Aliados do PT estão preocupados com o programa de governo

A onda em favor de Lula, protagonizada por parte de tucanos, intelectuais e economistas ligados a partidos de centro, vem acoplada de um aviso ao PT: o mesmo apoio que se precisa para vencer deve ser usado para administrar, especialmente no quesito programa de governo. Logo, os petistas, diante de uma possível vitória do ex-presidente, não poderão levar a ferro e fogo um projeto que não se sustente sob o ponto de vista econômico e financeiro.

A dois dias das eleições, porém, não há tempo e muito menos disposição por parte do PT para clarear o programa de governo. Nesse sentido, não são poucos os recém-chegados que, entre quatro paredes, dizem estar preocupados com a perspectiva de os petistas desprezarem itens do programa de governo dos aliados, em caso de vitória no primeiro turno.

O que preocupa o PT– Com os números do Datafolha que deram 50% dos votos válidos em favor de Lula, a euforia tomou conta dos militantes petistas. No caso de o ex-presidente não fechar a eleição no primeiro turno, o risco de o partido ir para o embate final com ares de derrota é grande. As informações são do Blog da Denise Rothenburg.

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Do UOL

A propaganda eleitoral gratuita dos candidatos à Presidência da República começou hoje (29) na TV. Líderes nas pesquisas, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) trocaram ataques e fizeram acenos ao eleitorado feminino. O petista buscou apresentar propostas para um eventual quarto mandato, enquanto o senador tentou se mostrar como um “Bolsonaro moderado”.

O programa de Lula começou relembrando escândalos envolvendo Flávio. A campanha do presidente citou o episódio em que o senador pediu dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para custear um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), as denúncias sobre “rachadinha” no gabinete de Flávio quando deputado estadual pelo Rio de Janeiro e a homenagem a Adriano da Nóbrega, apontado como chefe de milícia e integrante do Escritório do Crime. “Flávio, o pior dos Bolsonaro”, diz o programa.

Do Blog da Folha

O candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), visitou neste sábado (29) o Assentamento Normandia, em Caruaru, no Agreste, onde participou de uma reunião com agricultores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O encontro teve como objetivo ouvir as principais demandas das famílias e discutir propostas para a agricultura familiar no estado.

A agenda contou com a participação do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), e do candidato à reeleição ao Senado, Humberto Costa (PT). João também foi recebido pela deputada estadual Rosa Amorim (PT), que disputa uma vaga na Câmara Federal.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Morreu neste sábado (29) o jornalista Marcos Penido, que trabalhou no jornal O Globo por 32 anos, de 1983 a 2015. Ele tinha 74 anos e faleceu após um quadro de insuficiência cardíaca.

Penidão, como era chamado, deixa a mulher, Rita, e dois enteados. Além de admiradores com quem trabalhou nas redações do Rio de Janeiro. Ele era torcedor do Botafogo. As informações são do jornal O Globo.

Caruaru - Transparência 2026

A candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) participou, neste sábado (29), em Belo Horizonte, do ato nacional Mulheres com Lula, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Janja e de candidatas e lideranças femininas de diferentes estados.

Realizado na Serraria Souza Pinto, no centro da capital mineira, o encontro colocou as mulheres no centro da mobilização nacional da campanha de Lula. Entre os principais temas estão o enfrentamento à violência e ao feminicídio, políticas de cuidados, saúde, educação, igualdade e ampliação da participação feminina nos espaços de poder.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Passados quatro dias do grave escândalo revelado pela TV Record — que mostra um servidor afirmando que se reuniu com Raquel Lyra (PSD) para fazer ataques coordenados contra o candidato João Campos (PSB) —, a governadora de Pernambuco ainda não tomou nenhuma medida jurídica contra o denunciante. No lugar de agir contra Amisadai Andrade, o suposto chefe do gabinete do ódio, Lyra preferiu interpelar judicialmente a vítima, que é seu adversário, João Campos.

Ficam perguntas a serem respondidas: além de exonerar Amisadai, por que Raquel Lyra não ingressou com nenhuma medida jurídica contra o seu ex-servidor? Já que solicitou a sessão dele para a Caixa Econômica, por que Raquel não fez uma queixa formal ao banco sobre a postura de Amisadai? Por que decidir interpelar João Campos, no lugar de atuar contra quem fez as graves revelações? São muitas perguntas ainda sem resposta.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Augusto Cury (Avante) participa neste sábado (29) da série de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A conversa, que está prevista para começar às 21h20 (de Brasília), será exibida ao vivo logo após o Jornal Nacional, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. O g1 também transmite ao vivo, bem como a Globonews. As informações são do g1.

A entrevista será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Além da TV Globo, o público poderá acompanhar a transmissão pela GloboNews e pelo g1. Depois da exibição, o conteúdo ficará disponível na íntegra no Globoplay e no g1. Esta é a primeira vez que as entrevistas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto são exibidas após o Jornal Nacional, e não dentro do telejornal.

A Globo convidou os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest em 14 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio, com a presença de representantes dos partidos.

As entrevistas tiveram início na segunda-feira (24), com Romeu Zema (Novo), seguidas por Ronaldo Caiado (PSD), na terça-feira (25); Renan Santos (Missão), na quarta-feira (26); Lula (PT), na quinta-feira (27); Flávio Bolsonaro, na sexta-feira (28); e, encerrando a série, Augusto Cury (Avante), neste sábado (29).

Palmares - Forró Mares 2026

Por Bela Megale
Do jornal O Globo

Aliados de Lula entraram em campo para pacificar os ânimos da lobista Roberta Luchsinger, investigada nos inquéritos que apuram desvios no INSS e suposto tráfico de influência envolvendo Lulinha. Pessoas próximas a Roberta relataram que ela ficou “possessa” ao ver o presidente chamá-la de “pilantra” durante a entrevista no “JN”, na noite de quinta-feira (27).

A lobista se sentiu como o único nome rifado por Lula, que defendeu o filho Fábio Luís, o ex-líder do governo Jaques Wagner e também fez gestos em direção ao seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O candidato a governador João Campos (PSB) participou de um ato de panfletagem na feira livre de Caruaru, no Agreste pernambucano, neste sábado (29). Ao lado de lideranças políticas locais e apoiadores, ele cumprimentou comerciantes e pediu votos para toda a chapa da Frente Popular de Pernambuco.

Animado, João interagiu com o público, conversou com comerciantes e chegou a dançar com algumas pessoas durante a passagem pela feira.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Do jornal O Globo

Líderes em intenções de votos na campanha presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passaram pela bancada do Jornal Nacional durante a semana para entrevistas, nas quais tiveram a oportunidade de responder questionamentos e apresentar suas ideias aos eleitores. O jornal O Globo, com seu time de colunistas, acompanhou e analisou as entrevistas em tempo real, com balanços ao final de cada uma.

Entre os dois, o primeiro entrevistado, na quinta-feira (27), foi Lula, que concorre à reeleição, no que seria seu quarto mandato no cargo. Já Flávio, senador que busca pela primeira vez a presidência, foi ouvido ontem (28). Ao longo da semana, a TV Globo também entrevistou Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), outros postulantes ao cargo.

Veja os comentários dos colunistas sobre os desempenhos de Lula e de Flávio no Jornal Nacional:

Por Ancelmo Gois
Do jornal O Globo

Faltam apenas 35 dias para as eleições gerais de 2026. O cientista político Jairo Nicolau, nosso maior estudioso de duas décadas de eleições presidenciais no Brasil (2002-2022), desconfia que esta é, até agora, a com maior número de pessoas desinteressadas pelo pleito.

Para ele, das duas, uma: ou o interesse aumenta repentinamente em setembro, com o começo, ontem, do horário eleitoral, ou podemos assistir a um aumento considerável de votos brancos e nulos e de abstenção. “Acho”, diz ele, “que existe um certo enfado, um certo cansaço. Não dá para ficar polarizado na vida e nas redes por tantos anos”. Faz sentido.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma em 2 de setembro o julgamento que pode definir se empresas e holdings imobiliárias precisam pagar o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) ao receber imóveis para formar seu capital social. A análise havia chegado a quatro votos a favor dos contribuintes e um contra, mas o placar foi desconsiderado após um pedido de destaque e o julgamento será reiniciado.

Na prática, a discussão envolve situações em que uma pessoa transfere um imóvel para uma empresa e, em troca, recebe participação na sociedade. A Constituição prevê que essa operação não seja tributada pelo ITBI, mas há dúvida se a regra também vale quando a empresa tem como principal atividade a compra, venda ou aluguel de imóveis. Com informações do Congresso em Foco.

A governadora Raquel Lyra (PSD) segue dando demonstrações cada vez mais explícitas de sua proximidade com o bolsonarismo. Neste sábado (29), durante caminhada na comunidade do Bode, no Recife, ela aparece dançando uma releitura do principal jingle usado por Jair Bolsonaro (PL) na campanha de 2022, associando-se diretamente ao ex-presidente.

“Agora é Raquel e Mendonça”, diz o refrão, usando a mesma sonoridade de “22 é Bolsonaro”, que virou uma espécie de hino de guerra de eleitores de direita em passeatas e outros atos políticos durante e após as eleições de quatro anos atrás. No jingle atualizado, Raquel associa sua imagem à de Mendonça Filho (PL), candidato a senador do bolsonarismo no estado.

O momento foi flagrado em transmissão ao vivo nas próprias redes sociais da governadora. Percebendo que a cena poderia ser usada para alertar eleitores de esquerda que acreditam em uma suposta proximidade dela com o presidente Lula (PT), a equipe de comunicação do PSD pausou a live e só a retomou quando um jingle de Raquel já era tocado no carro de som.

Ao mesmo tempo em que tenta confundir o eleitorado com agradecimentos a Lula por ações institucionais sem declarar voto nele, Raquel vem fazendo diversos acenos ao bolsonarismo. No início do mês, ela participou de um culto na igreja controlada pela família da deputada Clarissa Tércio (PP), que chegou a ser cotada como candidata a vice de Jair Bolsonaro (PL).