A pesquisa Brazil Economy/Colectta divulgada neste sábado (24) aponta o presidente Lula (PT) com 50,3%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 49,7%. A diferença é de apenas 0,6 ponto percentual, resultado que configura empate técnico diante da margem de erro do levantamento.
A pesquisa foi realizada pelo instituto Colectta, sediado em São Paulo, e contratada pela Editora Brazil Economy. O levantamento foi divulgado um dia antes do segundo turno da eleição presidencial, marcado para amanhã (25). As informações são do Brasil247.
Leia maisPesquisa indica disputa acirrada
Considerando os votos válidos, que excluem os votos brancos, nulos e os eleitores que não responderam, Lula aparece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro. A vantagem, contudo, está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que impede afirmar que um dos candidatos tenha uma dianteira estatisticamente consolidada.
O resultado retrata uma disputa apertada na véspera da votação decisiva. Com os percentuais próximos e a diferença inferior à margem de erro, o levantamento não permite estabelecer uma vantagem estatisticamente significativa entre os dois concorrentes.

Metodologia e registro no TSE
A Colectta entrevistou 3 mil eleitores distribuídos por 101 municípios das 27 unidades da Federação. As entrevistas foram realizadas presencialmente, em domicílios, no dia 23 de outubro, véspera da divulgação dos resultados.
A pesquisa tem nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 18 de outubro, sob o número BR-05601/2026, e teve sua divulgação autorizada a partir deste sábado (24).
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Em simulação de segundo turno para a Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% das intenções em votos válidos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anota 48% da preferência nacional, segundo pesquisa do instituto Gerp divulgada neste sábado (24).
Como a diferença entre os candidatos é de quatro pontos numéricos, ambos se enquadram no limite da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o que configura um empate técnico. As informações são da CNN Brasil.

Metodologia
A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 22 e 24 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.
A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-09327/2026.
Confira na íntegra:
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 2º turno. Concorrem o presidente Lula (PT), que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos, e Lula (PT), 49%. Os números apontam empate técnico, porque a diferença entre eles está dentro da margem de erro. As informações são do g1.
Votos válidos

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral como BR-09158/2026.
Como a Quaest calcula os votos válidos?
Para estimar os votos válidos, a Quaest leva em consideração as intenções de voto e o perfil de comparecimento. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.
Votos totais
Veja agora os números de votos totais, que incluem eleitores que declaram votos em branco, nulos, os indecisos e quem diz que não vai votar.
Grau de decisão do voto
Entre os entrevistados que indicaram um candidato, 92% dizem que a escolha é definitiva e 8% afirmam que ainda podem mudar.
Rejeição
Flávio Bolsonaro tem rejeição de 49%, e Lula, de 47%.
O que mostra a pesquisa espontânea
Veja agora os números da pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ter acesso aos nomes dos candidatos.
Pesquisa Nexus/BTG divulgada neste sábado (24) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% das intenções de votos válidos contra 49,5% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. As informações são do Metrópoles.
Veja os resultados:
Na pesquisa anterior, realizada em 19 de outubro, Flávio Bolsonaro tinha 50,3% das intenções de voto, ante 49,7% do petista.
Metodologia
As entrevistas foram feitas presencialmente entre 23 a 24 de outubro. Foram ouvidos 2.000 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08234/2026.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 2º turno. Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% dos votos válidos, e Lula, 49%, em empate técnico dentro da margem de erro, que é de dois pontos. As informações são do g1.
Votos válidos:

O que são votos válidos?
É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e as abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Clique aqui para saber mais.
O Datafolha entrevistou 4.050 pessoas nos dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-09540/2026.
Votos válidos com propensão ao voto
Pela primeira vez, o Datafolha divulga também os números de votos válidos com propensão ao voto. A fim de projetar o impacto da abstenção, esse modelo estatístico ajusta os resultados de Lula e Flávio Bolsonaro considerando efeitos da distância do local de votação e o comparecimento declarado dos eleitores no 1º turno. No segmento com alta propensão a votar, que reúne quem mora perto do local de votação e foi votar no primeiro turno, os números são:
Esse grupo corresponde a 76% dos eleitores entrevistados.
No segmento com baixa ou média propensão a votar, que inclui quem não compareceu no primeiro turno, quem vota longe de casa e os que reúne as duas condições, os números são:
Esse grupo corresponde a 24 % do eleitorado.
Votos totais
Veja agora o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos. Abaixo, a pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são mostrados aos eleitores:
Pesquisa espontânea
Veja agora a pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem ter acesso a uma lista de candidatos. Esses resultados ajudam a medir o grau de consolidação do voto.
Neste sábado (24), durante ato na Av. Paulista a favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manifestantes levaram um lápis inflável gigante, em oposição ao míssil que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levaram para a mesma avenida no último domingo (18). O lápis traz a frase “Juventude em luta derruba fascistas” e simboliza a valorização da educação como forma de resistência a regimes opressivos.
Já no corpo do míssil inflável, havia uma frase em inglês pedindo para os Estados Unidos fazerem um ataque nuclear no Brasil: “Trump nuke Brazil” (Trump, ataque o Brasil com armas nucleares, em tradução livre), está escrito no corpo do míssil inflável. Segundo o dicionário Cambridge, o verbo “nuke” é usado informalmente com o sentido de “atacar” ou “destruir um lugar com armas nucleares”. As imagens são da Rede TVT.
Milhares de pessoas ocupam a Avenida Conde da Boa Vista, no Centro do Recife, na tarde deste sábado (24), durante o “Tsunami da Esperança”, manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Diário de Pernambuco.
Convocado por estudantes, jovens e trabalhadores, o ato teve concentração na Praça do Derby e integra a programação de encerramento da campanha petista em Pernambuco, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25).
A mobilização é apresentada pelos organizadores como a última grande manifestação de rua em apoio a Lula no Recife antes da votação.
Do g1
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, escolheu a Avenida Paulista para fazer seu último ato da campanha das eleições de 2026 neste sábado (24). A icônica avenida de 2,8 km é palco das mais grandiosas manifestações em São Paulo, tanto da esquerda quanto da direita.
Ele chegou ao local do ato pouco antes das 16h ao lado da esposa, Rosangela da Silva, a Janja, do vice, Gerado Alckmin (PSB), de Guilherme Boulos (PSOL), de Márcio França (PSB) e de Simone Tebet (PSB).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, escolheu a Avenida Paulista para fazer seu último ato da campanha das eleições de 2026 neste sábado (24). A icônica avenida de 2,8 km é palco das mais grandiosas manifestações em São Paulo, tanto da esquerda quanto da direita.
Ele chegou ao local do ato pouco antes das 16h ao lado da esposa, Rosangela da Silva, a Janja, do vice, Gerado Alckmin (PSB), de Guilherme Boulos (PSOL), de Márcio França (PSB) e de Simone Tebet (PSB).
“Estamos terminando uma campanha de segundo turno que tem só uma similar, a de 1989. A campanha de 1989 foi a campanha foi possivelmente a mais emocionante, pela participação da sociedade. E neste segundo turno, a sociedade brasileira resolveu assumir a responsabilidade de dizer que a eleição não é uma coisa de partido político, que a eleição é de pessoas que se preocupam com o país, que se preocupam com o dia a dia de outras pessoas, de pessoas que não querem que miliciano vá para o Palácio do Planalto”, afirmou o candidato à reeleição.
Lula destacou a mobilização dos eleitores no segundo turno: “Há muitos anos, mesmo os mais velhos, que fazem campanha política, não tinham visto uma mobilização da sociedade como vimos nesse segundo turno. Hoje em todos os municípios do Amazonas teve mobilização. É o povo que está organizando, e não partidos”.
“Estou convencido que vamos ganhar as eleições amanhã. Estou convencido que a sociedade brasileira quer mudança estrutural, que faça o Brasil caminhando no caminho certo, a sociedade brasileira não quer retrocesso.”
No ato de 11 de outubro, era possível observar apoiadores de Lula ocupando todos os 18 quarteirões da via, do Paraíso à Consolação, se concentrando em 12 deles. Na ocasião, a campanha de Lula não autorizou, por questões de segurança, o sobrevoo do drone do Monitor do Debate Político da USP, Cebrap e da ONG More in Common, que faz a contagem do público.
No dia 18 de outubro, cerca de 71,8 mil apoiadores do adversário Flávio Bolsonaro (PL) se reuniram na Paulista, segundo o monitor.
Às 13h30, muitos manifestantes já se concentravam em frente ao Masp. Apoiadores de Lula levaram um lápis inflável gigante, em oposição ao míssil que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) levaram para a Paulista no dia 18. No míssil, havia uma frase em inglês pedindo para os Estados Unidos fazerem um ataque nuclear no Brasil.
Por volta das 15h30, os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) chegaram à Paulista. Simone enfatizou ao público que não poderia fazer discurso, mas ressaltou que neste sábado (24) todos eram nordestinos, sulistas, nortistas e brasileiros. “Nós estamos aqui pelo nosso país, pelo nosso Brasil, pelos nossos filhos e filhos dos nossos filhos. Preciso encerrar para não levar multa, mas quero lembrar que eu, aos 15 anos, levantei um cartaz que queria votar presidente da república. Hoje, posso dizer, bendito o país que tem a juventude, os aposentados que defendem o Brasil. Uma boa eleição para todos nós”
Na sequência, Marina Silva (Rede) celebrou a democracia. ‘É, a Paulista vermelhou. É o mar vermelho se abrindo para que Lula faça sua última passeata. Nós não podemos fazer discurso de campanha, mas nós podemos dizer a poesia da democracia, da soberania, do respeito, à diversidade, é o Brasil. Viva a democracia, viva o povo brasileiro. Viva a Constituição”.
Lula passa pelos manifestantes em um carro aberto. Não houve caminhada, como previsto inicialmente, para evitar a circulação de pessoas pelas ruas do entorno.
A organização do evento discutiu medidas de segurança com a Polícia Militar, a Prefeitura de São Paulo e o Metrô em uma reunião realizada no dia 20, após a divulgação de vídeos com imagens de vandalismo.
Segundo a campanha, o Metrô teria solicitado a instalação de tapumes para proteger as estações da Avenida Paulista. A estrutura chegou a ser instalada, mas, na madrugada deste sábado, a empresa contratada informou à coordenação que a companhia estaria retirando a proteção.
Ainda de acordo com a organização, o argumento apresentado foi que o próprio Metrô adotaria medidas para proteger o patrimônio. A coordenação da campanha afirmou ter aceitado a decisão e disse esperar que a segurança seja garantida.
A campanha também solicitou à Polícia Militar que os policiais utilizem câmeras corporais ligadas durante todo o evento, para permitir a identificação de pessoas que eventualmente pratiquem atos de vandalismo. Outro pedido foi para que os policiais permaneçam identificados durante a operação.
A organização informou ainda que enviou ofícios à PM e ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para garantir que o evento não prejudique o transporte das urnas eletrônicas. Até a manhã deste sábado, não havia resposta da Polícia Militar ao documento com os pedidos.
Advogados do partido estarão distribuídos em pontos do evento para solucionar eventuais problemas. Os nomes dos profissionais e os locais em que ficarão foram informados às autoridades.
A dispersão do público está prevista para a Praça do Ciclista, também na Avenida Paulista, com o objetivo de manter a fluidez da circulação na região.
A campanha informou que não será permitido o uso de drones durante o ato. Imagens do evento serão disponibilizadas posteriormente pela organização.
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Do g1
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), reuniu apoiadores na Praça do Ó e nas pistas da orla da praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio, na tarde deste sábado (24), véspera do 2º turno das eleições.
Por volta das 14h30, o público já lotava a praça e ocupava as pistas da praia ao longo de um quarteirão. A concentração começou às 14h, e Flávio chegou ao local por volta das 16h. O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL) e o governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), também participam do ato.
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Motocarreata em BH

Pela manhã, Flávio Bolsonaro reuniu eleitores em uma motocarreata na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Flávio chegou à Praça do Papa, no bairro Mangabeiras, por volta das 11h40. Junto a motociclistas e apoiadores, ele seguiu pela Avenida Brasil até a Praça da Liberdade em cima de um trio elétrico.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o recém-eleito governador de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), marcaram presença no evento ao lado de Flávio.
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Do Blog da Folha
A senadora e líder do governo Lula na Casa Alta, Teresa Leitão (PT-PE), participou de uma carreata em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas ruas de Olinda, na Região Metropolitana do Recife, neste sábado (24).
O ato contou com a presença de outros parlamentares, lideranças políticas, aliados, militantes e apoiadores de Lula, na véspera da votação do segundo turno das Eleições 2026, que está marcado para amanhã (25) em todo o Brasil.
Leia maisCom saída da sede do Partido dos Trabalhadores (PT) de Olinda, no Carmo, a “Carreata da Vitória” percorreu diferentes bairros da cidade como Bairro Novo, Casa Caiada, Rio Doce e Jardim Atlântico, e teve encerramento no Largo do Amparo, no Sítio Histórico, com o objetivo de levar a mobilização a diferentes regiões do município.
A carreata contou com a presença da ministra de Ciência, Tecnologia e Inovações Luciana Santos, da deputada federal eleita Liana Cirne (PT), das deputadas estaduais eleitas Ivete Caetano (PT) e Dani Portela (PT), do deputado estadual eleito Vinícius Castello (PCdoB) e da vereadora Kari Santos (PT).
Também esteve presente o presidente do PT de Olinda, Hélder Pires, além de outras lideranças políticas e integrantes da militância local. A atividade integrou as mobilizações realizadas em Pernambuco na reta final da campanha presidencial.
A população volta às urnas neste domingo (25) para escolher o presidente da República que governará o país pelos próximos quatro anos entre o presidente e candidato à reeleição, Lula, e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
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Do Blog da Folha
Na véspera da eleição do segundo turno, aliados do senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), promoveram uma carreata pelas ruas do Recife, atravessando a Zona Norte e Sul da cidade. Estiveram presentes o coordenador da campanha do PL em Pernambuco, o deputado federal Mendonça Filho (PL), e os deputados federal Coronel Meira (PL) e estadual Alberto Feitosa (PL).
Os carros e motos percorreram a cidade ao som de jingles de campanha de Flávio como “Quem ficar parado é petista disfarçado” e “Fora PT, aqui não é seu lugar”. Mendonça Filho demonstrou confiança no resultado das urnas favorável a Flávio Bolsonaro neste domingo. “Fechando o sábado e cravando amanhã Flávio 22 presidente”, destacou, no começo da carreata.
Leia maisAvaliação
Após uma carreata pelas ruas do Recife, atravessando a Zona Norte e Sul da cidade, aliados do senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), convocaram a população para ir às urnas neste domingo (25) e virar voto dos indecisos.
Lideranças políticas de direita ainda vão promover atos políticos em Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, ainda neste sábado (24). Este último município foi o único em que Flávio Bolsonaro venceu no primeiro turno das eleições neste ano.
“Cruzamos a cidade do Norte até a Zona Sul da capital pernambucana. Recife fechado com Flávio Bolsonaro. Seguimos à tarde para Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe. Amanhã é o dia da grande final, da libertação do Brasil”, defendeu o coordenador da campanha do PL em Pernambuco, o deputado federal Mendonça Filho (PL).
O deputado federal Coronel Meira (PL) defendeu a busca pelo voto dos indecisos. “Não podemos parar. Converse, traga, veja o indeciso. Leve quem precisa para urna. É 22, é Flávio Bolsonaro”, ressaltou.
Na mesma linha, o candidato a senador pelo Novo na eleição deste ano, Carlos Sant’Anna, convocou o eleitor de direita para ir às urnas. “Cada voto é importante e, amanhã, cada voto vai fazer a diferença”, defendeu.
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Do Blog da Andreia Sadi – g1
Nos bastidores das investigações, o advogado Willer Tomaz é apontado por investigadores como um possível sócio de Flávio Bolsonaro (PL). A Polícia Federal apura a natureza dessa relação e busca esclarecer se o advogado teria atuado como uma espécie de operador financeiro do senador.
Uma fonte que acompanha as investigações define Willer Tomaz como o “fêmur quebrado” de Flávio Bolsonaro, numa referência ao potencial de desgaste político das apurações.
Leia maisNo Supremo Tribunal Federal, a avaliação relatada por fontes é que as investigações sobre Willer Tomaz continuarão no radar independentemente do resultado da eleição presidencial, seja com uma vitória de Flávio Bolsonaro, seja com a reeleição de Lula (PT).
Uma das principais frentes de apuração envolve suspeitas de lavagem de dinheiro de aproximadamente R$ 5 bilhões, com possíveis conexões com o mercado de apostas, as chamadas bets. Segundo fontes da investigação, a polícia considera obscura a origem dos recursos e tenta reconstruir o caminho do dinheiro.
Outra frente envolve a análise de dados armazenados na nuvem vinculada a um celular apreendido. A PF apura suspeitas de pagamentos de faturas de cartão de crédito, além de possíveis negócios envolvendo um escritório de advocacia. O objetivo é verificar se existem elementos que comprovem uma relação societária entre Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro.
Segundo as fontes, medidas como bloqueio de bens e até eventual prisão não são descartadas, a depender do avanço das investigações e dos elementos reunidos.
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