A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) participou, nesta sexta-feira (14), de uma série de gravações com o presidente Lula, em Brasília, ao lado de lideranças políticas de diferentes estados. Também participaram os candidatos ao Governo de Pernambuco João Campos e Carlos Costa e o senador Humberto Costa, candidato à reeleição pela Frente Popular.
Durante a agenda, Marília se reuniu com candidatos ao Senado como Simone Tebet, Marina Silva, Manuela d’Ávila e João Azevêdo, além de Juliana Brizola e Requião Filho, que disputam os governos do Rio Grande do Sul e do Paraná, respectivamente.
O prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros, o presidente da Câmara Municipal, Getúlio de Belém, e os vereadores do município declararam, nesta sexta-feira (14), apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. O anúncio foi feito durante encontro com o candidato em Jaboatão.
“Eduardo da Fonte é o melhor nome para representar Jaboatão no Senado Federal. É um parceiro que conhece as necessidades do nosso município e terá força para defender Jaboatão e trabalhar ainda mais por Pernambuco”, afirmou Mano Medeiros. O apoio amplia o grupo de lideranças políticas que aderiram à candidatura de Eduardo da Fonte.
A propósito do artigo “Governo Raquel e Márcia do Sinpolpen: muita bajulação, nenhum resultado e o pior salário do Brasil”, de autoria do policial penal Nickson Monteiro, a presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Pernambuco (SINPOLPEN-PE), Márcia Maria de Oliveira Silva, encaminhou a seguinte nota:
O que dizem os números da Polícia Penal de Pernambuco
Por Márcia Maria de Oliveira Silva, presidente do SINPOLPEN-PE
A matéria publicada neste blog em 13 de agosto afirma, já no título, que os Policiais Penais de Pernambuco têm o pior salário do Brasil. A informação não confere com a tabela vigente. A remuneração inicial da carreira em Pernambuco é de R$ 5.667,92, portanto, acima de 15 Estados da Federação, não sendo verdade que ocupa a última posição do país, nem do Nordeste.
Leia maisÉ fundamental esclarecer o contexto da negociação salarial de 2024. Não foi o SINPOLPEN-PE que estabeleceu o limite financeiro da negociação. O Governo definiu critérios gerais para as negociações de todas as categorias, dentro das limitações orçamentárias daquele momento, entre eles o limite de 20% da folha de maio de 2024, de cada categoria, e a garantia de que ninguém tivesse reajuste inferior a 17,17%.
Não houve critério desfavorável criado ou aceito exclusivamente para a Polícia Penal. Diante dessa realidade, a responsabilidade do sindicato era buscar, dentro do limite existente, a melhor construção possível para os Policiais Penais. Foi exatamente isso que fizemos.
No início da carreira, saímos de R$ 4.700,00 para R$ 5.667,92 em 2026, uma valorização de 20,59%. No final da carreira, de R$ 10.931,00 para R$ 13.526,00, uma valorização de 23,74%. E nenhum Policial Penal ficou com reajuste inferior a 17,17%.
Isso não é submissão. É negociação com resultado.
E os resultados não param na tabela salarial. Nos últimos anos, a categoria conquistou a criação e a consolidação da Polícia Penal, sendo Pernambuco o primeiro estado a aprovar a PEC Estadual, o Departamento da Polícia Penal, uma secretaria de Estado específica para o sistema penitenciário, dobrou o número do efetivo em lei complementar, a aposentadoria especial, uma das únicas no Brasil sem idade mínima, o plano de carreira com redução de vinte e oito para vinte faixas, o auxílio-fardamento e as gratificações de armeiro, mesário, motorista e da GOS.
Diálogo não é bajulação. Sindicato precisa saber cobrar, pressionar e mobilizar, mas também precisa saber negociar e construir soluções, porque 4 de 5 rejeitarem o diálogo não fortalece a categoria; apenas reduz os caminhos para alcançar resultados.
Não conseguimos tudo o que a Polícia Penal merece. Existem distorções que precisam ser corrigidas, entre elas as provocadas pela PCV e progressões após o estágio probatório que ainda precisam avançar. É legítimo cobrar novos avanços.
O que não se pode admitir é que as conquistas já alcançadas sejam desconsideradas ou apagadas do debate.
Continuaremos lutando para avançar ainda mais. Nosso compromisso não é com governo, oposição ou projeto político. Nosso compromisso é com os Policiais Penais de Pernambuco.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira que somente ele mesmo e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são hoje líderes nacionais. O petista afirma que há “muita gente boa surgindo” dentro do seu grupo político e cobrou que viagem pelo Brasil para se projetarem politicamente fora dos próprios estados.
A declaração ocorreu nesta sexta-feira durante entrevista de Lula aos podcasts “As Cunhãs” e “Não Inviabilize”. O petista é candidato à reeleição no pleito deste ano. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais— Quem foi liderança nacional mais recente? Eu e o Bolsonaro. Hoje ele voto em todos os estados do Brasil.
Questionado sobre quem poderia ser o o líder da esquerda a partir de 2030, Lula citou seis nomes: os senadores Camilo Santana (PT-CE) e Rui Costa (PT-BA), o governador Rafael Fonteles (PT-PI), o candidato ao Executivo de Pernambuco João Campos (PSB), o ministro da Secretária-geral Guilherme Boulos (PSOL), e o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT).
— Liderança você precisa criar. Os quadros, nós temos. O cara precisa ter uma compreensão das desigualdes sociais desse país e trabalhar para acabar com elas — disse Lula.
Em seguida, uma das entrevistadoras chamou atenção para um gesto recente de Lula no qual o presidente citou Haddad como possível sucessor. O petista, então, responde:
— Tem muita gente boa. O Haddad é uma delas. O Haddad é um companheiro com um potencial de crescimento extraordinário.
No início de agosto, Lula colocou Haddad como seu sucessor ao afirmar durante convenção partidária:
— Qual é o país do futuro que eu vou entregar, quando você, Haddad, depois de governar São Paulo por oito anos, estiver sendo presidente da República?
Como mostrou o GLOBO, a declaração foi vista por aliados como uma indicação da preferência por ter seu ex-ministro da Fazenda como sucessor. Mas, ainda na visão dessas pessoas próximas, o petista, ao seu estilo, se corrigiu a tempo de deixar em aberto a possibilidade de um outro nome ficar com o posto.
O entendimento de lideranças da legenda é que a discussão sobre a sucessão de Lula, que aos 80 anos anunciou estar disputando a última eleição de sua carreira política, terá início imediatamente após uma eventual vitória do líder petista na disputa de outubro.
Haddad deixa transparecer nos bastidores ter a intenção de ser alçado ao posto. A sinalização concreta de Lula para isso é aguardada em uma eventual montagem do novo governo, caso ele conquiste a reeleição, com uma possível indicação do ex-chefe da equipe econômica para a Casa Civil. A pasta, com assento no Palácio do Planalto, é responsável por coordenar as ações da gestão.
Mas a avaliação entre aliados é que, mesmo que faça gestos a favor de Haddad, Lula não deve fechar as portas para outros quadros. Ao longo dos seus três mandatos, lembram interlocutores, o líder petista sempre estimulou as disputas entre os subordinados.
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Por Carlos André Carvalho – Blog da Folha
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, saiu em defesa, na tarde desta sexta-feira (14), no Recife, da candidatura do ex-vereador Ivan Moraes (PSOL) ao governo de Pernambuco. “Não tenho acompanhado esse debate. É claro que Ivan Moraes tem todo o direito de ser candidato; o conheço e sei que é um quadro qualificado para isso, mas confesso que não tenho participado dessa discussão partidária”, disse Boulos.
A fala de Boulos veio como resposta à indagação quanto aos rumores de que de uma movimentação para tentar retirar Ivan da disputa, que teria partido da direção nacional do PSB para a cúpula nacional do PSOL.
Leia maisO ministro está na capital pernambucana para inauguração uma estação da Parada Certa, ponto de apoio destinado a motoristas e entregadores por aplicativo. O espaço, fruto de articulação entre a Secretaria-Geral da Presidência da República, a Fundação Banco do Brasil e o Governo de Pernambuco, foi planejado para oferecer estrutura de descanso, higiene e convivência aos trabalhadores do setor.
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Presidente do PSD e candidato a vice-presidente, Gilberto Kassab disse a uma plateia de empresários na quinta-feira, 13, que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é “preservado” neste momento das críticas dos adversários e que vai “desabar” nas pesquisas quando a campanha começar oficialmente, no próximo domingo, 16.
“Eu posso falar para vocês que a chance do Flávio se eleger é zero”, disse Kassab durante uma reunião na sede do Iate Clube de Santos, localizada em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo. “A própria pesquisa é tendenciosa porque ela não pega o Flávio que está apanhando durante a campanha. Ele está sendo preservado. Na hora que o PT mostrar quem é o Flávio e as pessoas que estão no entorno dele, ele vai desabar”, acrescentou. As informações são do Estadão.
Leia maisPara Kassab, embora os partidos do Centrão tenham declarado neutralidade, na prática eles apoiam a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Os partidos do Centrão não estão apoiando o Caiado, estão com Lula. (…) Caiado não é a terceira via, é a alternativa”, afirmou ele, que foi aplaudido pelos presentes naquele momento.
Ao mesmo tempo, o dirigente partidário comemorou o fato de as siglas do Centrão não terem lançado candidatura nem se coligado oficialmente com Lula ou Flávio. Sem o tempo de propaganda eleitoral delas ajudando os adversários, Caiado saiu de 50 segundos de televisão e rádio para 2 minutos e 20 segundos, nas contas de Kassab. “É uma eternidade, quase uma novela no horário gratuito”, afirmou.
O encontro, com cerca de 200 pessoas, foi organizado pelo próprio Kassab e pelo ex-ministro Andrea Matarazzo (PSD) em meio ao diagnóstico da campanha de que o empresariado, de forma geral, está desanimado com a candidatura de Flávio e à procura de uma candidatura alternativa.
A plateia era composta principalmente de empresários do agronegócio e dos setores financeiro, industrial e de mineração. Entre os presentes, estavam o presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi; o pecuarista Jovelino Mineiro; o acionista do grupo Jacto, fabricante de máquinas agrícolas Shiro Nishimura,; a socialite Narcisa Tamborindeguy; e a presidente da Comunitas, Regina Esteves.
Caiado foi aplaudido em diversos momentos, entre eles quando disse que o PT é conivente com o narcotráfico, que vai colocar um freio nos “covardezinhos” que praticam feminicídio e que um País que tem Lula e Fernando Haddad (PT) não precisa de inteligência artificial.
O candidato declarou que pretende realizar reformas administrativa e política, com a implantação do voto distrital misto, e retomar a reforma trabalhista. Segundo o ex-governador, as regras trabalhistas aprovadas na gestão de Michel Temer (MDB) foram “mutiladas” por decisões de tribunais superiores.
Ele também chamou Lula e Flávio de “fujões”, por não participarem de debates e sabatinas, e sugeriu a aprovação de uma lei para quem não comparecer a estes eventos ter o registro da candidatura negado.
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Se o leitor não conseguiu acompanhar o tributo do Sextou à cantora e compositora Clara Nunes, não se preocupe. Clique aqui e confira!
O programa, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, contou com a participação de Vagner Fernandes, jornalista, escritor e autor da biografia “Clara Nunes – Guerreira da Utopia”.
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira — a primeira contratada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO — mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43% das intenções de voto em eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que marca 40%. Outros 13% indicam intenção de votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas, e 4% se dizem indecisos.
Trata-se de uma oscilação positiva para Flávio na comparação com a pesquisa anterior. Hoje de três pontos, a diferença entre Lula e o candidato do PL era de cinco no levantamento do início do mês e de oito em julho. O resultado de agora configura empate técnico. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre segunda e quinta-feira. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A sondagem foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026.
A Quaest testou ainda outros cenários de segundo turno. Ronaldo Caiado (PSD) registra 37% contra 44% do presidente; Renan Santos (Missão), 36% a 44%; Romeu Zema (Novo), 34% a 45%.
O levantamento do instituto é o primeiro feito após o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar a Polícia Federal (PF) a investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeita de tráfico de influência. A corporação também apura um repasse da empresária Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.
Em relação a Flávio, a pesquisa é a primeira depois da escolha do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), que foi relator da CPI do INSS, como candidato a vice na chapa presidencial. Gaspar é alvo de procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado a uma acusação de estupro de vulnerável apresentada por parlamentares, o que ele nega.
O deputado colocou seu material genético à disposição para um exame de DNA. Como mostrou O GLOBO, um comerciante que é peça-chave na acusação apresentou versões opostas sobre o caso.
Além disso, Flávio se reconciliou com a madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que havia feito um vídeo para criticar o presidenciável.
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O governo dos Estados Unidos foi notificado nesta sexta-feira (14) sobre a abertura do processo de para aplicar medidas de reciprocidade por conta das tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.
A notificação foi enviada aos departamentos de Estado e de Comércio e ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), segundo o Itamaraty. As informações são do g1.
Leia maisO governo Trump confirmou em julho duas novas tarifas sobre produtos brasileiros exportados aos EUA, resultando em uma alíquota total de 37,5%. O Brasil acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar as taxas.
A Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula (PT) em 2025, é um mecanismo que permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
Em julho do ano passado, o governo publicou um decreto regulamentando a lei e estabeleceu os procedimentos que devem ser adotados para a aplicação da medida.
O decreto estabelece dois tipos de contramedidas: provisórias, com aplicação imediata, e ordinárias.
As provisórias são analisadas diretamente pelo comitê interministerial. Neste caso, representantes do setor privado e outros órgãos podem ser ouvidos antes da deliberação. Após aprovadas e instituídas, as medidas podem ser alteradas ou revogadas a qualquer momento.
Já as contramedidas ordinárias contam com um pedido que deve ser encaminhado ao Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com informações sobre a medida estrangeira que motivou a adoção de contramedidas, os setores brasileiros afetados e o impacto econômico. A proposta também deve passar por consulta pública de até 30 dias.
Esse foi o rito adotado pelo governo brasileiro contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos.
A decisão final cabe ao Conselho Estratégico da Camex, que pode adiar a aplicação conforme a evolução das negociações diplomáticas.
Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores deverá realizar consultas diplomáticas, em coordenação com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e encaminhar, periodicamente, relatório sobre a evolução das negociações.
Ao divulgar a abertura do processo, o governo brasileiro afirmou que nesta quinta-feira (13) iniciou os trâmite previstos e que o ministério das Relações Exteriores “está notificando o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas”.
“As consultas diplomáticas, que visam mitigar ou anular os efeitos das medidas e das contramedidas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica, reforçam a disposição do governo brasileiro de privilegiar o diálogo e a negociação em suas relações internacionais”, disse o governo em nota.
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O Sextou de hoje é uma celebração à vida e à obra de Clara Nunes, uma das maiores intérpretes da música brasileira. O programa contará com a presença de Vagner Fernandes, jornalista, escritor e autor da biografia Clara Nunes – Guerreira da Utopia, que narra em detalhes a trajetória da artista. Lançada em 2007, a obra é fruto de mais de 400 horas de depoimentos e traz um mergulho profundo na vida da cantora, com imagens inéditas e relatos de quem conviveu com ela.
Vagner Fernandes compartilhará curiosidades sobre o processo de pesquisa que deu origem ao livro, abordará o pioneirismo de Clara, sua transformação do bolero ao samba e o impacto de sucessos como “O Mar Serenou”, “Conto de Areia” e “Você Passa, Eu Acho Graça” na música brasileira.
Leia maisAlém do talento musical, Clara foi uma mulher à frente de seu tempo. Primeira artista feminina a vender mais de 100 mil discos no Brasil, ela marcou história tanto pela qualidade vocal quanto por sua conexão com os ritmos africanos e o samba. Vagner também falará sobre as polêmicas e boatos que cercaram a morte precoce da cantora, aos 40 anos, em decorrência de complicações cirúrgica.
O programa irá ao ar das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente em destaque acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
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Por Nickson Monteiro*
Há uma questão gravíssima que precisa ser esclarecida pela presidente do Sinpolpen, Márcia: a utilização de recursos do sindicato em ações de promoção política, inclusive outdoor envolvendo Mendonça Filho.
A pergunta é objetiva: quem autorizou esse gasto?
Houve assembleia da categoria autorizando o Sinpolpen a utilizar o dinheiro dos Policiais Penais para promover candidato? Qual foi o valor gasto? De onde saiu o recurso? Quem aprovou? Onde estão os documentos e a prestação de contas?
Leia maisO dinheiro do Sinpolpen pertence à categoria. Não pertence à presidente, à diretoria, a governo ou a candidato político algum.
Nós pagamos nossas contribuições com sacrifício e, enquanto isso, enfrentamos uma realidade vergonhosa de desvalorização salarial. Portanto, é inadmissível que recursos destinados à defesa dos Policiais Penais sejam utilizados para promoção político-eleitoral sem autorização da categoria.
Se houve utilização de dinheiro sindical sem a devida autorização estatutária ou assemblear, defendo que os valores sejam integralmente ressarcidos ao Sinpolpen e que todas as responsabilidades sejam apuradas.
E tem mais: não adianta produzir vídeos tentando vender uma realidade que o contracheque desmente. Queremos saber quais foram os resultados concretos dessa proximidade com o Governo Raquel. Onde estão as conquistas? Onde esteve a mobilização? Onde esteve o enfrentamento quando a categoria mais precisou?
O que o Policial Penal precisava era de sindicato na luta, mobilizando, cobrando e enfrentando o governo pela valorização da categoria.
Tenho compromisso com os Policiais Penais e com cada centavo que pertence ao nosso sindicato. Por isso, vou buscar as medidas cabíveis para que sejam esclarecidos e, se for constatada alguma irregularidade, ressarcidos os recursos eventualmente utilizados na promoção de políticos sem autorização da categoria.
Márcia, os Policiais Penais querem respostas.
Mostre os valores.
Mostre quem autorizou.
Mostre a prestação de contas.
Dinheiro do Policial Penal é para defender o Policial Penal — não para promover político.
*Policial Penal
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O Cais do Imperador, no bairro de Santo Antônio, reabriu ao público nesta sexta-feira (14), após alguns anos fechado, em uma operação viabilizada pela Prefeitura do Recife por meio de uma Permissão de Uso Onerosa. O espaço, às margens do Rio Capibaribe, passou a abrigar o restaurante Cais do Imperador das Garças e mantém uma área de contemplação com acesso gratuito. A retomada integra as ações do Programa Recentro.
A nova ocupação foi firmada com a empresa Churrascaria, Pizzaria, Bar e Restaurante Boi Voador Ltda., vencedora de licitação. O contrato, assinado em fevereiro, tem duração inicial de cinco anos e prevê pagamento de R$ 510 mil ao município durante o período. “O imóvel permanece público, e a área de contemplação continuará aberta gratuitamente à população”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento, Felipe Matos.
Com 598 m², o Cais do Imperador conta com 130 m² de área interna para restaurante, café e lanchonete e 468 m² de área externa, com arquibancada, terraço e espaços de circulação. O antigo desembarcadouro remonta ao século XVII e recebeu o nome atual após a visita de Dom Pedro II a Pernambuco, em 1859. Entre 2016 e 2022, funcionou como Estação Ecoturística Cais do Imperador.
