O prefeito de Surubim, Cléber Chaparral, afirmou apoio ao nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), para disputar uma vaga no Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Em sua avaliação, Miguel acumula experiência administrativa e conhecimento das diferentes regiões pernambucanas, características importantes para representar o estado no Congresso.
Chaparral também observou que a participação de lideranças municipais no debate sobre a composição da chapa demonstra a busca por uma representação que contemple as diversas regiões de Pernambuco. A manifestação se soma a outras declarações públicas de prefeitos que têm participado das discussões políticas sobre as eleições estaduais deste ano.
“Não adianta chorar, espernear. Nosso candidato para o Senado é Miguel Coelho e disso não abrimos mão. Surubim e o Agreste estão fechados com Miguel Coelho”, afirmou.
O Sextou de hoje homenageia o cantor, compositor, poeta e ator Agnaldo Rayol, falecido em 2024. Entrevistei a jornalista Nilu Lebert, autora da biografia do artista.
Rayol ficou conhecido pela voz de barítono e sua participação como cantor e apresentador em diversas atrações da televisão brasileira. Entre os maiores sucessos do artista, estão suas interpretações de canções italianas, tais como “Mia Gioconda” e “Tormento D’Amore”.
O cantor deixou um legado inestimável para a música brasileira, com uma carreira que atravessou décadas e tocou os corações de milhões de fãs. O programa tributo em homenagem ao cantor vai ao ar das 18 às 19 horas, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
Em pedido à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro (PL) reclama que a proibição de que ele receba visitas com fins político-eleitorais é um silenciamento político do ex-presidente.
No dia 17 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro fique 90 dias sem receber visitas com esta finalidade. O prazo inclui o 1º turno das eleições presidenciais de 2026, no dia 4 de outubro. As informações são do portal G1.
Moraes também proibiu o senador Flávio Bolsonaro, filho e advogado de Jair, de visitá-lo pelo prazo de 30 dias depois de ele ler uma carta escrita por Jair em suas redes sociais. O ex-presidente está proibido de usar redes sociais, seja pelos seus próprios perfis, seja pelo de terceiros – como os filhos.
Segundo a defesa do ex-presidente, a decisão de Moraes vai além da punição que ele recebeu no julgamento da tentativa de golpe, em 2022, quando teve os direitos políticos cassados.
“Ocorre que a restrição é construída a partir de conceito absolutamente indeterminado, incompatível com as exigências inerentes ao devido processo legal”, afirmam os advogados de Jair.
Os defensores usam como exemplo uma carta escrita por Lula e lida por Fernando Haddad, em 2018, quando o atual presidente estava preso em Curitiba. À época, o petista não tinha restrições para se comunicar, enquanto Bolsonaro tem comunicação restrita após ser condenado pelo STF, segundo analisam especialistas.
A defesa de Bolsonaro argumenta ao STF que “interpretar a perda da capacidade eleitoral como fundamento suficiente para proibir visitas que objetivariam conversas sobre política ou mesmo impedir a divulgação de manifestações por qualquer meio significa acrescentar ao texto constitucional consequência jurídica que dele não decorre”.
O documento, um agravo regimental, foi entregue na tarde desta sexta-feira (24) à Primeira Turma.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo federal vai manter as negociações com os Estados Unidos após o anúncio de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
Em entrevista coletiva após visitar a Avibras, em Jacareí (SP), ele classificou a medida do “tarifaço” como “injusta e descabida”. Segundo Alckmin, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem orientado o governo a manter o diálogo com os norte-americanos. As informações são do g1.
“O que o presidente Lula tem destacado? Primeiro, não sair da mesa de negociação. O que depender de nós é continuar na mesa de negociação, explicitar que é injusto e descabido.”
Leia maisA partir desta sexta-feira (24), entrou em vigor uma nova tarifa de 12,5% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. A medida se soma, em muitos casos, à taxa de 25% anunciada anteriormente, fazendo com que alguns itens passem a pagar uma alíquota total de 37,5%.
Alckmin também afirmou que o governo vai adotar medidas para reduzir os impactos da decisão sobre os setores afetados. Segundo ele, já foram autorizados R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito para capital de giro, compra de bens de capital e investimentos.
Além disso, disse que o governo continuará trabalhando para ampliar os mercados compradores dos produtos brasileiros. “A outra é buscar novos mercados. O Brasil está ampliando para novos mercados.”
Ele reforçou, por fim, que o governo seguirá aberto ao diálogo com os Estados Unidos. “Junto aos Estados Unidos, permanentemente aberto à negociação”.
Leia menos
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, participa, neste sábado (25), de um mutirão de perícias médicas na Agência da Previdência Social da Encruzilhada, localizada na Avenida Mário Melo, nº 343, em Santo Amaro, no Recife.
A empresa de consultoria Copenhagen, para a qual o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu R$ 1 milhão em notas fiscais canceladas, não funciona no endereço informado à Receita Federal, um centro comercial em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
O Estadão esteve no local na manhã desta sexta-feira, 24, e constatou que, embora registrada no espaço, a Copenhagen só existe no papel (veja no vídeo acima). A consultoria está sediada na sala 47 do edifício, mas quem funciona de fato no lugar é outra firma, a Contábil Corrêa, que pertence ao mesmo dono da Copenhagen, o empresário Rogério Lourenço Novo. As informações são do Estadão.
O sócio-administrador da Copenhagen não estava no local. O funcionário que atendeu a reportagem informou que ele “estava de férias”.
Leia maisA Copenhagen é investigada pela Polícia Federal por suspeita de ocultação de patrimônio no caso Master. A empresa foi procurada por e-mail para se manifestar, mas não respondeu.
As notas emitidas pelo escritório de Flávio Bolsonaro à Copenhagen, que totalizam R$ 1 milhão, foram canceladas. A empresa do pré-candidato também emitiu notas para a Contábil Corrêa. Documentos obtidos pelo portal Metrópoles — e confirmados pela reportagem do Estadão — apontam para uma fatura de R$ 500 mil em favor do senador por serviços de “assessoria jurídica”.
Em um vídeo que gravou sobre o assunto, o senador afirmou que prestou “serviços advocatícios” à Contábil Corrêa de forma legal, lícita e privada, mas não detalhou a natureza das tarefas prestadas. Além disso, não esclareceu como conheceu Rogério Novo nem por quais razões cancelou as notas no valor de R$ 1 milhão.
À Receita Federal, a Contábil Corrêa informou funcionar no conjunto 47 do centro comercial, na “sala A”, enquanto a Copenhagen disse operar no mesmo conjunto, mas na “sala B”. Porém, no local, não havia divisórias identificadas dessa forma.
O nome da Contábil Corrêa aparece no painel na recepção em que estão relacionadas as empresas que funcionam no prédio. O nome da Copenhagen não figura no espaço. Além disso, a porta da sala 47 exibe apenas o nome e o logo da Contábil Corrêa.
Ao bater à porta do escritório, a reportagem perguntou por Rogério Novo. Um funcionário da empresa informou que o dono da firma “estava de férias”. Questionado se a Copenhagen funcionava ali, o funcionário respondeu se tratar da sede da Contábil Corrêa.
A Copenhagen é investigada pela PF por suspeitas de ocultação de patrimônio no caso Master. Segundo o portal Metrópoles, a empresa recebeu R$ 58 milhões da instituição financeira de Daniel Vorcaro, sendo que, do montante, R$ 11,2 milhões foram transferidos poucos dias após a sua abertura, em novembro de 2024.
Leia menos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta sexta-feira (24) investimentos na área de defesa “para não deixar ninguém meter o nariz no país”. Ele afirmou haver “loucos pelo mundo querendo fazer guerra” e disse que os investimentos em defesa não podem ser algo “secundário”.
“Quero ela [as Forças Armadas] bem preparada do ponto de vista de poderio, de armamento, de conhecimento cientifico e tecnológico para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância, falando em paz, mas preparado para não deixar ninguém meter o nariz no nosso país”, disse em agenda em Jacareí (SP). As informações são da CNN.
Leia maisLula não fez menções ao conflito no Oriente Médio. Em seu discurso, ele declarou que o país é defensor da “paz”, mas destacou a necessidade de ter as Forças Armadas bem treinadas e preparadas. “Precisamos levar em conta que a defesa é séria”, afirmou.
O chefe do Executivo, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ministros realizaram nesta manhã visita à sede da Avibras Aeroco, empresa de tecnologia e indústria bélica que retomou atividades em maio deste ano.
Fundada em 1961, a Avibras enfrentou problemas financeiros nos últimos anos e um processo de recuperação judicial, com greve de funcionários. No evento desta sexta, Lula e o ministro da Defesa, José Múcio, destacaram as tratativas conduzidas pelo governo, desde o início da atual gestão, para a retomada das atividades da empresa.
“Não podemos ter as Forças Armadas, ter a Aeronáutica, a Marinha, e não ter as coisas que a gente precisa. E quando alguém quiser invadir, a gente falar ‘não invade agora, não, deixa eu comprar, me dá uns seis meses de prazo’. Ninguém espera, cara”, declarou Lula.
Nos últimos meses, em meio a atritos com os Estados Unidos, o presidente tem defendido ampliar os investimentos em defesa e reforçado a necessidade de preservar a soberania nacional. Lula disse ainda que o Brasil é um país “poderoso” e dispõe de riquezas, como os minerais críticos.
Após o evento, a jornalistas, Geraldo Alckmin classificou como algo “injusto” e “descabido” a nova taxação de 12,5% anunciada pelos Estados Unidos contra um grupo de países, com a justificativa de supostas práticas de trabalho forçado.
Sobre o uso da Lei de Reciprocidade, Alckmin declarou que no “momento adequado” o governo tomará uma decisão. Também defendeu apoiar setores afetados, buscar novos mercados e seguir na “mesa de negociações” com os EUA.
Leia menos
Por Jozailto Lima – JL POLÍTICA
A mãe da ex-vice-governadora de Sergipe, Eliane Aquino, Dona Sinhá Aquino, faleceu aos 87 anos. A informação foi confirmada pela filha em suas redes sociais na manhã desta sexta-feira (24). Eliane agradeceu os anos que passou ao lado da mãe e exaltou a doçura e a coragem da matriarca Aquino.
“Ela sempre foi um pássaro sem gaiolas, com uma alma livre, que voou por onde o coração a levava, sempre em busca da felicidade e liberdade. Viveu com coragem, enfrentou desafios, venceu batalhas e nunca deixou de sonhar”, disse Eliane.
Leia maisEliane Aquino também agradeceu aos familiares e amigos que estiveram juntos nos últimos meses de vida de Dona Sinhá. “Meu total agradecimento às minhas irmãs e irmãos que, juntos, seguramos a barra durante toda essa caminhada. À minha cunhada Regina, às cuidadoras e todas e todos que estiveram conosco nesta jornada. Obrigada por tudo!!! Tenha certeza que daqui seguiremos juntas e juntos, unidos, firmes, como sempre foi, honrando cada ensinamento”, disse ela.
“Eu tantas vezes pedi ao tempo que passasse mais devagar. Pedi a Deus e aos anjos que cuidassem de você, para que o seu sorriso continuasse iluminando os nossos dias. Descanse em paz, minha mãe. Continue seu voo livre. Tenho certeza de que o céu hoje recebe um dos seus mais belos anjos. Eu te amarei para sempre”, completou a ex-vice-governadora, em sua declaração.
Leia menos
Por Bela Megale – O GLOBO
A missão de convencer Flávio Bolsonaro a gravar um pedido público de desculpas para Michelle foi árdua. E um dos motivos tem nome e sobrenome: Carlos Bolsonaro.
Segundo articuladores da trégua, Carlos era contra qualquer recuo do irmão e foi um dos principais defensores para que Flávio mantivesse o rompimento com a ex-primeira-dama.
Leia maisOs apelos para que Flávio cedesse, em um momento crítico para a campanha, fizeram com que ele rejeitasse os conselhos do irmão após um mês resistindo a baixar a guarda.
O principal argumento usado para convencer Flávio a fazer a gravação foi o de que o apoio de Michelle poderia ajudar a atrair partidos do centrão para a sua candidatura. O foco do PL é fazer com que a federação do PP e União Brasil volte atrás e reavalie integrar a chapa do presidenciável.
Carlos é o filho de Jair Bolsonaro que tem a relação mais conturbada com Michelle. No ano passado, o próprio ex-presidente admitiu publicamente que o ex-vereador não falava com a madrasta. Michelle chegou a dizer abertamente que havia “perdoado” Carlos pelas brigas do passado, mas reforçou que preferia manter distância do 02. Depois disso, ambos protagonizaram uma cena de aproximação em um ato na Paulista. A trégua, contudo, não durou muito.
Leia menos
O PT de Triunfo reafirmou, nesta sexta-feira (24), apoio às pré-candidaturas de Breno Araújo a deputado estadual e de Carlos Veras a deputado federal. O anúncio ocorreu durante uma visita à Feira Agroecológica e ao comércio do município.
Acompanhados por integrantes do partido e apoiadores, os pré-candidatos conversaram com feirantes, comerciantes e moradores sobre agricultura familiar, comércio e demandas locais.
“O PT de Triunfo está unido e fechado com Breno Araújo e Carlos Veras. Acreditamos que essa parceria vai fortalecer a nossa representação”, afirmou o presidente municipal da legenda, Carlinhos Milton.
Por Iabel Mega – CNN
Apesar dos vídeos publicados com pedidos mútuos de desculpas, Flávio Bolsonaro (PL) e Michelle Bolsonaro (PL) não se falaram em momento algum.
Os próximos passos, dizem aliados da ex-primeira-dama, dependerão de novos gestos de Flávio. Isso inclui o papel que Michelle pode desempenhar na campanha presidencial de Flávio após o convite frisado pelo senador em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (23) para que ela trabalhe com ele.
A intenção manifestada por Michelle a aliados é de colaborar com a campanha do senador à presidência da República, mas fontes pontuam que esperam a manutenção de postura de humildade de Flávio e que ambos precisarão balizar qual é o limite de cada um.
Leia maisMichelle não deve ir à convenção do PL no sábado (25), que irá oficializar Flávio como candidato. A justificativa apresentada é de que ela deve ficar em casa para cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A reaproximação dos dois foi costurada a partir da intermediação de três interlocutores: a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), e o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto.
Valdemar foi a primeira pessoa procurada para que o acordo pudesse sair. Aliados de Michelle avaliam que ele foi fundamental para sensibilizar os dois lados e que entende a importância da ex-primeira-dama junto ao eleitorado de direita.
Ao longo da negociação para que os vídeos fossem gravados, diferentes versões foram apresentadas.
Inicialmente, pessoas próximas a Michelle colocaram pré-requisitos que o time de Flávio não topou. Os “bombeiros” da crise foram modulando versões do que cada um falaria até chegar ao texto final.
A intenção de ambos os lados foi trabalhar no convencimento público de que a paz foi selada em prol de um inimigo em comum: o PT. Neste sentido, a ideia é trabalhar com o mote de “todos contra Lula” para unir a direita bolsonarista.
Pessoas próximas de Michelle avaliam que o impacto dos vídeos divulgados em junho que somam 26 minutos e expuseram a crise com Flávio foi um tiro no pé e não trouxe o efeito esperado.
A avaliação é de que os atritos também impactaram outras candidaturas da direita e o cenário eleitoral no Distrito Federal, tanto para as vagas ao Senado quanto para a disputa ao governo do DF.
Leia menos
Divulgado nesta quinta-feira (23), o Anuário Brasileiro de Segurança Pública pinta um cenário crítico para Pernambuco. Em números absolutos, o estado é o terceiro mais violento do Brasil, com 2.970 homicídios em 2025, atrás apenas da Bahia e do Ceará. A atual taxa de 33 mortes violentas por grupo de 100 mil habitantes segue superando, e muito, a média nacional de 19,1 – e ainda longe da marca menor de 10 prevista como “minimamente aceitável” pela OMS. A taxa de aumento de feminicídios, segundo o estudo, é três vezes maior que a nacional: enquanto no Brasil o aumento foi de 4%, em Pernambuco foi de 12,5%.
Pernambuco também é destaque negativo no quesito roubo de veículos. Enquanto o Brasil registrou uma redução de mais de 20% nessa modalidade, o estado andou na contramão e teve um aumento de 0,8%, atingindo a segunda maior taxa do país (299,3 por 100 mil habitantes) – quase quatro vezes a média nacional. Além disso, a criminalidade urbana se manifesta fortemente no furto e roubo de celulares, com Olinda ocupando a 8ª posição no ranking nacional de municípios com as maiores taxas deste crime.
O documento também destaca um avanço preocupante na letalidade policial, que cresceu 32,1% entre 2024 e 2025, passando de 78 para 103 mortes. Esse índice é o maior crescimento registrado em todo o Nordeste e é 5,4 vezes superior à média nacional de aumento para o mesmo período. Atualmente, a taxa de mortes por intervenção policial em Pernambuco é 2,2 vezes maior que a média da região Nordeste.
“Em um governo sem marca e sem rumo, a crise assume as mais variadas faces. Penando com tetos caindo na saúde, correndo para maquiar o que pode, sem atrair investimentos e batendo recorde de gastos com shows e cachês, o governo Raquel Lyra também não disse a que veio na segurança pública – considerada a maior preocupação da população”, afirma o deputado estadual Diogo Moraes (PSB).
A complexidade da violência no estado é agravada pela atuação do crime organizado. O Porto de Suape foi identificado pela pesquisa como um ponto estratégico no corredor logístico para o tráfico internacional de cocaína, atraindo a disputa entre grandes facções como o PCC e o Comando Vermelho. “Essa presença do crime organizado não apenas impulsiona a mortalidade, mas também é uuma ameaça direta à economia local, pois eleva custos, afasta investimentos e compromete a competitividade do complexo. E a gente não consegue ver qualquer ação minimamente coordenada no sentido de combater esses grupos”, explica…
“A política de segurança de Raquel Lyra é apenas colocar policiais militares em bairros mais abastados e desfilar com viaturas pelas ruas e helicópteros no céu. É um espetáculo grotesco e que mostra toda falta de planejamento dessa gestão. Um governo sério e comprometido teria feito – como Eduardo Campos com o Pacto pela Vida – um programa estruturado, com monitoramento constante. A governadora demorou praticamente um ano para ir à primeira reunião de segurança pública. E sabe-se lá se ela foi para outras”, diz o deputado.
