Segundo suplente para deputado estadual pelo PL e candidato da direita mais votado em Caruaru, Raffiê Dellon afirmou que vai intensificar, no segundo turno, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. No primeiro turno, ele participou de carreatas, buzinaços, panfletagens e outras mobilizações em apoio à chapa do partido e disse que, agora, o foco será a disputa presidencial. “Não tenho dúvida alguma da vitória de Flávio para presidente”, afirmou.
A deputada federal eleita por Pernambuco Liana Cirne (PT) participou, nesta quarta-feira (7), em Brasília, de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e parlamentares eleitos para discutir a mobilização da campanha no segundo turno. Após o encontro, ela publicou um vídeo nas redes sociais e afirmou que Lula transmitiu uma mensagem de “muito otimismo e muita esperança”, além de defender a busca por votos de indecisos, eleitores que não compareceram no primeiro turno e pessoas que ainda podem mudar de escolha.
“O momento é agora de trabalhar, conquistar cada voto de indeciso, de quem não foi votar, de pessoas que podem reverter o voto. Cada pessoa que conseguir conquistar um voto já está fazendo o seu trabalho”, afirmou. Liana também citou temas como economia, programas sociais, educação e segurança pública, mencionou a PEC da Segurança Pública e reforçou a mobilização no Nordeste. “Não quero ver ninguém desanimado. É o mesmo ânimo do presidente Lula, porque a gente vai vencer essas eleições”, declarou.
Eleita deputada federal por Minas Gerais com 524.219 votos, a segunda maior votação para a Câmara no estado, Ana Elisa (PT) se tornou um dos novos fenômenos eleitorais da esquerda, com uma campanha fortemente baseada nas redes sociais. Aos 21 anos e com mais de 2,5 milhões de seguidores no Instagram, ela ficou atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL) entre os candidatos mineiros e passou a ser projetada como um contraponto ao parlamentar bolsonarista tanto no ambiente digital quanto na Câmara. Nesta quarta-feira (7), Ana Elisa foi chamada a Brasília para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a estratégia da campanha no segundo turno, especialmente nas redes sociais.
No mesmo dia, a deputada eleita publicou um vídeo em que criticou a declaração do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sobre mudar a Constituição. Na terça-feira (6), em Goiânia, Flávio defendeu aproveitar a maior presença da direita no Congresso para eleger os presidentes da Câmara e do Senado, promover alterações constitucionais e “redemocratizar esse país”. Para Ana Elisa, a fala representa risco de ruptura institucional. “Falar em mudança de Constituição, primeiro, é algo leviano, e segundo, é se preparar para uma possível ditadura”, afirmou.
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Flávio esclareceu nesta quarta que se referia à aprovação de Propostas de Emenda à Constituição (PECs), e não à substituição integral do texto de 1988. O candidato citou entre as mudanças que pretende defender uma reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal, alterações tributárias e o fim da reeleição. Ana Elisa, no entanto, fez distinção entre modificar pontos da Carta por meio de PECs e substituir a Constituição. “Qualquer pessoa que diga que vai trocar a Constituição Federal, essa pessoa está pensando em cometer um golpe”, declarou.
A presença de Ana Elisa na reunião com Lula ocorre em meio à tentativa da campanha petista de ampliar sua atuação digital no segundo turno. A deputada eleita foi convocada ao lado de outros nomes com forte presença nas redes para discutir estratégias de comunicação e engajamento. Após o encontro, ela afirmou que Lula está disposto a produzir conteúdos em formatos próprios para TikTok e Instagram Reels.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse nesta quarta-feira (7) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não apresentou, até o momento, um pedido para acelerar a votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre o fim da escala 6×1.
Segundo Alcolumbre, não há na mesa nenhum requerimento de calendário especial nem de quebra de interstício, instrumentos regimentais que permitem encurtar o rito de tramitação da proposta. O senador afirmou que, caso um pedido nesse sentido seja apresentado, ele o submeterá a votação em plenário. As informações são da CNN.
Leia maisAlcolumbre voltou a afirmar que a decisão de não levar a PEC ao plenário antes do primeiro turno das eleições, realizado no domingo (4), foi para atender os senadores que pediram que a matéria não fosse votada no período para evitar que o tema dominasse a campanha eleitoral.
PT corre contra o tempo
A líder do Governo no Senado, Teresa Leitão, disse que está colhendo as assinaturas necessárias para apresentar o requerimento de calendário especial. O Senado realiza nesta semana e na próxima as 5 sessões deliberativas necessárias para que a PEC seja votada em primeiro turno, previsto para 15 de outubro.
O impasse para o Planalto, porém, é que sem uma tramitação especial a proposta só poderá ser votada depois do segundo turno das eleições. Sem a quebra de interstício, por exemplo, a tramitação exige cinco dias úteis e três sessões deliberativas para que a proposta seja votada em plenário novamente.
Além disso, o PL quer empurrar para depois das eleições a análise da proposta. O partido é contra o texto da PEC e apoia um projeto que permite flexibilizar a jornada. Nesses moldes, os funcionários negociam com as empresas as horas trabalhadas e há possibilidade de redução de salário.
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Por Rinaldo Remígio*
O futebol pernambucano é muito mais do que bola rolando. É história, paixão, identidade e pertencimento. É parte da vida de milhares de famílias que aprenderam, de geração em geração, a amar as cores dos seus clubes.
Quando falamos do nosso futebol, lembramos imediatamente dos três grandes da capital: Sport, Santa Cruz e Náutico. Clubes centenários, donos de histórias que ultrapassaram as fronteiras de Pernambuco e ajudaram a construir a tradição do futebol nordestino.
Leia maisMas Pernambuco não vive apenas do futebol da capital. O interior também tem sua história, sua força e suas paixões.
Central e Porto, de Caruaru; Salgueiro; Petrolina; Sete de Setembro; Ypiranga; Vera Cruz; Afogados da Ingazeira; Retrô; Maguary, entre tantos outros, representam cidades e regiões inteiras e já escreveram — e continuam escrevendo — capítulos importantes do nosso futebol.
Cada clube tem sua torcida. Cada torcida tem suas histórias, seus cânticos, suas alegrias e também suas lágrimas.
E, neste momento, é impossível falar da grandeza do futebol pernambucano sem abrir um espaço especial para o Santa Cruz Futebol Clube.
O SANTA CRUZ VOLTOU!
Foram nove longas temporadas longe da Série B do Campeonato Brasileiro. Uma verdadeira saga para um clube de tamanha tradição e de uma torcida reconhecida nacionalmente por sua paixão.
O Santa Cruz conheceu, nesses anos, momentos extremamente difíceis. Caiu de divisões, sofreu eliminações dolorosas, viu acessos escaparem e chegou a ficar sem divisão nacional.
Mas o Santa não morreu.
O Santa resistiu.
E talvez seja exatamente aí que esteja uma das maiores belezas do futebol: a capacidade de cair e encontrar forças para levantar novamente.
Depois de uma longa caminhada, o Santa Cruz conseguiu subir os degraus e reencontrar o caminho da Série B do Campeonato Brasileiro.
É uma conquista que ultrapassa as quatro linhas.
É a recompensa de uma torcida que sofreu, chorou, acompanhou o clube nos momentos mais difíceis e, principalmente, não abandonou o Santa Cruz.
E veja o exemplo dessa torcida tricolor: mais de 45 mil pessoas na Arena de Pernambuco, e isso aconteceu mais de uma vez! É paixão mesmo. É demonstração de amor ao clube, de fidelidade e, acima de tudo, de esperança.
Quem acompanha futebol sabe a diferença que faz uma arquibancada pulsando.
O calor da torcida, o grito, o incentivo, tudo isso levanta o time para valer!
Quando milhares de vozes cantam juntas, quando a arquibancada vibra e empurra os jogadores, cria-se uma força que parece sair das cadeiras e chegar ao gramado. Futebol também é isso: emoção compartilhada entre quem joga e quem torce.
O torcedor tricolor mostrou exatamente isso. Mesmo depois de tantos anos de dificuldades, continuou acreditando.
O Santa Cruz caiu, mas sua torcida permaneceu de pé.
E talvez esteja aí uma das explicações para a capacidade desse clube de renascer tantas vezes.
A volta do Santa Cruz deve ser comemorada não apenas pelos tricolores. É também uma conquista importante para o futebol pernambucano. Quanto mais fortes estiverem nossos clubes, maior será Pernambuco no cenário regional e nacional.
Que a saga do Santa Cruz sirva de exemplo: no futebol, como na vida, cair não significa permanecer no chão. O importante é encontrar forças para levantar e continuar caminhando.
E é justamente por amar o futebol que precisamos falar de algo que continua nos preocupando.
Não podemos permitir que a violência de alguns transforme o futebol em território de medo.
As chamadas torcidas organizadas precisam compreender uma coisa muito simples: adversário não é inimigo.
Não é aceitável que famílias deixem de frequentar os estádios por medo de confrontos, agressões ou emboscadas. Futebol deve ser festa. Deve ser encontro de gerações. Deve ser o pai levando o filho ao estádio, o avô contando histórias de grandes jogos, os amigos vestindo suas camisas e cada um defendendo seu clube com paixão — mas sempre com respeito.
Nenhuma camisa vale uma vida.
Sport, Santa Cruz, Náutico e todos os clubes do interior precisam de torcedores apaixonados, mas precisam, acima de tudo, de paz nas arquibancadas e fora delas.
Que possamos voltar a ver nossos estádios cheios de famílias.
Que as rivalidades permaneçam dentro das quatro linhas.
Que possamos brincar com o adversário, comemorar uma vitória e também saber reconhecer uma derrota.
E que a volta do Santa Cruz à Série B simbolize também um novo momento para o nosso futebol.
Um futebol forte.
Um futebol respeitado.
Um futebol de estádios cheios.
Um futebol onde possamos levar nossos filhos e netos sem medo.
Porque Pernambuco tem história, tem clubes, tem grandes torcidas e tem paixão de sobra.
Viva o futebol pernambucano!
Parabéns ao Santa Cruz e à sua apaixonada torcida pela volta à Série B!
E, acima de qualquer bandeira, escudo ou camisa:
QUE VENÇA SEMPRE A PAZ!
*Professor universitário aposentado e torcedor do futebol pernambucano
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A oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado Federal tenta adiar a votação do fim da escala 6×1, prevista para a próxima semana. Senadores bolsonaristas se reuniram, hoje, e decidiram pedir ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), para que a votação seja feita somente depois do resultado da eleição presidencial.
O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse que eles não se negam a discutir a jornada de trabalho no Brasil, mas que, neste momento, não é o ideal. Ele evitou dizer, no entanto, como o partido vai votar na proposta.
Leia mais“Não faz bem ao país votar um assunto dessa gravidade, dessa importância e com essa repercussão da maneira que está sendo votado”, disse Rogério Marinho. Para tentar negociar com Alcolumbre, os senadores escolheram a senadora Tereza Cristina (PP-MT) como porta-voz. Segundo eles, Tereza irá tentar conversar com o presidente do Senado ainda nesta quarta-feira (7).
Ontem, Flávio Bolsonaro foi questionado sobre a PEC do governo e, mais uma vez, defendeu a proposta alternativa. O texto da oposição prevê a possibilidade de redução da jornada, com redução proporcional do salário. Entre os pedidos está que, caso ele queira votar, que faça somente a primeira votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6×1 e deixe o restante para depois.
Uma PEC precisa ser votada duas vezes antes de ser considerada aprovada. O que abre margem para que, mesmo com a primeira aprovação, a proposta não siga adiante após as eleições. Pelas regras do Senado, a proposta precisa ser discutida durante cinco sessões no plenário antes da primeira votação. A primeira sessão de discussão foi feita na terça-feira (6) e a segunda será hoje.
Depois das cinco sessões e da votação em primeiro turno, pelo regimento, deve-se esperar mais 5 dias úteis, ter mais três sessões de discussão e só depois votar o segundo turno. Caso emendas sejam apresentadas, o prazo é maior, para análise das emendas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A oposição já disse que pretende apresentar emendas.
Marinho afirmou que irá pedir que o regimento seja cumprido, e assim deixar a votação para depois do fim de outubro e depois do resultado da disputa pela presidência entre Lula e Flávio. Mas o regimento também permite a quebra dos prazos, desde que aprovada pelo plenário do Senado.
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O deputado estadual eleito Vini Castello (PCdoB) participou, ontem, do ato realizado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em defesa da eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. A mobilização reuniu estudantes, professores, entidades do movimento estudantil e lideranças políticas no campus do Recife. Entre as principais bandeiras defendidas estavam a democracia, a valorização da educação pública e a garantia de investimentos nas universidades federais.
A presença de Vini no ato reforça uma trajetória política construída a partir da defesa de pautas sociais que também estão no centro do projeto político defendido por Lula. Durante a campanha para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, Vini apresentou compromissos relacionados à educação, saúde, cultura, saneamento, moradia, mobilidade e garantia de direitos para a população mais vulnerável.
Leia maisPara o parlamentar eleito, a defesa da educação pública tem relação direta com sua própria trajetória. Jovem oriundo da periferia de Olinda, Vini costuma destacar o papel das políticas públicas e da educação na transformação de sua vida e na criação de oportunidades para a juventude.
Durante o seu discurso no ato, Vini deixou clara a importância de conseguir levar a verdade sobre as ações do governo Lula através do diálogo e da humildade. Ouvindo o outro e propagando aquilo que foi conquistado durante os três mandatos do presidente.
“É importante que a gente entenda que a transformação de toda uma sociedade passa pela educação. Nós somos fruto de um governo que entendeu que através da oportunidade a gente pode ter a liberdade de pensar por si só. mas é importante que essa consciência que a gente adquire na universidade consiga vir atrelada a humildade, ao pé no chão. Vamos conseguir os votos através da escuta, do diálogo e vamos virar esse jogo”, disse.
O ato na UFPE ocorre em meio a uma mobilização estudantil nacional iniciada após o primeiro turno das eleições e que ganhou adesão em universidades de diferentes estados. Em Pernambuco, a articulação contou com entidades como o DCE UFPE, a União Estadual dos Estudantes de Pernambuco (UEEP), a UBES e a UNE.
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Deputados estaduais e federais de direita, eleitos e reeleitos, se reuniram para alinhar estratégias e intensificar a mobilização em Pernambuco pela vitória do candidato Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno das eleições presidenciais.
Participaram do encontro: Clarissa Tércio (PL), Júnior Tércio (PL), Gilson Machado Neto (Podemos), Gilson Machado Filho (Podemos) e Renato Antunes (Novo), além de Abimael Santos (PL), Thiago Medina (PL) e Eduardo Moura (Novo), que participaram de forma on-line.
A reunião teve como foco a organização das bases e das regiões de atuação de cada liderança, com a definição de uma agenda permanente de mobilização. Isso inclui carreatas, adesivaços, encontros com lideranças e ações junto às bases eleitorais. “A ordem é uma só: trabalhar até o último minuto. Estamos do lado certo da força e vamos seguir mobilizados pela vitória de Flávio Bolsonaro”, destacou Gilson Machado Neto, deputado federal eleito com 156.754 votos.
O Sextou desta semana, programa musical que ancoro as sextas-feiras, no lugar do Frente a Frente, traz a cantora e compositora Lu Carvalho, sobrinha da icônica sambista Beth Carvalho, que partiu em 2019. De passagem pelo Recife, Lu é a idealizadora do espetáculo “Beth 80 – Pelo Olhar de Lu Carvalho – A Sobrinha da Madrinha”, que conta a trajetória de Beth desde os seus primeiros sucessos.
Filha de Vânia Carvalho, de 87 anos, irmã de Beth, Lu guarda momentos inesquecíveis ao lado da intérprete de “Vou Festejar”, “Andança”, “Coisinha do Pai”, que hoje dão lugar à saudade. “Ela era engraçada, adorava uma piada e não se importava de ouvir a mesma história dez vezes. Gostava de estar perto da família, tinha suas manias e queria brincar até nos momentos mais difíceis”, disse Lu sobre a tia, em entrevista recente.
Leia maisA memória de Beth Carvalho segue sendo preservada por Lu, que também procura transmitir os seus valores. Um deles é a generosidade em dividir espaço com outros artistas e fortalecer a roda do samba. “Minha tia só morre se o samba morrer. E, como o samba não vai morrer nunca, é impossível”, assegura.
O espetáculo em homenagem à Beth Carvalho aconteceu ontem, na CAIXA Cultural Recife, e segue hoje no mesmo endereço. O horário é às 19h30 e os ingressos custam a partir de R$ 15. Eles estão disponíveis na plataforma Sympla.
O Sextou vai ar na próxima sexta-feira, das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente em destaque acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
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O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) orienta que mesárias e mesários que se abstiveram do trabalho durante a votação no primeiro turno das eleições, no último domingo, justifiquem a ausência até hoje à Justiça Eleitoral. Quem não apresentar a justificativa no prazo poderá ficar sujeito à multa e a outras consequências previstas na legislação.
A recomendação é procurar o cartório eleitoral o quanto antes e apresentar documentos que comprovem o motivo da ausência, como atestado médico ou comprovante de emergência. O pedido deve explicar o motivo e ser apresentado ao juízo eleitoral responsável pela zona em que a pessoa foi convocada para atuar. As informações são do Blog da Folha.
A regra está prevista no artigo 124, parágrafo 4º, do Código Eleitoral. A convocação para trabalhar nas eleições é obrigatória, salvo em casos aceitos pela Justiça Eleitoral. A legislação prevê tratamento específico para quem abandona os trabalhos durante a votação sem apresentar justa causa. Nesses casos, a penalidade pode ser aplicada em dobro. A regra também consta do artigo 129, parágrafo 1º, da Resolução-TSE nº 23.659/2021.
O partido Novo, que teve Romeu Zema como candidato à Presidência no primeiro turno, declarou, hoje, apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto na segunda etapa da disputa. O anúncio foi feito após uma reunião da cúpula do partido com o candidato do PL no QG da campanha de Flávio, em Brasília.
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que a sigla tomou a decisão para “tirar o PT e enfrentar os intocáveis” do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Ribeiro, participaram da reunião com Flávio nomes do partido, como Deltan Dallagnol (PR) e Marcel Van Hattem (RS). O Novo elegeu 10 deputados federais, 15 estaduais e três senadores.
Leia mais“Felizmente, um dos objetivos já foi alcançado, que era eleger a maioria do Senado para a gente mudar o presidente do Senado [hoje presidido por Davi Alcolumbre] e enfrentar os tiranos que abusaram do seu poder no STF. E, agora, vamos para o nosso segundo objetivo, que é derrotar o PT”, disse Eduardo Ribeiro.
Flávio agradeceu o movimento e disse que os apoios que tem recebido demonstram um alinhamento por uma mudança no governo federal. “Isso mostra que, de verdade, há unidade. E agora não é mais esquerda contra direita. É de quem quer a mudança contra aqueles que não querem a mudança”, pontuou o presidenciável do PL.
O anúncio do Novo ocorre um dia após o candidato derrotado da sigla na disputa ao Planalto, Romeu Zema, também declarar apoio a Flávio. Zema foi o sexto colocado na disputa à Presidência, 326.488 votos. O candidato do Novo obteve 0,27% dos votos válidos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral.
“Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula, nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula. Estamos juntos no dia 25, conto com você”, disse o ex-governador de Minas Gerais.
Flávio Bolsonaro recebeu mais de 56 milhões de votos e enfrentará, no segundo turno, Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à reeleição, que recebeu 53,8 milhões de votos. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos; Lula ficou com 45,15%.
Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) ficaram nas terceira e quarta posições, respectivamente. Os dois já disseram que não vão apoiar nem Flávio nem Lula. O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para o dia 25 de outubro. O quinto colocado, Ronaldo Caiado (PSD), já anunciou voto em Flávio, que também já recebeu o apoio da federação PP-União Brasil.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou um vídeo selfie, nas redes sociais, hoje, em que convoca apoiadores a irem às ruas para impedir o que chama de volta do “retrocesso” no país. As informações são do portal G1.
Após o resultado do último domingo (4), integrantes da campanha de Lula passaram a defender uma presença maior do presidente nas redes sociais. No primeiro turno, o petista teve 2,3 milhões de votos a menos que o adversário Flávio Bolsonaro (PL).
“Bora, gente, pra rua, vamos conversar com as pessoas, você que gosta do Brasil, que gosta da educação, da democracia, que quer ter emprego de qualidade, continuar estudando e ver o Brasil crescer, que precisa melhorar de vida, bora pra rua”, pediu Lula. “Vamos ganhar estas eleições para não permitir que o retrocesso volte para esse país, vamos lá gente, tá na hora”, prosseguiu o candidato do PT à reeleição.
