, em Maceió, em Fortaleza, além de São Sebastião, em São Paulo”, destacou Tomé.
Na área de aeroportos, o ministro revelou expectativa para o terminal de Brasília, no final do ano. “Teremos o leilão do Aeroporto de Brasília, que deve acontecer no início de dezembro. Recentemente fizemos o leilão do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, com a vitória da empresa espanhola Aena. Foram quase R$ 3 bilhões no leilão, 210% de ágio da proposta inicial. Queremos fazer ainda uma segunda rodada do programa Ampliar, com mais alguns aeroportos regionais ainda no segundo semestre de 2026. Portanto, teremos muito trabalho pela frente em favor da infraestrutura de portos e de aeroportos do Brasil”, completou.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, que sucedeu a Silvio Costa Filho, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O meu podcast ‘Direto de Brasília’ desta terça-feira (05), em parceria com a Folha de Pernambuco, será com o novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, que sucedeu a Silvio Costa Filho. Franca confirmou que o governo federal estuda zerar impostos federais (PIS/Cofins) sobre o querosene de aviação (QAV) para conter o aumento no preço das passagens aéreas.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, e também em cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste. Retransmitem o programa pela Gazeta News (Grupo Collor) em Alagoas; pela Rede Mais Rádios, com 25 emissoras na Paraíba; pela Mais-TV, sob o comando do jornalista Heron Cid; ainda pela Rede ANC, no Ceará, com mais de 50 emissoras; e pela LW TV, de Arcoverde.
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A prefeita de Olinda, Mirella Almeida, entrou em licença-maternidade a partir desta terça-feira (5), após o nascimento da filha, Heloísa. Durante o período, o vice-prefeito Chiquinho (Solidariedade) assume interinamente a administração municipal como prefeito em exercício.
A licença está prevista inicialmente para até quatro meses. “Conheço Chiquinho há mais de 20 anos e tenho confiança nele, que é um vice responsável e comprometido com o município”, afirmou Mirella. Segundo a gestora, a expectativa é retornar ao cargo antes do fim do período.
A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.
Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.
Leia mais“Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.
A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.
A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.
O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.
No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.
A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.
Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.
Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.
“Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.
Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.
Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o site oficial da holding (www.mentorcapitalgroup.com.br) ou a página no LinkedIn (www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup), onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.
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O radialista e blogueiro Zé Silva, da Tv Ativa de Trindad, foi brutalmente agredido na manhã desta terça-feira (5), em Trindade, município vizinho a Araripina. Segundo informações, quatro homens encapuzados, em duas motocicletas, abordaram a vítima e iniciaram uma série de agressões com coronhadas e golpes na cabeça e no rosto.
A violência do ataque indica uma possível tentativa de homicídio. O caso gerou forte repercussão e levanta suspeitas de perseguição política, já que o comunicador é conhecido por fazer oposição à gestão municipal e denunciar supostas irregularidades.
O episódio é tratado como grave e acende alerta sobre ataques à liberdade de imprensa. Zé Silva recebeu manifestações de solidariedade, e a polícia já investiga o caso.
Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Há informações de que as pesquisas internas do governo — os chamados trackings, que são monitoramentos contínuos — apontariam para alguma recuperação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após as derrotas acachapantes da semana passada. As próximas pesquisas públicas terão que confirmar isso. Por enquanto, o quadro que elas apresentam segue bem preocupante. Saindo da disputa presidencial e indo para a corrida nos estados, o Correio Político mostrou na edição de segunda-feira como a briga embolou, mas com potencial vantagem da oposição, especialmente do PL, partido do senador Flávio Bolsonaro. Neste Correio Político, vamos analisar mais detidamente o quadro para o Senado.
Para aprovar impeachment de ministros do STF, 54
Tomando-se as pesquisas mais recentes nos 26 estados e no Distrito Federal, verifica-se que aqueles que se declaram oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderiam ser até 51 senadores, somando-se os atuais com os que serão eleitos em outubro. Não é número suficiente para o tal projeto da oposição de aprovar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas pode chegar bem perto.
Leia maisGoverno poderia somar até 33
Os processos de impeachment exigem a aprovação de dois terços dos senadores, que seriam 54. Ou seja, a oposição precisaria de mais três senadores. E pode consegui-los entre os independentes. Levando-se em conta quem terá mais quatro anos, a oposição sairá já com 18 senadores. E o governo, com dez. Levando-se em conta o que dizem as pesquisas, os governistas poderão somar, entre os que ficarão e os novos, até 33 nomes no Senado. Ficaria, então, a posição dos que se declaram independentes, nem governistas nem oposição. Eles seriam 11.
Governistas surpreendem
É preciso esclarecer que esse mapa feito pelo Correio Político não soma 81 senadores. Por uma única razão. Há diversas situações de empate dentro da margem de erro em diversos levantamentos, alguns com até seis nomes. Então, aqui levou-se em conta o potencial máximo de cada segmento. O que causa algum alívio para o governo é que alguns aliados de Lula estão surpreendendo.
Sul
Casos do Rio Grande do Sul e do Paraná, que seriam, em princípio, hostis. A ex-deputada Manuela D’Ávila (Psol) lidera as intenções de voto no Rio Grande do Sul. E a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais Gleisi Hoffmann tem chances no Paraná. São Paulo pode ser outro alento para o governo.
São Paulo
Em São Paulo, os governistas vão bem em um estado que deve ter a reeleição de um oposicionista, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Lideram ali a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede).
Nordeste
O Nordeste, porém, pode não vir a dar, desta vez, o salvo-conduto a Lula de eleições passadas. Oposicionistas aparecem em vários estados, como Alessandro Vieira (MDB), em Sergipe; Capitão Wagner (União Brasil), no Ceará; ou ainda o presidente do PP, Ciro Nogueira (PP), no Piauí.
Norte
Embora costume ter um eleitorado mais oposicionista, o Norte pode dar algum alento ao governo elegendo alguns nomes. Caso do ex-governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), do presidente da Apex, Jorge Viana (PT), no Acre, e das possíveis reeleições de Eduardo Braga (MDB), no Amazonas, e de Randolfe Rodrigues (PT), no Amapá.
Centro-Oeste
A onda oposicionista, no entanto, pode vir forte no Centro-Oeste, com nomes como Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, ambos do PL, no Mato Grosso do Sul; ou Gracinha Caiado (União Brasil), esposa do ex-governador e candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, em Goiás; e Michelle Bolsonaro, no DF.
Distrito Federal
Há uma chance, no entanto, de bancada dividida no Distrito Federal. Quem hoje aparece em segundo no DF é a deputada federal Érika Kokay (PT), que cresceu com a derrocada do ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), atropelado pela crise do Banco Master/BRB. O jogo não promete ser fácil daqui até as eleições.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Advocacia Geral da União (AGU), Jorge Messias, se reuniram na noite de segunda-feira para discutir a rejeição da sua indicação para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada.
Após a derrota na quarta-feira, Messias já havia ido ao Palácio da Alvorada para conversar com o presidente. O ministro das Relações Instuicionais, José Guimarães, e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) também participaram dessa primeira reunião, que teve um caráter mais de solidariedade ao AGU,34 votos a favor de sua indicação, oito a menos que o necessário. Foram 42 votos contrários. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisNa conversa de segunda-feira, Lula pediu que o ministro continue no governo. Os dois, porém, não definiram se Messias seguirá à frente da AGU ou se será transferido para uma outra pasta. Aliados defendem que ele assuma o comando do Ministério da Justiça.
Uma nova reunião deve acontecer na semana que vem depois que o presidente retornar da viagem que fará aos Estados Unidos para se encontrar na quinta-feira com Donald Trump.
Lula e o ministro avaliaram na segunda-feira de forma mais aprofundada o contexto político da derrota no Senado. Foi a primeira vez em 132 anos que a Casa rejeitou uma indicação do presidente para o STF. A conclusão foi que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), interferiu para barrar a aprovação do AGU e esse foi o fator principal que levou à rejeição.
O presidente e Messias ainda destacaram que até senadores de oposição que o indicado cumpria os requisitos exigidos pela constituição para fazer do Supremo.
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A Fundação Cultural Cabras de Lampião realiza, neste sábado (9), às 19h, no Shopping Serra Talhada, o lançamento do projeto da edição 2026 do espetáculo “O Massacre de Angico – A Morte de Lampião”. O evento será aberto ao público e apresentará o formato e as novidades da próxima edição, que terá como tema os 100 anos do episódio conhecido como Fogo da Serra Grande.
A apresentação contará com a presença do elenco e da equipe de produção, incluindo os intérpretes de Lampião, Karl Marx, e Maria Bonita, Bruna Florie, além do autor Anildomá Willans de Souza e do diretor Izaltino Caetano. Considerado um dos maiores espetáculos ao ar livre da região, o evento detalhará a proposta artística e a organização da montagem prevista para 2026.
