Aliados do PT estão preocupados com o programa de governo

A onda em favor de Lula, protagonizada por parte de tucanos, intelectuais e economistas ligados a partidos de centro, vem acoplada de um aviso ao PT: o mesmo apoio que se precisa para vencer deve ser usado para administrar, especialmente no quesito programa de governo. Logo, os petistas, diante de uma possível vitória do ex-presidente, não poderão levar a ferro e fogo um projeto que não se sustente sob o ponto de vista econômico e financeiro.

A dois dias das eleições, porém, não há tempo e muito menos disposição por parte do PT para clarear o programa de governo. Nesse sentido, não são poucos os recém-chegados que, entre quatro paredes, dizem estar preocupados com a perspectiva de os petistas desprezarem itens do programa de governo dos aliados, em caso de vitória no primeiro turno.

O que preocupa o PT– Com os números do Datafolha que deram 50% dos votos válidos em favor de Lula, a euforia tomou conta dos militantes petistas. No caso de o ex-presidente não fechar a eleição no primeiro turno, o risco de o partido ir para o embate final com ares de derrota é grande. As informações são do Blog da Denise Rothenburg.

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Os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Reinaldo Santos de Almeida, que representam o Grupo Prerrogativas, acionaram a PF (Polícia Federal) nessa quinta-feira (8) pedindo a investigação sobre uma suposta articulação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, e a campanha do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).

A notícia de fato apresentada à PF se baseia em dois pontos: a divulgação pela imprensa de uma negociação para a realização de entrevista do ex-banqueiro na televisão e informações de que teria sido entregue a terceiros uma gravação de depoimento atribuído a Vorcaro, com menções a adversários de Flávio na disputa e membros do governo federal. As informações são da CNN.

O Sextou desta semana, programa musical que ancoro as sextas-feiras, no lugar do Frente a Frente, traz a cantora e compositora Lu Carvalho, sobrinha da icônica sambista Beth Carvalho, que partiu em 2019. De passagem pelo Recife, Lu é a idealizadora do espetáculo “Beth 80 – Pelo Olhar de Lu Carvalho – A Sobrinha da Madrinha”, que conta a trajetória de Beth desde os seus primeiros sucessos.

Filha de Vânia Carvalho, de 87 anos, irmã de Beth, Lu guarda momentos inesquecíveis ao lado da intérprete de “Vou Festejar”, “Andança”, “Coisinha do Pai”, que hoje dão lugar à saudade. “Ela era engraçada, adorava uma piada e não se importava de ouvir a mesma história dez vezes. Gostava de estar perto da família, tinha suas manias e queria brincar até nos momentos mais difíceis”, disse Lu sobre a tia, em entrevista recente.

A propaganda eleitoral volta nesta sexta-feira (9) para que candidatos aos cargos em disputa no segundo turno possam apresentar suas campanhas ao eleitorado. Os candidatos que participarem da segunda etapa da eleição poderão fazer propaganda até 23 de outubro, dois dias antes da votação, marcada para 25 de outubro. O intervalo de tempo sem propaganda eleitoral é uma exigência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com o resultado das eleições gerais de 2026, haverá segundo turno da disputa presidencial e em 7 unidades federativas pelo cargo de governador. Na corrida pela Presidência, a briga é entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). Flávio terminou o primeiro turno com 47,7% dos votos, e Lula, com 45,16%. As informações são do g1.

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O primeiro levantamento do instituto Vox Brasil sobre a disputa presidencial no segundo turno mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44,2% das intenções de voto, contra 42,7% do senador Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de 1,5 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2,15 pontos, o que configura empate técnico.

Os eleitores indecisos representam 9,7% da amostra, enquanto 3,4% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto. Na apuração dos votos válidos, que exclui essas categorias, Lula aparece com 50,9%, ante 49,1% de Flávio. As informações são da Revista Fórum.

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Na noite desta quinta-feira (8), Eduardo Paes (PSD) reconheceu que não haverá 2º turno na eleição para governador do Rio de Janeiro e afirmou que respeita a decisão da Justiça Eleitoral.

A manifestação ocorreu após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anular os votos de Anthony Garotinho (Republicanos) e depois de o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negar o pedido da coligação de Paes para suspender os efeitos da decisão. As informações são do g1.

Com a exclusão dos votos de Garotinho do cálculo dos votos válidos, Douglas Ruas (PL), que terminou o 1º turno na frente, deve superar a maioria absoluta necessária para vencer a eleição sem 2º turno.

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Em simulação de segundo turno considerando apenas os votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente na corrida eleitoral, marcando 52,8% das intenções de voto. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,2% da preferência neste formato, segundo dados da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9).

Nos votos totais, Flávio tem 51,1% e Lula, 45,7%. Brancos/ nulos/ não sei são 3,2%.

Flávio e Lula disputam o segundo turno no próximo dia 25 de outubro. Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com 100% das urnas apuradas, Flávio recebeu 47,03%, com 56,1 milhões de votos no primeiro turno. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. As informações são da CNN.

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Flávio gera mais expectativa de poder

No primeiro turno, as pesquisas eleitorais erraram em vários Estados e na corrida presidencial. No embate Lula (PT) x Flávio (PL), o petista sempre apareceu à frente, mas quando os votos saíram das urnas apareceu em segundo, com o filho de Bolsonaro abrindo dois pontos de vantagem – 47% a 45%. Nas primeiras sondagens, ontem, o que se esperava aconteceu, com o liberal permanecendo na frente.

Pelo Datafolha, entretanto, a vantagem de Flávio é muito pequena, quase dentro da margem de erro, de quatro pontos percentuais – 49% a 44%, enquanto no Datapoder chega a 6 pontos. Quando se computam apenas os votos válidos no Datafolha, Flávio vai a 52% e Lula fica em 48%, a mesma diferença. Um dado chama a atenção: os indecisos representam apenas 1%, enquanto brancos e nulos somam 5%.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Partido Liberal (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não querem assumir o compromisso de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalha 6×1, em discussão no Senado Federal.

“Eu estou sabendo, pelo noticiário da imprensa, que o meu adversário está propondo ao partido dele abstenção. Isso saiu na imprensa de hoje. Ele tá com vergonha de dizer que não vai estar no plenário, mas está pedindo para o partido dele, para o PL se abster, na perspectiva de não assumir compromisso com a redução da jornada de trabalho para o povo trabalhador brasileiro”, disse. As informações são do g1.

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O escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa ao Planalto, afirmou nesta quinta-feira (8/10) que foi “exigente” antes de declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno e cobrou do candidato o compromisso de governar sem ódio e sem vingança.

Cury disse que apresentou propostas ao senador e condicionou o apoio à assinatura de um documento com compromissos para um eventual governo. Segundo o escritor, não houve negociação por cargos. As informações são do Metrópoles.

Por Emerson Saboia – Blog da Folha

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confira a lista dos parlamentares, suas biografias e patrimônios declarados à Justiça Eleitoral, na ordem dos mais votados:

A coligação “Juntos para Mudar, Coragem para Reconstruir” afirmou nesta quinta-feira que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a realização do segundo turno das eleições para o governo do Rio. O grupo político de Eduardo Paes (PSD) contesta a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, pouco antes, decidiu indeferir o registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e determinou a recontagem de votos válidos do primeiro turno, o que abriu caminho para a vitória do presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Douglas Ruas (PL), no primeiro turno.

Em nota, a coligação de Paes cita votos divergentes no TSE, que barrou Garotinho e anulou os votos do ex-governador por maioria, com placar de 5 a 2. A nota cita a defesa do respeito à soberania popular e a “exigência constitucional de maioria absoluta para a eleição de governador”. As informações são do jornal O GLOBO.

O Senado Federal encerrou, nesta quinta-feira (8), a terceira sessão de discussão da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala 6×1. A sessão teve quórum de 52 senadores, com maioria de governistas e baixa presença da oposição pelo terceiro dia seguido. Os debates serão retomados na próxima semana, com as duas últimas sessões antes da votação em primeiro turno, também semipresenciais.

A sessão desta quinta foi curta. Aberta por volta das 16h30, a ordem do dia terminou perto das 17h. Apenas o senador Paulo Paim (PT-RS) discursou, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encerrou os trabalhos na sequência. As informações são da CNN.

Em conversa com jornalistas no plenário, Alcolumbre voltou a dizer que ainda não recebeu nenhum requerimento da base do governo para acelerar a análise da proposta. Segundo o senador, são necessários 54 votos para apresentar o pedido. Ele ponderou, porém, que já houve casos em que foi apresentado com número menor de assinaturas.