A respeito da sua publicação, abordando as declarações do jornalista Dárcio Rabelo, venho aqui esclarecer que, por parte do mesmo, houve a distorção de determinadas coisas que eu afirmei, quando fui cumprimentá-lo, na tarde da última segunda-feira, 22 de abril.
Como já evidenciei em nota publicada hoje, a nossa gestão municipal tem sido constantemente o alvo do “quanto pior, melhor” aqui no município, que utiliza de mentiras para difamar um trabalho sério, que apesar dos vários desafios enfrentados, vem se sobressaindo e apresentado resultados positivos.
Mesmo que, em determinados casos, problemas estruturais da cidade não sejam resolvidos no tempo em que as nossas equipes deveriam efetivar, temos respaldo para responder que, quando a população registra as suas solicitações, os nossos esforços vão sempre para a resolução dos diversos problemas que Arcoverde agrega e que, na maioria dos casos, não foram concretizados em gestões passadas.
Quando, de forma sensacionalista, um determinado veículo ou comunicador tenta fazer, em cima de fatos cotidianos, um trampolim político, aí sim, deve-se entender que, por trás de suas condutas profissionais, existem interesses ocultos. E, desta forma, quem incentiva determinadas condutas deve arcar com o peso de falsas acusações, comprovando perante a justiça que uma determinada afirmação mal colocada seja a verdade absoluta.
Tendo em vista que, diante de sermos o constante alvo enquanto poder público, estamos com o nosso setor jurídico trabalhando para que, a partir de agora, todas as publicações ou transmissões de rádios que alegarem supostas falhas que não existem, comprove-as de imediato. Na vida pública, não basta apenas gerar especulações com base em falácias, é necessário ter a credibilidade para argumentar que o que se quer defender realmente se trata de algo concreto.
Portanto, caro Magno, tudo que de forma deliberada fugir ao campo da verdade será submetido à apreciação do Poder Judiciário.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, hoje, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na condução dos processos sobre os atos golpistas. Segundo Lula, a Corte “não se submeteu aos caprichos de ninguém”.
“Esse ato de hoje é uma exaltação a esse momento que estamos vivendo, de manutenção do Estado Democrático de Direito. Ao acompanhar o comportamento da Suprema Corte, que foi um comportamento magistral, e que não se submeteu aos caprichos de ninguém, e que pode permitir que quando você exerce a democracia a gente pode ver as coisas acontecerem da forma mais previsível possível”, disse.
Hoje, uma cerimônia em referência ao marco de 3 anos desde os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas. Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não participam do evento.
Realizada anualmente pelo governo Lula, a cerimônia no Palácio do Planalto tem o objetivo de reforçar os valores democráticos após o episódio que ficou marcado na história do Brasil e resultou na prisão de 1,4 mil pessoas.
O ato começou com discurso do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Durante o pronunciamento, ele defendeu que crimes dessa natureza devem ser devidamente punidos.
“É necessário ressaltar que os crimes cometidos contra o Estado Democrático de Direito, como muitos daqueles praticados naquela época recente, o 8 de janeiro – conforme consta da Constituição e de decisão do STF – são imprescritíveis, impassíveis de indulto, graça ou anistia, sobretudo quando envolvem grupos civis e militares armados”, defendeu.
Também participam do evento os comandantes das Forças Armadas e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O evento, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, prevê ainda uma atividade na área externa do prédio, e conta com a presença de parlamentares do Congresso Nacional e de representantes da sociedade civil.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, não participa do evento. Mas, haverá uma programação específica sobre a data na Corte. Movimentos sociais também farão ato na Esplanada.
O gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou, hoje, um balanço que aponta que 179 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 estão presos atualmente. As informações são do portal G1.
Esse número inclui pessoas que estiveram na Praça dos Três Poderes no dia dos atos de vandalismo em Brasília e também os integrantes dos principais núcleos da trama golpista, como “crucial”, composto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados.
O balanço foi divulgado pelo STF no dia em que os atos golpistas de 8 de Janeiro completam três anos. Em 2023, apoiadores de Bolsonaro descontentes com a vitória de Lula nas eleições invadiram e depredaram as sedes dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. O Palácio do Planalto e o STF vão sediar eventos sobre os atos golpistas, criticando as ações antidemocráticas e defendendo as instituições brasileiras.
Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avisaram ao Palácio do Planalto que não vão comparecer ao evento em memória do 8 de janeiro de 2023 para deixar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à vontade para anunciar o veto ao projeto de redução de penas dos condenados na ação penal do golpe.
O anúncio do veto hoje, quando o governo faz evento em defesa da democracia e contra os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, foi confirmado ao blog do Valdo Cruz pelos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
Segundo eles, o veto nesta quinta não irá atrapalhar a relação com Alcolumbre e Motta porque o presidente já havia anunciado que vetaria o projeto aprovado na Câmara e no Senado, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro — que cumpre pena pela condenação por liderar e planejar uma tentativa de golpe para evitar a posse de Lula.
A decisão de anunciar o veto nesta quinta tem objetivo de passar a mensagem de que o Brasil não pode beneficiar pessoas que fizeram uma tentativa de golpe no país. O presidente tinha até o dia 12 de janeiro para sancionar ou vetar a medida.
Estava em Brasília, ontem, quando soube de uma fatalidade: a morte do advogado Paulo Roberto de Andrade Carneiro, na foto comigo, de 63 anos, por afogamento na Praia de Catuama, no município de Goiana. Ele era procurador do município de Paudalho e estava no litoral com a família.
O conheci no lançamento do meu livro ‘Os Leões do Norte’, em Paudalho, no dia 2 de dezembro do ano passado. Educado, simpático e bem relacionado no município, foi ele que me deu as boas-vindas, com uma elegância invejável. Revelou ser leitor diário do blog e que me acompanhava há muito tempo.
Foi me apresentando aos secretários presentes e toda equipe da prefeita Paulinha da Educação (Podemos). Assistiu e vibrou com minha palestra e foi educadamente para a fila de autógrafos, depois de comprar o livro.
Tomei um susto e lamentei profundamente a sua morte. Jorjão, secretário de Governo em Paudalho, que também conheci no mesmo dia, me contou, há pouco, que o procurador esteve na Prefeitura na última segunda-feira, primeiro dia útil de trabalho do ano, para cumprir sua rotina de trabalho.
“Estava alegre, como sempre. Se despediu, depois de um rápido bate-papo, informando que no dia seguinte, a terça, iria à praia para relaxar com a família”, contou Jorjão. Paulo Carneiro exercia a função de procurador em Paudalho, mas residia em Nazaré da Mata.
Era irmão do também advogado e procurador do município de Nazaré da Mata, Lyndon Johnson, que se deslocou ao local após tomar conhecimento do ocorrido.
De acordo com testemunhas, o advogado entrou no mar para um mergulho e acabou sendo arrastado por uma corrente de retorno. Houve tentativa de reanimação no local, mas sem sucesso, e o óbito foi confirmado ainda na praia.
A Prefeitura de Petrolândia deu mais um passo estratégico no fortalecimento das políticas educacionais voltadas à inclusão social. O prefeito Fabiano Marques (Republicanos) anunciou o lançamento do programa “Avançar e Transformar”, uma iniciativa inédita no município e região que alia educação e incentivo financeiro para estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
O anúncio foi feito ao lado da secretária municipal de Educação, Ozita Barros, e reforça o compromisso da gestão em ampliar o acesso à escolarização para pessoas que, por diferentes razões, não tiveram a oportunidade de concluir os estudos na idade regular.
De acordo com o prefeito, o programa foi desenhado com foco na valorização do aluno e no estímulo à permanência em sala de aula. “O programa Avançar e Transformar foi pensado especialmente para quem não teve a oportunidade de concluir seus estudos. Além de educação, o programa oferece incentivo financeiro dividido em três parcelas”, destacou o gestor.
O Avançar e Transformar garante um auxílio financeiro total de R$ 650, pago em três etapas ao longo do período letivo:
R$ 200 no ato da matrícula, já na primeira semana de aula;
R$ 200 no mês de junho;
R$ 250 na conclusão do curso.
Com o novo programa, a gestão municipal busca reduzir a evasão escolar na EJA, estimular o retorno de jovens e adultos à sala de aula e promover mais oportunidades de qualificação, cidadania e inclusão social em Petrolândia.
A falta de capacidade administrativa e de gestão da secretária estadual de Administração, Ana Maraíza de Sousa Silva, está causando mais um grave constrangimento para a governadora Raquel Lyra (PSD). Mesmo no quarto ano de mandato, Raquel Lyra teve que usar oito novos contratos de gestão emergencial, sem licitação, para gerenciar as principais Unidades de Pronto Atendimento Especialidades (UPAEs), da rede estadual de Saúde no interior do Estado. Ou seja, a Secretaria de Administração do Estado (SAD) não conseguiu fazer a licitação a tempo e o Governo teve que usar de contratos emergenciais, via dispensa de licitação pública.
Os contratos emergenciais sem licitação foram assinados discretamente em 30 de dezembro, entre o Natal e Ano Novo. O Governo está lançando mão de contratos emergenciais, sem licitação, para as UPAEs de Arcoverde, Serra Talhada, Limoeiro, Afogados da Ingazeira, Belo Jardim, Salgueiro, Garanhuns e Petrolina. Os contratos emergenciais sem licitação terão validade a partir de 1° de janeiro e terão vigência até 29 de junho de 2026. Até o final do prazo, a SAD tentará realizar as licitações. O valor total dos contratos emergenciais sem licitação, chega a R$ 36 milhões.
Novas mensagens em posse da Polícia Federal (PF) revelam que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, mandou entregar uma encomenda em um apartamento alugado pelo empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. As informações são do colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles.
Em 6 de outubro de 2024, o Careca do INSS enviou, para um de seus funcionários, o print de uma conversa com o endereço do prédio residencial em Moema, São Paulo, solicitando que fosse entregue um “medicamento” no local. Em seguida, o lobista acrescenta que a entrega deve ter o nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha, como destinatária. A coluna teve acesso às mensagens.
O apartamento onde foi realizada a entrega pertence, no papel, ao empresário Jonas Leite Suassuna Filho, ex-sócio de Lulinha, segundo documentos obtidos pela coluna em cartórios de São Paulo. O prédio fica na rua Juriti, em Moema, bairro da elite paulistana, na região centro-sul.
Procurado, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atuou em outros casos na defesa de Lulinha, disse que o filho do presidente Lula não tem conhecimento da encomenda. “Ele [Lulinha] desconhece, até porque ele próprio não é o destinatário”, frisou. O advogado voltou a negar qualquer relação de proximidade entre o Careca do INSS e Lulinha. Segundo Marco Aurélio de Carvalho, “existe um esforço pirotécnico em tentar envolvê-lo” nos fatos das investigações da fraude do INSS. Procurada, a defesa do Careca do INSS não se manifestou. A reportagem não conseguiu contato com Jonas Leite Suassuna Filho. O espaço segue aberto.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes não participará da cerimônia em memória aos 3 anos do 8 de Janeiro, promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), hoje, no Palácio do Planalto. Moraes está em recesso. Tampouco participa do ato no Supremo.
A ausência chama atenção. Moraes foi o relator da Ação Penal sobre tentativa de golpe de Estado e conduziu as investigações dos ataques de 8 de Janeiro. Ele votou pela condenação de todos os envolvidos na trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do portal Poder360.
A Polícia Federal (PF) decidiu abrir um inquérito para apurar denúncias de influenciadores que alegam ter sido procurados para gravar conteúdos em defesa do Banco Master e contra o Banco Central (BC), que decretou a liquidação da instituição de Daniel Vorcaro no fim do ano passado. A informação foi confirmada à GloboNews pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Nesta semana, os influenciadores de direita Rony Gabriel e Juliana Moreira Leite revelaram ter recebido propostas para difundir em seus perfis nas redes sociais a narrativa de que o Banco Central havia sido precipitado ao decretar a liquidação do Master.
A ideia era compartilhar vídeos que reverberassem a posição da Corte e colocassem em xeque a ação do Banco Central. Procurada, a defesa do Banco Master diz não ter informações sobre a suposta contratação de influencers para difamar o BC.
Brasília começou 2026 com uma polêmica que ainda vai render bastante: o pedido de inspeção junto ao Banco Central, pelo Tribunal de Contas da União, para apurar os procedimentos adotados na liquidação do Banco Master. A iniciativa foi do ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso no TCU. Mas a corte máxima de contas tem essa prerrogativa?
De forma alguma. O TCU é um órgão auxiliar do Legislativo, enquanto o Banco Central tem autonomia, dada pelo próprio Congresso Nacional. Sentindo-se agredido na forma da lei, o BC apresentou um recurso ao TCU contra a decisão que autorizou a realização de uma inspeção na chamada autoridade monetária.
A controvérsia surgiu após o ministro Jhonatan de Jesus solicitar informações adicionais sobre os elementos que sustentaram a decisão do BC de encerrar as atividades da instituição financeira. Diante disso, o Banco Central pediu que a proposta de inspeção seja submetida ao colegiado competente, para que haja deliberação formal sobre a medida.
A liquidação do Banco Master ocorreu após o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal, que, em novembro do ano passado, deflagrou a operação Compliance Zero. Mesmo sem ser obrigado a se curvar a uma decisão monocrática do relator do caso, o BC enviou ao TCU informações que embasaram a liquidação do Master.
O documento aponta uma série de motivos. Informa que o conglomerado liderado pelo banqueiro Daniel Vorcaro estava em “crise aguda de liquidez” que o impedia de satisfazer, com pontualidade, os compromissos assumidos. Com isso, a instituição não tinha dinheiro suficiente para honrar todas as suas obrigações financeiras, inclusive o pagamento de investidores. Entre outros pontos, o BC assinala que as tratativas para sanar o problema não tiveram efeito.
O Master também atrasou o recolhimento de compulsórios, que são depósitos que os bancos são obrigados a fazer no BC para garantir a segurança do sistema financeiro. Na data da liquidação do Master, a instituição mantinha depósitos de R$ 22,9 milhões, muito menos do que a autoridade exigia: R$ 2,537 bilhões, de acordo com o acompanhamento do BC. Era apenas 0,9% do que deveria cumprir.
SEM FLUXO DE CAIXA – Na data, o caixa livre do Master era de R$ 4,8 milhões e, segundo a supervisão do BC, estava previsto fluxo de vencimento de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) de R$ 48,6 milhões. O banco tinha em caixa menos de 10% do valor necessário para pagar os investidores. “Diante do esgotamento de todas as alternativas de solução de mercado, a identificação de crítica situação econômico-financeira, que impediria a instituição de honrar suas obrigações, e a verificação de irregularidades graves — com indícios de crimes que afetavam o valor dos ativos do conglomerado e comprometiam sua solvência —, a liquidação foi decretada como medida indispensável para a proteção do sistema financeiro e da poupança popular”, sustenta o BC.
Os cavalos milionários do relator – Relator do caso Master no TCU, o ministro Jhonatan de Jesus comprou cinco cavalos de raça em leilões, totalizando R$ 816 mil. A compra, realizada em 40 parcelas, foi feita com sua mulher, Thallys Mendes de Jesus. Ele é filho do senador Mecias de Jesus (Republicanos). Os leilões se deram durante eventos da ABQM (Associação Brasileira do Cavalo Quarto Milha), realizados entre 9 e 20 de outubro em Araçatuba (SP). Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Jhonatan adquiriu três cavalos na quinta-feira, 17 de outubro de 2024, durante o 16º Leilão Haras Nossa Senhora de Aparecida e outros dois no sábado, 19 de outubro, no 5º Leilão Haras Two Brothers – Campeões do Futuro, participando dos lances por meio de seu celular.
De onde vem o dinheiro do relator? – O ministro, que assumiu o cargo no TCU em 2023, declarou um patrimônio de R$ 1,1 milhão na última eleição que disputou para deputado federal, em 2018. Com um salário bruto de R$ 41,8 mil, sua renda líquida é de R$ 31,7 mil. As parcelas da compra dos cavalos totalizam R$ 20,4 mil por mês, o que representa cerca de 60% de sua renda líquida. Jhonatan e Thallys são sócios em uma empresa de educação e eventos, que possui um capital de R$ 300 mil. Ele foi deputado integrante do Centrão e tem ligações com o senador Ciro Nogueira e a Igreja Universal.
Cresce violência contra mulher – Conforme levantamento oficial da Secretaria de Defesa, houve aumento no número de feminicídios no Estado em 2025 na comparação com o ano anterior. Cerca de 88 mulheres foram assassinadas no ano passado em crimes classificados como feminicídio, quando a vítima é morta por uma questão de gênero. Isso representa um crescimento de 15,7% em relação a 2024, quando foram registrados 76 casos. Esse quantitativo coloca 2025 como o ano que mais registrou casos dessa natureza nos últimos seis anos em Pernambuco. O ano de 2021 vem em segundo lugar com 87 casos. Na sequência estão: 2023 (83 casos), 2024 (76 casos), 2020 (75 casos) e 2022 (72 casos).
Anderson disputa Senado – Candidato a governador nas eleições passadas, que não chegou ao segundo turno por causa da comoção envolvendo a morte do marido de Raquel, o ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira (PL), é candidatíssimo ao Senado. Ele acha que a candidatura do senador Flávio Bolsonaro ao Planalto o favorece na disputa à Casa Alta por Pernambuco. “Na eleição passada, Teresa Leitão foi eleita por causa de Lula e o segundo mais votado, Gilson Machado, foi inflamado pela vinculação com Bolsonaro, ou seja, será o fator presidencial que irá influenciar a eleição para senador e não o estadual. Depois da polarização nacional, em Pernambuco candidato a governador não tem mais tanto poder para puxar os candidatos a senador como no passado”, raciocina.
CURTAS
OS SEM VOOS – Moradores e trabalhadores de Fernando de Noronha enfrentam dificuldades para comprar passagens aéreas para o continente. Nos últimos dias, algumas pessoas passaram a dormir no aeroporto da ilha para tentar garantir uma vaga nos voos. Um acordo entre o governo local e companhias aéreas prevê a oferta de passagens com desconto e a reserva de vagas para moradores e profissionais que trabalham em Noronha.
SEM MAIORIA – Roberto Freire não representa a vontade majoritária do Cidadania no Brasil, segundo o presidente estadual da legenda, Cláudio Carraly. “A direção nacional legítima do partido, eleita democraticamente em seu último congresso nacional, passou pelo abandono da presidência por parte do então presidente, cabendo ao então vice-presidente, Comte Bittencourt, assumir a presidência e tornar-se a partir daí o presidente nacional do Cidadania”, disse. Carraly não gostou do posicionamento de Freire no podcast Direto de Brasília.
TORTURADO – Michelle Bolsonaro diz que seu marido está sendo “negligenciado e torturado” por estar “em um quarto trancado que só pode ser aberto quando ele tem que tomar medicação”. A família afirma que o ex-presidente precisa de mais cuidados médicos do que os oferecidos a ele na prisão. A ex-primeira-dama declarou que Bolsonaro não se lembra de como caiu e não sabe por quanto tempo ficou desacordado.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou nula a determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM) que ordenava a instauração imediata de sindicância para apurar o atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Para o ministro, a medida é flagrantemente ilegal e configura desvio de finalidade, razão pela qual ficam proibidos, em âmbito nacional e estadual, quaisquer procedimentos do CFM com esse objeto.
Além disso, Moraes determinou que o presidente do CFM seja ouvido pela Polícia Federal em até 10 dias, para explicar a conduta da autarquia e apurar eventual responsabilidade criminal. Também ordenou que o diretor do Hospital DF Star encaminhe ao STF, em 24 horas, todos os exames e laudos médicos realizados por Bolsonaro na data da decisão. As informações são do jornal O GLOBO.
“A ilegalidade e ausência de competência correicional do CFM em relação à Polícia Federal é flagrante, demonstrando claramente o desvio de finalidade da determinação, além da total ignorância dos fatos”, diz o ministro no despacho.
Nesta quarta-feira, a entidade de medicina determinou a instauração de uma sindicância para apurar denúncias que “expressam inquietação quanto à garantia de assistência médica” ao ex-presidente, que sofreu uma queda na carceragem da Polícia Federal em Brasília na madrugada de terça-feira.
O CFM afirma que Bolsonaro tem um “histórico clínico de alta complexidade”, com sucessivas cirurgias abdominais e soluços intratáveis, além de outras comorbidades. O conselho cita também o recente episódio de queda ocorrido na carceragem da Polícia Federal em Brasília.
A queda de Bolsonaro foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ela relatou nas redes sociais que o marido teve uma crise de soluços enquanto dormia, caiu e bateu a cabeça em um móvel. Nesta quarta-feira, Bolsonaro passou cinco horas no hospital DFStar para a realização de exames autorizados pelo ministro e já retornou à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena.
Bolsonaro foi diagnosticado com traumatismo craniano leve após a queda e segundo o médico Brasil Ramos Caiado, os exames realizados no DF Star identificaram apenas lesões em partes moles, sem qualquer comprometimento intracraniano.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, e o deputado federal Fernando Monteiro anunciaram que 902 famílias de Serra Talhada receberão, no próximo dia 16 de janeiro, as chaves da casa própria no Residencial Vanete Almeida. A cerimônia de entrega contará com a presença do ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho.
“Essa conquista representa uma luta coletiva e incansável para garantir moradia digna ao nosso povo. Desde o início, trabalhamos com responsabilidade e compromisso, fortalecendo parcerias com o presidente Lula e com o deputado Fernando Monteiro, porque entendemos que casa própria é dignidade, é segurança e é transformação de vidas”, afirmou Márcia Conrado.
Fernando Monteiro destacou que o empreendimento foi planejado com estrutura de serviços públicos integrada. “O Vanete Almeida é um projeto pensado para garantir dignidade, com assistência social, educação e saúde próximas das famílias. Esse é o resultado de um trabalho conjunto com a prefeitura e o governo federal para assegurar melhores condições de vida à população”, declarou. Além das moradias, o residencial contará com um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), escola em fase de construção, creche com ordem de serviço prevista e uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em processo de licitação.